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Logística 4.0: oportunidades e desafios

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Logística 4.0: oportunidades e desafios

A Industria 4.0, focada na “Transformação Digital”, propiciou a criação de um novo conceito: Logística 4.0. Com isto, busca-se a automação total dos processos aplicados à cadeia logística, utilizando-se o mesmo conjunto de tecnologias disruptivas associadas à Industria 4.0. Dada a importância sobre a vantagem competitiva da indústria 4.0 a apresentação trará tópicos relacionados às oportunidades e desafios para o Brasil.

Felipe Soria | Expositor
Consultor de Digitalização e Indústria 4.0 SENAI - Trainee de Digitalização e Indústria 4.0.

A Industria 4.0, focada na “Transformação Digital”, propiciou a criação de um novo conceito: Logística 4.0. Com isto, busca-se a automação total dos processos aplicados à cadeia logística, utilizando-se o mesmo conjunto de tecnologias disruptivas associadas à Industria 4.0. Dada a importância sobre a vantagem competitiva da indústria 4.0 a apresentação trará tópicos relacionados às oportunidades e desafios para o Brasil.

Felipe Soria | Expositor
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Logística 4.0: oportunidades e desafios

  1. 1. 3 LOGÍSTICA 4.0Oportunidades e Desafios
  2. 2. Digitalização Núcleo de Tecnologia Logística Escola Senai “Morvan Figueiredo” Núcleo de Tecnologia Logística
  3. 3. ATUAÇÃO do SENAI-SP na Indústria À partir do ano de 2009, a escola SENAI "Morvan Figueiredo", passou a oferecer soluções educacionais e tecnológicas para a área da Logística. A escola SENAI "Morvan Figueiredo" iniciou suas atividades em 1945, oferecendo diversidade de cursos de aprendizagem industrial nas áreas de mecânica, metalurgia, madeira, eletricidade e calçados. Atualmente, somos um Núcleo de Tecnologia Logística, o que aprofunda a especialização da unidade através de recursos e investimentos pertinentes ao tema, e possibilitando a prestação de serviços em consultoria.
  4. 4. A Industria 4.0, focada na “Transformação Digital”, propiciou a criação de um novo conceito, o da Logística 4.0 Na Logística 4.0 busca-se pela automação total dos processos aplicados à cadeia logística, utilizando-se o mesmo conjunto de tecnologias disruptivas associadas à Industria 4.0
  5. 5. Sociedade 4.0 2013
  6. 6. Tornar algo disponível digitalmente Digitalização
  7. 7. Custo das Tecnologias 2013
  8. 8. 1ª Revolução Máquina a vapor Trabalho assalariado 2ª Revolução Motor elétrico Divisão do trabalho Fordismo e Taylorismo 3ª Revolução Robotização e informática Sistema Toyota 4ª Revolução Digitalização Internet das coisas Caminho até a quarta Revolução Industrial
  9. 9. EVOLUÇÃO •Mesmos modelos de negócio •Mesma cadeia de valor REVOLUÇÃO •Novos modelos de negócio •Nova cadeia de valor Mídias Evolução x Revolução
  10. 10. Pessoas TecnologiasProcessos São o FOCO Desenvolver habilidades para novas formas de pensar Ser um agente da evolução das pessoas É o que IMPORTA Novas formas de negócios e de produção Transformar processos É o MEIO Digitalização básica Tecnologias habilitadoras O Tripé das Revoluções Industriais Pessoas, Processos e Tecnologias
  11. 11. • Forma com que os Sistemas enxergam os processos • Esta é a tecnologia base para a Indústria/Logística 4.0 SABEDORIA CONHECIMENTO INFORMAÇÕES DADOS BENEFÍCIO PARA HUMANIDADE Internet of Things - IoT A Internet das Coisas
  12. 12. A interconexão se faz necessária
  13. 13. Segundo o SENAI-SP Conceito de Indústria 4.0 Interconexão de toda a cadeia de valor (Informações + Pessoas + Equipamentos) através da Internet, utilizando os dados para a TOMADA DE DECISÕES na Indústria.
  14. 14. Auxílio na tomada de decisões “O Waze da Indústria”
  15. 15. Logística 4.0 Soluções onde são utilizados o armazenamento de informações na nuvem, plataformas tecnológicas para centralização de serviços, inteligência artificial, automação e internet das coisas, entre outros. Essas soluções vêm para resolver os problemas mais presentes hoje no segmento Logístico, que são a diminuição de custos, segurança do transporte, melhor gerenciamento de estoque e gestão integrada, por exemplo. Neste contexto, podemos ver o mercado voltar-se à Logística não só como um serviço de transporte, mas sim como uma arma competitiva de negócios.
  16. 16. Supply Chain 4.0
  17. 17. “The future belongs to those who think ahead. Our Logistics Trend Radar, an industry-acclaimed foresight tool, shows us that innovation will be more important than ever, as digitalization drives the biggest transformation we’ve ever seen in the industry in the coming years.” Katja Busch Chief Commercial Officer, DHL Logistics Trend Radar 2019 Logistics Trend Radar
  18. 18. Logistics Trend Radar
  19. 19. Uso de Simulação na Logística
  20. 20. Usos na indústria  Teste de validação dos investimentos;  Balanceamento de Linhas;  Projeto de Células & layout;  Implantação de Lean Production;  Suporte a projetos 6 Sigma;  Apoio ao PCP e ao S&OP;  Movimentação e Armazenagem de Materiais. Usos na logística • Movimentação de Materiais; • CDs: Projeto, dimensionamento e otimização; • Planejamento de transportes; • Distribuição e Supply Chain; • Decisão quanto à abertura / fechamento; • Localização e área de atuação dos sites; • Ferramenta de Planejamento e Programação; Uso de Simulação
  21. 21. • Lean Manufacturing • Uso de sensores controladores • Sistemas de otimização • Decisões Digitais • Internet das Coisas • Cloud Computing • Cibersegurança • Uso de Inteligência Artificial para tomada de decisões • Machine Learning • Drones • AGVs e Cobôs • Data Mining • Realidade Aumentada • Realidade Virtual • Geolocalização Automação e Otimização Digitalização Básica Tecnologias Habilitadoras 3. 0 4. 0 Onde estamos? Degraus até o 4.0
  22. 22. 25 1 Benchmarking em modelos da VDMA* e Unity 2 3 Aplicada na fase de Mapeamento Tropicalização da ferramenta pelo SENAI Toolbox SENAI de Maturidade 4.0 Indústria Mapeada *VDMA: Associação Alemã de Fabricação de Máquinas e Instalações Industriais Objetivo Definir onde e qual tecnologia utilizar objetivando o crescimento sustentável de sua competitividade.
  23. 23. Logística 4.0 - Camadas de aplicação Toolbox Fluxo produtivo O fluxo produtivo diz respeito aos processos pelo qual a matéria-prima é tratada até se tornar o produto acabado, processo de criação de valor ao objeto Identificação e rastreabilidade Identificar e localizar de um material dentro da cadeia de suprimentos Armazenagem Forma de estocar materiais, considerando seletividade, utilização do espaço e estratégia de armazenagem Distribuição Referente à saída de materiais, faz interface com os clientes e faz referencia a roteirização de entregas Movimentação Equipamentos utilizados para movimentar materiais dentro da fábrica Suprimentos Referente à entrada de materiais, possui relação com área de compras e deve fazer interface com fornecedores JULHO2019 26
  24. 24. 27 Camadas de Aplicação x Níveis de Maturidade Iniciado (1) Controlado (2) Otimizado (3) Conectado (4) Inteligente (5) Identificação e Rastreabilidade Não existente Identificação básica sem integração Capacidade de rastrear itens e processos intermediários internamente Conectado, instruções predefinidas baseadas na identificação do produto Respostas autônomas baseadas na identificação do produto, rastreabilidade total Estruturas de Armazanagem Não existente Possui Estrutura de Armazenagem Estrutura aderente a estratégia de Armazenagem Conectado, com troca de informações e segue instruções predefinidas Sistema autônomo (inteligente) e flexível Equipamentos de Movimentação Transporte Manual Utilização de máquinas para transporte Intralogístico Equipamento adequado à Estrutura de Armazenagem ou Máquina Conectado, com troca de informações e segue instruções predefinidas Movimentação autônoma e flexível Fluxo Produtivo Não existe gerenciamento definido: o fluxo produtivo é empurrado Existe um gerenciamento empírico da produção: o fluxo produtivo tende a ser puxado Existe um sistema de gerenciamento da produção Existe Integração de sistemas: verticalização. Produção preditiva baseada em demanda, capacidade produtiva, distribuição e suprimentos: horizontalização Distribuição Frota Descentralizada (sem planejamento) Frota Centralizada (planejamento "empírico") Uso de sistema de gerenciamento de transporte para planejamento Frota conectada, fornecendo dados em tempo real para tomadas de decisão Transporte planejado/feito de forma Autônoma Suprimentos Não existe gerenciamento definido: suprimentos gerando estoque Existe gerenciamento empírico: suprimentos visa reduzir / eliminar estoque Existe um sistema de gerenciamento, considerando histórico Existe Integração de sistemas: verticalização. Suprimentos preditivos baseados em demanda, informações de fornecedores e capacidade produtiva: horizontalização
  25. 25. Maturidade Logística 4.0 – Cenário Atual Toolbox 28 2,00 2,88 2,65 2,17 2,44 2,71 IDENTIFICAÇÃO E RASTREABILIDADE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM SISTEMAS DE MOVIMENTAÇÃO DISTRIBUIÇÃO FLUXO PRODUTIVO SUPRIMENTOS Nível geral: 2,47 ID e Rastreabilidade: Folha de papel, sem rastreabilidade Armazenagem: Estruturas parcialmente adequadas Movimentação: Equipamentos parcialmente adequados Suprimentos: Gerenciamento empírico sem integração Produção: Gerenciamento empírico, sem PCP Distribuição: Sem planejamento claro, frota centralizada
  26. 26. Roadmap – Plano de Implantação Toolbox 29
  27. 27. Maturidade Logística 4.0 – Cenário 1 Toolbox 30 3,1 3,2 3,1 3 2,9 3,3 IDENTIFICAÇÃO E RASTREABILIDADE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM SISTEMAS DE MOVIMENTAÇÃO DISTRIBUIÇÃO FLUXO PRODUTIVO SUPRIMENTOS ID e Rastreabilidade: Código de Barras Armazenagem: Estrutura adequada e sensorizada (IoT) Movimentação: Equipamentos adequados e sensorizados (IoT) Suprimentos: ERP Adequado Produção: PCP Implantado Distribuição: Sistema TMS Nível geral: 3,10
  28. 28. Maturidade Logística 4.0 – Cenário 2 Toolbox 31 3,5 3,2 3,1 3,6 3,6 3,7 IDENTIFICAÇÃO E RASTREABILIDADE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM SISTEMAS DE MOVIMENTAÇÃO DISTRIBUIÇÃO FLUXO PRODUTIVO SUPRIMENTOS Nível geral: 3,45 ID e Rastreabilidade: RFID integrado ao MES Armazenagem: Estrutura Adequada e sensorizada Movimentação: Equipamentos adequados e sensorizados Suprimentos: ERP adequado e integrado ao MES Produção: MES implantado e integração com PCP e ERP Distribuição: Sistema TMS integrado ao MES
  29. 29. Maturidade Logística 4.0 – Cenário 3 Toolbox 4,1 3,7 3,6 4,05 4,07 4 IDENTIFICAÇÃO E RASTREABILIDADE SISTEMAS DE ARMAZENAGEM SISTEMAS DE MOVIMENTAÇÃO DISTRIBUIÇÃO FLUXO PRODUTIVO SUPRIMENTOS Nível geral: 3,92 ID e Rastreabilidade: RFID integrado e sistema WMS e MES Armazenagem: Estrutura automatizada e sistema WMS Movimentação: Equipamentos automatizados Suprimentos: Integração ao MES e WMS Produção: PCP integrado ao MES, WMS, TMS e ERP Distribuição: Sistema TMS integrado com MES e IoT na frota
  30. 30. • Mudança da cultura organizacional, pois esta implementação não depende apenas da nova tecnologia inserida, mas da aceitação dela na rotina e na capacitação dos funcionários; • Mudança de processos da empresa, visto que a logística 4.0 implica em redução de desperdícios, sendo um deles os grandes estoques presentes dentro da empresa, ao mesmo tempo que busca trabalhar com lead times menores; • Conectar devidamente todos os pontos da cadeia de suprimento, visto que envolve diversas empresas diferentes com sistemas, culturas e negócios diferentes. Desafios da Logística 4.0
  31. 31. • Redução do volume de estoques de matérias-primas e, ao mesmo tempo desenvolver os fornecedores para torná-los aptos a atender seus pedidos conforme as necessidades de linha de produção, e não para ter excedente de mercadorias; • Maior integração, compartilhamento de informações e controle de processos para que eles se tornem mais eficientes, eliminando etapas burocráticas; • Visibilidade de toda a cadeia de abastecimento pela utilização de recursos digitais, considerando as etapas do processo produtivo, infraestrutura de transporte e a seleção de modais de transportes; Benefícios da Logística 4.0
  32. 32. • Diminuição da incidência de erros e de trabalho manual. Os sistemas de gestão passam a conter todos os dados necessários; • Propicia o fluxo de produtos e serviços, bem como de informações; • Aumento da facilidade de identificação de problemas e permite a adoção de soluções racionais; • Transformação de processos com o intuito de torná-los menos onerosos para a companhia. Benefícios da Logística 4.0
  33. 33. A seguir, 3 Cases de Sucesso mostrando o emprego da Logística 4.0 e os impactos positivos nos resultados das empresas
  34. 34. Case 1 - Monsanto Visualização das Operações “end to end” A Monsanto do Brasil lançou o “Logistics Smart Center”, em julho de 2018, o primeiro centro logístico da companhia a utilizar tecnologia de ponta para monitorar indicadores e informações operacionais. O sistema permite a visualização, em tempo real, das operações “end-to-end”, da transportadora até o cliente, e de todas as etapas desse processo, incluindo deslocamento de carga e armazenagem de produto. A nova plataforma também possibilita prever situações críticas, o que permite agir com antecedência e minimizar possíveis impactos na operação e na satisfação dos clientes.
  35. 35. Estudos para Implantação na Monsanto A transformação na área de Logística e Customer Care da Monsanto está baseada em três pilares: pessoas, processos e sistemas. “Depois de uma série de benchmarkings e estudos, a equipe decidiu mudar a atuação nas operações logísticas para um modo mais ofensivo, ou seja, acompanhar informações em tempo real para agir antes que algum possível problema aconteça, chamado Predictive Model. O Logistics Smart Center também possibilitou uma gestão mais eficiente em diversas frentes, como: monitoramento de cargas e dos centros de distribuição em tempo real; monitoramento, por câmeras, da temperatura e umidade dos centros; gestão de estoque e financeira; e a extração e o tratamento de dados, que foi simplificado com a implantação de ferramentas de real time visibility.
  36. 36. Resultados após Implementação • Elevação de 20% no nível de entregas no tempo correto (OTD) por meio da ferramenta de machine learning , com mais de 600 atrasos de entregas evitados em três meses • Melhoria na acuracidade ( precisão, exatidão ) de inventário para índices próximos a 100% • Redução de 50 mil km de distância percorrida com a otimização da roteirização de entregas, representando 40 toneladas de redução de emissão de CO2, além da redução de custos com combustível • 100% de visibilidade online da data final de entrega e otimização de mais de 2% na taxa de ocupação de veículos • Com o projeto ainda foi possível implementar oito novas estratégias de otimização de cargas e rotas para melhor nível de serviço ao cliente, trazendo benefício direto no controle de custos logísticos
  37. 37. Case 2 - Walmart Adoção de Sistema de Gestão de Estoques O segredo do gigante americano Walmart para manter seus preços baixos e um alto número de vendas está, na verdade, em um excelente trabalho de logística e distribuição. Nos anos 80, o Walmart foi uma das primeiras empresas a adotar um Sistema de Gestão de Estoques para suas lojas que eram de fato controladas pelo fornecedor , o VMI. Atualmente, a empresa continua sendo um exemplo de inovação e de eficiência em logística
  38. 38. Boas Práticas Incorporadas pelo Walmart • Adoção do sistema de armazenagem e preparação de pedidos por meio da voz , “Voice Picking”, que reduz significativamente o número de etiquetas impressas e o uso de papel; • Otimização do transporte: o mesmo caminhão que deixa o centro de distribuição lotado com produtos para as lojas, retorna repleto de produtos das indústrias próximas parceiras, o que representa uma enorme economia de combustível; • Aperfeiçoamento das embalagens, de modo que o espaço nas carretas seja mais bem utilizado; • Uso da tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) nas etiquetas dos produtos, tornando possível saber o conteúdo de caixas mesmo sem ter que abri-las, encontrar facilmente mercadorias e se informar sobre a necessidade de reposição dos estoques. Essa tecnologia previne problemas como perdas, desperdícios e extravios
  39. 39. Case 3 - Riachuelo Novo Centro de Distribuição “High Tech” A Riachuelo empreendeu uma mudança em seu centro de distribuição, que consumiu investimento de R$ 250 milhões. O projeto ficou pronto no último trimestre de 2016 e teve um efeito positivo no resultado da empresa, que divulgou lucro de R$ 252,4 milhões entre outubro e dezembro, salto de 60% ante o mesmo trimestre de 2015. Uma das estrelas do novo centro de distribuição da Riachuelo, construído em Guarulhos, é um robô de 18 metros de altura que se movimenta a uma velocidade de 55 km por hora. Totalmente automatizada, a estrutura permite o abastecimento unitário. Ou seja: o robô separa os pedidos, peça a peça, e não mais por grades de tamanho.
  40. 40. • As substituições de produtos nas lojas são definidas a partir da informação em tempo real do que está sendo vendido. A ideia é que os caminhões da rede visitem todas as unidades ao menos três vezes por semana. Esse sistema também guiará a produção industrial, que poderá redefinir suas prioridades a partir das peças que tiverem melhor aceitação. • No último trimestre de 2016, além da alta do lucro líquido, outras duas linhas do balanço da Riachuelo tiveram impacto da nova lógica de abastecimento. As vendas em lojas abertas há mais de um ano tiveram alta de 3,3%. E a companhia conseguiu reduzir encalhes: os estoques caíram 11% em relação aos 12 meses anteriores. Resultados após Implementação na Riachuelo
  41. 41. Conclusõe s • A Logística 4.0 está cada vez mais próxima da realidade das empresas brasileiras. Exemplos, como o emprego de softwares de gerenciamento de transporte (TMS), uso de aplicativos para o planejamento de entregas e empilhadeiras autônomas, já estão presentes dentro de diversas empresas no Brasil; • O resultado mais importante obtido com a utilização dos recursos da logística 4.0 é que ajuda as empresas a se tornarem mais competitivas, aumentam o número de clientes satisfeitos e se destacam perante os concorrentes; • As empresas devem estar preparadas para mudar e se adaptar aos novos desafios que o mercado impõe. Por essa razão, a realização de investimentos em infraestrutura e tecnologia é fundamental; • Nós, do Núcleo de Tecnologia Logística do Senai SP , Unidade “Morvan Figueiredo” , além de um know-how acumulado em Atendimento a Empresas na área de Logística, possuímos uma Equipe de Especialistas altamente qualificados, que certamente ajudarão sua empresa a maximizar lucros, rumo à Logística 4.0, através do emprego de ferramentas inovadoras.
  42. 42. Núcleo de Tecnologia em Logística SENAI “Morvan Figueiredo” mooca.sp.senai.br Rua do Oratório, 215 – Mooca, São Paulo +55 11 2076-3201 / +55 11 9 6916-8289 Facebook.com/senaimooca
  43. 43. Obrigado! Elaborado por: Jefferson Gandolfi Feitosa – feitosa@sp.senai.br Felipe Soria – felipe.soria@sp.senai.br

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