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Cenarios PósCovid 19

Apresentação para clientes da consultoria Bites com base na metodologia de cenários

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Cenarios PósCovid 19

  1. 1. 1 https://www.meioemensagem.com.br/home/opiniao/2020/03/24/o-que-nos-espera.html
  2. 2. Premissas em 3 de abril (situação volátil e maior parte dos dados são provisórios – garbage in, garbage out) • Recessão profunda (4% - 6%) já está dada. Questão agora é a duração (recuperação em V? U? W? L?) • Brasil crescia pouco (1,1% em 2017, 1,3% em 2018, 1,1% em 2019) e dados 2020 (Jan/Fev) indicavam crescimento baixo • Pandemia agravou crise entre os Poderes, polarização política e antecipou a volatilidade do processo sucessório de 2022 • Possíveis distúrbios sociais decorrentes das consequências do COVID-19 serão ampliados pela instabilidade política • Implicações para empresas • Fluxo de caixa e endividamento são os dois indicadores mais importantes nos próximos meses • “You only find out who is swimming naked when the tide goes out” – Warren Buffett, carta para os acionistas da Berkshire Hathaway, 2001 • Em momentos de incerteza coletiva, consumidores querem segurança individual. Não apenas em termos da confiabilidade de produtos e serviços (como está a resiliência/redundância das suas linhas de fornecimento e distribuição?) mas também da “postura” da sua marca: • “É hora de a sua marca (ou a do seu cliente) ser criativa, prudente, transparente e, acima de tudo, solidária. Pequenos prejuízos financeiros agora podem retornar na forma de enormes ganhos de confiança no futuro” (artigo Meio&Mensagem) • Contraprova – aproveitando medidas extraordinárias na Alemanha, Adidas anunciou que não ia pagar o aluguel para os proprietários dos imóveis das suas lojas, gerando uma tempestade nas redes sociais e na mídia. Em pedido de desculpas, “Adidas acknowledged that its decision was perceived as ‘lacking in solidarity’ by the public. ‘Fairness and team spirit have always been closely related to Adidas,’ the company said, adding that it wanted to make sure this remained the case in the future”. (https://on.ft.com/2RaLwP8) © Marcelo Coutinho. As ideias representam a opinião do professor e não da instituição 2
  3. 3. Esta crise NÃO é um “cisne negro”
  4. 4. Gatilho © Marcelo Coutinho. As opiniões são do professor e não da Instituição. Adaptado de Taleb, “Fat Tails, Asymmetric Knowledge, and Decision Making”(2005); Nadin, “Anticipating Extreme Events” (2006); Volpon “A Tipologia da Crise” (2020) Negação Sinais de Stress Reconhecimento e Incerteza Choque e Terror Keep Calm and Carry on Estabilização Recuperação Novo Normal Roteiro Básico de Crises (curto prazo) Primeiros casos em Wuhan Quarentena na China “Gripezinha” “Clima quente” “Se a gente fizer muita besteira o dólar pode ir para 5 reais” Itália, Espanha, curva de contágio, herd immunity “Estamos preparados para caminhões do Exército transportando corpos pelas ruas? Com transmissão ao vivo pela internet?” Entrada e saídas de quarentenas nacionais / regionais 2ª onda de infecções? Aumento temperatura pode ajudar? Estabilização é diferente de Recuperação. Essa fase só virá com Vacina / Remédio Dez 2019 Jan 2020 Fev/Mar Mar/Abr Abr/Mai/Jun Jun/Jul/Ago/Set/Out Out/Nov Eleições EUA / Brasil
  5. 5. Cenário 1 A transformação solidária • Recuperação em V entre 6-12 meses (vacina, herd immunity, etc) • Adoção “forçada” de novos hábitos (trabalho/educação virtual, cuidados com higiene) cria oportunidades para diversas empresas e tecnologias (blockchain, etc) • Crédito abundante (pós-crise) possibilita maior tolerância ao risco (estímulo para inovação) • Aumento da produtividade, fortalecimento de uma cultura organizacional mais aberta • Quando a maré sobe, carrega todos os barcos 5
  6. 6. Cenário 2 O Retorno do Leviatã • Recuperação mais demorada, mesmo com vacina/herd immunity • Acirramento tensões globais (retorno guerra comercial EUA x China, “desglobalização”) • Cadeias de fornecimento se tornam menos eficientes (taxas, controles alfandegários, etc) • Valorização dos mercados internos • Novas formas de controle do comportamento individual (oportunidade para empresas que tiverem boa entrada nos governos) podem sofrer alguma resistência 6
  7. 7. Cenário 3 A Sociedade contra o Estado • Volta a normalidade se dá de forma muito mais longa, com diversas “idas e vindas” • Acirramento de tensões sociais radicaliza diversos setores da população (empresas precisam ser cuidadosas em suas manifestações) • Imprevisibilidade cadeias de fornecimento e distribuição (saques, bloqueios, etc) • Aumento isolamento clientes de alta/média renda (maior consumo serviços de entrega, lazer no domicílio, etc) 7
  8. 8. Cenário 4 Orwell meets Steinbeck (ou It's the end of the world as we know it) • Crise econômica prolongada agravada por explosão da violência social e aumento da desigualdade • Incerteza cotidiana faz elite aceitar a barganha segurança x controle tecnológico (app Prefeitura de Moscou) • Fechamento de regiões/países causa quebra das cadeias de fornecimento e distribuição (empresas que buscarem fornecedores geograficamente próximos reduzem riscos) 8
  9. 9. Transformação SolidáriaOrwell meets Steinberg O retorno do Leviatã A Sociedade contra o Estado A curva normal das possibilidades
  10. 10. O Novo Normal? “That is the nature of emergencies. They fast-forward historical processes. Decisions that in normal times could take years of deliberation are passed in a matter of hours... Entire countries serve as guinea-pigs in large-scale social experiments” – Harari, The World After Coronavirus (FT). • Redesenho cadeias de fornecimento e distribuição (taxas, controles sanitários) vão aumentar o custo ou mesmo inviabilizar alguns setores • Procura por fornecedores regionais “mais próximos” pode ser oportunidade • Novas atitudes sobre privacidade, trabalho/educação remotos • Empresas mais enxutas (aprender a trabalhar com menos gente) e eficientes • Desemprego e concentração de renda • Aceleração iniciativas de inteligência artificial/robotização (evitar contato humano) • Juros estruturalmente baixos por longo tempo permitirão alterações na competição/novas ondas de inovação em alguns mercados?
  11. 11. Crises, “viés de confirmação” e mídias sociais • Temos uma tendência inata para procurar e “destacar” dados que confirmem nossas suposições ou hipóteses pessoais; • Crises de natureza exógenas (por exemplo, fenômenos naturais) podem acentuar a polarização de processos políticos; • Os algoritmos das mídias sociais oferecem diversas oportunidades para que o “viés de confirmação” seja ampliado; • Momentos de crise coletiva reforçam a busca por segurança individual; • “Pessoas jurídicas” se arriscam a serem tragadas para dentro deste fenômeno se forem percebidas como tentando tirar proveito de uma situação que atinge a coletividade das “pessoas físicas”
  12. 12. https://www.meioemensagem.com.br/home/opiniao/2018/10/16/o-recado-das-urnas-para-as-marcas-posicionem-se.html

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