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ASSMANN, HUGO. METÁFORAS NOVAS PARAREENCANTAR A EDUCAÇÃO –EPISTEMOLOGIA E DIDÁTICA.   PIRACICABA: UNIMEP,          2001.
O autor inicia sua obra, analisando os       vários aspectos importantesrelacionados com a qualidade cognitiva e          ...
De acordo com o autor é imprescindível melhorar qualitativamente o ensino nas suasformas didáticas e na renovação e atuali...
A escola não deve ser concebida como     simples agência repassadora de   conhecimentos prontos, mas comocontexto e clima ...
Toda educação implica em doses fortesde instrução, entendimento e manejo de regras, e reconhecimento de saberes já     acu...
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Na segunda parte do livro ele fala da pós-modernidade e aglobalização do mercado.Em meio ao acirramento competitivo, plane...
Na terceira parte, ele discute as novas metáforas sobre oconhecimento e fala sobre o final de um ciclo nasestratégias educ...
Passa-se a cobrar a ponte entre a escola e umacapacitação básica e flexível diante de ummercado de trabalho cada vez mais ...
Na quarta parte ele discorre sobre a qualidadevista desde o pedagógico, afirmando que nofuturo ninguém sobreviverá, em mei...
Não basta melhorar a qualidade do ensino, aquestão de fundo é melhorar a qualidade dasexperiências de aprendizagem.Neste s...
Na quinta e última parte, o autor, relaciona aquestão da cidadania com a exclusão social.Ele diz que o maior desafio ético...
Cidadania não pode significar mera atribuiçãoabstrata, ou apenas formalmente jurídica, de umconjunto de direitos e deveres...
A mediação histórica fundamental da cidadaniabásica é o acesso seguro aos meios para umaexistência humana digna.Daí a corr...
CONCLUSÃO       O livro é um conjunto de reflexões integradas edirecionadas aos vários aspectos que possam interferir na  ...
CONCLUSÃOAo longo do livro ASSMANN mostra que acomplexidade deve transformar-se num principiopedagógico pela simples razão...
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  1. 1. ASSMANN, HUGO. METÁFORAS NOVAS PARAREENCANTAR A EDUCAÇÃO –EPISTEMOLOGIA E DIDÁTICA. PIRACICABA: UNIMEP, 2001.
  2. 2. O autor inicia sua obra, analisando os vários aspectos importantesrelacionados com a qualidade cognitiva e social da educação.Ele afirma que o processo educacional, a melhoria pedagógica e o compromissosocial têm que caminhar juntos, e que um bom ensino da parte dos docentes não é sinônimo automático de boa aprendizagem por parte dos alunos
  3. 3. De acordo com o autor é imprescindível melhorar qualitativamente o ensino nas suasformas didáticas e na renovação e atualização constante dos conteúdos. Ele define que educar não é apenas ensinar,mas criar situações de aprendizagem nas quais todos os aprendentes possam despertar, mediante sua própria experiência do conhecimento
  4. 4. A escola não deve ser concebida como simples agência repassadora de conhecimentos prontos, mas comocontexto e clima organizacional propícioà iniciação em vivências personalizadas do aprender a aprender. A flexibilidade é um aspecto cada vezmais imprescindível de um conhecimento personalizado e de uma ética social democrática
  5. 5. Toda educação implica em doses fortesde instrução, entendimento e manejo de regras, e reconhecimento de saberes já acumulados pela humanidade.Embora importante essa instrução não é o aspecto fundamental da educação, já que este reside nas vivências personalizadas de aprendizagem que obedecem à coincidência básica entreprocessos vitais e processos cognitivos
  6. 6. É preciso substituir a pedagogia das certezas edos saberes pré-fixados por uma pedagogia dapergunta, do melhoramento das perguntas e doacessamento de informações. Uma pedagogia dacomplexidade, que saiba trabalhar com conceitostransversais, abertos para a surpresa e oimprevisto.O reencantamento da educação requer a uniãoentre sensibilidade social e eficiência pedagógica. Portanto, o compromisso ético-político do/aeducador/a deve manifestar-se primordialmentena excelência pedagógica e na colaboração paraum clima esperançador no próprio contextoescolar.
  7. 7. Na segunda parte do livro ele fala da pós-modernidade e aglobalização do mercado.Em meio ao acirramento competitivo, planetariamenteglobalizado, a educação se confronta com o desafio deunir capacitação competente com formação humanasolidária, já que hoje a escola incompetente se revelacomo estruturalmente reacionária por mais que veiculediscursos progressistas. Juntar as duas tarefas –habilitação competente e formação solidária – ficousumamente difícil, porque a maioria das expectativas domeio circundante (mercado competitivo) se volta quaseexclusivamente para a demanda da eficiência (capacidadecompetitiva).
  8. 8. Na terceira parte, ele discute as novas metáforas sobre oconhecimento e fala sobre o final de um ciclo nasestratégias educacionais. O ciclo que termina concentrou-se, por décadas, noaumento quantitativo da oferta escolar. Escolas por todolado, tendência à universalização do acesso à escolaenquanto espaço disponível. Nisso houve bastante êxito. A ênfase prioritária dessa fase (aumento quantitativo)sobrevive, como um eco interpelativo, no mote: educaçãopara todos. Mas agora a ênfase se desloca do quantitativo para oqualitativo.Daí o exuberante discurso sobre a qualidade, inscrito noque se passou a chamar nova estratégia educacional.
  9. 9. Passa-se a cobrar a ponte entre a escola e umacapacitação básica e flexível diante de ummercado de trabalho cada vez mais exigente noque se refere à versatilidade adaptativa dotrabalhador e ao acompanhamento atualizado dosavanços científico-técnicos.Daí a ênfase conjunta em cidadania e capacidadecompetitiva, qualidade e produtividade; em suma,cidadania competitiva e criatividade produtiva.Não há como ignorar que, nessa proposta, hámuitos aspectos irrecusáveis, assim como os hácarregado de ambigüidade.
  10. 10. Na quarta parte ele discorre sobre a qualidadevista desde o pedagógico, afirmando que nofuturo ninguém sobreviverá, em meio àcompetitividade crescente do mercado, sem umaeducação fundamental que lhe entregue osinstrumentos para a satisfação de suasnecessidades básicas de aprendizagem no que serefere a competências mínimas e flexíveis. Nofundo, é a isso que se refere à questão daqualidade. E é também para isso que convergemos interesses, ainda incipientes e ambíguos, quesetores do empresariado começam a demonstrarnuma verdadeira universalização da educaçãobásica.
  11. 11. Não basta melhorar a qualidade do ensino, aquestão de fundo é melhorar a qualidade dasexperiências de aprendizagem.Neste sentido, para refletir sobre a qualidade deum processo educativo, nossa atenção deveriavoltar-se, antes de tudo, para o problemaseguinte: como criar melhores situações deaprendizagem, melhores contextos cognitivos,melhor ecologia cognitiva e melhores interaçõesgeradoras da vibração bio-psico-energética dosentir-se como alguém que está aprendendo.
  12. 12. Na quinta e última parte, o autor, relaciona aquestão da cidadania com a exclusão social.Ele diz que o maior desafio ético da atualidade e ofato maior desse nosso tempo é a presença deuma estarrecedora lógica da exclusão do mundode hoje.Grandes contingentes da população mundialpassam ao rol de “massa sobrante” e faltam asdecisões políticas necessárias para uma efetivadignificação de suas vidas.
  13. 13. Cidadania não pode significar mera atribuiçãoabstrata, ou apenas formalmente jurídica, de umconjunto de direitos e deveres básicos, comuns atodos os integrantes de uma nação, mas devesignificar o acesso real ao exercício efetivodesses direitos e ao cumprimento dessesdeveres. Não há, pois, cidadania sem a exigibilidadedaquelas mediações históricas que lhe confiraconteúdo no plano da satisfação dasnecessidades e dos desejos, correspondentesàquela noção de dignidade humana que sejaestendível a todos num contexto históricodeterminado.
  14. 14. A mediação histórica fundamental da cidadaniabásica é o acesso seguro aos meios para umaexistência humana digna.Daí a correlação estreita entre cidadania etrabalho (no sentido de emprego justamenteremunerado) na visão até hoje comum dessatemática.Para o trabalhador e seus dependentes, acidadania se alicerça no direito ao trabalho.
  15. 15. CONCLUSÃO O livro é um conjunto de reflexões integradas edirecionadas aos vários aspectos que possam interferir na qualidade do processo educacional. O autor demonstra que está havendo uma série de descobertas fascinantes acerca de como se dá a experiência do conhecimento na vida das pessoas. Este fundamenta a convicção de que hoje estamos emcondições de entender melhor a relação indissolúvel entre processos vitais e processos de conhecimento, não apenas no sentido do ditado “vivendo e aprendendo”, mas num sentido mais profundo que nos leva a compreender que a própria vida se constitui intrinsecamente mediante processos de aprendizagem.
  16. 16. CONCLUSÃOAo longo do livro ASSMANN mostra que acomplexidade deve transformar-se num principiopedagógico pela simples razão de que, osdocentes devem estar atentos às formascomplexas que assumem, na vida dosaprendentes, essa relação intrínseca entre osprocessos vitais e processos do conhecimento.Nesta perspectiva acredita-se em reformascurriculares no ensino universitário brasileiro,que efetivamente possam contribuir com aformação de profissionais.

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