NEOPLASTICISMO
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1911 -  Natureza morta com pote de gengibre I   . Óleo sobre canvas. Solomon R. Guggenheim Museum.
1911 -  Natureza morta com pote de gengibre II. Óleo sobre canvas. Solomon R. Guggenheim Museum.
Árvore Vermelha no entardecer, 1908
Árvore Cinza, 1911.
Árvore Cinza, 1911.
Árvore Florida, 1912.
Composição número II, 1913.
Composição na Ogiva
1920 - Composição com preto, vermelho, cinza, amarelo e azul
1925 -  Composição lozangular com preto, vermelho, cinza, amarelo e azul
1924-25  -  Composição em vermelho, amarelo e azul
1927  -  Composição em vermelho, amarelo e azul
1935-42 - Ritmo de linhas retas
1935-42 - Composições em Vermelho, Amarelo e Azul
1935-42 - Broadway Boogie Woogie
<ul><li>Outros artistas que ingressam no movimento... </li></ul><ul><li>El Lissitzky  (arquitecto, pintor e artista gráfic...
Composição com cor-de-laranja nº58, Georges Vantangerloo
Três direcções de um plano, Georges Vantangerloo
1923 – University Hall – Projecto, Theo Van Doesburg
Estudo de cores para obra arquitectónica (pormenor), Theo Van Doesburg
Van Eesteren (esquerda) e Van Doesburg  preparando-se para a Exposição Rosenberg em Paris, 1923, com uma Maquete da sua ca...
Van Doesburg. Modelo de um Hotel Particular. 1923
Van Doesburg. Casa do Artista. 1923  Van Doesburg. Casa Particular. 1923
1927-28 – Café L’Aubette, Theo Van Doesburg e Hans Arp
<ul><li>Gerrit Rietveld </li></ul><ul><li>Estética neo-plástica em três dimensões </li></ul><ul><li>Em 1917 – surge a famo...
Gerrit Rietveld com maquete.  Fonte: BROWN, T. The work of Gerrit Rietveld, architect. Utrecht, A.W.Bruna & Zoon   Cadeira...
Carrinho de mão para criança, Rietveld, 1923
Gerrit RIETVELD Casa Schröder  1924 – Utrecht
<ul><li>Casa Shoröder-Schäder, 1924 </li></ul>Interior da casa Schröder.
Gerrit RIETVELD Casa Schröder  1924 – Utrecht
<ul><li>1925 </li></ul>2005 Ver site:  www.rietveldschroderhuis.nl/rshEng.jsp
<ul><li>A Casa estava de acordo com os ditames do arquitecto, pois era elementar, económica e funcional, não-monumental e ...
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Neoplasticismo

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Neoplasticismo

  1. 1. NEOPLASTICISMO
  2. 2. <ul><li>De Stijl – Neoplasticismo Holandês </li></ul><ul><li>“ Há uma antiga e uma nova consciência da época. A antiga volta-se para o indivíduo, e a nova para o universal. O conflito entre o individual e o universal reflecte-se na Guerra Mundial tanto quanto na arte de hoje” Primeiro Manifesto do De Stijl, 1918 </li></ul><ul><li>Um movimento que dura aproximadamente 14 anos - 1917-1931 </li></ul><ul><li>Piet Mondrian – Pintor (1872-1944) </li></ul><ul><li>Theo van Doesburg – Pintor (1883-1931) </li></ul><ul><li>Gerrit Rietveld – Arquitecto </li></ul>
  3. 3. <ul><li>De Stijl – Neoplasticismo Holandês </li></ul><ul><li>O Neoplasticismo foi um movimento artístico holandês que englobou as artes plásticas, a arquitectura, o design e a literatura. </li></ul><ul><li>Estes autores preconizam a uma arte pura, clara, objectiva, não ilusória e não representativa – e como tal antinaturalista – que utilizou formas geométricas (quadrados e rectângulos), estáticas, pintadas de branco, preto e cores primárias, limitadas quase sempre, por linhas verticais e horizontais a negro, formando planos geométricos purose ortogonais . </li></ul><ul><li>Nas composições abstractas, estas formas e linhas estabelecem múltiplas relações espaciais que assentam no equilíbrio, harmonia e serenidade do ângulo recto, sem recorrerem à simetria, mas organizadas dinâmica e ritmicamente,estando presentes em todas as actividades artísticas neoplásticas, que utilizavam uma simbologia universal – um código com um número limitado de formas e cores, que pretendiam transmitir e configurar um número infinito de mensagens. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>De Stijl – Neoplasticismo Holandês </li></ul><ul><li>Estas características estilísticas visavam atingir uma visão impessoal e objectiva da arte, através de uma estética nova (neo) e universal. Procuravam a perfeição e a verdade supremas, ultrapassando o mundo físico e emotivo, de modo a atingir o mundo mental. Este movimento teve como grande objectivo a “eliminação do trágico da vida”, que se manifesta no desequilíbrio e nas lutas entre o individual e o universal, e entre o Homem e a Natureza. </li></ul><ul><li>Por isso o Neoplasticismo contestou as artes do passado e do presente, em particular o Expressionismo, por veicularem os aspectos sensoriais e emotivos da vida. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Outros nomes: J.J. P. Oud, Van der Leck e Van Doesburg </li></ul><ul><li>Proposta de um equilíbrio entre o individual e o universal; Liberação da Arte tanto das coerções da tradição quanto do culto da individualidade. </li></ul><ul><li>“ O Objeto da natureza é o homem, o objecto do homem é o estilo ” </li></ul><ul><li>Piet Mondrian foi o grande animador e teórico do Neoplasticismo. O seu percurso artístico ficou marcado por uma pesquisa teórico-prática constante. Sofreu influências dos simbolistas e fauves para, após 1911, evoluir no sentido de uma progressiva depuração plástica conseguida pela sintetização das formas e das cores e, simultaneamente, pela atribuição, a umas e outras, de siginificados místicos e esotéricos. </li></ul><ul><li>Fruto do período em Paris com Van der Leck e contacto com as obras Cubistas de Braque e Picasso. </li></ul><ul><li>Piet Mondrian realiza as primeiras composições que consistiam em </li></ul><ul><li>linhas verticais e horizontais quebradas, em meados de 1914. Por volta de 1920, definiu a obra neoplástica tal como a conhecemos hoje. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Se o criador da revista “DE STIJL” foi Theo Van Doesburg , teórico e propagandista incansável, assemelhando-se neste aspecto ao líder do futurismo Marinetti; </li></ul><ul><li>A grande figura do movimento foi Piet Mondrian (1872-1944). </li></ul><ul><li>Durante os três primeiros anos do STIJL, a revista dedicou-se a Mondrian e à defesa da sua teoria: </li></ul><ul><li>o Neo-Plasticismo. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>A Paleta de Cores restringia-se às Primárias: </li></ul><ul><li>Vermelho </li></ul><ul><li>Amarelo </li></ul><ul><li>Azul </li></ul><ul><li>+ cinza e Branco </li></ul><ul><li>Em 1917 – Mondrian publica o seu texto teórico Neoplasticismo em pintura, publicado no primeiro numero da revista De Stijl. </li></ul>Composições planas, colocadas dentro do “raso espaço” do plano pictórico branco.
  8. 8. 1911 - Natureza morta com pote de gengibre I . Óleo sobre canvas. Solomon R. Guggenheim Museum.
  9. 9. 1911 - Natureza morta com pote de gengibre II. Óleo sobre canvas. Solomon R. Guggenheim Museum.
  10. 10. Árvore Vermelha no entardecer, 1908
  11. 11. Árvore Cinza, 1911.
  12. 12. Árvore Cinza, 1911.
  13. 13. Árvore Florida, 1912.
  14. 14. Composição número II, 1913.
  15. 15. Composição na Ogiva
  16. 16. 1920 - Composição com preto, vermelho, cinza, amarelo e azul
  17. 17.
  18. 18.
  19. 19. 1925 - Composição lozangular com preto, vermelho, cinza, amarelo e azul
  20. 20.
  21. 21. 1924-25 - Composição em vermelho, amarelo e azul
  22. 22. 1927 - Composição em vermelho, amarelo e azul
  23. 23. 1935-42 - Ritmo de linhas retas
  24. 24. 1935-42 - Composições em Vermelho, Amarelo e Azul
  25. 25. 1935-42 - Broadway Boogie Woogie
  26. 26.
  27. 27. <ul><li>Outros artistas que ingressam no movimento... </li></ul><ul><li>El Lissitzky (arquitecto, pintor e artista gráfico), Van Easteren (arquitecto holandês), Hans Richter (cineasta que convida Van Doesburg para a Alemanha e Gropius convida-o para a Bauhaus) </li></ul><ul><li>Da maior importância para a segunda fase do movimento que vai até 1925 foi o encontro de Van Doesburg com Lissitzky. Exactamente dois anos antes desse encontro, Lissitzky havia desenvolvido a sua forma própria de expressão elementarista, trabalhando em conjunto com Kasimir Malevich na escola Suprematista de Vitebsk, Rússia. </li></ul><ul><li>Van Doesburg e Van Eesteren começam a projectar através de maquetas e desenhos axonométricos, estruturas arquitectónicas hipotéticas, cada qual compreendo um conjunto assimétrico de elementos planos articulados suspensos no espaço ao redor de um centro volumétrico. </li></ul>
  28. 28. Composição com cor-de-laranja nº58, Georges Vantangerloo
  29. 29. Três direcções de um plano, Georges Vantangerloo
  30. 30. 1923 – University Hall – Projecto, Theo Van Doesburg
  31. 31. Estudo de cores para obra arquitectónica (pormenor), Theo Van Doesburg
  32. 32. Van Eesteren (esquerda) e Van Doesburg preparando-se para a Exposição Rosenberg em Paris, 1923, com uma Maquete da sua casa do artista.
  33. 33. Van Doesburg. Modelo de um Hotel Particular. 1923
  34. 34. Van Doesburg. Casa do Artista. 1923 Van Doesburg. Casa Particular. 1923
  35. 35. 1927-28 – Café L’Aubette, Theo Van Doesburg e Hans Arp
  36. 36. <ul><li>Gerrit Rietveld </li></ul><ul><li>Estética neo-plástica em três dimensões </li></ul><ul><li>Em 1917 – surge a famosa cadeira vermelha e Azul. </li></ul>
  37. 37. Gerrit Rietveld com maquete. Fonte: BROWN, T. The work of Gerrit Rietveld, architect. Utrecht, A.W.Bruna & Zoon Cadeira Zig-Zag, 1940. Cadeira de Criança, 1915. Luzes em tubo, 1920. Mobiliário casa
  38. 38. Carrinho de mão para criança, Rietveld, 1923
  39. 39. Gerrit RIETVELD Casa Schröder 1924 – Utrecht
  40. 40. <ul><li>Casa Shoröder-Schäder, 1924 </li></ul>Interior da casa Schröder.
  41. 41. Gerrit RIETVELD Casa Schröder 1924 – Utrecht
  42. 42. <ul><li>1925 </li></ul>2005 Ver site: www.rietveldschroderhuis.nl/rshEng.jsp
  43. 43. <ul><li>A Casa estava de acordo com os ditames do arquitecto, pois era elementar, económica e funcional, não-monumental e dinâmica; anti-cúbica na sua forma, ou seja, não tenta congelar as diferentes células espaciais funcionais num cubo fechado; pelo contrário, lança-as centrifugamente, a partir do núcleo do cubo, e é anti-decorativa na sua cor. </li></ul><ul><li>O seu principal nível habitacional no piso superior, com a sua “planta transformável” aberta, exemplificava, apesar da sua construção tradicional em alvenaria e madeira, o seu postulado de uma arquitectura dinâmica liberta do empecilho de paredes estruturais e das restrições impostas por aberturas. </li></ul>

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