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Osteoporose 2019

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Osteoporose.Aula da Disciplina de Reumatologia da UNILUS

Publié dans : Santé & Médecine
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Osteoporose 2019

  1. 1. 22/10/2019 1 OSTEOPOROSE Disciplina de Reumatologia 2019 Alambert, PA
  2. 2. 22/10/2019 2 O termo “osteoporose” •Introduzido no século XIX, na França e Alemanha, para descrever o achado histológico de porosidade do osso
  3. 3. 22/10/2019 3 INTRODUÇÃO • Osteoporose é uma doença óssea e metabólica caracterizada por um baixa densidade do osso que o predispõe a um maior risco de fraturas.
  4. 4. 22/10/2019 4 Definição de Osteoporose NIH • É uma desordem esquelética caracterizada pelo comprometimento da força óssea, predispondo a um aumento do risco de fraturas • Força óssea: densidade óssea + qualidade do osso.
  5. 5. 22/10/2019 5
  6. 6. 22/10/2019 6 DENSIDADE MINERAL • É determinada pela massa óssea máxima (quantidade de osso adquirida no período de crescimento do esqueleto) e pela perda da mesma,a qual ocorre com o passar dos anos e é influenciada por diversos fatores ambientais
  7. 7. 7
  8. 8. 22/10/2019 8 Qualidade óssea É modulada pela microarquitetura ,taxa de remodelação, número de microfraturas e grau de mineralização
  9. 9. 22/10/2019 9 Epidemiologia 8,9 milhões de fraturas/ ano em todo o mundo, resultando em fratura osteoporótica a cada 3 segundos, de acordo com a Federação Internacional da Osteoporose (IOF). Calcula-se que a doença afeta 200 milhões de mulheres mundialmente. Por todo planeta, 1 em cada 3 mulheres com mais de 50 anos sofrerão fraturas osteoporóticas, assim como 1 em cada 5 homens com mais de 50 anos.
  10. 10. Epidemiologia No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, 10 milhões de brasileiros são afetados pela doença, que pode ser evitada com hábitos saudáveis como exercícios físicos, boa ingestão de cálcio pela dieta alimentar e a exposição diária ao sol, por, pelo menos, 15 minutos ao dia.
  11. 11. Epidemiologia Uma perda de massa óssea de 10% na vértebra pode dobrar o risco de fraturas vertebrais e, de forma semelhante, uma perda de massa óssea no quadril de 10% pode resultar em um risco 2,5 vezes maior de fratura do quadril.
  12. 12. No Brasil No Brasil, a osteoporose custa 1,2 bilhão de reais anualmente. Mais da metade (61%) deste montante, o equivalente a 733,5 milhões de reais, está associado à perda de produtividade. As despesas com hospitalização representam 234 milhões de reais e os custos cirúrgicos, 162,6 milhões de reais. The burden of osteoporosis in four Latin American countries: Brazil, Mexico, Colombia, and Argentina, publicado recentemente na revista científica Journal of Medical Economics
  13. 13. Metabolismo ósseo
  14. 14. 14 Osteoblastos x Osteoclastos
  15. 15. 15 Mediadores locais
  16. 16. Remodelação óssea
  17. 17. 18 REMODELAÇÃO ÓSSEA 16/10/2018
  18. 18. 19 Na Osteoporose................ 22/10/2019
  19. 19. 20 FATORES DE RISCO P/FRATURAS 22/10/20 19
  20. 20. Fatores de risco-Sexo feminino Idade avançada Fraturas prévias Fratura por trauma de pequena intensidade em parente de primeiro grau Baixo peso Tabagismo Córticoterapia>3 meses Déficit visual Déficit estrogênico <45ª Descontinuação de terapia estrogênica Demência Baixa atividade física Quedas recentes Mobilidade deficitária Baixa ingesta de Cálcio 22/10/2019 21
  21. 21. Fatores de risco-Sexo masculino • >70ª • Hipogonadismo • Excesso de alcool • Baixa massa corpórea • Baixa ingesta de cálcio Instabilidade postural Fraqueza dos quadrícipes Quedas nos últimos anos Caucasiano Tabagismo Baixa acuidade visual 22/10/2019 22
  22. 22. 22/10/2019 23 Fatores de risco / Comorbidades • Endócrinas: Hipertiroidismo, Hiperparatiroidismo, Hipogonadismo, Síndrome de Cushing, Diabetes melito,Hiperprolactinemia, Hipercalciúria. • Osteodistrofia renal • Doenças reumatológicas: Doença reumatóide, Espondilite anquilosante,Síndrome Marfan.
  23. 23. 22/10/2019 24 Fatores de Risco-Comorbidades • Trato GI e Hepático: Cirurgia bariática, Gastrectomia,Doença celíaca • Infiltrativa:Mieloma multiplo e leucemia • Nutricional/metabólico:Homocisteína elevada,deficiencia de vitamina D e deficiencia de Vitamina D12.
  24. 24. 25 CLASSIFICAÇÃO 22/10/2019
  25. 25. 22/10/2019 26 Causas secundárias de osteoporose Drogas Hipogonadismo Abuso de alcool Deficiência deVitamina D Hiperparatiroidismo Hipertiroidismo Síndrome de Má digestão,Mieloma m. Hipercalciúria, Deficiência de Calcio
  26. 26. 22/10/2019 27 OSTEOPOROSE DIAGNÓSTICO
  27. 27. 22/10/2019 28 QUADRO CLÍNICO • Na avaliação clínica de um paciente com suspeita de osteoporose ,devem-se pesquisar fraturas ósseas,avaliar fatores de risco e causas secundárias para as perdas ósseas.
  28. 28. 22/10/2019 29 História clínica A osteoporose é uma doença silenciosa O quadro álgico ocorre quando há fraturas Avaliação da estatura
  29. 29. 30 FRATURAS 22/10/20 19
  30. 30. 31 Exame físico 22/10/2019
  31. 31. 22/10/2019 32 EXAMES COMPLEMENTARES DENSITOMETRIA ÓSSEA RAIO-X EXAMES LABORATORIAIS MARCADORES DE REABSORÇÃO MARCADORES DE FORMAÇÃO
  32. 32. 33 Densitometria óssea padrão ouro 22/10/2019
  33. 33. 22/10/2019 34
  34. 34. 35 Região lombar 22/10/20 19
  35. 35. 36 Região do colo do fêmur 22/10/20 19
  36. 36. 37 RADIOLOGIA 22/10/2019
  37. 37. 38RADIOLOGIA 22/10/2019
  38. 38. 22/10/2019 39 Exames laboratoriais Hemograma Função renal Cálcio sérico TSH Vitamina D Clearence de creatinina e calciúria de 24 hs Testosterona livre e total PTH Eletroforese de proteínas Marcadores
  39. 39. 40 Marcadores de Remodelação 22/10/2019
  40. 40. 22/10/2019 41 Quem tratar? 1- Indivíduos comT-score < 0u = a – 2,0 sem fatores de risco 2- Indivíduos com umT-score < -1,5 se outros fatores de risco estiverem presentes
  41. 41. 22/10/2019 42 Tratamento não farmacológico Boa nutrição geral Adequada ingesta de cálcio Adequado aporte de vitamina D (exposição ao sol, suplementação dietética) Exercícios regulares Evitar tabaco e alcool Prevenção de quedas
  42. 42. Exercícios Físicos Exercícios físicos resistidos,que envolvam o fortalecimento dos quadríceps,e exercícios com suporte do próprio peso,pois estão associados com diminuição do número de quedas. Ensaios clínicos randomizados confirmam melhora na flexibilidade,equilíbrio,ganho de força muscular,melhoria na qualidade de vida,redução no risco de quedas embora não haja evidencias na redução de fraturas.
  43. 43. 22/10/2019 44 Tratamento medicamentoso Cálcio eVitamina D3 Calcitonina Teriparatide Raloxifeno Bisfosfonatos: Alendonato, Risedronato,Ibandronato e Zolendronato Estrógeno Ranelato de estrôncio DENOSUMABE
  44. 44. Calcio e vitamina d • A combinação de cálcio e vitamina D é o tratamento básico para osteoporose. Para pacientes idosos, o tratamento com vitamina D pode trazer benefícios adicionais, pois a terapia com vitamina D aumenta a força muscular, podendo, portanto, reduzir a chance de fraturas. • O problema da deficiência de cálcio em pacientes osteoporóticos senis pode ser corrigido através da administração de vitamina D, que facilita a absorção de cálcio, mas tal tratamento isolado pode aumentar o risco de hipercalcemia e hipercalciúria.
  45. 45. 46 DENOSUMAB 22/10/2019
  46. 46. 47 MECANISMOS DE AÇÃO 22/10/2019
  47. 47. 48 O ‘Continuum’ da Osteoporose 22/10/20 19
  48. 48. 22/10/2019 49 Obrigado pela atenção

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