Ce diaporama a bien été signalé.
Nous utilisons votre profil LinkedIn et vos données d’activité pour vous proposer des publicités personnalisées et pertinentes. Vous pouvez changer vos préférences de publicités à tout moment.

BHINANUT - Nutrição e Neurociência

2 174 vues

Publié le

Palestra apresentada no III Bahianut.

Publié dans : Santé & Médecine
  • Identifiez-vous pour voir les commentaires

BHINANUT - Nutrição e Neurociência

  1. 1. NUTRIÇÃO E NEUROCIÊNCIA Profª Karine Lima Curvello-Silva Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica Mestre em Medicina e Saúde Coord. do curso de Nutrição da Fac. Maurício de Nassau Nutricionista dos Consultórios Nutrimaster karinecurvello@gmail.com
  2. 2. TECIDO NERVOSO NEURÔNIO NERVOS FIBRAS NERVOSAS SINAPSE NEURÓGLIA(MACHADO, Angelo. Neuroanatomia Funcional, 2003)
  3. 3. O NEURÔNIO
  4. 4. A SINAPSE
  5. 5. A SINAPSE • Interneuronais - céls neuronais e neuronais • Neuroefetuadoras - céls neuronais e não neuronais – Céls. musculares (esqueléticas,cardíacas e lisas) – Céls. secretoras (glds. salivares)(MACHADO, Angelo. Neuroanatomia Funcional, 2003)
  6. 6. A SINAPSE • Elétrica – Interneuronais – Raras em vertebrados – Comunicação por canal iônico – Não polarizadas - transmissão nos dois sentidos(MACHADO, Angelo. Neuroanatomia Funcional, 2003)
  7. 7. A SINAPSE ELÉTRICA
  8. 8. A SINAPSE • Químicas – Depende da liberação de neurotransmissores – Polarizadas – Neurônio pré-sináptico – neurotransmissor – Vesículas sinápticas(MACHADO, Angelo. Neuroanatomia Funcional, 2003)
  9. 9. A SINAPSE QUÍMICANEURÔNIO PRÉ-SINÁPTICO Transportador Receptor NEURÔNIO PÓS-SINÁPTICO
  10. 10. A NEURÓGLIA
  11. 11. A FIBRA NERVOSA
  12. 12. A NEUROTRANSMISSÃO
  13. 13. A NEUROTRANSMISSÃO• Membrana celular eletricamente excitável Imagem: geocities.yahoo.com.br/jcc5001pt/museuelectrofisiologia.htm#impulsos
  14. 14. TRANSMISSÃO NERVOSA• Sinapse excitatória – Transmissão do estímulo – Entrada íons sódio – Despolarização da membrana pós- sináptica – Potencial de ação que continua no mesmo sentido do anterior
  15. 15. A FISIOLOGIA• Sinapse inibitória – bloqueia a passagem do estímulo – Neurotransmissor ↑ a permeabilidade aos íons K+ e íon cloro Cl- – hiperpolarização. – Potencial de ação que continua em sentido contrário ao anterior.
  16. 16. NEUROTRANSMISSORES E SEUS PRECURSSORES Aminoácido Neurotransmissor Triptofano Serotonina (5HT) Tirosina Dopamina Colina Acetilcolina Histidina Histamina Glutamato GABA
  17. 17. NUTRIÇÃO E NEUROCIÊNCIA• Os nutrientes interferem – Na integridade do tecido nervoso – Na neurotransmissão – No tratamento de doenças psiquiátricas – No tratamento de doenças neurológicas
  18. 18. Alzheimer e Demência• Alzheimer – um dos tipos de demência
  19. 19. Alzheimer e Demência• Diagnóstico por exclusão + análise do LCR + atrofias corticais +• Início súbito – característico de Alzheimer• Características - placas neuríticas e acumulação da proteína β amilóide. Citocinas pró β amilóide inflamatóriasDisfunção oumorte neural COX 2 iNOX 2(Rubio-Perez and Morillas-Ruiz, 2012)
  20. 20. INFLAMAÇÃO E ALZHEIMER
  21. 21. HIPERHOMOCISTEINEMIA• Homocisteína - aminoácido sulfurado formado durante o metabolismo da metionina
  22. 22. COMPLEXO B E ALZHEIMER• Carência de B9 e B12• Maior risco cerebrovascular• Maior apoptose neuronal – degeneração (Sue et cols, 1994)• Indivíduos com confirmação histológica• Maior atrofia cortical mais homosciteina (Clarke R , et al., 1998)
  23. 23. FOLATO E ALZHEIMER• Estudo post mortem• Dados controversos• Carência de folato – relação positiva com maior atrofia cortical. (Snowdon e cols., 2000 e Clarke et al, 1998)
  24. 24. COLESTEROL E ALZHEIMER • Colesterol cerebral • Estrutura membrana • Transdução de sinal • Liberação neurotransmissor • SinaptogêneseAlterações colesterol – doenças neurodegenerativas como Esclerose Múltipla, Alzheimer e Doença de Huntington (Valerio, L., Cacci, C. Biochimie, 2012)
  25. 25. COLESTEROL E ALZHEIMERRatos hipercolesterolêmicos 2X maisproteína beta amilóide no cortex. (Sparks et al, 2000; Refolo et cols., 2000)“Aterosclerose intracraniana como um fator contribuinte para a demência de Alzheimer” - estudo pós-mortem (ROHER, et al, 2011)
  26. 26. TRANSTORNO BIPOLAR• Duas fases: – FASE I - fase mania – FASE II - fase de hipomanía e depressão• Na fase maníaca – alimento em excesso, apetite específico, ganho de peso.• Na fase depressiva – baixa ingestão alimentar, perda de peso.• Lítio, anticonvulsivantes, antipsicóticos.• Estado hiperserotoninérgico
  27. 27. TRANSTORNO BIPOLAR• Applebaum et cols. (2006) – Estudo duplo-cego em 17 pacientes com mania. – Depleção de triptofano ou placebo – Redução nos escores de Mania• Relação de vitamina B6 e episópdios de mania – dados inconclusivos Applebaum et cols. (2006)
  28. 28. DEPRESSÃO• Em gestantes – Inquérito alimentar gestantes 32ª SG – ω-3 – Baixa ingestão de ω-3 – maior risco de depressão – 1,5 g de ω-3 reduziram o risco de episódios depressivos. (Epidemiology, 2009)
  29. 29. DEPRESSÃO• Em idosos (Japão) – Escala de depressão – Inquérito alimentar para Vitamina C, carotenóide e carboidrato – Altos níveis de consumo desses nutrientes associados com baixo níveis de depressão (Acta Med Okayama, 2009)
  30. 30. DEPRESSÃO• Em homens e mulheres – Cohort – 9670 pacientes – Avaliação do consumo das vitaminas B6, B9 e B12 e depressão – Análise de variáveis como tabagismo, etilismo, atividade física e personalidade – Homens fumantes - depressão e baixo folato – Mulheres – baixa vit. B12 e depressão.
  31. 31. EPA E DEPRESSÃO• Meta-análise• EPA mais eficiente do que o DHA
  32. 32. CONCLUSÃO• Poucos estudos no Brasil• Pouco interesse pelos nutricionistas• Necessidade de maiores estudos – Envelhecimento da população – Alto custo das medicações – Melhora da qualidade de vida
  33. 33. OBRIGADA!!

×