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Embriologia Moore - capítulo 1

Introdução à Embriologia Humana

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Embriologia Moore - capítulo 1

  1. 1. 7 IWVHIWA ’f:4diI{]ixa)r-25171 = II| l-Ilhlf-‘);4fr+’E. I’ W ‘IlI| _'Y'.1“V5rf?7Ill-II’: ‘'hIu~m: - IH =4.‘. |’-1n.1m;4'_r. 9 I: «Ii| |lI. l:""! :}:1HiHI'lo1: -2- '1H'—m-(Tx-»: it; 0'm-—: u|mer? r- : an. u.« '-
  2. 2. ll 2 1‘? 24.1-1.11:1-7-11 : ~'. +1-r. Odescnvolvimento humano inieia-se quando un1 ovécito (ovulo) de un1a fémea e’ feeundado por um espermatozéide de um macho. O desenvolvimento en- volve muitas mudancas que Lransformaln uma tinica eélu- la, 41 zigoto, em un1 organismo humano multieclular. A embriologia se interessa 11:1 origem e no desenvolvimen- to de um ser humano do zigoto ate o nascimento. As et:1- pas do desenvolvimcnto antes do naseimento estfio ilustradas nas Figur-.15 I-I e I-2. 1 TERMINOLOGIA EMBRIOLOGICA A nmioria dos termos origina-se do latim (L. ) ou do gre- go (Gr. ). Ovécito (L. ovum. o'o). (Iélul-.1 ger111inati'a feminina produ7,id:1 nos azviriox. Quando maduro, o ovocito e deno- minado avnrita mwmlzirio. Espennatozéide (Gr. xperrml). Refere-se £1 eélula ger- minariva maseulina produzida nos Iv. vIimIo. r. zlumerosos espernmtozoides (L. .‘[u’I7IIl1f0:.0Il) sao expelidos da uretra maseulinn durante -.1 eiacul-.1e: ‘1o. Embriao. Este ter111o refere-se ao ser humano em de- senvolvimento durante os estzigios inieiais (p. e. '. , zigoto, morula, l)| :1stoeisto). Zigoto. Esta eélula, resultado d-.1 uniao do ovocito ao espermatozoide, é o inicio de um novo ser humano. A de- signaqzio 0'2/'uIo fer/ Imlazla refere-se no ovoeito secundzirio que foi feeundado por u1n espermatozoide. Quando a fe- cundaeao estzi tenninada, olovocito torna-se um zigoto. Idade de Fecundacio. E dificil detenninar e. 'atamen- te quando a fecundaefio (coneepcfio) oeorre porquc o processo nfio pode ser observado in viva (no interior do corpo vivo). Os médicos ealculam a idade do embriio ou do feto a partir do primeiro dia do ultimo periodo n1ens— trual nonnal. A idade gestacional tem cerea de 2 sen1a- nas :1 n1ais que a idadc de fl= mmIu(z7o, porque o ovécito so e’ feeundado duas sen1anas depois da menstruaeao prece- dente (Fig. I-1). Clivagem. E -.1 série de divisées eelulares 111itoticas do zigoto que resultam na forinaeao das primeiras células embriomirias — os It/ zI. '! (3rm'ro. r. O tamanllo do zigoto em c| i'.1gen1 permanece inalterado porquc, :1 eada tli‘is: io que se sucede, os blastomeros tornam-se 111enores. Mérula. Quando :1 elivagem do zigoto produz 12 :1 33 blastfnneros, o embriao é denon1in:1do mtirll/ (I. Reeel1e este nome porque os bl-astomeros se iuntam uns nos outros para formar un1a bola eompaeta de eelulas que se :1sseme- lha -.1 um-.1 -.1mor-.1 (L. marux, amor-.1). O estrigio de morula ocorre 3 di-as apos :1 fccundaezio, eoincidindo com a entr:1— da do embrlao no utero pela tuba uterina. Blastoeisto. .-p4'1s :1 morula entrar no titero, um-.1 cavi- dade pree11ehida por Ifquido — a cavidade blastocistica - se desenvolve no seu interior. 0 eml)ri: io agora é eh21m:1- do de It/ rI. tIaci. rIn, que contém uma 111 -.1 celular intern-.1 ou embrioblasto, que forma o embrifio. Concepto. Este tenno refere-se :1 todas as estrururas do coneepto da feeumlzic-. '1o em diante (o eml)ri-ao) e as mem- branas (p. ex. , placenta). Primérdio. Este termo refere-se ao inicio 4111 E1 primeir-.1 indicaeio notavel de u111 orgflo ou estrutura. Feto. Apos o periodo embrioI1:irio (B se1n:1n:1s), o ser humano em dcsenvolvimcnto é el1;1111ado_f2'to. Durante o periodo fetal (da nona semana are o n:1seimento). ocorrer :1 (lifereneiae: ‘1o e o creseimento dos teeidos e organs for mados durante o periodo embrionzirio. A 111atur-aezio d« funcionamento dos organs e :1 [arm de creseimento corpo ral sao notaiveis. especialmente dur-ante o terceiro e quar to meses (Fig. 1-2). e o ganho de peso e acentuado durant os tiltimos meses. Trimestrc. O periodo de 3 meses do calend-. irio du rante a gesmezio. Os ol1stetr:1s Freqiientemente dividem 4 periodo de 9 meses (la gestaefio em trés trimestres. Os est: i gins mais criticos do desen*ol'imento oeorrem durante 4 prin1eiro trimestre. quando estfio oeorrendo o desenvol vimento emhrionzirio e o inicio do desenvolvimento fetal Aborto. Este termo reliere-se E1 expulsfio do titero de un embriao ou de un1 feto antes de se tornar virivel (i. 11.. ea pal de river Fora do utcro). rEE IMPORTANCIA E AVANCOS DA EMBRIOLOGIA () estudo (las etapas de desenvolvimenro pre-11:1tal ajud: no entendimento d-as rela<; (1es normais da an-.1tomi:1 (ll adulto e das eaus-.1s de alteraeoes n:1 estrutura human-.1 . ‘luit:1s das 111odern:1s pniticas da ol1stetr1'ci-.1 em'ol'en1 : embriologia aplicada. O sig11ifieado d:1 eml)rio| ogi:1 1. prontamente percebido pelos pedi:1tr-as porquc -.1lg111na. ~ criane:1s apresentam anoln-.1li:1s result-antes do m-.1u desen~ volvimento, por exemplo, a espinha b1'F1da e as doeneas congénitas do eorae-.10. Os progresses na ejrurgia, espe- cialmente dos proeedimentos envolvidos nos grupos de idade pediatriea e pré-natal, tomaram o conheeimento do desenvolvimento humano ainda u1ais signifieativo do pon- to de vista clinico. Os rapidos avaneos no eampo da biologia molecular levaram E1 aplic:1e: io de técnieas sofistieadas (p. e. .. a tecnologia do DNA recombinante, os modelos de qui- meras, os eamundongos transgénieos e -.1 manipulacio de células-tronco) em lal)oratorios de pesquisa para estudar problem-as diversos. eomo :1 regulagrao genétiea da mor- fogénese, a e. 'press; '1o regional e temporal de genes espe- c1'F1eos e eomo as células estao empenhadas para format as v-. irias partes do embrifio. Pela primeira vez, os pcsqui— sadores estfio eomeeando -.1 entender eomo, quando e onde genes seleeiomdos sao ativados e expressos no em- brifio dur-ante o desenvolvimento normal e anorm-.1l. O papel crucial dos genes, das moléculas de sinaliza- cio, dos reeeptores e de outros fatores moleeulares na regulaefio do desen'olvime11to eml)rion-. irio preeoee estri se tom:111do evidente. Em I995, F. dw-.1rd B. Lewis, Chris- tiane 1'iisslein—“'olhard e Erie I7. "iesel'1-.1us recel1eran1 o prémio Nobel de . ledicina e l'iisiologi-.1 pela tleseoherta dos genes que controlam o desenvol'imento eml)rion: i- rio. l‘iss:1s deseobertas tém eontribuitlo para u111:1 n1elhor eompreensfio de easos de abortos espontaineos e 11nom-.1- lias eong(: nitas. Em 1997, Ian 'ilmut e seus col:1l1or:1dores for-am os primeiros :1 produzirem u111 111-.1m1'fero (:1 ovelh-.1 Dolly) por elon-.1gem pelo uso da téenie-.1 de [| ’.1I1SIiCI'C‘l1L'l‘. I nu- clear de eélula so111a'tie:1. Desde enrzio, outros anim-.1i. s téln sido clonados com sucesso de culturas de eélul-as adult-as tlifereneiadns. O interesse 11-.1 elonagem humana tem ge- rado del)ates considerzix is por eausa das ilnplieaeoes so-
  3. 3. CRONOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO PRE-NATAL HUMANO 18 A 6! SEMANA Foliculos primérios DESENVOLVIMENTO INICIAL DO FOLICULO OVARIANO FASE MENSTRUAL 111 dia do ultimo clclo menstrual normal TERMINO DO DESENVOLVIMENTO D0 FOLICULO Mesoderma Apalecem 'a°""a5 ' . .. extra-embrlonério no sincicio rofoblaslo Disco embnonari Pléea pré—oordal Aim“ 11» Discoembrionério . s V_ onario ‘ bilaminar FIGURA 1-1. Estégios iniciais do desenvolvimento. Estio ilustrados o desenvolvimento de um foliculo ovariano contendo um ovocito, :1 ovulagio e as fases do ciclo menstrual. O desenvolvirnento humano inlcia-se na fecundagfio, cerca de 14 dias apés o inicio do ultimo periodo menstrual normal. 550 mostrados também a clivagem do zigoto na tuba uteri: a implantagio do blastocisto e o inicio do desenvolvimento do embrifio.
  4. 4. fa‘; Primaira "lfinslruaoao "in ocorrida Ciwidades oral e “asal conlluenles Salas Indicam a migraeéo do células masanqmmais Fossaia do cnsialma, calms embeds 1: losselas nasal; su lormamlo Migraeio do eélulas do Iinha primiliva O neuvoporo . . roslral S3 2 pares de arcos laringeos Lebio superior 9 nanz lormados Flcuim 1-1. cont. Sulco neural Pvimeiros pares de somllos Linha pnmiliva desenvolvimenlo Pediculo da Ilreérda de conexéo mambro .7 superior ’. 4 vesieulas enoelalicas dislinlas ‘ . .r. r.L.11.-.11.'i. '.1.‘¢'. .‘_lA£_ E 1
  5. 5. CRONOLOGIA D0 DESENVOLVIMENTO PFIE-NATAL HUMANO 7! a 38! sernana F523: . ‘*___‘ E pateqe sguq Tubérculo genital E ' v ,3) 1-amanho "gal 0 utsro amnlétlco Tamanho real A cabeea é grands, Cavidade Membrane P"“°"'3 , mas o queixo e “‘e""'*‘ um eniml mdimentar. 9 Orelha 7 Os sulcos entre os enema ralos digitais indicam M°"‘b“‘"° P ‘ ' anal """° as dedos. dedos fusionados ‘. Tubérculo O _ Membros superiores geflilal Olho . 7“) ‘ _ E. ‘ ‘ mais lenses 1! Genitélia externa , ., : dobrados no cotovelo inicia a s“'°° E "H 9 ‘ E) ’ 8 ' cm . . uretral P""h° U1 0 A erencia ao. -‘ 1 Dedos nitldos, ; Joelho ' mas unidos por membrane I T ‘ d oomveb es 3 9'3" 9 Dedos dos pés E Placenta E Genltélia Falo Falo , Prega P7993 ’ InlCI0 do urogenital "'°99""Bl 9 periodo fetal Prega Preps Iabioescrotal 'ab'°°S°'°‘°' Perlneo 9 g Clltérls A face tam A - - _ genitalia tem 96'“ h""a"°' Ir-né: r"? ' cqaracterlstlcas r b on d‘, mas I 0 O Saws 0 Suloo ainda néo eslé ' I Cf: ::; ':: ‘°‘° totalmente formada. oomparado Léblo 3° ‘"3 44' Orelhas alnda mals maior 9 baixas do que 0 normal urogenital FIGUM 1-1. cont.
  6. 6. Déclma Prlmelra Semana at! o Termo 11 12 1 6 20 24 28 32 36 38 A Termo noun L2. 0 puriado embrionério lermina no final da oilava semana; nessa época, estio presentes os primérdios de ladas as eslruturas essenciais. 0 periods: letal, que se estende da nona semana até 0 nascimenlo, é caracterizado pelo cresclmento e deserwolvimenlo das eslruluras. O sexo é claramenle distinguivel na 12‘ semana. Os felos sio viéveis 22 semanas apés a lecundacio, mas suas chances de sobrevivéncia nia sic boas até vérias xemanas mais larde. Os felos mostrados acima, da 11' 3 38* semana, apresentam cerca da melade do lamanho real.
  7. 7. lillu-III-V-.1 3iil-', «li)'-. gi- : l’| tl’iI’ [ill 1 ciais, éricas c lcgais. Além disso, hé uma preocupacfio dc sos tipos celularcs. O isolamento e o cultivo de células- que a clonngcm possa fa’/ .er com que criancas nascam com tronco embrionérias humanas possuem um grande anomalias c sérias doencas. potencial para o desenvolvimento de terapias molecu- . -s células-tronco embrionérias humanas 550 lares como resultado do seqiienciamento do genoma pluripotentes c capazcs do so descnvolvcrem em diver- humano. Superior Cranial , ” " ‘ ' l ‘ ‘i . Anterior . ‘ ‘ Posterior / / D°r5a' ' ‘ i'_/ ‘, _ 1 Qfo. ‘-i’ . . ‘ ' “/ /__. Ventral ’' / /%_, / . 1"‘ . - T31 Caudal Interior A B «<—— Plano segital Lateral —‘ i‘ ‘ _. .s. :‘. _------_. .__-_ fir“; / . I : , . . L l‘ . , El v /12 ‘a J . c l o E Corte mediano Cone transversal Corte frontal (coronal) FIGUR/ i I-3. llustracées dos termos descritivos de posicao, direcao e pianos do corpo. A, Wsta lateral de um adulto em posicao anatomica. 8, Vista lateral de embriao de 5 semanas. C e D, Vistas veritrais de embriées de 6 semanas. O plano mediano e’ um plano de corte vertical imaginario que passa longitudinalmente pelo corpo, que divide o corpo em rnetades direita e esquerda. Um plano transverso (axial) refere-se a qualquer plano que esteia em angulo reto tanto com o plano mediano quanto corn 0 plano coronal. E, Vista lateral de embriao de 7 semanas. Um plano frontal (coronal) é qualquer plano vertical que intercepta o plano _mediano em um éngulo reto e divide o corpo em partes anterior ou ventral e posterior ou dorsal. Na descricao do desenvolvimento, torna-se necessério o uso de palavras que indiquem a posicao de uma parte em relagao a outra, ou ao corpo como um todo. Por exemplo, a coluna vertebral se desenvolve na parte dorsal do embriao e o esterno se desenvolve ventralmente a ela, na parte ventral do embriao.
  8. 8. Embriologia Basica DESCRITIVOS Em anatomia e embriologia, $50 usados termos especiais relacionados 5 posigio, 5 direqao e a varios pianos do corpo. As descriqées do adulto sao baseadas na pnrigfio anatémira, a posigao na qual o corpo esta ereto, com os inembros superiores ao lado do corpo e as palmas direcionadas para Frente (Fig. 1-3/1). 05 tennos descriti- vos de posieio, direcio e pianos usados quando se descre- vem embriées estio na Figura 1-3B a E. | Quissross or Oitrmraclo CLi~icA - 1. Qual a diferenqa entre os termos rrmrepta e embrizio? Quais sao os prodmo: do roncepta? 2. Por que a embriologia humana é estudada? Ha zilgum valor praitico para a Medicine e outms areas da saiide? 3. O5 médicos contam o tempo de gestagio a partir do iiltimo periodo menstrual normal, Como explicado anterionnente. mas o embriio so inicia o desenvolvi- mento cerca de 2 semanas mais tarde. Por que os mé- dicos usam essa terminologia? As respostas a estas questoes encontram-se no final do livro.

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