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DIRETORIA DE ENSINO LESTE 4
NÚCLEO PEDAGÓGICO
"Somos diferentes, mas não queremos ser
transformados em desiguais. As nossa...
• Constituição Federal: Artigos 5º; 205; 206 (incisos I e VII); 208 (incisos
III e V).
• Lei de Diretrizes e Bases da Educ...
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
NA ESCOLA
Segundo D´Antino, a definição de deficiência mental mais
difundida e aceita é a da Associação Americana de Deficiência
Men...
Como identificar a Deficiência Intelectual?
Observando-se duas coisas :
1- a capacidade do cérebro da pessoa para aprender...
A deficiência é uma condição que abrange os campos da
saúde e da educação e tem implicações na área social e familiar.
Nen...
ADNM ou Deficiência Intelectual
DIAGNÓSTICO DE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
A deficiência intelectual pelo atual CID -10 (classificação internacional
de doença...
CONDUTA MÉDICA
O médico deverá fazer uma anamnese e exame neurológico
completos com um exame de imagem como tomografia com...
CONDUTA MÉDICA
Solicitar exames metabólicos como :
-Hemograma completo
-Eletrólitos (Na,K,Mg,Ca,CI)
-Glicemia de jejum
-Pr...
AVALIAÇÃO DA GENÉTICA MÉDICA
(mapeamento genético)
Lembrar que a maioria das síndromes são acompanhadas de
deficiência men...
ERROS INATOS DO METABOLISMO
Grupo de doenças geneticamente determinadas, decorrentes da deficiência
de alguma via metabóli...
A fenilcetonúria (PKU) é uma doença rara na qual o bebê nasce sem a
habilidade de quebrar adequadamente um aminoácido cham...
AUTISMO
Os sintomas autísticos se caracterizam
principalmente por:
-Estereotipias (balançar o corpo ou as mãos, girar obje...
Como diagnosticar o autismo?
Diagnóstico
Para o diagnóstico do autismo, deverá ser utilizado um amplo
protocolo de avaliaç...
DEFICIÊNCIA MENTAL DE CAUSA
HORMONAL
Hipotireoidismo congênito “cretinismo” O Cretinismo é
uma deficiência mental provocad...
PARALISIA CEREBRAL
Definição: encefalopatia crônica não
progressiva é uma lesão de uma ou mais partes
do cérebro.
Sequela ...
O termo paralisia cerebral (PC) é usado para definir qualquer desordem
caracterizada por alteração do movimento secundária...
SÍNDROME DE DOWN
A mais conhecida das síndromes causadoras de DI,
antigamente conhecida por mongolismo (pelo aspecto facia...
SÍNDROME DE PRADER-WILLI
Citadas em conjunto por que são decorrentes de deficiência do
cromossomo 15 (sendo que respectiva...
A deficiência dos hormônios sexuais pode resultar em um desenvolvimento
defeituoso das características sexuais primárias o...
SÍNDROME DO TRIPLO X
• Também conhecida como Síndrome de Jacob.
• Acomete apenas mulheres, o cariótipo é 47 XXX;
• A hered...
SÍNDROME DO X FRÁGIL
É a causa de origem hereditária mais comum para DI, em graus que
vão de dificuldades de aprendizado, ...
SÍNDROME DE KLINEFELTER
• Restrita apenas a homens
• O cariótipo é 47 XXY. O cromossomo adicional em 50% dos casos é
de or...
Síndrome da marionete feliz
Hipogonadismo e associação c/
obesidade
X frágil + autismo
Klinefelter
Down
FUNCIONALIDADE DO DIAGNÓSTICO CLÍNICO NO PROCESSO DE
APRENDIZAGEM
O paciente após receber o diagnóstico médico definido, p...
TRATAMENTO
A abordagem adequada é multiprofissional
-Psicologia
-Psicopedagogia
-Terapia Ocupacional
-Fonoaudiologia
-Fisi...
PROGNÓSTICO
Podemos afirmar com certeza que na grande maioria dos casos,
os pacientes sempre terão melhora dos seus quadro...
SÍNDROME DE MOEBIUS
Síndrome neurológica rara, decorrente do desenvolvimento
anormal dos pares cranianos.
A característica...
Como lidar com alunos com deficiência intelectual na
escola?
As limitações impostas pela deficiência dependem muito do
des...
É preciso redimensionar o conteúdo com relação ás formas de
exposição, flexibilizar o tempo para a realização das atividad...
O aluno com deficiência intelectual: podemos falar em regularidades
quanto ao processo de aprendizagem?
Sim, mas.............
Motivação
Os fatores motivacionais afetam o desempenho de alunos com
Deficiência Intelectual. Dentre esses fatores se dest...
Atenção
Na deficiência intelectual o sujeito possui déficit de atenção, sente
dificuldade em orientar sua atenção para aqu...
Memória
Os sujeitos com deficiência intelectual possuem dificuldades no
processo da memória. Suas causas podem ser tanto d...
No plano pedagógico:
1- Solicitar que o aluno formule com suas próprias palavras a demanda do
professor ;
2- Perguntar ao ...
TRANSFERÊNCIA
No plano pedagógico:
1- Estabelecer relações com a família de maneira que as aprendizagens feitas
na escola ...
Metacognição
Na deficiência intelectual existe uma fragilidade metacognitiva. A
passividade no plano intelectual pode ser ...
O que considerar então na prática pedagógica?
1. Desenvolvimento de habilidades/recursos que estão em conexão com o
ensino...
AS AULAS DEVEM...
 Partir de um planejamento que envolva a organização da rotina, o clima
social da aula, as estratégias ...
COMO SUPERAR ESSES DESAFIOS?
•Pautar-se pelas potencialidades dos alunos;
•Implementar atividades cooperativas/colaborativ...
•Planejar e preparar recursos, materiais e estratégias de intervenção;
•Fortalecer os saberes dos professores (curriculare...
Concluindo...
O ENSINO COM ATENÇÃO AS DIFERENÇAS DEVE...
 Organizar as interações e as atividades, de modo que cada aluno...
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL:
EMIR MACEDO..................................................................... 2 SALAS
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IMPORTÂNCIA DO
REGISTRO
VOCÊ PENSA VOCÊ ESCREVE
O aluno não sabe O aluno não adquiriu os conceitos, está em fase de aprendizado
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É apático,
distraído
Ainda não demonstra interesse em participar das
atividades propostas; muitas vezes parece se desligar...
É preguiçoso Não realiza as tarefas, aparentando desânimo e cansaço,
porém logo parte para brincadeiras e outras atividade...
Possui distúrbio de
comportamento
Apresenta comportamento pouco comum para sua idade
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OBRIGADA.
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  1. 1. DIRETORIA DE ENSINO LESTE 4 NÚCLEO PEDAGÓGICO "Somos diferentes, mas não queremos ser transformados em desiguais. As nossas vidas só precisam ser acrescidas de recursos especiais”. EDUCAÇÃO ESPECIAL
  2. 2. • Constituição Federal: Artigos 5º; 205; 206 (incisos I e VII); 208 (incisos III e V). • Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN (Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996): Artigos 4º (inciso III); 58 (parágrafos 1º a 3º); 59 (incisos I a IV). • Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, MEC, 2008 • Deliberação CEE nº 68/2007 • Resolução SE nº 11/2008, alterada pela Resolução SE nº 31/2008. • Decreto Federal nº 7.611, de 17 de novembro de 2011. • Decreto Federal nº 7.612, de 17 de novembro de 2011. • Todos esses documentos podem ser consultados na página do CAPE na internet (http://cape.edunet.sp.gov.br, menu Legislação) LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA – EDUCAÇÃO ESPECIAL
  3. 3. DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA ESCOLA
  4. 4. Segundo D´Antino, a definição de deficiência mental mais difundida e aceita é a da Associação Americana de Deficiência Mental, de 1992, que representa um avanço conceitual : “Deficiência mental corresponde a um funcionamento intelectual significativamente abaixo da média, coexistindo com outras limitações relativas a duas ou mais das seguintes áreas de habilidades adaptativas:  Comunicação, auto cuidado, habilidades sociais, participação familiar e comunitária, autonomia, saúde e segurança, funcionalidade acadêmica, lazer e trabalho, manifestando-se antes dos dezoito anos de idade” D´Antino (1997, p.97)
  5. 5. Como identificar a Deficiência Intelectual? Observando-se duas coisas : 1- a capacidade do cérebro da pessoa para aprender, resolver problemas, encontrar um sentido do mundo, uma inteligência do mundo que as rodeia (a esta capacidade chama-se funcionamento cognitivo ou funcionamento intelectual 2- a competência necessária para viver com autonomia e independência na comunidade em que se insere (a esta competência também se chama comportamento adaptativo ou funcionamento adaptativo). Enquanto o diagnóstico do funcionamento cognitivo é normalmente realizado por técnicos devidamente habilitados (psicólogos, neurologistas, fonoaudiólogos, psiquiatras, etc.), já o funcionamento adaptativo deve ser objeto de observação e análise por parte da família, dos pais e dos educadores que convivem com a criança.
  6. 6. A deficiência é uma condição que abrange os campos da saúde e da educação e tem implicações na área social e familiar. Nenhuma dessas áreas deve ter predominância sobre a outra. Em outras palavras, as áreas da educação e da saúde se completam, mas não se sobrepõem. O foco deve ser exclusivamente a criança: o que preciso fazer para atender, da melhor forma possível, esta criança? O que deve nortear a atuação do professor é a avaliação pedagógica de seus alunos. E não estar preso a um laudo ou um diagnóstico médico. Para obter dados a respeito do comportamento adaptativo deve procurar saber-se o que a criança consegue fazer em comparação com crianças da mesma idade cronológica.
  7. 7. ADNM ou Deficiência Intelectual
  8. 8. DIAGNÓSTICO DE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL A deficiência intelectual pelo atual CID -10 (classificação internacional de doenças): -Retardo mental leve F70 -Retardo mental moderado F71 -Retardo mental grave F72 -Retardo mental profundo F73 -Outro retardo mental F78 -Retardo mental não especificado F79 -Variação normal de inteligência (VNI) O diagnóstico só poderá ser dado pelo médico neurologista ou psiquiatra.
  9. 9. CONDUTA MÉDICA O médico deverá fazer uma anamnese e exame neurológico completos com um exame de imagem como tomografia computadorizada de encéfalo ou RMN de encéfalo para avaliar a possibilidade de malformações cerebrais ou lesões cerebrais por infecções, anóxia etc... avaliação oftalmológica e audiológica. Lembrar que déficits auditivos e visuais podem apresentar sintomas clínicos que lembram quadros de deficiência mental e devem sempre fazer parte da investigação inicial dos pacientes com atraso ou suspeita de deficiência mental
  10. 10. CONDUTA MÉDICA Solicitar exames metabólicos como : -Hemograma completo -Eletrólitos (Na,K,Mg,Ca,CI) -Glicemia de jejum -Provas hepáticas e renais -Provas reumatológicas -Erros inatos do metabolismo -Provas tireoidianas e paratireoidianas -Fenilcetonúria O diagnóstico de deficiência intelectual é fundamentado através de avaliação psicológica (testes psicológicos) e da avaliação do desempenho e rendimento do paciente ou seja , como o paciente funciona no dia a dia.
  11. 11. AVALIAÇÃO DA GENÉTICA MÉDICA (mapeamento genético) Lembrar que a maioria das síndromes são acompanhadas de deficiência mental (por exemplo: Síndrome do X frágil, Down, Klinefelter entre outras. A importância de fazer uma investigação para diagnosticar o paciente com atraso ou deficiência mental é fundamental, pois apenas através de um diagnóstico definido podemos ter uma conduta terapêutica. Condições que podem levar a um quadro de Deficiência Intelectual ou ADNM:
  12. 12. ERROS INATOS DO METABOLISMO Grupo de doenças geneticamente determinadas, decorrentes da deficiência de alguma via metabólica envolvida na síntese, transporte ou degradação de alguma substância. Fenilcetonúria: o mais conhecido dos erros inatos.Ocorre acúmulo de fenilalanina no sangue e seu tratamento é dietário. Sem tratamento pode ocorrer atraso no DNPM, DI e até traços autísticos.
  13. 13. A fenilcetonúria (PKU) é uma doença rara na qual o bebê nasce sem a habilidade de quebrar adequadamente um aminoácido chamado fenilalanina. Causas A fenilcetonúria é hereditária, isto é, passa de pais para filhos. O pai e a mãe devem passar o gene defeituoso para que o bebê tenha essa doença. Isso é conhecido como traço recessivo autossômico. Os bebês com PKU não possuem uma enzima chamada fenilalanina hidroxilase, necessária para quebrar um aminoácido essencial denominado fenilalanina. Essa substância é encontrada em alimentos que contêm proteínas. Sem essa enzima, os níveis de fenilalanina e de duas substâncias associadas a ela crescem no organismo. Tais substâncias são prejudiciais ao sistema nervoso central e causam dano cerebral.
  14. 14. AUTISMO Os sintomas autísticos se caracterizam principalmente por: -Estereotipias (balançar o corpo ou as mãos, girar objetos,etc..) -Ecolalia (repetir geralmente a última palavra falada pelo entrevistador) -Não falar ou falar pouco (ou emitir vocalizações) -Isolamento (ficar restrito ao quarto ou sempre no mesmo lugar da casa -Não gostar de contato físico (abraços, toques) -Não gostar da mudança de rotina (sentar no mesmo lugar,comer os mesmos alimentos, fazer o mesmo caminho de ida e volta, às vezes acompanhados de rituais, toques e tiques)
  15. 15. Como diagnosticar o autismo? Diagnóstico Para o diagnóstico do autismo, deverá ser utilizado um amplo protocolo de avaliações de preferência multidisciplinares (neurologista, pediatra, psicóloga, fonoaudióloga dentre outros), bem como a realização de exames não para a detecção do autismo, mas para identificação de outros quadros que com frequência se associam ao autismo. É comum para este fim a realização de avaliação auditiva, análise bioquímica para erros inatos do metabolismo, exames de cariótipo, eletroencefalograma, ressonância magnética de crânio, além de outros.
  16. 16. DEFICIÊNCIA MENTAL DE CAUSA HORMONAL Hipotireoidismo congênito “cretinismo” O Cretinismo é uma deficiência mental provocada por Hipotireoidismo congênito.. Durante o desenvolvimento do recém-nascido a ausência da tiroxina, um dos hormônios da tireóide, impede o amadurecimento cerebral normal
  17. 17. PARALISIA CEREBRAL Definição: encefalopatia crônica não progressiva é uma lesão de uma ou mais partes do cérebro. Sequela de uma agressão encefálica,que se caracteriza primordialmente por um transtorno persistente,porém não invariável, do tônus, da postura e do movimento, que surge na primeira infância e que não é somente secundária a esta lesão não evolutiva do encéfalo, mas se deve também à influência que a referida lesão exerce sobre a maturação neurológica. O fator causador pode ter ocorrido antes, durante ou após o parto.
  18. 18. O termo paralisia cerebral (PC) é usado para definir qualquer desordem caracterizada por alteração do movimento secundária a uma lesão não progressiva do cérebro em desenvolvimento. O cérebro comanda as funções do corpo. Cada área do cérebro é responsável por uma determinada função, como os movimentos dos braços e das pernas, a visão, a audição e a inteligência.
  19. 19. SÍNDROME DE DOWN A mais conhecida das síndromes causadoras de DI, antigamente conhecida por mongolismo (pelo aspecto facial). Consequência da trissomia do cromossomo 21, tem grande correlação com a idade materna, fato que ocorrerá também na Síndrome de Klinefelter. O grau de comprometimento intelectual é variável.
  20. 20. SÍNDROME DE PRADER-WILLI Citadas em conjunto por que são decorrentes de deficiência do cromossomo 15 (sendo que respectivamente da hereditariedade paterna e materna) Prader-Willi:hipotonia neonatal, DI leve a moderado, baixa estatura, hipogonadismo, chama atenção a polofagia (diabetes) e consequente associação com obesidade. SÍNDROME DE ANGELMAN Angelman: Também conhecida como “Síndrome da marionete feliz”, ocorre quadro de sinais e sintomas extra-piramidais (movimentos abruptos, marcha irregular, parte superior do braço inflexível0, DI severo,não há linguagem falada normal, paroxismos de risos inapropriados, hiperatividade e por vezes acessos de agitação (surtos).
  21. 21. A deficiência dos hormônios sexuais pode resultar em um desenvolvimento defeituoso das características sexuais primárias ou secundárias, pouco desenvolvimento das genitálias, ou efeitos de retirada (por exemplo, menopausa prematura) em adultos. O desenvolvimento defeituoso das gônadas resulta em infertilidade. O termo hipogonadismo é geralmente aplicado para os defeitos permanentes, ao invés dos temporários ou reversíveis, e geralmente implica deficiência dos hormônios reprodutivos, com ou sem defeitos de fertilidade. O termo é menos usado para infertilidade sem deficiência hormonal Hipotonia é uma condição na qual o tônus muscular está anormalmente baixo, geralmente envolvendo redução da força muscular. SÍNDROME DE PRADER-WILLI
  22. 22. SÍNDROME DO TRIPLO X • Também conhecida como Síndrome de Jacob. • Acomete apenas mulheres, o cariótipo é 47 XXX; • A hereditariedade pode ser materna ou paterna, as características físicas são aparentemente normais, porém ocorre DI leve. • Diferente de algumas outras síndromes, as portadoras podem ser férteis.
  23. 23. SÍNDROME DO X FRÁGIL É a causa de origem hereditária mais comum para DI, em graus que vão de dificuldades de aprendizado, déficit de atenção a DI profundo. A transmissão por linhagem materna é mais comum. Todas as mães de indivíduos portadores da doença (que causa mutação do braço longo do cromossomo X) são portadoras do gene alterado, o que traz alto risco de outros filhos com a síndrome. O aconselhamento genético é muito importante. A síndrome afeta ambos os sexos, mas é mais frequente em homens , além do que neles as manifestações são mais graves. Tendem a ser instáveis, demoram a falar, fazem pouco contato visual, por vezes com tiques, estereotipias, retraídos socialmente, podem haver traços autísticos.
  24. 24. SÍNDROME DE KLINEFELTER • Restrita apenas a homens • O cariótipo é 47 XXY. O cromossomo adicional em 50% dos casos é de origem materna (como já dito há influência da idade) . • Tem hipogonadismo, níveis baixos de testosterona, aspecto físico (pêlos, gordura corporal, proporções) mais feminilizado. • O diagnóstico é difícil antes da puberdade. Costumam ter baixo índice de fertilidade. • O quadro é de DI leve ou déficit de aprendizagem.
  25. 25. Síndrome da marionete feliz Hipogonadismo e associação c/ obesidade X frágil + autismo Klinefelter Down
  26. 26. FUNCIONALIDADE DO DIAGNÓSTICO CLÍNICO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM O paciente após receber o diagnóstico médico definido, pode ser avaliado por outras especialidades terapêuticas e inclusive pelo pedagogo que sabendo das dificuldades do paciente poderá fazer uma estratégia de como melhor abordar cada caso em particular. O profissional poderá comparar o desenvolvimento do paciente através do tempo de tratamento ou abordagem pedagógica, uma vez que possui uma avaliação antes de iniciar o processo de ensino ou tratamento.
  27. 27. TRATAMENTO A abordagem adequada é multiprofissional -Psicologia -Psicopedagogia -Terapia Ocupacional -Fonoaudiologia -Fisioterapia -Neurologia -Psiquiatria -Fisiatria -Ensino com especificações de deficientes auditivos e visuais -Equoterapia -Etc.. Atendimento é oferecido no CAPS
  28. 28. PROGNÓSTICO Podemos afirmar com certeza que na grande maioria dos casos, os pacientes sempre terão melhora dos seus quadros, uma vez que tenham um diagnóstico e sejam abordados de forma correta. Observamos pacientes que receberam diagnóstico de ADNM e após a correção de fatores como dificuldade visual, auditiva ou causas metabólicas ou hormonais, passaram a apresentar desempenho dentro da normalidade
  29. 29. SÍNDROME DE MOEBIUS Síndrome neurológica rara, decorrente do desenvolvimento anormal dos pares cranianos. A característica principal é perda parcial ou total dos movimentos da face, comprometendo expressões faciais, movimentos oculares. A associação com DI é frequente, e também podem acontecer alterações dentárias, fraqueza muscular na parte superior do corpo e malformações de extremidades (por exemplo sindactilia). Ainda não há causa definida, mas há uma relação evidente com o uso do misoprostol (CYTOTEC) (Sindactilia é uma anormalidade embriológica que resulta na visível união entre dois ou mais dedos das mãos ou dos pés.)
  30. 30. Como lidar com alunos com deficiência intelectual na escola? As limitações impostas pela deficiência dependem muito do desenvolvimento do indivíduo nas relações sociais e de seus aprendizados, variando bastante de uma criança para outra. Em geral, a deficiência intelectual traz mais dificuldades para que a criança interprete conteúdos abstratos. Isso exige estratégias diferenciadas por parte do professor, que diversifica os modos de exposição nas aulas, relacionando os conteúdos curriculares a situações do cotidiano, e mostra exemplos concretos para ilustrar ideias mais complexas. O professor é capaz de identificar rapidamente o que o aluno não é capaz de fazer. O melhor caminho para se trabalhar, no entanto, é identificar as competências e habilidades que o aluno tem. Propor atividades paralelas com conteúdos mais simples ou diferentes, não caracteriza uma situação de inclusão.
  31. 31. É preciso redimensionar o conteúdo com relação ás formas de exposição, flexibilizar o tempo para a realização das atividades e usar estratégias diversificadas, como a ajuda dos colegas de sala – o que também contribui para a integração e para a socialização do aluno. Em sala, também é importante a mediação do adulto no que diz respeito à organização da rotina. Falar para o aluno com deficiência intelectual, previamente, o que será necessário para realizar determinada tarefa e quais etapas devem ser seguidas é fundamental.
  32. 32. O aluno com deficiência intelectual: podemos falar em regularidades quanto ao processo de aprendizagem? Sim, mas........... É preciso considerar que... •O aluno é um sujeito epistêmico (sujeito do conhecimento ) •O aluno é uma pessoa contextualizada •O aluno atribui significado ao meio físico e social •O aluno incorpora elementos de sua cultura
  33. 33. Motivação Os fatores motivacionais afetam o desempenho de alunos com Deficiência Intelectual. Dentre esses fatores se destacam a qualidade das relações sociais, as interações sociais negativas, a expectativa de fracasso, a dependência dos outros e a baixa autoestima. No plano pedagógico: 1- Reconhecer o esforço do aluno; 2- Acompanhar o aluno em seu percurso de resolução de problema quando ele apresenta dificuldade, mas jamais fazer a tarefa em seu lugar; 3- Propor ao aluno problemas compatíveis com o seu nível de desenvolvimento (zona de desenvolvimento proximal);
  34. 34. Atenção Na deficiência intelectual o sujeito possui déficit de atenção, sente dificuldade em orientar sua atenção para aquilo que realmente interessa, comprometendo o desenvolvimento do aluno:  No ritmo de aprendizagem;  Na resolução de problemas;  Na transferência de informações no interior de um procedimento No plano pedagógico, é fundamental: 1- Dar orientações breves e precisas aos alunos; 2- Solicitar ao aluno que explore sistematicamente e descreva o material sobre o qual ele deve trabalhar; 3- Explicar para o aluno exatamente o que está sendo solicitado dele (compreensão do problema); 4- propor atividades de aprendizagem significativas e de interesse do aluno; 5- orientar o aluno a verificar suas respostas.
  35. 35. Memória Os sujeitos com deficiência intelectual possuem dificuldades no processo da memória. Suas causas podem ser tanto de natureza estrutural como na ausência de utilização de estratégias cognitivas de reagrupamento ou de repetição interna que dificulta o processamento da memória a curto prazo. O déficit na memória de curto prazo pode causar dificuldades nas situações de aprendizagem. Assim como nessa memória, a de longo prazo também apela para as estratégias cognitivas de codificação e de recuperação de informação.
  36. 36. No plano pedagógico: 1- Solicitar que o aluno formule com suas próprias palavras a demanda do professor ; 2- Perguntar ao aluno se ele já realizou aprendizagens ou problemas semelhantes; 3- interrogar frequentemente o aluno sobre as orientações para a realização da tarefa; 4- Solicitar ao aluno que verifique se ele respeitou as orientações para a realização da tarefa; 5- Pedir ao aluno que organize as informações, reagrupando-as de maneira que possibilite a conservação da informação; 6- Ajudar ao aluno a dar sentido ao seu percurso
  37. 37. TRANSFERÊNCIA No plano pedagógico: 1- Estabelecer relações com a família de maneira que as aprendizagens feitas na escola possam ser aplicadas também em situações da vida cotidiana e vice versa; 2- Planejar com o aluno a aplicação de seus novos saberes e saber fazer em diferentes contextos. Os sujeitos que apresentam deficiência intelectual sentem dificuldade na transferência de conhecimentos de uma situação a outra.
  38. 38. Metacognição Na deficiência intelectual existe uma fragilidade metacognitiva. A passividade no plano intelectual pode ser resultado dessa fragilidade. Assim, dificuldades em definir com clareza a natureza do problema a resolver, estabelecer relações com outros problemas semelhantes, selecionar estratégias úteis para solucioná-los são comuns em pessoas com deficiência intelectual. As pessoas com deficiência intelectual não solicitam espontaneamente as estratégias metacognitivas tais como: • Antecipar a natureza e as implicações do problema; • Comparar e selecionar as estratégias de execução pertinentes; significa “pensar sobre o próprio pensamento”.
  39. 39. O que considerar então na prática pedagógica? 1. Desenvolvimento de habilidades/recursos que estão em conexão com o ensino voltado para as diferenças. 2. Análise dos objetivos que estão sendo perseguidos com relação ao ensino voltado para as diferenças. 3. Identificação das principais estratégias de ensino que desenvolve em sala de aula. 4. Compreensão das estratégias utilizadas. 5. Reflexão sobre a eficácia das estratégias e atividades no atendimento às diferenças. 6. Reflexão sobre a leitura que faz da dinâmica dos seus alunos desde que estão sujeitos a esse contexto de ensino.
  40. 40. AS AULAS DEVEM...  Partir de um planejamento que envolva a organização da rotina, o clima social da aula, as estratégias e os recursos pedagógicos.  Ajudar os alunos a atribuir significado pessoal à aprendizagem.  Explorar as ideias prévias antes de iniciar nova aprendizagem.  Adotar uma variedade de estratégias e possibilidades de escolha.  Utilizar estratégias de aprendizagem cooperativa.  Dar oportunidade para que os alunos pratiquem e apliquem com autonomia o que foi aprendido.  Preparar e organizar os materiais e recursos de aprendizagem.  Monitorar permanentemente o processo de aprendizagem dos alunos para ajustar o ensino.
  41. 41. COMO SUPERAR ESSES DESAFIOS? •Pautar-se pelas potencialidades dos alunos; •Implementar atividades cooperativas/colaborativas (Aprendizagem cooperativa); •Considerar os diferentes níveis, ritmos e estilos de aprendizagem; •Rever concepções; •Romper com o modelo conservador de ensino; •Oferecer opções de materiais diferenciados para a realização de uma mesma atividade; •Fortalecer as Interações entre professor-aluno e dos alunos entre si; •Estabelecer expectativas positivas.
  42. 42. •Planejar e preparar recursos, materiais e estratégias de intervenção; •Fortalecer os saberes dos professores (curriculares, experienciais...); •Pautar-se pela colaboração entre os profissionais da escola; •Instaurar a reflexão pelo professor sobre a prática que realiza; •Realizar trabalho simultâneo, cooperativo e participativo; •Considerar as necessidades do educando e as propostas educacionais a serem propiciadas. •Planejar atividades para uma turma levando em conta a presença de alunos com deficiências e contemplá-los na programação;
  43. 43. Concluindo... O ENSINO COM ATENÇÃO AS DIFERENÇAS DEVE...  Organizar as interações e as atividades, de modo que cada aluno seja confrontado constantemente, ou ao menos com bastante frequência, com as situações didáticas mais fecundas para ele.  Possibilitar o acesso a uma cultura de base comum através de uma diferenciação no interior de situações didáticas abertas e variadas levando cada aluno a se confrontar com aquilo que é do seu interesse ou que é obstáculo na construção do conhecimento.  Utilizar diversas estratégias didáticas, de forma que sejam respeitadas e atendidas as características individuais dos alunos.  Desenvolver diferentes atividades ao mesmo tempo na sala de aula, o que implica numa organização apropriada da classe bem como na possibilidade de cooperação estreita entre os professores no planejamento.
  44. 44. DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: EMIR MACEDO..................................................................... 2 SALAS JANDYRA VIEIRA DA CUNHA BARRA............................... 2 SALAS JOCELYN PONTES GESTAL............................................... 2 SALAS MISSIONÁRIO MANOEL DE MELLO.................................. 2 SALAS MARIA DE LOURDES ROSÁRIO NEGREIROS................... 2 SALAS MARIA DE LOURDES NOGUEIRA ALBERGARIA.............. 2 SALAS MENOTTI DEL PICCHIA....................................................... 2 SALAS OCTÁVIO MARCONDES FERRAZ.......................................2 SALAS SÃO JOÃO EVANGELISTA................................................... 1 SALA DEFICIÊNCIA VISUAL: ORESTES ROSOLIA............................................................. 2 SALAS DEFICIÊNCIA AUDITIVA: SÃO JOÃO EVANGELISTA................................................... 2 SALAS AUTISMO: BERNARDO RODRIGUES NOGUEIRA................................. 2 SALAS AUGUSTO BAILLOT............................................................... 2 SALAS SALAS DE RECURSO – LESTE 4
  45. 45. IMPORTÂNCIA DO REGISTRO
  46. 46. VOCÊ PENSA VOCÊ ESCREVE O aluno não sabe O aluno não adquiriu os conceitos, está em fase de aprendizado Não tem limites Apresenta dificuldades de auto-regulação, pois... É nervoso Ainda não desenvolveu habilidades para o convívio no ambiente escolar, pois... Tem o costume de roubar Apresenta dificuldades de autocontrole quando... É agressivo Demonstra agressividade em situações de conflito; usa de meios físicos para alcançar o que deseja. É bagunceiro, relaxado, porco Ainda não desenvolveu hábitos próprios de higiene e de cuidados com seus pertences. Não sabe nada Aprendeu algumas noções, mais necessita desenvolver... É largado da família Apresenta ser desassistido pela família, pois... É desobediente Costuma não aceitar e compreender as solicitações dos adultos; tem dificuldades em cumprir regras...
  47. 47. É apático, distraído Ainda não demonstra interesse em participar das atividades propostas; muitas vezes parece se desligar da realidade, envolvido em seus pensamentos. É mentiroso Costuma utilizar inverdade para justificar seus atos ou relatar as atitudes dos colegas. É fofoqueiro Costuma se preocupar com os hábitos e atitudes dos colegas. É chiclete É muito afetuoso; demonstra constantemente seu carinho. É sonso e dissimulado Em situações de conflito coloca-se como espectador, mesmo quando está clara a sua participação.
  48. 48. É preguiçoso Não realiza as tarefas, aparentando desânimo e cansaço, porém logo parte para brincadeiras e outras atividades. É mimado Aparenta desejar atenções diferenciadas para si, solicitando que sejam feitas todas as suas vontades. É deprimido, isolado, antissocial Evita o contato e o diálogo com os colegas e professores preferindo permanecer sozinho; Ainda não desenvolveu hábitos e atitudes próprias do convívio social. É tagarela Costuma falar mais do que o necessário, não respeitando os momentos em que o grupo necessita de silêncio. Tem a boca suja Utiliza-se de palavras pouco cordiais para repelir ou afrontar.
  49. 49. Possui distúrbio de comportamento Apresenta comportamento pouco comum para sua idade o que desfavorece o seu convívio no grupo, tais como... É egoísta Ainda não sabe dividir o espaço e os materiais de forma coletiva. Coloque sempre as intervenções feitas para as ações apresentadas, isto ressalta o trabalho do educador em sala de aula.
  50. 50. OBRIGADA. Regina Leôncio PCNP Educação Especial – DE Leste 4

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