Ce diaporama a bien été signalé.
Nous utilisons votre profil LinkedIn et vos données d’activité pour vous proposer des publicités personnalisées et pertinentes. Vous pouvez changer vos préférences de publicités à tout moment.

Mecanismos de Ação das Drogas Antivirais

226 vues

Publié le

Mecanismos de Ação das Drogas Antivirais - Infectologia - Alexandre Naime Barbosa

Publié dans : Santé & Médecine
  • Identifiez-vous pour voir les commentaires

  • Soyez le premier à aimer ceci

Mecanismos de Ação das Drogas Antivirais

  1. 1. Mecanismos de Ação das Drogas Antivirais Alexandre Naime Barbosa MD, PhD Professor Doutor - Infectologia Módulo Agressão & Defesa 2º Ano de Medicina - UNESP Set/2020 - On-Line
  2. 2. Vínculos e Conflitos de Interesse (CFM e ANVISA) Vínculos: - UNESP/Medicina: Professor Doutor MD PhD, Chefe do Departamento de Infectologia - HC FMB Botucatu: Chefe da Infectologia e Infectologista Público e Privado - SAE Infectologia Botucatu: Diretor Clínico e Responsável por HIV, VHB, VHC e HTLV - Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI): Especialista e Membro Titular - SBI: Membro da Comissão do Título de Especialista - Ministério da Saúde - Médico de Referência em Genotipagem do HIV - HC FMB Botucatu: Coordenador do Grupo Técnico Médico da COVID-19 Sem Potenciais Conflitos de Interesse nessa Apresentação
  3. 3. Declaração de Conteúdo e de Uso da Apresentação O material que se segue faz parte do projeto didático do Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa Objetivos 1. Ensino: Treinamento de Estudantes e Profissionais da Área de Saúde; 2. Extensão: Facilitar o Contato da População em Geral com Conceitos Científicos; 3. Científico: Fomentar a Discussão Científica e Compartilhar Material Didático. Autoria e Cessão 1. Conteúdo: Os dados contidos estão referenciados, em respeito ao autor original; 2. Uso: Está permitido o uso do material, desde que citada a fonte; 3. Contato: fale com o autor e conheça o seu projeto didático em:
  4. 4. Objetivos da Discussão 1. Visão Geral dos Antivirais 2. Tratamento contra HIV, VHB e HVC: objetivos comparativos 3. Outros Tratamentos Antivirais 4. Discussão Final
  5. 5. Drogas Antivirais: Visão Geral NRTTI
  6. 6. Drogas Antivirais: Visão Geral NRTTI
  7. 7. Drogas Antivirais: Visão Geral
  8. 8. TARV HIV: Linha do Tempo dos Objetivos 2009 - 20201987 - 1994 1994 - 2004 2004 - 2009 Aumentar Sobrevida Sustentabilidade da CV Indetectável à longo prazo, ↓ EAs CV Indetectável, mesmo com ↑ EAs Resgate dos Falhados 1ª e 2ª Era
  9. 9. TARV HIV: Ciclo Replicativo e as Classes de ARVs NRTTI
  10. 10. TARV HIV: Arsenal Terapêutico 2020 Classe Drogas Chemokine receptor antagonists (CCR5 antagonists) Maraviroc Entry inhibitors (CD4-directed post- attachement inhibitors) Ibalizumab Fusion inhibitors (FIs) Enfuvertide Nucleoside reverse transcriptase inhibitors (NRTIs) Abacavir, Emtricitabine, Lamivudine, Tenofovir Disoproxil Fumarate, Tenofovir Alafenamida, Zidovudine Non-nucleoside reverse transcriptase inhibitors (NNRTIs) Efavirenz, Etravirine, Nevirapine, Rlpivirine Nucleoside reverse transcriptase translocation inhibitor (NRTTI) Islatravir Integrase inhibitors (INSTIs) Dolutegravir, Raltegravir, Bictegravir, Elvitegravir Protease inhibitors (PIs) Atazanavir, Darunavir, Ritonavir, Tipranavir 8 Classes > 20 Drogas
  11. 11. HIV/Aids: Cinética Viral da TARV Stop HAART Carl W. Dieffenbach, 2013
  12. 12. HIV/Aids: Cinética Viral da TARV
  13. 13. HIV/Aids: Latência Viral Celular De Elgui, 2010
  14. 14. HIV/Aids: Reservatório Viral
  15. 15. HIV/Aids: Cinética Viral da TARV
  16. 16. HIV/Aids: Importância da CV Indetectável  Objetivo da TARV: CV indetectável  Supressão em virgens ou experimentados  Expectativa de Vida (quase) Normal  Indetectável = Intransmissível Objetivo da TARV Tempo Carga Viral 4 - 6 semanas ↓ 1 log 4 meses ↓ 2 log 6 meses Indetectável À longo prazo Indetectável
  17. 17. HIV/Aids: Há Cura?
  18. 18. HIV/Aids: Tipos de Cura
  19. 19. HIV/Aids: Mutação Delta-32
  20. 20. HIV/Aids: Receptores Celulares
  21. 21. HIV/Aids: Receptores Celulares
  22. 22. HIV/Aids: O Paciente Berlin
  23. 23. HIV/Aids: O Paciente Berlin Hutter G, et al N Engl J Med, 2009.
  24. 24. HIV/Aids: O Paciente Berlin Prova de Conceito que a Cura do HIV é Possível!
  25. 25. HIV/Aids: O Paciente Londres
  26. 26. HIV/Aids: O Paciente Londres
  27. 27. HIV/Aids: Cura Esterilizante Muito difícil reproduzir essa proposta em larga escala atualmente, devido ao alto risco de complicações graves do transplante de medula óssea e raridade em se encontrar um doador compatível ao paciente, e que ao mesmo tempo abrigue com a mutação delta-32.
  28. 28. HIV/Aids: Tipos de Cura
  29. 29. HIV/Aids: Cura Funcional Nesse modelo o objetivo não é a eliminação permanente do HIV, e sim a supressão virológica sustentada no sangue, sem a necessidade das medicações antirretrovirais atualmente utilizadas (coquetel). As distintas investigações recaem sobre alvos potencialmente vulneráveis na estrutura do vírus, ou no seu ciclo de replicação.
  30. 30. HIV/Aids: Cura Funcional 1. Induzir a ativação e morte dos vírus latentes (reservatório) 2. Eliminar seletivamente linhagens de células infectadas com o vírus oculto; 3. Silenciar o genoma do HIV integrado nas células alvo; 4. Inativar ou suprimir receptores do vírus nas células; 5. Melhorar a resposta imunológica do paciente através de vacinas terapêuticas; 6. Ativar o sistema imune contra os reservatórios virais; 7. Bloquear a recrudescência viral com estímulos imunológicos; 8. Outras linhas de ação.
  31. 31. HIV/Aids: Pesquisa em Cura Funcional/Remissão
  32. 32. HIV/Aids: Pesquisa em Cura Funcional/Remissão
  33. 33. HIV/Aids: Pesquisa em Cura Funcional/Remissão
  34. 34. HIV/Aids: Pesquisa em Cura Funcional/Remissão
  35. 35. HIV/Aids: Pesquisa em Cura Funcional/Remissão
  36. 36. HIV/Aids: Pesquisa em Cura Funcional/Remissão
  37. 37. HIV/Aids: Infecção Inicial < 72h, chance de impedir a formação de pró-vírus, ARVs impedem a perpetuação da infecção Infecção crônica pelo HIV, ARVs controlam replicação, mas não esterilizam as células
  38. 38. HIV/Aids: Profilaxia Pós-Exposição PEP: O que é? - Proteção Pós Exposição de Risco - Funciona até 72 horas - Exposição Sexual Consentida - Violência Sexual - Exposição Ocupacional - 2 cps, 1 x/dia, por 28 dias - Altíssima Eficácia, Urgência Médica - 451 Locais no Estado de São Paulo: www3.crt.saude.sp.gov.br/profilaxia/hotsite
  39. 39. HIV/Aids: Profilaxia Pós-Exposição
  40. 40. HIV/Aids: Profilaxia Pré-Exposição PrEP: O que é? - Proteção Pré Exposição de Risco - Populações ↑ Vulnerabilidade - 1 cp, 1 x/dia, uso contínuo - Altíssima eficácia - Aprovado pela Anvisa - Disponível pelo SUS desde 2017 - Populações alvo específicas
  41. 41. HIV/Aids: Profilaxia Pré-Exposição
  42. 42. HIV, VHB e VHC: Ciclos Virais Comparativos
  43. 43. HIV, VHB e VHC: Ciclos Virais Comparativos
  44. 44. HIV, VHB e VHC: Ciclos Virais Comparativos
  45. 45. Hepatite B: Quais os conceitos de Cura? HBV
  46. 46. Hepatite B: Objetivos do Tratamento Atual
  47. 47. Hepatite B: Mecanismo de Ação das Drogas Atuais
  48. 48. Hepatite B: Metas do Tratamento Atual Ideal: AgHBs => Anti-HBs: raro (7%) AgHBe (+) → (-): difícil (32%) Pragmático: Diminuir a progressão do dano hepático - supressão da replicação viral - ALT: normalizar - CV DNA VHB: supressão sustentada
  49. 49. Hepatite B: Futuro do Tratamento
  50. 50. Hepatite B: Futuro do Tratamento Número Atual de Ensaios Clínicos com Objetivo de Cura “Esterilizante” = > 20
  51. 51. Hepatite C: Objetivos do Tratamento Objetivos do Tratamento - Eliminar o VHC: Resposta Virológica Sustentada - RVS: PCR VHC (-) após 3 a 6 meses após final de tratamento Cura Esterilizante
  52. 52. Hepatite C: RVS = Cura Esterilizante
  53. 53. Hepatite C: Fluxograma de Diagnóstico e Tratamento Anti-VHC Reagente PCR RNA VHC Negativo (20%) Não Portador Detectado Avaliação Fibrose + Genotipagem + Outras Variáveis Acesso ao Tratamento no Brasil pelo SUS (Abr/2018): Indicação Universal Independente do Grau de Fibrose ou Outros Fatores
  54. 54. Hepatite C: Perspectiva Histórica da Terapêutica Wyles, 2013 RVS: 90 - 95%
  55. 55. Hepatite C: Drogas Contempladas no PCDT Brasil 2019 * * *Grazoprevir/Elbasvir: sem compra pelo SUS até Dez/2019 ** Daclatasvir: fora do pregão
  56. 56. Hepatite C: Drogas Contempladas no PCDT Brasil 2019 *Grazoprevir/Elbasvir: sem compra pelo SUS até Dez/2019 SOF/LED 1 cp 1x/dia Gen. 1 SOF/VEL 1 cp 1x/dia PanGen. GLE/PIB 3 cps 1x/dia PanGen. GZR/EBR 1 cp1 1x/dia Gen. 1 e 4
  57. 57. Hepatite C: Futuro
  58. 58. Influenza (Tratamento e Prevenção)
  59. 59. SARS-COV-2 (Possíveis Alvos)
  60. 60. Herpes Simples
  61. 61. Citomegalovírus
  62. 62. Herpes-Zoster
  63. 63. Herpes-Zoster
  64. 64. Drogas Antivirais: Visão Geral
  65. 65. Obrigado pela Atenção! SAE de Infectologia UNESP HC UNESP Botucatu Faculdade de Medicina UNESP @dr.alexandre.naime.barbosa @drbarbosa Alexandre Naime Barbosa Dr. Alexandre Naime Barbosa

×