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TREINAMENTO
PLANO DE GERENCIAMANTODE RESÍDUOS
DE SERVIÇOS DE SAÚDE
PGRSS
Gabriela Elise
Enfermeira
Belo Horizonte,
Novembr...
PLANO DE GERENCIMANTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE
PGRSS
“ Documento integrante do processo de licenciamento ambiental...
SERVIÇOS DE SAÚDE
I – Resíduos de Serviços de Saúde são:
a) Aqueles provenientes de qualquer unidade que execute
atividade...
DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS
• GERAIS
- Atendimento a legislação vigente
( RDC nº 306/2004 – Anvisa & Resolução CONAMA nº 358/2...
COMISSÃO
EQUIPE DE TRABALHO:
• TÉCNICOS DA ÁREA DE SAÚDE COM NÍVEL SUPERIOR;
• TÉCNICOS DA ÁREA DE SAÚDE NÍVEL MÉDIO;
• ÁR...
• CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS
Resíduos com risco biológico - Grupo A
Resíduos com risco químico - Grupo B
Rejeitos radioati...
Grupo “A”:
Infectantes
Resíduos que apresentam risco à saúde
pública e ao meio ambiente devido à
presença de agentes bioló...
Grupo “B”
Químicos
Resíduos que contém substâncias químicas que
podem apresentar risco à saúde pública e ao
meio ambiente ...
Grupo “C”
Radioativos
Resíduos que apresentam risco à
saúde pública e ao meio ambiente
devido as suas características de
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Grupo “D”
Comuns
São todos os resíduos que não oferecem qualquer
tipo de perigo à saúde ou ao meio ambiente, equivalem-
se...
Grupo “E”
Perfurocortantes
Materiais perfurocortantes ou
escarificantes tais como:
lâminas de barbear, agulhas,
escalpes, ...
Grupo E -
Perfurocortante
Resíduos excedente a
capacidade de 2/3
para embalagens de
perfurocortante.
ETAPAS DO MANEJO DOS RSS
• Geração
• Segregação;
• Acondicionamento;
• Coleta interna;
• Armazenamento temporário;
• Armaz...
• SEGREGAÇÃO
SEGREGAÇÃO & posterior ACONDICIONAMENTO
Momento em que o lixo ou resíduo é separado conforme a sua Classifica...
1º etapa: GERAÇÃO:
Momento em que o lixo é gerado
2 º etapa: SEGREGAÇÃO:
Momento em que o lixo ou resíduo é separado conforme a sua
Classificação: GRUPO A – GRUPO B – GRUPO...
OBJETIVOS DA SEGREGAÇÃO
• Minimizar a contaminação de resíduos considerados
comuns;
• Permitir a adoção de procedimentos e...
Procedimentos recomendados para o Acondicionamento
Classificação Tratamento Acondicionamento
A1-Culturas de estoques de mi...
Procedimentos recomendados para o Acondicionamento
Classificação Tratamento Acondicionamento
A1- Resíduos com suspeita de
...
Procedimentos recomendados para o Acondicionamento
Classificação Tratamento Acondicionamento
A1-
- A manipulação em ambien...
Procedimentos recomendados para o Acondicionamento
Classificação Tratamento Acondicionamento
A1- Sobras de amostras de lab...
Procedimentos recomendados para o
Acondicionamento
Classificação Tratamento Acondicionamento
A2-Carcaças, pecas anatômicas...
Procedimentos recomendados para o Acondicionamento
Classificação Tratamento Acondicionamento
A2- Resíduos contendo
microor...
Procedimentos recomendados para o Acondicionamento
Classificação Tratamento Acondicionamento
A3- Peças anatômicas (membros...
PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO
Classificação Tratamento Acondicionamento
A4- Kits de linhas arteriais,...
PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO
A5 – Órgãos, tecidos, fluídos
orgânicos, materiais
perfurocortantes ou ...
Quando não é possível realizar o tratamento prévio (com redução
de carga microbiológica ) dentro da unidade geradora algun...
PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO
Classificação Tratamento Acondicionamento
B- Resíduos químicos no estad...
PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO
Classificação Tratamento Acondicionamento
B- Resíduos químicos
Fixadore...
Ficha de Informações de Segurança de
Produtos Químicos - GRUPO B
GRUPO B
11.1 - As características dos riscos
destas subst...
PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO
Classificação Tratamento Acondicionamento
GRUPO C-
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PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO
Classificação Tratamento Acondicionamento
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PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO
Classificação Tratamento Acondicionamento
D- Resíduos orgânicos,
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PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO
E- Materiais perfurocortantes
ou escarificantes: lâminas,
agulhas, esca...
4º etapa: Coleta
• Coleta Interna I
Consiste no recolhimento dos resíduos do local de
geração até o local de armazenamento...
Coleta e Transporte
OBSERVAÇÕES
- No planejamento dos roteiros das coletas internas deverão
ser observados trajetos e horá...
Coleta e Transporte
• Coleta e Transporte Externo
Consiste na coleta do armazenamento externo e transporte até o
destino f...
- Os resíduos do grupo B conforme suas características deverão ter
coleta específica e obedecer as normas de transporte de...
5 º etapa:
ARMAZENAMENTO
Local onde o resíduo ficara mantido
temporariamente em GRANDES
CONTÊINER PLÁSTICO até o seu
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6º etapa: TRATAMENTO EXTERNO
&
7º etapa: DISPOSIÇÃO FINAL
TRATAMENTOS
• O tratamento dos RSS tem o objetivo de reduzir o risco
associado aos resíduos anterior a destinação final.
•...
Tratamento Adequado a cada Grupo de RSS
Grupos dos RSS
Tratamento Grupo A
Risco
Biológico
Grupo B
Risco Químico
Grupo C
Ra...
DEFINIÇÃO DO PROGRAMA DE RECICLAGEM
• A reciclagem reduz consideravelmente o volume de resíduos
encaminhados para tratamen...
TRATAMENTO EXTERNO E DISPOSIÇÃO FINAL
“Destinação Final – consiste na disposição final de
resíduos no solo, previamente pr...
ETAPAS TERCEIRIZADAS NO MANEJO
• A responsabilidade do manejo dos resíduos é sempre
do estabelecimento de saúde, da geraçã...
MAPEAMENTO DOS RISCOS ASSOCIALDOS
AOS RSS
OBJETIVO
Destina-se para a identificação dos riscos inerentes ao
manejo dos RSS ...
CONTROLE DE RISCOS
• Definição do uso de EPI e / ou EPC;
• Criação de manuais e procedimentos operacionais;
• Treinamentos...
RECURSOS NECESSÁRIOS
A definição dos riscos associados ao manejo dos RSS permitirá o
levantamento dos recursos necessários...
RECURSOS NECESSÁRIOS
PESSOAL
- Contratação de pessoal pra os serviços relacionados com o manejo dos RSS
(limpeza, operação...
PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DO PGRSS
Após a definição do PGRSS serão necessárias
ações para garantir sua implementação. Para ca...
ACOMPANHAMENTO DA EFICÁCIA DO
PLANO
• Deverá ser realizado através da definição de indicadores
que tem como objetivo o aco...
REFERENCIAS:
- RESOLUÇÃO DA ANVISA RDC Nº 33- Agência Nacional de Vigilância
Sanitária, Brasil, 05 de março de 2003.
- Bra...
Desenvolvimento Ambiental Sustentável
“É o desenvolvimentos que atende às nossas necessidades, sem impedir que as
Próximas...
PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira
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PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira

  1. 1. TREINAMENTO PLANO DE GERENCIAMANTODE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE PGRSS Gabriela Elise Enfermeira Belo Horizonte, Novembro de 2014
  2. 2. PLANO DE GERENCIMANTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE PGRSS “ Documento integrante do processo de licenciamento ambiental, baseado nos princípio da não geração de resíduos e na minimização da geração de resíduos, que aponta e descreve as ações relativas ao seu manejo, no âmbito dos estabelecimentos mencionados no art. 2º desta resolução, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final, bem como a proteção à saúde pública.” Deve-se manter uma cópia PGRSS disponível para consulta sob solicitação da autoridade sanitária ou ambiental competente, dos funcionários, dos pacientes e do público em geral. ‘ Resolução CONAMA nº 283, 25/07/2001
  3. 3. SERVIÇOS DE SAÚDE I – Resíduos de Serviços de Saúde são: a) Aqueles provenientes de qualquer unidade que execute atividades de natureza médico-assistencial humana ou animal; b) Aqueles provenientes de centros de pesquisa, desenvolvimento ou experimentação na área de farmacologia e saúde; c) Medicamentos e imunoterápicos vencidos ou deteriorados; d) Aqueles provenientes de necrotérios, funerárias e serviços de medicina legal; e) Aqueles provenientes de barreiras sanitárias. Resolução CONAMA 283, 25/07/2003
  4. 4. DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS • GERAIS - Atendimento a legislação vigente ( RDC nº 306/2004 – Anvisa & Resolução CONAMA nº 358/2005 ) - Implantação da política ambiental • ESPECÍFICOS - Redução de Riscos de contaminação do meio ambiente - Redução do nº de acidentes de trabalho - Redução dos custos no manejo dos resíduos - Redução do nº de infecções hospitalares - Incremento da reciclagem
  5. 5. COMISSÃO EQUIPE DE TRABALHO: • TÉCNICOS DA ÁREA DE SAÚDE COM NÍVEL SUPERIOR; • TÉCNICOS DA ÁREA DE SAÚDE NÍVEL MÉDIO; • ÁREAS ADMINISTRATIVAS NÍVEL SUPERIOR; • ÁREA ADMISTRATIVA NÍVEL SUPERIOR; • ÁREA ADMINISTRATIVA NÍVEL MÉDIO; • SERVIÇOS DE APOIO;
  6. 6. • CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS Resíduos com risco biológico - Grupo A Resíduos com risco químico - Grupo B Rejeitos radioativos - Grupo C Resíduos comuns - Grupo D
  7. 7. Grupo “A”: Infectantes Resíduos que apresentam risco à saúde pública e ao meio ambiente devido à presença de agentes biológicos (bactérias, fungos, vírus, clamídias, riquétsias, microplasmas, prions, parasitas, linhagens celulares, outros organismos e toxinas). Ex.: Kits de linhas arteriais, endovenosas e dializadores, bolsas transfusionais de sangue ou hemocomponentes,meios de cultura, vacina vencida ou inutilizada, filtros de ar e gases, tecidos, membranas, órgãos, placentas, fetos, peças anatômicas, animais, carcaças e vísceras, objetos perfurantes ou cortantes, excreções, secreções, líquidos orgânicos, ou outro que tenha tido contato, materiais descartáveis que tenham entrado em contato com paciente.
  8. 8. Grupo “B” Químicos Resíduos que contém substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente devido as suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxidade. EX.: • Drogas quimioterápicas e outros produtos que possam causar mutagenicidade e genotoxicidade e os materiais por elas contaminados; • Medicamentos vencidos e enterditados, não utilizados, alterados e impróprios para o consumo, reagentes de laboratórios, resíduos contendo metais pesados como reveladores de filmes radiográficos, antimicrobianos e hormônios sintéticos, etc; • Resíduos de saneantes, desinfetantes e demais produtos químicos considerados perigosos, conforme classificação constante da NBR 10.004 da ABNT;
  9. 9. Grupo “C” Radioativos Resíduos que apresentam risco à saúde pública e ao meio ambiente devido as suas características de radiações Ionizantes, radiação cósmica; radiação natural dos materiais; Enquadram-se neste grupo os resíduos radioativos ou contaminados com radionuclídeos, provenientes de laboratórios de análises clínicas, serviços de medicina nuclear e radioterapia, segundo a Resolução CNEN 6.05.
  10. 10. Grupo “D” Comuns São todos os resíduos que não oferecem qualquer tipo de perigo à saúde ou ao meio ambiente, equivalem- se ao lixo doméstico ou os Resíduo Sólido Urbanos RSU. Ex.: Papeis, plásticos, restos de alimentos e etc. NOTA: É nesse grupo que se encontram os resíduos recicláveis. Atenção: Qualquer resíduo comum se for contaminado com resíduos perigoso, torna-se igualmente perigoso.
  11. 11. Grupo “E” Perfurocortantes Materiais perfurocortantes ou escarificantes tais como: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lamina de bisturi... Etc.
  12. 12. Grupo E - Perfurocortante Resíduos excedente a capacidade de 2/3 para embalagens de perfurocortante.
  13. 13. ETAPAS DO MANEJO DOS RSS • Geração • Segregação; • Acondicionamento; • Coleta interna; • Armazenamento temporário; • Armazenamento externo; • Tratamento intra-estabelecimento (preliminar); • Tratamento extra-estabelecimento; • Coleta externa; • Destino final;
  14. 14. • SEGREGAÇÃO SEGREGAÇÃO & posterior ACONDICIONAMENTO Momento em que o lixo ou resíduo é separado conforme a sua Classificação: GRUPO A – GRUPO B – GRUPO C – GRUPO D para o seu descarte. Consistindo assim na forma de separação dos resíduos de acordo com seu risco. É neste momento que o lixo é colocado emembalagens corretas para sua coleta onde é feito o seu devido ACONDICIONAMENTO: momento em que os lixos / resíduos deverão ser acondicionados em recipientes adequados ate que sua coleta ou armazenamento temporário. OBS: - A segregação deverá ser realizado conforme a classificação definida no plano - Importante a identificação das categorias dos tipos de resíduos gerados - Importante a capacitação /treinamento
  15. 15. 1º etapa: GERAÇÃO: Momento em que o lixo é gerado
  16. 16. 2 º etapa: SEGREGAÇÃO: Momento em que o lixo ou resíduo é separado conforme a sua Classificação: GRUPO A – GRUPO B – GRUPO C – GRUPO D para o seu devido descarte. Consiste então na forma de separação dos resíduos de acordo com seu risco a natureza. 3º etapa: ACONDICIONAMENTO Momento em que os lixos ou resíduos deverão ser acondicionados ou guardados em recipientes adequados, contendo identificação facilmente reconhecível de suas características permanecendo assim ate a realização de sua coleta ou estocagem temporariamente 2 º etapa: SEGREGAÇÃO & posterior 3ºetapa: ACONDICIONAMENTO
  17. 17. OBJETIVOS DA SEGREGAÇÃO • Minimizar a contaminação de resíduos considerados comuns; • Permitir a adoção de procedimentos específicos para cada categoria de resíduo; • Reduzir os riscos para a saúde; • Diminuir os custos no manejo dos resíduos; • Reciclar ou reaproveitar parte dos resíduos comuns; Atenção: -A segregação deverá ser realizado conforme a classificação definida no plano - Importante a identificação das categorias dos tipos de resíduos gerados - Importante a capacitação /treinamento
  18. 18. Procedimentos recomendados para o Acondicionamento Classificação Tratamento Acondicionamento A1-Culturas de estoques de microorganismos...Resíduos de atendimento de pessoas ou animais...Resíduos provenientes de campanhas de vacinação, de manipulação gentetica Processo Físico previamente que ocorra a redução ou eliminação da carga microbiana. Ate que ser tornem irreconhecíveis. Após tratamento, a fração sólida pode ser destinada ao aterro sanitário e a líquida, ao sistema de coleta de esgotos, desde que atendam às diretrizes estabelecidas pelos órgãos ambientais, gestores de recursos hídricos e de saneamento SACO BRANCO LEITOSO - substituído quando atingir 2/3 de sua capacidade ou pelo menos uma vez a cada 24h. E as vacinas em estrutura rígida
  19. 19. Procedimentos recomendados para o Acondicionamento Classificação Tratamento Acondicionamento A1- Resíduos com suspeita de contaminação biológica Classe de risco 4... Bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes rejeitadas por contaminação ou por má conservação,ou com prazo de validade vencido..... Processo Físico que ocorra a redução ou eliminação da carga microbiana SACO VERMELHO - substituído quando atingir 2/3 de sua capacidade ou pelo menos uma vez a cada 24h. Se descaracterização física das estruturas pode ser acondicionado como resíduos de Grupo D Caso o tratamento previsto no venha a ser realizado fora da unidade geradora, o acondicionamento para transporte deve ser em recipiente rígido, resistente à punctura, ruptura e vazamento, com tampa provida de controle de fechamento e devidamente identificado.
  20. 20. Procedimentos recomendados para o Acondicionamento Classificação Tratamento Acondicionamento A1- - A manipulação em ambiente laboratorial de pesquisa, ensino ou assistência deve seguir as orientações contidas na publicação do Ministério da Saúde - Diretrizes Gerais para o Trabalho em Contenção com Material Biológico, correspondente aos respectivos microrganismos. Processo Físico que ocorra a redução ou eliminação da carga microbiana SACO VERMELHO - substituído quando atingir 2/3 de sua capacidade ou pelo menos uma vez a cada 24h. Se descaracterização física das estruturas pode ser acondicionado como resíduos de Grupo D
  21. 21. Procedimentos recomendados para o Acondicionamento Classificação Tratamento Acondicionamento A1- Sobras de amostras de laboratório com sangue ou líquidos corpóreos Podem ser descartadas diretamente no sistema de coleta de esgotos, desde que atendam respectivamente as diretrizes estabelecidas pelos órgãos ambientais, gestores de recursos hídricos e de saneamento. Caso esgoto sem tratamento: acondicionar em SACOS BRANCOS LEITOSOS identificados com material biológico.
  22. 22. Procedimentos recomendados para o Acondicionamento Classificação Tratamento Acondicionamento A2-Carcaças, pecas anatômicas, vísceras e outros de animais suspeitos de serem portadores de microrganismos de relevância epidemiológica e com risco de disseminação, que foram submetidos ou não a estudo anátomo-patológico ou confi rmação diagnóstica. Inicialmente acondicionados de maneira compatível com o processo de tratamento a ser utilizado. Processo físico ou outros processos que vierem a ser validados para obtenção de redução ou eliminação da carga microbiana. Quando encaminhado para disposição final em aterro sanitário licenciado, devem ser acondicionados em SACO BRANCO LEITOSO COM A INSCRIÇÃO DE ‘PEÇAS ANATÔMICAS DE ANIMAIS”.
  23. 23. Procedimentos recomendados para o Acondicionamento Classificação Tratamento Acondicionamento A2- Resíduos contendo microorganismos com alto risco de transmissibilidade e alto potencial de letalidade (classe 4) Local de geração a processo físico ou outros processos que vierem a ser validados para a redução ou eliminação da carga microbiana e posteriormente encaminhados para tratamento térmico por incineração. Acondicionado de acordo com o processo de tratamento. Após o tratamento devem ser acondicionados em SACO BRANCO LEITOSO.
  24. 24. Procedimentos recomendados para o Acondicionamento Classificação Tratamento Acondicionamento A3- Peças anatômicas (membros) do ser humano, produto de fecundação sem sinais vitais,com peso menor que 500gramas ou estatura menor que 25cm ou idade gestacional menor que 20 semanas. Encaminhado para sepultamento, tratamento térmico por incineração ou cremação. Se forem encaminhados para sistema de tratamento, devem ser acondicionados em SACO VERMELHO com a inscrição “PEÇAS ANATÔMICAS”.
  25. 25. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO Classificação Tratamento Acondicionamento A4- Kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores; filtros de ar e gases aspirados de área contaminado; membrana filtrante de equipamento médico- hospitalar e de pesquisa, sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções, provenientes de paciente, Tecido adiposo proveniente de lipospieração Pode ser disposto sem tratamento prévio SACO BRANCO LEITOSO – Substituído quando atingir 2/3 de sua capacidade ou pelo menos 1 vez a cada 24 h.
  26. 26. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO A5 – Órgãos, tecidos, fluídos orgânicos, materiais perfurocortantes ou escarificantes resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou certeza de contaminação com príons. •Príon - Estrutura protéica alterada relacionada como agente etiológico das diversas formas de encefalite Esponjiforme. Sempre ser encaminhados a sistema de incineração, de acordo com o definido na RDC ANVISA 305/2002. SACOS VERMELHOS, que devem ser substituídos após cada procedimento e identificado(devem ser usados dois sacos como barreira de proteção, com preenchimento somente até 2/3 de sua capacidade, sendo proibido o seu esvaziamento ou reaproveitamento. Classificação Tratamento Acondicionamento
  27. 27. Quando não é possível realizar o tratamento prévio (com redução de carga microbiológica ) dentro da unidade geradora alguns sub tipos do grupo A (risco biológico) como deve-se proceder ?? Quando não houver descaracterização física das estruturas, devem ser acondicionados conforme o item 1.2 , em saco branco leitoso, ou vermelho quando for o caso e devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos 1 vez a cada 24 horas e identificados conforme item 1.3.3. item 1.2 Consiste em embalar os resíduos segregados, em sacos ou recipientes que evitem vazamentos recipiente rígido, resistente à punctura, ruptura e vazamento, com tampa provida de controle de fechamento e devidamente identificado e resistam às ações de punctura e ruptura. A capacidade dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduo.
  28. 28. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO Classificação Tratamento Acondicionamento B- Resíduos químicos no estado sólido & 11.2.2 - Resíduos químicos no estado líquido B- Resíduos químicos no estado sólido, quando não tratados, devem ser dispostos em aterro de resíduoS - > perigosos - Classe I. 11.2.2 - Resíduos químicos no estado líquido devem ser submetidos a tratamento específico, sendo vedado o se encaminhamento para disposição final em aterros. Recipiente de material rígido, adequados para cada tipo de substância química e seus estado físico.
  29. 29. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO Classificação Tratamento Acondicionamento B- Resíduos químicos Fixadores usados em radiologia. Quando tratados podem ser submetidos a processo de recuperação da prata. Os demais resíduos sólidos contendo metais pesados podem ser encaminhados a Aterro de Resíduos Perigosos- Classe I ou serem submetidos a tratamento de acordo com as orientações do órgão local de meio ambiente, em instalações licenciadas para este fim. Recipiente de material rígido, adequados para cada tipo de substância química e seus estado físico. Obs.: Há outros tipos de resíduos químicos!
  30. 30. Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - GRUPO B GRUPO B 11.1 - As características dos riscos destas substâncias são as contidas na Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ, conforme NBR 14725 da ABNT e Decreto/PR 2657/98. 11.1.1 - A FISPQ não se aplica aos produtos farmacêuticos e cosmético
  31. 31. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO Classificação Tratamento Acondicionamento GRUPO C- Materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de isenção nas normas do CNEM e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista. Armazenamento para decaimento-sala de decaimento de rejeitos radioativos no mínimo 4m2 , com os rejeitos acondicionados de acordo com o estabelecido. Segregados de acordo com a natureza física do material e do radionuclídeo, e o tempo necessário para atingir o limite de eliminação, em conformidade com a NE-6.05 da CNEN. Armazenados no mesmo local de geração ou local identificado (de acesso controlado), apresentam sistema de blindagem no recipiente ou a sala.
  32. 32. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO Classificação Tratamento Acondicionamento D- Resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. Os resíduos destinados à reciclagem ou reutilização, identificação deve ser feita nos recipientes e nos abrigos de guarda de recipientes, usando código de cores , baseadas na Resolução CONAMA 275/2001, e símbolos de tipo de material reciclável: AZUL – PAPÉIS AMARELO – METAIS VERDE – VIDROS VERMELHO – PLÁSTICOS MARROM – RESÍDUOS ORGÂNICOS CINZA – Demais resíduos de Grupo D. São admissíveis outras formas de segregação, acondicionamento e identificação dos recipientes destes resíduos para fins de reciclagem, de acordo com as características específicas das rotinas de cada serviço, devendo estar contempladas no PGRSS.
  33. 33. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO Classificação Tratamento Acondicionamento D- Resíduos orgânicos, flores, resíduos de podas de árvore e jardinagem, sobras de alimento e de pré- preparo desses alimentos, restos de alimentos de refeitórios e de outros que não tenham contato com secreções ou outro fluído corpóreo. *Podem ser encaminhados ao processo de compostagem, ou pode ser utilizado para fins de ração animal se forem submetidos ao processo de tratamento que garanta a inocuidade.
  34. 34. PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS PARA O ACONDICIONAMENTO E- Materiais perfurocortantes ou escarificantes: lâminas, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas enodônticas, pontas diamantadas, lâminas e lamínulas; espátulas; e todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório e outros similares. Resíduos contaminados com agente biológico Classe de Risco 4, devem ser submetidos a tratamento através de processo físico ou outros para a obtenção de redução ou eliminação da carga microbiana. Seringas e agulhas utilizadas em processos de assistência à saúde (não necessitam de tratamento). Transporte interno e o armazenamento externo podem ser feitos nos mesmos recipientes utilizados para o Grupo A. O volume dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível com a geração diária. Os recipientes devem ser descartados quando o preenchimento atingir 2/3 de sua capacidade. Proibido o esvaziamento ou reaproveitamento. Classificação Tratamento Acondicionamento
  35. 35. 4º etapa: Coleta • Coleta Interna I Consiste no recolhimento dos resíduos do local de geração até o local de armazenamento temporário. • Coleta Interna II e Transporte Interno Consiste no recolhimento dos resíduos do local do armazenamento temporário até o local do armazenamento externo. Obs: Atentar para o uso adequado dos EPI(S) OU EPC (S)
  36. 36. Coleta e Transporte OBSERVAÇÕES - No planejamento dos roteiros das coletas internas deverão ser observados trajetos e horários que evitem grande fluxo de pessoas e de outros serviços; - Os responsáveis pela coleta e transporte deverão utilizar os EPI(s) necessários, capacitados para a realização do procedimento para minimizar os riscos de contaminação e acidentes durante a realização da tarefa; - Os carros de transporte e conteiners deverão estar em bom estado, fechados, sem cantos vivos que possam romper os sacos plásticos. Carros exclusivos para esta finalidade;
  37. 37. Coleta e Transporte • Coleta e Transporte Externo Consiste na coleta do armazenamento externo e transporte até o destino final. - A coleta será realizada conforme a classificação adotada no PGRSS; - Os resíduos do grupo A e D preferencialmente deverão ser coletados diariamente ou no mínimo 3 vezes por semana; - Os resíduos do grupo A deverão ser coletados em equipamento específico e exclusivo e em separado aos demais resíduos. Deverão ser evitados sistemas de carga e descarga que favoreçam o rompimento e esmagamento dos sacos;
  38. 38. - Os resíduos do grupo B conforme suas características deverão ter coleta específica e obedecer as normas de transporte de produtos perigosos; - Os resíduos do grupo C normalmente não necessitam de coleta especial por serem tratados no próprio estabelecimento. Caso contrário necessitam supervisão especial e autorização do CNEN; - Os responsáveis pela coleta necessitam licença para transporte e responsabilidade técnica;
  39. 39. 5 º etapa: ARMAZENAMENTO Local onde o resíduo ficara mantido temporariamente em GRANDES CONTÊINER PLÁSTICO até o seu recolhimento definitivo por uma empresa responsável para esta finalidade.
  40. 40. 6º etapa: TRATAMENTO EXTERNO & 7º etapa: DISPOSIÇÃO FINAL
  41. 41. TRATAMENTOS • O tratamento dos RSS tem o objetivo de reduzir o risco associado aos resíduos anterior a destinação final. • Tratamento intra-estabelecimento – consiste no tratamento realizado no próprio antes da coleta externa. • Tratamento extra-estabelecimento – consiste no tratamento realizado por empresa especializada após a coleta externa.
  42. 42. Tratamento Adequado a cada Grupo de RSS Grupos dos RSS Tratamento Grupo A Risco Biológico Grupo B Risco Químico Grupo C Radioativos Incineração x x Autoclave x Tratamento Químico x Microondas x Ionização x Decaimento x Fonte: Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, Ministério da Saúde- REFORSUS, 2001
  43. 43. DEFINIÇÃO DO PROGRAMA DE RECICLAGEM • A reciclagem reduz consideravelmente o volume de resíduos encaminhados para tratamento ou disposição final, pode ser considerado como uma das etapas fundamentais no PGRSS. • QUAIS OS MATERIAIS PODERÃO SER RECILADOS? - Classificação dos tipos de resíduos que serão reciclados ou reaproveitados (vidros, plásticos, papeis, metais..) - Definição do local e a forma de armazenamento dos materiais - Manter atualizado endereço e as licenças legais das empresas para as quais são vendidos ou encaminhados os materiais
  44. 44. TRATAMENTO EXTERNO E DISPOSIÇÃO FINAL “Destinação Final – consiste na disposição final de resíduos no solo, previamente preparado para recebê- los, obedecendo os critérios técnicos de construção e operação, e licenciamento em órgão competente.” (RDC 33 ANVISA) - Os RSS, tendo ou não passado por tratamento deverão ser dispostos em locais seguros, que evitem a contaminação do solo e dos corpos de água, além da proliferação de vetores. - É fundamental que o local de disposição final possua um profissional responsável e a respectiva licença de operação emitida pelo Órgão Ambiental competente.
  45. 45. ETAPAS TERCEIRIZADAS NO MANEJO • A responsabilidade do manejo dos resíduos é sempre do estabelecimento de saúde, da geração ao destino final; • Garantir que a empresa possua profissionais técnicos responsáveis. Importante a manutenção dos registros atualizados com as informações sobre a empresa; • Garantir que a empresa contratada possua as licenças legais (transporte, operação, alvarás, ambientais);
  46. 46. MAPEAMENTO DOS RISCOS ASSOCIALDOS AOS RSS OBJETIVO Destina-se para a identificação dos riscos inerentes ao manejo dos RSS e seu controle através da definição de ações para a minimização dos riscos identificados. Exemplo: - Risco de acidentes com resíduos perfurocortantes pode ser minimizado com a utilização dos recipientes apropriados e a definição de procedimentos para manipulação segura.
  47. 47. CONTROLE DE RISCOS • Definição do uso de EPI e / ou EPC; • Criação de manuais e procedimentos operacionais; • Treinamentos; • Segregação dos resíduos; • Programa de vacinação;
  48. 48. RECURSOS NECESSÁRIOS A definição dos riscos associados ao manejo dos RSS permitirá o levantamento dos recursos necessários para a implementação das ações para sua minimização. Pode ser dividido em cinco categorias: EQUIPAMENTOS (proteção e manejo RSS) - EPI e EPC - Equipamentos para o tratamento dos resíduos - Carros para o transporte interno de resíduos e veículos para o transporte externo MATERIAIS - Sacos plásticos, conteiners, lixeiras específicas para cada resíduo - Materiais para sinalização e identificação (etiquetas, adesivos) - Produtos para higienização
  49. 49. RECURSOS NECESSÁRIOS PESSOAL - Contratação de pessoal pra os serviços relacionados com o manejo dos RSS (limpeza, operação de sistemas de tratamento) ou técnicos OBRAS - Construção de locais de armazenamento de resíduos - Instalação de grades, tubulações e proteções para locais de armazenamento interno e externo - Outras obras ou reformas necessárias para o controle de riscos CAPACITAÇÃO - Cursos e palestras sobre o PGRSS - Cartazes, fôlderes e outros materiais para a capacitação e divulgação do PGRSS - Capacitação sobre procedimentos seguras no manejo dos RSS
  50. 50. PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DO PGRSS Após a definição do PGRSS serão necessárias ações para garantir sua implementação. Para cada ação é necessário que se defina: - O QUÊ: descrição sucinta da ação - POR QUÊ: risco minimizado pela realização da ação - QUANDO: prazo de implementação ou dato de início e fim - ONDE: abrangência da ação (unidade ou serviço, todo o estabelecimento - QUEM: pessoa ou equipe responsável pela implementação da ação - COMO: detalhamento das etapas de implementação - QUANTO: custo para a implementação da ação
  51. 51. ACOMPANHAMENTO DA EFICÁCIA DO PLANO • Deverá ser realizado através da definição de indicadores que tem como objetivo o acompanhamento do manejo dos RSS após a implementação do PGRSS; • Utilização de indicadores mensais; • Preferencialmente os indicadores deverão ser apresentados em forma de gráfico pois facilitam a identificação de melhorias, retrocesso ou a estabilização do processo avaliado e desta forma determinar novas ações para adequar o plano de implementação do PGRSS;
  52. 52. REFERENCIAS: - RESOLUÇÃO DA ANVISA RDC Nº 33- Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Brasil, 05 de março de 2003. - Brasil.Ministério da Saúde. Saúde Ambiental e Gestão de Resíduos de Serviços. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. - RESOLUÇÃO DO CONAMA Nº 283 – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Brasil, 12 de julho de 2001. - TORRES, Silvana – Limpeza e Higiene/Lavanderia Hospitalar. São Paulo, Balieiro, 1999. - RESOLUÇÃO Nº 358, DE 29 DE ABRIL DE 2005. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. - BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA. Resolução da Diretoria Colegiada nº 306, de 07 de Dezembro de 2004.
  53. 53. Desenvolvimento Ambiental Sustentável “É o desenvolvimentos que atende às nossas necessidades, sem impedir que as Próximas gerações que virão (filhos e netos) possam também ter a chance de se Desenvolver e satisfazer as suas necessidades, dispondo de recursos naturais Para isto (água limpa para beber, praias preservadas, florestas,biodiversidade)”. Faça a sua parte!

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