SlideShare une entreprise Scribd logo
1  sur  72
MICOSES OPORTUNISTAS  Micologia Amanda Thomé Cláudia Correard ElieneDantas Raianne Cord
MICOSES OPORTUNISTAS  	Micoses oportunistas são infecções cosmopolita causada por fungos de baixa virulência mas ao encontrar condições favoráveis como distúrbios do sistema imunológico desenvolvem poder patogênico invadindo os tecidos.  Raianne
MICOSES OPORTUNISTAS  Raianne
FATORES DESENCADEANTES 	1- Fatores intrínsecos (próprios dos hospedeiro): neoplasias, diabetes, hemopatias, AIDS, velhice, gravidez e todas as doenças que alteram a imunidade celular.  	2- Fatores extrínsecos: Antibioticoterapia, corticosterapia, antiblástico, cirurgias de transplante e ambientes hospitalares contaminados.  Raianne
CRIPTOCOCOSE     A Criptococose também conhecida por Torulose, BlastomicoseEuropeia ou Doença de Busse-Buschke é uma doença, micose causada pelo fungoCryptococcusneoformans. As manifestações mais comuns são a pneumonia e a meningite, sendo esta última de particular importância. Juntamente com a candidíase, a criptococose, são infecções fúngicas oportunistas no portador de HIV. Eliene
CRIPTOCOCOSE Os criptococos crescem no ser humano em formas unicelulares, leveduras encapsuladas com 5 micrómetros, de replicação assexuada por geminação. Existe em todo o mundo. Haverá um caso de meningite em um milhão de pessoas por ano. A infecção é pela inalação de esporos, frequentemente em detritos de pombos. Eliene
CRIPTOCOCOSE A sorologia, com detecção de anticorpos específicos contra o fungo é usada também. O tratamento é com o fármaco antifúngicoanfotericina B, ou com derivados de azol, como itraconazol. Eliene
CRIPTOCOCOSE Após inalação, as leveduras multiplicam-se no pulmão, frequentemente de forma assintomática. Mais tarde disseminam-se pelo sangue, especialmente para o cérebro.  Sintomas são aqueles de todas as meningites mas de intensidade mais moderada: dor de cabeça, náuseas, vómitos e fotofobia (sensibilidade exagerada à luz), que podem durar várias semanas (ao contrário da meningite bacteriana que é fatal em apenas algumas horas). Eliene
PENICILIOSE Penicilliosis é uma infecção causada por Penicilliummarneffei, um fungo dimórfico, endêmica do sudeste da Ásia e sul da China. Raramente verificadas antes da epidemia de AIDS, marneffei P infecções se tornaram mais prevalentes nas áreas endêmicas, em conjunção com a epidemia de AIDS. Claudia
PENICILIOSE As características clínicas da infecção são principalmente a febre e perda de peso, ocorrendo em mais de 75% dos pacientes Outras manifestações comuns são lesões cutâneas, linfadenopatia, anemia e hepatomegalia com ou sem esplenomegalia. Claudia
PENICILIOSE A infecção raramente foi documentado antes da epidemia de AIDS.  O primeiro relato de infecção natural com marneffei P foi em uma pessoa com linfoma de Hodgkin, que viveu no Sudeste Asiático. Claudia
PENICILIOSE O diagnóstico geralmente é feito pela identificação de fungos de amostras clínicas.  As biópsias de lesões de pele, gânglios linfáticos, medula óssea e demonstrar a presença de organismos na histopatologia. Claudia
PENICILIOSE Pacientes com penicilliosis têm um prognóstico pobre, sem tratamento. Sensibilidade in vitro a vários antifúngicos incluindo cetoconazol, itraconazol e flucitosina, miconazol, e anfotericina B.  As taxas de resposta de até 97% foram relatados com terapia com anfotericina B.  Claudia
e
Cultura mostrando uma saprofítica Penicilliumsp verde comum. Eo amarelo-rosa colônia típica com diffusable pigmento vermelho distintivo da marneffeiPenicillium.
CANDIDÍASE ,[object Object]
Transmissão => origem endógena e exógena (intra-hospitalar).  
O fungo tem poder invasor em pessoas com doenças crônicas, debilitados por tratamento prolongado com antibióticos e drogas imunossupressoras.   
Fatores de Virulência: Variações de antígeno de parede  Enzimas = proteinases e fosfolipases b  Variações fenotípicas)    Amanda
CANDIDÍASE PATOGÊNIA:   Mucosa oral (estomatite ou sapinho) – placas brancas, isoladas ou confluentes, aderentes à mucosa, com aspecto membranoso, rodeadas por halo eritematoso.   Pacientes gravemente enfermos e recém-nascidos de mãe com candidíase vaginal.    Amanda
CandidiaseSistêmica Candidíase sistêmica – é geralmente grave e suas principais localizações são: rim, cérebro, coração, trato digestivo, brônquios, pulmão e sangue.     Amanda
Candidiase Sistêmica  - Sintomas – febre, mal estar em geral, dor muscular, erupção cutânea, endocardites (pacientes com defeitos vasculares, viciados em droga e pacientes imunocomprometidos).  Presente em:  20%-40% = pacientes com câncer  25% = pacientes que recebem transplante de M.O.   Amanda
Candidiase Sistemica:
Candidiaseem mucosas Mucosa vaginal – lesões semelhantes à boca com corrimento. Pacientes grávidas, diabéticas ou com terapêutica antimicrobiana prolongada. No homem = balanite (infecção da glande) como DST.   Mucosa cutânea – lesões eritematosas, crostosas e com exsudatos. Amanda
ZIGOMICOSES   Agente etiológico (Gênero): Phizopuss.p. Mucors.p. Absidias.p.   As micoses produzidas por zigomicetos são denominados de zigomicoses ou mucormicoses.   As mucormicoses são geralmente graves. A infecção pode se localizar nos seios paranasais e cérebro, pulmões, aparelhos digestivos e em outros órgãos. A característica fundamental é a invasão dos vasos sanguíneos pelas hifas do fungo. A disseminação se faz através dos vasos sanguíneos, cartilagem nasal e nervos.   Amanda
ZIGOMICOSES   Transmissão – A infecção só ocorre em pacientes imunodeprimidos e não se conhece a transmissão de pessoa a pessoa, podendo ser por via aérea, digestiva (pães úmidos) ou mucocutânea.   Diagnóstico laboratorial – Secreções e tecidos.  Exame direto (microscópico) – hifas largas e contínuas, não septadas com ramificações em ângulo reto.      Amanda
Corte histológico de lesão ulcero-necrótica da pele, mostrando hifas tortuosas,largas, de paredes finas, não paralelas, não septadas. Algumas apresentambifurcação em ângulo reto. Coloração PAS.
ASPERGILOSE   Agentes etiológicos:  - Aspergillusflavus; Aspergillusfumigatus; Aspergillusniger; Aspergillusterreus; Aspergillusnidulans; Aspergillusrestrictus.     Doença que se localizam nos pulmões, ouvido, S.N.C., globos oculares, válvulas cardíacas e caracterizando-se por lesões granulomatoses e necrotizantes. A aspergilose pulmonar é uma das manifestações clínicas mais importantes => Aspergiloma intracavitário (bola fúngica).    
ASPERGILOSE   A aspergilose raramente ocorre como doença primária em indivíduos normais, acometendo indivíduos debilitados, imunodeprimidos ou que usam drogas imunossupressoras.  Aspergilosealérgica (bronquite) = granjeiros, horticultores e jardineiros.  Transmissão – Inalação de poeira (propágulos)  Habitat natural – plantas, solos, materiais orgânicos em geral.  
ASPERGILOSE Diagnóstico laboratorial: Secreções   Exame direto: hifas septadas, ramificadas dicotomicamente, irradiando de um ponto.  Cultura: Sabouraud com cicloheximida. 
Tomografia computadorizada. Ocupação das cavidades paranasais à direita, insuflando-as com captação heterogênia de contraste. Expansão da lesão do seio maxilar para a caviadde nasal adjacente
Caso Clínico 1 Vamos ver se você acerta! Paciente C.B.E , 13 anos Sintomas:  Coceira e irritação intensa, aliviada com a aplicação de gelo no local (crioterapia). Apresentou as seguintes lesões....
Cultura
Qual sua hipótese diagnóstica?
Caso Clínico 2 Paciente, masculino R.F.A.,  61 anos. Relata que há cerca de 5 meses apresenta constante mialgia em membro inferior, o qual apresentou lesões ulcerativas após alguns dias do surgimento da dor. É portador de DM e HIV positiva há cerca de 12 anos.
Após tratamento cirúrgico, paciente fez apenas uso de ATB de largo espectro e limpou a lesão cautelosamente. Em 2 meses paciente entrou em coma.

Contenu connexe

Tendances

Introdução à micologia
Introdução à micologiaIntrodução à micologia
Introdução à micologiaJoão Monteiro
 
Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16
Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16
Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16Jaqueline Almeida
 
Hipersensibilidade tipo I
Hipersensibilidade tipo IHipersensibilidade tipo I
Hipersensibilidade tipo ILABIMUNO UFBA
 
Aula n° 4 leishmaniose
Aula n° 4   leishmanioseAula n° 4   leishmaniose
Aula n° 4 leishmanioseGildo Crispim
 
64012393 urinalise-questoes-gab
64012393 urinalise-questoes-gab64012393 urinalise-questoes-gab
64012393 urinalise-questoes-gabMarcia Rodrigues
 
ICSA17 - Resposta Imune a infecções
ICSA17 - Resposta Imune a infecçõesICSA17 - Resposta Imune a infecções
ICSA17 - Resposta Imune a infecçõesRicardo Portela
 
Aula de Parasitologia Médica sobre a Malária
Aula de Parasitologia Médica sobre a MaláriaAula de Parasitologia Médica sobre a Malária
Aula de Parasitologia Médica sobre a MaláriaJaqueline Almeida
 
Aula de Microbiologia Clínica Sobre Micologia Microbiologia
Aula de Microbiologia Clínica Sobre Micologia MicrobiologiaAula de Microbiologia Clínica Sobre Micologia Microbiologia
Aula de Microbiologia Clínica Sobre Micologia MicrobiologiaJaqueline Almeida
 
Aula de Microbiologia Clínica sobre Meios de cultura bacteriana
Aula de Microbiologia Clínica sobre Meios de cultura bacterianaAula de Microbiologia Clínica sobre Meios de cultura bacteriana
Aula de Microbiologia Clínica sobre Meios de cultura bacterianaJaqueline Almeida
 
ICSA17 - Hipersensibilidades
ICSA17 - HipersensibilidadesICSA17 - Hipersensibilidades
ICSA17 - HipersensibilidadesRicardo Portela
 

Tendances (20)

Aula 05 bacterias
Aula   05  bacteriasAula   05  bacterias
Aula 05 bacterias
 
Introdução à micologia
Introdução à micologiaIntrodução à micologia
Introdução à micologia
 
Hipersensibilidade
HipersensibilidadeHipersensibilidade
Hipersensibilidade
 
Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16
Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16
Aula de Parasitologia do dia: 22.09.16
 
Hipersensibilidade tipo I
Hipersensibilidade tipo IHipersensibilidade tipo I
Hipersensibilidade tipo I
 
Histoplasmose
HistoplasmoseHistoplasmose
Histoplasmose
 
Aula n° 4 leishmaniose
Aula n° 4   leishmanioseAula n° 4   leishmaniose
Aula n° 4 leishmaniose
 
Trichuris trichiura
Trichuris trichiuraTrichuris trichiura
Trichuris trichiura
 
64012393 urinalise-questoes-gab
64012393 urinalise-questoes-gab64012393 urinalise-questoes-gab
64012393 urinalise-questoes-gab
 
ICSA17 - Resposta Imune a infecções
ICSA17 - Resposta Imune a infecçõesICSA17 - Resposta Imune a infecções
ICSA17 - Resposta Imune a infecções
 
Lesão Celular - Dr. José Alexandre P. de Almeida
Lesão Celular - Dr. José Alexandre P. de AlmeidaLesão Celular - Dr. José Alexandre P. de Almeida
Lesão Celular - Dr. José Alexandre P. de Almeida
 
Aula de Parasitologia Médica sobre a Malária
Aula de Parasitologia Médica sobre a MaláriaAula de Parasitologia Médica sobre a Malária
Aula de Parasitologia Médica sobre a Malária
 
INFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICA
INFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICAINFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICA
INFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICA
 
Aula de Microbiologia Clínica Sobre Micologia Microbiologia
Aula de Microbiologia Clínica Sobre Micologia MicrobiologiaAula de Microbiologia Clínica Sobre Micologia Microbiologia
Aula de Microbiologia Clínica Sobre Micologia Microbiologia
 
Coccidioidomicose
CoccidioidomicoseCoccidioidomicose
Coccidioidomicose
 
Aula de Microbiologia Clínica sobre Meios de cultura bacteriana
Aula de Microbiologia Clínica sobre Meios de cultura bacterianaAula de Microbiologia Clínica sobre Meios de cultura bacteriana
Aula de Microbiologia Clínica sobre Meios de cultura bacteriana
 
ICSA17 - Hipersensibilidades
ICSA17 - HipersensibilidadesICSA17 - Hipersensibilidades
ICSA17 - Hipersensibilidades
 
Aula 11 fungos
Aula   11 fungosAula   11 fungos
Aula 11 fungos
 
Criptococose pulmonar
Criptococose pulmonarCriptococose pulmonar
Criptococose pulmonar
 
Plasmodium e malária
Plasmodium e  malária Plasmodium e  malária
Plasmodium e malária
 

En vedette (20)

Micoses subcutâneas
Micoses subcutâneasMicoses subcutâneas
Micoses subcutâneas
 
Aula slides micologia geral
Aula slides   micologia geralAula slides   micologia geral
Aula slides micologia geral
 
Doenças causadas por fungos
Doenças causadas por fungosDoenças causadas por fungos
Doenças causadas por fungos
 
Micoses superficiais
Micoses superficiaisMicoses superficiais
Micoses superficiais
 
Doencas causadas fungos_micose
Doencas causadas fungos_micoseDoencas causadas fungos_micose
Doencas causadas fungos_micose
 
Micose
MicoseMicose
Micose
 
Bacterias y virus
Bacterias y virusBacterias y virus
Bacterias y virus
 
Aspergilose
Aspergilose   Aspergilose
Aspergilose
 
Apres de fungosm
Apres de fungosmApres de fungosm
Apres de fungosm
 
Micoses pulmonares e sistemicas
Micoses pulmonares e sistemicasMicoses pulmonares e sistemicas
Micoses pulmonares e sistemicas
 
Apresentação micose
Apresentação micoseApresentação micose
Apresentação micose
 
Micoses subcutâneas
Micoses subcutâneas Micoses subcutâneas
Micoses subcutâneas
 
Fungos e doenças relacionadas
Fungos e doenças relacionadas Fungos e doenças relacionadas
Fungos e doenças relacionadas
 
Pneumocistose
PneumocistosePneumocistose
Pneumocistose
 
Coccidioidomicose
CoccidioidomicoseCoccidioidomicose
Coccidioidomicose
 
Micoses sistemicas
Micoses sistemicasMicoses sistemicas
Micoses sistemicas
 
Candidiase
CandidiaseCandidiase
Candidiase
 
Tc pulmão parte i 03.11.11
Tc pulmão parte i 03.11.11Tc pulmão parte i 03.11.11
Tc pulmão parte i 03.11.11
 
Tc4 cavidade sinonasal
Tc4 cavidade sinonasalTc4 cavidade sinonasal
Tc4 cavidade sinonasal
 
Micosis Sistemicas y Oportunistas
Micosis Sistemicas y OportunistasMicosis Sistemicas y Oportunistas
Micosis Sistemicas y Oportunistas
 

Similaire à Micoses oportunistas

Aula 7 - Doenças Previníveis por Vacinação - Parte II.pdf
Aula 7 - Doenças Previníveis por Vacinação - Parte II.pdfAula 7 - Doenças Previníveis por Vacinação - Parte II.pdf
Aula 7 - Doenças Previníveis por Vacinação - Parte II.pdfGiza Carla Nitz
 
Microbiologia: Bactérias Patogênicas de Interesse Médico
Microbiologia: Bactérias Patogênicas de Interesse MédicoMicrobiologia: Bactérias Patogênicas de Interesse Médico
Microbiologia: Bactérias Patogênicas de Interesse MédicoNanaxara da Silva
 
Herpes (seminário)
Herpes (seminário)Herpes (seminário)
Herpes (seminário)Odontologia
 
Infecções Fungicas - Microbiologia.pptx
Infecções Fungicas - Microbiologia.pptxInfecções Fungicas - Microbiologia.pptx
Infecções Fungicas - Microbiologia.pptxRodrigoShayd1
 
Manifestações das doenças sistémicas nas doenças da cabeça e pescoço.pptx
Manifestações das doenças sistémicas nas doenças da cabeça e pescoço.pptxManifestações das doenças sistémicas nas doenças da cabeça e pescoço.pptx
Manifestações das doenças sistémicas nas doenças da cabeça e pescoço.pptxPsiclogoClinicoclini
 
Parasitoses humanas rodrigo
Parasitoses humanas rodrigoParasitoses humanas rodrigo
Parasitoses humanas rodrigornogueira
 
Imunodeficiência Congénita 12º
Imunodeficiência Congénita 12ºImunodeficiência Congénita 12º
Imunodeficiência Congénita 12ºJoão Pereira
 
Manifestações Orais do HIV - Concurso Odontologia Banca VUNESP - Questão 01.pdf
Manifestações Orais do HIV - Concurso Odontologia Banca VUNESP - Questão 01.pdfManifestações Orais do HIV - Concurso Odontologia Banca VUNESP - Questão 01.pdf
Manifestações Orais do HIV - Concurso Odontologia Banca VUNESP - Questão 01.pdfOdontologia Com André
 
MENINGITES_Guia-de-Vigilância-Epidemiológica-da-Secretaria-de-Vigilância-em-S...
MENINGITES_Guia-de-Vigilância-Epidemiológica-da-Secretaria-de-Vigilância-em-S...MENINGITES_Guia-de-Vigilância-Epidemiológica-da-Secretaria-de-Vigilância-em-S...
MENINGITES_Guia-de-Vigilância-Epidemiológica-da-Secretaria-de-Vigilância-em-S...MarcosAntonioOliveir41
 
HanseníAse Pronto
HanseníAse ProntoHanseníAse Pronto
HanseníAse ProntoITPAC PORTO
 
Aula idoso imunização saúde do idoso calendário vacinal
Aula idoso imunização saúde do idoso calendário vacinalAula idoso imunização saúde do idoso calendário vacinal
Aula idoso imunização saúde do idoso calendário vacinalFranzinha2
 
Reino monera bactérias patogênicas prof Ivanise Meyer
Reino monera bactérias patogênicas prof Ivanise MeyerReino monera bactérias patogênicas prof Ivanise Meyer
Reino monera bactérias patogênicas prof Ivanise MeyerIvanise Meyer
 
Saúde Coletiva - 3. doenças sexualmente transmissíveis
Saúde Coletiva - 3. doenças sexualmente transmissíveisSaúde Coletiva - 3. doenças sexualmente transmissíveis
Saúde Coletiva - 3. doenças sexualmente transmissíveisMario Gandra
 
Doenças: Vírus, Bactérias e Vermes
Doenças: Vírus, Bactérias e VermesDoenças: Vírus, Bactérias e Vermes
Doenças: Vírus, Bactérias e VermesCarlos Priante
 

Similaire à Micoses oportunistas (20)

Micoses estomato
Micoses   estomatoMicoses   estomato
Micoses estomato
 
Alterações bucais em pacientes imunocomprometidos
Alterações bucais em pacientes imunocomprometidos Alterações bucais em pacientes imunocomprometidos
Alterações bucais em pacientes imunocomprometidos
 
Aula 7 - Doenças Previníveis por Vacinação - Parte II.pdf
Aula 7 - Doenças Previníveis por Vacinação - Parte II.pdfAula 7 - Doenças Previníveis por Vacinação - Parte II.pdf
Aula 7 - Doenças Previníveis por Vacinação - Parte II.pdf
 
Microbiologia: Bactérias Patogênicas de Interesse Médico
Microbiologia: Bactérias Patogênicas de Interesse MédicoMicrobiologia: Bactérias Patogênicas de Interesse Médico
Microbiologia: Bactérias Patogênicas de Interesse Médico
 
Doenças bio-katiaqueiroz
Doenças bio-katiaqueirozDoenças bio-katiaqueiroz
Doenças bio-katiaqueiroz
 
Herpes (seminário)
Herpes (seminário)Herpes (seminário)
Herpes (seminário)
 
Infecções Fungicas - Microbiologia.pptx
Infecções Fungicas - Microbiologia.pptxInfecções Fungicas - Microbiologia.pptx
Infecções Fungicas - Microbiologia.pptx
 
Monilíase
MonilíaseMonilíase
Monilíase
 
Manifestações das doenças sistémicas nas doenças da cabeça e pescoço.pptx
Manifestações das doenças sistémicas nas doenças da cabeça e pescoço.pptxManifestações das doenças sistémicas nas doenças da cabeça e pescoço.pptx
Manifestações das doenças sistémicas nas doenças da cabeça e pescoço.pptx
 
Parasitoses humanas rodrigo
Parasitoses humanas rodrigoParasitoses humanas rodrigo
Parasitoses humanas rodrigo
 
Imunodeficiência Congénita 12º
Imunodeficiência Congénita 12ºImunodeficiência Congénita 12º
Imunodeficiência Congénita 12º
 
Manifestações Orais do HIV - Concurso Odontologia Banca VUNESP - Questão 01.pdf
Manifestações Orais do HIV - Concurso Odontologia Banca VUNESP - Questão 01.pdfManifestações Orais do HIV - Concurso Odontologia Banca VUNESP - Questão 01.pdf
Manifestações Orais do HIV - Concurso Odontologia Banca VUNESP - Questão 01.pdf
 
MENINGITES_Guia-de-Vigilância-Epidemiológica-da-Secretaria-de-Vigilância-em-S...
MENINGITES_Guia-de-Vigilância-Epidemiológica-da-Secretaria-de-Vigilância-em-S...MENINGITES_Guia-de-Vigilância-Epidemiológica-da-Secretaria-de-Vigilância-em-S...
MENINGITES_Guia-de-Vigilância-Epidemiológica-da-Secretaria-de-Vigilância-em-S...
 
HanseníAse Pronto
HanseníAse ProntoHanseníAse Pronto
HanseníAse Pronto
 
Aula idoso imunização saúde do idoso calendário vacinal
Aula idoso imunização saúde do idoso calendário vacinalAula idoso imunização saúde do idoso calendário vacinal
Aula idoso imunização saúde do idoso calendário vacinal
 
Reino monera bactérias patogênicas prof Ivanise Meyer
Reino monera bactérias patogênicas prof Ivanise MeyerReino monera bactérias patogênicas prof Ivanise Meyer
Reino monera bactérias patogênicas prof Ivanise Meyer
 
Hanseníase
HanseníaseHanseníase
Hanseníase
 
Parasitoses Intestinais
Parasitoses IntestinaisParasitoses Intestinais
Parasitoses Intestinais
 
Saúde Coletiva - 3. doenças sexualmente transmissíveis
Saúde Coletiva - 3. doenças sexualmente transmissíveisSaúde Coletiva - 3. doenças sexualmente transmissíveis
Saúde Coletiva - 3. doenças sexualmente transmissíveis
 
Doenças: Vírus, Bactérias e Vermes
Doenças: Vírus, Bactérias e VermesDoenças: Vírus, Bactérias e Vermes
Doenças: Vírus, Bactérias e Vermes
 

Plus de Amanda Thomé

Necessidades Nutricionais no Idoso
Necessidades Nutricionais no IdosoNecessidades Nutricionais no Idoso
Necessidades Nutricionais no IdosoAmanda Thomé
 
Caso Clínico: Emergências Hipertensivas
Caso Clínico: Emergências HipertensivasCaso Clínico: Emergências Hipertensivas
Caso Clínico: Emergências HipertensivasAmanda Thomé
 
Amigdalites e otites na pediatria
Amigdalites e otites na pediatriaAmigdalites e otites na pediatria
Amigdalites e otites na pediatriaAmanda Thomé
 
Desidratação no Idoso
Desidratação no IdosoDesidratação no Idoso
Desidratação no IdosoAmanda Thomé
 
Cardiopatias em Neonatologia
Cardiopatias em NeonatologiaCardiopatias em Neonatologia
Cardiopatias em NeonatologiaAmanda Thomé
 
Amigdalas e vegetações adenóides
Amigdalas e vegetações adenóidesAmigdalas e vegetações adenóides
Amigdalas e vegetações adenóidesAmanda Thomé
 
Toxoplasmose congênita
Toxoplasmose congênita Toxoplasmose congênita
Toxoplasmose congênita Amanda Thomé
 
Envelhecer sem Adoecer
Envelhecer sem AdoecerEnvelhecer sem Adoecer
Envelhecer sem AdoecerAmanda Thomé
 
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
Doença Pulmonar Obstrutiva CrônicaDoença Pulmonar Obstrutiva Crônica
Doença Pulmonar Obstrutiva CrônicaAmanda Thomé
 
Aspectos Clínicos e Radiológicos da Obstrução Intestinal
Aspectos Clínicos e Radiológicos da Obstrução IntestinalAspectos Clínicos e Radiológicos da Obstrução Intestinal
Aspectos Clínicos e Radiológicos da Obstrução IntestinalAmanda Thomé
 
Alergia em Anestesia
Alergia em AnestesiaAlergia em Anestesia
Alergia em AnestesiaAmanda Thomé
 
Amamentação e Sua Prevalência
Amamentação e Sua PrevalênciaAmamentação e Sua Prevalência
Amamentação e Sua PrevalênciaAmanda Thomé
 
Semiologia do Pescoço
Semiologia do PescoçoSemiologia do Pescoço
Semiologia do PescoçoAmanda Thomé
 
Sindrome Má Absorção
Sindrome Má AbsorçãoSindrome Má Absorção
Sindrome Má AbsorçãoAmanda Thomé
 
Cuidados com o recém-nascido no pós-parto
Cuidados com o recém-nascido no pós-partoCuidados com o recém-nascido no pós-parto
Cuidados com o recém-nascido no pós-partoAmanda Thomé
 

Plus de Amanda Thomé (20)

Necessidades Nutricionais no Idoso
Necessidades Nutricionais no IdosoNecessidades Nutricionais no Idoso
Necessidades Nutricionais no Idoso
 
Caso Clínico: Emergências Hipertensivas
Caso Clínico: Emergências HipertensivasCaso Clínico: Emergências Hipertensivas
Caso Clínico: Emergências Hipertensivas
 
Amigdalites e otites na pediatria
Amigdalites e otites na pediatriaAmigdalites e otites na pediatria
Amigdalites e otites na pediatria
 
Desidratação no Idoso
Desidratação no IdosoDesidratação no Idoso
Desidratação no Idoso
 
Cardiopatias em Neonatologia
Cardiopatias em NeonatologiaCardiopatias em Neonatologia
Cardiopatias em Neonatologia
 
Amigdalas e vegetações adenóides
Amigdalas e vegetações adenóidesAmigdalas e vegetações adenóides
Amigdalas e vegetações adenóides
 
Tumor do colon
Tumor do colonTumor do colon
Tumor do colon
 
Toxoplasmose congênita
Toxoplasmose congênita Toxoplasmose congênita
Toxoplasmose congênita
 
Diabetes no Idoso
Diabetes no IdosoDiabetes no Idoso
Diabetes no Idoso
 
Saúde do Homem
Saúde do HomemSaúde do Homem
Saúde do Homem
 
Envelhecer sem Adoecer
Envelhecer sem AdoecerEnvelhecer sem Adoecer
Envelhecer sem Adoecer
 
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
Doença Pulmonar Obstrutiva CrônicaDoença Pulmonar Obstrutiva Crônica
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
 
Coronariosclerose
CoronarioscleroseCoronariosclerose
Coronariosclerose
 
Aspectos Clínicos e Radiológicos da Obstrução Intestinal
Aspectos Clínicos e Radiológicos da Obstrução IntestinalAspectos Clínicos e Radiológicos da Obstrução Intestinal
Aspectos Clínicos e Radiológicos da Obstrução Intestinal
 
Alergia em Anestesia
Alergia em AnestesiaAlergia em Anestesia
Alergia em Anestesia
 
Amamentação e Sua Prevalência
Amamentação e Sua PrevalênciaAmamentação e Sua Prevalência
Amamentação e Sua Prevalência
 
Semiologia do Pescoço
Semiologia do PescoçoSemiologia do Pescoço
Semiologia do Pescoço
 
Sindrome Má Absorção
Sindrome Má AbsorçãoSindrome Má Absorção
Sindrome Má Absorção
 
Cuidados com o recém-nascido no pós-parto
Cuidados com o recém-nascido no pós-partoCuidados com o recém-nascido no pós-parto
Cuidados com o recém-nascido no pós-parto
 
Via Colinérgica
Via ColinérgicaVia Colinérgica
Via Colinérgica
 

Dernier

8 - O Teste de sentar e levantar em 1 minuto como indicador de resultado nos ...
8 - O Teste de sentar e levantar em 1 minuto como indicador de resultado nos ...8 - O Teste de sentar e levantar em 1 minuto como indicador de resultado nos ...
8 - O Teste de sentar e levantar em 1 minuto como indicador de resultado nos ...Leila Fortes
 
700740332-0601-TREINAMENTO-LAVIEEN-2021-1.pdf
700740332-0601-TREINAMENTO-LAVIEEN-2021-1.pdf700740332-0601-TREINAMENTO-LAVIEEN-2021-1.pdf
700740332-0601-TREINAMENTO-LAVIEEN-2021-1.pdfMichele Carvalho
 
Psicologia Hospitalar (apresentação de slides)
Psicologia Hospitalar (apresentação de slides)Psicologia Hospitalar (apresentação de slides)
Psicologia Hospitalar (apresentação de slides)a099601
 
Avanços da Telemedicina em dados | Regiane Spielmann
Avanços da Telemedicina em dados | Regiane SpielmannAvanços da Telemedicina em dados | Regiane Spielmann
Avanços da Telemedicina em dados | Regiane SpielmannRegiane Spielmann
 
CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM..........pptx
CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM..........pptxCURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM..........pptx
CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM..........pptxKarineRibeiro57
 
SDR - síndrome do desconforto respiratorio
SDR - síndrome do desconforto respiratorioSDR - síndrome do desconforto respiratorio
SDR - síndrome do desconforto respiratoriolaissacardoso16
 

Dernier (7)

8 - O Teste de sentar e levantar em 1 minuto como indicador de resultado nos ...
8 - O Teste de sentar e levantar em 1 minuto como indicador de resultado nos ...8 - O Teste de sentar e levantar em 1 minuto como indicador de resultado nos ...
8 - O Teste de sentar e levantar em 1 minuto como indicador de resultado nos ...
 
700740332-0601-TREINAMENTO-LAVIEEN-2021-1.pdf
700740332-0601-TREINAMENTO-LAVIEEN-2021-1.pdf700740332-0601-TREINAMENTO-LAVIEEN-2021-1.pdf
700740332-0601-TREINAMENTO-LAVIEEN-2021-1.pdf
 
Psicologia Hospitalar (apresentação de slides)
Psicologia Hospitalar (apresentação de slides)Psicologia Hospitalar (apresentação de slides)
Psicologia Hospitalar (apresentação de slides)
 
Avanços da Telemedicina em dados | Regiane Spielmann
Avanços da Telemedicina em dados | Regiane SpielmannAvanços da Telemedicina em dados | Regiane Spielmann
Avanços da Telemedicina em dados | Regiane Spielmann
 
CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM..........pptx
CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM..........pptxCURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM..........pptx
CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM..........pptx
 
SDR - síndrome do desconforto respiratorio
SDR - síndrome do desconforto respiratorioSDR - síndrome do desconforto respiratorio
SDR - síndrome do desconforto respiratorio
 
apresentacao-NR 12 2024.ppt
apresentacao-NR                        12 2024.pptapresentacao-NR                        12 2024.ppt
apresentacao-NR 12 2024.ppt
 

Micoses oportunistas

  • 1. MICOSES OPORTUNISTAS  Micologia Amanda Thomé Cláudia Correard ElieneDantas Raianne Cord
  • 2. MICOSES OPORTUNISTAS  Micoses oportunistas são infecções cosmopolita causada por fungos de baixa virulência mas ao encontrar condições favoráveis como distúrbios do sistema imunológico desenvolvem poder patogênico invadindo os tecidos.  Raianne
  • 4. FATORES DESENCADEANTES 1- Fatores intrínsecos (próprios dos hospedeiro): neoplasias, diabetes, hemopatias, AIDS, velhice, gravidez e todas as doenças que alteram a imunidade celular.  2- Fatores extrínsecos: Antibioticoterapia, corticosterapia, antiblástico, cirurgias de transplante e ambientes hospitalares contaminados. Raianne
  • 5. CRIPTOCOCOSE A Criptococose também conhecida por Torulose, BlastomicoseEuropeia ou Doença de Busse-Buschke é uma doença, micose causada pelo fungoCryptococcusneoformans. As manifestações mais comuns são a pneumonia e a meningite, sendo esta última de particular importância. Juntamente com a candidíase, a criptococose, são infecções fúngicas oportunistas no portador de HIV. Eliene
  • 6. CRIPTOCOCOSE Os criptococos crescem no ser humano em formas unicelulares, leveduras encapsuladas com 5 micrómetros, de replicação assexuada por geminação. Existe em todo o mundo. Haverá um caso de meningite em um milhão de pessoas por ano. A infecção é pela inalação de esporos, frequentemente em detritos de pombos. Eliene
  • 7. CRIPTOCOCOSE A sorologia, com detecção de anticorpos específicos contra o fungo é usada também. O tratamento é com o fármaco antifúngicoanfotericina B, ou com derivados de azol, como itraconazol. Eliene
  • 8. CRIPTOCOCOSE Após inalação, as leveduras multiplicam-se no pulmão, frequentemente de forma assintomática. Mais tarde disseminam-se pelo sangue, especialmente para o cérebro. Sintomas são aqueles de todas as meningites mas de intensidade mais moderada: dor de cabeça, náuseas, vómitos e fotofobia (sensibilidade exagerada à luz), que podem durar várias semanas (ao contrário da meningite bacteriana que é fatal em apenas algumas horas). Eliene
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13. PENICILIOSE Penicilliosis é uma infecção causada por Penicilliummarneffei, um fungo dimórfico, endêmica do sudeste da Ásia e sul da China. Raramente verificadas antes da epidemia de AIDS, marneffei P infecções se tornaram mais prevalentes nas áreas endêmicas, em conjunção com a epidemia de AIDS. Claudia
  • 14. PENICILIOSE As características clínicas da infecção são principalmente a febre e perda de peso, ocorrendo em mais de 75% dos pacientes Outras manifestações comuns são lesões cutâneas, linfadenopatia, anemia e hepatomegalia com ou sem esplenomegalia. Claudia
  • 15. PENICILIOSE A infecção raramente foi documentado antes da epidemia de AIDS. O primeiro relato de infecção natural com marneffei P foi em uma pessoa com linfoma de Hodgkin, que viveu no Sudeste Asiático. Claudia
  • 16. PENICILIOSE O diagnóstico geralmente é feito pela identificação de fungos de amostras clínicas. As biópsias de lesões de pele, gânglios linfáticos, medula óssea e demonstrar a presença de organismos na histopatologia. Claudia
  • 17. PENICILIOSE Pacientes com penicilliosis têm um prognóstico pobre, sem tratamento. Sensibilidade in vitro a vários antifúngicos incluindo cetoconazol, itraconazol e flucitosina, miconazol, e anfotericina B. As taxas de resposta de até 97% foram relatados com terapia com anfotericina B. Claudia
  • 18. e
  • 19.
  • 20.
  • 21. Cultura mostrando uma saprofítica Penicilliumsp verde comum. Eo amarelo-rosa colônia típica com diffusable pigmento vermelho distintivo da marneffeiPenicillium.
  • 22.
  • 23. Transmissão => origem endógena e exógena (intra-hospitalar).  
  • 24. O fungo tem poder invasor em pessoas com doenças crônicas, debilitados por tratamento prolongado com antibióticos e drogas imunossupressoras.   
  • 25. Fatores de Virulência: Variações de antígeno de parede Enzimas = proteinases e fosfolipases b Variações fenotípicas)   Amanda
  • 26. CANDIDÍASE PATOGÊNIA:   Mucosa oral (estomatite ou sapinho) – placas brancas, isoladas ou confluentes, aderentes à mucosa, com aspecto membranoso, rodeadas por halo eritematoso. Pacientes gravemente enfermos e recém-nascidos de mãe com candidíase vaginal.    Amanda
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 30.
  • 31. CandidiaseSistêmica Candidíase sistêmica – é geralmente grave e suas principais localizações são: rim, cérebro, coração, trato digestivo, brônquios, pulmão e sangue.    Amanda
  • 32. Candidiase Sistêmica - Sintomas – febre, mal estar em geral, dor muscular, erupção cutânea, endocardites (pacientes com defeitos vasculares, viciados em droga e pacientes imunocomprometidos). Presente em: 20%-40% = pacientes com câncer 25% = pacientes que recebem transplante de M.O.   Amanda
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
  • 39.
  • 41.
  • 42.
  • 43. Candidiaseem mucosas Mucosa vaginal – lesões semelhantes à boca com corrimento. Pacientes grávidas, diabéticas ou com terapêutica antimicrobiana prolongada. No homem = balanite (infecção da glande) como DST.   Mucosa cutânea – lesões eritematosas, crostosas e com exsudatos. Amanda
  • 44.
  • 45.
  • 46.
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 50.
  • 51. ZIGOMICOSES   Agente etiológico (Gênero): Phizopuss.p. Mucors.p. Absidias.p.   As micoses produzidas por zigomicetos são denominados de zigomicoses ou mucormicoses.   As mucormicoses são geralmente graves. A infecção pode se localizar nos seios paranasais e cérebro, pulmões, aparelhos digestivos e em outros órgãos. A característica fundamental é a invasão dos vasos sanguíneos pelas hifas do fungo. A disseminação se faz através dos vasos sanguíneos, cartilagem nasal e nervos.   Amanda
  • 52. ZIGOMICOSES   Transmissão – A infecção só ocorre em pacientes imunodeprimidos e não se conhece a transmissão de pessoa a pessoa, podendo ser por via aérea, digestiva (pães úmidos) ou mucocutânea.   Diagnóstico laboratorial – Secreções e tecidos.  Exame direto (microscópico) – hifas largas e contínuas, não septadas com ramificações em ângulo reto.      Amanda
  • 53. Corte histológico de lesão ulcero-necrótica da pele, mostrando hifas tortuosas,largas, de paredes finas, não paralelas, não septadas. Algumas apresentambifurcação em ângulo reto. Coloração PAS.
  • 54.
  • 55.
  • 56.
  • 57.
  • 58.
  • 59. ASPERGILOSE   Agentes etiológicos:  - Aspergillusflavus; Aspergillusfumigatus; Aspergillusniger; Aspergillusterreus; Aspergillusnidulans; Aspergillusrestrictus.     Doença que se localizam nos pulmões, ouvido, S.N.C., globos oculares, válvulas cardíacas e caracterizando-se por lesões granulomatoses e necrotizantes. A aspergilose pulmonar é uma das manifestações clínicas mais importantes => Aspergiloma intracavitário (bola fúngica).    
  • 60. ASPERGILOSE   A aspergilose raramente ocorre como doença primária em indivíduos normais, acometendo indivíduos debilitados, imunodeprimidos ou que usam drogas imunossupressoras. Aspergilosealérgica (bronquite) = granjeiros, horticultores e jardineiros.  Transmissão – Inalação de poeira (propágulos)  Habitat natural – plantas, solos, materiais orgânicos em geral.  
  • 61. ASPERGILOSE Diagnóstico laboratorial: Secreções   Exame direto: hifas septadas, ramificadas dicotomicamente, irradiando de um ponto.  Cultura: Sabouraud com cicloheximida. 
  • 62.
  • 63. Tomografia computadorizada. Ocupação das cavidades paranasais à direita, insuflando-as com captação heterogênia de contraste. Expansão da lesão do seio maxilar para a caviadde nasal adjacente
  • 64.
  • 65. Caso Clínico 1 Vamos ver se você acerta! Paciente C.B.E , 13 anos Sintomas: Coceira e irritação intensa, aliviada com a aplicação de gelo no local (crioterapia). Apresentou as seguintes lesões....
  • 66.
  • 68. Qual sua hipótese diagnóstica?
  • 69. Caso Clínico 2 Paciente, masculino R.F.A., 61 anos. Relata que há cerca de 5 meses apresenta constante mialgia em membro inferior, o qual apresentou lesões ulcerativas após alguns dias do surgimento da dor. É portador de DM e HIV positiva há cerca de 12 anos.
  • 70.
  • 71. Após tratamento cirúrgico, paciente fez apenas uso de ATB de largo espectro e limpou a lesão cautelosamente. Em 2 meses paciente entrou em coma.
  • 72.
  • 73. Qual sua hipótese diagnóstica?
  • 75. BIBLIOGRAFIA http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:ZiDS5SbxXIIJ:www2.unoeste.br/~aulasmedicina/arquivos/03-termo%25202004/microbiologia/Micoses%2520Oportunistas%25202.ppt+micoses+oportunistas&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br Micologia Médica à Luz de Autores Contemporâneos - Sidrim, José Júlio Costa; Rocha, Marcos Fábio Gadelha Sigler L, Kennedy MJ. Sigler L, Kennedy MJ. Aspergillus, Fusarium, andOtherOpportunisticMoniliaceous F In: Murray PR, Baron EJ, Pfaller MA, etal, eds. In: eds PR Murray, Barão EJ, Pfaller MA, et al. Manual ofClinicalMicrobiology. Manual de Microbiologia Clínica. 7th ed. 7 ª ed. Washington: AmericanSociety for MicrobiologyPress; 1999:1212-41. Sociedade Americana de Microbiologia Imprensa; 1999:1212-41: Washington. Supparatpinyo K, Sirisanthana T. Newfungalinfections in the Western Pacific. Supparatpinyo K, infecções fúngicasSirisanthana T. Novas no Pacífico Ocidental. JAMA SoutheastAsia 1994;10:Suppl 3:208-9. JAMA Sudeste da Ásia de 1994; 10: Suppl 3:208-9.