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O que Aprender com 8 Grandes Gurus da GestãoAs ideias que os executivos não podem esquecer de alguns dos mais importantes ...
Michael Porter: RH é o primeiro passo da boa estratégiaMesmo criado na década de 80 por Michael Porter, o modelo das cinco...
Renée Mauborgne: inovar não é o bastanteUma empresa inovadora não é sinônimo de uma empresa bem-sucedida. Essa é uma das i...
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O que aprender com 8 grandes gurus da gestão

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O que aprender com 8 grandes gurus da gestão

  1. 1. O que Aprender com 8 Grandes Gurus da GestãoAs ideias que os executivos não podem esquecer de alguns dos mais importantes especialistas do mundo dosnegóciosTom Peters: pessoas são o mais importanteO clichê não surgiu à toa. Sem medo de ser óbvio, Tom Peters é enfático ao dizer que as pessoas são o que aempresa tem de mais valioso. Sejam clientes ou funcionários, o guru chama a atenção para a necessidade desempre manter o respeito e a cordialidade para com os outros, pois são eles os responsáveis pelo crescimento doslucros e pela manutenção dos negócios.Saber se comunicar dentro da companhia, estabelecer uma boa relação entre chefes e empregados, pedirdesculpas, agradecer, e manter contato com parceiros e fornecedores são algumas das lições mais importantes doespecialista. Quando se fala de pessoas, não podem ficar de fora as preocupações com a busca ininterrupta eobcecada dos melhores profissionais, já que é deles que os melhores frutos vão sair.Jim Collins: 10 passos para começar na próxima semanaSucessor do guru Peter Drucker, Jim Collins não tem medo de colocar o dedo na cara dos empresários e dizerque são as empresas as causadoras de seu próprio declínio. Sem querer dar receita de bolo, ele estabelece 10passos para gestores e companhias que estão dispostos a evitar esse fim. Confira:1.Diagnostique a situação da empresa para saber onde pode melhorar2.Pergunte a si mesmo: quantos cargos-chave estão nas mãos das pessoas certas?3.Crie um conselho de administração pessoal, que ajude a entender o que está certo e errado4.Duplique as perguntas e afirme menos, isso é sinal de liderança5.Na próxima reunião, faça um inventário dos fatos “brutais” da empresa, os mais difíceis de se encarar6.Descubra, perguntando a si e aos outros, qual é o seu motor e o da organização7.Seja disciplinado e faça uma lista do que precisa parar de fazer8.Desligue seus dispositivos eletrônicos por um dia, toda semana, para fazer uma reflexão disciplinada9.Esclareça seus valores, questione suas práticas e repasse para os mais jovens10.Estabeleça metas audaciosas e cabeludas para os próximos anos. Tenha sonhos.C.K. Prahalad: o legado da base da pirâmideO guru C.K. Prahalad morreu em abril de 2010, com o sonho de que, no futuro, não houvesse mais diferenciaçãoentre produtos para ricos e pobres. Essa realidade ainda está longe de acontecer, mas o conhecimento deixadopor ele sobre a chamada base da pirâmide pode ajudar a realizar esse sonho. Quando o mundo ainda não sabia dopotencial das classes C, D e E, Prahalad lançou a ideia de que é possível lucrar com esse público e, ao mesmotempo, ajudar a combater a pobreza.O conceito, que hoje já é mais aceito pelas empresas, tem por base a criação de produtos e serviços destinados aesse segmento, com qualidade e preços acessíveis, e, simultaneamente, a oferta de empregos a essas pessoas nosprocessos de produção e distribuição dos mesmos produtos. Essa dinâmica lançada por Prahalad pode gerarcrescimento econômico da empresa, trabalho e ascensão social das classes que, hoje, representam 80% dapopulação do país.
  2. 2. Michael Porter: RH é o primeiro passo da boa estratégiaMesmo criado na década de 80 por Michael Porter, o modelo das cinco forças (ameaça de produtos substitutos,poder de barganha dos clientes, ameaça de novos entrantes e poder de barganha dos fornecedores em torno darivalidade entre concorrentes) continua atual. Para evitar o desgaste causado por esses desafios, o guru daestratégia afirma que a prioridade de uma empresa não deve ser ficar em primeiro lugar, mas ser a única domercado. E, segundo ele, o instrumento mais eficaz para cumprir essa meta é o departamento de recursoshumanos.Isso porque só contratando as pessoas certas para os lugares certos, é que uma companhia pode compreender aestratégia e tirá-la do papel. Com os funcionários indicados para cumprir os planos da empresa, o próximo passoé entender que o objetivo principal de uma organização não deve ser crescer sempre, mas ter um retorno positivosobre o investimento. A estrutura do setor precisa ser bem conhecida para não haver surpresas ruins e,finalmente, é preciso reconhecer que não se pode agradar a todos. Faz parte da estratégia definir o que não podeser feito, os públicos que não serão contemplados.Robert Cialdini: como influenciar sem manipularA influência é parte importante no processo de negociação, mas não pode ser confundida com a manipulação,seu lado mais perverso. O especialista na área de persuasão Robert Cialdini escolheu seis princípios para asempresas compreenderem melhor a arte de influenciar pessoas, sem se deixar levar pela tentação de manipular: 1.Reciprocidade. Dê algo primeiro (informação ou benefício), pois as pessoas vão gostar e, depois, vão quererretribuir 2.Escassez. Tenha recursos exclusivos e divulgue-os, pois as pessoas gostam mais do que é raro ou escasso 3.Comprometimento. As pessoas tendem a tomar decisões de forma coerente com o que fizeram antes. Por isso,conhecer seu “histórico” ajuda a antecipar decisões 4.Apreciação. Mostrar semelhanças e afinidades entre as partes ajuda na aceitação das propostas e nofechamento do negócio 5.Autoridade. Não basta ser, tem que dizer. Deixar claro que é um especialista sobre o assunto em questão éuma artimanha eficaz para persuadir 6.Aprovação social. É importante conhecer as ações coletivas mais comuns, já que as pessoas tomam asdecisões alheias como base para suas próprias ações.Vijay Govindarajan: para inovar, o segredo é executarO ponto-chave da estratégia no processo de inovação não é ter ideias. Para o indiano Vijay Govindarajan, fazer ofamoso brainstorming é a parte mais fácil, duro mesmo é executar as propostas feitas. Além da disposição paramudar, tirar projetos do papel demanda dinheiro, estrutura e equipe bem preparada, elementos que nem sempreestão à disposição em uma empresa que sabe que é preciso inovar, mas está presa demais à tradição.Na execução, o guru recomenda às empresas dois passos imprescindíveis: o primeiro é ter um grupo de inovaçãoseparado, para que possa realmente “pensar fora da caixa”. O segundo aspecto importante é não deixar que essaequipe se desprenda demais da companhia, para não perder o foco, apesar de sua independência. SegundoGovindarajan, não é o dinheiro que faz as empresas empacarem nesse processo, mas a dificuldade decompreender que crescer implica em mudar.
  3. 3. Renée Mauborgne: inovar não é o bastanteUma empresa inovadora não é sinônimo de uma empresa bem-sucedida. Essa é uma das ideias mais importantesda estratégia do Oceano Azul, elaborada por Renée Mauborgne e W. Chan Kim. Se a empresa quer sair dochamado oceano vermelho, repleto de concorrência acirrada e agressividade, e entrar no oceano azul, com ummercado farto e inexplorado, é preciso saber bem as necessidades do público e deixar de lado a inovação pelainovação.Segundo Mauborgne, um produto novo deve abrir portas para um mercado também novo, para que a companhiaconsiga fugir da concorrência e disparar na frente. Nesse processo, a criatividade tem seu papel, mas não é tudo.Com uma boa estratégia, disposição para mudar e abertura para novas ideias, é possível criar inovações de valorque consigam trazer oceanos azuis. Não importa o setor ou o porte da companhia, ela garante que sempre háalgum espaço ainda inexplorado.Francis Gouillart: colaborar é melhor do que competirDiferentemente de Renée Mauborgne, da estratégia do Oceano azul, Francis Gouillart não acha que a melhormaneira de ter sucesso é se isolar dos concorrentes. Pelo contrário, quanto mais interação com outras empresas,inclusive competidores, pesquisadores e clientes, melhor. O especialista, que guiou sua carreira fazendoparcerias com vários outros autores – inclusive a própria Mauborgne -, considera que a cocriação vai além dainteração com o cliente.Antes, ele afirma que é necessário redefinir a interação com todos os integrantes da companhia. Funcionáriosprecisam estar em sintonia com a cultura da colaboração. Depois, as parcerias devem evoluir para parceiros,fornecedores, vendedores e outras empresas e instituições que têm algo a acrescentar ao trabalho. Só aí, quandotodos esses grupos já estiverem engajados com o processo cocriativo, a empresa poderá partir para o nível docliente, para compreender melhor o que ele precisa e como precisa.Postado por: Luciana Carvalho | Publicado em: 01/02/2011 | Site: EXAME.comEndereço eletrônico: http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/o-que-aprender-com-8-grandes-gurus-da-gestao?p=1#link

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