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ARQUEOLOGIA
DA ANIMAÇÃOMATERIAL PRÁTICO & DIDÁTICO
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Oi, eu sou o Oliver Bernard, mas
pode me chamar de O.B! Venha
comigo desvendar o maravilhoso
mundo da Animação!?!
ARQUEOLOGIA
DA ANIMAÇÃOMATERIAL PRÁTICO & DIDÁTICO
equipeeditorial
Ilustração: Julia Libânio
Pesquisa e texto: Julia Libânio,Raquel Piantino e Tamara e Costa
Projeto gráfico ...
Dedicadoatodososeducadoreseescolasquetornaram
esse projeto realidade.
E, principalmente, aos artistas mirins, nossa maior
...
INTRODUÇÃO
MuitoantesdoCINEMA,daFOTOGRAFIA
oudaLUZELÉTRICA,aspessoasjásereuniam
para registrar a dinâmica da vida, os MOVI...
luzesombra
A SOMBRA é como o silêncio, a pausa, o
descanso. Se não houvessem repousos para
a mente,a música,o trabalho ou ...
Sevocêobservarestamesmamaçãnas
mesmas circunstâncias ao longo do dia, irá
perceberavariaçãodaposiçãodestasombra...
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ASPINTURAS
RUPESTRES
Registrosarqueológicosnosmostramque
nossosancestraispintavamdentrodascaver-
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MUNDO - documentário de 5 episó-
dios produzido pela BBC em 2005 -
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DACAVERNAAOTEATRO
DOTEATROAOCINEMA EraenãoeraumaveznaChina,na
dinastia Han (por volta de 200 a.C.),
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Aproximadamente5.000a.C.,noOriente,
nascia o Teatro de Sombras. Era então uma
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Oquesão
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ópticos?
Tudo começa com brincadeiras lúdicas
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Existe uma teoria chamada persistência
retiniana. Ela explica que o olho humano
retém uma imagem por uma fração de se-
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// FENAQUITOSCÓPIO
Idealizadoem1828,ofenaquitoscópio
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presos a uma haste. Ao girar o dis...
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Simples, barato e até hoje bastante
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Para fazer o estroboscópio
você vai precisar de:
-uma tesoura
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(churrasco ou sushi)
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Para fazer seu Tau-
matrópio,recorte o círculo
onde está o Oliver Bernard.
Depois, faça dois furinhos
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Com a projeção da lanterna mágica
somada ao mecanismo dos brinquedos
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// LUMIèRE
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de primeira.Na verdade,eles eram bons co-
merciantes.Filhosdeumfotógrafoevend...
// MéLIèS
Muitoscineastaserammágicosdeforma-
ção e usavam o cinema como um dos seus
númerosdeilusionismo.Porissoforamcha-
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bibliografia
MASCARELLO,Fernando (org).HistóriadoCinemaMundial.Campinas: Papirus,2007.
LUCENA JUNIOR,Alberto.ArtedaAnimaçã...
SOBRE O PROJETO
Este material acompanha o projeto “Arqueologia da Animação”, realizado pelo Coletivo Ora Bolas, em
Brasíli...
Apresentação Realização Apoio
“... É simples: quando acordo aterrorizado, vendo as
grandes sombras incompreensíveis erguer...
Arqueologia do cinema de animação - Material prático e didático
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Arqueologia do cinema de animação - Material prático e didático

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Arqueologia da Animação - Material prático & didático é uma publicação produzida pelo Coletivo Ora Bolas com o apoio do FAC-DF. É destinada a estudantes, professores e educadores interessados em explorar os sentidos da ficção e da realização do cinema, de construção da memória imagética.

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Arqueologia do cinema de animação - Material prático e didático

  1. 1. ARQUEOLOGIA DA ANIMAÇÃOMATERIAL PRÁTICO & DIDÁTICO ARQUEOLOGIAARQUEOLOGIAARQUEOLOGIAARQUEOLOGIAARQUEOLOGIA
  2. 2. Oi, eu sou o Oliver Bernard, mas pode me chamar de O.B! Venha comigo desvendar o maravilhoso mundo da Animação!?!
  3. 3. ARQUEOLOGIA DA ANIMAÇÃOMATERIAL PRÁTICO & DIDÁTICO
  4. 4. equipeeditorial Ilustração: Julia Libânio Pesquisa e texto: Julia Libânio,Raquel Piantino e Tamara e Costa Projeto gráfico e diagramação: Eduardo Pootz Revisão: Tamara e Costa Arqueologiadaanimação-Material prático & didático Impresso no Brasil 1ª Edição / 2015 Licença Creative Commons para uso não comercial
  5. 5. Dedicadoatodososeducadoreseescolasquetornaram esse projeto realidade. E, principalmente, aos artistas mirins, nossa maior inspiração: nossa luz e sombra.* *conceitocinematográficomuitoimportante. Dedicadoatodososeducadoreseescolasquetornaram esse projeto realidade. E, principalmente, aos artistas mirins, nossa maior inspiração: nossa luz e sombra.* *conceitocinematográficomuitoimportante.
  6. 6. INTRODUÇÃO MuitoantesdoCINEMA,daFOTOGRAFIA oudaLUZELÉTRICA,aspessoasjásereuniam para registrar a dinâmica da vida, os MOVI- MENTOS heróicos,as jornadas épicas ou até mesmo as guerras. Em cavernas ou igrejas,pinturas ou foto- grafias,nóshumanossemprenosencantamos por narrativas e mitos e tudo o que remete ao movimento da ANIMA. Anima (em latim) é ALMA, que também quer dizer “o que anima”. Anima significa também VIDA, ESPÍRITO e SEDE DO PEN- SAMENTO. Existem alguns conceitos básicos que precisamos conhecer para compreender a DINÂMICA do movimento: Okey. Mas o que tudo isso tem a ver com o desenho animado ou o cinema? Okey. Mas o que tudo isso tem a ver com o desenho animado ou o cinema? //7
  7. 7. luzesombra A SOMBRA é como o silêncio, a pausa, o descanso. Se não houvessem repousos para a mente,a música,o trabalho ou os estudos, omundoseriasobrecarregadodeinformações supersaturadas sem contorno ou forma. Luz e sombra são como o yin yang.A sin- tonia perfeita entre duas polaridades. Antes do séc. 19, quando não havia luz elétrica, nascidades, sombrasoscilavamcom as labaredas das fogueiras, tochas, lareiras, velas e candelabros. Com a descoberta da eletricidade, as sombras ficaram rígidas–sem movimento. Você tem medo do escuro? Já viu uma sombra em movimento? A sombra de uma árvore na janela do quarto escuro que parecesse mais o monstro cabeludo do além? Teve medo? Vejamos:numdesenho,asombraéquem dá profundidade. Num ser humano, a sombra é uma característica da personali- dade-e cada um tem sua própria sombra. E no Cinema,a sombra é um dos princí- pios da PROJEÇÃO DA IMAGEM. Luz e sombra, tempo e movimento, espaçoeilusãosãoconceitosfundamentais para entender como uma imagem estática pode se movimentar. //8
  8. 8. Sevocêobservarestamesmamaçãnas mesmas circunstâncias ao longo do dia, irá perceberavariaçãodaposiçãodestasombra... Vocêconsegueimaginar essaexperiência no tempo das cavernas? // EXPERIMENTE Sevocêcolocarumamaçãemfrenteasua janela,permitindo que a luz do Sol entre in- cidindosobreamesacujamaçãestáapoiada, vai perceber que ela projeta uma sombra, certo? E se você levar a maçã para uma fogueira dentrodeumacaverna,aoscilaçãodaslaba- redas dará a impressão de que a maçã está em movimento,correto? LUZESOMBRA TEMPOEMOVIMENTO ESPAÇOEILUSÃO //9
  9. 9. ASPINTURAS RUPESTRES Registrosarqueológicosnosmostramque nossosancestraispintavamdentrodascaver- nasaquiloquegostariamdecaçar. Nosrituais, pinturasjánosderampoderessobrenaturais e garantiram o bom sucesso da caça. Na Pré-História, imagens estáticas pro- duzidas nas cavernas Altamira (Espanha), Lascaux ou Font-de-Gaune (sul da França), até hoje parecem se movimentar. Nesses locais, à medida que alguém com uma lan- terna se locomove a uma determinada velo- cidade, parte das figuras ficam na sombra e parte se iluminam, resultando na ilusão de que as imagens se movimentam. Talvez,emsuasrepresentações,ohomem das cavernas não estivesse apenas reprodu- zindo imagens de sua caça como prática ri- tualística,masORGANIZANDOquadrosem um espaço e tempo específicos. Ou seja, criando neste exercício de pintar o que hoje podemos reconhecer como os princípios básicos do Cinema e da Animação. Vamos viajarpelotempo!!!! VRUMMMMM //10
  10. 10. Assista: COMO A ARTE FEZ O MUNDO - documentário de 5 episó- dios produzido pela BBC em 2005 - especialmente oEPISÓDIO2-ODIA EM QUE AS IMAGENS NASCERAM. //11
  11. 11. DACAVERNAAOTEATRO DOTEATROAOCINEMA EraenãoeraumaveznaChina,na dinastia Han (por volta de 200 a.C.), umimperadorchamadoWuti.Deses- peradoapósperdersuaamadadança- rina num fatal acidente, pediu a um mágicoqueatrouxessedevoltaavida. Impossibilitado pela própria física, o mágico então usou a imaginação: pegou uma fina escama de peixe e cortounoformatodabelajovem.Com aimagem(cortada) damulherproje- tadaemumlençolbranco,fezressurgir emsuavidaalembrançavivadadança edoencanto. //12
  12. 12. Aproximadamente5.000a.C.,noOriente, nascia o Teatro de Sombras. Era então uma espéciedeprojeção,emcortinasbrancas,de silhuetas de bonecos articulados e manipu- lados por varetas. O teatro de sombras chinês,também co- nhecido como Chinauaka, é uma arte muito antigaqueatéhojeépraticadaporgruposde maisde20paises.Étambémconsideradoum dos primórdios do Cinema. Sombrio,não?! Maseocinemaeaanimação? // TEATRO DE SOMBRAS Sombrio,não?! Maseocinemaeaanimação? //13
  13. 13. Oquesão brinquedos ópticos? Tudo começa com brincadeiras lúdicas quedesencadearammaravilhososobjetosde pesquisaeestudo.Oschamados“brinquedos” ópticos provocam, fundamentalmente, a ilusãoqueosolhoseaimaginação produzem. Os dispositivos ópticos mecânicos, ou brinquedosópticos,foramaparelhosdesen- volvidos no período Pré-Cinema, que possi- bilitavamverimagensanimadassemneces- sariamenteautilizaçãodeenergiaelétricae/ ou projeção. Estes instrumentos,que apresentavam a animaçãodeformamecânica,deramgrande contribuiçãoparaatecnologiadaAnimação e do Cinema como conhecemos hoje. Graças a descobertas divertidas como estas,hojepodemosnosdeliciarcomosinú- merosprogramasquepassamnatelinha do Cinema ou da TV*. Contudo, os brinquedos ópticos foram criados independentes do Cinema. Seus criadoresnãopodiampreverqueaindacon- tinuariam aencantaresurpreenderpessoas que nasceram depois do cinema à cores. ouqualqueroutrodispositivo*//14
  14. 14. Existe uma teoria chamada persistência retiniana. Ela explica que o olho humano retém uma imagem por uma fração de se- gundos(aproximadamente1/10desegundo) enquantooutraimagemestásendopercebi- da; e que o olho vê um único movimento ao ver várias imagens em sequência exibidas rapidamente. // TAUMATRÓPIO Criado 1825, quem leva o crédito pela in- venção deste brinquedo é John Ayrton Paris, físicoematemáticobelga.Eleéextremamen- tesimplesenãosugereummovimento,mas exemplifica bem a teoria da persistência reti- niana. O aparelho consiste em um disco pequeno,comumdesenhonafrenteeoutro no verso, preso por duas cordas amarradas. As cordas, ao serem torcidas, fazem duas imagens se fundirem. Nossa,essesbrinquedossãomaneiros! Mas...comofuncionam? Nossa,essesbrinquedossãomaneiros! Mas...comofuncionam? //15
  15. 15. // FENAQUITOSCÓPIO Idealizadoem1828,ofenaquitoscópio éumbrinquedocomdoisdiscosparalelos presos a uma haste. Ao girar o disco, ob- servando através das frestas, as imagens ganham movimento. // ESTROBOSCÓPIO Idealizado em 1832, o estroboscópio consiste em um único disco com frestas abertas entre as imagens. O observador vê as imagens através das frestas com o dispositivo em frente a um espelho. // ZOOTROPO Idealizado em 1834, o zootropo é um tubo giratório com frestas em que o ob- servador,aogiraroaparelho,temailusão de que os desenhos em sequência feitos em tiras de papel estão em movimento. // FENAQUITOSCÓPIO //16
  16. 16. // KINEÓGRAFO, OU FLIP BOOK Simples, barato e até hoje bastante popular, o flip book,idealizado em 1868, éhojeofamosolivrodefotosoudesenhos emsequência. Aopassaraspáginasrapi- damentecomamão,vemosumasequên- cia de imagens em movimento. // PRAXINOSCÓPIO Idealizadoem1877,opraxinoscópioé um aparelho semelhante ao zootropo, mas,nolugardasfrestas, temumespelho internoondeoobservadorvêasequência de imagens em movimento. // KINEÓGRAFO, OU FLIP BOOK LANTERNA MÁGICA Alanternamágicaficouconhecidano século17,quandoopadrejesuítaalemão, AthanasiusKircher, adescreveuecomeçou autilizá-la.Oaparelhoeraconstituídode uma fonte de luz gerada por uma chama dequeroseneeumespelhocurvodentro deumacaixa,queprojetavaimagenspin- tadas com cores transparentes - em pedaços de vidro-,em uma tela branca. //17
  17. 17. Para fazer o estroboscópio você vai precisar de: -uma tesoura -um percevejo -um palito grande (churrasco ou sushi) façavocêmesmo 3-Fure o palito em uma das extremidades; 4-Fure o centro do disco com o percevejo deixe o percevejo perfurado no disco e agora encaixe no furo do palito; 5-O seu estroboscópio está pronto! //Dúvidas? acesse: arqueologiadaanimacao.blogspot.com.br 1-Recorte o disco desenhado; 2-Recorte as frestas na borda; //18
  18. 18. Para fazer seu Tau- matrópio,recorte o círculo onde está o Oliver Bernard. Depois, faça dois furinhos nas laterais e coloque duas cordinhas.Gire as cordas com as mãos e veja nosso amiguinho no espaço. Whohooo!
  19. 19. Com a projeção da lanterna mágica somada ao mecanismo dos brinquedos ópticos,e o surgimento da fotografia (1826), temos o Cinema como conhecemos hoje. AssimnasceuL'Arrivéed'unTrainàLaCiotat (A chegada do trem na cidade), dos irmãos Lumière, considerado o primeiro filme da história do Cinema. Dosbrinquedos aocinema Equandoopúblicoviuotrememdireçãoàcâmerapela primeiraveznahistória,todaaplateialevouomaior sustão!UHAuhauahHA.Imaginasó?! //21
  20. 20. // LUMIèRE OsirmãosLumièrenãoeram«cineastas» de primeira.Na verdade,eles eram bons co- merciantes.Filhosdeumfotógrafoevendedor depapéisfotográficos,osdoisirmãossoube- ram tirar proveito da clientela vendendo filmes e câmeras que eles mesmos faziam. O grande sucesso dos irmãos Lumière na disputatecnológicadaépoca,eraqueoCine- matógrafo (artefato criado por eles) funcio- nava como projetor, câmera e ainda podia fazer cópias a partir dos negativos. Seusfilmesnãocontavamumahistorinha linear,compersonagensfictíciosouqualquer dramaturgiaaparente.Eramfilmesdocumen- tais,“filmesderegistro”.Como,porexemplo, os funcionários saindo da fábrica - além de outras documentações. Equemforam? //22
  21. 21. // MéLIèS Muitoscineastaserammágicosdeforma- ção e usavam o cinema como um dos seus númerosdeilusionismo.Porissoforamcha- mados detrickfilms(filmes de truques),cuja característica principal eram os cortes e ediçõesmuitoelaboradas;comodesapareci- mentos,mutilações e metamorfoses. George Méliès foi um marco para os trickfilms.Éconsideradooprimeirocineasta de ficção. Contudo, seus filmes passaram a perder público quando o Cinema encontrou uma narrativa própria e fez com que o ex-mágico entrasse em falência no ano de 1913. // Émile Reynaud Inventor do praxinoscópio e do Teatro Óptico,ofrancêsÉmileReynaudfezaprimei- ra projeção pública de um espetáculo de imagens animadas no dia 28 de outubro de 1892, três anos antes da conhecida primeira projeção do Cinematógrafo realizada pelos Irmãos Lumière. OTeatroÓpticoeraumavolumosaenge- nhocaqueutilizavatirasflexíveisdeimagens enroladas em um carretel que, passando diantedalentedeumalanternamágica,pro- jetava uma animação. Alémdeinventor,Reynauderaumgrande artistae seunovoaparelhofoiutilizadopara exibição de seu espetáculo chamado Panto- mimes Lumineuses. Com aproximadamente 1.500 imagens coloridas pintadas à mão, o espetáculo continha narrativa, ação dramá- tica,personagens,trilhasonoraeparticipação dopúblicoe,durantealgunsanos, fezimenso sucesso. Devido a este acontecimento, hoje em dia, pessoas de todo o mundo comemo- ramodia28deoutubrocomooDiaInterna- cional da Animação. //23
  22. 22. bibliografia MASCARELLO,Fernando (org).HistóriadoCinemaMundial.Campinas: Papirus,2007. LUCENA JUNIOR,Alberto.ArtedaAnimação–técnicaeestéticaatravésdaHistória. São Paulo: Senac,2002. MANNONI,Laurent.AGrandeArtedaLuzedaSombra:arqueologiadocinema.São Paulo: Senac/Unesp,2003. MACHADO,Arlindo–Pré-cinemaspós-cinemas.Campinas/SP: Papirus,1997. CASATI,Roberto.Adescobertadasombra.São Paulo: Companhia das letras,2001. WILLIAMS,Richard.TheAnimator’sSurvivalKit.Londres: Faber and Faber Ltd.,2001. CAMPBELL,Joseph.OHeróideMilFaces.São Paulo: Editora Cultrix/Pensamento,1995.
  23. 23. SOBRE O PROJETO Este material acompanha o projeto “Arqueologia da Animação”, realizado pelo Coletivo Ora Bolas, em Brasília (DF). A iniciativa contemplada pelo Fundo de Apoio à Cultura do DF inclui uma exposição itinerante de brinquedos ópticos, além de oficinas criativas, por escolas públicas e instituições privadas. A publicação é destinadaaestudantes,professoreseeducadoresinteressadosemexplorarossentidosdaficçãoedarealização do Cinema,de construção da memória imagética. Você sabia? Desde o dia 27 de junho de 2014, o uso de recursos audiovisuais passou a ser obrigatório em escolas da educação básica do Brasil. A regra passou a integrar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (lei nº 4.394).A diretriz é: escolas devem exibir filmes nacionais por, no mínimo, duas horas mensais, como com- ponente curricular complementar integrado à proposta pedagógica da escola. arqueologiadaanimacao.blogspot.com.br www.coletivoorabolas.com.br VENHA NOS VISITAR!
  24. 24. Apresentação Realização Apoio “... É simples: quando acordo aterrorizado, vendo as grandes sombras incompreensíveis erguerem-se no meio do quarto, quando a pequena luz se faz na ponta dos dedos, e toda a imensa melancolia do mundo parece subir do sangue com a sua voz obscura... Começo a fazer meu estilo. Admirável exercício, este. Às vezes uso o pro- cesso de esvaziar as palavras. Sabe como é? Pego numa palavra fundamental. Palavras fundamentais, curioso... Pego numa palavra fundamental: Amor, Doença, Medo, Morte, Metamorfose. Digo-a baixo vinte vezes. Já não significa. É um modo de alcançar o estilo.” Herberto Helder (1930-2015)

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