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Modelo de TCC UNICSUL (U. CRUZEIRO DO SUL)

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Um modelo de dissertação monografia da UNICSUL. para baixar a versão Word acesse: http://www.portfolioead.com.br/2017/03/modelo-de-tcc-unicsul-universidade.html

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Modelo de TCC UNICSUL (U. CRUZEIRO DO SUL)

  1. 1. UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA Uma proposta de um Ambiente Virtual Colaborativo para o Ensino de Astronomia MARCUS VASCONCELOS DE CASTRO Orientador: Prof. Dr. Carlos Fernando de Araújo Júnior Co-Orientador: Prof. Dr. Ismar Frango Dissertação apresentada ao Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática, da Universidade Cruzeiro do Sul, como parte dos requisitos para a obtenção do título de Mestre em Ensino de Ciências e Matemática SÃO PAULO 2006
  2. 2. AUTORIZO A REPRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTE TRABALHO, POR QUALQUER MEIO CONVENCIONAL OU ELETRÔNICO, PARA FINS DE ESTUDO E PESQUISA, DESDE QUE CITADA A FONTE. FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA CENTRAL DA UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL N716p Nogueira, Telma Maria Aparecida. Políticas públicas de educação especial na rede de ensino da Secretaria de Estado da Educação do Estado de São Paulo – o SAPE / Telma Maria Aparecida Nogueira. -- São Paulo; SP: [s.n], 2009. 100 p. : il. ; 30 cm. Orientadora: Silvia Valéria Vieira. Dissertação (mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais, Universidade Cruzeiro do Sul. 1. Políticas públicas - Educação especial 2. Aluno com necessidades especiais 3. Educação inclusiva - Jundiaí (SP) 4. Educação especial - Legislação. I. Vieira, Silvia Valéria. II. Universidade Cruzeiro do Sul. Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais. III. Título. CDU: 37.014:376(043.3)
  3. 3. UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO Uma proposta de um Ambiente Virtual Colaborativo para o Ensino de Astronomia Marcus Vasconcelos de Castro Dissertação de mestrado defendida e aprovada pela Banca Examinadora em 09/06/2006. BANCA EXAMINADORA: Prof. Dr. Carlos Fernando de Araújo Júnior CETEC – Universidade Cruzeiro do Sul Presidente Prof. Dr. Ismar Frango Silveira CETEC - Universidade Cruzeiro do Sul Profa. Dra. Pollyana Notargiacomo Mustaro Universidade Presbiteriana Mackenzie
  4. 4. À Minha Família Especialmente aos meus pais Sidnei e Celina CLIQUE AQUI PARA BAIXAR ESSE MODELO EM WORD
  5. 5. AGRADECIMENTOS Ao professor Carlos Fernando de Araújo Júnior pela orientação, compreensão e Incentivo dispensado ao desenvolvimento deste trabalho. À Secretaria da Pós-graduação da PPGP, pelo apoio, e principalmente, pela amizade demonstrada pelas secretárias. Aos técnicos do NEAD da Universidade Cruzeiro do Sul, pelo auxílio na realização dos ensaios para a verificação do sistema especialista em laboratório. À Mercedes Bens do Brasil, e a todos seus funcionários que colaboraram direta ou indiretamente nos ensaios realizados em ambiente fabril. À FAPESP – Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo, pelo apoio financeiro.
  6. 6. “QUEM TEM UM SONHO NÃO DANÇA”. AGENOR DE MIRANDA ARAÚJO NETO (CAZUZA) (1958-1990) Músico e poeta brasileiro.
  7. 7. CATARDO, L. A. M. O olhar de alunos de 8ª série sobre prevenção do uso de drogas numa escola de São Paulo/SP. 2009. 182 f. Dissertação (Mestrado em Políticas Sociais)–Universidade Cruzeiro do Sul, São Paulo, 2009. RESUMO O presente trabalho tem como objetivo captar e analisar a visão de alunos de 8ª série sobre a prevenção de uso de drogas realizada no âmbito escolar. Esta pesquisa, de caráter qualitativo, elegeu uma escola da Rede Municipal de Ensino, localizada na zona Leste da cidade de São Paulo (SP), para seu estudo de caso. Foram utilizados como procedimentos metodológicos a revisão bibliográfica, análise documental e pesquisa de campo, na qual foram aplicados questionários com questões objetivas e abertas e, posteriormente, entrevistas. Também foram analisados o projeto pedagógico da escola e as suas atas das atividades realizadas nos últimos dois anos, buscando-se identificar a forma de realização das ações, sua estruturação e se afetaram de algum modo a formação dos alunos. Na escola escolhida, constatou-se que ocorreram somente atividades esporádicas direcionadas para alunos de 4ª série. Os alunos, professores e direção consideram que é necessário um programa de prevenção do uso de drogas. Porém, enquanto os alunos apontaram para que as ações sejam realizadas, prioritariamente, por professores, coordenadores e direção, esses últimos indicaram que devam ser realizadas por especialistas externos à escola. Espera-se, com esta pesquisa, contribuir para uma reflexão sobre o alcance de um programa preventivo a ser realizado com a participação dos sujeitos da escola em todas as suas fases, desde o planejamento, a execução e até a avaliação, bem como do seu replanejamento. Esta possibilidade mostrou-se viável do ponto de vista da motivação, pois, durante toda a pesquisa os participantes sempre foram muito receptivos e fizeram sugestões nessa direção. Palavras-chave: Prevenção de drogas, Escola, Política sobre drogas (Modelo de Referência usando norma da ABNT)
  8. 8. CATARDO, L. A. M. The view of students of the 8th grade on preventing drug use in a school of São Paulo/SP. 2009. 182 f. Dissertação (Mestrado em Políticas Sociais)–Universidade Cruzeiro do Sul, São Paulo, 2009. ABSTRACT The present dissertation aims at apprehending and analyzing the view of students of the 8th grade on preventing drug use in school environments. For conducting its case study, this research, a qualitative one, has elected a school, located in the East side of São Paulo (SP), from the City Hall System. A bibliographical review, document analysis and field research were used as methodological procedures. Questionnaires with objective and open questions were applied. Afterwards, some interviews were made. The Pedagogical Project of the school was also analyzed, as well as the written records of the activities performed in the last two years, trying to identify the carried out actions, to verify how they were structured and whether they had any effect on the students’ formation. The results showed that in this school the events only occurred sporadically and they focused only students of the 4th grade. Students, teachers and directors consider it is necessary a program for preventing drug use. However, meanwhile the students pointed out the actions have to be conducted by, mainly, teachers, coordinators and directors, the latter indicated they should be conducted by specialists, external from schools. It is expected this research can contribute for a greater reflection about the accomplishment of such a program of prevention to be conducted with the participation of the subjects of the school in all its phases, since the planning, the execution, the evaluation and, again, the replanning. This possibility has been shown as viable from the motivation point of view because, during the research, the participants were very receptive and made a lot of suggestions on this direction. Keywords: Preventing drug use, School, Politics of drugs (Modelo de Referência usando norma da ABNT)
  9. 9. Fernandes MTA. Qualidade de vida, ansiedade e depressão no paciente submetido à cirurgia bariátrica [dissertação]. São Paulo: Universidade Cruzeiro do Sul; 2008. RESUMO A obesidade representa um dos principais problemas de saúde da sociedade contemporânea, com prejuízos nas diversas dimensões físicas e psicossociais dos indivíduos, além do impacto econômico decorrente dos investimentos em serviços de saúde causados pelas co-morbidades a ela associadas, incluindo a crescente procura pelos procedimentos cirúrgicos. Assim, este estudo transversal exploratório foi planejado com o propósito de avaliar a qualidade de vida, a ansiedade e a depressão em indivíduos submetidos à cirurgia bariátrica e investigar suas possíveis relações, a partir de análise quantitativa. Foram avaliados 71 indivíduos com idade média= 41,6 anos, de ambos os gêneros, submetidos à cirurgia bariátrica pelo método Fobi Capella, entre maio/2005 a maio/2007, atendidos no Hospital Santa Marcelina, localizado na Zona Leste da cidade de São Paulo, SP. Utilizou-se o Questionário de Qualidade de Vida (SF-36), as Escalas Beck de Ansiedade (BAI) e de Depressão (BDI) e os dados individuais sobre o índice de massa corporal (IMC). Os dados foram analisados pelo programa estatístico Minitab, versão 14,0, utilizando-se o teste de Tukey e o coeficiente de correlação de Pearson, fixando-se p<0.05. Com relação à qualidade de vida, a ‘capacidade funcional’ apresentou correlação significativamente negativa com o IMC atual, indicando que, quanto maior o peso atual, menor a capacidade funcional; foi constatado grau mínimo de ansiedade e de depressão, no momento da coleta de dados; as correlações entre qualidade de vida, ansiedade e depressão foram significativamente negativas, sugerindo que quanto menor o grau de ansiedade e depressão, maior (melhor) a qualidade de vida dos participantes da amostra. Estes achados ressaltam a importância da investigação de aspectos psicossociais em indivíduos submetidos à cirurgia bariátrica e do seu impacto sobre o bem-estar físico e emocional. Sugere-se o desenvolvimento de um estudo caso-controle, para que tal impacto possa ser devidamente avaliado. Palavras-chave: Obesidade, Ansiedade, Depressão, Qualidade de vida, Cirurgia bariátrica. (Modelo de Referência usando estilo Vancouver)
  10. 10. Fernandes MTA. Quality of life, anxiety and depression among individuals undergoing bariatric surgery [dissertação]. São Paulo: Universidade Cruzeiro do Sul; 2008. ABSTRACT Obesity is one of major health problems of contemporary society, with losses in different physical and psychosocial dimensions of individuals, besides the economic impact resulting from investments in health services caused by associated co- morbidities, including the growing demand for surgical procedures. So this cross sectional exploratory study was designed with the purpose of assessing the quality of life, anxiety and depression among individuals undergoing bariatric surgery and to investigate their possible relationships, by using a quantitative analysis. Seventy-one subjects were evaluated, with a mean age = 41.6 years, both genders, submitted to bariatric surgery by the Fobi Capella method, from May/2005 to May/2007, attended at Santa Marcelina Hospital, located in the eastern zone of Sao Paulo city, SP. The Quality of Life Questionnaire (SF-36), the Beck Scales for Anxiety (BAI) and Depression (BDI), and individual data on the index body mass (BMI) were used. Data were analyzed by statistical software Minitab, version 14.0, using the Tukey test and Pearson correlation coefficient, setting up 0.05. With regard to quality of life, the 'functional capacity' presented significantly negative correlation with the current BMI, indicating that the higher current weight, lower functional capacity; minimal degree of anxiety and depression at the time of data collection were found; the correlation between quality of life, anxiety and depression were significantly negative, suggesting that the lower the degree of anxiety and depression, higher (better) quality of life of the sample participants. These findings highlight the importance of research related to psychosocial aspects of individuals submitted to bariatric surgery and its impact on physical and emotional well-being. It is suggested the development of a case-control study, so that this impact could be properly assessed. Keywords: Obesity, Anxiety, Depression, Quality of life, Bariatric surgery. (Modelo de Referência usando estilo Vancouver)
  11. 11. LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 – Organograma do ministério de educação .....................................114 Figura 2 – Distribuição das IES Brasil – dependência administrativa ..........151 Figura 3 – Distribuição das IES Brasil – modalidades ...................................151 Figura 4 – Distribuição da IES provadas Brasil – modalidades ....................153 Figura 5 – Distribuição das IES públicas Brasil – modalidades ...................153 Figura 6 – Nº de IES Brasil – evolução................................................ .............154 Figura 7 – Nº de IES públicas Brasil – evolução..............................................155 Figura 8 – Nº de IES privadas Brasil – evolução..............................................155 Figura 9 – Distribuição das IES Brasil – dependência administrativa – evolução comparativa .....................................................................156 Figura 10 – Nº de matrículas Brasil – dependência administrativa ................157 Figura 11 – Distribuição das matrículas Brasil – modalidades .......................157 Figura 12 – Distribuição das matrículas na rede privada – modalidades ......158 Figura 13 – Distribuição das matrículas na rede pública – modalidades ......158 Figura 14 – Distribuição das matrículas Brasil – turno.....................................159 Figura 15 – Distribuição das matrículas na rede pública – turno ....................159 Figura 16 – Distribuição das matrículas na rede privada – turno ...................159 Quadro 1 – Níveis sócio-ocupacionais Pastore e Haller ....................................94 Quadro 2 – Níveis sócio-ocupacionais Silva......................................... ..............95 Quadro 3 – Níveis sócio-ocupacionais Scalon....................................................96
  12. 12. LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Comparação entre inteligência natural e artificial...........................34 Tabela 2 – Comparação entre IA e computação convencional ........................35 Tabela 3 – Tabela de decisão ..............................................................................45 Tabela 4 – Configuração dos cenários produtivos............................................89 Tabela 5 – Estrutura dos arquivos PARAM.ATD e BACK.ATD.........................95 Tabela 6 – Tabela de decisão implementada no SE ........................................101 Tabela 7 – Banco de dados da máquina-ferramenta.......................................111 Tabela 8 – Banco de dados da ferramenta (produto) ......................................112 Tabela 9 – Banco de dados do processo .........................................................113 Tabela 10 – Banco de dados da ferramenta (processo)....................................113 Tabela 11 – Banco de dados de resultados .......................................................114 Tabela 12 – Bálculo do tempo de corte ..............................................................117 Tabela 13 – Tempo de troca da peça ..................................................................118 Tabela 14 – Resultados do ensaio ......................................................................122 Tabela 15 – Intervalo de máxima eficiência (IME)..............................................122 Tabela 16 – Tarefas para a realização da otimação...........................................128 Tabela 17 – Tarefa para verificação – cenário 3.................................................131 Tabela 18 – Cálculo do número de trocas previstas .........................................132 Tabela 19 – Alteração no cenário produtivo ......................................................135 Tabela 20 – Resultados da verificação dos cenários 1 e 2 ...............................149 Tabela 21 – Resultados da verificação do cenário 4.........................................150 Tabela 22 – Velocidades de corte testadas........................................................151 Tabela 23 – Vidas da ferrameta para VC1 e VC2................................................154 Tabela 24 – Resultados da otimização do tubo de apoio .................................154
  13. 13. LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS CAPES Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CNE Conselho Nacional de Educação CNPQ Conselho Nacional de Pesquisa ENADE Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes ENC Exame Nacional de Cursos FAPESP Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo FIES Programa de Financiamento Estudantil FUNDEF Fundo de Desenvolvimento da Educação Fundamental ICB Índice de Carência Básica ICMS Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços ICV Índice de Condição de Vida IES Instituição de Ensino Superior INEP Instituo Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional MEC Ministério de Educação e Cultura ONU Organização das Nações Unidas PIB Produto Interno Bruto PNAD Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios PNUD Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PROUNI Programa Universidade para Todos SINAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior UFRJ Universidade Federal do Rio de Janeiro UNESP Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” USP Universidade de São Paulo
  14. 14. LISTA DE SÍMBOLOS ap profundidade de corte [mm]. Ar Arrojado (referente a política do operador). b largura de corte [mm]. Co Conservador (referente a política do operador). d diâmetro da peça [mm]. dcrítico diâmetro crítico [mm]. de diâmetro equivalente [mm]. de1 diâmetro equivalente para a Vc1 [mm]. de2 diâmetro equivalente para a Vc2 [mm]. ® marca registrada. % por cento.
  15. 15. SUMÁRIO INTRODUÇÃO..........................................................................................................13 CAPÍTULO I 1 POBREZA, DESIGUALDADE E EXCLUSÃO SOCIAL...............................31 1.1 Pobreza........................................................................................................31 1.2 Desigualdade ..............................................................................................38 1.3 Exclusão social...........................................................................................47 1.4 Estado, sistema econômico e cidadania..................................................52 CAPÍTULO II 2 CONHECIMENTO, DESENVOLVIMENTO, CIDADANIA E MOBILIDADE SOCIAL ........................................................................................................64 2.1 Conhecimento e novas tecnologias..........................................................64 2.2 Identidade e trabalho..................................................................................69 2.3 Educação: cidadania e desenvolvimento.................................................73 2.4 Mobilidade social........................................................................................85 2.5 Mobilidade brasileira .................................................................................99 CAPÍTULO III 3 EDUCAÇÃO SUPERIOR ...........................................................................108 3.1 Histórico....................................................................................................108 3.2 Órgãos governamentais de controle e regulamentação.......................111 3.3 Legislação.................................................................................................115 3.4 Instituição Universidade: histórico e características............................119 3.5 Perfil do concluinte ..................................................................................127 3.6 Qualidade dos cursos de graduação e das IES brasileiras ..................131 3.7 Comparação entre IES públicas e privadas ...........................................138 CAPÍTULO IV 4 NÚMEROS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL .............................149
  16. 16. 4.1 Instituições de educação superior..........................................................149 4.2 Matrículas..................................................................................................156 4.3 Oferta e demanda .....................................................................................163 4.4 Docentes e funcionários..........................................................................169 CAPÍTULO V 5 EXPERIÊNCIA UNIVERSITÁRIA, MOBILIDADE SOCIAL E CIDADANIA: O PONTO DE VISTA DOS GRADUADOS ....................................................176 5.1 Critérios e dinâmica da pesquisa............................................................176 5.2 Entrevistas ................................................................................................180 CONCLUSÃO .........................................................................................................200 CONSIDERAÇÕES FINAIS....................................................................................218 REFERÊNCIAS.......................................................................................................227 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ............................................................................238 ANEXO Roteiro de entrevistas...........................................................................................240
  17. 17. APÊNDICE B – MODELOS: Texto CITAÇÃO.............................................................................................................47-49 NOTA DE RODAPÉ..................................................................................................50 QUADRO ..................................................................................................................51 FIGURA.....................................................................................................................52 TABELA....................................................................................................................53
  18. 18. EXEMPLO DE CITAÇÃO DIREITA COM ATÉ 3 LINHAS OBSERVAR: não existe recuo no texto Algumas outras considerações sobre mobilidade social, não menos importantes, merecem destaque. Pastore (1979) considera que a mobilidade é, ao mesmo tempo, efeito e condição do desenvolvimento econômico. O autor enxerga o fenômeno da mobilidade como reflexo do dinamismo e do vigor da sociedade: “Uma sociedade sem mobilidade é uma sociedade estagnada que simplesmente reproduz sua estrutura social ao longo do tempo e, por isso, pouco pode oferecer em termos de provocação humana e progresso social.” (PASTORE, 1979, p. 3).
  19. 19. EXEMPLO DE CITAÇÃO DIRETA COM MAIS DE 3 LINHAS OBSERVAR: margem, omissão de texto inicial [...] e indicação autor / data e página. É de se ressaltar, ainda, que, após o advento da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em 1996, houve a ratificação legal da dinâmica intensiva do setor privado. Segundo Sampaio (2000): [...] ao outorgar autonomia às universidades, a Constituição Federal de 1988 e, posteriormente, a LDB de 1996, forneceram um instrumento que vem ao encontro do caráter dinâmico, característico de um setor privado de massa em se amoldar à demanda, e intensificaram o movimento dos estabelecimentos privados em se transformarem em universidades. (SAMPAIO, 2000, p. 67). No registro realizado em 1998 (INEP, 1999), havia 973 IES, entre públicas e privadas e, dentre estas, 153 universidades. Dentre as 820 faculdades, encontravam-se 2,2% federais, 5,4% estaduais, 8,5% municipais e 83,9% privadas.
  20. 20. EXEMPLO DE CITAÇÃO INDIRETA OBSERVAR: vários autores citados em conjunto. Para a investigação da concentração de proteínas totais na saliva neste estudo, foi utilizado o método de Lowry et al. (1951) por ser amplamente relatado na literatura científica e também por apresentar simplicidade em sua metodologia (BELLAVIA et al., 1974; BEN-ARYEH et al., 1984, 1990; DEZAN et al., 2002; HYYPPÄ et al., 1989; JOHNSON et al., 1987; KEDJARUNE et al., 1997; MAZENGO et al., 1994; RUDNEY; HICKEY; JI, 1999). Rudney, Hickey e Ji (1999), creêm que o método de Lowry et al. (1951) subestima as concentrações protéicas e os resultados apenas fornecem um valor estimado da faixa de variação entre indivíduos. Outras técnicas para identificação de proteínas totais, como o método de biureto, reagente Coomassie blue e utilização de kits comerciais, também são relatados (BARDOW et al., 2000; FARIAS; BEZERRA, 2003; LÓPEZ et al., 2003).
  21. 21. EXEMPLO DE NOTA DE RODAPÉ Os gráficos de barras foram utilizados para a visualização de dados categóricos, e o gráfico de Boxplot1 para a visualização das medidas resumo no caso de variáveis numéricas. ________ 1 Boxplot: é uma técnica que mostra graficamente algumas medidas resumo de um conjunto de dados, tais como: média, mediana, valor mínimo, valor máximo, bem como eventuais valores extremos chamados de outliers, e representados por um asterisco (*).
  22. 22. EXEMPLO DE QUADRO OBSERVAR: indicação de Fonte (citação de citação) e de adaptação CATEGORIA CARACTERÍSTICAS 1 Profissionais liberais 2 Dirigentes e administradores de alto nível 3 Profissionais 4 Funções administrativas 5 Funções não manuais de rotina e de escritório 6 Proprietários (empregadores) na indústria, comércio e serviço 7 Empresários por conta própria 8 Técnicos, artistas e supervisores do trabalho manual 9 Trabalhadores manuais e indústrias modernas 10 Trabalhadores manuais em indústrias tradicionais 11 Trabalhadores manuais em serviços gerais 12 Trabalhadores nos serviços domésticos 13 Vendedores ambulantes 14 Artesãos 15 Proprietários (empregadores) no setor primário 16 Técnicos e administradores no setor primário 17 Produtores agrícolas autônomos 18 Trabalhadores rurais Quadro 2 – Níveis sócio-ocupacionais Fonte: Silva apud Scalon, 1999 (adaptado)
  23. 23. EXEMPLO DE FIGURA OBSERVAR: Título abaixo da Figura, indicação de Fonte e de adaptação Figura 21 – Distribuição das matrículas no Brasil Fonte: INEP, 2002 (adaptado) ano 1991 38,70% 61,30% públicas privadas ano 2002 30,30% 69,70% públicas privadas
  24. 24. EXEMPLO DE TABELA OBSERVAR: Título acima da Tabela, sem Fonte quanto elaborada pelo autor Tabela 4 – Produção de teses da área de engenharia* UNIDADES MESTRADO DOUTORADO TOTAL DE TESES ANO DE INÍCIO NÚMERO DE TESES ANO DE INÍCIO NÚMERO DE TESES FEAGRI 1978 205 1993 26 231 FEC 1986 154 1995 03 157 FEEC 1972 1067 1972 359 1426 FEM 1974 478 1976 237 715 FEQ 1980 335 1989 98 433 TOTAL — 2239 — 723 2962 *Dados fornecidos pela Secretaria de Pós-Graduação de cada Unidade. Os números correspondem à quantidade de dissertações e teses defendidas desde o início do curso até dezembro de 1999.
  25. 25. APÊNDICE C – MODELOS: Pós-Texto REFERÊNCIAS (MODELO ABNT)......................................................................55-58 REFERÊNCIAS (MODELO VANCOUVER).........................................................59-60 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ..............................................................................61 GLOSSÁRIO.............................................................................................................62 APÊNDICE................................................................................................................63 ANEXO ................................................................................................................64-65
  26. 26. REFERÊNCIAS (modelo ABNT) ABRANCHES, S. H. Os despossuídos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1985. ABBOTT, P. Women’s social class identification: does husband’s occupation make a difference? Sociology, v. 21, n. 1, p. 91-103, 1987. AGHION, P. et al. Exploiting states mistakes identify the causal impact of higher education on grouth. Disponível em: <http://www.post.economics. harvard.edu/faculty/aghion/papers/exploiting-states-mistakes.pdf>. Acesso em: fev. 2006. ALBUQUERQUE, R. C. Pobreza e exclusão social. In: ______; VELLOSO, J. P. R. (Org.). Pobreza e mobilidade social. São Paulo: Nobel, 1993. ARANHA, M. S. F. Inclusão social e municipalização. In: ENCONTRO ESTADUAL INCLUSÃO SOCIAL E MUNICIPALIZAÇÃO. Anais Eletrônico... Marília: UNESP, 2000. Disponível em: <http://www.cenp.edunet.sp.gov.br>. Acesso em: 15 out. 2007. ARAÚJO JUNIOR, C. F. et al. Novas tecnologias de informação e comunicação e educação à distância no ensino superior: experiências na área de computação e informática. In: CONGRESO DE EDUCACÍON A DISTANCIA MERCOSUL/SUL DEL CREAD TENDENCIAS DE LA EDUCACÍON A DISTANCIA EN MEDIO DE LA REVOLUCÍON INFORMÁTICA, 2002, Antofagasta. Anais... Antofagasta: Universidad Catolica del Norte, 2002. 1 CD-ROM. BACHELARD, G. A formação do espírito científico. Tradução Esteia dos Santos Abreu. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: matemática. 3. ed. Brasília: MEC, 1997. ______. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, 1988. Disponível em: <http://www.dji.com.br/constituicao_federal/cf225.htm>. Acesso em: 24 abr. 2007 ______. Ministério da Educação. Secretaria Executiva. Organograma. Disponível em: <http://www.mec.gov.br/organiza/orgaos/se/default.shtm>. Acesso em: 20 abr. 2000. INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA. Censo escolar. 2007. Disponível em: <http://www.inep.gov.br/basica/censo/default.asp>. Acesso em: 20 jan. 2009.
  27. 27. OLIVEIRA, E. F. Percepção astronômica de um grupo de alunos do ensino médio da rede estadual de São Paulo. 2007. 61 f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática)–Universidade Cruzeiro do Sul, São Paulo, 2007. SÃO PAULO (Estado). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações curriculares e proposições de expectativas de aprendizagem para o ensino fundamental: ciclo I. São Paulo: SME/DOT, 2007. UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL. Projeto político institucional de educação a distância (PPI-EAD). São Paulo: UNICSUL, 2006. UNIVERSIDADE DE ÉVORA. Núcleo Minerva. Centro de Competência. Aprendizagem Colaborativa Assistida por Computador = CSCL – Computer Supported Collaborative Learning. Atualizada em: mar. 2000. Disponível em: <http://www.minerva.uevora.pt/cscl/>. Acesso em: 20 set. 2008. YATES, S.; SUMNER, T. Digital genre and the new burden of fixity. In: HICSS - HAWAII INTERNATIONAL CONFERENCE ON SYSTEM SCIENCES, 30., 1997, Hawaii. Proceedings… Hawaii: [s.n.], 1997. v. 6, p. 3-12.
  28. 28. REFERÊNCIAS (modelo ABNT) ALALUUSUA, S.; RENKONEN, O. V. Streptococcus mutans stablishment and dental caries experience in children from 2 to 4 years old. Scandinavian Journal of Dental Research, v. 91, n. 6, p. 453-457, 1983. ANDERSON, P.; HECTOR, M. P.; RAMPERSAD, M. A. Critical pH in resting and stimuled whole saliva in groups of children and adults. International Journal of Paediatric Dentistry, v. 11, n. 4, p. 226-273, 2001. CHAVES, P. E. B. C. Quantificação de proteínas e imunoglobulinas da saliva e placa dental de crianças, suas relações com o fluxo salivar, índices de cárie, de gengivite e de higiene oral. 1982. 63 f. Dissertação (Mestrado em Biologia e Patologia Buco-Dental)–Faculdade de Odontologia, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1982. DALE, A. C. Glândulas salivares. In: TENCATE, R. Histologia bucal. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. p. 296-322. FEJERSKOV, O.; KIDD, E. Cárie dentária: a doença e seu tratamento clínico. São Paulo: Santos, 2005. GRANER, R. O. M. Relação entre os fatores clínicos, microbiológicos e comportamentais e a prevalência de cárie dental em crianças de 12 a 30 meses de idade da cidade de Piracicaba-SP. 1996. 101 f. Dissertação (Mestrado em Odontopediatria)–Faculdade de Odontologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1996. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Programa de orçamento familiar (POF). 2004. Disponível em: <http://www.ibge.com.br>. Acesso em: 15 mar 2008. KRASSE, B. Risco de cárie: um guia prático para avaliação e controle. 2. ed. São Paulo: Quintessence, 1988. KRIGER, L.; MOYSÉS, S. T. A filosofia de promoção de saúde na clínica privada. In: ______. Promoção de saúde bucal. São Paulo: Artes Médicas, 1997. p. 411-431. MACEDO, A. F. Análise dos parâmetros bioquímicos salivares totais de crianças em 0 a 36 meses de idade. 2005. 122 f. Dissertação (Mestrado em Odontologia)–Faculdade de Odontologia, Universidade Cruzeiro do Sul, São Paulo, 2005.
  29. 29. MANCINI, M. Métodos de avaliação da obesidade e alguns dados epidemiológicos. Revista Abeso, ano 3, n. 11, dez. 2002. Disponível em: <http://www.abeso.org.br>. Acesso em: 15 set. 2008. MAYER, M. P. A. Avaliação de risco de cárie. In: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ODONTOLOGIA PREVENTIVA (Org.). Prática odontológica centrada em prevenção: aspectos básicos. São Paulo: ABOPREV, 1991. p. 5-11. SIQUEIRA JÚNIOR, W. L. Estudo de alguns parâmetros salivares em indivíduos com síndrome de Down. 2005. 139 f. Tese (Doutorado em Odontologia)–Faculdade de Odontologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Controlling the global obesity epidemic. 2000. Disponível em: <http://www.who.int/nut/obs.htm>. Acesso em: 30 set. 2008.
  30. 30. REFERÊNCIAS (modelo VANCOUVER - ÁREA DA SAÚDE) Alaluusua S, Renkonen OV. Streptococcus mutans stablishment and dental caries experience in children from 2 to 4 years old. Scand J Dent Res. 1983;91(6):453-7. Anderson P, Hector MP, Rampersad MA. Critical pH in resting and stimuled whole saliva in groups of children and adults. Int J Paediatr Dent. 2001;11(4):226-73. Chaves PEBC. Quantificação de proteínas e imunoglobulinas da saliva e placa dental de crianças, suas relações com o fluxo salivar, índices de cárie, de gengivite e de higiene oral [dissertação]. Campinas: Faculdade de Odontologia, Universidade Estadual de Campinas; 1982. Dale AC. Glândulas salivares. In: TenCate R. Histologia bucal. 5a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1998. p. 296-322. Fejerskov O, Kidd E. Cárie dentária: a doença e seu tratamento clínico. São Paulo: Santos; 2005. Graner ROM. Relação entre os fatores clínicos, microbiológicos e comportamentais e a prevalência de cárie dental em crianças de 12 a 30 meses de idade da cidade de Piracicaba-SP [dissertação]. São Paulo: Faculdade de Odontologia, Universidade de São Paulo; 1996. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Programa de orçamento familiar (POF) [internet]. 2004 [citado 15 mar 2008]. Disponível em: http://www.ibge.com.br. Krasse B. Risco de cárie: um guia prático para avaliação e controle. 2a ed. São Paulo: Quintessence; 1988. Kriger L, Moysés ST. A filosofia de promoção de saúde na clínica privada. In: Kriger L. Promoção de saúde bucal. São Paulo: Artes Médicas; 1997. p. 411-31. Macedo AF. Análise dos parâmetros bioquímicos salivares totais de crianças em 0 a 36 meses de idade [dissertação]. São Paulo: Faculdade de Odontologia, Universidade Cruzeiro do Sul; 2005. Mancini M. Métodos de avaliação da obesidade e alguns dados epidemiológicos. Rev Abeso [periódico online]. dez. 2002 [citado 15 set 2008];3(11):[1 tela]. Disponível em: http://www.abeso.org.br. Mayer MPA. Avaliação de risco de cárie. In: Associação Brasileira de Odontologia Preventiva, organizador. Prática odontológica centrada em prevenção: aspectos básicos. São Paulo: ABOPREV; 1991. p. 5-11.
  31. 31. Siqueira Jr WL. Estudo de alguns parâmetros salivares em indivíduos com síndrome de Down [tese]. São Paulo: Faculdade de Odontologia, Universidade de São Paulo; 2005. World Health Organization. Controlling the global obesity epidemic. 2000 [citado 30 set 2008]. Disponível em: http://www.who.int/nut/obs.htm.
  32. 32. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ARENDT, H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2002 ______. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos – apresentação. Rio de Janeiro, 2002. ______. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro, 2005. BACHA, E. Transição incompleta. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. BRITTES, M. T. T.; MORAES, N. A. (Org.). Memórias, identidade e representação. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2000. HOUAISS, A.; VILLAR, M. S. Dicionário de língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. LYRA, R. P. (Org.). Direitos humanos: os desafios do século XXI: uma abordagem interdisciplinar. Brasília: Brasília Jurídica, 2002. MADEIRA, F.; TORRES, H. G. População e reestruturação produtiva: novos elementos para projeções demográficas. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 3-8, 1996. NAJAR, A. L. (Org.). Saúde e espaço: estudos metodológicos e técnicas de análise. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998. TELLES, V. S. Pobreza e cidadania. São Paulo: Ed. 34, 2001. VALLADARES, L.; COELHO, M. P. (Org.). Governabilidade e pobreza no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995.
  33. 33. GLOSSÁRIO AVATAR na realidade virtual, é a representação gráfica do usuário inserido no ambiente virtual BLOG (Web Logs) são páginas disponíveis na Internet onde usuários podem instantaneamente inserir mensagens, imagens e links. CHAT é um recurso gráfico que possibilita a conversa, utilizando um programa navegador ou similar, de diversas pessoas em momentos síncronos. HTML “HyperText Markup Language” Linguagem utilizada para marcar documentos de conteúdo fixo, comumente utilizada na internet para exibição de páginas estáticas. PALACE uma sala de conversa síncrona que através de avatares, os usuários realizam uma comunicação do tipo “bate-papo”. PHP (um acrônimo recursivo para “PHP: Hypertext Preprocessor") é uma linguagem de uso geral, muito utilizada e especialmente guarnecida para o desenvolvimento de aplicações Web embútivel dentro do HTML.
  34. 34. APÊNDICE A – Roteiro de entrevista 1 – Nome / Estado Civil (antes e depois): 2 - Sexo: 3 - Endereço: 4 - Idade: 5 - Ano de Conclusão e IES do Curso Superior: 6 - Atual Função Profissional / Função Profissional antes da conclusão da educação superior: 7 - Escolaridade do Cônjuge: 8 - Atual Função Profissional do Cônjuge: 9 – Quantos Irmãos? 10 – Escolaridade dos Irmãos: 11 – Atuais Funções Profissionais dos Irmãos: 12 – Ingresso na Educação Superior; 13 – Razões e Objetivos; 14 – Por que Instituição paga em vez de gratuita? 15 – Pagamento dos estudos; 16 – Dificuldades para o pagamento? Se sim, foi cogitada a possibilidade de abandonar a Educação Superior? 17 – O que mais o encorajava a concluir a Educação Superior? 18 – Alguma coisa desencorajava?
  35. 35. ANEXO A – Ficha clínica Frasco n.º:______ Nome:__________________________________________________________ Telefone:_____________________ Data de Nascimento:_____ / _____ / ____ Endereço:_______________________________________________________ Bairro:______________________Cep:________________________________ Cidade:_____________________________ Estado:_____________________ Nome do Responsável: ____________________________________________ ODONTOGRAMA 55 54 53 52 51 61 62 63 64 65 85 84 83 82 81 71 72 73 74 75 Fluxo Salivar Tempo: Quantidade: pH ph meter: pH fita: Atividade da Amilase Salivar Absorbância inicial: Absorbância final: Amilase: Concentração de Proteínas Totais Absorbância: Proteínas: Capacidade Tampão pH inicial: Volume de ácido clorídrico pH Volume total de ácido clorídrico: pH final:
  36. 36. APÊNDICE B – Lei nº 10.861 LEI Nº 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Fica instituído o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES, com o objetivo de assegurar processo nacional de avaliação das instituições de educação superior, dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico de seus estudantes, nos termos do art. 9º, VI, VIII e IX, da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. § 1º O SINAES tem por finalidades a melhoria da qualidade da educação superior, a orientação da expansão da sua oferta, o aumento permanente da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica e social e, especialmente, a promoção do aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais das instituições de educação superior, por meio da valorização de sua missão pública, da promoção dos valores democráticos, do respeito à diferença e à diversidade, da afirmação da autonomia e da identidade institucional. § 2º O SINAES será desenvolvido em cooperação com os sistemas de ensino dos Estados e do Distrito Federal. Art. 2º O SINAES, ao promover a avaliação de instituições, de cursos e de desempenho dos estudantes, deverá assegurar: I - avaliação institucional, interna e externa, contemplando a análise global e integrada das dimensões, estruturas, relações, compromisso social, atividades, finalidades e responsabilidades sociais das instituições de educação superior e de seus cursos; II - o caráter público de todos os procedimentos, dados e resultados dos processos avaliativos; III - o respeito à identidade e à diversidade de instituições e de cursos; IV - a participação do corpo discente, docente e técnico-administrativo das instituições de educação superior, e da sociedade civil, por meio de suas representações.
  37. 37. APÊNDICE A – MODELOS: Pré-Texto FOLHA DE ROSTO (OBRIGATÓRIO) .....................................................................30 VERSO DA FOLHA DE ROSTO (OBRIGATÓRIO)..................................................31 FOLHA DE APROVAÇÃO (OBRIGATÓRIO)...........................................................32 PÁGINAS PRELIMINARES (OPCIONAL)...........................................................33-35 RESUMO – MODELO ABNT (OBRIGATÓRIO).......................................................36 ABSTRACT – MODELO ABNT (OBRIGATÓRIO)...................................................37 RESUMO – MODELO VANCOUVER (OBRIGATÓRIO) ..........................................38 ABSTRACT – MODELO VANCOUVER (OBRIGATÓRIO) ......................................39 LISTA DE ILUSTRAÇÕES (OPCIONAL) .................................................................40 LISTA DE TABELAS (OPCIONAL)..........................................................................41 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS (OPCIONAL).............................................42 LISTA DE SÍMBOLOS (OPCIONAL)........................................................................43 SUMÁRIO (OBRIGATÓRIO) ...............................................................................44-45 Modelo disponível no site: www.portfolioead.com.br

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