Glossário de termos e conceitosusados no contexto da UNCCD// Glosario de términos y conceptosusados en el contexto de la U...
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2República federativa do BrasilPresidente: Luiz Inácio Lula da SilvaVice-presidente: José de AlencarMinistério do Meio Amb...
3Ministério do meio ambienteSecretaria de Extrativismo de Desenvolvimento Rural Sustentável - SEDRCoordenação de Combate à...
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5ReconhecimentoAgradeço às seguintes pessoas, que de uma forma ou outra me apoiaram para esta pub-licação: Ministério do M...
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12Nota sobre as fontes de informaçãousadas neste glossário// Nota sobre las Fuentes de informaciónusadas en este glosario/...
13Nota sobre as fontes de informaçãousadas neste glossárioA idéia de elaborar um glossário foi a de pos-sibilitar que dife...
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15Nota sobre las Fuentes de informaciónusadas en este glosarioLa idea de elaborar un glosario es para ayudara distintos us...
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17MP Museum of Palaeontology –University of Californiahttp://www.ucmp.berkeley.edu/glossary/glossary.htmlNatsource Natsour...
18Lista dos termos e conceitos// Listado de los terminus y conceptos//// List of terms and conceptsRAIDO_glossario_17X24.i...
19Termos/Conceitos44 | Acreditação44 | Adaptação44 | Agenda 2144 | Advocacy (Defesa))44 | Albedo44 | Anexos de Implementaç...
2057 | Evapotranspiração Efetiva57 | Evapotranspiração Potencial58 | Fertilidade dos Solos58 | Floresta Tropical58 | Flore...
2172 | Seca Hidrológica72 | Secretaria72 | Segurança Alimentar72 | Sequestro de Carbono72 | Serviços Ecossistêmicos73 | Si...
22Terminos/Conceptos82 | Acreditación82 | Acuerdos de Asociación82 | Adaptación82 | Advocacy82 | Agenda 2182 | Albedo83 | ...
2395 | Evaporación potencial95 | Evapotranspiración95 | Evapotranspiración Pontencial95 | Evapotranspiración Efectiva95 | ...
24110 | Secuestro de Carbono110 | Seguridad Alimentaria110 | Sequía110 | Sequía Hidrológica110 | Servicios Ecosistémicos11...
25Terms/Concepts118 | Accreditation118 | Adaptation118 | Advocacy118 | Afforestation118 | Agenda 21118 | Albedo118 | Anthr...
26130 | Empowerment130 | Energy Balance131 | Equatorial Convergence Zone orIntertropical Convergence Zone (ITCZ)131 | Equa...
27144 | Stakeholder144 | Standard of Living144 | Strategy144 | Subhumid Climate144 | Subsidiary Body144 | Suplementary Fun...
28Principais eventos em desertificação// Principales eventos en desertificación//// Milestones in DesertificationRAIDO_glo...
296000 a.C – O desmatamento causa o colapsodas comunidades no sul de Israel/Jordânia.3000 a.C. até 2000 a.C. – O corte com...
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31o princípio de que cada forma de vida é única edeveserrespeitada,semimportarseuvalorparaaespéciehumana.Acartachamaaatenç...
321994 – A UNCCD entra em vigor no dia 24 deoutubro. Sessões da COP da UNCCD: COP 1 –Roma (1997); COP2 – Dakar (1998); COP...
33// Principales eventosen desertificación// 6000 a.C. – La deforestación causa el colapsodelascomunidadesenelsurdeIsrael/...
34tados Unidos (con foco sobre la capacidadde soporte de las Grandes Planicies) que: (i)Recomiendalaasignaciónde900hectare...
35//1977 – Durante la Conferencia de la ONU so-bre desertificación realizada en Nairobi, lospaíses aprobaron el Primer Pla...
36de ALC elaborado en esta ocasión fue presen-tado y aprobado en la Quinta Sesión del INCDen Paris en 17 de junio de 1994....
37//// Milestones inDesertification////6000BC–Deforestationleadstothecollapseof communities in southern Israel/Jordan.////...
38the Great Plains) that both (i) recommends theassignmentof900hectaresoflandtoeachfam-ily inhabiting the Great Plains and...
39calls for an understanding of our dependenceon natural resources and the need to controlour exploitation of them.////198...
40//// 1996 – Latin America and the Caribbean, Af-rica and Asia organized their first regional meet-ings. The following ye...
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50mação e conselhos sobre os temas científi-cos e tecnológicos relacionados com a lutacontra a desertificação e a mitigaçã...
51tidade de água usada para qualquer propósito,e/ouparaprotegê-lacontraacontaminação”........................................
Glossário de termos e conceitos usados no contexto da UNCCD
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Glossário de termos e conceitos usados no contexto da UNCCD

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A desertificação e a seca são fenômenos que afetam uma vasta região do território nacional, causando impactos diretos e indiretos sobre uma população de aproximadamente de 36 milhões de pessoas na região Semiárida do Brasil. Os impactos ambientais, econômicos e sociais do avanço dos processos de desertificação são de grande magnitude para a economia brasileira e, em especial, para a economia do Nordeste. Desde 2003, o Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente - MMA, vem definindo as estratégias para enfrentar os problemas sociais, econômicos e ambientais resultantes da desertificação, por meio da implementação do Programa Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos de Seca – PAN Brasil. Tais esforços são parte do compromisso assumido pelo Brasil junto à Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação do Efeitos de Seca – UNCCD. Por considerar a UNCCD um importante instrumento para a cooperação internacional com vistas às tratativas do tema, o MMA vem apoiando fortemente os processos da Convenção, tendo organizado a Primeira Reunião Africa-América Latina e Caribe para a Implementação da Convenção (1998), a Terceira Conferência das Partes (1999), a X Reunião Regional para a América Latina e Caribe (2005), além de participar do Grupo ad hoc para a preparação da Estratégia de 10 Anos da Convenção e organizar a Iniciativa Latino-Americana de Ciência e Tecnologia em apoio à UNCCD (2008). Seguindo a nova orientação do Governo Federal, de buscar a aproximação do Brasil com países da África e América Latina, temos participado dos esforços regionais para a implementação da Convenção junto aos parceiros do Mercado Comum do Sul – MERCOSUL e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP.

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Glossário de termos e conceitos usados no contexto da UNCCD

  1. 1. Glossário de termos e conceitosusados no contexto da UNCCD// Glosario de términos y conceptosusados en el contexto de la UNCCD//// Glossary of Terms and conceptsused within THE UNCCD contextGlossáriodetermoseconceitosusadosnocontextodaUNCCD//GlosariodetérminosyconceptosusadosenelcontextodelaUNCCD////GlossaryofTermsandconceptsusedwithinTHEUNCCDcontextHeitor Matallo JuniorHeitorMatalloJuniorOganizador • Organizador • OrganizerMinistério do meio ambientePANBrasilA desertificação e a seca são fenômenos que afetamuma vasta região do território nacional, causando im-pactos diretos e indiretos sobre uma população deaproximadamente de 36 milhões de pessoas na regiãosemiáridadoBrasil. Osimpactosambientais,econômi-cosesociaisdoavançodosprocessosdedesertificaçãosão de grande magnitude para a economia brasileira e,emespecial,paraaeconomiadoNordeste.Desde2003,oGovernoFederal,pormeiodoMinisté-rio do Meio Ambiente - MMA, vem definindo as estraté-gias para enfrentar os problemas sociais, econômicose ambientais resultantes da desertificação, por meioda implementação do Programa Nacional de Combateà Desertificação e Mitigação dos Efeitos de Seca – PANBrasil. Tais esforços são parte do compromisso assu-mido pelo Brasil junto à Convenção das Nações Unidasde Combate à Desertificação e Mitigação do Efeitos deSeca–UNCCD.Por considerar a UNCCD um importante instrumentopara a cooperação internacional com vistas às tratati-vasdotema,oMMAvemapoiandofortementeosproces-sosdaConvenção,tendoorganizadoaPrimeiraReuniãoAfrica-AméricaLatinaeCaribeparaaImplementaçãodaConvenção (1998), a Terceira Conferência das Partes(1999), a X Reunião Regional para a América Latina eCaribe (2005), além de participar do Grupo ad hoc paraa preparação da Estratégia de 10 Anos da Convenção eorganizaraIniciativaLatino-AmericanadeCiênciaeTec-nologiaemapoioàUNCCD(2008).Seguindoanovaori-entação do Governo Federal, de buscar a aproximaçãodo Brasil com países da África e América Latina, temosparticipado dos esforços regionais para a implementa-ção da Convenção junto aos parceiros do Mercado Co-mum do Sul – MERCOSUL e da Comunidade dos PaísesdeLínguaPortuguesa–CPLP.Neste sentido, este livro é mais uma contribuiçãobrasileira ao processo da UNCCD. Seu autor, HeitorMatallo Junior, tem uma longa história vinculada aotema no Brasil e com este trabalho nos oferece os in-strumentosnecessáriosparafortaleceraconsciênciaeoconhecimentosobreaConvenção.Egon Krakhecke - Ponto Focal Nacional da UNCCD....................................................................................Desertification and drought are phenomena that af-fect a large area of Brazilian territory, causing directand indirect impacts on a population of approximately36 million people in the semiarid region of Brazil. En-vironmental, economic and social impacts of the ad-vancementofthedesertificationprocessestakegreatmagnitude for the Brazilian economy, and especiallyfor the Brasilian Northeast economy.Since 2003, the Federal Government, through theMinistry of Environment - MMA, has been definingstrategies to face social, economic and environmen-tal problems resulted of desertification, through theimplementationoftheNationalProgramforCombatingDesertification and Mitigating the Effects of Drought -PAN Brazil. These efforts are part of the commitmentmade by Brazil to the United Nations Convention toCombat Desertification and Mitigating the Effects ofDrought - UNCCD.Considering the UNCCD as an important instrumentfor international cooperation in order to dealing with theissue,theMMAhasbeenstronglysupportingtheConven-tion’sprocessesthroughseveralactivitiessuchastheor-ganization of the First Meeting Africa, Latin America andthe Caribbean for the Implementation of the Convention(1998), the Third Conference of the Parties (1999), theX Regional Meeting for Latin America and the Caribbean(2005); took part in the ad hoc Group to prepare the 10YearsStrategyoftheConventionandorganizedtheLatinAmerican Initiative on Science and Technology as a sup-porttotheUNCCD(2008).Followingthenewpoliticalori-entationoftheFederalGovernmentofBrazilinseekingtostrengthencooperationwithcountriesinAfricaandLatinAmerica,wehaveparticipatedinregionaleffortstoimple-ment the Convention with the partners of the SouthernCommonMarket-MERCOSURandtheCommunityofPor-tugueseLanguageCountries-CPLP.In this way, this book is another Brazilian contribu-tion to the UNCCD process. Its author, Hector MATALLOJunior,hasalonghistorylinkedtotheissueinBrazilandthis work offers us the necessary tools to strengthentheawarenessandknowledgeabouttheConvention.We are convinced that this publication, which is pre-sentedinthreelanguages,havegreatvaluetocountriesParties to the Convention and the general public, andhelptostrengtheneffortstocombatdesertification.Egon Krakhecke - UNCCD Focal Point....................................................................................Este trabalho de Heitor Matallo Jr vai muito além de um simples Glossário dos Termos maiscomumente utilizados na Convenção de Combate à Desertificação. Isso, por si só, já seriauma grande contribuição a estudiosos, gestores e curiosos sobre a desertificação e a UNCCD.O livro publicado pelo Ministério do Meio ambiente é uma cronologia histórica preciosa dosprincipais eventos historicos relacionados com a degradação ambiental em nivel global.Este trabalho, certamente, será um importante instrumento para todos aqueles quedesenvolvem esforços para o fortalecimento da UNCCD.....................................................................................................ThebookpreparedbyHeitorMatalloJrgoesfarbeyondasimpleGlossaryofTermsCommonlyusedinthecontextoftheConventiontoCombatofDesertification.Eventhoughitwasonlyaglossary,itwouldbeconsideredagreatcontributionforresearchers,managersandstudentsinterestedinthedesertificationissuesandtheUNCCD.ThebookpublishedbytheBrazilianMinistryofEnvironmentpresentsalsoaconcisehistoricalchronologyofthemaineventsrelatedtotheenvironmentaldegradationatgloballevel.ThisworkwillcertainlybeanimportanttoolforallthoseworkingtostrengtheningtheUNCCD.....................................................................................................El trabajo elaborado por Heitor Matallo Jr va más allá de un simple glosario de los términoscomumente usados en el ambito de la Convención de Lucha contra la Desertificación.Aún que fuera así, esto por cierto se podría considerar como una gran contribución a losinvestigadores, gestores y interesados en los temas de la desertificacion y de la UNCCD.Este libro publicado por el Ministerio de Ambiente de Brasil es, además, una preciosacronología histórica de los principales eventos relacionados con la degradación ambientalen nivel global. Este trabajo va a ser, por cierto, una herramienta para todos los queempreenden esfuerzos para el fortalecimiento de la UNCCD.Apoio:+ICID 18Fortaleza, CearáCONFERÊNCIA INTERNACIONAL:CLIMA, SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTOEM REGIÕES SEMI-ÁRIDASINTERNATIONAL CONFERENCE:CLIMATE, SUSTENABILITY AND DEVELOPMENTIN SEMI-ARID REGIONSBRAZIL BRASILcapa.indd 2-3 9/6/2009 20:33:16
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  4. 4. 2República federativa do BrasilPresidente: Luiz Inácio Lula da SilvaVice-presidente: José de AlencarMinistério do Meio AmbienteMinistro: Carlos MincSecretaria de Extrativismo eDesenvolvimento Rural SustentávelSecretário: Egon KrakheckeCoordenação de Combate à DesertificaçãoCoordenador: José Roberto de LimaRAIDO_glossario_17X24.indd 2 9/6/2009 20:27:17
  5. 5. 3Ministério do meio ambienteSecretaria de Extrativismo de Desenvolvimento Rural Sustentável - SEDRCoordenação de Combate à Desertificação - CTCHeitor Matallo JuniorOganizador • Organizador • OrganizerBrasília, Brasil • 2009Glossário de termos e conceitosusados no contexto da UNCCD// Glosario de términos y conceptosusados en el contexto de la UNCCD//// Glossary of Terms and conceptsused within THE UNCCD contextRAIDO_glossario_17X24.indd 3 9/6/2009 20:27:18
  6. 6. 4Coordenaçãodecombateàdesertificação•CTCcoordenador/coordenación/coordenation:José Roberto de LimaCristiane Araújo do Prado Pinto; Eliana de Fátima F. de Souza; Luciana HemétrioValadares; Marco Antonio Ferreira Bueno; Marcos Oliveira Santana; Nelson LuizWendel; Ricardo Henrique Padilha de Castro; Vânia Apolônio de Trajano.APOIO/apoJo/suport: Patrícia Cristina Maia Garcia.Projeto gráfico e capa/portada, DESEño y diagramación/editorialand cover design: Juliana Rodrigues e Pedro Matallo (Raido Propaganda)Secretaria de Estrativismo e Desenvolvimento Rural SustentávelEsplanada dos Ministérios, Bl. B, 7oandarBrasília-DF • CEP 70068-900Tel.: +55 61 3317 1291 / Fax.: +55 61 3317 1717www.mma.com.brCoordenação de Combate à DesertificaçãoEsplanada dos Ministérios, Bl. B, sala 735Brasília-DF • CEP 70068-900Tel.: +55 61 3317 1717 / Fax.: +55 61 3317 1481www.mma.com.brEdições MMAMinistério do Meio Ambiente - MMACentro de Informação, Documentação Ambiental e EditoraçãoEsplanada dos Ministérios - Bl. B - TérreoBrasília-DF • CEP 70068-900Tel.: +55 61 3224 5222 Ministério do Meio AmbienteG563 Glossário de termos e conceitos usados no contexto da UNCCD = Glosario de términos y conceptos usados em el contexto de la UNCCD = Glossary of terms and concepts used within the UNCCD context / Heitor Matallo Júnior, organizador. – Brasília: MMA, 2009. 154p. : il. color. ISBN 978-85-7738-119-7 1. Desertificação. 2. Desenvolvimento sustentável. 3. Glossário. 4. UNCCD. I. Heitor MatalloJúnior. II. Ministério do Meio do Ambiente. III. Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Susten-tável – SEDR. IV. Coordenação de Combate à Desertificação – CTC. V. Título. CDU(2.ed.)504.03(252)RAIDO_glossario_17X24.indd 4 9/6/2009 20:27:19
  7. 7. 5ReconhecimentoAgradeço às seguintes pessoas, que de uma forma ou outra me apoiaram para esta pub-licação: Ministério do Meio Ambiente e o Programa Nacional de Combate à Desertifica-ção, Katya Arapnakova, Sergio Zelaya, Pedro Henrique Matallo, Russell Morgan, FlorenciaSalvia, Antonio Rocha Magalhães, Deputado Edson Duarte, Deputado Paes Landim, Insti-tuto Desert e Valdemar Rodrigues, de quem aprendi quase tudo que sei sobre o tema.// ReconocimientoEstoy agradecido a las siguientes personas, que de una forma u otra me han apoyadoen esta publicación: Ministerio del Medio Ambiente y el Prgrama Nacional de Lucha con-tra la Desertificación, Katya Arapnakova, Sergio Zelaya, Pedro Henrique Matallo, RussellMorgan, Florencia Salvia Antonio Rocha Magalhães, Diputado. Edson Duarte, DiputadoPaes Landim, Instituto Desert y Valdemar Rodrigues, de quien he aprendido casi todo loque sé sobre el tema.//// AcknowledgmentsI’m very grateful to the following persons, who have supported me in one way or anotherto accomplish this publication: Ministry of Environment and the National Programme toCombat Desertification, Katya Arapnakova, Sergio Zelaya, Pedro Henrique Matallo, Rus-sell Morgan, Florencia Salvia, Antonio Rocha Magalhães, Deputy Edson Duarte, DeputyPaes Landim, Instituto Desert and Valdemar Rodrigues, from whom I learned almosteverything I know about this issue.RAIDO_glossario_17X24.indd 5 9/6/2009 20:27:21
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  9. 9. 7PrefácioTenho a grande satisfação de apresentar este manual para aqueles que estão iniciandono ambientalismo ou aqueles que já vêm trabalhando com as questões ambientaisdesdemuitotempo.Este manual nos traz um valioso conjunto de termos e conceitos sobre a Convençãodas Nações Unidas para o Combate à Desertificação - UNCCD e outros acordos interna-cionais em três idiomas diferentes, cobrindo um grande número de potenciais usuáriosque poderão utilizar este material. Neste sentido, esta publicação pode ser muito útil nãosomente para o público brasileiro e latinoamericano, mas também para o público dospaíses da África portuguesa e de outros países de língua inglesa.Valeapenaenfatizarqueumglossárioéumprimeiropassonoprocessoparaestabelecerum patamar comum de entendimento sobre o que é a Convenção e como ela funciona.O glossário proporciona também para nossos colegas de ambos os continentes, Áfricae América Latina, um campo comum para iniciarmos um real processo de conscientiza-ção das autoridades e do público em geral sobre a desertificação, bem como estimulara cooperação entre os dois continentes.Estou convencido de que este manual será muito útil para o Ministério do Meio Ambiente- MMA, tornando possível seu uso em muitos programas, assim como na cooperaçãointernacional. Eu gostaria de felicitar o autor por esta importante iniciativa e expressaruma vez mais o nosso compromisso com as ações que podem posicionar o MMA navanguarda do desenvolvimento sustentável.Carlos MincMinistro do Meio AmbienteRAIDO_glossario_17X24.indd 7 9/6/2009 20:27:25
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  11. 11. 9PrefacioTengo la gran satisfacción de presentar este manual tanto para aquellos que estániniciando su actuación en el ambientalismo como para aquellos que han venido traba-jando con las cuestiones ambientales por largo tiempo.El manual nos trae un valioso conjunto de términos y conceptos sobre la UNCCD y otrosacuerdos internacionales en tres idiomas distintos, cubriendo un gran numero de poten-cialesusuariosquepuedenutilizarestematerial.Enestesentido,estapublicaciónpuedeser muy útil no solamente para el publico brasileño y latino americano, pero además paralos países africanos de habla portuguesa y otros países de habla inglesa.Vale la pena enfatizar que un glosario es un primer paso en el proceso de establecimien-to de un campo común de comprensión de lo que es la Convención y cómo funciona.El glosario proporciona también para nuestros colegas de los dos continentes, Africay Latino América, un campo común tanto para que se empiece un real proceso de con-cientización de las autoridades y del publico en general sobre la desertificación, comopara estimular la cooperación entre los dos continentes.EstoyconvencidodequeestemanualvaasermuyútilparaelMMA,haciendoposiblesuuti-lización en muchos programas, como también en la cooperación internacional. Me gustaríafelicitar al autor por esta importante iniciativa y expresar una vez mas nuestro compromisocon las acciones que pueden posicionar el MMA en la vanguardia del desarrollo sostenible.Carlos MincMinistro de Medio AmbienteRAIDO_glossario_17X24.indd 9 9/6/2009 20:27:30
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  13. 13. 11ForewordIhavethegreatsatisfactiontopresentthismanualforthosewhoareinitiatingintheenviron-mentalism or even those who have been working with environmental issues for long time.The manual brings us a valuable set of terms and concepts from the UNCCD and otherinternational agreements in three different languages, covering a quite wide number ofpotential users of the available information. In this regard, this publication can be veryuseful not only for the Brazilian public and Latin Americans but also for those AfricanPortuguese and English speaking countries.It worth to emphasize that a glossary is a first step in the process of having a commonground for the understanding what the Convention to Combat Desertification is and how itworks. The glossary brings to our partners in both continents a common ground for startingarealawarenessprocesswithauthoritiesandthegeneralpublicaboutdesertificationandto foster the cooperation in Latin America and Africa as well.I’m quite sure that this manual will be useful for the MMA, making possible its use in manydifferent programmes and also in the external cooperation. I would like to congratulate theauthor for this important initiative and to express once again our commitment with theactions, which could lead the MMA to the forefront of the sustainable development.Carlos MincMinister of EnvironmentRAIDO_glossario_17X24.indd 11 9/6/2009 20:27:34
  14. 14. 12Nota sobre as fontes de informaçãousadas neste glossário// Nota sobre las Fuentes de informaciónusadas en este glosario//// Note about the sources ofinformation used in this GlossaryRAIDO_glossario_17X24.indd 12 9/6/2009 20:27:36
  15. 15. 13Nota sobre as fontes de informaçãousadas neste glossárioA idéia de elaborar um glossário foi a de pos-sibilitar que diferentes usuários pudessementender os conceitos e termos usados nocontexto da Convenção das Nações Unidaspara o Combate à Desertificação - UNCCD. Issose justifica pelo fato da Convenção não terum caráter puramente científico, mas ser umtexto negociado politicamente. É importantetambém notar que a linguagem usada no tex-to da Convenção resulta de certos “padrõesde linguagem” usados nas Nações Unidas,os quais têm sua própria tradição. Isto explicaporque muitos dos termos utilizados são pro-venientes de outras organizações das NaçõesUnidas e não somente de fontes científicas.O glossário foi compilado de diferentes fontes,incluindo, documentos oficiais, livros, artigoscientificos e internet, tal como mencionadosna lista abaixo. Por razões práticas, o glossárioestá organizado da seguinte forma:a) As fontes para cada termo estão mencionadas peloacrônimo e o texto vem entre “ “;b) Na lista abaixo se encontram os acrônimose a referência completa da fonte;c) O autor é responsável pelas definições que nãotêm a fonte mencionada.RAIDO_glossario_17X24.indd 13 9/6/2009 20:27:36
  16. 16. 14RAIDO_glossario_17X24.indd 14 9/6/2009 20:27:38
  17. 17. 15Nota sobre las Fuentes de informaciónusadas en este glosarioLa idea de elaborar un glosario es para ayudara distintos usuarios a que puedan entenderlos conceptos y términos utilizados en elcontexto de la Convención. Esto se justifica porel hecho de que la Convención no es una purapieza científica, sino un texto negociado políti-camente. Es importante notar también que ellenguaje usado en el texto de la Convenciónresulta de ciertos “patrones de lenguaje” usa-dos en Naciones Unidas, los cuales tienen supropia tradición. Esto explica por qué muchostérminos vienen de otras organizaciones deNaciones Unidas y no solamente de fuentescientíficas. El glosario ha sido compilado dedistintas fuentes incluyendo documentosoficiales, libros, artículos cientificos y sitiosde Internert, tal como mencionados en la listaabajo. Por razones practicas, el glosario estaorganizado de la siguiente forma:a) Las Fuentes para cada término están mencionadaspor su acrónimo en el texto que viene entre “ “ ;b) En la lista se puede encontrar el acrónimo y lareferencia completa de la fuentec) El autor es responsable por las definicionesen que no se mencionan fuentes.Note about the sources of informationused in this GlossaryThe idea to buid a glossary is to help differ-ent kind of users to better understand theconcepts and terms used within the contextof the Convention. It is justified by the factthat the text of the Convention is not a purescientific piece but a political negotiated text.It is important to notice also that the languageused in the text of the Convention is a result ofcertain “language paterns” used in the UnitedNations, which have their own tradition. That iswhy several terms come from other UN orga-nizations and not only from scientific sources.This glossary has been compiled from manydifferent sources including, books, scientificarticles and Internet websites as mentionedin the list below. Due to practical purposes theglossary is ornganized as follows:a) The source for each terms is mentioned bythe acronism and the text comes between “ “ ;b) In the list below it can be found the acronism andthe complete reference where the definition can be found;c) The author is responsible for the definitions whereno source is mentioned.RAIDO_glossario_17X24.indd 15 9/6/2009 20:27:38
  18. 18. 16Agenda 21 UNCED http://www.un.org/esa/sustdev/documents/agenda21/english/agenda21toc.htmAMS American Meteorological Society http://amsglossary.allenpress.com/glossaryAnswer Answer Glossary www.answer.comBR Brundtland Report http://www.ace.mmu.ac.uk/eae/Sustainability/Older/Brundtland_Report.htmlCBD Convention on BiologicalDiversityhttp://www.biodiv.be/glossary_keywords/A/adaptationChambers, R Con-way GSustainable rural livelihoods:practical concepts for the 21stcenturyIDS Discussion Paper 296, 1991, Brighton: IDSCooke, J.G. Glossary of technical terms.In Exploitation of MarineCommunitiesEncyclopaedia Britannica), 1984DESA United Nations Department ofEconomic and Social affairshttp://www.un.org/esa/desa/EO/NASA Earth Observatory/NASA http://earthobservatory.nasa.gov/GlossaryEPA Environmental ProtectionAgencyhttp://www.epa.gov/greeningepa/glossary.htmEF Earth Force http://www.earthforce.org/content/article/detail/1536/ESA Ecological Society of America http://iufro-archive.boku.ac.at/silvavoc/glossary/30_0en.htmlFAO Food and AgricultureOrganizationhttp://www.fao.org/glossary/http://www.fao.org/tc/NGO/index_en.asp (appliedto the concept of “civil society”)GD Geology Dictionary http://www.alcwin.org/Dictionary_Of_Geology-A.htmGupta, S.K., and I.C.GuptaLand development and leachingin Management of Saline Soilsand Waters.New Dehli, 1987, Mohan PrimlaniISDR International strategy for disas-terreductionhttp://www.unisdr.org/eng/library/lib-terminology-eng%20home.htmJIU Joint Inspection Unit of UnitedNationshttp://www.unjiu.org/Köppen, W. P KlassificationderKlimatenachTemperatur,Niederschlag und Jahreslauf. Petermanns Geog. Mitt.,64, 193–203;243–248, 1918:.KUG Kansas University Glossary.A Glossary of Agriculture,Environment, and SustainableDevelopmentwww.oznet.k-state.edu/library/MISC2/SB661.PDFMWD Merryam-Webster Dictionary http://www.merriam-webster.com/RAIDO_glossario_17X24.indd 16 9/6/2009 20:27:40
  19. 19. 17MP Museum of Palaeontology –University of Californiahttp://www.ucmp.berkeley.edu/glossary/glossary.htmlNatsource Natsource Glossary http://www.natsource.com/markets/index.asp?s=104Pidwirny Michael Pidwirny http://www.physicalgeography.net/OCDE Glossary of Statistical Terms http://stats.oecd.org/glossary/index.htmSSDNE Soil Survey Data For New Eng-land StatesThornthwaite, C.W. An approach toward a rationalclassification of climateGeogr. Rev., 38, 55–94. 1948UNCCD United Nations Convention toCombat Desertificationhttp://www.unccd.int/convention/menu.phpUSDA United States Department ofAgriculturehttp://soils.usda.gov/sqi/concepts/glossary.htmlhttp://agclass.nal.usda.gov/glossary.shtmlUCDavis University of California - Davis www.ucce.ucdavis.edu/files/filelibrary/1068/8286.pdfUNDP United Nations DevelopmentProgrammehttp://mirror.undp.org/magnet/policy/glossary.htmUNEP United Nations EnvironmentalProgrammehttp://www.unep.org/dec/onlinemanual/Resources/Glossary/tabid/69/Default.aspxUNESCO International Glossary ofHydrology/UNESCOhttp://www.cig.ensmp.fr/~hubert/glu/HINDEN.HTMUNFCCC United Nations Framework Con-vention on Climate Changehttp://unfccc.int/essential_background/glossary/items/3666.phpUNJIU United Nations Joint InspectionUnithttp://www.unjiu.org/USGS United States Geological Service http://ga.water.usgs.gov/edu/dictionary.htmlWMO WorldMeteorologicalOrganization http://www.cagenterprises.com/wx_glossary_w.htmlWB World Bank http://www.worldbank.org/depweb/english/beyond/global/glossary.htmlhttp://web.worldbank.org/(for the definition of “Empowerment”)Yara Corporate Citizenship Review http://citizenship.yara.com/en/resources/glossary/index.htmlYongfei Bai, JianguoWu, Qi Xing, QingminPan, Jianhui Huang,Dianling Yang,Xingguo HanPrimary production and rain useefficiency across a precipitationgradient on the Mongolia plateauEcology: Vol. 89, No. 8, 2008RAIDO_glossario_17X24.indd 17 9/6/2009 20:27:43
  20. 20. 18Lista dos termos e conceitos// Listado de los terminus y conceptos//// List of terms and conceptsRAIDO_glossario_17X24.indd 18 9/6/2009 20:27:45
  21. 21. 19Termos/Conceitos44 | Acreditação44 | Adaptação44 | Agenda 2144 | Advocacy (Defesa))44 | Albedo44 | Anexos de Implementação Regional44 | Antropismo45 | Aridez45 | Bacia de Drenagem45 | Balanço de Energia46 | Biocombustíveis46 | Biodiversidade46 | Bioma46 | Biomassa46 | Biosfera46 | Boas Práticas46 | Bottom-up Approach (de baixo para cima)47 | Bureau (Mesa Diretiva)47 | Camada Superior do Solo47 | Ciclo Hidrológico47 | CITES - Convenção Sobre o ComércioInternacional de Espécies Ameaçadasda Fauna e Flora Silvestre47 | Classificação Climática48 | Clearing-house Mechanism48 | Clima48 | Clima Desértico49 | Clima Seco49 | Clima Semiárido49 | Clima Subúmido49 | Clima Subúmido Seco49 | Clima Tropical de Savana49 | Comitê de Ciência e Tecnologia50 | Comitê do Plenário50 | Conferência das Partes (COP)50 | Conhecimento50 | Conhecimento Tradicional50 | Consciência50 | Conscientização50 | Conservação da Água51 | Conservação de Solos51 | Contabilidade Hídrica51 | Convenção51 | Convenções do Rio51 | Correnteza51 | CRIC - Comitê de Revisão da Implementa-ção da Convenção52 | Dados52 | Déficit de Água52 | Degradação da Terra53 | Degradação de Solos53 | Desastre53 | Desenvolvimento Sustentável53 | Desertificação54 | Desmatamento54 | Dessalinização54 | Dessecação54 | Dia Mundial de Luta Contraa Desertificação e a Seca54 | Distribuição de Chuvas54 | Drenagem54 | Dust Bowl55 | Ecoclimatologia55 | Ecologia55 | Ecossistema55 | Efeito Estufa55 | Eficiência no Uso da Chuva (RUE)55 | El Niño-Oscilação Sul (ENSO)56 | Elementos do Clima56 | Empoderamento56 | Energia Renovável56 | Enfoque Baseado na Sustentabilidadedos Meios de Vida56 | Enfoque Ecossistêmico56 | Erosão56 | Estação Seca56 | Estratégia57 | Evaporação57 | Evaporação Potencial57 | EvapotranspiraçãoRAIDO_glossario_17X24.indd 19 9/6/2009 20:27:45
  22. 22. 2057 | Evapotranspiração Efetiva57 | Evapotranspiração Potencial58 | Fertilidade dos Solos58 | Floresta Tropical58 | Florestamento58 | Fortalecimento de Capacidades58 | Fundo de Bonn58 | Fundo Mundial para oMeio Ambiente (FMMA)58 | Fundos Suplementares59 | Gado59 | Gases de Efeito Estufa (GHGs)59 | Gênero59 | Gestão59 | Gestão de Conhecimento59 | Gestão de Riscos de Desastres60 | Grupo de Contato60 | Grupos Regionais61 | Indicador61 | Índice de Aridez61 | Índice de Umidade61 | Índice de Seca61 | Informação62 | Junta de Inspeção Conjunta (JIC)62 | Know-how62 | Linha de Base63 | Linha de Pobreza63 | Lista de Especialistas63 | Lixiviação63 | Manejo Sustentável da Terra63 | Matéria Orgânica dos Solos63 | Mecanismo Mundial (MM)64 | Mitigação64 | Monção64 | Mudança Climática65 | Organizações NãoGovernamentais (ONGs)65 | Orçamento Regular65 | Organizações da Sociedade Civil65 | Órgão Subsidiário65 | Osmose Reversa66 | Padrão de Vida66 | Pagamento por ServiçosAmbientais (PSA)66 | Países Desenvolvidos (paísesindustrializados, avançadosindustrialmente)66 | Países em Desenvolvimento66 | Parcerias66 | Partes66 | Participação67 | Participação nos Processosdas Nações Unidas67 | Percolação67 | Perda de Biodiversidade67 | Permacultura67 | Planejamento do Uso da Terra68 | Pobreza68 | Políticas68 | Ponto de Referência68 | Ponto Focal68 | Precipitação68 | Precipitacao Efetiva69 | Preparação (preparedness)69 | Presidente (Chairman, Chairperson)69 | Produtividade (produtividade,eficácia econômica)69 | Programas de Ação Nacional (PANs)69 | Propietários de Terras69 | Protocolo70 | Ratificação70 | Recursos Biológicos70 | Recursos Hídricos70 | Recursos Naturais Renováveis70 | Redução de Riscos de Desastres(redução de desastres)71 | Reflorestamento71 | Relatórios Nacionais71 | Rotação de Cultivos72 | Salinidade72 | Salinização72 | SecaRAIDO_glossario_17X24.indd 20 9/6/2009 20:27:46
  23. 23. 2172 | Seca Hidrológica72 | Secretaria72 | Segurança Alimentar72 | Sequestro de Carbono72 | Serviços Ecossistêmicos73 | Sinergia73 | Sistema de Alerta Precoce (SAP)73 | Sobrepastoreio73 | Solo73 | Stakeholders (atores sociais)73 | Sustentabilidade dosMeios de Vida74 | Tecnologia Apropriada74 | Terra74 | Transferência de Tecnologia74 | Transpiração75 | Umidade75 | Uso da Terra75 | Usuários da Terra75 | Vinculante75 | Vulnerabilidade76 | Zona Árida76 | Zona de Convergência Equatorialou Zona de ConvergênciaIntertropical (ITCZ)76 | Zona Equatorial Seca77 | Zona SemiáridaRAIDO_glossario_17X24.indd 21 9/6/2009 20:27:46
  24. 24. 22Terminos/Conceptos82 | Acreditación82 | Acuerdos de Asociación82 | Adaptación82 | Advocacy82 | Agenda 2182 | Albedo83 | Anexos de Implementación Regional82 | Antropismo83 | Aridez83 | Balance de Energia84 | Biocombustible84 | Biodiversidad84 | Bioma84 | Biomasa84 | Biosfera84 | Bosque Tropical84 | Bottom-up Approach(desde abajo hacia arriba)85 | Buenas Practicas85 | Bureau (Mesa directiva)85 | Camada Superior del Suelo85 | Cambio de Clima85 | Ciclo Hidrológico85 | CITES - Convención Sobre el ComercioInternacional de Especies Amenazadasde la Fauna y Flora Silvestre85 | Clasificación Climática86 | Clearing-house Mechanism86 | Clima86 | Clima Desértico86 | Clima Seco87 | Clima Semiárido87 | Clima Subhúmedo87 | Clima Subhumedo Seco87 | Clima Tropical de Savana88 | Comité de Ciencia y Tecnología88 | Comité del Pleno88 | Conciencia88 | Conferencia de las Partes (COP)88 | Conocimiento88 | Conocimiento Tradicional88 | Conservación de Suelos89 | Conservación del Agua89 | Contabilidad Hídrica89 | Convención89 | Convenciones de Río89 | CRIC - Comité de Revisión de laImplementación de laConvención89 | Cuenca de Drenaje90 | Datos90 | Déficit de Agua90 | Deforestación90 | Degradación de la Tierra90 | Degradación de los Suelos90 | Desalinización91 | Desarrollo Sostenible91 | Desastre91 | Disecación91 | Desertificación92 | Día Mundial de Lucha Contrala Desertificación y la Sequía92 | Distribución de Lluvias92 | Drenaje92 | Dust Bowl93 | Ecoclimatología93 | Ecología93 | Ecosistema93 | Efecto invernadero93 | Eficiencia en el Uso de las Lluvias (RUE)93 | El Niño-Oscilación Sur (ENSO)94 | Elementos del Clima94 | Empoderamiento94 | Energía Renovable94 | Enfoque Ecosistémico94 | Enfoque en la Subsistencia Sostenible94 | Escorrentía94 | Estación seca95 | Estrategia95 | EvaporaciónRAIDO_glossario_17X24.indd 22 9/6/2009 20:27:46
  25. 25. 2395 | Evaporación potencial95 | Evapotranspiración95 | Evapotranspiración Pontencial95 | Evapotranspiración Efectiva95 | Erosión96 | Fertilidad de los Suelos96 | Fondo de Bonn96 | Fondo Mundial para el MedioAmbiente (FMMA)96 | Fondos Suplementarios96 | Fortalecimiento de Capacidades96 | Forestación97 | Ganado97 | Gases de Efecto Invernadero (GHGs)97 | Género97 | Gestión97 | Gestión de Conocimiento98 | Gestión de Riesgos de Desastres98 | Grupo de Contacto98 | Grupos Regionales98 | Humedad99 | Indicador99 | Índice de Aridez99 | Índice de Humedad99 | Índice de Sequía99 | Información100 | Informes Nacionales100 | Junta de Inspección Conjunta (JIC)100 | Know-how100 | Levantamiento de Conciencia100 | Línea de Base101 | Línea de Pobreza101 | Lista de Expertos101 | Lixiviación101 | Manejo Sostenible de la Tierra101 | Materia Orgánica de los Suelos101 | Mecanismo Mundial (MM)102 | Mitigación102 | Monsón103 | Nivel de Vida103 | ONGs103 | Organizaciones de la Sociedad Civil103 | Órgano Subsidiario104 | Osmosis Reversa104 | Pagos por Servicios Ambientales (PSA)104 | Países Desarrollados (países industria-lizados, avanzados industrialmente)104 | Países en Desarrollo105 | Partes105 | Participación105 | Participación en los Procesosde Naciones Unidas105 | Percolación105 | Perdida de Biodiversidad105 | Permacultura106 | Planeamiento del Uso de la Tierra106 | Pobreza106 | Políticas106 | Precipitación107 | Precipitación Efectiva107 | Preparación107 | Presidente (or Chairman,Chairperson, etc)107 | Presupuesto Regular107 | Productividad (productividad, eficaciaeconómica)107 | Programas de Acción Nacionale (PANs)107 | Proprietarios de Tierras108 | Protocolo108 | Punto de Referencia108 | Punto Focal108 | Ratificación108 | Recursos Biológicos108 | Recursos Hídricos108 | Recursos Naturales Renovables108 | Reducción de Riegos de Desastres(reducción de desastres)109 | Reforestación109 | Rotación de Cultivos109 | Salinidad109 | Salinización109 | SecretaríaRAIDO_glossario_17X24.indd 23 9/6/2009 20:27:46
  26. 26. 24110 | Secuestro de Carbono110 | Seguridad Alimentaria110 | Sequía110 | Sequía Hidrológica110 | Servicios Ecosistémicos110 | Sinergia110 | Sistema de Alerta Temprano (EWS)110 | Sobrepastoreo111 | Sostenibilidad de los Mediosde Subsistencia111 | Stakeholders (Actores sociales)111 | Suelo111 | Tecnología Apropiada111 | Tierra111 | Transferencia de Tecnología111 | Transpiración112 | Uso de la Tierra112 | Usuarios de la Tierra112 | Vinculante112 | Vulnerabilidad112 | Zona Árida113 | Zona de Convergencia Ecuatorialo Zona de ConvergenciaIntertropical (ITCZ)113 | Zona Ecuatorial Seca113 | Zona SemiáridaRAIDO_glossario_17X24.indd 24 9/6/2009 20:27:46
  27. 27. 25Terms/Concepts118 | Accreditation118 | Adaptation118 | Advocacy118 | Afforestation118 | Agenda 21118 | Albedo118 | Anthropism119 | Appropriate Technology119 | Arid Zone119 | Aridity119 | Aridity Index119 | Awareness119 | Awareness Raising120 | Baseline120 | Benchmark120 | Best Practices120 | Binding120 | Biodiversity120 | Biodiversity Loss121 | Biofuel121 | Biological Resources121 | Biomass121 | Biome121 | Biosphere121 | Bonn Fund121 | Bottom-up Approach121 | Bureau122 | Capacity Building122 | Carbon Sequestration (carbon sink)122 | Chair (or Chairman, Chairperson, etc.)122 | CITES - Convention on InternationalTrade in Endangered Species of WildFauna and Flora122 | Civil Society Organisations122 | Clearing-house Mechanism122 | Climate123 | Climate Change123 | Climate Classification123 | Climatic Elements123 | Committee of the Whole123 | Committee on Science and Technology123 | Conference of the Parties (COP)124 | Contact Group124 | Convention124 | Core Budget124 | CRIC - Committee for the Reviewof the Implementation of theConvention124 | Crop Rotation125 | Data125 | Deforestation125 | Desalinization125 | Desert Climate125 | Desertification126 | Desiccation126 | Developed Countries (industrialcountries, industrially advancedcountries)126 | Developing Countries126 | Disaster127 | Disaster Risk Management127 | Disaster Risk Reduction(disaster reduction)127 | Drainage127 | Drainage Basin127 | Drought127 | Drought Index128 | Dry Climate128 | Dry Season128 | Dry Subhumid Climate 128 | Dust Bowl129 | Early Warning System (EWS)129 | Ecoclimatology129 | Ecology129 | Ecosystem129 | Ecosystem Approach129 | Ecosystem Services129 | Effective Evapotranspiration129 | Effective Precipitation129 | El Niño-Southern Oscillation (ENSO)RAIDO_glossario_17X24.indd 25 9/6/2009 20:27:46
  28. 28. 26130 | Empowerment130 | Energy Balance131 | Equatorial Convergence Zone orIntertropical Convergence Zone (ITCZ)131 | Equatorial Dry Zone131 | Erosion131 | Evaporation131 | Evapotranspiration131 | Focal Point131 | Food Security132 | Gender132 | Global Environment Facility (GEF)132 | Global Mechanism (GM)132 | Greenhouse Effect132 | Greenhouse Gases (GHGs)133 | Hydrological Cycle133 | Hydrological drought133 | Indicator133 | Information134 | Joint Inspection Unit (JIU)134 | Know-how134 | Knowledge134 | Knowledge Management135 | Land135 | Land Degradation135 | Land Use135 | Land Users135 | Landholders135 | Land-use Planning135 | Leaching136 | Livestock136 | Management136 | Mitigation136 | Moisture136 | Moisture Index137 | Monsoon137 | National Action Programmes (NAPs)137 | National Reports137 | NGOs138 | Overgrazing138 | Participation138 | Participation in United Nations Processes138 | Parties138 | Partnership138 | Payments for EnvironmentalServices (PES)138 | Percolation138 | Permaculture139 | Policy139 | Potential Evaporation139 | Potential Evapotranspiration139 | Poverty139 | Poverty Line139 | Precipitation140 | Precipitation Effectiveness140 | Preparedness140 | Productivity (economic productivity,efficiency)140 | Protocol140 | Rainfall Distribution140 | Rainforest140 | Rain-use Efficiency (RUE)140 | Ratification141 | Reforestation141 | Regional Groups141 | Regional Implementation Annexes141 | Renewable Energy141 | Renewable Natural Resources141 | Reverse Osmosis142 | Rio Conventions142 | Roster of Experts142 | Runoff142 | Salinisation142 | Salinity142 | Secretariat142 | Semi-arid Climate143 | Semi-arid Zone143 | Soil143 | Soil Degradation143 | Soil Fertility143 | Soil Organic Matter143 | Soils ConservationRAIDO_glossario_17X24.indd 26 9/6/2009 20:27:47
  29. 29. 27144 | Stakeholder144 | Standard of Living144 | Strategy144 | Subhumid Climate144 | Subsidiary Body144 | Suplementary Funds144 | Sustainable Development145 | Sustainable Land Management145 | Sustainable Livelihood145 | Sustainable Livelihoods Approach145 | Synergy145 | Technology Transfer145 | Topsoil145 | Traditional Knowledge146 | Transpiration146 | Tropical Savanna Climate146 | Vulnerability147 | Water Budget147 | Water Conservation147 | Water Deficit147 | Water Resources147 | World Day to Combat Desertificationand DroughtRAIDO_glossario_17X24.indd 27 9/6/2009 20:27:47
  30. 30. 28Principais eventos em desertificação// Principales eventos en desertificación//// Milestones in DesertificationRAIDO_glossario_17X24.indd 28 9/6/2009 20:27:47
  31. 31. 296000 a.C – O desmatamento causa o colapsodas comunidades no sul de Israel/Jordânia.3000 a.C. até 2000 a.C. – O corte comercial decedro na Fenícia (Líbano) para exportaçãopara o Egito e Suméria resultou em um mas-sivo desmatamento destes bosques, que de-sapareceram em menos de 1000 anos.1200 a.C. – Por sua posição na costa norte doque agora é a chamada Turquia, a cidade deTróia dominava o Mercado entre o Mar Negro eo Mar Egeu. O desmatamento e a erosão de so-losmudaramalinhacosteiraparaumaposiçãodistinta, mais ao norte, durante este milênio.Esta antiga cidade foi redescoberta em 1870por Heinrich Schliemann em uma posição dife-rente daquela que se supunha estar.400 a.C. – O general grego Tucidides, um dosprimeiros historiadores, escreve sua Históriada Guerra do Peloponeso especialmenteporque seus esforços em preservar as flores-tas gregas haviam falhado. Ele menciona tam-bém a expedição feita à Sicília e a abundânciade madeira disponível na ilha.58 a.C. – Júlio César ordena que suas tropascortem as florestas para evitar emboscadas.O desmatamento garantia que as florestasnão pudessem ser usadas para proteger e es-conder os inimigos de Roma.27 a.C. até 480 d.C. – Durante o império romano,muitos lugares nas imediações do Medi-terrâneo foram superexplorados e tiveramseus recursos naturais esgotados. Madeirae metais foram usados intensivamente paraconstrução, energia e propósitos militares.As ruínas na Líbia, Iraque, Grécia e no norte daÁfrica são testemunhos deste processo.600 d.C – Um evento desconhecido destruiu acivilizaçãoemTeotihuacan,México.Algunses-pecialistas especulam que a seca e degrada-ção da terra estão entre as razões para o de-clínio dos Astecas.1587–FelipeIIorganizouaGrandeArmadaparainvadir a Inglaterra. A empreitada consumiu mi-lhares de árvores e foi responsável pelo des-matamento em grande escala na Espanha.1722 – Jacob Roggeveen chega à devastadaIlha de Páscoa. A Ilha de Páscoa pode ser vistacomo um sistema fechado, que entrou em co-lapso devido à insustentável pressão humanasobre os recursos naturais. Da mesma formaa Terra é um sistema fechado, uma grande“Ilha de Páscoa” que poderia colapsar sobuma insustentável pressão humana que su-perexplore os recursos naturais.1862 – Foi aprovado o “Estatuto da terra” paraas Grandes Planícies nos Estados Unidos.A lei estabeleceu que se destinasse entre 16e 64 hectares de terra para cada família e que,despois de 5 anos de uso, elas receberiamo título de propriedade. As Grandes Planíciessão formadas pelos Estados de Montana,Dakota, Colorado, Kansas, Nebraska e partede Wisconsin, Minnesota, Iowa e Illinois.1878 – John Wesley Powell publicou um relatóriotécnico sobre as zonas áridas dos Estados Uni-dos (com foco sobre a capacidade de suporteRAIDO_glossario_17X24.indd 29 9/6/2009 20:27:47
  32. 32. 30dasGrandesPlanícies)que:(i)Recomendaadis-tribuiçãode900hectaresdeterraparacadafamí-lia das Grandes Planícies; (ii) Chama a atençãoparaa“debilidade”dossistemasdezonassecas.AssugestõesfeitasporPowellnãoforamlevadasem consideração por razões políticas. John Wes-ley Powell foi o primeiro explorador do Rio Colora-do,GrandCanyonedasterrassecasdasGrandesPlanícies.ElefoiDiretordoUSGeologicalSer1890–Amigraçãomassivademaisde1.100.000famíliasparaasGrandesPlanícieslevaramàocu-paçãodemaisde81milhõesdehectares.1927 – A palavra “desertificação” foi men-cionada pela primeira vez pelo pesquisadorfrancês Louis Lavauden.1930 – No princípio dos anos 30, o desmata-mento,seca,erosãoetempestadesdepóafe-taram profundamente a região das GrandesPlanícies. A seca afetou a região por mais de4 anos e intensificou a degradação da terra.1931 – Foi mencionada pela primeira vez umatempestade de pó (Dust Bowl) nas GrandesPlanícies.1938 – Em relação ao número de tempestadesde pó, este ano foi considerado como sendo ode maior intensidade. Algumas das tormentastinham duração de até 12 horas, afetavamgrandes áreas e alcançavam distâncias de até900km.UmatormentadepónoEstadodeMon-tanaem1934movimentouumaquantidadees-timadade350milhõesdetoneladasdepó.Anos40 –Apalavra“desertificação”sepo-pular-izou através de Andre Aubreville depois de umadécada de más experiências relacionadas coma degradação da terra nas Grandes Planícies.1950 – O pesquisador amador G.S. Callendarchamou atenção para o efeito estufa e afirmouque ele está diretamente relacionado com asatividadeshumanas.Suasafirmaçõesforam re-jeitadas na época. Mas como resposta às suasteorias, os cientistas começaram a desenvolvernovasformasparamediroclimadaTerra.1967 – A seca na região sul do Sahara (1967 –1968) causoua morte demais de500mil pes-soas.Processosdedesertificaçãoforamidentifi-cadosereportadosporváriospaísesafricanos.1972 – A seca na região sul do Sahara (1967– 1968) causou a morte de mais de 500 milpessoas. Processos de desertificação foramidentificados e informados por vários paísesafricanos.1972 – A Conferência das Nações Unidassobre o Ambiente Humano levou à criaçãodo Programa das Nações Unidas para o MeioAmbiente (PNUMA). Na mesma Conferência,os países reconheceram a tragédia na África eaprovaram a organização da Primeira Confer-ência Internacional sobre Desertificação, quese realizou em Nairobi em 1977.1977 – Durante a Conferência da ONU sobredesertificação realizada em Nairobi, os paísesaprovaram o Primeiro Plano Mundial de Açãocontra a Desertificação (PLACD).1982–PublicaçãodaCartaMundialdasNaçõesUnidas sobre a Natureza. Nesta carta adota-seRAIDO_glossario_17X24.indd 30 9/6/2009 20:27:47
  33. 33. 31o princípio de que cada forma de vida é única edeveserrespeitada,semimportarseuvalorparaaespéciehumana.Acartachamaaatençãotam-bém para o entendimento de nossa dependên-cia dos recursos naturais e sobre a necessidadede controlar sua exploração.1987 – Lançamento do “Relatório Brundtland –Nosso Futuro Comum” com a conhecida definiçãode “Desenvolvimento Sustentável”. O documentofoi levado à Assembléia Geral como um anexo aodocumentoA/42/427–DesenvolvimentoeCoop-eraçãoInternacional:MeioAmbiente.1987–FoiadotadooProtocolodeMontrealsobreassubstânciasquedestroemacamadadeozônio.1988 – O Painel Intergovernamental sobreMudança Climática (IPCC) estabeleceu trêsgrupos de trabalho para avaliar a mais recentepesquisa científica, técnica e socioeconômicano campo das mudanças climáticas.1991 – A avaliação do Plano de Ação Mun-dial contra a Desertificação mostrou a falta decompromisso dos países em financiar e imple-mentar as ações necessárias contra a deserti-ficação. Ações mais fortes foram propostas eposteriormente levaram à criação da Conven-ção das Nações Unidas de Combate a Deserti-ficação (UNCCD).1992 – A Conferência Internacional Sobre oImpacto das Variações Climáticas no Desen-volvimento das Regiões Áridas (ICID) foi real-izada em Fortaleza, Ceará, Brasil com a partici-pação de especialistas de mais de 70 países.Os resultados desta Conferência foram leva-dos à apreciação do Comitê de Organizaçãoda Conferência das Nações Unidas sobre oMeio Ambiente e o Desenvolvimento (UNCED).As importantes conclusões da Conferênciaforam discutidas pelos delegados durante aUNCED e consideradas como cruciais para aaprovação da negociação da UNCCD, de acordocom o jornal Le Monde.1992 – Realizou-se a Conferência das NaçõesUnidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvi-mento (UNCED) no Rio de Janeiro. Entre seusresultados estão a aprovação da Convençãode Biodiversidade, a Convenção Marco de Mu-dança Climática, a Declaração do Rio e umadeclaração não vinculante de princípios sobreFlorestas. Aprovou-se também a negociaçãoda UNCCD e se estabeleceu o Painel Intergov-ernamental de Negociação da UNCCD (INCD).1993 – Primeira sessão do Comitê Intergo-vernamental para a Negociação da Convençãode Desertificação (INCD) de 24 de maio a 3 dejunho de 1993, em Nairobi.1994 – Foi realizada em Fortaleza, Ceará,Brasil, a Primeira Conferência Brasileira eSeminário Latinoamericano de Desertifica-ção (CONSLAD) com o objetivo de preparar oAnexo de Aplicação Regional da América Lati-na e Caribe para a UNCCD. O Anexo regionalda ALC elaborado nesta ocasião foi apresen-tado e aprovado na Quinta Sessão do INCD emParis, em 17 de junho de 1994.1994 – Quinta sessão do INCD, de 06 a 17 dejunho, em Paris. A Convenção e seus Anexos deaplicação Regional, incluindo o Anexo para ALCforam aprovados em 17 de junho.RAIDO_glossario_17X24.indd 31 9/6/2009 20:27:47
  34. 34. 321994 – A UNCCD entra em vigor no dia 24 deoutubro. Sessões da COP da UNCCD: COP 1 –Roma (1997); COP2 – Dakar (1998); COP 3 –Recife (1999); COP 4 – Bonn (2000); COP 5 –Genebra(2001);COP6–Havana(2003);COP7 – Nairobi (2005); COP 8 – Madrid (2007).1996 – As regiões da América Latina e Caribe,África e Ásia realizam suas primeiras reuniõesregionais. Nos anos seguintes estas regiõescontinuaram o processo de organização ede preparação para as COPs através de re-uniões regionais. Foram realizadas 12 reuniõesregionais no período de 1996 a 2007, emdiferentes países das três regiões.1998 – Organização do primeiro Fórum África,AméricaLatinaeCaribenacidadedoRecife,Bra-sil.Esteimportanteinstrumentodecooperaçãointer-regional, também realizado entre Ásia eÁfrica, fortaleceu a cooperação sul-sul atravésda implementação de vários projetos. Outrasreuniões inter-regionais foram organizadase plataformas de cooperação estabelecidas.2000 – A Declaração do Milênio adotada pelaAssembléia Geral das Nações Unidas define“respeitopelanatureza”comoumvalorfunda-mental e se compromete a “integrar os princí-pios do desenvolvimento sustentável naspolíticas dos países”.2001 –Estabelecimento do Comitê de Revisão daImplementaçãodaConvenção(CRIC)pelaCOP5.Sessões do CRIC da UNCCD: CRIC 1 – Roma(2002);CRIC2–Havana(2003);CRIC3–Bonn(2004);CRIC4–Nairobi(2005);CRIC5–Bue-nos Ayres (2007); CRIC 6 – Madrid (2007).2002–AConferênciaMundialsobreoDesenvolvi-mento Sustentável em Johannesburg reconheceque a proteção ambiental e o desenvolvimentoeconômico e social são interdependentes e sereforçammutuamente.2006 – Tempestades de pó foram vistas emdistintos Estados das Grandes Planícies. Amais notável foi a que ocorreu no Estado doTexas em novembro de 2006.2007 – Aprovação do Plano Estratégico de 10Anos para a Convenção pela COP 8 em Madrid.2008 – Organização do CRIC 7 e da PrimeiraSessão Especial do Comitê de Ciência e Tec-nologia em Istambul.RAIDO_glossario_17X24.indd 32 9/6/2009 20:27:47
  35. 35. 33// Principales eventosen desertificación// 6000 a.C. – La deforestación causa el colapsodelascomunidadesenelsurdeIsrael/Jordania.// 3000 a.C. hasta 2000 a.C. – El corte comercialdel cedro en Fenicia (Líbano) para la exporta-ción a Egipto y Sumeria ha resultado en unamasiva deforestación de estos bosques, quehan desaparecido en menos de mil años.// 1200 a.C. – Por su posición en la costa nortedonde es ahora Turquía, Troya ha dominado elMercado entre el mar Egeo y el mar Negro. Ladeforestacion y la erosión de suelos ha movi-do la línea de la costa a una posición muy dis-tintahaciaelnorteenestemilenio.Estaantigaciudad fueredescobertaen1870porHeinrichSchliemann en una posición distinta a la quese suponía estar.//400 a.C. – El general griego Tucidides, unode los primeros historiadores, escrive la his-toria de la Guerra del Peloponeso precisa-mente porque sus esfuerzos en protegerlos valiosos bosques del norte de Greciahan fallado. Él menciona tambien la expe-dicón a Sicilia y la gran cantidad de maderadisponible en la isla.// 27 a.C. hasta 480 d.C. – Durante el imperioromano muchos lugares alrededor del Mediter-ráneo han sido súper-explotados y han tenidosus recursos naturales agotados. Madera ymetales han sido usados intensivamente enla construcción, energía y propósitos militares.Las ruinas en Libia, Irak, Grecia y en el norte deAfrica son testimonios de este proceso.// 600 d.C – Un evento desconocido ha des-truido la civilización en Teotihuacan, México.Algunos expertos especulan que la sequíay la degradación de la tierra están entre lasrazones de la declinación de los Aztecas.//1587 –FelipeIIhaorganizadolaGranArmadapara invadir Inglaterra. La empresa ha consu-mido miles de árboles y ha sido responsablepor la deforestación a gran escala en España.//1722 – Jacob Roggeveen llega a la devasta-da Isla de Pascua. La isla de Pascua puede servisualizada como un sistema cerrado, que hacolapsadoporlainsosteniblepresiónhumanasobre los recursos naturales. En el mismosentido la Tierra es un sistema cerrado, unagran “Isla de Pascua” que puede colapsar bajola insostenible presión humana sobre los re-cursos naturales.//1862 – Se ha aprobado el “Acta de la tierra”para las Grandes Planicies en Estados Uni-dos. La ley estableció la asignación de unaporción de tierra de entre 16 y 64 hectareaspara cada familia y que, después de 5 añosde uso, se les dieran los derechos de proprie-dad. Las Grandes Planicies son formadas porlos Estados de Montana, Dakota, Colorado,Kansas, Nebraska y parte de Wisconsin, Min-nesota, Iowa y Illinois.//1878 – John Wesley Powell publica un in-forme técnico sobre las zonas áridas de Es-RAIDO_glossario_17X24.indd 33 9/6/2009 20:27:47
  36. 36. 34tados Unidos (con foco sobre la capacidadde soporte de las Grandes Planicies) que: (i)Recomiendalaasignaciónde900hectareasdetierraparacadafamiliadelasGrandesPlanicies;(ii)llamalaatenciónhacia la“debilidad”delossistemasdezonassecas.Lassu-gerenciasdePowellnohansidoconsideradas en aquel entonces por cuestionespoliiticas.JohnWesleyPowellfueelprimerexplo-radordelRíoColorado,GranCanionydelastierrassecasdelasGrandesPlanicies.ÉlhasidoDirectordelUSGeologicalServicede1881hasta1894.//1890 – La migración masiva de mas de1.100.000 familias para las Grandes Plani-cies han llevado a la ocupación de mas de 81millones de hectareas.// 1927 – La palabra “desertificación” ha sidomencionada por primera vez por el investiga-dor francés Louis Lavauden.//1930 – A principios de los años 30, ladeforestación, sequía,erosiónytormentasdepolvo afectaron profundamente la región delas Grandes Planicies. La sequía ha afectadola región por mas de 4 años y ha intensificadola degradación de la tierra.//1931 – Se ha reportado sobre la primeratormenta de polvo (Dust Bowl) en las GrandesPlanicies.//1938 – Con relación al numero de tormentasde polvo, este año fue considerado como elde mayor intensidad. Algunas de las tormen-tas tenían la duración de hasta 12 horas, afec-taban grandes áreas y podrian alcanzar hasta900 km. Una sola tormenta de polvo en Mon-tana en 1934 ha movido una cantidad de 350millones de toneladas de polvo.//Años 40 – La palabra “desertificación” se hizopopular a través de Andre Aubreville despuésde una década de malas experiencias rela-cionada con la degradación de la tierra en lasGrandes Planícies.//1950 –ElinvestigadoramateurG.S.Callendarllama la atención sobre el efecto invernaderoy postula que él esta directamente vinculadoa las actividades humanas. Sus afirmacionesfueron rechaza das en la epoca. No obstante,en respuesta a sus teorías, los científicos hanempezado a desarrollar nuevas formas paramedir el clima de la Tierra.//1967 – La sequía en la región sur del Sahara(1967 – 1968) ha causado la muerte de másde 500 mil personas. Procesos de desertifi-cación fueron identificados y reportados porvarios países africanos.//1972 – El Club de Roma lanza su informe“Los limites del crecimiento”, con la previsiónde un escenario catastrófico para el capita-lismo, con base en el agotamiento de lasmaterias primas y los recursos naturales.//1972– LaConferenciadeNacionesUnidasso-breelAmbienteHumanohallevadoalacreacióndel Programa de Naciones Unidas para el MedioAmbiente (PNUMA). En la misma Conferencia,los países han reconocido la tragedia en Africa yhan aprobado la organización de la Primera Con-ferencia InternacionalsobreDesertificación,queseharealizadoenNairobien1977.RAIDO_glossario_17X24.indd 34 9/6/2009 20:27:47
  37. 37. 35//1977 – Durante la Conferencia de la ONU so-bre desertificación realizada en Nairobi, lospaíses aprobaron el Primer Plan Mundial deAcción contra la Desertificación (PLACD).//1982–SepublicalaCartaMundialdeNacionesUnidas sobre la Naturaleza. En esta carta seadopta el principio de que cada forma de vidaes única y debe de ser respetada, sin importarsu valor para la especie humana. La carta llamala atención también sobreel entendimiento denuestra dependencia de los recursos naturalesydelanecesidaddecontrolarsuexplotación.//1987 – Lanzamiento del Informe Brundt-land – Nuestro Futuro Común – con la cono-cida definición de “desarrollo Sostenible”. Eldocumento fue llevado a la Asamblea Gen-eral como un anexo al documento A/42/427– Desarrollo y Cooperación Internacional:Medio Ambiente.//1987 – Se adopta el Protocolo de Montrealsobre las sustancias que destruyen la capade ozono.//1988 – El Panel Intergubernamental sobre elCambio Climático establece tres grupos de tra-bajo para evaluar la más reciente investigacióncientífica técnica y socio-económica en el cam-podelcambioclimático.// 1991 – La evaluación del Plan de AcciónMundial contra la Desertificación ha mostradola falta de compromiso de los países en finan-ciar e implementar las acciones necesariascontraladesertificación.Accionesmásfuerteshan sido propuestas que posteriormente hanllevado a la creación de la Convención de Lu-cha contra la Desertificación.//1992 – La Conferencia Internacional sobre elimpacto de las variaciones climáticas en el de-sarrolloenlasregionesÁridas(ICID)fuerealizadaenFortaleza,Ceará,Brasilconlaparticipacióndeexpertosdemásde70paises.Losresultadosdela Conferencia fueron llevados a la atención delComite de Organización de la UNCED. Las impor-tantes conclusions de la Conferencia han sidodiscutidas por los delegados durante la UNCEDy fueron consideradas como cruciales para laaprobación de la negociación de la UNCCD, deacuerdoalperiódicoLeMonde.//1992 – Se ha realizado la Conferencia deNaciones Unidas sobre el Medio Ambiente y elDesarrollo (UNCED) en Río de Janeiro. Entre susresultados estan la aprobación de la ConvencióndeBiodiversidad,laConvenciónMarcodelCambiodelClima,laDeclaracióndeRíoyunadeclaraciónnovinculantedeprincipiossobrelosBosques.SehaaprobadotambiénlanegociacióndelaUNCCDy se ha establecido el Panel IntergubernamentaldeNegociacióndelaUNCCD(INCD).//1993–PrimerasesióndelComitéInterguber-namental para la Negociación de la Conven-ción de Desertificación - INCD – 24 de mayohasta el 3 de junio de 1993, Nairobi.//1994 – Fue realizada en Fortaleza, Ceará,Brasil, la Primera Conferencia Brasileña yTaller Latino Americano de Desertificación(CONSLAD) con el objetivo de preparar elAnexo de Aplicación Regional de América Lati-na y el Caribe para la UNCCD. El Anexo regionalRAIDO_glossario_17X24.indd 35 9/6/2009 20:27:47
  38. 38. 36de ALC elaborado en esta ocasión fue presen-tado y aprobado en la Quinta Sesión del INCDen Paris en 17 de junio de 1994.//1994 – Quinta session del INCD, 6 – 17 dejunio, Paris. La Convención y sus AnexosdeaplicaciónRegional,incluyendoelAnexoparaALChansidoaprobadosenel17dejunio.//1994–LaUNCCDentraenvigor el24deoctubre.Sessiones de la COP de la UNCCD: COP 1 –Roma (1997); COP2 – Dakar (1998); COP 3 –Recife (1999); COP 4 – Bonn (2000); COP 5 –Ginebra (2001); COP 6 – Habana (2003); COP7 – Nairobi (2005); COP 8 – Madrid (2007).//1996 – Las regiones de América Latina y elCaribe, Africa y Asia realizan sus primerasreunionesregionales.Losañossiguientesestasregiones continuan su proceso de organizacióny de preparación para las COPs por medio delas reuniones regionales. Fueron realizadas 12reuniones regionales en el periodo de 1996a2007endistintospaisesdelastresregiones.//1998 - Organización del primer Forum Afri-ca- America Latina y el Caribe en la ciudad deRecife, Brasil. Este importante instrumento decooperación inter-regional, tambien realizadoentre Asia y Africa, ha fortalecido la cooper-ación sur-sur a través de la implementaciónde distintos proyectos. Otras reuniones inter-regionales han sido organizadas y platafor-mas de cooperación establecidas.//2000 – La Declaración del Milenio adoptadapor la Asamblea General de Naciones Unidasdefine “respecto por la naturaleza” como unvalor fundamental y se compromete a “inte-grar los principios del desarrollo sostenible enlas políticas de los países”.//2001–EstablecimientodelComitédeRevisiónde la Implementación de la Convención (CRIC)porlaCOP5.Sessiones de l CRIC de la UNCCD: CRIC 1 – Roma(2002); CRIC 2 – Habana (2003); CRIC 3 – Bonn(2004); CRIC 4 – Nairobi (2005); CRIC 5 – BuenosAires(2007);CRIC6–Madrid(2007).// 2002 – La Conferencia Mundial sobre Desar-rollo Sostenible en Johannesburg reconoceque la protección ambiental y el desarrolloeconómico y social son interdependientes yse refuerzan mutuamente.//2006–Tormentasdepolvofueronidentificadasen distintos Estados de las Grandes Planicies,siendo la más notable sendo la que ha ocurridoenelEstadodeTexasennoviembrede2006.//2007 – Se aprueba el Plan Estrategico de 10AñosparalaConvenciónporlaCOP8enMadrid.// 2008 – Organización del CRIC 7 y de la Prim-era Sessión Especial del Comite de Ciencia yTecnologia en Estambul.RAIDO_glossario_17X24.indd 36 9/6/2009 20:27:47
  39. 39. 37//// Milestones inDesertification////6000BC–Deforestationleadstothecollapseof communities in southern Israel/Jordan.////3000BCto2000BC–Large-scalecommercialtimbering of cedars in Phoenicia (Lebanon), forexport to Egypt and Sumerian, results in thesemassivecedarforestsdisappearinginlessthanone thousand years.//// 1200 BC – Troy dominates trade between theAegeanandBlackseasduetoitspositiononthenorthcoastofwhatisnowTurkey.Deforestationand soil erosion moves the coastline north overthe millennia. The ancient city was rediscoveredin1870byHeinrichSchliemanninadifferentpo-sitionthantheoneitwassupposedtobe.//// 400 BC – Greek general Thucydides, one ofthe first historians, writes the history of Pelo-ponnesian War largely because his own mis-siontoprotectvaluabletimberlandsinnorthernGreece failed. It is mentioned also the Sicilianexpedition and the abundance of timber avail-able in the Island.////58BC–JuliusCaesarorderstroopstocutdownforests to prevent ambushes from occurring. De-forestationensuredthattheforestscouldnotpro-videcoverandcamouflageforRome’senemies//// 27 BC to 480 AC – During the Roman Empire,many places around the Mediterranean were overexploitedandhadtheirnaturalresourcesexhaust-ed. Wood and metals were extensively used forconstruction,energyandmilitarypurposes.Theru-insinLibya,Iraq,GreeceandthenorthofAfricaaretestimoniestotheseprocesses.//// 600 AC – An unknown event destroys thecivilization at Teotihuacán, Mexico. Some ex-perts speculate that drought and land degra-dation are among the reasons for the declineof the Aztecs.////1587 –FelipeIIorganizedtheGreatArmadato invade England. The enterprise consumedthousands of trees and is responsible for thelarge-scale deforestation of Spain.////1722–JacobRoggeveenarrivesatadevas-tatedEasternIsland.TheEasternIslandcanbeseenasaclosedsystem,whichcollapseddueto unsustainable human pressures placed onnatural resources. In the same way the Earthis a closed system, a big “Eastern Island” thatcould collapse under unsustainable humanpressures that overexploit natural resources.////1862 – Approval of the Homestead Actfor the Great Plains in the United States. Thelaw established the assignment of 16 to 64hectares of land for each family and after 5years of it’s use, they would receive propertyrights. The Great Plains comprises the Statesof Montana, Dakota, Colorado, Kansas, Ne-braska and part of Wisconsin, Minnesota,Iowa and Illinois.////1878 –John Wesley Powell publishes atech-nical Report on the Arid Lands of North America(focusingparticularlyonthecarryingcapacityofRAIDO_glossario_17X24.indd 37 9/6/2009 20:27:48
  40. 40. 38the Great Plains) that both (i) recommends theassignmentof900hectaresoflandtoeachfam-ily inhabiting the Great Plains and (ii) highlightsthe “weakness” of the drylands ecosystem. Thesuggestions made by Powell were not take intoconsideration at that time because of politicalreasons. John Wesley Powell was the first ex-plorer of the Colorado River, Grand Canyon andthearidlandsoftheGreatPlains.HewasDirectoroftheUSGeologicalServicefrom1881to1894.//// 1890 – A massive migration of 1.100.00families to the Great Plains leads to more than81 million hectares of land being occupied.//// 1927 – The Word “desertification” wasmentioned for the first time by the French re-searcher Louis Lavauden.////1930 – In the beginning of the 30’s, defores-tation, drought, erosion and sand storms deeplyaffectedtheGreatPlains.Droughtaffectedthere-gionformorethanfouryearsandexacerbatedthelanddegradationofthearea.////1931 – The first Dust Bowl is reported in thenorth of the Great Plains.////1938 – Concerning the number of duststorms, this year is reputed to have been themost intense. Some of the storms could last for12 hours and affect extensive areas and couldreach distances around 900 km. It is reportedthat in 1934, one single dust storm in Montanamovedaround350millionsoftonsofsoils.////1940s – The word “desertification” wasmade popular by Andre Aubreville after a de-cade of difficult experiences related to landdegradation in the American Great Plains.////1950–Amateurscientist,G.S.Callendarclaimsthat the greenhouse effect is on the way and isdirectlylinkedtohumanactions.Hisclaimswerelargely dismissed. However, in response to histheories, scientists begin to develop new waysofmeasuringtheEarth’sclimate.////1967 – Due to the sub-Saharan drought(1967-1968),morethan500thousandpeopledied. Desertification processes had been iden-tified and reported by many African countries.////1972 – The Club of Rome launched thereport “The limits of Growth”, predicting cata-strophic scenarios to capitalism system,based on the depletion of raw materials andnatural resources.////1972 – A UN Conference on the Human Envi-ronmentinStockholmleadstothecreationoftheUnited Nations Environment Programme (UNEP).InthesameConference,countriesacknowledgedtheAfricantragedyandapprovedtheorganizationof the First International Conference on Desertifi-cation,tobeheldinNairobiin1977.////1977 – During the UN Conference on De-sertification held in Nairobi, countries ap-proved the First World Plan of Action againstDesertification (WPCD).////1982 – The UN World Charter for Nature ispublished. It adopts the principle that everyformoflifeisuniqueandshouldberespected,irrespective of its value to humankind. It alsoRAIDO_glossario_17X24.indd 38 9/6/2009 20:27:48
  41. 41. 39calls for an understanding of our dependenceon natural resources and the need to controlour exploitation of them.////1987 – Launching of the Brundtland Re-port – Our Common Future - with the famousdefinition of “Sustainable Development”.The document has been ttransmitted to theGeneral Assembly as an Annex to documentA/42/427 - Development and InternationalCo-operation: Environment.////1987 – The Montreal Protocol on Substanc-es that deplete the Ozone Layer is adopted////1988 – The Intergovernmental Panel onClimate Change establishes three workinggroups to assess the most up-to-date scien-tific, technical and socio-economic researchin the field of climate change.////1991 – Evaluation of the World Plan of Ac-tion against Desertification showed a lack ofcommitment by countries to finance and im-plement the necessary actions against deser-tification. Stronger actions were proposed thatlater lead to the creation of the Convention toCombat Desertification.////1992 – The International Conference on theImpacts of the Climatic Variations in Drylands(ICID) was held in Fortaleza, Ceara, Brazil withthe participation of experts from more than 70countries. The results of this Conference werebrought up to the attention of the UNCED Orga-nizing Committee. The important conclusions ofthe Conference were discussed by delegatesattendingUNCEDandconsideredasamilestonefortheapprovalofthenegotiationsoftheUNCCD,accordingtotheNewspaperLeMonde.////1992 – The UN Conference on Environmentand Development (UNCED) was held in Rio deJaneiro. It results in the approval of the Con-vention on Biological Diversity, the FrameworkConvention on Climate Change, the Rio Decla-ration, and a statement of non-binding ForestPrinciples. It further approved the negotiationoftheUNCCDandestablishedanInter-govern-mental Negotiating Committee (INCD).//1993 – First session of the Inter-Governmen-tal Committee for the Negotiations of the Con-vention to Combat Desertification - INCD - May24th to June 3rd 1993, Nairobi.////1994 – The First Brazilian National Confer-ence and Latin American Seminar on Desertifi-cation(CONSLAD)washeldinFortaleza,Ceara,BrazilaimedtopreparetheLatinAmericanandCaribbean Regional Annex for the UNCD. TheLAC Regional Annex prepared in this occasionwas presented and approved in the Fifth INCDsession held in Paris on 17th June 1994.////1994 – Fifth session of the INCD, 6-17 June,Paris. The Convention and its Regional Imple-mentation Annexes, including the LAC RegionalAnnex, has been approved on June 17th.////1994 – The UNCCD enters into force onOctober 24th. UNCCD COP sessions: COP 1 –Rome (1997); COP2 – Dakar (1998); COP 3 –Recife (1999); COP 4 – Bonn (2000); COP 5 –Geneva (2001); COP 6 – Havana (2003); COP7 – Nairobi (2005); COP 8 – Madrid (2007).RAIDO_glossario_17X24.indd 39 9/6/2009 20:27:48
  42. 42. 40//// 1996 – Latin America and the Caribbean, Af-rica and Asia organized their first regional meet-ings. The following years the same regionshad continued their organizational processesthroughtheregionalmeetingsaspreparationforthe COPs. It has been organized twelve regionalmeetings in the period from 1996 to 2007 invariouscountriesinthethreeregions.////1998 – Organization of the first Forum Af-rica- Latin America and the Caribbean in thecity of Recife, Brazil. This important tool for theinter-regional cooperation, also organized be-tween Africa and Asia, has been strengthenedthe south-south cooperation through the im-plementation of various projects. Other inter-regional had been organized and platforms ofcooperation established.////2000 – The Millennium Declaration adoptedby UN General Assembly defines “respect fornature” as a fundamental value and commits“to integrate the principles of sustainable de-velopment into country policies”.////2001 – Establishment of the Committee forthe Review of the Implementation of the Con-vention (CRIC) by the COP 5.UNCCD CRIC sessions: CRIC 1 – Rome (2002);CRIC 2 – Havana (2003); CRIC 3 – Bonn(2004);CRIC4–Nairobi(2005);CRIC5–Bue-nos Ayres (2007); CRIC 6 – Madrid (2007).////2002 – World Summit on Sustainable De-velopment in Johannesburg recognizes theenvironmental protection and the economicand social development as interdependentand mutually reinforcing.//// 2006 – Dust storms have been identifiedin different States of the Great Plain. The mostnoticeable being the dust storm that occurredin Texas in November of 2006.//2007–ApprovaloftheTen-yearStrategicPlanfor the Convention by the COP 8 in Madrid.//// 2008 – Organization of the CRIC 7 and theFirst Special Session of the Committee on Sci-ence and Technology in Istanbul.RAIDO_glossario_17X24.indd 40 9/6/2009 20:27:48
  43. 43. 41RAIDO_glossario_17X24.indd 41 9/6/2009 20:27:48
  44. 44. 42Termos e conceitos - PortuguêsRAIDO_glossario_17X24.indd 42 9/6/2009 20:27:50
  45. 45. 43RAIDO_glossario_17X24.indd 43 9/6/2009 20:27:52
  46. 46. 44...........................................................................................................................AcreditaçãoAprovação e reconhecimento do fato de queas credenciais apresentadas por delegados deum país ou de uma instituição determinada sãoaceitáveis de acordo com regras estabelecidas.A acreditação autoriza a participação de delega-dosemreuniõesououtrostiposdeatividades............................................................................................................................AdaptaçãoDe acordo com a UNFCCC, “adaptação é oajuste nos sistemas humanos ou naturaisem resposta a estímulos atuais ou espera-dos ou seus efeitos, o que minimiza os da-nos ou aproveita os benefícios das oportuni-dades criadas.EsteconceitofoiincorporadonaUNCCDepodeseraplicadoaocontextode“adaptaçãoàseca”ouadaptaçãoanovascondiçõesambientaisnaster-rassecasderivadasdamudançadoclima............................................................................................................................Advocacy (Defesa)Oatodepedirouargumentarfavoravelmenteparaalgo,comoumacausa,idéiaoupolítica.Otermoim-plicaumaaçãoouumconjuntodeaçõesquetêmoobjetivodeinfluenciaraspolíticaspúblicasoupri-vadas.NocontextodaUNCCDoconceitoéutilizadocomo sinônimo de “influenciar os tomadores dedecisão” para a implementação da Convenção oumelhoraromeioambienteeascondiçõesdevidanasregiõessecaspormeiodaConvenção............................................................................................................................Agenda 21De acordo com a DESA, a “Agenda 21 é umabrangente plano de ação de âmbito mundial,nacional e local para ser considerado pela Orga-nização das Nações Unidas, Governos e outrosimportantes grupos, em todas as áreas onde osimpactoshumanosafetamoambiente”.AAgenda21foiadotadaduranteaConferênciadoRioem1992comoumnovoparadigmaparaodesenvolvimentosustentávelnoséculo21............................................................................................................................AlbedoDeacordocomoPewCenter,“albedoserefereàrazãoentreaquantidadedeluzsolarrefletidapelaterraeaquantidade de luz solar recebida. A luz que não sereflete se converte em radiação infravermelha (ouseja,calor),quecausaoaquecimentodaatmosfera.As superficies com alto albedo (por exemplo nevee gelo) geralmente contribuem para o esfriamento,enquantosuperfíciescombaixoalbedo(porexem-plo,florestas)geralmentecontribuemparaoaqueci-mento.Mudançasnousodaterraqueafetamsignifi-cativamente suas características podem, portanto,influenciaroclimaatravésdemudançasnoalbedo.Durante os anos de 1960, alguns cientistasfizerammençãoàcontribuiçãopositivadadeser-tificação para o aumento do albedo e, portanto,parareduziramudancaclimática.Estaposiçãofoirejeitada e a contribuição positiva da vegetaçãoparaacapturadecarbonofoireconhecida............................................................................................................................Anexos de Implementação RegionalDeacordocomoartigo29daUNCCD,osAnexosdeImplementaçãoRegionalsãoparteintegranteda Convenção. Há atualmente 5 anexos region-ais:África,Ásia,AméricaLatinaeCaribe,Mediter-râneodoNorteeEuropaCentraleOriental............................................................................................................................AntropismoNas ciências ambientais significa as mudançascausadas pelas atividades humanas no ambi-entenatural.RAIDO_glossario_17X24.indd 44 9/6/2009 20:27:52
  47. 47. 45...........................................................................................................................AridezDeacordocomoGD,“aridezéarazãoentreopo-tencial de evaporação e a média da precipitaçãoanualparaumadeterminadaregião”............................................................................................................................ ...........................................................................................................................Bacia de DrenagemDe acordo com o USGS, “bacia de drenagem é aárea de terra onde a precipitação escorre parariachos, rios, lagos ou reservatórios. É uma áreaque se pode identificar pelo traço de uma linhadesde a parte mais alta entre duas áreas de ummapa, frequentemente uma faixa. Grandes ba-cias de drenagem, como a área que drena o RioMississipicontémmilharesdepequenasbaciasde drenagem. Também é chamada de “linha di-visoradeáguas”............................................................................................................................Balanço de EnergiaDe acordo com a AMS, “balanço de energia é oequilíbrio entre o aquecimento e o esfriamentode um volume e todas as fontes possíveis deabsorção de energia. As fontes e os principaissumidouros de energia incluem tipicamenteos fluxos líquidos do calor sensível, do calorlatente e da energia radiante. A conservaçãode energia requer que a energia recebida porumasuperfíciedevaserigualàenergiaperdidamaisaenergiaarmazenadaporestasuperfície.Para as superfícies de água e de terra, a fontedeenergiaprincipaléaradiaçãolíquida,queig-uala a soma da radiação curta e longa recebidade cima menos a radiação refletida. Esta ener-gia se transfere normalmente no solo (fluxo decalor do solo), no ar (fluxo de calor sensível),o no fluxo de calor latente (evapotranspiração- ET). As pequenas quantidades de energia en-trante podem modificar o conteúdo de calor daBRAIDO_glossario_17X24.indd 45 9/6/2009 20:27:52
  48. 48. 46água ou das colheitas na superfície ou se con-vertem em outras formas de energia (p.e. fo-tossíntese). Usa-se frequentemente o balançoenergético para estimar a evapotranspiraçãopor meio de: 1) medição da radiação, do fluxode calor do solo e do fluxo de calor sensívellíquido; 2) incorporando esses valores em umaequação de balanço energético; e, 3) encon-trando a solução para o fluxo de calor latente(ET). Sob condições quentes, secas ou de ven-tos (movimentos do ar), o calor do ar, além daradiação líquida, está às vezes em uma super-fície fria adjacente. O movimento do ar pode àsvezes aumentar as taxas de evaporação acimada energia disponível da radiação líquida”...........................................................................................................................BiocombustíveisDeacordocomoYara,“biocombustíveléocombus-tivelsólido,líquidoougasoso,queconsistedeouéderivado de material biológico, mais comumenteplantas, teoricamente produzidos por qualquerfonte(biológica)decarbono”...........................................................................................................................BiodiversidadeDe acordo com a CBD, “biodiversidade é a variabili-dadeentreosorganismosvivosdetodasasfontes,incluindo a terrestre, a marinha e outros ecossiste-mas aquáticos, e os complexos ecológicos dosquais são parte; isto inclui a diversidade das espé-cies,entreespéciesedeecossistemas”...........................................................................................................................BiomaDe acordo com a CBD, “bioma é uma parte im-portante do ambiente vivo de uma particularregião (como uma floresta ou uma planície),caracterizado por sua distinta vegetação emantido por condições climáticas locais”...........................................................................................................................BiomassaDe acordo com o Yara, “biomassa é a massa bi-ológica,aquantidadedematériavivaoupesosecodeumaespécieparticulardentrodeumhabitatoude uma área geográfica. A energia da biomassaestá armazenada na matéria orgânica, bem comonosanimaiseemseusprodutosdedesperdício”...........................................................................................................................BiosferaDe acordo com a EPA, “biosfera é a parte daterra e sua atmosfera que pode suportar avida. Os organismos, vivos ou não, são encon-trados próximos à superficie da terra e partesda litosfera e hidrosfera. A parte do ciclo decarbonoglobalqueincluiosorganismosvivose a matéria orgânica biogênica”...........................................................................................................................Boas PráticasNocontextodaUNCCDotermoestáassociadocom a idéia de sustentabilidade e é utilizadopara descrever o conjunto de técnicas, pro-cedimentos e práticas sociais no manejo derecursos naturais, em nível de comunidades.Algumas vezes está associado com os con-hecimentos tradicionais e as tecnologiasapropriadas no manejo da terra...........................................................................................................................Bottom-up Approach (de baixo para cima)O conceito está relacionado com a participa-ção dos diferentes atores sociais (indivíduos,grupos sociais ou comunidades) nos proces-sos políticos e sociais. No contexto da UNCCDsignifica a participação das populações locaise usuários da terra nos processos de tomadade decisão relacionados com o manejo sus-tentável da terra.RAIDO_glossario_17X24.indd 46 9/6/2009 20:27:52
  49. 49. 47...........................................................................................................................Bureau (Mesa diretiva)GruporesponsávelpordirigirostrabalhosdaCOPou de seus orgãos subsidiários. Seus membrossão delegados indicados por cada um dos gru-posregionaisdasNaçõesUnidas.NocontextodaUNCCD, há três mesas diretivas representando aCOP,oComitêdeCiênciaeTecnologiaeoCRIC............................................................................................................................ ..........................................................................................................................Camada Superior do SoloDe acordo com Pidwirny, “a camada superior dosolo é um termo genérico que se refere ao hori-zonte superior do solo que geralmente contémalto nível de matéria orgânica e os sistemas deraízesdavegetaçãosuperior”...........................................................................................................................Ciclo HidrológicoDe acordo com a EF, “ciclo hidrológico é a transfer-ênciacíclicadovapordeáguadasuperfíciedaterraparaaatmosfera,daatmosferadevoltaparaaterrae,atravésdacorrentezaparaosrios,lagoseemúltimainstânciaparaosoceanos”...........................................................................................................................CITESConvenção sobre o Comércio Internacionalde Espécies Ameaçadas da Fauna e FloraSilvestre...........................................................................................................................Classificação ClimáticaDe acordo com a AMS, “classificação climática éa divisão dos climas da terra em sistemas mun-diais de regiões contíguas, cada uma das quaisdefinida por uma relativa homogeneidade doselementos do clima. A mais antiga classificaçãoclimática conhecida, elaborada pelos gregos,divide os hemisférios em três zonas climáticas,“os sem verão”, “os intermediários” e os “semCRAIDO_glossario_17X24.indd 47 9/6/2009 20:27:53
  50. 50. 48inverno”, considerando somente as diferen-ças latitudinais do efeito solar (a palavra grega“Klima” significa “inclinação”). Recentemente,estaszonasforamchamadasdezonasTórridas,Temperadas e Frias. Aparentemente AlexanderSupan introduziu o mais importante avançonesta classificação no século XIX. Ele baseousuas zonas nas temperaturas atuais e não nasteóricasenomeouumafaixaquente,duastem-peradas e duas camadas frias. Supan tambémdividiu o mundo em 34 categorias climáticas,semtentarrelacionarosdistintosclimasdasdis-tintas localidades. Outro enfoque básico muitoutilizado reconhece outros controles climáti-cos, bem como o sol. Os climas resultantes sãochamados (com variações) polar, temperado,tropical, continental, marinho, de montanha epossivelmente outros. Das principais classifica-ções climáticas, as de W. Köppen (1918) e C.W. Thornthwaite (1931) são as mais utilizadas.O “sistema geográfico de climas” de W. Copenestá baseado em valores anuais e sazonais detemperatura e precipitação. O sistema bioclima-tológico de Thornthwaite (1931) utiliza o índicede precipitação efetiva para alinhar as faixas deumidade e eficiência térmica para as faixasdetemperatura. Thornthwaite (1948) introduziuumenfoque“racional”paraaclassificação,ondese utiliza a evapotranspiração como medida deeficiência térmica e é comparada com a pre-cipitação para formar um índice de umidade emostrarosperíodoseasquantidadesdesobrasefaltasdeágua”...........................................................................................................................Clearing-house MechanismOtermorefere-seaumsistemaparaproverinfor-mação relevante para os tomadores de decisão,paraestimularointercâmbiodeinformação entreos atores sociais, provendo as ferramentas paraa disseminação de informação, promoção deconferências eletrônicas, treinamento e outrasmodalidadesdeinteraçãoparafacilitarofortaleci-mentodecapacidades...........................................................................................................................ClimaDeacordocomNatsource,“oclimaéamédiadotem-po (estado atmosférico), usualmente tomada porum período de 30 anos, para uma região particulareumdeterminadoperíodo.Oclimanãoéamesmacoisaqueotempo,masumadeterminadamédiadotempoparaumaregiãoparticular.Otempodescreveo estado de curto prazo da atmosfera. Os elemen-tos do clima incluem a precipitação, temperatura,umidade,tempodeinsolação,velocidadedoventoefenômenoscomoanebulosidade,oscristaisdegeloegranizoeoutrasmedidasdotempo”...........................................................................................................................Clima DesérticoDe acordo com a AMS, “um clima desértico secaracteriza por uma umidade insuficiente parasuportar a vida vegetal, ou seja, um clima comextremaaridez”.De acordo com o MP, “os desertos cobremcerca de 50% da superfície terrestre e ocorremonde a pluviosidade está abaixo dos 50 mmao ano. Embora muitos desertos, como o Sa-hara no norte da África, e os desertos do oesteAmericano,MéxicoeAustráliaseencontremembaixaslatitudes,háoutrostipos,comoosdeser-tosfrios:estesseencontramnoslimitesdeUtahe Nevada e em partes da Ásia ocidental. Muitosdesertos têm uma quantidade considerável devegetação especializada, bem como animaisvertebrados e invertebrados especializados”.RAIDO_glossario_17X24.indd 48 9/6/2009 20:27:53
  51. 51. 49..........................................................................................................................Clima SecoDe acordo com a AMS, “clima seco, segundo aclassificação de W. Köppen de 1918, é a cat-egoria principal do clima (climas do tipo B), queinclui o clima de estepe e o clima de deserto.Estes climas, diferentemente de outros men-cionados em seu trabalho, são definidos termi-nantemente pela quantidade de precipitaçãoanual em função da distribuição estacional daágua; assim, tem-se um índice de umidadeabaixo de zero. Estes tipos incluem os climassecos subúmidos, semiárido e árido. Os climassecos se subdividem ainda segundo valores doíndice de umidade da seguinte forma: pouco ounada de excesso de água; excesso moderadodeáguanoinverno;excessomoderadodeáguano verão; excesso grande de água no inverno;excessograndedeáguanoverão”.AUNESCOutilizouadefiniçãodeThornthwaitena preparação do Mapa das Zonas Áridas pub-licado em 1979. O conceito de “zonas áridas”usado pela UNCCD está baseado na definiçãode Thornthwaite e no mapa da UNESCO...........................................................................................................................Clima SemiáridoDe acordo com a AMS, “a classificação climáti-ca de Thornthwaite de 1931, é uma faixa deumidade na qual a vida vegetal principal seconstitui de plantas baixas e resistentes àseca. Köppen chamou estas condições declima de estepe. As regiões semiáridas sãomuito susceptíveis à seca”...........................................................................................................................Clima SubúmidoDeacordocomaAMS,“climasubúmidoéumafaixadeumidade daclassificaçãoclimáticadeThornth-waite de 1931, definida por valores do índice daprecipitação-eficáciade32-63edesignadopelale-traC.Baseadonavegetaçãotípica,oclimasubúmi-dosechamaàsvezesdeprado.Em1948Thornth-waitedividiuestacategoriaemsubúmidoúmidoesubúmidoseco,comvaloresdoíndicedeumidadede0a+20ede–20a0,respectivamente.Ovalorzerodoíndicedeumidadedivideomaisúmidodomais seco. Este tipo de clima e o clima semiáridosãomuitosusceptíveisacondiçõesdeseca”...........................................................................................................................ClimaSubúmidoSecoDe acordo com a AMS, “clima subúmido seco éumafaixadeumidadenaclassificaçãoclimáticade Thornthwaite de 1931, definida por valoresdo índice de precipitação-eficiência de 32-63,designadopelaletraC.Baseadoemsuavegeta-çãotípica,oclimasubúmidoàsvezessechamaprado(campina).Em1948,Thornthwaitedividiuestacategoriaemsubúmidoúmidoesubúmidoseco, com valores do índice de umidade de 0 a+20 e -20 a 0, respectivamente. O valor zero doíndicedeumidadetambémdivideoclimaúmidodos climas secos. Este tipo de clima e o climasemiáridosãomuitosusceptíveisàseca”...........................................................................................................................ClimaTropicaldeSavanaDeacordocomaAMS,“climatropicaldesavanaé,emgeral,otipodeclimaqueproduzavegetaçãoda savana tropical e subtropical; um clima comuma estação seca de inverno, uma estação dechuvasdeverãorelativamentecurtaepesada,ealtastemperaturasaolongodetodooano”...........................................................................................................................Comitê de Ciência e TecnologiaO CCT foi estabelecido pelo artigo 24 da UN-CCD. Tem o objetivo prover a COP com infor-RAIDO_glossario_17X24.indd 49 9/6/2009 20:27:53
  52. 52. 50mação e conselhos sobre os temas científi-cos e tecnológicos relacionados com a lutacontra a desertificação e a mitigação dosefeitos da seca...........................................................................................................................Comitê do PlenárioGrupo criado pelo presidente da Confêrenciadas Partes - COP para apoiar o processo denegociação das decisões. É um comitê ab-erto, que consiste dos mesmos membros daCOP e funciona somente durante o períodode sua realização. Quando o comitê termina otrabalho, envia os projetos de decisão para oplenário da COP, que os adota durante a ses-são plenária...........................................................................................................................Conferência das Partes (COP)O artigo 22 da Convenção estabelece que aConferência das Partes é o órgão supremopara a tomada de decisões da Convenção. Apalavra “conferência” não é utilizada com osentido de “reunião”, mas com o de “associa-ção”. A COP se reúne regularmente para tomardecisões sobre seu trabalho futuro...........................................................................................................................ConhecimentoEntende-seconhecimentoatravésdetrêscon-ceitos: i) qualificação e habilidades adquiridasporumapessoaatravésdaexperiênciaouedu-cação; ii) o que se sabe em um campo particu-lar ou em sua totalidade; fatos e informação;iii) consciência ou familiaridade que se ganhapela experiência de um fato ou situação............................................................................................................................Conhecimento TradicionalDeacordocomaUNESCO,“conhecimentotradi-cionaléumcorpodeconhecimentosacumula-dos, técnicas, práticas e representações man-tidas e desenvolvidas pelas pessoas com umaextensa história de interação com o ambientenatural. Estes sofisticados sistemas de en-tendimento, interpretações e significados sãoparte integrante de um complexo cultural queabarca o idioma, os sistemas de nominação ede classificação, as práticas de uso dos recur-sos, rituais, espiritualidade e visão de mundo”...........................................................................................................................ConsciênciaA primeira fase do processo de aprendizagem.Estar consciente de que uma idéia, instituição,projeto ou produto existe, é uma etapa inicialparaseuconhecimento.Oconceitotemorigemnafilosofia,mastemsidousadonoscontextospolítico e social. O conceito requer um comple-mento para que saibamos do que se trata.Exemplo: estar consciente de uma idéia, insti-tuição, projeto ou produto...........................................................................................................................ConscientizaçãoÉ um processo com o propósito de melhorar aconsciência sobre uma idéia, instituição, pro-jeto ou produto entre comunidades ou outrosgrupos sociais. Implica em um conjunto deações ou processos que podem abrir oportu-nidades para o intercâmbio de informação emelhora do entendimento de uma idéia, insti-tuição, projeto ou produto. No contexto da UN-CCD o conceito de conscientização tem sidousado de forma associada com o de advoca-cy, com o objetivo de promover a Convenção...........................................................................................................................Conservação da ÁguaDeacordocomaUNESCO,“conservaçãodaáguasãoasmedidasintroduzidasparareduziraquan-RAIDO_glossario_17X24.indd 50 9/6/2009 20:27:53
  53. 53. 51tidade de água usada para qualquer propósito,e/ouparaprotegê-lacontraacontaminação”...........................................................................................................................Conservação de SolosDeacordocomaOCDE,“Conservaçãodesolosé a proteção do solo contra a erosão e outrostipos de degradação, para manter sua fer-tilidade e produtividade. Inclui geralmente agestão de bacias e o uso da água”.Existem muitas tecnologias e práticasdedicadas à conservação de solos nas ter-ras secas, porém não são utilizadas pelosusuários da terra por distintas razões, o queleva à erosão e desertificação...........................................................................................................................Contabilidade HídricaDe acordo com a AMS, “contabilidade hídrica éa contabilidade de água que entra e sai de umaregião, incluindo a precipitação, a evaporação,a saída e a infiltração; É usada frequentementeparaestimaraevapotranspiração”...........................................................................................................................ConvençãoDe acordo com Answer, “convenção é umacordo entre estados, grupos ou forçasmilitares, especialmente um acordo inter-nacional para tratar de um tema específico,tal como a luta contra a desertificação ou aproteção da propriedade intelectual”...........................................................................................................................Convenções do RioDeacordocomaUNEP,“otermoéutilizadoparamencionar as convenções negociadas e adota-das durante a Conferência do Rio em 1992. Es-tasconvençõessãoaConvençãodaDiversidadeBiológica (CDB ou CBD), a Convenção Marcode Mudança do Clima (UNFCCC) e a convençãoda ONU de Combate à Desertificação (UNCCD),adotadaem1994”...........................................................................................................................CorrentezaDe acordo com a AMS, “correnteza é a águaderivada da precipitação que alcança os ca-nais de drenagem”...........................................................................................................................CRIC–ComitêdeRevisãodaImplementaçãodaConvençãoDeacordocomadecisão1da5asessãodaCon-ferência das Partes da UNCCD, decidiu-se esta-belecerumComitêparaaRevisãodaImplementa-çãodaConvenção(CRIC)comoórgãosubsidiáriodaConfêrenciadasPartesparaauxiliaremrevisarregularmente a implementação da Convenção...........................................................................................................................RAIDO_glossario_17X24.indd 51 9/6/2009 20:27:53

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