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Partes moles membros inferiores 19

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Partes moles/Dor em membros inferiores
Disciplina de Reumatologia da UNILUS

Publié dans : Santé & Médecine
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Partes moles membros inferiores 19

  1. 1. Discussão de Casos Reumatismos de “partes moles” Membros Inferiores Disciplina de Reumatologia 2019
  2. 2. Discussão de Caso R.G.L.,72ª,obesa,sexo feminino refere que há 6 meses apresenta dor na virilha direita que se irradia para a coxa anterior até o joelho homolateral, inicialmente, agravada pelos atos de caminhar e subir degraus .No último mês a dor está presente em repouso e à noite.
  3. 3. Inspeção Palpação Mobilidade
  4. 4. Inspeção Sempre procurar evidências de encurtamento de uma das pernas A)Postura escoliótica B)Flexão da perna maior -Uma deformidade em abdução é compensada pela flexão do joelho ipsilateral,e uma deformidade em adução,pela flexão do joelho contra- lateral -Uma deformidade em flexão é compensada por uma lordose exagerada
  5. 5. POSTURAS COMPENSATÓRIAS A B C A A-Encurtamento de uma perna B-Deformidade em adução da perna direita C-Deformidade em flexão dos quadris
  6. 6. Sinal de Trendelenburg O sinal de Trendelenburg é encontrado em pessoas com fraqueza da musculatura abdutora do quadril. Essencialmente, o sinal de Trendelenburg é causado pela paralisia dos músculos glúteo médio e mínimo. A paralisia pode surgir por lesão nervosa do nervo glúteo superior. Corpo apoiado no chão pelo membro inferior esquerdo. Sem Desvios Normal
  7. 7. Sinal de Trendelenburg O sinal de Trendelenburg é dito positivo se, quando o quadril de um paciente que está de pé sustentado por somente uma perna, cai para o lado da perna levantada. A fraqueza é presente no lado da perna em contato com o chão.
  8. 8. PALPAÇÃO DO QUADRIL Palpar as regiões anatômicas das bursas do quadril
  9. 9. PALPAÇÃO DO QUADRIL
  10. 10. MOBILIDADE DO QUADRIL
  11. 11. Manobra de Patrick - Faber
  12. 12. Exame Físico do caso apresentado Marcha antálgica, perda da rotação interna , reprodução dos sintomas com a rotação interna e com a rotação externa Faber(+) a direita
  13. 13. Quais as suas hipóteses diagnósticas?  Quais exames devem ser solicitados?
  14. 14. Exame radiológico
  15. 15. Caso Clínico M.V.U. ,26ª ,sexo masculino ,refere que há 3 meses vem apresentando dor e edema em joelho esquerdo.
  16. 16. Avaliação de derrame articular
  17. 17. Mobilidade
  18. 18. Qual sua hipótese diagnóstica? Monoartrites Agudas Monoartites Crônicas Artrite séptica Artrite tuberculosa Artrite microcristalina (pseudogota, cristais de apatita, oxalato de cálcio e colesterol) Artrite fúngica, micobactérias atípicas, Lyme, HIV Artrite traumática Sinovite vilonodular pigmentada Febre reumática inicial Neoplasias ósseas ou periarticulares Osteonecrose asséptica monoartrites Recorrentes Hemartrose Gota Condromatose sinovial Artrite microcristalinas Sarcoidose Hidrartrose intermitente Sinovite por corpo estranho Reumatismo palindrômico Artrite reumatoide monoarticular Monoartrite na osteoartrite Artropatia de Charcot
  19. 19. Caso Clínico C.H.S.SA,. 42 anos,masculino,há 6 meses apresenta sintomas vagos de dor difusa no tornozelo medial.Parestesias ,incluindo queimação,formigamento e /ou dormência,costumam ocorrer acima do tornozelo medial,e se irradiam para o arco do pé.Em geral ,relata piora dos sintomas com corrida e outras atividades e apresenta melhora com o repouso.Às vezes apresenta dor noturna.Nas últimas 3 semanas,a dor e as parestesias tem irradiado proximalmente para a perna ínfero-distal
  20. 20. Inspeção
  21. 21. Palpação
  22. 22. Mobilidade
  23. 23. Exame Físico do caso Reprodução dos sintomas com a percussão sobre o túnel do tarso (Teste de Tinel).
  24. 24. Quais as hipóteses diagnósticas ?
  25. 25. O túnel do Tarso
  26. 26. Teste de Tinel
  27. 27. Síndrome do Túnel do tarso
  28. 28. Caso Clínico Z.A.S., 53ª,feminina, refere dor sobre a face plantar do antepé,sobre as 2º e 3ºs cabeças metatarsais do pé direito há 3 semanas.A dor evoluiu de forma gradual. A carga e a deambulação são particularmente dolorosas.
  29. 29. Exame Físico dos Pés Inspeção Palpação Mobilidade
  30. 30. Inspeção
  31. 31. Palpação das metatarsofalangeanas
  32. 32. Palpação das interfalangeanas
  33. 33. MOBILIDADE
  34. 34. Exame Físico do caso  Um calo pode ser observado sobre as cabeças metatarsais.Dor a palpação da face plantar das cabeças metatarsais e no coxim de gordura.  Qual hipótese diagnóstica?  Que exame pedir?
  35. 35. Diagnóstico  Metatarsalgia  Neuroma de Morton

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