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Proposta de redação: A regulação do consumo de açúcar no Brasil

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Proposta de redação: A regulação do consumo de açúcar no Brasil

  1. 1. Acesse nosso site para mais conteúdo de Redação, linguagens para o ENEM, literatura, língua portuguesa e concursos públicos. www.manoelneves.com - contato@manoelneves.com Instagram: @ manoelnevesmn / Facebook: manoelnevespontocom. INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO • O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. • O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. • A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadasdesconsiderado para efeito de correção. • Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que: a) tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo considerada “texto insuficiente”; b) fugir ao tema ou que não attender ao tipo dissertativo-argumentativo; c) apresentar parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. TEXTOS MOTIVADORES TEXTO 01 O Ministério da Saúde e a indústria de alimentos e bebidas querem reduzir o uso de açúcar na produção de alimentos industrializados em 144,6 mil toneladas até 2022. O acordo foi assinado pelo ministro Gilberto Occhi e representantes das empresas. Como a quantidade total de açúcar utilizada pela indústria não foi divulgada, não é possível calcular a redução percentual de açúcar utilizado nos alimentos. Os produtos que entraram no acordo são de 23 categorias de alimentos divididos em cinco grupos. São elas bebidas adoçadas, biscoitos recheados, bolos prontos e misturas para bolos, achocolatados em pó e produtos lácteos. A diminuição será gradual e a expectativa é que em 2022 a indústria tenha utilizado 144,6 mil toneladas de açúcar a menos. As associações que selaram o acordo representam 68 empresas, que formam 87% do mercado desses produtos. As empresas deverão reduzir a quantidade de açúcar utilizado na fabricação de 47,8% dos produtos — o que equivale a 1.147 itens. Os alimentos que terão a maior diminuição de açúcar serão os biscoitos e produtos lácteos com a meta de retirar 62,4% e 53,9%, respectivamente. Cada uma das 23 categorias tem uma meta específica de redução. — Nós estamos começando um processo de redução. Ele é gradativo nos próximos quatro anos. Dentro daquilo que a própria OMS recomenda, nós vamos buscar que o cidadão tenha informação — afirmou o ministro da Saúde, Gilberto Occhi. Segundo o ministro, as indústrias não poderão substituir o açúcar por adoçantes. A fiscalização será realizada a cada dois anos a partir da assinatura do documento. O Ministério da Saúde fará a fiscalização por meio dos rótulos dos produtos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) também participará do processo, fará análises laboratoriais para medir a quantidade de cada ingrediente. Produtos industrializados são responsáveis por 36% do consumo de açúcar da população brasileira, segundo o Ministério da Saúde. Os outros 64% são adicionados pelas pessoas no preparo de alimentos e bebidas. Com o acordo, o Brasil passa a ser um dos primeiros países do mundo a formalizar essa diminuição, afirmou Occhi. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária também participou da formulação do acordo. O diretor-presidente da agência, William Dib, acredita que o acordo também é um avanço nas relações entre o governo e o setor alimentício. — Existem vários caminhos de melhorar os produtos sem precisar fazer regulamentação. Esse é um grande exemplo. Como está sendo o programa de redução do sódio. É fundamental para a saúde da nossa população — afirmou. Questionado se a indústria alimentícia considera os produtos que serão modificados podem ser considerados saudáveis hoje em dia, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), Wilson Mello, afirmou que a indústria trabalha em uma lógica em que os alimentos industrializados fazem parte de uma dieta mais completa. — Não existe o conceito de alimento saudável na indústria. Na indústria, ele é pouco utilizado. O que nos interessa é uma dieta equilibrada. Há espaço para todo tipo de alimento. A indústria sempre faz investimento em inovação e tecnologia para descobrir novas fórmulas. O que nós preferimos é fazer uma redução efetiva ao longo do tempo — afirmou. Além da Abia, o acordo foi assinado pela Associação Brasileira da Indústria de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (ABIR) e a Associação da Indústria de Lácteos (VIVA LÁCTEOS). Saúde do homem: prevenção é fundamental para uma vida saudável. Disponível em: http://www.blog.saude.gov.br. Acesso em: 30 jun. 2019.
  2. 2. Acesse nosso site para mais conteúdo de Redação, linguagens para o ENEM, literatura, língua portuguesa e concursos públicos. www.manoelneves.com - contato@manoelneves.com Instagram: @ manoelnevesmn / Facebook: manoelnevespontocom. TEXTO 02 Brasil é o quarto maior consumidor de açúcar. Ministério da Cidadania: Secretaria Especial do Desenvolvimento Social, 21 jun. 2016. TEXTO 03 OPINIÕES SOBRE A REGULAÇÃO DO CONSUMO DE AÇÚCAR Para o endocrinologista Fábio Trujilho, vice-presidente do Departamento de Obesidade da Sbem, falta discutir restrições de publicidade de alimentos para crianças, por exemplo. “É essencial ir muito além desse acordo e adotar medidas que conscientizem a população dos riscos do consumo exagerado de açúcar”, destaca. […] Na opinião da nutricionista Laís Amaral, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), também é necessário coibir a venda de produtos desbalanceados nas cantinas escolares. “Devemos facilitar as escolhas saudáveis e dificultar as não saudáveis”, resume. As críticas ao pacto não param por aí. “Acordos voluntários são pouco eficazes porque as metas são baseadas no teor máximo de açúcar em cada categoria de alimento. Isso significa que haverá uma diminuição apenas nos itens com valores realmente excessivos”, explica Laís. “Na prática, é apenas um controle de danos com metas pouco ambiciosas”. […] Divergências à parte, não dá para negar que o paladar brasileiro precisa de um treino. “Até por uma herança cultural, gostamos muito de doces. Nosso paladar é semelhante ao do português”, compara Olga Amâncio, presidente da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (Sban). “Até pouco tempo atrás, todo mundo adoçava suco de fruta. Hoje em dia, nem tanto. É preciso ensinar à população que muitos alimentos já são doces por natureza”, ressalta a nutricionista. […] O educador físico Antonio Lancha Jr., professor da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, endossa as palavras de Olga. “Tem gente que coloca açúcar até em achocolatados”, conta. E ele traça outra reflexão: hábitos alimentares não são mudados por decreto. “Por que as pessoas escovam os dentes todos os dias? Porque isso foi estimulado na infância”, exemplifica. “Mudança de comportamento passa por uma questão educacional. Muitas vezes, orientar uma criança é capaz de promover uma alteração no padrão familiar”, completa. A caça ao açúcar dos alimentos industrializados. Revista Saúde, 11 mar. 2019. PROPOSTA DE REDAÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema: “A regulação do consumo de açúcar no Brasil”. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

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