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Administração de medicamentos por via parenteral

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Aula de administração de medicamentos, para enfermagem!
Contendo as vias Intramuscular, Intradérmica e Subcutânea.

Publié dans : Santé & Médecine
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Administração de medicamentos por via parenteral

  1. 1. Administração de Medicamentos por via Parenteral Intradérmica Subcutânea Intramuscular Enfermeira Aline Neves Oliveira Centro Universitário do Sul de Minas – UNIS/MG
  2. 2. Via Parenteral • Via de administração onde a medicação é absorvida mais rapidamente; • Deve-se manter o máximo de atenção, pois podem provocar lesões importantes quando aplicadas de maneira incorreta; • Incluem as vias: Intradérmica, Intramuscular, Subcutânea e Endovenosa.
  3. 3. Anatomia da Pele
  4. 4. Vias de Medicações • Cada via de medicação atinge determinado local da pele humana e seus adjacentes, ou seja: – Via intradérmica: atinge a DERME; – Via subcutânea: atinge o tecido SUBCUTÂNEO (adiposo); – Via intramuscular: atinge o tecido MUSCULAR;
  5. 5. Materiais utilizados para a aplicação • Seringas • Agulhas • Álcool • Algodão • Luvas de procedimento • Local para descarte do perfuro cortante • Local reservado para aplicação, que mantenha privacidade do indivíduo.
  6. 6. Seringa de 1ML • Pode ser graduada em ml ou UI; • Em ml cada “risquinho” corresponde a • 0,02ml pois ela foi dividida em 50; • Em UI cada “risquinho” corresponde 2 UI
  7. 7. Demais seringas Graduações em ML.
  8. 8. Tipos de agulhas • As agulhas possuem calibre e comprimento específicos para cada tipo de aplicação, assim como adéquam-se à anatomia da pele; • Para cada via, ou seja, cada local de absorção de medicação, há uma agulha correta, com calibre e comprimento compatíveis.
  9. 9. Tipos de agulhas
  10. 10. Injeção Intradérmica • Indicações e características – Testagem cutânea (alergias, testes, PPD); – Injetadas na derme, onde há pouca vascularização e a medicação é absorvida lentamente; – Locais ideais: livres de excesso de pelo como o interior do antebraço, a parte superior das costas e a inserção inferior do deltoide
  11. 11. Injeção Intradérmica • Ângulo de aplicação: 15° e bisel voltado para cima; • Injeção LENTA * • Selecionar um local três a quatro dedos abaixo do espaço anticubital; • Utilizar agulhas e seringas de menor calibre e tamanho: 13x4,5; • Volume para aplicação: 0,001 a 0,1mL; • Durante a aplicação, manter a pele esticada. • Não há necessidade de aspirar, já que a derme é relativamente avascular.
  12. 12. Injeção intradérmica • No caso de testes, observar aspectos gerais da bolha formada após a aplicação; • No caso de vacina BCG é necessário manter observação da lesão, pós aplicação para confirmar os efeitos da vacinação (formação de bolha, pápula e cicatriz)
  13. 13. Injeção Intramuscular • Depositam medicações no tecido muscular; • Requer agulha mais longa para penetrar no tecido; • Ângulo de aplicação de 90° e o bisel Lateralizado; • Fatores como: viscosidade da medicação, local da injeção, peso da pessoa e espessura do tecido adiposo podem influenciar na seleção da agulha.
  14. 14. • O músculo escolhido deve ser bem desenvolvido, ser de fácil acesso e não possuir vasos de grosso calibre e nervos superficiais. • O volume máximo que devemos administrar pela Via Intramuscular deve ser compatível com a estrutura muscular. ATENÇÃO: Região do Deltóide – 2 ml; Região Glútea – 4 ml; Região da Coxa – 3 ml; Região Ventroglútea – até 5 ml
  15. 15. Injeção Intramuscular
  16. 16. Contraindicações de aplicação no Deltoide – Criança de 0 a 10 anos; – Desenvolvimento muscular inadequado; – Injeções consecutivas; – Clientes vítimas de AVC com parestesia ou paralisia dos braços; – Mastectomia
  17. 17. Técnica em Z • Indicada para medicações intramusculares profundas; • Retrai a pele lateralmente antes da injeção, prevenindo vazamento da medicação; • Bastante utilizada na aplicação de anticoncepcionais IM;
  18. 18. Técnica em Z
  19. 19. Injeção Subcutânea • Depósito de medicamento no tecido subcutâneo; • São absorvidos mais lentamente do que por via intramuscular; • Ângulo de aplicação: 45° a 90°, dependendo do tecido subcutâneo da pessoa. Bisel lateralizado. • Bastante utilizada para administração de hormônios, como a insulina e terapias trombolíticas (Clexane, Heparina, Clopidogrel); • Administração de 0,5 a 1,0mL; • Devido à deposição de medicação no tecido aplicado, é importante realizar rodízio dos locais.
  20. 20. Injeção Subcutânea
  21. 21. Injeção Subcutânea • Heparina de baixo peso molecular – Não é recomendado aspirar após aplicação (tecido pouco vascularizado e raramente se atinge um vaso sanguíneo); – As injeções já vem preparada e, apresentam uma olha de ar responsável por distribuir a medicação pelo tecido, já que está é muito leve; – Não se deve retirar esta bolha; – Frequentemente, se vê lesões relativas às aplicação incorreta da Enoxaparina (de baixo peso molecular). Essas lesões caracterizam-se por hematomas extensos e dolorosos.
  22. 22. Injeção Subcutânea
  23. 23. Recomendações Gerais • Antes de qualquer técnica, é imprescindível a higienização correta das mãos, evitando contaminação durante o procedimento; • Deve-se, ainda, atentar a qualquer sinal não esperado quando administramos medicações. Cabe, portanto, observação rigorosa; • A privacidade, conforto e bem estar da pessoa devem ser preservados.
  24. 24. Recomendações Gerais • As agulhas e seringas JAMAIS devem ser desconectadas ou reencapadas para o descarte; • O local apropriado para descartar deve ser rígido, impermeável e seguro; • Tomar todas as medidas imediatas em caso de acidente com perfuro cortante.
  25. 25. Os certos da Medicação Paciente Certo Dose Certa Via Certa Droga Certa Horário Certo Chegagem Certa Efeito Certo Forma Certa Efeito Certo

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