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Ferramentas da Web 2.0 em Bibliotecas

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Keynote do Goethe-Institut Portugal. Ferramentas da Web 2.0 em Bibliotecas. Casos concretos da sua aplicação em Bibliotecas europeias. Palestra dada em São Paulo, Porto Alegre e Curitiba. Versão original para download: http://media.goethe.de/ins/pt/web2/saopaulo.zip (318 MB)

Publié dans : Formation, Technologie
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  • Teresa,
    Que ótimo que disponibilizastes a apresentação de teu trabalho - já o estou usando e citando-o em minhas aulas sobre Informação e novas mídias. Um abraço desde Porto Alegre. Helen Rozados (UFRGS)
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Ferramentas da Web 2.0 em Bibliotecas

  1. 1. Web 2.0 em Bibliotecas
  2. 2. Web 2.0 em Bibliotecas Uma introdução ao admirável mundo novo da Web 2.0 Teresa Laranjeiro laranjeiro@lissabon.goethe.org
  3. 3. SUMÁRIO
  4. 4. SUMÁRIO A Web 2.0
  5. 5. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0
  6. 6. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0 Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas
  7. 7. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0 Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas • Blogosfera
  8. 8. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0 Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas • Blogosfera • Media social e redes sociais
  9. 9. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0 Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas • Blogosfera • Media social e redes sociais • Agregadores de informação
  10. 10. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0 Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas • Blogosfera • Media social e redes sociais • Agregadores de informação • Folksonomias, catalogação social e redes colaborativas
  11. 11. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0 Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas • Blogosfera • Media social e redes sociais • Agregadores de informação • Folksonomias, catalogação social e redes colaborativas Paradigmas para o futuro
  12. 12. A WEB 2.0
  13. 13. NO INÍCIO...
  14. 14. NO INÍCIO... A Web 1.0
  15. 15. NO INÍCIO... A Web 1.0 Informativa e passiva, dominada pelas grandes companhias Páginas e texto estático, embora já com hiperlinks
  16. 16. NO INÍCIO... A Web 1.0 Informativa e passiva, dominada pelas grandes companhias Páginas e texto estático, embora já com hiperlinks Fóruns e mailing lists
  17. 17. Em 2004, durante uma conferência internacional, Tim O’Reilly, gestor da empresa O’Reilly Media, sugere o termo “Web 2.0” para designar uma nova geração de serviços da internet, com novas características.
  18. 18. Em 2004, durante uma conferência internacional, Tim O’Reilly, gestor da empresa O’Reilly Media, sugere o termo “Web 2.0” para designar uma nova geração de serviços da internet, com novas características. O que é, então, a Web 2.0?
  19. 19. A WEB 2.0
  20. 20. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0
  21. 21. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  22. 22. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  23. 23. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  24. 24. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  25. 25. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  26. 26. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  27. 27. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  28. 28. A BIBLIOTECA 2.0
  29. 29. A BIBLIOTECA 2.0 Termo cunhado em 2005 por Michael Casey, do blogue Library Crunch. Refere-se a uma Biblioteca adaptada aos tempos modernos, que procura melhorar os seus serviços e contacto com os utilizadores com a ajuda das ferramentas da Web 2.0.
  30. 30. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005)
  31. 31. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Presença
  32. 32. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Elo de ligação Presença
  33. 33. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Elo de ligação Presença Participação
  34. 34. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Acessibilidade Elo de ligação Presença Participação
  35. 35. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Acessibilidade Elo de ligação Presença Participação Interactividade
  36. 36. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Acessibilidade Elo de ligação Presença Colaboração Participação Interactividade
  37. 37. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Acessibilidade Elo de ligação Comunidade Presença Colaboração Participação Interactividade
  38. 38. OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0
  39. 39. OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0 Ir de encontro às necessidades do utilizador.
  40. 40. OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0 Ir de encontro às necessidades do utilizador. Explorar serviços alternativos para cativar potenciais utilizadores.
  41. 41. OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0 Ir de encontro às necessidades do utilizador. Explorar serviços alternativos para cativar potenciais utilizadores. Comunicar mais facilmente com os utilizadores.
  42. 42. OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0 Ir de encontro às necessidades do utilizador. Explorar serviços alternativos para cativar potenciais utilizadores. Comunicar mais facilmente com os utilizadores. Partilhar conhecimento de forma mais eficiente.
  43. 43. OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0 Ir de encontro às necessidades do utilizador. Explorar serviços alternativos para cativar potenciais utilizadores. Comunicar mais facilmente com os utilizadores. Partilhar conhecimento de forma mais eficiente. Reunir informação local.
  44. 44. A BIBLIOTECA 2.0 É uma resposta ao mundo pós-Google. Obriga a uma mudança fundamental na missão da biblioteca. Requer uma reorganização interna. Requer agilidade tecnológica.
  45. 45. A BIBLIOTECA 2.0 É uma resposta ao mundo pós-Google. Obriga a uma mudança fundamental na missão da biblioteca. Requer uma reorganização interna. Requer agilidade tecnológica. A Biblioteca 2.0 é essencial para a sobrevivência e afirmação da instituição.
  46. 46. O BIBLIOTECÁRIO 2.0
  47. 47. MANIFESTO DO BIBLIOTECÁRIO 2.0 LAURA COHEN (2006)
  48. 48. MANIFESTO DO BIBLIOTECÁRIO 2.0 LAURA COHEN (2006) Reconhecer as mudanças no mundo da informação e responder positivamente às mudanças, em benefício do serviço e dos seus utilizadores. Conhecer os utilizadores e coordenar os serviços em prol destes. Trabalhar activamente em prol da mudança. Não esperar por algo perfeito antes de o partilhar. Trabalhar com os utilizadores na informação.
  49. 49. FERRAMENTAS DA WEB 2.0 APLICADAS ÀS BIBLIOTECAS
  50. 50. FERRAMENTAS DA WEB 2.0 APLICADAS ÀS BIBLIOTECAS
  51. 51. BLOGOSFERA
  52. 52. BLOG
  53. 53. BLOG Pode ter tipologias variadas: pessoais, institucionais, viagens, diários, fotologs. Pode ser complementado com outras ferramentas da Web 2.0
  54. 54. COMO FUNCIONA UM BLOG
  55. 55. COMO FUNCIONA UM BLOG Os artigos podem ser comentados pelos leitores, criando uma interactividade
  56. 56. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS...
  57. 57. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos;
  58. 58. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar;
  59. 59. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca;
  60. 60. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca; ... têm inúmeras aplicações:
  61. 61. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca; ... têm inúmeras aplicações: partilhar novidades da biblioteca; •
  62. 62. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca; ... têm inúmeras aplicações: partilhar novidades da biblioteca; • contacto directo com os leitores (comentários); •
  63. 63. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca; ... têm inúmeras aplicações: partilhar novidades da biblioteca; • contacto directo com os leitores (comentários); • oferecer dicas úteis e informação adicional; •
  64. 64. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca; ... têm inúmeras aplicações: partilhar novidades da biblioteca; • contacto directo com os leitores (comentários); • oferecer dicas úteis e informação adicional; • clubes de leitura; •
  65. 65. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca; ... têm inúmeras aplicações: partilhar novidades da biblioteca; • contacto directo com os leitores (comentários); • oferecer dicas úteis e informação adicional; • clubes de leitura; • blogs temáticos, blogs sobre eventos ou projectos específicos; •
  66. 66. BLOGS DE BIBLIOTECAS Überblog - Blog dos bibliotecários do GI-Montreal British Library Blogs Scottish Libraries
  67. 67. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG
  68. 68. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema;
  69. 69. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema; Cuidado com a apresentação e a linguagem;
  70. 70. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema; Cuidado com a apresentação e a linguagem; Actualização;
  71. 71. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema; Cuidado com a apresentação e a linguagem; Actualização; Marketing;
  72. 72. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema; Cuidado com a apresentação e a linguagem; Actualização; Marketing; Interactividade: sondagens, ligações a outros blogs e comunidades;
  73. 73. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema; Cuidado com a apresentação e a linguagem; Actualização; Marketing; Interactividade: sondagens, ligações a outros blogs e comunidades; Encorajar o público a participar (com artigos ou com comentários);
  74. 74. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema; Cuidado com a apresentação e a linguagem; Actualização; Marketing; Interactividade: sondagens, ligações a outros blogs e comunidades; Encorajar o público a participar (com artigos ou com comentários); Não desistir com a falta de comentários;
  75. 75. TWITTER
  76. 76. TWITTER Fundado em 2006 pela empresa Obvious.Corp. Serviço de micro-blogging (140 caracteres no máximo). O que estás a fazer agora?
  77. 77. De diário do quotidiano a agência noticiosa
  78. 78. De diário do quotidiano a agência noticiosa
  79. 79. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
  80. 80. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito;
  81. 81. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio);
  82. 82. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio);
  83. 83. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio); Complemento do site da biblioteca:
  84. 84. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio); Complemento do site da biblioteca: • Actualização permanente;
  85. 85. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio); Complemento do site da biblioteca: • Actualização permanente; • Informações gerais (horários, mudanças de planos, etc);
  86. 86. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio); Complemento do site da biblioteca: • Actualização permanente; • Informações gerais (horários, mudanças de planos, etc); • Ideal para partilhar novidades da biblioteca;
  87. 87. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio); Complemento do site da biblioteca: • Actualização permanente; • Informações gerais (horários, mudanças de planos, etc); • Ideal para partilhar novidades da biblioteca; • Oferecer dicas úteis e informação adicional;
  88. 88. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
  89. 89. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação:
  90. 90. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies);
  91. 91. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca;
  92. 92. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação:
  93. 93. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação: • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais);
  94. 94. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação: • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais); • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no momento;
  95. 95. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação: • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais); • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no momento; • Serviço de referência - perguntas respondidas na hora;
  96. 96. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação: • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais); • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no momento; • Serviço de referência - perguntas respondidas na hora; • Pesquisa de informação (motor de busca potente);
  97. 97. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação: • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais); • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no momento; • Serviço de referência - perguntas respondidas na hora; • Pesquisa de informação (motor de busca potente); • Receber actualizações de sites e instituições;
  98. 98. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação: • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais); • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no momento; • Serviço de referência - perguntas respondidas na hora; • Pesquisa de informação (motor de busca potente); • Receber actualizações de sites e instituições; • Bibliotecas como serviços de informação, não apenas repositórios de livros
  99. 99. AS BIBLIOTECAS E O TWITTER José Afonso Furtado (Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, Portugal) Biblioteca Municipal de Grândola (Portugal) Biblioteca Municipal de Muskiz (País Basco - Espanha) Bibliotecas Escocesas
  100. 100. MEDIA SOCIAL E REDES SOCIAIS
  101. 101. MEDIA SOCIAL E REDES SOCIAIS
  102. 102. MEDIA SOCIAL
  103. 103. MEDIA SOCIAL Interacção social Colaboração Partilha de Informação Comunidades virtuais
  104. 104. EXEMPLOS DE MEDIA SOCIAL EM BIBLIOTECAS Conta Flickr da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian (Portugal) Grupo Flickr dedicado à cidade de Muskiz (Espanha) Canal do Youtube do ISCA (Lisboa, Portugal) Biblioteca 2.0 no Slideshare
  105. 105. AS REDES SOCIAIS
  106. 106. AS REDES SOCIAIS Formam-se por escolha - grupo de pessoas com um objectivo comum: discutir um assunto, partilhar fotografias, comunicar, etc... São a forma de contacto por excelência entre crianças e jovens A sua utilização tem vindo a aumentar entre os adultos
  107. 107. AS REDES SOCIAIS PERMITEM...
  108. 108. AS REDES SOCIAIS PERMITEM... ... manter contacto com amigos e colegas; ... fazer novos amigos; ... partilhar informação; ... participar em discussões sobre temas variados; ... manter-nos actualizados; ... fazer e responder a perguntas; ... criar comunidades;
  109. 109. PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS?
  110. 110. PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS? São flexíveis e funcionais: •Possibilitam a integração de ferramentas da Web 2.0; •Permitem partilhar informação; •São fáceis de actualizar;
  111. 111. PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS? São flexíveis e funcionais: •Possibilitam a integração de ferramentas da Web 2.0; •Permitem partilhar informação; •São fáceis de actualizar; Permitem dinamizar actividades;
  112. 112. PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS? São flexíveis e funcionais: •Possibilitam a integração de ferramentas da Web 2.0; •Permitem partilhar informação; •São fáceis de actualizar; Permitem dinamizar actividades; Dão uma maior visibilidade na internet às Bibliotecas;
  113. 113. PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS? São flexíveis e funcionais: •Possibilitam a integração de ferramentas da Web 2.0; •Permitem partilhar informação; •São fáceis de actualizar; Permitem dinamizar actividades; Dão uma maior visibilidade na internet às Bibliotecas; As Redes Sociais têm a utilidade que lhes quisermos dar.
  114. 114. COMO DINAMIZAR A PÁGINA?
  115. 115. COMO DINAMIZAR A PÁGINA? Informação básica: • Foto da Biblioteca • Contactos • Página da internet
  116. 116. COMO DINAMIZAR A PÁGINA? Informação básica: • Foto da Biblioteca • Contactos • Página da internet Interactividade: • Mensagens directas para os seguidores (fãs) da página • Fóruns de discussão
  117. 117. COMO DINAMIZAR A PÁGINA? Informação básica: Aplicações: • Foto da Biblioteca • Vídeos do Youtube • Contactos • Fotos tiradas pelos leitores (Flickr) • Página da internet • Feeds RSS • Twitter Interactividade: • Artigos do Blog • Mensagens directas para os • Catálogos (Librarything) seguidores (fãs) da página • Fóruns de discussão
  118. 118. MAPA DA POPULARIDADE DAS REDES SOCIAIS
  119. 119. BIBLIOTECAS NAS REDES SOCIAIS Rede de Bibliotecas do Instituto Cervantes (Espanha) Goethe-Institut (Alemanha) British Library (Reino Unido)
  120. 120. AGREGADORES DE INFORMAÇÃO
  121. 121. A internet é um local em constante mutação.
  122. 122. A internet é um local em constante mutação. Sites e páginas actualizados, criados e apagados em poucos segundos.
  123. 123. A internet é um local em constante mutação. Sites e páginas actualizados, criados e apagados em poucos segundos. Como podemos controlar a informação que procuramos?
  124. 124. RSS
  125. 125. RSS RSS = Realy Simple Syndication
  126. 126. RSS RSS = Realy Simple Syndication Os Feeds RSS contêm apenas os cabeçalhos, descrições e links, sem incluir elementos de design. Isto permite encontrar mais fácil e eficazmente notícias ou alterações num site.
  127. 127. RSS RSS = Realy Simple Syndication Os Feeds RSS contêm apenas os cabeçalhos, descrições e links, sem incluir elementos de design. Isto permite encontrar mais fácil e eficazmente notícias ou alterações num site. Com a ajuda de programas específicos, é possível subscrever Feeds de várias páginas, automatizando a recepção de informação, sem ser necessário consultar os sites de onde é extraída.
  128. 128. RSS RSS = Realy Simple Syndication Os Feeds RSS contêm apenas os cabeçalhos, descrições e links, sem incluir elementos de design. Isto permite encontrar mais fácil e eficazmente notícias ou alterações num site. Com a ajuda de programas específicos, é possível subscrever Feeds de várias páginas, automatizando a recepção de informação, sem ser necessário consultar os sites de onde é extraída. Os Feeds RSS também permitem receber conteúdos vídeo ou áudio.
  129. 129. RSS RSS = Realy Simple Syndication Os Feeds RSS contêm apenas os cabeçalhos, descrições e links, sem incluir elementos de design. Isto permite encontrar mais fácil e eficazmente notícias ou alterações num site. Com a ajuda de programas específicos, é possível subscrever Feeds de várias páginas, automatizando a recepção de informação, sem ser necessário consultar os sites de onde é extraída. Os Feeds RSS também permitem receber conteúdos vídeo ou áudio. XML - Formato que facilita a distribuição de conteúdo através da internet
  130. 130. COMO FUNCIONA?
  131. 131. COMO FUNCIONA? O produtor da informação põe à disposição dos utilizadores um ficheiro XML com referências bibliográficas de um artigo (ex: título, url, data e resumo) = Feeds (fontes) Com a ajuda de um agregador de informação, o subscritor é avisado cada vez que existe uma actualização
  132. 132. TIPOS DE AGREGADORES
  133. 133. TIPOS DE AGREGADORES As actualizações podem chegar de diversas formas: na página de entrada da internet (Netvibes, iGoogle, MyYahoo); numa lista que se adiciona a uma página da internet; na página de um agregador de informação (Bloglines, Googlereader)
  134. 134. RSS EM BIBLIOTECAS Manter os utilizadores ao corrente do que se passa na Biblioteca da forma que estes escolhem; Artigos de jornais com feeds disponibilizados pelas revistas e jornais; Receber actualizações de outras Bibliotecas, outras instituições e empresas (editoras, distribuidores, etc...)
  135. 135. EXEMPLOS Lamooche - Portal de Gestão da Informação (França) Feeds RSS do Überblog (GI Montreal)
  136. 136. FOLKSONOMIAS, CATALOGAÇÃO SOCIAL E REDES COLABORATIVAS
  137. 137. FOLKSONOMIAS, CATALOGAÇÃO SOCIAL E REDES COLABORATIVAS
  138. 138. FOLKSONOMIA
  139. 139. FOLKSONOMIA Folksonomia = Folk (pessoas) + (ta)xonomia (classificação) Expressão criada por Thomas Vander Wal para designar uma nova forma de indexar, mais próxima das pessoas. Permite a cada utilizador classificar a informação com uma ou mais palavras-chave à sua escolha - marcadores (tags). Os marcadores permitem recuperar e partilhar a informação.
  140. 140. DELICIOUS Fundado em 2003, foi primeiro site a usar tags (marcadores) para indexar a informação. Serviço de bookmarking s o c i a l p a r a g r a v a r, partilhar e descobrir sites
  141. 141. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA
  142. 142. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA Não tem custos monetários nem cognitivos;
  143. 143. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA Não tem custos monetários nem cognitivos; Não requer formação;
  144. 144. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA Não tem custos monetários nem cognitivos; Não requer formação; Facilmente acessível - possível aceder em qualquer lugar, e possível de partilhar;
  145. 145. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA Não tem custos monetários nem cognitivos; Não requer formação; Facilmente acessível - possível aceder em qualquer lugar, e possível de partilhar; Facilita a pesquisa de informação - seguir os marcadores permite encontrar informação que poderia permanecer escondida;
  146. 146. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA Não tem custos monetários nem cognitivos; Não requer formação; Facilmente acessível - possível aceder em qualquer lugar, e possível de partilhar; Facilita a pesquisa de informação - seguir os marcadores permite encontrar informação que poderia permanecer escondida; Permite uma exploração mais aberta e profunda do conteúdo (ao contrário dos motores de busca);
  147. 147. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA Não tem custos monetários nem cognitivos; Não requer formação; Facilmente acessível - possível aceder em qualquer lugar, e possível de partilhar; Facilita a pesquisa de informação - seguir os marcadores permite encontrar informação que poderia permanecer escondida; Permite uma exploração mais aberta e profunda do conteúdo (ao contrário dos motores de busca); Reflecte a escolha dos utilizadores (linguagem natural) e a evolução do vocabulário.
  148. 148. DESVANTAGENS DA FOLKSONOMIA Quatro grandes problemas; sinonímia, polisemia, nível de especificidade e de generalidade dos marcadores. Acrónimos. Plurais. Não propõe ligações entre os marcadores. Não existência de uma regra de sintaxe para a criação de termos com mais do que uma palavra.
  149. 149. CATALOGAÇÃO SOCIAL
  150. 150. CATALOGAÇÃO SOCIAL Forma de organizar o conhecimento
  151. 151. CATALOGAÇÃO SOCIAL Forma de organizar o conhecimento Possibilidade de partilhar catálogos e interagir com outros com base na informação partilhada
  152. 152. CATALOGAÇÃO SOCIAL Forma de organizar o conhecimento Possibilidade de partilhar catálogos e interagir com outros com base na informação partilhada Melhoramento e enriquecimento da descrição catalográfica através da cooperação na produção dos metadados ou de análise dos dados disponíveis
  153. 153. LIBRARYTHING Site criado em 2005 por Tim Spalding (programador) e Abby Blachly (bibliotecária) Aplicação web para catalogação de livros e partilha de catálogos pessoais
  154. 154. VANTAGENS
  155. 155. VANTAGENS Gratuito (ou pago);
  156. 156. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais;
  157. 157. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais; Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library, SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50 e do formato Marc;
  158. 158. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais; Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library, SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50 e do formato Marc; Combinar autores e obras - várias línguas;
  159. 159. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais; Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library, SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50 e do formato Marc; Combinar autores e obras - várias línguas; Possibilidade de adicionar críticas dos leitores;
  160. 160. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais; Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library, SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50 e do formato Marc; Combinar autores e obras - várias línguas; Possibilidade de adicionar críticas dos leitores; Construção de listas;
  161. 161. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais; Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library, SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50 e do formato Marc; Combinar autores e obras - várias línguas; Possibilidade de adicionar críticas dos leitores; Construção de listas; Social bookmarking - incentivar o público a partilhar com a Biblioteca;
  162. 162. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais; Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library, SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50 e do formato Marc; Combinar autores e obras - várias línguas; Possibilidade de adicionar críticas dos leitores; Construção de listas; Social bookmarking - incentivar o público a partilhar com a Biblioteca; Internacionalização - várias línguas, incluindo algumas pouco comuns - feito pelos utilizadores.
  163. 163. LIBRARYTHING NAS BIBLIOTECAS Serviço específico para bibliotecas Promoção social
  164. 164. REDES COLABORATIVAS • Toda a gente já ouviu falar ou já usou a Wikipedia •É considerada a enciclopédia da internet, o recurso a que todos vão quando precisam • Wiki + (enciclo)pédia • Mas o que são afinal wikis?
  165. 165. REDES COLABORATIVAS • Toda a gente já ouviu falar ou já usou a Wikipedia •É considerada a enciclopédia da internet, o recurso a que todos vão quando precisam • Wiki + (enciclo)pédia • Mas o que são afinal wikis?
  166. 166. WIKIS Uma colecção de páginas web desenhadas de forma a que qualquer pessoa as possa modificar ou acrescentar. Usadas para criar sites colaborativos ou para melhorar sites comunitários. Primeira wiki foi criada em 1994.
  167. 167. CARACTERÍSTICAS São os participantes de decidem a estrutura de uma wiki (criação, index, categoria, hierarquia) Possível ver todas as alterações efectuadas Conteúdo desenvolvido pela comunidade, reflectindo o consenso dentro da comunidade Plataforma ideal para projectos e trabalhos colaborativos
  168. 168. WIKIS EM BIBLIOTECAS Bibliotecas criaram wikis para apresentar-se a si e às suas novidades, permitindo que os utilizadores comentem, mas não alterem Uma wiki pode valorizar um catálogo, ao permitir aos utilizadores e leitores adicionar comentários
  169. 169. BIBLIOTECAS COM WIKIS Biblioteca de Direito e Economia da Universidade Paul Cèzanne de Marselha - serviço de referência Worldcat - anotar o catálogo e ler críticas
  170. 170. PARADIGMAS PARA O FUTURO
  171. 171. A evolução da Web 2.0: Agregação Cross platform - Juntar os vários meios (ex: iPhone) Web semântica (Web 3.0?)
  172. 172. QUESTÕES POR RESOLVER:
  173. 173. QUESTÕES POR RESOLVER: Instabilidade - serviços vão e vêm, o que acontece com a informação?
  174. 174. QUESTÕES POR RESOLVER: Instabilidade - serviços vão e vêm, o que acontece com a informação? Perda de privacidade
  175. 175. QUESTÕES POR RESOLVER: Instabilidade - serviços vão e vêm, o que acontece com a informação? Perda de privacidade Autoria
  176. 176. QUESTÕES POR RESOLVER: Instabilidade - serviços vão e vêm, o que acontece com a informação? Perda de privacidade Autoria Deturpação da informação
  177. 177. O QUE PODERÃO FAZER AS BIBLIOTECAS? Identificar serviços e áreas que possam beneficiar da Web 2.0. Experimentar até encontrar a ferramenta ideal Avaliar os resultados Procurar alternativas, caso a primeira experiência não tenha corrido bem
  178. 178. O QUE PODERÃO FAZER AS BIBLIOTECAS? Identificar serviços e áreas que possam beneficiar da Web 2.0. Experimentar até encontrar a ferramenta ideal Avaliar os resultados Procurar alternativas, caso a primeira experiência não tenha corrido bem Existe um leque extenso de alternativas (http://www.philb.com/iwantto.htm). Apenas temos de encontrar aquela que melhor se adeque ao nosso serviço
  179. 179. OBRIGADA.

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