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Exames radiológicos II

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Aula ministrada por R1 de Enfermagem do PROCAPE

Publié dans : Santé & Médecine
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Exames radiológicos II

  1. 1. Exames radiológicos II: cintilografia pulmonar de perfusão/ventilação Enfª. Res. Gabriela Freire UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO PROGRAMA DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM EM CARDIOLOGIA NA MODALIDADE RESIDÊNCIA Abril 2014
  2. 2. Objetivos • Conhecer o exame radiológico por cintilografia, destacando a cintilografia pulmonar; • Conhecer os dois tipos de cintilografia pulmonar, suas indicações, procedimento e complicações;
  3. 3. Introdução • Cintilografia: É um procedimento utilizado pela medicina nuclear que auxilia na detecção e no tratamento de doenças diversas. Pulmonar, óssea, renal, hepatobiliar, tireoide e do miocárdio. FISCHBACH, 2005.
  4. 4. Indicações • Diagnóstico ou Tratamento; • Em tratamentos a cintilografia é indicada para a avaliação do prognóstico. • Cintilografia pulmonar: Ventilação Pulmonar e Perfusão pulmonar Cardiologia Oncologia Pneumologia
  5. 5. Cintilografia pulmonar • Imprescindível para avaliar embolia pulmonar; • Geralmente são realizados em conjunto; • É estabelecido que a cintilografia de ventilação é realizada antes da cintilografia de perfusão; Ventilação Pulmonar Perfusão Pulmonar
  6. 6. Cintilografia pulmonar Figura 1: Equipamento para realização de cintilografia – GAMA CÂMERA.
  7. 7. Cintilografia pulmonar: Ventilação Pulmonar • Finalidade: • Indicações: Diagnosticar embolia pulmonar Detectar áreas pulmonares... Avaliar função respiratória Localizar áreas de hipoventilação
  8. 8. • Procedimento: Assinar formulário; Alergias, gravidez e medicamentos utilizados; Não é necessário jejum; Comportamento do paciente; Retirar adornos e vestir roupas confortáveis; Cintilografia pulmonar: Ventilação Pulmonar Preparação
  9. 9. • Procedimento: Utilização de uma máscara; Duração de 15 a 30 minutos; Não necessita de acompanhantes; Cintilografia pulmonar: Ventilação Pulmonar Preparação
  10. 10. Cintilografia pulmonar: Ventilação Pulmonar • Procedimento: Decúbito dorsal; Colocar máscara; Execução Ocorre inalação do gás radioativo, distribuição e monitoramento por um scanner nuclear.
  11. 11. • O radiofármaco – Tecnécio: Gás ou aerossol; Distribui partículas minúsculas nos alvéolos; Podem ocorrer variações na quantidade de administração do radiofármaco em situações de pneumoectomia ou pacientes pediátricos. Cintilografia pulmonar: Ventilação Pulmonar DesvantagensVantagens
  12. 12. Cintilografia pulmonar: Ventilação Pulmonar Imagem 2: Ilustração demonstrando os alvéolos pulmonares. Fonte: interfisio.com
  13. 13. • Cuidados de enfermagem ao paciente: • Orientação de enfermagem: Cintilografia pulmonar: Ventilação Pulmonar Oxigenioterapia Monitorar Sinais Vitais Após o exame: Cuidados para contato com lactentes e crianças de colo;
  14. 14. • Interpretação: Gás distribuindo-se uniformemente Cintilografia pulmonar: Ventilação Pulmonar Resultado Normal Resultados Anormais Não se distribui uniformemente; Doença parenquimatosa; Embolia pulmonar;
  15. 15. • Imagem ilustrando Cintilografia por ventilação pulmonar: Cintilografia pulmonar: Ventilação Pulmonar Figura 3: Ilustração da cintilografia pulmonar de ventilação (CPV) com resultado normal (A); Ilustração de congestão pulmonar diagnosticada através da CPV.
  16. 16. • Finalidade: • Indicações: Avaliar função pulmonar Detectar êmbolos pulmonares Cintilografia pulmonar: Perfusão Pulmonar Avaliar perfusão pulmonar
  17. 17. • Procedimento: Assinar formulário; Alergias e gravidez; Não é necessário jejum; Comportamento do paciente; Retirar adornos e vestir roupas confortáveis; Cintilografia pulmonar: Perfusão Pulmonar Preparação
  18. 18. • Procedimento: Duração de cerca de 30 minutos; Radioatividade mínima; Não necessita de acompanhantes; Cintilografia pulmonar: Perfusão Pulmonar Preparação
  19. 19. Cintilografia pulmonar: Perfusão Pulmonar • Procedimento: Decúbito dorsal; Injetar radiofármaco por via IV; Execução Obtenção de imagens em um osciloscópio,
  20. 20. • O radiofármaco: MAA-Tc 99; Ocluem temporariamente as arteríolas pulmonares; Meia-vida de aproximadamente 6 horas; Pacientes pediátricos, Hipertensão Pulmonar Severa, pacientes de UTI com instabilidade cardiopulmonar importante; Cintilografia pulmonar: Perfusão Pulmonar
  21. 21. Cintilografia pulmonar: Perfusão Pulmonar
  22. 22. • Cuidados e orientações ao paciente: • Orientação de enfermagem: Cintilografia pulmonar: Perfusão Pulmonar Monitorar local de injeção Compressas quentes e úmidas Após o exame: Cuidados para contato com lactentes e crianças de colo;
  23. 23. • Complicações: Cintilografia pulmonar: Perfusão Pulmonar Hematoma Hipersensibilidade ao radiofármaco
  24. 24. • Interpretação: Manchas quentes (áreas hipercaptantes); Padrão de captação Homogêneo; Cintilografia pulmonar: Perfusão Pulmonar Resultado Normal Resultados Anormais Manchas frias (áreas hipocaptantes) Padrão de captação heterogêneo;
  25. 25. • Imagem ilustrando Cintilografia por perfusão pulmonar: Cintilografia pulmonar: Perfusão Pulmonar Figura 4: Ilustração da cintilografia pulmonar de perfusão (CPP) com resultado normal (A); Ilustração de congestão pulmonar diagnosticada através da CPP.
  26. 26. Estudo de Caso: • Paciente E.R.V proveniente de sua casa foi admitida nesta emergência no dia 24/04/2014 com precordialgia típica. Tem 43 anos, tabagista. Ao exame apresentou-se hipocorada, hidratada, acianótica, afebril, sem edemas, sudorese, BNF em 2t, sem sopros, FC=102 bpm, PA=120x70 mmHg, MV+ s/ RA, taquipneia FR=30 ipm, dispneia aos mínimos esforços, O2: 93%; abdome normotenso, s/ VMG palpável. Eletrocardiograma evidenciou inversão de onda T nas derivações DII e DIII sendo iniciado tratamento para HD de síndrome coronariana aguda (SCA). Realizou-se angiografia cardíaca que mostrou coronárias pérvias. Para melhor evidência, foi realizada cintilografia pulmonar de ventilação e perfusão que revelou tromboembolismo maciço e infarto pulmonar.
  27. 27. Estudo de Caso:
  28. 28. Diagnósticos e Intervenções DIAGNÓSTICOS INTERVENÇÕES Perfusão Tissular Alterada relacionado à interrupção do fluxo arterial pulmonar evidenciado por dispneia e palidez. Monitorar SSVV de 6/6 horas; Avaliar constantemente presença de pulsos periféricos; Proporcionar conforto respiratório através de decúbito adequado. Troca de gases prejudicada relacionada à desproporção de ventilação evidenciado por dispneia. Aplicar oxigenoterapia; Administrar medicamentos conforme prescrição médica; Verificar de 6/6h a perfusão periférica; Fadiga relacionado à diminuição da oxigenação evidenciado pelo cansaço aos mínimos esforços. Aplicar oxigenoterapia; Avaliar desconforto respiratório; Auxiliar nas ATV necessárias de forma a evitar desconforto respiratório;
  29. 29. Referências: • FISCHBACH, Frances. Manual de Enfermagem: Exames Laboratoriais e Diagnósticos. 7ª Edição–2005. • Coleção Praxis em Enfermagem. Exames diagnósticos. 1ª edição, 2007. • GROSSMAN, Gabriel Blacher. O papel da cintilografia miocárdica na avaliação da cardiopatia isquêmica. Revista da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul, nº 16, 2009.

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