SERRA DA BODOQUENAPANTANAL - MATO GROSSO         DO SUL
Localização
Características da Serra da             Bodoquena• É considerada a região mais conservada de Mato Grosso  do Sul• Possui 2...
• A geologia é marcada pela presença de rochas  calcárias muito puras, originadas há 550 milhões de  anos, o que diferenci...
“Rio Salobra”
“Rio Salobra”
“Dentes de   cão”
Fauna•  Apresenta fauna típica de cerrado, mata  atlântica e além do próprio pantanal• Existem 17 espécies de pequenos mam...
Principais avesArara-vermelha (Ara chloroptera)• Plumagem: predominantemente vermelha, as asas azul  escuro, com uma faixa...
Arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus)• Maior das araras (cauda pode chegar a 1m de comprimento)• Alimentação: coco de pa...
Tucano (Ramphastos toco)•   Alimentação: frutas, insetos, pequenos vertebrados e não hesitam em    saquear os ninhos de ou...
Carcará (Caracara plancus)• Alimentação: generalista/oportunista, comendo desde ovos até  carcaças• Pode-se reunir a outro...
Urubu-de-cabeça-vermelha (Cathartes aura)• Suas longas asas chegam a 1,80m de envergadura, sendo  relativamente finas e ma...
Urubu (Coragyps atratus)• Alimentação: Além de carniça, costuma comer pequenos vertebrados e  ovos•• Não possui o olfato a...
MamíferosMacaco–prego (Cebus libidinosus)• Tamanho máximo: 1.1 m. / 6kg.• Tempo de vida: de 35 a 45 anos• Dieta: Frutas, b...
Tatu-pebaMacaco-prego
Tatu-peba (Euphractus sexcinctus)• O tatu-peba é um animal solitário• Ocupa campos, cerrados e bordas de floresta onde esc...
Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)• Vive solitário• Alimenta-se de cupins, formigas e abelhas.• Apresenta uma cauda pr...
FloraPaineira (Chorisia speciosa)• A "Barriguda", paineira de origem brasileira, é caracterizada pelo tronco  cilíndrico e...
Paineiras
Ipê-amarelo (Tabebuia alba)• Planta adaptada ao crescimento em ambiente aberto ou exposto à luz  direta e decídua, que per...
Urtiga• As folhas de urtiga contêm espinhos com ácido  metanóico ou fórmico. Este ácido é o responsável  pelas picadas dol...
Referências• http://www.bocadaonca.com.br/bichos-e-  plantas.php#bichoseplantas-09• http://www.redeprouc.org.br/publicacoe...
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Serra da Bodoquena

  1. 1. SERRA DA BODOQUENAPANTANAL - MATO GROSSO DO SUL
  2. 2. Localização
  3. 3. Características da Serra da Bodoquena• É considerada a região mais conservada de Mato Grosso do Sul• Possui 200 km de extensão (76.481 hectares ), abrangendo os municípios de Miranda, Porto Murtinho e partes dos municípios de Bodoquena, Bonito e Jardim• As altitudes variam de 400 a 650 m, fazendo parte do Planalto da Bodoquena, circundado pela planície do Pantanal• A vegetação é típica de cerrado e também contém características de floresta estacional decidual• O clima da região é tropical úmido com estação chuvosa no verão e seca no inverno (esta durando três meses), com pluviosidade média anual em torno de 1300 mm.• A temperatura média anual é de 24,4°C; e a temperatura média do mês mais frio (julho) é de 20,1°C; e a do mês mais quente (janeiro) de 27,2°C
  4. 4. • A geologia é marcada pela presença de rochas calcárias muito puras, originadas há 550 milhões de anos, o que diferencia a paisagem da região• Essas rochas são as responsáveis pela cristalinidade dos rios da região, pois o calcário dissolvido na água absorve e decanta as poucas impurezas restantes• Esse fato torna a região um grande atrativo turístico• Um exemplo é o Rio Salobra cujas margens são repletas de borboletas atraídas pela presença dos sais das rochas• No topo da Serra existem formações denominadas “Dentes de Cão” pois são pontiagudos e expressam a ação da água sobre a rocha• Há ainda a presença de cavernas, além de sítios paleontológicos
  5. 5. “Rio Salobra”
  6. 6. “Rio Salobra”
  7. 7. “Dentes de cão”
  8. 8. Fauna• Apresenta fauna típica de cerrado, mata atlântica e além do próprio pantanal• Existem 17 espécies de pequenos mamíferos, incluindo um marsupial ainda não descrito. Dentre os roedores, também foram encontradas espécies inéditas ou de ocorrência restrita à porção sudoeste do Brasil• A fauna cavernícola inclui espécies com distribuição geográfica extremamente limitada, e sensíveis a alterações na qualidade das águas, como o aumento da carga de sedimentos e nutrientes,associada às práticas agrícolas.• Há registro da presença de 350 espécies de aves, incluindo espécies incomuns, como os grandes gaviões, e algumas ameaçadas de extinção
  9. 9. Principais avesArara-vermelha (Ara chloroptera)• Plumagem: predominantemente vermelha, as asas azul escuro, com uma faixa esverdeada. As penas da cauda, vermelhas, terminam em uma ponta azul.• A cara é branca, com linhas de penas pequenas e vermelhas na frente do olho.• Bico branco na parte de cima e negro na parte de baixo• Normalmente vista em casais• Alimentação: frutos diversos , cocos, folhas• Reprodução: Ninhos forrados com serragem em grandes ocos de árvores, colocando de 2 a 3 ovos, choco de 28 dias, com o filhote ficando três meses no oco, antes de voar.• O filhote sai com a mesma plumagem dos adultos, cauda um pouco menor, olho marrom
  10. 10. Arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus)• Maior das araras (cauda pode chegar a 1m de comprimento)• Alimentação: coco de palmeiras, utilizando de forma ágil com a língua e os pés• Reprodução: Os ninhos, cada um com 2 ou 3 ovos, são construídos em ocos nas árvores de capão e cordilheira, no meio da planície, ou no interior das matas secas,e também são forrados de serragem• Aproveita-se de um ninho antigo de pica-pau ou o local onde um galho apodreceu para atingir a parte interna do tronco, menos resistente à escavação.• Depois de cerca de 3 meses, o filhote começa a voar. Saem dos ninhos com a plumagem semelhante à do adulto. O bico é negro, mesma cor dos pés. Ao redor dos olhos e na base do bico, a pele é nua e amarela.• Os fortes gritos, arrastados, são ouvidos muito antes de vermos as aves. Além de usá-los no vôo, esses gritos também servem de alarme. Curiosas, aproximam-se, voando, de qualquer intruso e circulam alto, gritando muito. Sociáveis, possuem áreas de dormida comunitárias.
  11. 11. Tucano (Ramphastos toco)• Alimentação: frutas, insetos, pequenos vertebrados e não hesitam em saquear os ninhos de outras espécies, comendo ovos e filhotes. Por isso, são prontamente perseguidos pelas aves em período reprodutivo.• Bico: quase metade do tamanho do tucano, destaca-se pela cor amarelo alaranjada com algumas faixas avermelhadas e grande mancha negra na ponta• Apesar do tamanho, é muito leve, devido à estrutura interna, onde existem grandes espaços vazios. O tucano usa-o com grande habilidade, apanhando desde pequenas presas até separando pedaços de alimentos maiores. Para ingerir o alimento, lança-o para trás e para cima, em direção à garganta, enquanto abre o bico para o alto• Reprodução: coloca dois em ocos de árvores. Ocupa locais abertos por outras aves, em especial araras e papagaios.• Os filhotes nascem sem penas e ainda de olhos fechados. Saem do ninho após cerca de 45 dias de nascidos, menos coloridos do que os pais e com bico todo amarelo.• Comunicam-se com chamados graves, parecendo um pouco o mugido do gado .• Os ocos também são usados para dormir, quando a grande ave dobra-se de tal forma que diminui o seu tamanho em dois terços. Inicialmente, coloca o bico sobre as costas e, em seguida, cobre-se com a cauda. Essa posição de dormida também é usada quando dorme no meio das folhas da parte superior da copa das árvores.
  12. 12. Carcará (Caracara plancus)• Alimentação: generalista/oportunista, comendo desde ovos até carcaças• Pode-se reunir a outros carcarás para matar uma presa maior• Plumagem: pele nua em volta da narina geralmente vermelha podendo mudar para o amarelo (devido ao aumento ou redução da quantidade de sangue circulando estado emocional momentâneo• É notável a área clara na ponta da asa negra, esse contraste permite sua identificação, mesmo voando a grande altura. Voa com batidas rápidas de asas ou aproveitando as correntes de ar ascendente• Para avisar os outros carcarás de seu território ou comunicação entre o casal, possui uma chamado e para produzi-lo dobra o pescoço e mantém a cabeça sobre as costas, enquanto emite o som• Reprodução: Constrói um ninho com galhos em bainhas de folhas de palmeiras ou usa ninhos de outras aves. Os dois ovos são incubados durante 28 a 32 dias, com o filhote voando no terceiro mês de vida.
  13. 13. Urubu-de-cabeça-vermelha (Cathartes aura)• Suas longas asas chegam a 1,80m de envergadura, sendo relativamente finas e mantidas em “V” o que permite que o animal aproveite a menor brisa disponível para voar sobre a vegetação e o solo, às vezes a poucos centímetros de altura.• Muito raramente batem as asas e deslocam-se a grandes alturas• Localiza as carcaças pelo olfato, uma das poucas aves onde esse sentido é apurado• De forma ocasional, pode capturar e matar pequenos vertebrados, apanhados nos vôos rasantes• Costuma colocar seus ovos no solo ou, raramente, em ocos de árvores• Coloca dois ovos e a incubação dura de 38 a 41 dias. A partir dos 70 dias de vida, o filhote inicia seus vôos
  14. 14. Urubu (Coragyps atratus)• Alimentação: Além de carniça, costuma comer pequenos vertebrados e ovos•• Não possui o olfato apurado localizando a carniça pela visão direta ou observando os outros urubus pousando para comer• Plumagem: são totalmente negros, inclusive a pele nua da cabeça e pescoço• Possui a menor envergadura, chegando a 1,50m no máximo porém é o mais agressivo dos urubus menores, disputando avidamente uma carcaça com as outras espécies• Costuma deslocar-se a grande altura, usando as correntes de ar quente para diminuir o custo energético do vôo• Durante o vôo, destaca-se o formato mais curto e arredondado das asas, com a ponta mantida um pouco à frente da cabeça. Quase no final de cada asa, forma-se uma área mais clara, quase um círculo
  15. 15. MamíferosMacaco–prego (Cebus libidinosus)• Tamanho máximo: 1.1 m. / 6kg.• Tempo de vida: de 35 a 45 anos• Dieta: Frutas, bagas, nozes, insetos e pequenos vertebrados• Localização: Norte e centro da América do Sul• Habitat: No topo das florestas tropicais, mangues e florestas secas, desde o nível do mar até os 2.100 m• Os Macacos-prego vivem em grupos de 8 a 20, com hierarquias de dominação separadas entre machos e fêmeas. O macho dominante não controla o grupo, mas o defende. Quando são ameaçados por uma ave de rapina, ele faz fortes ruídos de alerta e permanece visível como isca, enquanto os outros escapam• Permanecem quase todo o tempo nas árvores, exceto para beber água• Seus polegares opostos lhes proporcionam grande destreza ao buscar comida e lhes permitem usar rochas como ferramentas para abrir nozes
  16. 16. Tatu-pebaMacaco-prego
  17. 17. Tatu-peba (Euphractus sexcinctus)• O tatu-peba é um animal solitário• Ocupa campos, cerrados e bordas de floresta onde escava túneis para se esconder. Ao contrário de muitas outras espécies de tatus, esta freqüentemente reutiliza suas tocas• É uma espécie vista com freqüência no Pantanal• Possui hábitos diurnos e crepusculares, e ocasionalmente tem atividade durante a noite• Alimenta-se de uma ampla variedade de itens, incluindo muito material vegetal como raízes e frutos, e também insetos como formigas, pequenos vertebrados e até carniça. Tem a visão relativamente pouco desenvolvida, mas possui um bom olfato que é utilizado para procurar seu alimento.• Quando manuseado, o tatu-peba pode morder para se defender.• http://www.cpap.embrapa.br/fauna/tatu.html
  18. 18. Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)• Vive solitário• Alimenta-se de cupins, formigas e abelhas.• Apresenta uma cauda preênsil que o auxilia quando está nas árvores. As garras dianteiras são longas• Normalmente é vagaroso, mas quando perseguido pode fugir rapidamente ou erguer-se nas patas traseiras em postura defensiva• Quando não está ativo, descansa em buracos de árvore, tocas abandonadas de outros animais ou em outras cavidades naturais• A fêmea da espécie produz geralmente um único filhote depois de um período de gestação de cerca de 160 dias• O filhote é carregado no dorso da mãe ou deixado em alguma toca e quando fica mais velho pode acompanhar a mãe em suas atividades de alimentação• http://www.cpap.embrapa.br/fauna/tamirim.html
  19. 19. FloraPaineira (Chorisia speciosa)• A "Barriguda", paineira de origem brasileira, é caracterizada pelo tronco cilíndrico e retilíneo que engrossa em sua base• A árvore acumula água em seu caule pontilhado por espinhos cônicos, pode alcançar 30 metros de altura e se destaca na paisagem por sua copa ampla e ramificada e pelas flores brancas ou cor-de-rosa• É indicada para reflorestar áreas degradadas de preservação permanente• A paina – uma espécie de algodão ou plumagem branca – envolve as numerosas sementes contidas nos frutos (não-comestíveis pelo homem) da paineira e já foi muito aproveitada como enchimento de travesseiros, almofadas, colchões, além de isolante térmico e acústico. Sua impermeabilidade também a tornou útil na confecção de artigos náuticos, como botes e coletes salva-vidas• As flores da paineira são remédio contra a asma. Sua casca, sob infusão, regula a pressão alta, contribui para eliminar o ácido úrico e serve de depurativo. Para hérnias e ínguas, recomenda-se o cozimento de sua resina e casca aplicadas como compressas
  20. 20. Paineiras
  21. 21. Ipê-amarelo (Tabebuia alba)• Planta adaptada ao crescimento em ambiente aberto ou exposto à luz direta e decídua, que perde as folhas em determinada época do ano• As flores são grandes, de coloração amarelo-ouro• As flores por sua exuberância, atraem abelhas e pássaros, principalmente beija-flores que são importantes agentes polinizadores• As sementes são dispersas pelo vento• Ocorre naturalmente na Floresta Estacional Semidecicual, Floresta de Araucária e no Cerrado.• A árvore perde as folhas no período de floração• A floração inicia-se no final de agosto, podendo ocorrer alguma variação devido a fenômenos climáticos. Quanto mais frio e seco for o inverno, maior será a intensidade da florada do ipê amarelo.
  22. 22. Urtiga• As folhas de urtiga contêm espinhos com ácido metanóico ou fórmico. Este ácido é o responsável pelas picadas dolorosas quando tocamos as folhas da urtiga. O ácido fórmico é incolor e extremamente pungente.• Existem formigas que utilizam este ácido como veneno.• Na Serra da Bodoquena a urtiga é encontrada principalmente nas áreas mais secas e próximas aos “Dentes de cão”
  23. 23. Referências• http://www.bocadaonca.com.br/bichos-e- plantas.php#bichoseplantas-09• http://www.redeprouc.org.br/publicacoes/grupoiguacu/ 06.pdf• http://www.bonitoweb.com.br/fotos/arquivos/63.pdf• http://www.avespantanal.com.br/paginas/index.htm• http://www.redeprouc.org.br/publicacoes/grupoiguacu/ 06.pdf• http://www.cpap.embrapa.br/fauna/tatu.html• http://www.cpap.embrapa.br/fauna/tamirim.html• http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?nam e=News&file=article&sid=656

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