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AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA 
DO TRABALHO
INTRODUÇÃO 
Neste trabalho iremos abordar os seguintes 
assuntos: 
 Noções de segurança e higiene do trabalho 
 EPI 
 Ergonomia 
 LER 
 Combate a princípios de incêndios.
SAÚDE É UM ESTADO DE COMPLETO BEM ESTAR FÍSICO, 
MENTAL E SOCIAL.
Segurança do trabalho é o estudo através de 
metodologias e técnicas próprias das possíveis 
causas de acidentes do trabalho, objetivando a 
prevenção das suas consequências.
Medicina do trabalho é a ciência que através de 
metodologias e técnicas próprias, estuda as causas 
das doenças ocupacionais, objetivando a 
prevenção das mesmas.
Saúde ocupacional: estudos sistemáticos em 
engenharia de segurança e medicina do trabalho, 
visando promover a saúde e proteger a integridade 
física do trabalhador no local de trabalho. 
Em1700 Bernadino Ramazzini fala a seguinte frase: 
“Prevenir é melhor que curar”
Estados Unidos 
1877 lei que obrigava aos empregados instalar 
dispositivos de segurança em máquinas; 
1892 primeira empresa a organizar um departamento 
de segurança; 
1913 criação do National Safety Concil.
No Brasil 
1943 CLT. 
Hoje 
Lei Nº 6.514 de 12/77; 
Normas regulamentadoras aprovadas pela portaria 
Nº 3.214 de 06/78; 
Normas regulamentadoras rurais aprovadas pela 
portaria Nº 3.067 de 04/ 88.
Acidente e incidente 
A segurança do trabalho é essencial para garantir a 
saúde e evitar acidentes nos locais de trabalho e 
fora dele, sendo uma referência obrigatória em 
todos os tipos de trabalho. A segurança deve estar 
sempre em primeiro lugar, sendo a base de 
elaboração de qualquer procedimento. Os 
acidentes são classificados de acordo com a ABNT 
NBR 14280:2001 – cadastro de acidentes do 
trabalho - Procedimentos e classificação.
Acidente do trabalho – Conceito técnico 
Todo acontecimento imprevisto, indesejado, fora de 
controle, que interrompe o desenvolvimento normal 
de uma atividade.
Previdência Social Lei nº 8.213:1991 Art. 19 
Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do 
trabalho a serviço da empresa, provocando lesão 
corporal ou perturbação funcional que cause a 
morte, perda, redução permanente ou temporária 
da capacidade para o trabalho.
Incidente é um evento não desejado que sob 
circunstâncias ligeiramente diferentes, poderia ter 
causado danos às pessoas, à propriedade, ao 
processo e o meio ambiente.
Proporção e gravidade 
É importante conhecer a proporção e gravidade em 
que ocorrem os acidentes, pois mostra-nos a 
dimensão dessas ocorrências.
Fator pessoal de insegurança 
Causas humanas relativas ao comportamento, que 
pode levar à ocorrência do acidente ou à prática do 
ato inseguro. 
Exemplos: 
Falta de conhecimento ou experiência; 
Brincar no serviço; 
Distração.
Ato inseguro 
Ação ou omissão que contraria o preceito de 
segurança, pode causar ou favorecer a ocorrência 
do acidente. 
Exemplos: 
Falta de atenção; 
Deixar de usar EPI – Equipamento de Proteção 
Individual; 
Deixar de conferir as condições de segurança; 
Executar serviços sem concentração.
Proteções com o uso do EPI 
Lesões que poderiam ser causadas por acidentes; 
Danos à saúde causados por condições de trabalho. 
NR6 
Usá-los apenas para a finalidade a que se destina; 
Responsabilizar-se pela sua guarda e conservação; 
Não portá-lo fora da área técnica e sempre 
comunicar qualquer alteração que se torne 
impróprio para o uso.
Cabe ao empregador 
Adquirir EPI adequado ao risco de cada atividade e exigir 
seu uso; 
Fornecer ao empregado somente EPIs aprovados pelo 
órgão nacional competente; 
Orientar e capacitar o empregado quanto ao seu uso 
adequado, acondicionamento e conservação; 
Substituir imediatamente, quando danificado ou 
extraviado; 
Responsabilizar-se pela higienização e manutenção 
periódica; 
Comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. 
Cabe ao empregado 
Comunicar ao empregador alterações que o torne 
impróprio para o uso; 
Cumprir as determinações do empregador sobre o uso 
adequado.
Certificado de aprovação 
Ou simplesmente CA, é um código que define a 
aprovação para uso de equipamentos de 
segurança pelo Ministério do Trabalho e é 
requerido a todo EPI. O CA representa, sem 
sombra de dúvida, um atestado de que a empresa 
redutora do EPI possui condições legais e técnicas 
de qualidade para manter no mercado um produto 
qualificado.
Proteção para os olhos 
Óculos de segurança 
Óculos tipo ampla visão 
Óculos contra radiação 
Proteção auditiva 
Plugues de inserção 
Protetores com hastes 
Abafadores de ruído
Proteção para a cabeça 
São dois os tipos de capacetes 
Tipo I – possui aba total. 
Tipo II – possui aba frontal 
Os capacetes podem reduzir impactos na frente, 
lateral, atrás ou no topo de sua cabeça e devem 
cumprir as normas da ABNT.
Tipos de luvas 
Luva de cobertura para proteção da luva isolante de 
borracha; 
Luva de proteção em raspa e vaqueta; 
Luva de proteção em vaqueta. 
Use luvas adequadas quando estiver trabalhando 
perto de: 
Produtos químicos; 
Materiais abrasivos ou corrosivos; 
Equipamentos elétricos; 
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Ferramentas manuais.
Proteção para os pés 
Protege contra compressão, impacto, perfurações e 
riscos com produtos químicos e equipamentos 
elétricos. 
Tipos 
Protetores para calçados; 
Botas de cano longo; 
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Proteção para o tronco 
São vestimentas de segurança ao tronco que oferecem 
proteção aos riscos térmica, mecânica, química, 
radioativa, meteorológica e umidade proveniente de 
operações com o uso de água. Protege o usuário contra 
a ocorrência de lesões, queimaduras, irritações, 
intoxicações e contaminações provocadas pelo contato 
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Proteção respiratória 
Respiradores são geralmente chamados de máscaras, 
têm o objetivo de evitar a inalação de vapores 
orgânicos, névoas ou finas partículas tóxicas através 
das vias respiratórias.
Proteção contra quedas 
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Cinto de segurança tipo paraquedista; 
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Insalubridade 
Atividade em que o trabalhador está exposto acima 
do limite de tolerância a um agente nocivo a sua 
saúde. 
Riscos ocupacionais 
Físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de 
acidentes.
 Exemplos de riscos físicos: 
Ruídos, vibrações, radiações, frio, calor, pressões 
anormais e umidade. 
 Exemplos de riscos químicos: 
Poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases, vapores e 
produtos químicos em geral. 
 Exemplos de riscos biológicos: 
Vírus, bactérias, protozoários, fungos, parasitas e 
bacilos.
 Exemplos de riscos ergonômicos: 
Esforço físico intenso, posturas inadequadas, 
imposição de rítmos excessivos, jornadas de 
trabalhos prolongadas, monotonia e repetitividade. 
 Exemplos de riscos, acidentes: 
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Periculosidade 
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Adicionais de salário 
RISCO GRAU ADICIONAL DE 
SALÁRIO 
INSALUBRIDADE MÍNIMO 10% 
MÉDIO 20% 
MÁXIMO 40% 
PERICULOSIDADE 40%
CÁLCULO 
Salário: R$ 724,00 
Risco: Insalubridade 
Grau: Médio de 20% 
724 * 0,2 = 144,8 
724 + 144,8 = 868,8 
Resultado: 
R$ 868,80
Equipamentos de proteção 
Objetivo: evitar o contato/ exposição ao risco ambiental 
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Equipamento de proteção individual (EPI) 
Equipamentos de proteção coletiva 
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simultaneamente. 
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Pára-raios 
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Aterramento elétrico.
Ausência de EPC
EPC - cerca de contenção
Comissão interna de prevenção de acidentes (Cipa) 
Objetivos: 
Observar e relatar condições de risco existentes no ambiente de 
trabalho; 
Solicitar medidas com o objetivo de reduzir ou eliminar riscos; 
Discutir as causas dos acidentes ocorridos; 
Solicitar medidas contra acidentes; 
Orientar os demais trabalhadores quanto as medidas de 
prevenção; 
Fornecer apoio logístico.
Ergonomia - NR17 
Ergonomia (ou "fatores humanos") é a disciplina científica 
relacionada ao entendimento das interações entre seres 
humanos e outros elementos de um sistema, e também 
é a profissão que aplica teoria, princípios, dados e 
métodos para projetar a fim de otimizar o bem-estar 
humano e o desempenho geral de um sistema. Os 
ergonomistas contribuem para o projeto e avaliação de 
tarefas, trabalhos, produtos, ambientes e sistemas, a 
fim de torná-los compatíveis com as necessidades, 
habilidades e limitações das pessoas. 
A Associação Internacional de Ergonomia divide a 
ergonomia em três domínios de especialização. São 
eles:
 Ergonomia Física: que lida com as respostas do corpo 
humano à carga física e psicológica. Tópicos relevantes 
incluem manipulação de materiais, arranjo físico de estações 
de trabalho, demandas do trabalho e fatores tais como 
repetição, vibração, força e postura estática, relacionada com 
lesões músculo-esqueléticas. 
 Ergonomia Cognitiva: também conhecida engenharia 
psicológica, refere-se aos processos mentais, tais como 
percepção, atenção, cognição, controle motor e 
armazenamento e recuperação de memória, como eles 
afetam as interações entre seres humanos e outros 
elementos de um sistema. Tópicos relevantes incluem carga 
mental de trabalho, vigilância, tomada de decisão, 
desempenho de habilidades, erro humano, interação 
humano-computador e treinamento. 
 Ergonomia Organizacional: ou macroergonomia, 
relacionada com a otimização dos sistemas sócio-técnicos, 
incluindo sua estrutura organizacional, políticas e processos. 
Tópicos relevantes incluem trabalho em turnos, programação 
de trabalho, satisfação no trabalho, teoria motivacional, 
supervisão, trabalho em equipe, trabalho à distância e ética.
Lesão por esforço repetitivo – LER 
Lesão por Esforço Repetitivo ou LER (em inglês 
Repetitive Strain Injury) são lesões nos sistemas 
músculo-esquelético e nervoso causadas por 
tarefas repetitivas, esforços vigorosos, vibrações, 
compressão mecânica (pressionando contra 
superfícies duras)ou posições desagradáveis por 
longos períodos. É um tipo de Distúrbio 
Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (DORT). 
É ilegal demitir um trabalhador por causa da LER, 
assim como de qualquer outra doença ocupacional 
relacionada ao trabalho.)
Fases 
Fase 1 - Apenas dores mal definidas e subjetivas, 
melhorando com repouso. 
Fase 2 - Dor regredindo com repouso, apresentando 
poucos sinais objetivos. 
Fase 3 - Exuberância de sinais objetivos, e não 
desaparecendo com repouso. 
Fase 4 - Estado doloroso intenso com incapacidade 
funcional (não necessariamente permanente).
Estágios 
Estágio 1 - Dor e cansaço nos membros superiores 
durante o turno de trabalho, com melhora nos fins de 
semana, sem alterações no exame físico e com 
desempenho normal. 
Estágio 2 - Dores recorrentes, sensação de cansaço 
persistente e distúrbio do sono, com incapacidade para 
o trabalho repetitivo. 
Estágio 3 - Sensação de dor, fadiga e fraqueza 
persistentes, mesmo com repouso. Distúrbios do sono e 
presença de sinais objetivos ao exame físico.
E os setores com mais casos de LER são: 
Bancário 
Comércio 
Processamento de dados 
Têxtil 
Confecção 
Químico 
Plástico 
Serviços 
Telecomunicações.
Combate a princípios de incêndios 
O fogo é uma forma de oxidação rápida com 
liberação e desprendimento de energia sob forma 
de luz e calor. Quando o fogo torna-se um agente 
de destruição passa a ser chamado de incêndio.
Combustível é todo material capaz de entrar em 
combustão: madeira, papel, pano, estopa, líquidos 
inflamáveis, tinta e alguns metais. 
Comburente é todo elemento que, associa-se 
quimicamente ao combustível e é capaz de fazê-lo 
entrar em combustão. Exemplo: oxigênio.
Classe de incêndio “A” 
É o fogo produzido pelos combustíveis sólidos; 
queima em superfície e profundidade deixando 
resíduos (cinza, fuligem ou carvão). 
Melhor agente extintor: água por resfriamento. 
Equipamento de combate: extintor de água – gás e 
extintor de água pressurizada. 
Exemplo: madeira, papel, palhas de aço, etc.
Classe de incêndio “B” 
É o fogo produzido pelos líquidos inflamáveis, 
queima somente em superfície e normalmente não 
deixa resíduo. 
Melhor ação para combate: abafamento. 
Equipamento de combate: extintor de gás carbônico 
(CO²). 
Exemplo: gasolina, álcool, óleos, graxas, gases, etc.
Classe de incêndio “C” 
É o fogo produzido por falta de manutenção nas 
instalações elétricas energizadas. 
Melhor ação para combate: extintor de gás carbônico 
(CO²) e extintor de pó químico seco (PQS). 
Exemplo: origina-se em curtos circuitos em motores e 
quadros de distribuição.
Classe de incêndio “D” 
É o fogo produzido pelos materiais pirofóricos, isto é 
ligas metálicas que pela própria queima produzem 
alimento para as chamas. 
Equipamento de proteção de combate: extintor de pó 
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AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

  • 1. AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO
  • 2. INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos abordar os seguintes assuntos:  Noções de segurança e higiene do trabalho  EPI  Ergonomia  LER  Combate a princípios de incêndios.
  • 3. SAÚDE É UM ESTADO DE COMPLETO BEM ESTAR FÍSICO, MENTAL E SOCIAL.
  • 4.
  • 5. Segurança do trabalho é o estudo através de metodologias e técnicas próprias das possíveis causas de acidentes do trabalho, objetivando a prevenção das suas consequências.
  • 6.
  • 7. Medicina do trabalho é a ciência que através de metodologias e técnicas próprias, estuda as causas das doenças ocupacionais, objetivando a prevenção das mesmas.
  • 8.
  • 9. Saúde ocupacional: estudos sistemáticos em engenharia de segurança e medicina do trabalho, visando promover a saúde e proteger a integridade física do trabalhador no local de trabalho. Em1700 Bernadino Ramazzini fala a seguinte frase: “Prevenir é melhor que curar”
  • 10.
  • 11. Estados Unidos 1877 lei que obrigava aos empregados instalar dispositivos de segurança em máquinas; 1892 primeira empresa a organizar um departamento de segurança; 1913 criação do National Safety Concil.
  • 12.
  • 13. No Brasil 1943 CLT. Hoje Lei Nº 6.514 de 12/77; Normas regulamentadoras aprovadas pela portaria Nº 3.214 de 06/78; Normas regulamentadoras rurais aprovadas pela portaria Nº 3.067 de 04/ 88.
  • 14.
  • 15. Acidente e incidente A segurança do trabalho é essencial para garantir a saúde e evitar acidentes nos locais de trabalho e fora dele, sendo uma referência obrigatória em todos os tipos de trabalho. A segurança deve estar sempre em primeiro lugar, sendo a base de elaboração de qualquer procedimento. Os acidentes são classificados de acordo com a ABNT NBR 14280:2001 – cadastro de acidentes do trabalho - Procedimentos e classificação.
  • 16.
  • 17. Acidente do trabalho – Conceito técnico Todo acontecimento imprevisto, indesejado, fora de controle, que interrompe o desenvolvimento normal de uma atividade.
  • 18.
  • 19. Previdência Social Lei nº 8.213:1991 Art. 19 Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, perda, redução permanente ou temporária da capacidade para o trabalho.
  • 20.
  • 21. Incidente é um evento não desejado que sob circunstâncias ligeiramente diferentes, poderia ter causado danos às pessoas, à propriedade, ao processo e o meio ambiente.
  • 22.
  • 23. Proporção e gravidade É importante conhecer a proporção e gravidade em que ocorrem os acidentes, pois mostra-nos a dimensão dessas ocorrências.
  • 24.
  • 25. Fator pessoal de insegurança Causas humanas relativas ao comportamento, que pode levar à ocorrência do acidente ou à prática do ato inseguro. Exemplos: Falta de conhecimento ou experiência; Brincar no serviço; Distração.
  • 26.
  • 27. Ato inseguro Ação ou omissão que contraria o preceito de segurança, pode causar ou favorecer a ocorrência do acidente. Exemplos: Falta de atenção; Deixar de usar EPI – Equipamento de Proteção Individual; Deixar de conferir as condições de segurança; Executar serviços sem concentração.
  • 28.
  • 29. Proteções com o uso do EPI Lesões que poderiam ser causadas por acidentes; Danos à saúde causados por condições de trabalho. NR6 Usá-los apenas para a finalidade a que se destina; Responsabilizar-se pela sua guarda e conservação; Não portá-lo fora da área técnica e sempre comunicar qualquer alteração que se torne impróprio para o uso.
  • 30.
  • 31. Cabe ao empregador Adquirir EPI adequado ao risco de cada atividade e exigir seu uso; Fornecer ao empregado somente EPIs aprovados pelo órgão nacional competente; Orientar e capacitar o empregado quanto ao seu uso adequado, acondicionamento e conservação; Substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; Comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. Cabe ao empregado Comunicar ao empregador alterações que o torne impróprio para o uso; Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
  • 32.
  • 33. Certificado de aprovação Ou simplesmente CA, é um código que define a aprovação para uso de equipamentos de segurança pelo Ministério do Trabalho e é requerido a todo EPI. O CA representa, sem sombra de dúvida, um atestado de que a empresa redutora do EPI possui condições legais e técnicas de qualidade para manter no mercado um produto qualificado.
  • 34.
  • 35. Proteção para os olhos Óculos de segurança Óculos tipo ampla visão Óculos contra radiação Proteção auditiva Plugues de inserção Protetores com hastes Abafadores de ruído
  • 36.
  • 37.
  • 38. Proteção para a cabeça São dois os tipos de capacetes Tipo I – possui aba total. Tipo II – possui aba frontal Os capacetes podem reduzir impactos na frente, lateral, atrás ou no topo de sua cabeça e devem cumprir as normas da ABNT.
  • 39.
  • 40. Tipos de luvas Luva de cobertura para proteção da luva isolante de borracha; Luva de proteção em raspa e vaqueta; Luva de proteção em vaqueta. Use luvas adequadas quando estiver trabalhando perto de: Produtos químicos; Materiais abrasivos ou corrosivos; Equipamentos elétricos; Trabalhos a quente; Ferramentas manuais.
  • 41.
  • 42. Proteção para os pés Protege contra compressão, impacto, perfurações e riscos com produtos químicos e equipamentos elétricos. Tipos Protetores para calçados; Botas de cano longo; Botas ou sapatos de segurança; Calçados especiais.
  • 43.
  • 44. Proteção para o tronco São vestimentas de segurança ao tronco que oferecem proteção aos riscos térmica, mecânica, química, radioativa, meteorológica e umidade proveniente de operações com o uso de água. Protege o usuário contra a ocorrência de lesões, queimaduras, irritações, intoxicações e contaminações provocadas pelo contato com substâncias agressivas ao organismo ou pele. Proteção respiratória Respiradores são geralmente chamados de máscaras, têm o objetivo de evitar a inalação de vapores orgânicos, névoas ou finas partículas tóxicas através das vias respiratórias.
  • 45.
  • 46.
  • 47. Proteção contra quedas Quais são? Cinto de segurança tipo paraquedista; Talabarte de segurança tipo regulável; Talabarte de segurança tipo Y com absorvedor de energia; Trava quedas; Absorvedor de energia.
  • 48.
  • 49. Atividades e operações insalubres Insalubridade Atividade em que o trabalhador está exposto acima do limite de tolerância a um agente nocivo a sua saúde. Riscos ocupacionais Físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes.
  • 50.  Exemplos de riscos físicos: Ruídos, vibrações, radiações, frio, calor, pressões anormais e umidade.  Exemplos de riscos químicos: Poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases, vapores e produtos químicos em geral.  Exemplos de riscos biológicos: Vírus, bactérias, protozoários, fungos, parasitas e bacilos.
  • 51.  Exemplos de riscos ergonômicos: Esforço físico intenso, posturas inadequadas, imposição de rítmos excessivos, jornadas de trabalhos prolongadas, monotonia e repetitividade.  Exemplos de riscos, acidentes: Arranjo físico inadequado, máquinas e equipamentos sem proteção, ferramentas inadequadas ou defeituosas e iluminação inadequada.
  • 52. Periculosidade Atividade com materiais perigosos Explosivos, inflamáveis, radiações ionizantes e empregados em contatos com energia elétrica.
  • 53. Adicionais de salário RISCO GRAU ADICIONAL DE SALÁRIO INSALUBRIDADE MÍNIMO 10% MÉDIO 20% MÁXIMO 40% PERICULOSIDADE 40%
  • 54. CÁLCULO Salário: R$ 724,00 Risco: Insalubridade Grau: Médio de 20% 724 * 0,2 = 144,8 724 + 144,8 = 868,8 Resultado: R$ 868,80
  • 55. Equipamentos de proteção Objetivo: evitar o contato/ exposição ao risco ambiental Equipamento de proteção coletiva (EPC) Equipamento de proteção individual (EPI) Equipamentos de proteção coletiva Seu objetivo é proteger mais de uma pessoa simultaneamente. Exemplos: Sistema de Exaustão Sistema de enclausuramento Equipamentos de proteção contra incêndios Pára-raios Sinalização de segurança Aterramento elétrico.
  • 57. EPC - cerca de contenção
  • 58. Comissão interna de prevenção de acidentes (Cipa) Objetivos: Observar e relatar condições de risco existentes no ambiente de trabalho; Solicitar medidas com o objetivo de reduzir ou eliminar riscos; Discutir as causas dos acidentes ocorridos; Solicitar medidas contra acidentes; Orientar os demais trabalhadores quanto as medidas de prevenção; Fornecer apoio logístico.
  • 59.
  • 60. Ergonomia - NR17 Ergonomia (ou "fatores humanos") é a disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema, e também é a profissão que aplica teoria, princípios, dados e métodos para projetar a fim de otimizar o bem-estar humano e o desempenho geral de um sistema. Os ergonomistas contribuem para o projeto e avaliação de tarefas, trabalhos, produtos, ambientes e sistemas, a fim de torná-los compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas. A Associação Internacional de Ergonomia divide a ergonomia em três domínios de especialização. São eles:
  • 61.  Ergonomia Física: que lida com as respostas do corpo humano à carga física e psicológica. Tópicos relevantes incluem manipulação de materiais, arranjo físico de estações de trabalho, demandas do trabalho e fatores tais como repetição, vibração, força e postura estática, relacionada com lesões músculo-esqueléticas.  Ergonomia Cognitiva: também conhecida engenharia psicológica, refere-se aos processos mentais, tais como percepção, atenção, cognição, controle motor e armazenamento e recuperação de memória, como eles afetam as interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema. Tópicos relevantes incluem carga mental de trabalho, vigilância, tomada de decisão, desempenho de habilidades, erro humano, interação humano-computador e treinamento.  Ergonomia Organizacional: ou macroergonomia, relacionada com a otimização dos sistemas sócio-técnicos, incluindo sua estrutura organizacional, políticas e processos. Tópicos relevantes incluem trabalho em turnos, programação de trabalho, satisfação no trabalho, teoria motivacional, supervisão, trabalho em equipe, trabalho à distância e ética.
  • 62.
  • 63. Lesão por esforço repetitivo – LER Lesão por Esforço Repetitivo ou LER (em inglês Repetitive Strain Injury) são lesões nos sistemas músculo-esquelético e nervoso causadas por tarefas repetitivas, esforços vigorosos, vibrações, compressão mecânica (pressionando contra superfícies duras)ou posições desagradáveis por longos períodos. É um tipo de Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (DORT). É ilegal demitir um trabalhador por causa da LER, assim como de qualquer outra doença ocupacional relacionada ao trabalho.)
  • 64. Fases Fase 1 - Apenas dores mal definidas e subjetivas, melhorando com repouso. Fase 2 - Dor regredindo com repouso, apresentando poucos sinais objetivos. Fase 3 - Exuberância de sinais objetivos, e não desaparecendo com repouso. Fase 4 - Estado doloroso intenso com incapacidade funcional (não necessariamente permanente).
  • 65. Estágios Estágio 1 - Dor e cansaço nos membros superiores durante o turno de trabalho, com melhora nos fins de semana, sem alterações no exame físico e com desempenho normal. Estágio 2 - Dores recorrentes, sensação de cansaço persistente e distúrbio do sono, com incapacidade para o trabalho repetitivo. Estágio 3 - Sensação de dor, fadiga e fraqueza persistentes, mesmo com repouso. Distúrbios do sono e presença de sinais objetivos ao exame físico.
  • 66. E os setores com mais casos de LER são: Bancário Comércio Processamento de dados Têxtil Confecção Químico Plástico Serviços Telecomunicações.
  • 67.
  • 68. Combate a princípios de incêndios O fogo é uma forma de oxidação rápida com liberação e desprendimento de energia sob forma de luz e calor. Quando o fogo torna-se um agente de destruição passa a ser chamado de incêndio.
  • 69.
  • 70. Combustível é todo material capaz de entrar em combustão: madeira, papel, pano, estopa, líquidos inflamáveis, tinta e alguns metais. Comburente é todo elemento que, associa-se quimicamente ao combustível e é capaz de fazê-lo entrar em combustão. Exemplo: oxigênio.
  • 71.
  • 72.
  • 73. Classe de incêndio “A” É o fogo produzido pelos combustíveis sólidos; queima em superfície e profundidade deixando resíduos (cinza, fuligem ou carvão). Melhor agente extintor: água por resfriamento. Equipamento de combate: extintor de água – gás e extintor de água pressurizada. Exemplo: madeira, papel, palhas de aço, etc.
  • 74.
  • 75. Classe de incêndio “B” É o fogo produzido pelos líquidos inflamáveis, queima somente em superfície e normalmente não deixa resíduo. Melhor ação para combate: abafamento. Equipamento de combate: extintor de gás carbônico (CO²). Exemplo: gasolina, álcool, óleos, graxas, gases, etc.
  • 76.
  • 77. Classe de incêndio “C” É o fogo produzido por falta de manutenção nas instalações elétricas energizadas. Melhor ação para combate: extintor de gás carbônico (CO²) e extintor de pó químico seco (PQS). Exemplo: origina-se em curtos circuitos em motores e quadros de distribuição.
  • 78.
  • 79. Classe de incêndio “D” É o fogo produzido pelos materiais pirofóricos, isto é ligas metálicas que pela própria queima produzem alimento para as chamas. Equipamento de proteção de combate: extintor de pó químico seco especial (PS) Exemplos: magnésio, zircônio, titânio, zinco, alumínio em pó e titânio.
  • 80.