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I CURSO CAPACITAÇÃO
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VITAIS?
SINAIS VITAIS

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• Os sinais vitais incluem a medida fisiológica da
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TEMPERATURA
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• Hipotermia:

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ALTERAÇÕES

• Hipertemia
– É a incapacidade do corpo de promover a
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PULSO

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Crianças: 90-140 bat/min
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• VARIAÇÕES

– Bradisfigmia- lento (abaixo de 60 bpm)
– Taquisfigmia- acelerado (acima de 100bpm)
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Locais de Palpação de Pulso
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• É a medida da força aplicada contra as
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• Adulto
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Coluna de Mercúrio
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SINAIS VITAIS
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– Causa principal de morte deco...
PRESSÃO ARTERIAL
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RESPIRAÇÃO
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  1. 1. AVALIAÇÃ O DE DADOS VITAIS I CURSO CAPACITAÇÃO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
  2. 2. O QUE SÃO SINAIS VITAIS?
  3. 3. SINAIS VITAIS • SINAIS DE VIDA; sinais físicos como: – – – – PULSO (radial, carotídeo, femural,...) RESPIRAÇÃO (freqüência, tipo...) PRESSÃO ARTERIAL (MMSS, MMII...) TEMPERATURA CORPORAL (axilar, retal, oral...) – NÍVEL DE CONSCIÊNCIA (Escala de Glasgow) – DILATAÇÃO DAS PUPILAS – COR DA PELE, os quais indicam que uma pessoa está viva.
  4. 4. • Podem ser observados, medidos, e monitorados para acessar o nível físico de atividade de um indivíduo. Os valores normais da medição dos sinais vitais variam conforme a idade e o estado da pessoa.
  5. 5. SINAIS VITAIS • Os sinais vitais incluem a medida fisiológica da • • temperatura, pulso, pressão arterial, respiração e saturação de oxigênio; Os sinais vitais são mensurados como parte do exame físico completo ou na revisão da condição do cliente; O profissional de enfermagem examina as alterações dos sinais vitais como outros achados do exame físico, utilizando o julgamento clinico para determinar a freqüência da verificação.
  6. 6. • TEMPERATUR A A temperatura corporal é a diferença entre a quantidade de calor produzida pelos processos corporais e a quantidade de calor perdida para o ambiente externo.Indica atividade metabólica • Regulação: Neural e • • Vascular Produção calor Perda calor: Irradiação, Condução, Convecção, Evaporação. (importância no ambiente Pré Hospitalar )
  7. 7. TEMPERATURA • Normotermia: (36 o C e 36,8 o C) • Hipotermia: ALTERAÇÕES – Perda de calor durante uma exposição ao frio que ultrapassa a capacidade do corpo de produzir calor.
  8. 8. ALTERAÇÕES • Hipertemia – É a incapacidade do corpo de promover a perda de calor ou reduzir a produção de calor. • Febrícula (36,9 o C - 37,4 o C) • Febre (37,5 o C - 38 o C) • Hiperpirexia( 40 o C)
  9. 9. TEMPERATUR A • Mensuração • Locais – – – – Oral Retal Axilar Membrana Timpânica • Variação: 36 a 38ºC – Oral: 36,1 a 37,5 o C – Retal: 37,5 o – Axilar: 36,5 o
  10. 10. • • AVALIAÇÃO DA TEMPERATURA CORPORALem local onde O termômetro deve ser colocado existam rede vascular intensa ou grandes vasos sangüíneos, e mantido por tempo suficiente para a correta leitura da temperatura.   TEMPO DE MANUTENÇÃO DO TERMÔMETRO NO PACIENTE – Oral: 3 minutos – Axilar: 03 a 05 minutos – Retal: 3 minutos
  11. 11. TEMPERATURA • A febre é um dos • • mecanismos de defesa do corpo A via timpânica é acessível, e local indicado para medida da temperatura central Temperatura retal não deve ser realizadas em recém natos e adultos com problemas retais
  12. 12. PULSO • Toda vez que o sangue é lançado do ventrículo esquerdo para a aorta, a pressão e o volume provocam oscilações ritmadas em toda a extensão da parede arterial, evidenciadas quando se comprime moderadamente a artéria contra uma estrutura óssea.
  13. 13. • LOCAIS DE VERIFICAÇÃO DO PULSO – Normalmente faz-se a verificação do pulso sobre a artéria radial (em casos não urgentes) – Artérias mais calibrosas como a carótida e femoral, poderão facilitar o controle. – Outras artérias, como a temporal, facial, braquial, poplítea e a dorsal do pé também possibilitam a verificação do pulso.
  14. 14. VERIFICAÇÃ O DE PULSO no O pulso é medido • punho, no pescoço, nas têmporas, na virilha, atrás dos joelhos, ou no peito do pé. Nessas áreas, a artéria passa perto da pele.
  15. 15. • Para medir o pulso no punho, coloque os dedos indicador e médio sobre o lado de dentro do punho oposto, abaixo da base do polegar. Pressione firmemente com os dedos esticados até que sinta o pulso.
  16. 16. • Para medir o pulso no pescoço, coloque os dedos indicador e médio imediatamente ao lado do pomo-de-adão, na parte macia e oca. Pressione firmemente até localizar o pulso. Quando achá-lo, conte os batimentos por um minuto ou por 30 segundos e multiplique por 2. Isso lhe dará os batimentos por minuto.
  17. 17. PULSO • FREQÜÊNCIA CARDÍACA NORMAL (bat/min) – – – – – – Lactentes: 120-160 Crianças: 90-140 bat/min Pré-escolar: 80-110 bat/min Idade Escolar: 75-100 bat/min Adolescente: 60-90 bat/min Adulto: 60-100 bat/min
  18. 18. • VARIAÇÕES – Bradisfigmia- lento (abaixo de 60 bpm) – Taquisfigmia- acelerado (acima de 100bpm) - Pulso filiforme, fraco, débil- Redução da força e do volume; - Pulso irregular- intervalo entre os batimentos são desiguais; - Dicrótico- Dá a impressão de dois batimentos; - Arrítmico- Pulsa sem regularidade; - Rítmico- Pulsa com regularidade.
  19. 19. PULSO E OXIMETRIA
  20. 20. SINAIS VITAIS Locais de Palpação de Pulso • • • • (Crianças) (cotovelo) (PCR, CHQ) (Perna, CHQ, • Temporal Ulnar Carotídeo Femoral PCR) Apical • • • • Poplíteo Braquial Tibial Posterior Radial (MMII) (MMSS/PA) (Pé) (Mão) (Ausculta)
  21. 21. PRESSÃO ARTERIAL OU PRESSÃO SANGÜÍNEA • É a medida da força aplicada contra as • paredes das artérias, quando o coração bombeia sangue através do corpo. A pressão é determinada pela força e quantidade de sangue bombeado e pelo tamanho e flexibilidade das artérias.
  22. 22. PRESSÃO ARTERIAL
  23. 23. PRESSÃO ARTERIAL • FATORES QUE INFLUENCIAM A PRESSÃO – – – – – – Idade Estresse Raça Medicamentos Gênero Sedentarismo
  24. 24. ESTETOSCÓPIO E TENSIÔMETRO
  25. 25. Tipos de Tensiômetro • Adulto • Infantil • Para obesos (proporcional a • circunferência do Braço) Coluna de Mercúrio
  26. 26. VERIFICAÇÃ O DE PRESSÃO ARTERIAL
  27. 27. SINAIS VITAIS MÉDIA DA PRESSÃO ARTERIAL NORMAL IDADE Recém nato PRESSÃO(mmHg) 40 1 mês 85/54 1 ano 95/65 6 anos 105/65 10-13 anos 110/65 14-17 anos 120/75 Adulto médio 120/80 Idoso 140/90
  28. 28. SINAIS VITAIS • Classificação da pressão arterial para adultos acima de 18 anos: Categoria Sistólica Diastólica < 130 <85 130-139 85-89 Estágio leve 140-159 90-99 Estágio moderado 160-179 110-109 Estágio grave 180-209 110-119 >210 >120 Normal Normal alta Hipertensão Estágio muito grave
  29. 29. ALTERAÇÕES DA PRESSÃO ARTERIAL • HIPERTENSÃO – Distúrbio mais comum da pressão arterial. – Causa principal de morte decorrentes de AVC e IAM. – Considerar: História familiar, fumo, obesidade, álcool, estresse, colesterol – Medida isolada pede atenção
  30. 30. PRESSÃO ARTERIAL • HIPOTENSÃO – Causada por perda de grande quantidade de sangue, falência do músculo cardíaco – Esta associada a palidez, pele fria, umidade, confusão, FC diminuída e debito urinário diminuído
  31. 31. RESPIRAÇÃO • A respiração, na prática, é o conjunto de 2 movimentos normais dos pulmões e músculos do peito: – 1 - Inspiração (entrada de ar pela boca/nariz); e – 2 - Expiração (saída de ar, pelas mesmas vias respiratórias). • Nota-se a respiração pelo arfar (movimento de sobe e desce do peito) ritmado do indivíduo.
  32. 32. RESPIRAÇÃO
  33. 33. RESPIRAÇÃO
  34. 34. RESPIRAÇÃO : Oximetria % SPO2
  35. 35. FREQÜÊNCIA RESPIRATÓRIA • Avalia a freqüência, ritmo, sons e • profundidade dos movimentos respiratórios VALORES - Eupnéia: 16 a 20 irpm(inc/min) – Taquipnéia: acima de 20 irpm – Bradipnéia: abaixo de 16 irpm
  36. 36. RESPIRAÇÃO – ACIDENTE COM A AERONAVE DA GOL
  37. 37. GLICEMIA CAPILAR
  38. 38. GLICEMIA CAPILAR
  39. 39. GLICEMIA CAPILAR
  40. 40. ANOTA R SEMPR E OS DADOS VITAIS ! !!!
  41. 41. • QUANDO REALIZAR? • POR QUE REALIZAR? • COMO REALIZAR? GLICEMIA CAPILAR
  42. 42. IMPORTANTE!!!!! Os sinais vitais devem ser reavaliados durante o atendimento, pois poderão haver alterações desses dados no decorrer da ocorrência, principalmente em pacientes instáveis.
  43. 43. MONITORIZAÇÃO CARDÍACA • O eletrocardiograma (ECG) é o registro dos fenômenos elétricos que se originam durante a atividade cardíaca por meio de um aparelho denominado eletrocardiógrafo.
  44. 44. • São DERIVAÇÕES PRECORDIAIS as derivações:V1,V2,V3,V4,V5 e V6, que medem a diferença de potencial entre o tórax e o centro elétrico do coração, e vão desde V1(espaço intercostal, na linha paraesternal direita) a V6 (5º espaço intercostal, na linha axilar média esquerda)
  45. 45. OBRIGADO!!!!
  • ErismarSilva1

    May. 6, 2019
  • marcuscesarenf

    Sep. 11, 2018
  • LucianadaSilvaSantos2

    Jun. 9, 2018
  • prpa2014

    Jun. 25, 2017
  • dyonefreire

    May. 23, 2017
  • SaraOliveira21

    Jan. 23, 2017
  • EdileneMaiaMenezesOliveira

    Sep. 28, 2016
  • MariaSilva335

    Jun. 28, 2016
  • Andreadcss

    Jan. 28, 2015
  • taniateixeirarosarosa

    Apr. 6, 2014
  • ClaudiaDanielaMamedi

    Feb. 1, 2014

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