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Confira a nova edição da InterfacEHS revista de Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade que conta com artigos das áreas.
A InterfacEHS é uma publicação científica do Centro Universitário Senac.

Acesse a edição na íntegra:
http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/index.php/vol-11-no1-ano-2016/

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InterfacEHS - Revista de Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade

  1. 1.    
  2. 2.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   EDITORIAL Caro Leitor Temos satisfação de divulgar neste primeiro número do volume 11 de InterfacEHS – Revista de Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade, a metodologia FMEA - Failure Mode and Effect Analysis, utilizada para analisar falhas potenciais e propostas de melhoria, de forma confiável e avaliar os riscos ambientais em função da facilidade de implantação de ações corretivas. Essa contribuição de Monise Terra Cerezini, Karina Martins do Amaral e Henrique Quero Polli, possibilita o conhecimento dos aspectos e impactos ambientais relacionados às atividades da organização, permitindo o início do planejamento de um Sistema de Gestão Ambiental - SGA. Neste fascículo contamos com artigos relacionados com os resíduos sólidos, cujo tema bastante discutido na atual contemporaneidade. Percebe-se que temos ainda muito que fazer com relação à recuperação e reciclagem de resíduos sólidos, visto que fazem 6 anos que a Lei Federal 12.305 foi instituída. Neste contexto, os autores, Caroline Miranda Correa, Maurício Dias Marques e Sérgio Silva Braga Junior apresentam sobre os resíduos sólidos gerados de açougues, mostrando-nos um estudo comparativo das práticas de logística reversa. Tratando-se sobre logística reversa, o trabalho dos autores Mauricio Dias Marques, Sergio Silva Braga Junior e Dirceu da Silva nos traz a reflexão se a legislação que implantou e regulamentou os procedimentos da logística reversa das embalagens de agrotóxicos está sendo cumprida, mediante uma pesquisa junto aos produtores rurais no município de Tupã. Nesta mesma direção, os autores, Karina Costa Oliveira, Roberta Monique da Silva Santos e Álefe Lopes Viana analisaram a percepção ambiental dos moradores do bairro Jorge Teixeira da cidade de Manaus em relação aos resíduos sólidos urbanos. Os autores Renato Arnaldo Tagnin, Benjamin Capellari e Lucas de Carvalho Damas Rangel Rodrigues trazem reflexões sobre novas fontes de suprimento de água para a macrometrópole Paulista. Neste contexto, analisaram a localização dessas novas fontes de suprimento, verificando seu posicionamento em bacias hidrográficas desprovidas de vegetação nativa, e objeto de ocupação e expansão urbana, mediante o cruzamento de dados geográficos. Não bastando novas fontes de suprimento, a preocupação com a qualidade da água consumida pela população é uma realidade. Nesse sentido, apresenta- se neste número, a contribuição dos autores Sabrina Mesquita Rocha e Fernando Yoshiki Nishio, que descreveram sobre a ocorrência da contaminação por HPAs em mananciais superficiais e subterrâneos e se há evidências de risco à saúde humana pela ingestão e contato com a água contaminada no município de São Paulo. O conteúdo desta publicação é, ainda, ricamente abordado sobre os aspectos da governança para a gestão ambiental sob o ponto de vista da transparência e disponibilidade de informações que permitam a participação e o monitoramento das políticas públicas pela sociedade, por meio de indicadores para os portais de órgãos ambientais dos estados brasileiros e do Distrito Federal de autoria Paula Lopes de Araujo.
  3. 3.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional No que tange à fotoproteção, como a estratégia de uso de filtro solar na frequência adequada, afim de minimizar os riscos com a exposição ao sol, e reduzir a incidência dos danos relacionados ao fotoenvelhecimento e ao câncer de pele, os autores, Marley Dragonetti, João Paulo Correia Gomes e Carla Aparecida Pedriali Moraes analisaram a viabilidade da substituição do uso de protetor solar diário por produtos BB cream, averiguando fórmulas de 12 produtos, seis nacionais e seis importados. Aduza-se em tempo, a contribuição das autoras Amanda Santos de Paiva e Maria Dalva Horácio da Costa sobre a importância do fortalecimento da saúde ambiental na perspectiva da teoria social crítica e da determinação social da saúde, por captar esse cenário de barbárie socioambiental incorporando a politização da saúde no sentido de vincular o Projeto da Reforma Sanitária. A seção InterfacEHS foi motivada com o trabalho das autoras Beatriz Tamanaga, Cátia Almeida, Alice Itani, Silvia Ferreira Mac Dowell que realizaram o diagnóstico socioambiental da Cooperativa de Catadores Mofarrej em São Paulo, em parceria com o Centro Universitário Senac e a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), Espero que o conteúdo da revista enriqueça o seu aprendizado. Tenha uma boa leitura! Emília Satoshi Miyamaru Seo Editora
  4. 4.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   Avaliação dos aspectos e impactos ambientais em uma instituição de ensino com o uso da ferramenta FMEA Evaluation of environmental aspects and impacts in an educational institution using the FMEA tool Monise Terra Cerezini1 , Karina Martins do Amaral2 , Henrique Quero Polli3  1 Bióloga, Pós-graduada em MBA Gestão Ambiental e Sustentabilidade na Universidade Federal de São Carlos, Doutoranda no Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais no Departamento de Ciências Ambientais na Universidade Federal de São Carlos. 2 Bacharel em Química, Pós-graduada em MBA Gestão Ambiental e Sustentabilidade na Universidade Federal de São Carlos. 3 Engenheiro Florestal, Mestre em Ciência Florestal, Pós-Graduado em MBA em Gestão Empresarial e Professor do MBA em Gestão Ambiental e Sustentabilidade na Universidade Federal de São Carlos. {mo_terra@yahoo.com.br, karina.ma@bol.com.br, hpolli@hotmail.com} Resumo. A presente pesquisa foi realizada em uma instituição de ensino, situada na cidade de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo. O objetivo deste trabalho foi realizar o levantamento de aspectos e impactos ambientais, com a utilização da ferramenta FMEA (Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos), que permite a elaboração de um plano de ação para melhoria contínua da gestão com a finalidade de mitigar os impactos ambientais negativos. O estudo apontou as principais falhas nas atividades que causam impactos ao meio ambiente e dificultam a gestão ambiental na instituição em questão. Foram indicadas diretrizes e ações a serem implantadas para melhoria do gerenciamento ambiental, tais como o armazenamento e descarte correto de lâmpadas fluorescentes, produtos químicos e demais resíduos gerados. A metodologia utilizada se mostrou eficiente em relação a priorização de ações para redução dos impactos negativos das atividades avaliadas. Palavras-chave: Gestão Ambiental, Impactos Ambientais, FMEA
  5. 5.       InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional Abstract. This research was conducted in a educational institution located in the city of Ribeirão Preto, São Paulo. The aim of this study was collect data about environmental aspects and impacts with the use of Analysis of Failure Modes and Effect (FMEA) tool, which allows the preparation of an action plan for continuous improvement and mitigate negative environmental impacts. The survey defined which are the major flaws in the processes that impact the environment and hinder environmental management at the institution in question and guidelines were indicated to improve environmental management, such as storage and proper disposal of fluorescent lamps, chemicals and other waste. The methodology used was efficient in relation to prioritization of actions to reduce the negative impacts of the activities evaluated. Keywords: Environmental Management, Environmental Impacts, FMEA Referências   ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas da gestão ambiental – Requisitos com orientações para uso. Rio de Janeiro, RJ, 2004. 27 p. ABILUX. Associação Brasileira da Indústria da Iluminação. Disponível em: <http://www.abilux.com.br/portal/>. Acesso em: 20. mar. 2016. AKIM, É. K.; MERGULHÃO, R. C.; BORRÁS, M. Á. A. Proposta de análise de falhas na coleta de informações para a avaliação de programas de pós- graduação baseada no FMEA. Revista Eletrônica Produçao & Engenharia, v.5, n.1, p.500–518, 2013. BARBIERI, J. C. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2007. BRAND, F. A. et. al. Avaliação da metodologia fmea como ferramenta para reduzir impactos ambientais no processo manutenção industrial. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, v.10, n.10, p. 2081–2090, 2013. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente, CONAMA. Resolução CONAMA nº 001, de 23 de janeiro de 1986. In: Resoluções, 1996. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res86/res0186.html>. Acesso em: 20. mar. 2016. BRASIL. Política Nacional de Resíduos Sólidos. Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no  9.605, de
  6. 6.       InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm>. Acesso em: 20. mar. 2016. CAMPANI, D. B. Implementação do sistema de gestão ambiental no prédio da engenharia mecância-UFRGS. Anais do XXX Congresso Interamericano de Ingeniería Sanitaria Y Ambiental, Punta Del Este, 2006. LÂMPADAS FLUORESCENTES. Disponível em:< http://www.portalsaofrancisco.com.br/> Acesso em: 29. fev. 2016. MENDES, M.; EBNER, P. Practical aspects of the use of FMEA tool in clinical laboratory risk management. Jornal Brasileiro de …, p. 174–181, 2013. MOURÃO, R. F.; SEO, E. S. M. Logística reversa de lâmpadas fluorescentes. Revista Interfacehs - Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade, v.7, n.3, 2012. OLIVEIRA, T. M. O sistema de gestão ambiental como instrumento educacional em instituições de ensino. São Paulo. 2012. 50p. PUENTE, J. et al. A decision support system for applying failure mode and effects analysis. International Journal of Quality & Reliability Management, v.19, n.2, 2002. SENAC. Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. História. Disponível em: <http://www.senac.br/institucional/senac/historia.aspx>. Acesso em: 20. mar. 2016. SENAC ECOEFICIÊNCIA. Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. História. Disponível em: <http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?tab=00002&subTab=00000&newsID=a1 5732.htm&testeira=453>. Acesso em: 20. mar. 2016. SENAC PROJETO ECOEFICIÊNCIA. Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. História. Disponível em: <https://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?tab=00002&newsID=a22870.htm&sub Tab=00000&testeira=998&uf=&local=&l=&template=&unit=>. Acesso em: 20. mar. 2016. SENNA, A. J. T. et. al. Determinação do índice de risco ambiental das instalações de uma unidade de uma instituição federal multicampi de ensino superior. Revista do Centro de Ciências Naturais e Exatas. Santa Maria, v.1,8 n.1, p.555-565, 2014. SPATH, P. Get more out of your FMEAs. Hosp Peer Rev, v.29, n.1, p. 13-6, 2004.
  7. 7.       InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional STAMATIS, D. H. Failure mode and effect analysis: FMEA from theory to execution. Wisconsin: ASQ Quality Press, p.494, 1995. TAUCHEN, J.; BRANDLI, L. L. A gestão ambiental em instituições de ensino superior: modelo para implantação em campus universitário. Gestão & Produção, v.13, n.3, p.503-515, 2006. UNISINOS. Relatório e Certificações. 2005. Disponível em: http://www.unisinos.br/graduacao/14-institucional/3431-relatorios-e- certificacoes. Acesso em: 20. mar. 2016. VANDENBRANDE, W. W. How to use FMEA to reduce the size of your quality toolbox. Quality Progress. v.31, n.11, p.97-100, 1998. Recebido em 31/03/2016 e Aceito em 07/06/2016.  Gestão de resíduos: um estudo comparativo das práticas de logística reversa realizada por açougues da Alta Paulista Waste management: a comparative study of reverse logistics practices held by butchers of Alta Paulista Caroline Miranda Correa, Maurício Dias Marques, Sérgio Silva Braga Junior Universidade Estadual Paulista, UNESP, Tupã-SP Curso de Administração e Pós-graduação em Agronegócio e Desenvolvimento {carolcorrea1@hotmail.com, mdmarques1985@gmail.com, sergio@tupa.unesp.br} Agradecimentos à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP pelo apoio e financiamento da presente pesquisa. Processo nº 2015/00108-1 Resumo. A consolidação de práticas sustentáveis no ambiente empresarial abriu espaço para novas ferramentas de gestão e retorno de resíduos, surgindo a logística reversa. O presente trabalho tem como objetivo analisar como a logística reversa é implementada para a gestão de resíduos em açougues da Alta Paulista. Para atingir o objetivo proposto foi realizado um estudo junto a três açougues da Alta Paulista, em que foram coletados o tipo, a quantidade e a destinação para cada resíduo gerado durante quatro meses, para assim analisar o retorno financeiro ou gastos gerados por esses, além do impacto ambiental causado por cada resíduo. Palavras-chave: logística reversa; açougues; resíduos; Alta Paulista
  8. 8.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional     Abstract. The consolidation of sustainable practices in the business environment has opened up new management tools and waste return, appearing the reverse logistics. This study aims to analyze how the reverse logistics is implemented for waste management in butcher shops Alta Paulista. To achieve this purpose a study was conducted with three butcher shops of Alta Paulista, in which were collected the type, quantity and destination for each waste generated for four months, so as to analyze the financial return or expenses generated by these, as well the environmental impact of each waste. Key words: reverse logistic, butchers, waste, High Paulista. Referências BRAGA JUNIOR, S. S; MERLO, E. M.; NEGAN, M. S. Um estudo comparativo das práticas de Logística Reversa no varejo de médio porte. Revista da Micro e Pequena Empresa, Campo Limpo Paulista, v.3, n.1, p.64-81, 2009. BRASIL. Lei n°. 12.305, de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Planalto, Brasília, DF. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm> Acesso em: 12 dez. 2014. CHAVES, Gisele de Lorena Diniz; BATALHA, Mário Otávio. Os consumidores valorizam a coleta de embalagens recicláveis? Um estudo de caso da logística reversa em uma rede de hipermercados. Gest. Prod., São Carlos, v. 13, n. 3, p. 423-434, Dec. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104- 530X2006000300006&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 14 Mar. 2016. COOPER, Donald; SCHINDLER, Pamela S. Métodos de pesquisa em administração. Bookman, 2003. DIAS, Karina TS; BRAGA JUNIOR, S. S. The use of reverse logistics for waste management in a Brazilian grocery retailer. Waste Management & Research, v. 34, n. 1, p. 22-29, 2016. doi:10.1177/0734242X15615696. DORES-SILVA, P. R; LANDGRAF, M. D; REZENDE, M. de O. Processo de estabilização de resíduos orgânicos: vermicompostagem versus compostagem. Quim. Nova, Vol. 36, No. 5, 640-645, 2013. Disponível em: <http://submission.quimicanova.sbq.org.br/qn/qnol/2013/vol36n5/04- AR12554.pdf> Acesso em 15 fev. 2016. FEISTEL, J.C. Tratamento e destinação de resíduos e efluentes de matadouros e abatedouros. 2011. 37f. Seminário apresentado junto à Disciplina Seminários Aplicados do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal da Escola de Veterinária e Zootecnia. Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2011. Disponível em: <
  9. 9.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional http://ppgca.evz.ufg.br/up/67/o/semi2011_Janaina_Costa_2c.pdf >. Acesso em 05 jan. 2016. FONSECA, P.A. Resíduos Sólidos: Condições legais para a aplicabilidade da logística reversa à matéria orgânica. 2013. 75f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) – Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Centro Universitário de Brasília – UniCEUB, 2013. Disponível em: < http://www.repositorio.uniceub.br/bitstream/235/5133/1/RA9954858.pdf>. Acesso em 05 jan. 2016. FRITZEN, A. et al. Análise microbiológica de carne moída em açougues pertencentes a 9ª regional de saúde do Paraná. Rev. Higiene Alimentar. São Paulo, v.20, n. 144.p.81-83, 2006. GODOY, A.S. Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 35, n. 2, p. 57-63, 1995. GUARNIERI, P. Logística Reversa: Em busca do equilíbrio econômico e ambiental. 1. ed. Recife: Clube de Autores, 2011. 307p. JAHNKE, D.S. Tratamento de resíduos orgânicos de pequenos abatedouros de bovinos através da compostagem.2012. 110f. Dissertação (Mestrado em Ciências) – Universidade Federal de Pelotas, 2012. Disponível em: < http://guaiaca.ufpel.edu.br/bitstream/123456789/2606/1/dissertacao_dennis_si lveira_jahnke.pd>. Acesso em 05 jan. 2016. LACERDA, L. Logística Reversa: Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais. Disponível em: < http://www.paulorodrigues.pro.br/arquivos/Logistica_Reversa_LGC.pdf > Acesso em: 08 dez. 2014. LEITE, Paulo Roberto. Logística reversa: meio ambiente e competitividade. São Paulo: Prentice Hall, 2003. MATTAR, Eduardo Pacca Luna; FRADE JUNIOR, Elízio Ferreira; OLIVEIRA, Eliane de. Caracterização físico-química de cinza de osso bovino para avaliação do seu potencial uso agrícola. Pesqui. Agropecu. Trop.,Goiânia , v. 44, n. 1, p. 65-70, Mar. 2014 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983- 40632014000100003&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 14 Mar. 2016. http://dx.doi.org/10.1590/S1983-40632014000100003. PEREIRA, André Luiz. Ações Ambientalmente Corretas que Provocam Melhorias na Saúde Coletiva. Mestrado em Turismo e Meio Ambiente, UNA, 2009. POURMOHAMMADI, H; DESSOUKY, M; RAHIMI, M. A Reverse Logistics Model for the Distribution of Waste/By-products. University of Southern California. Disponível em: < http://www- bcf.usc.edu/~maged/publications/A%20Reverse%20Logistics%20Model.pdf> Acesso em 05 jan. 2016.
  10. 10.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   REBOUÇAS, A. S et. al. Panorama das graxarias no Brasil e a inserção do pequeno produtor no agronegócio da carne: aspectos de saúde pública, econômicos e políticos. Revista Brasileira de Saúde e Produção Animal, Salvador, v. XI, n. 4, p. 1220-1221, 2010. Disponível em: <http://revistas.ufba.br/index.php/rbspa/article/view/1916/1045> Acesso em: 12 dez. 2014. RITTHOFF, M; ROHN, H; LIEDTKE, C. Calculating MIPS: Resource productivity of products and services. Disponível em: < http://www.econstor.eu/bitstream/10419/59294/1/485276682.pdf> Acesso em: 09 dez. 2014. SANTOS, A.C.R. Descarte de animais: uma análise do manejo realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses – Araguaína, Tocantins. 2012. 40f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração) – Universidade de Brasília, 2012. Disponível em: < http://bdm.unb.br/bitstream/10483/3867/1/2012_AntonioCarlosRodriguesdosS antos.pdf>. Acesso em 05 jan. 2016. SANTOS, A.M.M.M; COSTA, C.S. Características gerais do varejo no brasil. BNDS, Rio de Janeiro, 2015. Disponível em: http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/export/sites/default/bndes_pt/Galerias/Ar quivos/conhecimento/bnset/varejo.pdf. Acesso em: 20 mar. 2015. SHIBAO, Fábio Ytoshi; MOORI, Roberto Giro; SANTOS, Mario Roberto dos. A logística reversa e a sustentabilidade empresarial. XIII SEMEAD - Seminários em Administração. Setembro de 2010. SOTO, F. R.M. Aplicação experimental de um modelo de conduta de inspeção sanitária no comércio varejista de alimentos. Ciênc. Tecnol. Aliment., Campinas, 29(2): 371-374, abr.-jun. 2009. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/cta/v29n2/21.pdf > Acesso em: 08 dez. 2014. SOUZA, L. A. Análise dos métodos de leira estática e de revolvimento manual na compostagem de resíduos orgânicos gerados em restaurante universitário. 2015. 75f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) – Unesp, Presidente Prudente, 2015. Disponível em: <http://repositorio.unesp.br/handle/11449/132437>. Acesso em 05 jan. 2016. THODE FILHO, S; MACHADO, J.S; VILANI, R.M; PAIVA, J.L; MARQUES, M.R. da C. A Logística Reversa e a Política Nacional de Resíduos Sólidos: desafios para arealidade brasileira. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental. Santa Maria, v. 19, n. 3, set-dez. 2015, p. 529-538. Disponível em: < http://cascavel.cpd.ufsm.br/revistas/ojs- 2.2.2/index.php/reget/article/view/19322> Acesso em: 05 jan. 2016. VERGARA, Sylvia Constant. Métodos de pesquisa em administração. Atlas, 2005. Recebido em 28/03/2016 e Aceito em 15/06/2016. 
  11. 11.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional A Lei dos Agrotóxicos: um estudo sobre responsabilidade prevista, perante os produtores rurais do interior do Estado de São Paulo   The Pesticides Law: a study about expected responsibility, towards the rural producers of the São Paulo State Mauricio Dias Marques1 , Sergio Silva Braga Junior2 , Dirceu da Silva3 1e2 Universidade Estadual Paulista – UNESP; 3 Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP 1e2 Faculdade de Ciências e Engenharia – Programa de Pós-Graduação em Agronegócio e Desenvolvimento 3 Faculdade de Educação {mdmarques1985@gmail.com, sergio@tupa.unesp.br, dirceuds@gmail.com} Resumo. O presente artigo procurou verificar como os produtores rurais do município de Tupã-SP estão cumprindo a responsabilidade prevista na legislação, quanto à logística reversa das embalagens vazias de agrotóxicos. Com base em pesquisa documental, para compreender a determinação da legislação, e em pesquisa bibliográfica sobre a logística reversa, foi realizada uma pesquisa de campo com aplicação de um questionário desenvolvido e validado seguindo as recomendações de DeVellis (2003) junto a 20 (vinte) produtores rurais do município, nos meses de abril e maio de 2015. O objetivo foi verificar como os produtores rurais percebem o procedimento da logística reversa das embalagens de agrotóxicos proposta pela legislação brasileira para essas embalagens. Verificou-se que existe certa tendência dos produtores, em geral, de não cumprir o que é imposto pela legislação e uma das possíveis causas levantadas nesta pesquisa pode ser a falta de fiscalização do Poder Público. Palavras-chave: embalagens de agrotóxicos; logística reversa; legislação.
  12. 12.   InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade  Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   Abstract. This article aims to check how farmers in the city of Tupa-SP, are fulfilling their liability under the law, as the reverse logistics of empty containers of pesticides. Based on documentary research, to understand the determination of the legislation, and literature on reverse logistics, a field research was carried out with application of a questionnaire developed and validated following the DeVellis recommendations (2003) together with twenty (20) farmers the municipality, in April and May 2015. The objective was to see how farmers realize the reverse logistics procedure of pesticide containers on the first link in the chain proposed by the Brazilian legislation for these packages. It was found that there is a tendency of producers, in general, do not fulfill what law imposes and one of the possible causes raised in this research may be the lack of supervision by the Government. Key words: pesticide packaging; reverse logistic; legislation. Referências BOLDRIN, Vitor Paulo et al. A Gestão Ambiental e a Logística Reversa no Processo de Retorno de Embalagens de Agrotóxicos Vazias. RAI - Revista de Administração e Inovação, São Paulo, v. 4, n. 2, p. 29-48, 2007. BRAGA JUNIOR, Sergio Silva; PINHEIRO, Luciane Ribeiro Dias. A importância da reciclagem dos resíduos sólidos dentro das organizações/The importance of recycling solid waste in organizations. Revista Brasileira de Engenharia de Biossistemas/Brazilian Journal of Biosystems Engineering, v. 7, n. 1, p. 55- 69, 2014. CANTOS, Clotilde; MIRANDA, Zoraide Amarante I.; LICCO, Eduardo Antonio. Contribuições para a Gestão das Embalagens Vazias de Agrotóxicos. INTERFACEHS – Revista de Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente - v.3, n.2, Seção Interfacehs 1, abr./ agosto. 2008 www.interfacehs.sp.senac.br CARBONI, Gleriani Torres; SATO, Geni Satiko; MOORI, Roberto Giro. Logística Reversa para Embalagens de Agrotóxicos no Brasil: Uma Visão sobre Conceitos e Práticas Operacionais. XLIII CONGRESSO DA SOBER “Instituições, Eficiência, Gestão e Contratos no Sistema Agroindustrial”. Ribeirão Preto, 24 a 27 de Julho de 2005.
  13. 13.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional COMETTI, José Luís Said. Logística reversa das embalagens de agrotóxicos no Brasil: um caminho sustentável? 2009. 152 f., il. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Sustentável), Universidade de Brasília, 2009. DA SILVA, Dirceu; LOPES, Evandro Luiz; JUNIOR, Sérgio Silva Braga. Pesquisa Quantitativa: Elementos, Paradigmas e Definições. Revista de Gestão e Secretariado, v. 5, n. 1, p. 01-18, 2014. DEVELLIS, R. F. Scale development: theory and applications. Thousand Oaks: Sage Publications, 2003. FARIA, Ana Cristina de; PEREIRA, Raquel da Silva. O Processo de Logística Reversa de Embalagens de Agrotóxicos: um estudo de caso sobre o INPEV. Organizações Rurais & Agroindustriais, Lavras, v. 14, n. 1, p. 127-141, 2012. GAGEIRO, João Nunes; PESTANA, Maria Helena. Análise de dados para Ciências Sociais–A Complementaridade do SPSS. 2000. GRUTZMACHER, Douglas Daniel et al. Embalagens Vazias de Agrotóxicos: organização dos fabricantes e suas obrigações (Lei Federal 9.974). R. Bras. Agrociência, Pelotas, v. 12, n. 1, p. 05-06, jan-mar, 2006. HAIR, J. F.; BABIN, B.; MONEY, A. H. e SAMOEL, P. Fundamentos de Métodos de Pesquisa em Administração. Porto Alegre: Bookman, 2005. HAIR, Joseph F. et al. Análise multivariada de dados. Bookman, 2009. IBGE, Produção Agrícola Municipal 2013. Rio de Janeiro: IBGE, 2014. INPEV - INSTITUTO NACIONAL DE PROCESSAMENTO DE EMBALAGENS VAZIAS. Estatísticas do setor. Disponível em: <www.inpev.org. br/educacao/noticias/br/noticias.asp>. Acesso em: 30 jun. 2015. JUNIOR, Sergio Silva Braga; MERLO, Edgard Monforte; NAGAN, Marcelo Seido. Um estudo comparativo das práticas de logística reversa no varejo de médio porte. Revista da Micro e Pequena Empresa, v. 3, n. 2, p. 64-81, 2011.
  14. 14.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   LEITE, Paulo Roberto. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. São Paulo: Prentice Hall, 2003. MELO, Wederson Miranda et al. Logística Reversa de Embalagens de Agrotóxicos: um estudo de caso na cidade de Patos-MG. In: Congresso Nacional de Excelência em Gestão, VIII, 2012, Niterói . Anais..., Rio de Janeiro. MOTTA, Wladmir Henriques. Análise do Ciclo de Vida e Logística Reversa. In: SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia, X, 2013, Resende. Anais..., Rio de Janeiro. MOURÃO, Renata Fernandes; SEO, Emília Satoshi Miyamaru. Logística reversa de lâmpadas fluorescentes. InterfacEHS Revista de Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade. V. 7, N. 3, 2012ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE / ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OPAS/OMS). Manual de Vigilância da Saúde de Populações Expostas a Agrotóxicos. Disponível em: < http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/livro2.pdf>. Acesso em: 01 jul. 2015. PESTANA, M. H. e GAGEIRO, J. N. Análise de Dados para Ciências Sociais: A Complementaridade do SPSS. 2˚ ed. Lisboa: Edições Silabo, 2000. SHIBAO, Fábio Ytoshi; MOORI, Roberto Giro; SANTOS, Mário Roberto dos. A logística reversa e as embalagens vazias de defensivos agrícolas no Brasil. In: SIMPÓSIO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, XVIII, 2010, Bauru. Anais..., São Paulo. TEDESCO, J. C. (Org). Agricultura familiar: realidades e perspectivas. Passo Fundo: UPF, 2001. VICTOR, P.T. Opiniao - Politica Nacional dos Residuos Solidos. Noticias Financieras, Miami Aug 24, 2010. Recebido em 18/03/2016 e Aceito em 10/06/2016. 
  15. 15.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional Geração de resíduos sólidos: a percepção da população em um bairro da Cidade de Manaus, Amazonas. Solid waste generation: the perception of the population in a neighborhood of the city of Manaus, Amazon. Karina Costa Oliveira1 , Roberta Monique da Silva Santos1 , Álefe Lopes Viana2 Faculdade Salesiana Dom Bosco – FSDB {karinacosta_15@hotmail.com,robertamonicke@gmail.com,alefe.viana@ifam.edu.br} Resumo: A geração de resíduos sólidos e seu consequente acúmulo nos lixões, aterros e outras áreas da cidade, tem sido um dos grandes problemas da sociedade atual. Avaliar como as pessoas percebem a questão dos resíduos é fundamental para o desenvolvimento de ações visando minimizá-lo. Nesse sentido, a pesquisa objetivou analisar a percepção ambiental dos moradores em relação aos resíduos sólidos. Tendo como área de estudo o bairro Jorge Teixeira, área de grande vulnerabilidade sócio-ambiental da Cidade de Manaus, partiu-se de uma abordagem quali-quantitativa, tendo como instrumentos de coleta de dados: questionários, diários de campo, fotografia e gravador. Foi verificado que o nível de percepção ambiental em relação aos resíduos sólidos é ainda bastante limitada, tendo em vista as características socioeconômicas dos moradores. Propõe-se como medidas para melhorar a percepção que os mesmos têm do meio ambiente no qual estão inseridos, ações de educação ambiental e projetos comunitários que valorizem o resíduo, como a formação e implementação de cooperativas. Palavras-chave: Percepção ambiental, resíduos sólidos, Manaus. Abstract: The generation of solid waste and its consequent accumulation in dumps, landfills and other areas of the city, has been one of the major problems of today's society. Evaluate how people perceive the issue of waste is essential for the development of actions to minimize it. In this sense, the research aimed to analyze the environmental awareness of the residents in relation to solid waste. With the study area Jorge Teixeira neighborhood, an area of great socio-environmental vulnerability of the city of Manaus, left is a qualitative and quantitative approach, with the data collection instruments: questionnaires, field diaries, photo and recorder. It was found that the level of environmental awareness in relation to solid waste is still quite limited, given the socioeconomic characteristics of residents. It is proposed as measures to improve the perception that they have of the environment in which they live, environmental education and community projects that enhance the residue, such as the formation and implementation of cooperatives. Key words: Environmental awareness, solid waste, Manaus.                                                              1   Faculdade Salesiana Dom Bosco – FSDB.  2  Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas – IFAM / Campus Lábrea. 
  16. 16.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   Referências Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais – ABRELPE. Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil. Disponível em: http://.abrelpe.org.br/Panorama/panorama2014.pdf. Acesso: 23/11/2015. Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). NBR 10.004: Resíduos sólidos. Classificação. Rio de Janeiro, 2003. ___ NBR 10.004: Resíduos sólidos. Classificação. Rio de Janeiro, 2004. BRASIL. Lei Federal N.º 12.305, de 2 de agosto de 2010, Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. CAPRA, F. A Teia da Vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Cultrix, 1996. CAVALCANTE, L. P. S; CAVALCANTE, L. S.; MEDEIROS, V. S. Diagnóstico da disposição de resíduos sólidos e da percepção ambiental dos estudantes do ensino fundamental de uma escola pública estadual, Campina Grande – PB. Revista Educação Ambiental em Ação, No 42, 2012. CERETTA, Paulo Sérgio; RUTHES, Sidarta Ruthes; RUTHES, Michael Ruthes. Inovação na gestão de resíduos recicláveis. – Revista de Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente - v.1, n.1, Seçao 3, ago 2006. CEMPRE. Associação empresarial dedicada à promoção da reciclagem e gestão integrada do lixo. Reciclagem de Embalagens: O compromisso do setor empresarial para aplicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Disponível em: file:///C:/Users/coord.adm.ISMAFSDB/Downloads/o_1985tsgj61tom6f61noa15r23tja.pdf.  Acesso em: 09/06/2016. DIAS, G. F. D. Educação ambiental: princípios e prática. São Paulo: Gaia, 1992. 399 p. ____. Educação Ambiental: princípios e práticas. 6. ed. São Paulo: Global, 2003. GRIMBERG, E. (org); BLAUTH, P. (org). Coleta seletiva: reciclando materiais, reciclando valores. São Paulo: Pólis, 1998. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE População – Censo 2010. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/. Acesso em: 30/03/2016. IPEA. Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada. Diagnóstico dos Resíduos Sólidos Urbanos. 2012. Disponível em: http://www.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/relatoriopesquisa/121009_relatorio_residuos _solidos_urbanos.pdf. Acesso em: 09/06/2016.
  17. 17.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional JACOBI, Pedro. Educação Ambiental e Cidadania. In: CASCINO,F.;JACOBI, P..São Paulo: Contexto, 2003 LEME, S. M. Comportamento da População Urbana no Manejo dos Resíduos Sólidos Domiciliares em Aquidauana – MS. Geografia - v. 18, n. 1, jan./jun, p.157-192, 2009. Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/geografia. Acesso em: 18 abr. 2014. LIMA, G. M.; COSTA, F. R. Gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos no município de Rafael Fernandes-RN. GEOTemas, Pau dos Ferros, Rio Grande do Norte, Brasil, v. 1, n. 1, p. 91-103, jan./jun., 2011. LOPES, Camila Santos Doubek. Desenho de pequenos objetos de madeira com resíduo da indústria de processamento mecânico da madeira. Revista de Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente - v.4, n.3, Artigo 1, set./dez. 2009. MARTINS, Marinete Barroso. Planejamento de intervenção de educação ambiental com professores, alunos e representações sociais na escola municipal professor álvaro valle - bairro Jorge Teixeira III etapa - Zona Leste, Manaus-AM. Revista Educação Ambiental em Ação. ISSN 1678-0701. Número 48, Ano XIII. Junho-Agosto/2014. MELAZO, Guilherme Coelho. Percepção ambiental e educação ambiental: uma reflexão sobre as relações interpessoais e ambientais no espaço urbano. Olhares & Trilhas. Ano VI, n. 6, p. 75-51. Uberlândia: 2005. MINAYO, Maria Cecília de Souza. (Org.) Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 2003. MUCELIN, Carlos Alberto; BELLINI, Marta. Lixo e impactos ambientais perceptíveis no ecossistema urbano. Revista Sociedade e natureza (Online) vol.20 no.1 Uberlândia Junho, 2008. RAMOS, L. F. P. et al. Educação em saúde, lixo doméstico e sociedade. Disponível em: <http://www.ambiente-augm.ufscar.br/uploads/A3-101.pdf>. Acesso em: 05 abril 2015. REIS, Joao Paulo Alves dos; FERREIRA, Osmar Mendes. Aspectos sanitários relacionados à apresentação do lixo urbano para coleta pública. Goiania, 2008. Disponível em: http://www.ucg.br/ucg/prope/cpgss. Acesso em 23/11/2015. SATO, M. Educação ambiental. São Carlos: Rima, 2003, 66p. SILVA, F. R. Impactos ambientais associados à logística reversa de lâmpadas fluorescentes. Revista de Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Dossiê, Vol. 8, n. 1, 2013. VELOSO, A. C. O. G., et al. Estudo dos procedimentos para o gerenciamento de resíduos sólidos nos municípios da Região Hidrográfica VIII do estado do Rio de Janeiro. Boletim do Observatório Ambiental Alberto Ribeiro Lamego, Campos dos Goytacazes/RJ, v.3, n.2, p. 109-123, jul./dez. 2009.
  18. 18.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987. Acesso 13/12/2015 WHYTE, Anne. V. T. Guidelines for field studies in environmental perception. Paris: UNESCO, 1977. Technical Notes n. 5. 117p. FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984. ZVEIBIl, V. Z. Cartilha de Limpeza Urbana. Chefe do Centro de Estudos e Pesquisas Urbanas do IBAMA. 1991.pdf. Acesso em: 30/03/2016. Novas fontes de suprimento de água para a macrometrópole Paulista: reproduzindo crises? New water sources to supply the macro-metropolis of São Paulo: reproducting crises? Renato Arnaldo Tagnin¹, Benjamin Capellari², Lucas de Carvalho Damas Rangel Rodrigues³ ¹-²Centro Universitário Senac - professor ³Centro Universitário Senac - Pós-graduando em Geoprocessamento {renato.atagnin@sp.senac.br, benjamin.capellari@sp.senac.br, lucasdcd@hotmail.com} Resumo. A crítica relação entre disponibilidade de água e sua demanda, que afeta as grandes cidades brasileiras é agravada pelo comprometimento qualitativo de seus mananciais, exibindo uma das situações mais críticas na região Sudeste do país. Nela se destaca a Região Metropolitana de São Paulo, cujos mananciais são compartilhados com metrópoles vizinhas, gerando conflitos pelo uso da água de melhor qualidade. Para enfrentar esse desequilíbrio e o crescimento da demanda, novos mananciais vêm sendo propostos para o suprimento dessa aglomeração, conhecida por Macrometrópole Paulista. Neste artigo se analisa a localização dessas novas fontes de suprimento, verificando seu posicionamento em bacias hidrográficas desprovidas de vegetação nativa significativa, e objeto de ocupação e expansão urbana, mediante o cruzamento de dados geográficos. Verificou-se que, praticamente, inexistem remanescentes significativos de vegetação nativa (Mata Atlântica) nessas áreas, além de haver a sobreposição crítica de áreas urbanas e de expansão urbana nos mananciais propostos. Analisando os processos correntes de proteção dos mananciais, de crescimento da urbanização concentrada e dispersa e da atividade econômica, incentivados por projetos governamentais de infraestrutura e logística, identifica-se que as pressões pela degradação dessas novas fontes tendem a reproduzir e ampliar a crise hídrica atualmente enfrentada nessa macro região. Palavras-chave: mananciais, abastecimento de água, Região Metropolitana de São Paulo; Macrometrópole Paulista. Abstract. The critical relation between water availability and its demand, which affects the large cities, is aggravated by qualitative commitment of its sources, displaying one of
  19. 19.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional the most critical situations in the Southeast of the country. It stands the Metropolitan Region of São Paulo, whose waters are shared with neighboring cities, generating conflicts. To address this imbalance and the growing demand, new sources have been proposed to supply this agglomeration, known for “Macrometrópolis Paulista”. This article examines the location of these new sources, checking their position in watersheds inside and outside this region by crossing geographical data. There was a virtual absence of significant remnants of native vegetation (Mata Atlântica) in those areas over which overlap urban areas expanding. Analyzing the policies for sources, which are not being protected from the population growth, concentrated and dispersed urbanization and economic activity, it turns out, yet, they have been encouraged by government infrastructure and logistics projects. It identifies that the prospect of degradation of these new sources tends to reproduce and expand the water crisis currently faced in this macro region. Key words: water sources, water supply, Metropolitan Region - São Paulo, Macro metropolis Paulista. Referências ANA – AGENCIA NACIONAL DE ÁGUAS. Conjuntura dos recursos hídricos no Brasil: informe  2011.  Brasília:  ANA,  2011.  Disponível  em  http://conjuntura.ana.gov.br/conjuntura/Downloads/2011/1%20%20RELAT%C3%93RIO%2 0DE%20CONJUNTURA%20‐%20INFORME/Conjuntura_2011.pdf  _______;  DAEE  ‐  DEPARTAMENTO  DE  ÁGUAS  E  ENERGIA  ELÉTRICA  DO  ESTADO  DE  SÃO  PAULO. Dados de referência acerca da outorga do Sistema Cantareira. 16 de Agosto 2013  –  V  1.1  Disponível  em  http://audienciapublica.ana.gov.br/arquivos/Aud_001_2014_DadosdeReferenciaAcercada OutorgadoSistemaCantareira.pdf  ALVES, C. D.; ALVES, H.; PEREIRA, M. N. e MONTEIRO, A. M. V. Análise dos Processos de  Expansão  Urbana  e  das  situações  de  Vulnerabilidade  Socioambiental  em  escala  Intra‐ urbana. Trabalho apresentado no IV Encontro Nacional da ANPPAS. Brasília, 4, 5 e 6 de junho  de 2008.  BASTOS, R. K, X., BEZERRA, N. R., BEVILACQUA, P. D. Planos de segurança da água: novos  paradigmas  em  controle  de  qualidade  da  água  para  consumo  humano  em  nítida  consonância com a legislação brasileira. 24º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e  Ambiental, s/d.  __________ Planos de Segurança de Água: Fundamentos Antecedentes e Perspectivas de  Implementação no Brasil. São Paulo, 2007.  BRANCO, S. M.; ROCHA, A. A. Poluição, proteção e usos múltiplos de represas. São Paulo,  CETESB / Editora Edgard Blücher, 1977. 
  20. 20.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   CARMO, R. L. A água é o limite? Redistribuição espacial da população e recursos hídricos  no Estado de São Paulo. Tese (doutorado) ‐ Universidade Estadual de Campinas. Instituto de  Filosofia e Ciências Humanas. Campinas, 2001.  _________. Urbanização, Metropolização e Recursos Hídricos no Brasil. In: DOWBOR, L. e  TAGNIN, R. A. (orgs.) Administrando a água como se fosse importante. pp. 111‐120. São  Paulo: Editora Senac São Paulo, 2005.  CUNHA,  J.  M.  P.  A  Mobilidade  Intra‐regional  no  Contexto  das  Mudanças  Migratórias  do  Brasil no período 70/91: O caso da Região Metropolitana de São Paulo. In: HOGAN, D. J.,  BAENINGER, R., CUNHA, J. M. P., CARMO, R. L. Migração e Ambiente nas Aglomerações  Urbanas. Campinas: NEPO/Unicamp, p.227‐260. 2001.  FUNDAÇÃO SOS MATA ATLÂNTICA, INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS ‐ INPE.  Atlas  dos  Remanescentes  Florestais  da  Mata  Atlântica  ‐  período  2011‐2012.  Relatório  Técnico. São Paulo, 2013.  LABHAB ‐ LABORATÓRIO DE HABITAÇÃO E ASSENTAMENTOS HUMANOS ‐ FAUUSP. Impactos  urbanísticos do Trecho Oeste do Rodoanel Mario Covas. São Paulo: FAUUSP, 2005 (Estudo  preliminar).  MARCONDES, M. J. A. (1995): Urbanização e meio ambiente: os mananciais da metrópole  paulista. Tese (Doutorado) – FAUUSP ‐ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade  de São Paulo. São Paulo, 1995.  MARTINS, M. L. R. São Paulo, centro e periferia: a retórica ambiental e os limites da política  urbana. In: Estudos Avançados / Universidade de São Paulo. Instituto de Estudos Avançados  – vol. 25, n. 71 – janeiro / Abril de 2011. pp. 59‐72 Dossiê São Paulo, hoje.  MATARAZZO‐NEUBERGER, W. M. (org.) Serviços ambientais prestados pelas florestas da  Bacia da Represa Billings / LONGONE, E.; PAULETO, M. C. A. C.; MANZIONE Filho, V. São  Bernardo do Campo: Ed. do Autor, 2010.  MINISTÉRIO  DO  MEIO  AMBIENTE.  Plano  de  ação  para  prevenção  e  controle  do  desmatamento  e  das  queimadas:  cerrado.  Brasília:  MMA,  2011.  Disponível  em  http://www.mma.gov.br/estruturas/201/_arquivos/ppcerrado_201.pdf  NOBRE, C. A., YOUNG, A. F., SALDIVA, P., MARENGO, J. A., NOBRE, A. D., ALVES Jr, S., SILVA,  G.  C.  M.  e  LOMBARDO,  M.  Vulnerabilidades  das  Megacidades  Brasileiras  às  Mudanças  Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo. Relatório Final. Campinas: INPE, UNICAMP,  USP,  IPT,  UNESP,  2011.  Disponível  em  http://www.nepo.unicamp.br/textos/publicacoes/livros/megacidades/megacidades_RMSP .pdf  PEREIRA Filho, A. J. ROCHA, K., Equipe EM‐IAGUSP (2010). Impactos Antrópicos no Tempo e  no Clima da RMSP. Palestra proferida na Câmara Municipal de São Paulo em 08/04/2010.  REBOUÇAS,  A.  da  C.;  BRAGA,  B.;  TUNDISI,  J.  G.  (Orgs.)  Águas  doces  no  Brasil:  capital  ecológico, uso e conservação. 3° Ed.. São Paulo: Escrituras. 2006. 
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  23. 23.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional pela ingestão e contato com a água contaminada no município de São Paulo. Foi realizada revisão da literatura em bases de dados nacionais e internacionais utilizando descritores, levantamento de dados secundários de órgãos públicos e mapeamento das áreas contaminadas por HPAs em de São Paulo com o software ARCGIS. Nos dados de monitoramento da qualidade das águas superficiais no Estado, realizado pela CETESB não houve detecção de HPAs em água destinada ao abastecimento humano. Em São Paulo, não foram encontrados estudos que avaliaram a ocorrência de HPAs em rede de distribuição de água. Em relação à água subterrânea, a existência de 660 áreas contaminadas por HPAs e a existência de poços irregulares de captação de água utilizada para consumo humano em proximidade a áreas contaminadas pode representar uma possível rota de exposição da população. Como conclusão, o estudo sugere a necessidade de descrição de valores orientadores dos 16 HPAs, a caracterização do cenário real de contaminação da água para consumo humano por HPAs em São Paulo e da população reconhecidamente e/ou potencialmente exposta pelo setor saúde objetivando a descrição de riscos e vulnerabilidades de forma regionalizada. Palavras-chave: Hidrocarbonetos policíclicos aromáticos; HPAs; água para consumo humano; contaminação ambiental. Abstract: This study aims to describe the occurrence of PAH contamination in surface and groundwater sources, the evidence risk to human health in São Paulo. A literature review was performed in national and international databases using descriptors, collection of secondary data from public agencies and mapping of areas contaminated by PAHs in Sao Paulo with the ArcGIS software. Quality monitoring data of surface water in the state, conducted by CETESB no PAHs detection in water intended for human consumption. In São Paulo, there are no studies that have evaluated the occurrence of PAHs in distribution network of water. Concerning groundwater, the existence of 660 areas contaminated with PAHs and the existence of irregular water wells used for human consumption in proximity to contaminated areas may represent a possible route of exposure of the population. In conclusion, the study suggests the need for description of guiding values of the 16 PAHs, the characterization of the real scenario of contamination of drinking water by PAHs in Sao Paulo and known population and / or potentially exposed by the health sector aimed at the description of risks and vulnerabilities by region. Keywords: Polycyclic aromatic hydrocarbons; PAHs; water for human consumption; environmental contamination.     Referências AGENCY FOR TOXIC SUBSTANCES AND DISEASE REGISTRY (ATSDR). Toxicological profiles for  polycyclic aromatic hydrocarbons (PAHs). Atlanta, GA: Department for Health and Human  Services, Public Health Service, 1995.   ANDELMAN,  JB  &  SUESS,  MJ.  Polynuclear  aromatic  hydrocarbons  in  the  water  environment. Bull. World Health Organ, v.43 no 3, p. 479‐508, 1970. 
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  29. 29.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional detention pond sediments of Coastal South Carolina, USA. Journal Hazardous Materials,  v. 178, p. 906‐916, 2010.  WORLD  HEALTH  ORGANIZATION  (WHO).  Guidelines  for  drinking‐water  quality,  2nd   ed.  Geneva, 1998.  WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Polynuclear aromatic hydrocarbons in drinking  water. Geneva, 2003.  WU, B; ZHANG, Y; ZHANG, X; CHENG, S. Health risk from exposure of organic pollutants  through drinking water consumption in Nanjing, China. Bull Environ Contam Toxicol, 84:  46‐50, 2010.  YAN, L; LI, W; CHEN, J; WANG, X; DU, J; MA, DL. Source and deposition of polycyclic aromatic  hydrocarbons to Shangai, China. Journal of Environmental Science, v. 24 no. 1, p. 116‐123,  2012.  YAN, J; WANG, L; FU, PP; YU H. Photomutagenicity of 16 polycyclic aromatic hydrocarbons  from the US EPA priority pollutant list. Mutat Res., v. 557 no.1, p. 99‐108, 2004.  ZHANG, J; YANG, JC; WANG, RQ; HOU, H; DU, X; FAN, S; LIU, JS; DAI, JI. Effects of pollution  sources and soil properties on distribution of polycyclic aromatic hydrocarbons and risk  assessment. Science of the Total Environment, v. 463‐464, p. 1‐10, 2013.  ZHENG, T; RAN, Y; CHEN, L. Polycyclic aromatic hydrocarbons (PAHs) in rural soils of Dongjiang River Basin: occurrence, source apportionment, and potential human health risk. J Soils Sediment, 2013. Disponível em: http://link.springer.com/article/10.1007%2Fs11368-013-0753-8#page-1. Acesso em 05 mai. 2014. Recebido em 09/08/2015 e Aceito em 03/05/2016.
  30. 30.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   Indicadores de governança ambiental: uma abordagem sobre a disponibilização de informações e instrumentos de gestão Environmental governance indicators: an approach on the provision of information and management tools Paula Lopes de Araujo Pós-graduanda em Gestão Pública - Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP {paulambiental@yahoo.com.br} Resumo. Este estudo analisou aspectos da governança para a gestão ambiental sob o ponto de vista da transparência e disponibilidade de informações que permitam a participação e o monitoramento das políticas públicas pela sociedade, através de indicadores para os portais de órgãos ambientais dos estados brasileiros e do Distrito Federal. Os resultados mostraram que para aspectos legais e estrutura administrativa, os estados brasileiros de forma geral atenderam aos quesitos, mas quanto a aspectos de gestão como disponibilização de informações e monitoramento da qualidade ambiental a situação mostrou-se pouco favorável. Quase metade dos estados não possuem ou divulgam qualquer informação sobre monitoramento da qualidade ambiental. Tal panorama aponta a necessidade de melhorias para o desenvolvimento da governança ambiental nos estados brasileiros. Palavras-chave: governança ambiental, indicadores, gestão pública. Abstract. This study examined aspects of governance for environmental management from the point of view of transparency and availability of information to enable participation and monitoring of public policies by society, through indicators for the portals of environmental agencies of the Brazilian states and Federal District. The results showed that for legal aspects and administrative structure, the Brazilian states generally responded to the questions, but on management aspects as providing information and monitoring of environmental quality the situation proved to be unfavorable. Almost half the states don´t publicize or have no information about monitoring of environmental quality. This scenario points out the need for improvements to the development of environmental governance in the Brazilian states. Key words: environmental governance, indicators, public management.
  31. 31.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional Referências BRASIL. Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011. Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, para garantir o acesso a informações previsto na Constituição Federal. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 18 nov. 2011 - Edição extra. BRASIL. Lei nº 10.650, de 16 de abril de 2003. Dispõe sobre o acesso público aos dados e informações existentes nos órgãos e entidades integrantes do SISNAMA. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 17 abr. 2003. BRASIL. Decreto nº 4.297, de 10 de julho de 2002. Regulamenta o art. 9°, inciso II, da Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, estabelecendo critérios para o Zoneamento Ecológico-Econômico do Brasil - ZEE, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 11 jul. 2002. BRASIL. Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2 set. 1981. CÂMARA, J.B.D. Governabilidade e Governança Ambiental – Revisando Conceitos. Anais IX Encontro Nacional da ECOECO. 2011, Brasília – DF. CAVALCANTI,C. . Economia e Ecologia: Problemas da Governança Ambiental no Brasil. Revista Iberoamericana de Economía Ecológica Vol. 1: 1-10, 2004. EUROPEAN ENVIRONMENTAL AGENCY. EEA core set of indicators: Guide. Luxembourg: Office for Official Publications of the European Communities, 2005. 38p. (EEA Technical Report nº 1/2005). GESPUBLICA. Produto 4: Guia referencial para medição de desempenho e manual para construção de indicadores. Brasília, dezembro de 2009. Disponível em <www.gespublica.gov.br/biblioteca/>. Acesso em 15/05/2015.
  32. 32.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA (site) <http://www.ibama.gov.br/rqma>. Acesso em 15/05/2015. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA. Perfil dos Municípios Brasileiros 2013. Rio de Janeiro, 2014. Disponível em <ftp://ftp.ibge.gov.br/Perfil_Municipios/2013/munic2013.pdf>. Acesso em 14/05/2015. MALMEGRIN, M. L. Gestão operacional. 2. ed. reimp. – Florianópolis : Departamento de Ciências da Administração / UFSC; [Brasília] : CAPES : UAB, 2012. 198p. : il. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. PNIA 2012 - Painel Nacional de Indicadores Ambientais - Referencial teórico, composição e síntese dos indicadores da versão-piloto. Brasília, Maio de 2014. Disponível em http://www.mma.gov.br/images/arquivos/Banner/banner_pnia_2012.pdf. Acesso em 15 de mai.2015. PINHO, J. A.G. Investigando portais de governo eletrônico de estados no Brasil: muita tecnologia, pouca democracia. RAP - Revista de Administração Pública. Rio de Janeiro 42(3):471-493, maio/jun. 2008. SILVA, A.W.L. Governança de sistemas de indicadores de sustentabilidade em processos de avaliação ambiental estratégica sob mediação da gestão do conhecimento. Tese (doutorado). Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Florianópolis- SC, 2014. 572p.          
  33. 33.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   Avaliação dos ativos e coadjuvantes em produtos BB cream: a multifuncionalidade como substituição da proteção solar Evaluation of assets and supporting products in BB cream: multifunctionality as a replacement sunscreen Marley Dragonetti1 , João Paulo Correia Gomes2 , Carla Aparecida Pedriali Moraes3 1 Biomédica especialista em Cosmetologia e docente do Instituto IBECO, PAYOT e SENAC. 2 Mestre e biólogo em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo – USP – São Paulo, docente e coordenador do SENAC – São Paulo – SP. 3 Doutora e farmacêutica em Ciências na área de Produção e Controle Farmacêuticos – USP – São Paulo, docente da FATEC e SENAC – São Paulo - SP. {marleydragonetti@bol.com.br; joao.pcgomes@sp.senac.br; capedriali@hotmail.com} Resumo. A pele humana exerce fundamental papel na proteção do efeito dos raios solares, responsável por grande parte do envelhecimento extrínseco, dos danos causados aos tecidos tegumentares e desenvolvimento de manchas e câncer de pele. Protetores solares têm sido desenvolvidos com o objetivo de reduzir os efeitos deletérios da radiação solar. A efetividade dos protetores solares está relacionada ao Fator de Proteção Solar (FPS), os componentes ativos da fórmula, à base utilizada e à metodologia e rotina de aplicação. Os cremes Blemish Balm (BB cream), desenvolvidos na década de 60 popularizaram-se a partir de 1985 com promessas de apenas um produto substituir o uso de vários outros cosméticos de uso diário como hidratante, base, tonalizante e protetor solar. Para alcançar o objetivo de analisar a viabilidade da substituição do uso de protetor solar diário por produtos BB cream, foram avaliadas as fórmulas de 12 produtos, seis nacionais e seis importados quanto o grau de proteção solar e modo de aplicação. A informação ao consumidor e rotulação das embalagens primária e secundária também foram consideradas. Concluiu-se que a maioria dos produtos não oferece informação suficiente aos consumidores quanto à reaplicação, e que a rotina de uso dos multifuncionais (BB cream) não atende às necessidades de fotoproteção se utilizados isoladamente como substitutos. Palavras-chave: Fotoproteção; BB cream. Abstract. The human skin plays a fundamental role in the effect of sunlight protection, since UV radiation is responsible for the extrinsic aging, damage to soft tissue and developmental spots and skin cancer. Solar protectors have been developed by in order to reduce the deleterious effects of solar radiation. The effectiveness of sun screens is related to Sun Protection Factor (SPF), the active components of the formula, the base used and the methodology and application routine. Blemish Balm creams (BB cream), developed in the 60's became popular in 1985 with promises of a single product to replace the use of various cosmetics for
  34. 34.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional   daily use as a moisturizer, base tint and sunscreen. To achieve the objective of analyzing the feasibility of replacing the use of daily sunscreen for BB cream products were evaluated formulas of 12 products, six Brazilians and six imported as the degree of sun protection and application mode. Consumer information and labeling of the primary and secondary packaging were also considered. It was concluded that most of the products does not provide sufficient information to consumers about their application and that routine use of multifunctional (BB cream) does not meet the needs of photo protection used alone as substitutes. Key words: photoprotection, BB cream. Referências ABIHPEC – Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. 2014/2015 III Caderno de Tendências Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. 2014. ARAUJO, T. S. de & SOUZA, S. O. Protetores solares e os efeitos da radiação ultravioleta. SCIENTIA PLENA v. 4, n. 11 ago.2008 ASZTERBAUM, M.; BEECH, J.; EPSTEIN, E.H.J. Ultraviolet radiation mutagenesis of hedgehog pathway genes in basal cell carcinomas. Journal of Investigative Dermatology Symposium Proceedings, v.4, n.1, p.41- 45, sep. 1999. BALOGH, T. S; PEDRIALI, C.A.; BABY, A.R.; VELASCO, M.R.V.; KANEKO, T.M. Proteção à radiação ultravioleta: recursos disponíveis na atualidade em fotoproteção. Anais Brasileiros de Dermatologia, v. 86, n. 4, p.732-742, out. 2011. BEAR, M.F.; CONNORS, B.W.; PARADISO, M.A. Neurociências - Desvendando o Sistema Nervoso. Porto Alegre: Artmed Editora. 2ª ed. 2002. BECHELLI. L.M.; CURBAN, G.V. Compêndio de dermatologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 1975. 588p. BHUSHAN, M.; CUMBERBATCH. M.: DEARMAN. R.J.; ANDREW, S.M.; KIMBER. I.; GRIFFITHS, C.E. Tumor necrosis factor-alpha-induced migration of human Langerhans cells: the influence of ageing. The British Journal of Dermatology, v.146, n.1, p.32-40, jan. 2002. BRASIL. Legislação. Resolução RDC n. 30, de 01 de junho de 2012. Regulamento técnico sobre protetores solares em cosméticos. Disponível em: <http://portal.anvisa.gov.br>. Acesso em: 25 jun. 2015. BREGEGERE, F.; SOROKA, Y.; BISMUTH, J.; FRIGUET, B.; MILNER, Y. Cellular senescence in human keratinocytes: unchanged proteolytic capacity and increased protein load. Experimental Gerontology v.38, n.6, p.619- 629, jun. 2003.
  35. 35.     InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade Vol. 11 nº 1 – junho de 2016, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 1980-0894 Portal da revista InterfacEHS: http://www3.sp.senac.br/hotsites/blogs/InterfacEHS/ E-mail: interfacehs@sp.senac.br Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial-SemDerivações 4.0 Internacional EDWARDS, C; MARKS, R. Evaluation of biomechanical properties of human skin. Clinics in Dermatology, v.13, n.4, p.375-380, jul-aug. 1995. EL-ABASERI, T.B; PUTTA, S.; HANSEN, L.A. Ultraviolet irradiation induces keratinocyte proliferation and epidermal hyperplasia through the activation of the epidermal growth factor receptor. Carcinogenesis, v.27, n.2, p.225- 231, feb. 2006. ENJELKE, M.; JENSEN, J. M.; EKANAYAKE-MUDIYANSELAGE, S.; PROKSCH; E. Effects of xerosis and ageing on epidermal proliferation and differentiation. The British Journal of Dermatology, v.137, n.2, p.219- 225, aug. 1997. EUROMONITOR INTERNATIONAL. Disponível em: http://www.euromonitor.com/ beauty-and-personal-care-in-the-us/report. Acesso em: 4 fev. 2015. FDA. FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. Sunscreen drug products for over-the-counter human use. v.5 n. 21 p.01-15, 2015. Disponível em: <http://www.fda.gov /default.htm>. Acesso em: 25 out 2015. FLOR, J.; DAVOLOS, M.R.; CORRÊA, M.A. Protetores solares. Química Nova, v.30, n.1, p.153-158, ago. 2007. GOLDSMITH, L.A. My organ is bigger than your organ. Archives of Dermatology, v.126, n.3, p.301-302, mar. 1990. GRANSTEIN, R.D. Photoimmunology. In: FITZPATRICK, T.B.; EISEN. A.Z.; WOLFF, K.; FREEDBERG, I.M.; AUSTEN, K.F. 4.ed. Dermatology in General Medicine. New York: McGraw-Hill, cap.132, p.1638-1650, 1993. GREWE, M. Chronological ageing and photoageing of dendritic cells. Clinical and Experimental Dermatology, v.26, n.7, p.608-612, oct. 2001. HALL, P.A.; MCKEE, P.H.; MENAGE, H.P.; DOVER, R.; LANE, D.P. High levels of p53 protein in UV-irradiated normal human skin. Oncogene, v.8, n.1, p.203-207, jan. 1993. KLIGMAN, L.H.; KLIGMAN, A.M. The nature of photoageing: its prevention and repair. Photodermatology, v.3, p.215-227, feb. 1986. LAVKER. R.M.; GERBERICK, F.; VERES, D.; IRWIN, C.J.; KAIDBEY, K.H. Cumulative effects from repeated exposures to suberythemal doses of UVB and UVA in human skin. Journal of the American Academy of Dermatology, v.32, n.1, p.52-62, jan. 1995. LEAPING BUNNY; Disponível em: http://www.leapingbunny.org/ Acesso em: 2 feb. 2015. LOCK-ANDERSEN, J.; THERKILDSEN, P.; DE FINE, O. F.; GNIADECKI, M.; DAHLSTR0M, K.; POULSEN, T.; WULF, H.C. Epidermal thickness, skin pigmentation and constitutive photosensitivity. Photodermatology, Photoimmunology & Photomedicine, v.13, n. 4, p.153-158, aug. 1997.
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