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Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado

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Programa Saber Museu - Ibram.
Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado.
Ministrantes: Leonardo Neves (Ibram) e Taís Valente (Ibram).
Coordenação de Preservação e Segurança (COPRES).
Departamento de Processos Museais (DPMUS).

Site Saber Museu: www.sabermuseu.museus.gov.br

Programa Saber Museu - Ibram.
Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado.
Ministrantes: Leonardo Neves (Ibram) e Taís Valente (Ibram).
Coordenação de Preservação e Segurança (COPRES).
Departamento de Processos Museais (DPMUS).

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Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado

  1. 1. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Leonardo Neves Taís Valente Coordenação de Preservação e Segurança/Ibram Brasília - DF 30 e 31 de outubro de 2019
  2. 2. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado • Fase I -
  3. 3. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado é a chance de algo acontecer gerando impacto sobre os objetivos. É composto por dois componentes básicos: 1. Chance ou a probabilidade da ocorrência. 2. Impacto ou efeito resultante desta ocorrência. é a utilização integrada dos recursos e conhecimentos disponíveis, com o objetivo de prevenir riscos, minimizar seus efeitos e responder à situação de emergência.
  4. 4. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Exemplo: Se tomarmos como nosso objetivo a preservação da raça humana, o risco associado à colisão de um meteoro sobre a terra tem pequena chance/probabilidade de acontecer, porém o impacto é catastrófico. Por outro lado, o risco associado a acidentes envolvendo motocicletas tem uma frequência muito maior, contudo sabemos que o impacto sobre os objetivos (a raça humana) também é pequeno.
  5. 5. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Enquete! Terremoto Acidente de avião Câncer Afogamento Queda de raio Infarto Não há consenso: experiências individuais, diferença de percepção e falta de clareza nas informações influenciam na opinião de cada individuo.
  6. 6. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Gerenciamentos de Riscos: Tem origem na década de 60 estando associada ao mercado de seguros. Hoje é utilizado no mundo todo em setores como: saúde, meio ambiente, economia, alimentação, redução de desastres naturais etc. A partir da identificação dos riscos e das suas respectivas magnitudes, é possível estabelecer prioridades e otimizar estratégias de ação visando ao alcance dos objetivos de maneira mais eficiente.
  7. 7. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Aplicação em Organismos. Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad/Int.Nac.) ANVISA – controle alimentar, intoxicação de alimentos. Hospitais, Mercado financeiro, Seguradoras etc. Portaria n° 674/2014 de GR da RFB, Portaria n° 915/2017 de GR da CGU, IN n° 114/2017 – PGR da ANAC, Portaria n° 287/2017 PGR do TCU etc.
  8. 8. ABNT-NBR-ISO 31000:2009 A gestão de riscos pode ser aplicada a toda uma organização, em suas várias áreas e níveis, a qualquer momento, bem como as funções, atividades e projetos específicos. Embora a prática de gestão de riscos tenha sido desenvolvida ao longo do tempo e em muitos setores a fim de atender às necessidades diversas, a adoção de processos consistentes em uma estrutura abrangente pode ajudar a assegurar que o risco seja gerenciado de forma eficaz, eficiente e coerentemente ao longo de uma organização. A abordagem genérica descrita nesta Norma fornece os princípios e diretrizes para gerenciar qualquer forma de risco de uma maneira sistemática, transparente e confiável, dentro de qualquer escopo e contexto. Cada setor específico ou aplicação da gestão de riscos traz consigo necessidades particulares, vários públicos, percepções e critérios. Portanto, uma característica-chave desta Norma é a inclusão do estabelecimento do contexto como uma atividade no início deste processo genérico de gestão de riscos. O estabelecimento do contexto captura os objetivos da organização, o ambiente em que ela persegue esses objetivos, suas partes interessadas e a diversidade de critérios de risco – o que auxiliará a revelar e avaliar a natureza e a complexidade de seus riscos.
  9. 9. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Gerenciamento de Riscos para acervos culturais No campo do patrimônio foi introduzido há cerca 30 de anos, representando importante suporte no aprimoramento da conservação preventiva a partir da (pre)visão dos possíveis danos aos acervos e da imediata resposta para bloquear ou minimizar o seu impacto.
  10. 10. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Por que gerir riscos ao patrimônio? 11 6 7 6 19 33 74 100 187 272 377 352 0 50 100 150 200 250 300 350 400 Número de museus por ano de fundação, Brasil, 2010. 18.168 17.515 19.000 18.560 19.980 21.708 22.188 16.554 22.327 0 5000 10000 15000 20000 25000 Crescimento de visitantes nos museus entre os anos 2001-2009, Brasil. 2010 2001 20092008200720062005200420032002 Fonte: CNM – Ibram
  11. 11. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Acervos digitais (pouco conhecimento para preservação)
  12. 12. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Materiais diversos: Plásticos, polímeros, sintéticos, nylon, poliuretano etc. (complexidade na conservação) Zac Freeman Vik Muniz Hélio Oiticica
  13. 13. Instalações com seres vivos (plantas, animais), materiais perecíveis etc. Kathy Klein Exposição: Micro Safári - Portugal
  14. 14. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado São Liz do Paraitinga –SP (2010) Torre de Dharahara - Japão (2015) Estresse dos materiais sofrido por fatores naturais ou provenientes da ação humana. Museu Nacional - RJ (2018)
  15. 15. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Ação humana: Aumento da liberação de particulados, reação química a partir da emissão de gases e vandalismo.
  16. 16. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Inundações, roubo, furto e ataque por agente biológico.
  17. 17. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Lançado em 2013 tem como objetivo de subsidiar a formulação de estratégias do Ibram e orientar os museus, no que diz respeito ao planejamento de medidas voltadas para minimizar o efeito dos principais riscos que ameaçam os museus brasileiros. O Programa de Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado-Ibram Metaesquemas, 1958, Hélio Oiticica. Coleção César e Claudio Oiticica
  18. 18. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado o Eixos de atuação: Eixo I - Conselho Consultivo Eixo II – Força-tarefa para situações de emergência Eixo III – Monitoramento dos riscos Eixo IV – Plano de gestão de riscos O Programa de Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado
  19. 19. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Base metodológica: Norma Técnica Australiana e Neozelandesa para Gerenciamento de Risco (AS/NZ4360:2004). ABNT-NBR-ISO 31000:2009 (revisada em 2018) Ferramenta metodológica desenvolvida entre a Agência Holandesa de Patrimônio Cultural, Instituto Canadense de Conservação, Icom e o ICCROM. O Programa de Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado
  20. 20. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Principais riscos Forças físicas Furto, roubo e vandalismo Fogo Água Pragas Poluentes Luz e radiação ultravioleta (UV) E infravermelha (IV) Temperatura incorreta Umidade incorreta Dissociação
  21. 21. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado edifício Sala Vitrine , estante objeto suporte e embalagem Sítio/ Região Fatores climáticos/geográficos Avaliação do entorno Estabelecimento de parcerias etc. Fatores urbanos
  22. 22. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Segundo a norma australiana e neozelandesa AS/NZS 4360:2004 (1995), o gerenciamento de riscos pressupõe um ciclo contínuo formado por 05 etapas sequenciais e 04 ações ininterruptas. Risk Management Australian/New Zealand Standard AS/NZ 4360:2004 ETAPAS AÇÕES Consulta e comunicação consiste no diálogo continuo entre as partes interessadas (internas e externas) objetivando maior compreensao, apoio e participação nas tomadas de decisão. A ausência desse elemento pode comprometer o sucesso do projeto. Monitoramento e revisão do plano envolvem possíveis mudanças de objetivos, alterações de gestores, políticas institucionais, redução de recursos, surgimento de novos riscos, revisão de cálculos etc.
  23. 23. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado BOYLAN, Patrick (Ed.). Como gerir um museu: manual prático. Paris: ICOM – Conselho Internacional de Museus, 2004.
  24. 24. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Fase I Fase II Fase III Guia de Gestão de Riscos ao Patrimônio Museológico. ICCROM/Ibermuseus, 2017
  25. 25. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Fase I – Estabelecimento do contexto Dados contemplados: 1. Vocação do museu (missão, visão, objetivos); 2. Vínculos administrativos; 3. Organograma e equipe; 4. Mapeamento de atores; 5. Planejamento orçamentário; 6. Características naturais e antrópicas; 7. Espaços físicos; 8. Os bens musealizados, incluindo dados sobre o crescimento da coleção; 9. Políticas e procedimentos; 10.Visitação; 11.Valoração; 12.Identificação dos riscos.
  26. 26. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Fase I – Estabelecimento do contexto
  27. 27. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Características naturais e antrópicas Instituto Nacional de Meteorologia - INMET
  28. 28. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Características naturais e antrópicas Instituto Nacional pesquisas Espaciais - INPE
  29. 29. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Valoração de acervos Valoração: “é o processo de pesquisa e compreensão dos significados e valores de itens e coleções’…‘o propósito da valoração é entender como e por que um item [ou coleção] é significativo”. (Russell e Winkworth, 2009:10). # Permite delimitar qual é a importância relativa de cada objeto ou grupo de objetos dentro da coleção, afastando a ideia de que todos os objetos possuem o mesmo valor ou significância. (categoria de atributos + categoria de valor) Atributos: 1. Missão/Visão institucional: Se a obra se enquadra nos parâmetros traçados na missão do museu e se relaciona com a temática e o período que o museu busca representar; 2. Histórico (nacional ou regional): Objeto que possui características históricas importantes para documentar um determinado contexto social; 3. Estético-Artístico: objeto cujas técnicas artísticas aplicadas em sua confecção, assim como o artistas que a criou, o tornam significativo e com excepcional relevância; 4. Relevância Social: objeto que faz parte das tradições, dos registros orais e da formação da memória coletiva no contexto o qual está inserido ou em âmbito nacional; 5. Pesquisa: Se a obra serve como fonte de produção de pesquisas em âmbito interno (no próprio museu), acadêmico e/ou publicitário; 6. Raridade/Unicidade/Singularidade: trata-se de objeto único, singular ou com raros exemplares existentes; 7. Econômico: objeto de elevado/excepcional valor material. Pode-se levar em consideração valores de contrato de aquisição, doação, avaliações por peritos, seguros, dentre outros.
  30. 30. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Valoração Proposta de tipologia de atributos para acervos GONZÁLEZ, 2002. Tipo de Valor Referentes Arqueológico Potencial de interpretação do passado: antiguidade, cronologia, atribuição cultural, atividade, desenvolvimento, etc. Histórico Relação/associação/testemunho de eventos e personagens do passado. Rupturas e continuidades, etc. Tecnológico Materiais, técnicas, tradição, inovação, invenção, adaptação, etc. Educativo Potencial para acessar e reformular o conhecimento e saberes do passado, presente e futuro. Artístico Correntes e movimentos, plástica, estética, qualidade de execução. Antropológico Afiliação, coesão, interculturalidade, alteridade, etc. Simbólico Ideologia, filosofia, comunidade de significados, comunicação, comemoração. Político/Cívico Imposição, subversão, resistência, reforma, revolução, movimento cívico, imperialismo, colonialismo, nacionalismo, pós-colonialismo, etc. Religioso/Ritual O sagrado, as crenças, cosmogonias, princípios, cerimônias, o mágico, o ritual, o mítico. Social Celebrações, festivais, tradições, o lúdico, o familiar, o comunitário, filiação, separação, segregação, etc. Funcional Desempenho, uso, eficiência, efetividade, aproveitamento de recursos, energia. Científico Potencial de pesquisa para as ciências, invenção, inovação, desenvolvimento, reformulação, história, evolução.
  31. 31. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Pesquisa quantitativa – Avaliação Interna Dados de identificação do bem Fotografia Obra que se adéqua a missão do museu 0 1 2 3 √ Obra procurada por pesquisadores 0 1 2 3 √ Obra com valor histórico nacional 0 1 2 3 √ Obra com valor histórico regional 0 1 2 3 √ Obra representativa para a comunidade regional 0 1 2 3 √ Obra com valor artístico nacional 0 1 2 3 √ Obra com valor artístico regional 0 1 2 3 √ Obra com reprodução em outras instituições Sim (0) Não (3) √ Obra que faz parte das divulgações publicitárias 0 1 2 3√ Valor econômico da obra 0 1 2 3 √ Obra assegurada Não (0) Sim (3) √ Obra única no país (Raridade/Unicidade) Não (0) Sim (3) √ Valor total 36 Soma total tabela: Mínimo: 0 Máximo: 36
  32. 32. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Pesquisa quali-quantitativa – Avaliação com a comunidade OBRA Abordagem visita guiada Abordagem visitantes Comunidade em geral Livro de visitas Você conhece? Você conhece? Você conhece? Você conhece? 1. Azul com abóbora Sim √ Não Sim √ Não Sim √ Não Sim √ Não Valor total Abordagem geral: 12 Citação público: 3 Total: 15 2. Menina e o galo Sim Não Sim Não Sim Não Sim Não Abordagem geral: Citação público: Total: 3. Sem título “árvores” Sim Não Sim Não Sim Não Sim Não Abordagem geral: Citação público: Total: 4. O ponto Sim Não Sim Não Sim Não Sim Não Abordagem geral: Citação público: Total: 2.2. Pergunte se o entrevistado conhece alguma obra do acervo por nome ou se considera alguma obra “a mais importante” do museu Nome da obra (original ou popular) Abordagem visita guiada Abordagem visitantes Comunidade em geral Livro de visitas Azul com abóbora 0 0 0 Valoração: Sim (3) Não (0) Obra citada (3) Obra não citada (0) Valor total por obra: 24
  33. 33. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado 3. TABELA DE QUANTIFICAÇÃO (VE) Obra de valor excepcional (Peça “ícone” do museu) X a Y Bem de exponencial valor para a instituição. Fundamental para a preservação da memória e da identidade do museu e da comunidade que dele participa e o legitima. Importante para fomentar trabalhos de divulgação e promoção da instituição museal. Estes itens são caracterizadas por serem reconhecidos nacional (e talvez mundialmente) no âmbito museal, por serem exemplos únicos de obras histórico/artísticas, por representarem uma época que foi representativa, e/ou por fazerem parte do imaginário coletivo. (OE) Obra de valor elevado (peça representativa) X a B Bem representativo para a instituição. Fundamental para a preservação da memória e da identidade do museu e da comunidade que dele participa e o legitima. Importante para fomentar trabalhos de divulgação e promoção da instituição museal, mas que talvez necessite ser melhor apresentada com intuito de divulgar melhor a sua importância histórica e/ou artística. (OI) Obra de valor intermediário (Peça de valor mediano) X a Z Bem importante para a memória museológica, mas que possui pouco valor histórico/artístico etc. Ao final, podemos elaborar a tabela de quantificação valorativa para explicitar os critérios que foram aplicados para se chegar nas categorias escolhidas.
  34. 34. Valoração de acervos! Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Raridade Valor históricoValor estético Valor artístico Religiosidade Relevância regional, nacional... Científico Atributo/pontuação (2 - 5) Categoria de valor sugerida/pesos Estético 4 15 Excepcional (16-20) 1000 Histórico 4 Elevado (11-15) 500 Raridade 5 Médio (2-10) 100 Religioso 2 Categoria de valor Tesouros Alto valor Médio valor Categoria de valor Ouro Prata Bronze
  35. 35. Valoração de acervos 263x + (330x10x) + (77X 100x) + (9X 1000x) = 100% 263x + 3300x +7700x + 9000 = 100% 20263x = 100% X = 100% 20263 = 0,0049% (Exemplo Museu do Ouro) 0,0049% é a fração do objeto de menor peso na coleção (mediano) Para encontrar a média ponderada (x) dividimos 100% da coleção pela soma dos bens multiplicados pelos respectivos pesos. 100% (nº de bens excepcional x peso) + (nº de bens elevado x peso) + (nº de bens mediano x peso) Contribuição da coleção - Museu do Ouro MG Categoria de valor Numero de itens Peso Fração por categoria Fração por item Tesouro 9 1000 ? ? Excepcional 77 100 ? ? Elevado 330 10 ? ? Mediano 263 1 ? ? X = Contribuição da coleção - Museu do Ouro MG Categoria de valor Numero de itens Peso Fração por categoria Fração por item Tesouro 9 1000 44,1% 4,9% Excepcional 77 100 37,7% 0,49% Elevado 330 10 16,2% 0,049% Mediano 263 1 1,3% 0,0049%
  36. 36. Contribuição por categorias % 41,1% 16,2% Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado
  37. 37. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Identificação dos riscos 1. Força física 2. Ação criminosa 3. Fogo 4. Incêndio 5. Água 6. Poluentes 7. Luz 8. Umidade 9. Temperatura 10. Dissociação (06 Camadas de Invólucros) Constitui um levantamento completo de toda e qualquer ameaça que possa atingir os acervos, devemos atentar para que nenhum risco potencial fique de fora. Importante entender as interações entre os agentes, os objetos e os danos provenientes dessa interação. Deve-se considerar: Eventos raros (tipicamente catastróficos) Eventos esporádicos Processos contínuo.
  38. 38. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Guia de Gestão de Riscos ao Patrimônio Museológico. ICCROM/Ibermuseus, 2017 6 camadas de envoltório
  39. 39. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Guia de Gestão de Riscos ao Patrimônio Museológico. ICCROM/Ibermuseus, 2017
  40. 40. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Agente Riscos - descrição Possíveis Causas Danos ao acervo Fogo Curto circuito da rede elétrica Sistema elétrico obsoleto, falta de estabilizadores de energia, tomadas soltas, fiação muito antiga Incêndios, danos e interrupção de energia elétrica, perda de documentos, ferimento às pessoas; Combustão total ou parcial do acervo. Água Infiltração na edificação Falha no sistema hidrossanitário e capilaridade, entupimento das calhas Manchas, deformação, corrosão, desenvolvimento de microrganismos (fungo, mofo)...
  41. 41. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Guia de Gestão de Riscos ao Patrimônio Museológico. ICCROM/Ibermuseus, 2017
  42. 42. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Importante: formular enunciados para comunicar os riscos identificados aos membros da equipe e gestores. Essa comunicação deve ser clara e eficiente! Exemplo: No período da manhã há luz na sala de exposição nº 02, que causará o esmaecimento das cores da pintura A e demais bens expostos. COMUNICAR É NECESSÁRIO
  43. 43. Fase II - Analise e priorização dos riscos (MR) Esta etapa é feita a partir da quantificação da frequência/ velocidade + impacto que se espera do dano, a consequente perda de valor do acervo e sua fração afetada. Aplicação da escala ABC para cada risco identificado. Neste deve-se considerar 3 tipos de riscos: Eventos raros (tipicamente catastróficos) Eventos esporádicos Processos contínuo Basicamente é avaliar a combinação de chance e impacto para cada um dos riscos, discriminando-os em grandes, intermediários e pequenos riscos. Uma vez determinadas as magnitudes dos riscos, é possível compará-las e estabelecer prioridades para seu tratamento e mitigação.
  44. 44. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Fase II – Análise dos riscos Objetivo: manter os riscos em níveis aceitáveis. Avaliar significa medir o grau de magnitude para a determinação de ações de mitigação e sua priorização. O impacto dos riscos é expresso em termos de perda de valor esperada no acervo
  45. 45. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Perda de valor
  46. 46. Escala ABC – metodologia desenvolvida para quantificar a frequência ou rapidez da ocorrência e a perda de valor para as coleções a partir da análise de cada um dos riscos identificados. A + B + C = MR 1. Força física 2. Ação criminosa 3. Fogo 4. Incêndio 5. Água 6. Poluentes 7. Luz 8. Umidade 9. Temperatura 10. Dissociação
  47. 47. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado
  48. 48. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Com que frequência o dano ocorre? (1 vez a cada 10 anos) Pontuação A= 4 Qual será a perda de valor para cada objeto afetado? Pontuação B= 2 Qual será a fração do valor total do acervo que será afetada? Pontuação C= 1,5 ABC=7,5
  49. 49. PRIORIZAÇÃO DOS RISCOS ANÁLISADOS AGENTES DESCRIÇÃO CAUSAS DANOS OBSERVAÇÃO MR Força física Choque Transporte e manuseio incorreto Quebras e fissuras 14 Criminosos Furto Segurança insuficiente Perda total, parcial ou destruição. 13,5 Fogo Incêndio Ausência de manutenção preventiva Danos severo ou total do edifício e do acervo 12 Água Infiltração Vazamento ou ruptura de tubulações. Desintegração, deformação, dissolução. 11,5 Pragas Infestação de cupins Ausência de manutenção do edifício. Perfurações, perdas de partes etc. 10,5 Iluminação Radiação ultravioleta (UV) Exposição direta à luz. Esmaecimento de cores. 9,5 Temperatura Temperatura elevada Iluminação incorreta Aceleração de diferentes reações de degradação, deformações, ressecamentos. 8 Umidade relativa incorreta Clima local Falha nos equipamentos de ar condicionados Enfraquecimento, manchas, formação de mofo. 7,5 Dissociação Desorganização de sistemas Ausência de cópias de segurança Perda de informação do acervo 6 Poluentes Deposição de poeira Higienização incorreta Manchas, corrosão etc. 5
  50. 50. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Resumo das Fases I e II
  51. 51. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Fase III – Tratando riscos Guia de Gestão de Riscos ao Patrimônio Museológico. ICCROM/Ibermuseus, 2017 Nesta etapa, indica-se a elaboração de um plano de tratamento de riscos e as opções definidas na etapa anterior são implementadas segundo este plano. Vale considerar os cinco estágios de controle de riscos aplicado em cada um dos níveis do invólucro.
  52. 52. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado 1. Como mitigar? Quais as opções? 2. Essa opção reduz quais riscos? Reduz totalmente ou parcialmente? 3. Quanto custa a implementação desta opção? 4. Essa opção introduz novos riscos? Fase III – Tratando riscos •Observações críticas das opções; •Diálogo permanente entre os membros da equipe; •Pensar em estratégias sustentáveis; •Relações com o ambiente interno e externo; •Consonância com os demais instrumentos de gestão: plano museológico, regimento interno, etc.
  53. 53. Plano de tratamento de riscos (agente e causa) Força física Danos por ação mecânica; choque; vibração;tensão; compressão;fricção;abrasão >> Transporte e manuseio incorreto; armazenamento inadequado;problemas no suporte expositivo;falhas do edifício;movimento do solo devido a terremotos; guerra e vandalismo. Ação criminosa Atos (furto e roubo) premeditados;“crimes de oportunidade”;dano intencional causado por vandalismo e pichações de obras de arte, sítios históricos e edifícios >> Negligência ou manutenção deficitária do edifício; segurança inadequada dos objetos em exposição; controle ineficiente do perímetro; localização inadequada de reservas técnicas e locais de acesso restrito; falta de capacitação do pessoal; situação política e social em conflito. Fogo Incêndio >> Deficiências na prevenção, detecção,contenção e combate a incêndios; falta de manutenção preventiva em edifícios e equipamentos; natureza dos acervos e dos edifícios; falta de sistemas de detecção e supressão automática de incêndios; utilização inadequada de equipamentos que emitem calor; falta de capacitação de funcionários parar responder no princípio de incêndio. Água Infiltrações;vazamentos;inundações;respingos. >> Infiltração de água via telhado danificado, janelas defeituosas etc.; enchentes; vazamento ou ruptura de tubulações; transbordamento de pias e vasos sanitários; descuidos durante procedimentos de limpeza do edifício e instalações; sistema de climatização avariado ou sem manutenção. Infestação Fungos;bactérias;insetos;roedores;aves e morcegos. >> Má ventilação;limpeza insuficiente;restos de alimentos;falta de manutenção do edifício;janelas e portas mal vedadas.A ação destes agentes pode ser deflagrada a partir de ações de outros agentes, como temperatura e umidade elevadas e água.
  54. 54. Poluentes Poeira e demais elementos presentes na poluição do ar; uso de materiais inadequados em intervenções de conservação/ restauração e acidentes envolvendo o derramamento ou vazamento de produtos utilizados em obras,manutenção e/ou limpeza no ambiente. >> Origem externa (fontes industriais, domésticas, ligadas aos transportes etc.) ou interna(ligada à presença de visitantes,aos materiais de exposição e construção, ou aos próprios materiais que constituem os acervos);limpeza insuficiente. Luz A luz (radiação visível), radiação ultravioleta (uv) e radiação infravermelha (iv). >> Exposição direta à luz e radiação liberada pelo sol e lâmpadas. Temperatura Temperatura elevada,baixa temperatura e oscilações de temperatura >> Luz solar, clima local, iluminação elétrica (em particular, lâmpadas incandescentes), máquinas e equipamentos, sistema de climatização avariado ou com funcionamento descontínuo. Umidade Umidade relativa elevada,baixa umidade relativa e oscilações de umidade >> Clima local;instalações hidráulicas do edifício; equipamentos de ar condicionado avariados ou com funcionamento descontínuo;fontes de calor etc. Dissociação Desorganização de sistemas organizados – tendência natural de qualquer sistema, com o passar do tempo. >> Deterioração ou remoção de etiquetas e rótulos; inexistência de cópias de segurança de registros informativos de coleções (inventários etc.) em caso de sinistro; erros no registro de informações; obsolescência tecnológica para o acesso de registros;extravio de objetos; gravação e coleta de dados do objeto de maneiras não permanentes;erros na transcrição; inexistência de inventários; movimentação do acervo sem registro etc.
  55. 55. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Plano de mitigação Agente do risco Descrição Medidas de mitigação Fogo MR 13,5 Incêndio Adequação sistemáticas elétrico do edifício, Instalação de equipamentos de detecção e combate a incêndio. Água MR 11,9 Infiltrações Readequação e manutenção das instalações hidros sanitárias. Vandalismo MR 9 Quebra de objetos causada por visitante. Reforço da vigilância nas áreas expositivas, ampliar a sinalização e orientações para o público. Poluentes MR 6,6 Deposição de poeira Realizar higienização periódica,
  56. 56. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado ESTÁGIOS CASO DE MITIGAÇÃO DOS RISCOS CASO DE EMERGÊNCIA IDENTIFICAR Quais são os agentes de riscos mais comuns nos museus? Quais dos 10 agentes de risco estão em ação? DETECTAR Quais são as possíveis ações dos agentes? Qual o local de ação do agente? BLOQUEAR Quais medidas devem ser tomadas para minimizar ou evitar as ações dos agentes? Quais as medidas necessárias para impedir que a ação do agente possa aumentar? RESPONDER ------------------- Quais as medidas necessárias para extinção da ação do agente? RECUPERAR ------------------- Quais medidas devem ser tomadas para reverter os danos ocasionados pela ação do agente?
  57. 57. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Detectar: reconhecer a presença dos agentes de risco.
  58. 58. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Evitar: a causa do risco ou qualquer coisa que exacerbe
  59. 59. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Bloquear: impedir o surgimento ou a propagação dos agentes de riscos, criando barreiras físicas ou mecânicas.
  60. 60. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Responder: atuar sobre os agentes detectados, ambiente interno e externo.
  61. 61. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Recuperar: conter ou recuperar os danos sofridos.
  62. 62. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Recuperar: conter ou recuperar os danos sofridos. www.museus.gov.br
  63. 63. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Monitoramento 1. Criar ferramentas de monitoramento; 2. Permanecer em constante comunicação com todos que atuam na Instituição; 3. Revisar o plano periodicamente (3 e 5 anos); 4. Buscar riscos não identificados anteriormente; 5. Ajustar as estratégias sempre que houverem mudanças no contexto; 6. Verificar a reação dos envolvidos frente à implementação do plano de gestão de riscos; 7. Avaliar se as ações de mitigação estão sendo eficientes , refletir a relação custo-benefício da proposta.
  64. 64. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Considerações gerais 1. A metodologia utilizada para elaboração do plano de gestão de riscos tem como premissa o auxilio à gestão da instituição ; 2. A finalidade da gestão de riscos é garantir a preservação dos acervos musealizados, dos funcionários e públicos, de forma objetiva e com destaque de prioridades; 3. Para quê gerir riscos? aumentar a capacidade de prevenção, antecipar a ocorrência e evitar ou minimizar os efeitos negativos dos agentes de riscos; 4. É preciso planejar ações de controle e tratamento pautada em priorizações.
  65. 65. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Recomendações 1. Cada museu institua uma comissão ou grupo de trabalho para gestão de riscos na unidade; 2. Documentar todo o processo de discussão, elaboração e monitoramento do plano de gestão de riscos; 3. Realizar o levantamento documental da instituição: ato de criação, plano museológico, mapas, projetos de restauração, inventários, planos de conservação preventiva, etc. 4. Privilegiar recursos e tempo para planejar as ações com todos os envolvidos; 5. Manter a comunicação alinhada com agentes internos e externos; 6. Definir prioridades segundo as recomendações do PGR.
  66. 66. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Exercício: ações de mitigação de riscos 1. Retornar aos grupos; 2. A partir dos riscos identificados, propor ações de mitigação; 3. Apresentação.
  67. 67. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Exercício I: identificação e comunicação dos riscos 1. Dividir em grupos; 2. Escolher uma instituição museológica; 3. Identificar os riscos de acordo com os 10 agentes indicados na metodologia; 4. Formular enunciados para comunicação dos riscos encontrados; 5. Apresentação.
  68. 68. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Referências - Destaque
  69. 69. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Vídeos recomendados Seminário Internacional - Heritage on fire: who's next? https://www.youtube.com/watch?v=ggTHaHmxAHc Seminário Prevenção e Gerenciamento de Riscos para o Patrimônio Cultural: https://www.youtube.com/watch?v=LP0KLJr2HXY Gestão em risco ou Gestão de risco? - https://www.youtube.com/watch?v=NPAQMmuk-Xo Palestra /entrevistas José Luiz Pedersoli – https://www.youtube.com/watch?v=l59TLJTi_PQ https://www.youtube.com/watch?v=wZMc6IHAaZ8 https://www.youtube.com/watch?v=aSMlf_h2mHM
  70. 70. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado CARVALHO, Claudia S. Rodrigues de. O gerenciamento de riscos para o patrimônio cultural da Fundação Casa de Rui Barbosa. Disponível em: http://www.casaruibarbosa.gov.br/conservacaopreventiva/arquivos/file/Downloads/Gerenciamento%20de%20Riscos%20para%20o%2 0patrimonio%20cultural%20FCRB.pdf. Guia de Gestão de Riscos para o Patrimônio Museológico. Disponível em: http://www.ibermuseus.org/wp- content/uploads/2018/01/Guia_de_Gestao_de_Riscos_PT.pdf Publicações do Ibram sobre o Programa e a Cartilha para a gestão de riscos ao patrimônio musealizado brasileiro. Disponível em: https://www.museus.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Gestao_de_riscos_Portugues_2017.pdf e https://www.museus.gov.br/wp- content/uploads/2017/09/screen_CartilhaPortugues_singlepages_lowres72pdi.pdf . ABNT NBR ISO 31000: 2009. Gestão de Riscos – Princípios e Diretrizes. ABNT ISO GUIA 73: 2009. Gestão de Riscos – Vocabulário. DORGE, Valerie e JONES, Sharon L. Building an Emergency Plan: a Guide for Museums and Other Cultural Institutions. California: Getty Conservation Institute, 1999. Disponível em: http://www.getty.edu/conservation/publications_resources/pdf_publications/emergency.html - Referências
  71. 71. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado ESPANHA. Ministério de Cultura. Guía para un plan de protección de colecciones ante emergencias. Espanha, [200-]. Disponível em: http://www.mecd.gob.es/dms/mecd/cultura-mecd/areas- cultura/museos/in/publicaciones/Guia_plan_proteccion_colecciones/Guia_plan_proteccion_colecciones.pdf INTERNATIONAL COUNCIL OF MUSEUMS (ICOM). Museums Emergency Programme. França, 2010-2012. Disponível em: http://icom.museum/programmes/museums-emergency-programme/ ICCROM-UNESCO PARTNERSHIP FOR THE PREVENTIVE CONSERVATION OF ENDANGERED MUSEUM COLLECTIONS IN DEVELOPING COUNTRIES. Manual de Gestión de Riesgo de Colecciones. Mar. 2009, Paris, 2009. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001862/186240s.pdf ONO, Rosária e ROVARON, Kátia. Segurança em Museus. Brasília: Ministério da Cultura/Instituto Brasileiro de Museus, 2011. 166 p. (Cadernos Museológicos – vol. 1). Disponível em: http://www.museus.gov.br/wp-content/uploads/2012/08/Seguranca-emMuseus.pdf POLÍTICA de Segurança para arquivos, bibliotecas e museus. Museu de Astronomia e Ciências Afins; Museu Villa-Lobos, Rio de Janeiro: MAST, 2006. 122 p. Disponível em: http://www.museus.gov.br/wp-content/uploads/2013/09/livro-politica-de-seguranca.pdf SPINELLI, Jayme; PEDERSOLI JUNIOR, José Luiz. Plano de gerenciamento de riscos/salvaguarda & emergência. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2011. Disponível em: http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasgerais/drg_plano_risco_por/drg_plano_risco_por.pdf Referências
  72. 72. Oficina: Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Obrigado! Leonardo Neves Taís Valente Coordenação de Preservação e Segurança – COPRES Endereço: SBN, quadra II, lote 8, bloco N, Edifício CNC III. Brasília – DF CEP:70040-020 E-mail: leonardo.batista@museus.gov.br/ tais.santos@museus.gov.br/ copres@museus.gov.br Telefones: (61) 3521-4295/4428/4441

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