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Ficha de avaliação_ texto jornalístico

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Ficha de avaliação_ texto jornalístico

  1. 1. JOANA VASCONCELOS Cada projeto, em si, é uma viagem. A sua profissão obriga-a a viajar frequentemente. Só este ano, onde é que já foi e onde falta ir? Este ano já fui a Paris, Roma, Budapeste, Los Angeles, Berlim, Moscovo, Copenhaga. E Braga, Nice, Elvas e Loulé. Até ao fim do ano hei-de ir a Florença, Berlim, Copenhaga, Palma de Maiorca, Saint- Étienne e Londres. Ainda tira gozo das viagens? Tiro sempre gozo. Um sítio novo é sempre fascinante. Sobretudo porque viajo em trabalho e visito os locais com perspetiva diferente. É diferente, viajar em trabalho ou em lazer? Bastante. O turismo é uma vitrina. É como ver uma loja de fora, sem entrar. Eu, nas monhas viagens entro na loja. Vejo as coisas e as pessoas como elas são. Ao montar uma exposição, trabalho com pessoas, no país delas, de acordo com a maneira de pensar delas. E fico a conhecer mesmo local. Não tira férias nos sítios ponde já expôs? Não. Esses locais são para trabalhar. Se for ao Brasil é para ver exposições… As férias são diferentes. Já não tenho férias há dois anos, mas se pudesse tê-las, fugia para Cacela-a-Velha. Ou para a Fuzeta. É aí que me sinto em casa. Já expôs em Barcelona, Valencia, Veneza, São Francisco, Washington, São Paulo, Moscovo…, só para referir alguns sítios. Tem alguma preferência? São todos diferentes entre si. Mas há um sítio que se sobrepõe a todos os outros: a Torre de Belém. Nunca sonhei que fosse possível. É um marco da nossa história. E no entanto… Essa marca da portugalidade é importante para si. E leva sempre alguma coisa de Portugal para oferecer. Cd da Amália, por exemplo. E o contrário? Costuma trazer recordações, materiais…? Costumava trazer sempre um par se sapatos comprado no local. Ainda o faço, mas de há uns tempos para cá trago sempre materiais, que guardo religiosamente. Sobretudo tecidos. Alguns utilizo depois. Algumas peças suas resultam de viagens, então? Sente-se inspirada com o que vê no estrangeiro? Cada projeto, em si, é uma viagem. Não apenas pelo sítio onde será exposto, mas pela sua própria natureza. A preparação da viagem, o regresso… Mas as viagens fazem sobretudo que eu tenha termo de comparação entre a nossa realidade e as outras, e isso permite-me delinear melhor o conceito a desenvolver. A viagem está no sangue dos portugueses e os meus trabalhos carregam muito da minha vivência enquanto portuguesa. Alguns dos seus trabalhos mais conhecidos foram executados em monumentos: Castelo da Santa Maria da Feira, Ponte de S. Luís, torre de Belém… Se pudesse escolher um monumento internacional para fazer uma intervenção, qual é que escolheria? A Torre Eiffel, claro. Já pedi várias vezes, a várias entidades, mas até agora nada. Se calhar porque nunca lá fizeram nada. E já sei o que seria: a Vatrina [a colcha de renda que esteve na Ponte D. Luís, no Porto]. Paulo Farinha Saber + Ficha de Avaliação LP_8 Nome: ________________________________________________________ Data: _____________ GRUPO I – PARTE A Lê atentamente o texto: Profissão: artista plástica De onde veio: Paris, em abril Para onde vai: Londres, em junho
  2. 2. 1. Recolhe na entrevista as informações adequadas para completar as frases de A a F. A. Os meus trabalhos são muito influenciados… B. Dos locais que tenho percorrido trago habitualmente… C. As viagens em trabalho permitem-me… D. Nas viagens em turismo só… E. Cacela-a-Velha é um dos locais… F. Um sitio onde gostaria de expor um dos meus trabalhos… 2. Seleciona, para responderes a cada item, a única opção que permite obter uma afirmação adequada ao sentido do texto. 2.1. A noção de “viagem” aparece na entrevista A. Sempre associada a saída de Portugal B. Sempre associada a trabalho C. Associada a deslocação de localidade onde vive a entrevistada D. Associada a férias 2.2. Segundo a entrevistada, fica a conhecer melhor o país quando vai em trabalho porque, A. Tem de procurar o melhor espaço para expor os seus trabalhos e contactar diferentes representantes do poder. B. Tem de trabalhar em estreita colaboração com pessoas do país em que está a expor e conhecer os seus costumes C. Depois de montada a exposição, tem muito tempo disponível para visitar tudo o que lhe interesse D. Tem de ficar muito tempo no local da exposição e é obrigada a conviver com os visitantes 2.3. Dos monumentos emblemáticos em que expos trabalhos seus, a artista entrevistada evidencia A. Torre de Belém B. Castelo de Santa Maria da Feira C. Torre Eiffel D. Ponte de D. Luís 3. Seleciona a opção que corresponde à única afirmação falsa, de acordo com o sentido do texto A. De cada uma das viagens, Joana Vasconcelos traz sempre materiais que muitas vezes vem a utilizar nos seus trabalhos B. Joana Vasconcelos escolheria para passar férias uma praia em Portugal- a Fuzeta ou Cacela- a-Velha C. A portugalidade influencia muito o trabalho artístico de Joana Vasconcelos D. Joana Vasconcelos perdeu o hábito de trazer um par de sapatos de cada local estrangeiro onde vai em trabalho
  3. 3. GRUPO I- PARTE B Portugal em destaque no mundo Visto de fora. ‘Joias’ que atraem milhões às cidades Portuguesas são referências na imprensa internacional Paula Carmo Portugal é cada vez mais um país de charme e quase nem precisa de publicidade para atrair gente de todo o mundo. A fama, essa, ganha cada vez mais destaque 5 na imprensa internacional, independentemente da coleção de galardoes de relevo. Lisboa, Coimbra, Évora, Porto, Guimarães (só o titulo de exemplo) chegam aos quatro cantos do mundo graças às suas 10 joias arquitetónicas, eventos culturais e modos peculiares de viver. Não são, pois, apenas o sol e o mar a almejar distinção e reconhecimento. A capital do país é vista sob diversos prismas e 15 até uma lista divulgada pelo The Guardian já colocara a até urbana de Lisboa no pódio dos melhores trabalhos de grafitti do mundo. Portugal é retratado ao pormenor, com os olhos de quem nos visita e pretende 20 voltar. Esta semana, por exemplo, foi a estação ferroviária de S. Bento (Porto) a ganhar ainda mais notoriedade: eleita a mais bonita do muindo, distinção da responsabilidade da 25 revista norte-americana Travel+Leisure. A revista compilou uma lista com 14 estruturas congéneres e escolheu S. Bento! Não há como evitar, assim, uma visita àquelas paredes forradas com 22 mil azulejos, onde 30 se descrevem desde batalhas históricas a casamentos reais- todos da autoria de Jorge Colaço. Nesta lista elaborada pela publicação norte-americana, há a saudável concorrência das estações de caminho-de- 35 ferro de Saint Pancras (Londres), Atocha (Madrid) e, ainda, de Maputo (Moçambique). […] A livraria mais bela É no Porto também que existe uma livraria que é considerada uma das mais belas do 40 mundo. É o The Guardian que lhe atribui a menção de “divina”, tendo o jornal inglês feito um trabalho com as livrarias mais emblemáticas de todo o mundo. Fundada em 1906, com dois andares, Lello mantém a 45 traça original de estilo neogótico. Um espaço tradicional frene à Torre dos Clérigos que continua a resistir às normas da massificação e cuja suave luz que entra pela claraboia seduz para uma estada emotiva no 50 convívio com os livros. Refira-se que a Lello, porque é visitada anualmente por muitos turistas estrangeiros, possui obras de escritores portugueses traduzidas em várias línguas. 55 Cidades ‘originais’ Surgem sugestivos guias turísticos para quem quiser visitar Coimbra e Évora. O jornal The Daily Telegraph revela que em Coimbra há “um passado glorioso, uma alma poética e 60 um estilo musical único.” O roteiro elaborado pelo jornal britânico faz notar os rituais académicos, a zona da Alta universitária e o “refinado” fado, que é referida como “melodia adorável, mesmo 65 que não se consiga entender as palavras que o cantor está a rasgar da sua alma angustiada”. A Évora, nesta mesma publicação, são atribuídas “gloriosas igrejas, conventos e 70 palácios que foram noutros tempos residência de reis portugueses”. Mas há mais cidades a merecer uma escolha. Guimarães foi até eleita pelo The New York Times como um dos 41 destinos a visitar este ano. À 75 cidade minhota tecem-se rasgados elogios: “Um dos pontos culturais emergentes da Península Ibérica” escreve o artigo do jornal norte-americano, uma vez que a publicação não esquece que se trata de uma cidade 80 classificada Património Mundial da Humanidade e foi escolhida para Capital europeia da Cultura em 2012. […] Lisboa “infinita” Lisboa, esse destino com uma luz original, é 85 uma das cidades mais citadas. Mesmo sem ter presente a música de 1988 dos Rádio Macau, o certo é que o Ascensor da Glória já “cruzou” o mundo, tantos são os que usam este meio de transporte de finais do seculo 90 XIX, classificado em 2002 monumento nacional, e que continua a ligar a Praça dos Restauradores ao Bairro Alto. O sítio da internet do grupo Prisa El Viajero de El Pais.com retrata Lisboa como “cidade
  4. 4. 95 infinita” pejada de belos locais para visitar e destaca, a título de exemplo, como locais a merecer uma visita o Museu Nacional de Arte antiga e toda a envolvência do Tejo. O jornal The Independent fala da capital 100 portuguesa como cidade romântica e dá referências ao público-alvo da Grã-Bretanha de que até no inverno há excelentes propostas para uma visita à cidade das sete colinas. E nem as hipóteses de compras são 105 esquecidas. De ‘olho’ nos museus No enredo recente da imprensa internacional, destaque para a edição online do jornal britânico The Daily Telegraph, que 110 recomenda a visita a vários museus portugueses: a Casa das Historias Paula Rego (Cascais, aberto desde 2009), o Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto, 1999), o Museu Judaico de Belmonte (2005) 115 e Caramulo (existente desde 1959). Mais um motivo de orgulho para Portugal. In Diário de Noticias, 29 de agosto de 2011 (com supressões) 1. Considera o título e o subtítulo da reportagem. 1.1. Por que motivo Portugal se encontra em “destaque”? 1.2. Trata-se de um título e de um subtítulo suficientemente esclarecedores? Justifica. 2. Atenta na introdução da reportagem (II.1-11). 2.1. Sintetiza, numa frase, o assunto que será aprofundado ao longo do texto. 3. Considera agora o corpo da reportagem (II.12-116). 3.1. Refere dois motivos que tornaram Portugal um país conhecido e apreciado. 3.2. Indica as razões pelas quais, ultimamente, o nosso país se tem destacado na imprensa internacional. 4. Relê a última frase do texto: “mais um motivo de orgulho para Portugal.” (II.115-116) 4.1. Esta frase poderá ser encarada como uma conclusão da reportagem? Justifica. GRUPO II 1. Na reportagem, Paula Carmo recorre a uma linguagem subjetiva, não se limitando a narrar factos, mas transmitindo as suas impressões e comentários. 1.1. Comprova que a linguagem da repórter é subjetiva, transcrevendo do texto: 1.1.1. Adjetivos antepostos com valor apreciativo; 1.1.2. Adjetivos em graus superlativos com valor apreciativo; 1.1.3. Palavras que sejam usadas com sentido figurado; 1.1.4. Frases exclamativas. 2. Relembra as classes abertas de palavras: nomes, adjetivos, verbos e advérbios. 2.1. Transcreve do primeiro parágrafo do texto as palavras que pertencem a estas classes. 3. Identifica a função sintática das expressões sublinhadas. 3.1. Ele chamou-lhe ignorante. 3.2. O texto não está elegível. 3.3. Os meus tios moram em Lisboa.
  5. 5. GRUPO III 1. A zona onde vives tem, com certeza, as suas “joias”, sejam elas arquitetónicas, paisagísticas, culturais ou humanas… 1.1. Seleciona uma dessas “joias” e redige uma noticia relacionada com ela.

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