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O gótico em portugal

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O gótico em portugal

  1. 1. O Gótico em Portugal
  2. 2. A introdução do Gótico emPortugal Gótico simples e austero Mosteiro de Alcobaça
  3. 3. Características gerais
  4. 4. Exemplos mais antigosMosteiro de Alcobaça (finais Claustro da Sé Velha de Coimbraséculo XII), Ordem de Cister (finais século XII)
  5. 5. Reinado de D. Dinis Igreja do Convento de Santa Clara O início das obras deste monumento religioso de características góticas,manuelinas, barrocas e rococó, verificou-se em 1318. Apresenta planta de cruz latina de nave única, com transepto de grandes dimensões. No exterior, destaque para a cabeceira poligonal, bem como uma grande rosácea de tipo radiante.
  6. 6. Reinado de D. Dinis A igreja, renovada a partir do início doIgreja-fortaleza de Leça do Bailio século XIV, de matriz românica mas transacionado para o gótico, reflete um misto de espírito religioso e militar: - interior votado a Deus, - no exterior exibe sólidos muros coroados por ameias e sustentados por contrafortes, destacando-se uma varanda também ameada e com matacães defendendo, como o adarve de um castelo, a porta principal. Externamente uma sólida torre ameada ladeia a fachada principal, pelo lado Sul. A imponente torre tem 28 metros de altura e é provida na parte superior de matacães (nos ângulos), e de janelas e seteiras.
  7. 7. Reinado de D. Afonso IV e D. Fernando Reformas góticasSé de Lisboa Igreja de S. Francisco, Santarém
  8. 8. Outras características
  9. 9. O Mosteiro da BatalhaMonumentoheterogéneoIntervenção de mestres de diversas gerações
  10. 10. O Mosteiro da Batalha- Planta convencional- as naves do corpo central e dotransepto são abóbadadas,divididas por arcadas ogivais,apoiadas em grossos pilares, decolunelos ininterruptos da base aocapitel- uso de arcobotantes laterais,construídos sobre os telhados dacabeceira
  11. 11. O Mosteiro da Batalha-Planta convencional- as naves do corpo central e dotransepto são abóbadadas,divididas por arcadas ogivais,apoiadas em grossos pilares, decolunelos ininterruptos da base aocapitel- uso de arcobotantes laterais,construídos sobre os telhados dacabeceira
  12. 12. O Mosteiro da Batalha- Planta convencional- as naves do corpo central e dotransepto são abóbadadas,divididas por arcadas ogivais,apoiadas em grossos pilares, decolunelos ininterruptos da base aocapitel- uso de arcobotantes laterais,construídos sobre os telhados dacabeceira
  13. 13. Construções posteriores Igreja da Colegiada de Igreja do Convento do Carmo, LisboaNossa Senhora da Oliveira, Guimarães
  14. 14. Construções posterioresRestauro da Sé da Guarda Restauro da Sé de Silves
  15. 15. A pintura gótica em Portugal Século XV – aumenta o interesse pela pinturaImportação de obras de Artistas portugueses pintores estrangeiros no estrangeiro Recetividade em relação às influências externas, assimilando-as de modo próprio e original
  16. 16. A pintura gótica em Portugal• maior influência da escola flamenga• preferência por pintura sobre madeira• temas religiosos• composições ingénuas• dificuldades técnicas: erros derepresentação, figuras esquematizadas,cores duras S. Vicente atado à coluna, Nuno Gonçalves, 2ª metade século XV
  17. 17. A pintura gótica em PortugalPainéis de S. Vicente, de Nuno Gonçalves, c. 1470-1480
  18. 18. A pintura gótica em PortugalPainel dos Frades Painel dos Painel do infante Pescadores
  19. 19. A pintura gótica em Portugal S. VicenteRainha Leonor D. Duarte (?)de Aragão D. João IILivro sagrado (criança)(Evangelho SegundoS. João)Rainha Isabel deCoimbra D. Afonso V) Painel do infante (coroação de D. Afonso V)
  20. 20. A pintura gótica em Portugal Painel do Arcebispo Painel dos Cavaleiros Painel das Relíquias
  21. 21. A pintura gótica em PortugalS. Vicente como bastão dajustiçaD. Afonso V D. João II corda Painel do Arcebispo
  22. 22. A pintura gótica em Portugal O Cavaleiro Negro (Infante D. Fernando)O Cavaleiro Vermelho(Infante D. João, irmão deD. Pedro) O Cavaleiro Verde (Infante D. Pedro)O Cavaleiro Roxo(Infante D. Henrique) Painel dos Cavaleiros
  23. 23. A pintura gótica em Portugal• Homenagem de toda a sociedadeportuguesa ao padroeiro de Lisboa, S.Vicente Obra de rutura com ao• Retrato de todos os grupos sociais padrões góticos tradicionais• Individualização de cada figura humana +• rigoroso sentido de composição Obra prenunciadora do renascimento• intensidade expressiva das figuras• valorização da figura humana
  24. 24. A escultura gótica em Portugal • Portais • CapitéisEscultura de suporte aos templos • rosáceas • sarcófagos • arcas tumulares Tumulária • Estátuas jacentes Naturalismo expressionista
  25. 25. A escultura gótica em Portugal
  26. 26. Monumentos manuelinos MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS
  27. 27. Monumentos manuelinosCONVENTO DE CRISTO IGREJA DE JESUS
  28. 28. O que é o Manuelino? Foi utilizado nos finais do século XV e nos inícios do século XVI Corresponde aos reinados de D. Manuel I e de D. João III
  29. 29. O que é o Manuelino? Estilo arquitectónico, tipicamente português, associado às Descobertas e à Expansão Marítima portuguesa. Integra-se no Gótico Final, distinguindo-se pelos elementos decorativos exuberantes (nacionalistas, marítimos e naturalistas) Mantém o essencial das estruturas góticas
  30. 30. Características do Manuelino Cruz de Cristo Escudo de D. Manuel Esfera armilar Elementosnacionalistas
  31. 31. Características do Manuelino Elementos ElementosNaturalistas: Marítimos: Redes Troncos Conchas Cachos de uvas CordasFolhas de Loureiro Nós Nós Algas Algas Cordas
  32. 32. Principais responsáveis Igreja de Jesus, SetúbalDiogo Botaica Mosteiros dos Jerónimos Mosteiro da Batalha politica de protecção às artes, seguida por D. Manuel IMateus Fernandes Mosteiro da Batalha Diogo Arruda Convento de Cristo Sé de ElvasFrancisco Arruda Torre de Belém
  33. 33. PinturaPolitica de protecção às artes, seguida por D. Manuel I Factores que contribuíram para a evolução da pintura no inicio de Quinhentos: -importação de obras da Flandres; - fixação em Portugal de pintores flamengos - experiência de alguns portugueses em oficinas estrangeiras Escolas regionais: Viseu, Coimbra, Évora Aparição de Cristo a Nossa Senhora, Jorge Afonso, 1515
  34. 34. PinturaAs obras eram realizadas de formacolectiva entre mestres, artífices eaprendizes (parcerias).Cada um especializava-se notratamento especifico dedeterminados elementos doquadro:-a figura humana,-as roupagens,- os ambientes interiores,- as formas arquitectónicas oupaisagens Anunciação, Jorge Afonso, c. 1510
  35. 35. Características da pinturaDescida da Cruz, Vasco Fernandes e Francisco Henriques, Sé de Viseu, 1501-1506
  36. 36. PinturaCaracterísticas da pintura:-tratamento realista do retrato e daspaisagens-aplicação de coloridos intensos-representação minuciosa dos tecidos,tapetes, peças de ourivesaria (todo o tipode acessórios que reflectiam o requinte ecosmopolitismo/elegância da sociedadecortesã da época)- apuramento do olhar, interesse pelosensível e observável Descida da Cruz, Vasco Fernandes e Francisco Henriques, Sé de Viseu, 1501-1506
  37. 37. Pintura - contexto cultural: emergiu um renovado interesse no homem e na sua relação com o mundo - influência flamenga S. Pedro, Grão Vasco, 1530-35)
  38. 38. Escultura● papel predominante que aornamentação desempenhou na artemanuelina  diversidade formal eplástica no domínio da escultura● favoráveis condições detrabalho/aumento da encomenda queaqui se verifica Nossa Senhora com o Menino, Diogo Pires-o-Velho, Igreja Matriz Leça da Palmeira, c. 1478
  39. 39. FIM

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