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Revisão do conteúdo

Revisão de conteúdo aplicado na Disciplina Literatura Infantil/Juvenil para os alunos da Turma C, do Curso de Pedagogia - UESSBA, em Sento-Sé/BA. Julho/2014.

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  1. 1. CONCEITO DE LITERATURA INFANTIL “... É antes de tudo, LITERATURA, ou melhor, é ARTE: FENÔMENO de CRIATIVIDADE que REPRESENTA o MUNDO, o HOMEM, a VIDA, através da PALAVRA... (NOVAES, 2000)
  2. 2. “... Em sua ESSÊNCIA, sua NATUREZA é a mesma que se destina aos adultos. As DIFERENÇAS SINGULARES são determinadas pela NATUREZA do seu LEITOR/RECEPTOR: a CRIANÇA...” (NOVAES, 2000)
  3. 3. LITERATURA, por sua vez “é uma LINGUAGEM ESPECÍFICA que, como toda linguagem, EXPRESSA uma determinada EXPERIÊNCIA HUMANA, e dificilmente poderá ser definida com exatidão... Cada época compreendeu e produziu literatura a seu modo...” (NOVAES, 2000)
  4. 4. O CAMINHO PARAA REDESCOBERTA DA LITERATURA INFANTIL... Foi aberto pela PSICOLOGIA EXPERIMENTAL que: REVELOU a INTELIGÊNCIA como ELEMENTO EXTRUTURAL do UNIVERSO INDIVIDUAL; Chamou a ATENÇÃO para os diferentes ESTÁGIOS de DESENVOLVIMENTO (da infância à adolescência).
  5. 5. “O ato de ler (ou de ouvir), pelo qual se completa o fenômeno literário, se transforma em um ato de aprendizagem... uma das peculiaridades da Literatura Infantil.” (NOVAES, 2000)
  6. 6. A LITERATURA E OS ESTÁGIOS PSICOLÓGICOS DA CRIANÇA. Segundo NOVAES (2000) “para que o convívio do leitor com a literatura se resulte efetivo, nessa aventura espiritual que é a leitura, muitos são os fatores. Entre os mais importantes está a necessidade de adequação dos textos às diversas etapas do desenvolvimento infantil/juvenil.”
  7. 7. Há cinco categorias de leitor que norteiam as fases de desenvolvimento psicológico da criança, são elas: • Pré-leitor: É a categoria de leitores da primeira infância (0 aos 3 anos) – onde a criança começa o processo de reconhecimento do mundo ao seu redor através do tato e do contato afetivo – e da segunda infância (3 a 6 anos).
  8. 8. • Leitor iniciante: É o leitor que tem entre 6 e 7 anos e está começando a ler sozinho, mas ainda depende de um adulto para estimulá-lo. A linguagem dos livros deve ser simples, e a história deve ter começo, meio e fim.
  9. 9. • Leitor em processo: O mecanismo da leitura já é dominado pela criança, que nessa fase possui entre 8 e 9 anos, e seu pensamento está mais maduro, permitindo que realize operações mentais. Nessa fase, a criança se interessa por todo tipo de conhecimento e pelos desafios que lhe são propostos...
  10. 10. • Leitor fluente: Inicia-se por volta dos 11 anos e é a fase caracterizada pelo domínio do mecanismo de leitura e pelo aumento da capacidade de concentração. Não há a necessidade de um adulto para estimular a leitura...
  11. 11. • Leitor Crítico: A partir dos 12 ou 13 anos, é a fase caracterizada pelo domínio total da leitura e da linguagem escrita. Nesta época, há um aumento da capacidade de reflexão, permitindo a intertextualização.
  12. 12. CARACTERÍSTICAS ESTILÍSTICAS/ESTRUTURAIS DA LITERATURA INFANTIL/JUVENIL CONTEMPORÂNEA 1. Efabulação: tende a iniciar de imediato com o motivo principal ou circunstâncias que levam direto à problemática; 2. A sequência narrativa nem sempre é linear; 3. As personagens tipo reaparecem (reis, rainhas, princesas, etc.); 4. A forma narrativa dominante é o conto, multiplicando-se as formas de romance/novela para o leitor juvenil (fluente/crítico);
  13. 13. 5. A voz narradora mostra-se cada vez mais familiar e consciente da presença do leitor, seja na 1ª ou 2ª pessoa; 6. O ato de contar faz-se cada vez mais presente e consciente no corpo da narrativa; 7. O tempo é variável; 8. O espaço é variável; 9. O nacionalismo, patente na produção anterior, apresenta novo sentido. O entusiasmo pelo país dá lugar à consciência nativista;
  14. 14. 10. A exemplaridade desaparece como intenção pedagógica da literatura. Em relação ao comportamento ético prevalece a complexidade das forças interiores (positiva/negativa); 11. O humor é dos aspectos mais característicos da produção literária; 12. A intenção de realismo e verdade se alterna com a atração pela fantasia, imaginário ou maravilhoso; 13. Multiplicam-se os recursos de apelo à visualidade (desenhos, ilustrações, cores, etc.)
  15. 15. LINHAS OU TENDÊNCIAS DA LITERATURA INFANTTIL/JUVENIL CONTEMPORÂNEA "O que define hoje a contemporaneidade de uma literatura é sua intenção de estimular a consciência crítica do leitor...e torná-lo consciente da complexa realidade em transformação que é a sociedade, em que ele deve atuar quando chegar a sua vez de participar ativamente do processo em curso." Nelly N. Coelho (2000)
  16. 16. Como orientação didática, selecionamos cinco linhas básicas que se desdobram em outras: a) Linha do Realismo cotidiano (desdobrada em Realismo crítico, Realismo lúdico, Realismo humanitário, Realismo histórico ou memorialista, e Realismo mágico); b) Linha do Maravilhoso (desdobrada em: Maravilhoso metafórico, Maravilhoso satírico, Maravilhoso popular ou folclórico, Maravilhoso fabular, e Maravilhoso Científico); c) Linha do Enigma ou Intriga Policialesca; d) Linha da Narrativa por Imagens; e) Linha dos Jogos Linguísticos.
  17. 17. OS GÊNEROS E OS SUBGÊNEROS • Gênero (forma geradora) é a expressão estética de determinada experiência humana de caráter universal: a vivência lírica (o eu mergulhado em suas próprias emoções), cuja expressão essencial é a poesia; a vivência épica (o eu em relação com o outro, com o mundo social), cuja expressão é a prosa, a ficção; e a vivência dramática, cuja expressão básica é o diálogo, a representação, isto é,
  18. 18. Subgêneros (formas básicas): a) Elegia, soneto, ode, hino, madrigal, etc. (poesia) b) Conto, romance, novela, literatura infantil (ficção) c) Farsa, tragédia, ópera, comédia, etc. (teatro) De acordo com essa classificação, a literatura infantil pertence ao gênero ficção, o qual abrange toda e qualquer prosa narrativa literária.
  19. 19. Muitas dessas narrativas têm origem antiga anônima, e são consideradas como formas simples por serem resultado de uma “criação espontânea”, são simples e autênticas e quase todas elas foram absorvidas pela Literatura Infantil por meio da tradição popular. Vejamos as principais: fábula, apólogo, parábola, alegoria, mito, lenda, saga, conto maravilhoso, conto de fada, etc.
  20. 20. Fábula Do latim fari, falar, e do grego phaó, contar algo, é a narrativa de uma situação vivida por animais em situações humanas e com o objetivo de transmitir princípios morais. É também a primeira forma de narrativa registrada.
  21. 21. Parábola A parábola é uma narrativa alegórica que tem como objetivo comparar a ficção com a realidade, transmitindo, assim, uma moral da história... A Bíblia é uma fonte de parábolas, como “A volta do filho pródigo”.
  22. 22. Alegoria A expressão alegoria exprime uma ideia através de uma imagem. É uma narrativa que pode ser tanto verso quanto prosa e que pode ter dois níveis de significação como, por exemplo, a narrativa em si ou a interpretação que pode ser variada de acordo com o leitor (o exemplo da Bíblia que é diferentemente interpretada pelas religiões).
  23. 23. Mito Caracterizados por narrativas breves, sempre possuem deuses, duendes e heróis como personagens e situações sobrenaturais.
  24. 24. Lenda Do latim legenda, significa algo que deve ser lido... Apresenta-se com elementos fictícios, mas com fundamentos verdadeiros que de fato aconteceram.
  25. 25. Conto Maravilhoso A forma do conto maravilhoso possui origem nas narrativas orientais, e o seu modelo mais completo é a coletânea As Mil e Uma Noites. O conto maravilhoso foi a fonte para o nascimento da literatura e assim nasceram personagens com poderes sobrenaturais, forças do bem e do mal, benefícios de milagres, entre outras características.
  26. 26. Conto de fada Sua natureza é espiritual/ética/existencial , e sua origem é celta, com heróis e heroínas cujas aventuras estão sempre atreladas ao sobrenatural, ao mistério além-vida e à realização humana.
  27. 27. A leitura proporciona à criança um universo de aventuras que ela vai descobrindo à medida que se insere neste mundo maravilhoso. Adevândia Epifanio Ferreira Contatos: (74) 8103-9920/ (74) 9141-2846 adevandiaef@gmail.com Face book: Adevândia Epifanio Ferreira
  28. 28. REFERÊNCIAS: • COELHO, Nelly Novaes. Literatura Infantil: teoria, análise, didática. – 1 ed. – São Paulo: Moderna, 2000. • REINER, Nery Nice Biancalana. Literatura Infantojuvenil.Unisa Digital, Setembro/2012. • www.cursos24horas.com.br

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