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O(s) Maneirismo(s),
da regra à transgressão

http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
O(s) Maneirismo(s)

Ao Renascimento sucedeu uma conjuntura mais instável;
Guerras, lutas religiosas e perseguições;
Contra...
Depressão e crises económicas e demográficas;
Surge a censura e o controlo ideológico;
A Arte procura os caminhos do perfe...
Da regra à transgressão
Maneirismo vem do italiano maniera que significa elegância, no
entanto também tem um significado p...
Libertação das regras rígidas fixadas no Renascimento;
Afirmação de individualismo;
Situa-se num período de transição entr...
Maneirismo foi para alguns “elegância conforme a moda”, para
outros uma “estranha transformação da realidade em sonho ou
p...
“Fare piacere, fare stupore” (deleitar, espantar) – foi o principal
objetivo do Maneirismo.

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Maneirismo deriva das conceções artísticas de Rafael e Miguel
Ângelo (última fase);

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8
Rafael, A
Transfiguração, c.
1518, óleo

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9
Miguel Ângelo, A Crucificação de S. Pedro, 1545-50,
fresco

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10
Rosso Fiorentino, Moisés e as Filhas de Jetro, c. 1523, óleo

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11
Agnolo Bronzino, Uma Alegoria com Vénus e Cupido,
1534-40, óleo

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12
Rosso Fiorentino, Descimento da Cruz, 1521, óleo

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13
Pontormo, Deposição c. 1525-28, óleo

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14
Parmigianino, Nossa Senhora do Pescoço Longo, c.
1534-40, óleo

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15
Andrea del Sartro, Retrato de um escultor, 1517, óleo

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16
Correggio, A Virgem com S. Jerónimo, óleo

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17
Paolo Veroneso, Ceia em Case de Levi, 1573

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18
Tintoretto, Minerva afasta Marte, óleo

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19
Tintoretto, a Última Ceia, 1592-94, óleo

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21
Características:
Movimento de revolta contra o equilíbrio e serenidade
renascentistas;
Composições complexas, fluidas, sin...
Expressões fisionómicas e corporais exageradas;
Forte carga emocional;
Na pintura mural utiliza-se o “trompe-l’oeil”.
Esta...
Procura de uma beleza “artificial”;
Desenvolve-se um gosto sofisticado com o apoio de mecenas
aristocráticos;

Módulo 5, C...
Principais pintores do maneirismo:
Rosso Fiorentino (1494-1540);
Pontormo (1494-1556);
Agnolo Bronzino (1503-1572);
Parmig...
Na Arquitetura, o Maneirismo também traduz uma atitude de
rutura em relação aos cânones clássicos

Peruzzi, Palácios de Ma...
Júlio Romano, Palácio de Té, Mântua

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Miguel Ângelo, Biblioteca Laurenciana, 1525-42

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Vignola, Igreja de Gesú, 1568, Roma

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Andrea Palladio, Igreja de S. Giorgio Maggione, 1565-80,
Veneza

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Andrea Palladio, Teatro Olímpico, Vicenza, 1580

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Nas estruturas clássicas dos edifícios foram introduzidas
irregularidades;
Era necessário romper e perturbar a forma bela ...
Destruição do equilíbrio (fim da simetria);
Procura de efeitos surpresa e de contraste;
Fachadas com saliências e reentrân...
As igrejas eram de uma nave ou igrejas-salão, o púlpito devia ser
visível (necessidades da Contra-Reforma);

Módulo 5, Cur...
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Principais arquitectos:
Miguel Ângelo;
Júlio Romano (c. 1499-1546);
Peruzzi (1481-1536);
Vignola (1507-1573);...
A escultura nunca conseguiu igualar a qualidade da pintura e
arquitetura

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Miguel Ângelo, O Génio da Vitória, 4 ângulos distintos

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Abandono da regra da estatuária do Renascimento que defendia
a unifacialidade da obra (um único ângulo de visão);
Surge a ...
Bartolomeo Ammannati, Carro de Neptuno, c. 1570,
Florença

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Benvenuto Cellini, Perseu com a
Cabeça de Medusa, c. 1554,
bronze, Florença

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Benvenuto Cellini, Saleiro de Francisco I, 1540-43,
ouro

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Giovanni di Bologna, Apolo, 1573, bronze

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Giovanni di Bologna, O Rapto das Sabinas, 1582,
mármore, Florença

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Pierino da Vinci, Sansão matando o Filisteu, c. 1549,
mármore, Florença

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Características:
Perde-se o rigor da representação clássica;
Grande virtuosismo técnico;
Privilegiar dos sentimentos, subj...
Figuras contorcionadas, linhas sinuosas;
Escorços e contrappostos difíceis (posições de desequilíbrio);
Intensificam-se as...
Mais movimento;
Surgem grupos escultóricos de grandes dimensões para serem
colocados em lugares públicos;
Utilização de vá...
Surgiu uma estatuária de pequenas dimensões, de sentido mais
decorativo, destinada ao consumo privado;

Cofre em ouro

Mód...
Principais escultores:
Bartolomeo Ammannati (1511-92);
Giovanni di Bologna (1529-1608);
Benvenuto Cellini (1500-71).

Módu...
A Europa entre o Renascimento e o
Maneirismo
Renascimento e Maneirismo foram movimentos essencialmente
italianos;
Atingiu outras regiões europeias (França, Inglaterra,...
França

Jean Fouquet, Virgem do
Díptico de Melun, 1450,
óleo

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François Clouet, Dama do Banho, c. 1570, óleo

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Jean Clouet, Retrato de Francisco I, óleo

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A pintura francesa combina as influências italianas e da pintura
flamenga;
No século XVI surgiu a escola de Fontainebleau,...
Palácio Chambord

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Louvre, fachada ocidental

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A arquitetura foi essencialmente palaciana;
Combinou as estruturas góticas com a decoração renascentista.

Módulo 5, Curso...
Jean Goujon, Fonte dos Inocentes (pormenor)

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A escultura revela influências clássicas (sobriedade);
Principais escultores:
Jean Goujon (1510-68);
François Clouet.

Mód...
Países anglo-saxónicos:
Alemanha, Flandres e Inglaterra

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Albrecht Dürer, O caranguejo

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Albrecht Dürer, Os quatro
Apóstolos, c.1523, óleo

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63
Lucas Cranach, Virgem das Uvas, óleo

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Hans Holbein, Os Embaixadores, 1533, óleo

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No século XV, o maior pintor alemão foi Albrecht Dürer (14711528);
Realizou gravuras;
Representa a realidade com pormenor;...
Pieter Brueghel, O Velho,
Os caçadores,
Parábolas dos cegos,

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Na Flandres desenvolveu-se a pintura de paisagens e de género;
Pintura de género – pintura da vida quotidiana

Módulo 5, C...
Pieter Brueghel, O Velho (c. 1528-69) foi o principal pintor;
Combina cena religiosas com temas campestres e paisagens;
Ut...
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Hampton Court, c. 1515

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Arsenal de Dantzig

Na arquitetura perdura a verticalidade gótica com uma
decoração maneirista

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Hubert Gerhard, S. Miguel vencendo o Anjo do Mal,
Munique

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Peter Vischer, estátuas do túmulo do Imperador
Maximiliano, bronze, Innsbruck

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Principais escultores;
Peter Vischer (1460-1529);
Hubert Gerhard (c. 1550-1623).

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Espanha

El Greco, O enterro do
Conde de Orgaz, c. 1588,
óleo

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O pintor mais importante foi El Greco (1541-1614), grego
radicado em Espanha;
Realizou uma pintura maneirista, de composiç...
Pedro Machuca, Pátio do Palácio de Carlos V,
Granada, 1527

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Palácio do Escorial

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Na arquitetura mantém-se a tradição gótica e mudéjar,
combinado com a decoração Plateresca;
A construção do Palácio de Car...
Bartolomé Ordóñez, coro
da Catedral de Barcelona,
relevo em madeira

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81
Gaspar Becerra, Piedade, c. 1560, madeira
policromada

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82
Juan de Juni, Enterro de Jesus, madeira policromada

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

83
Na escultura espanhola combinaram-se as influências flamengas,
góticas e italianas com o plateresco e mudéjar;
Principais ...
Portugal

Vasco Fernandes, Jesus
em Casa de Marta e maria,
c. 1542

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Vasco Fernandes, S. Pedro Patriarca, c.1529, óleo

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

86
Gaspar Vaz, Adoração dos Magos, óleo

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87
Garcia Fernandes, Natividade, retábulo

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

88
A pintura renascentista portuguesa foi de curta duração;
Temática fundamentalmente religiosa;
Influências da Flandres, Ale...
Principais pintores:
Vasco Fernandes (c. 1475-1542);
Gaspar Vaz (c. 1490-1568);
Garcia Fernandes (?-1565)

Módulo 5, Curso...
Francisco de Holanda, Nossa senhora de Belém

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

91
Gregório Lopes, Martírio de S. Sebastião, c.
1538

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

92
A pintura maneirista portuguesa foi influenciada pela italiana;
Temática fundamentalmente religiosa e histórica;
Principai...
Diogo e Miguel Arruda, Igreja da Graça, Évora

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

94
João de Castilho, Claustro do Convento de
Cristo, Tomar

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95
Francisco Arruda, Palácio da Bacalhoa, 1540, Azeitão

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

96
Igreja de S. Paulo, Diu, Índia

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

97
A arquitetura renascentista portuguesa refletiu o espírito da
Contra-Reforma;
Igrejas-salão;
Decoração influenciada pelo p...
Principais arquitetos:
Diogo Arruda (?-1530):
Miguel Arruda (?-1563);
João Castilho (1490-1553);
Diogo Castilho (1493-1574...
Bastasar Alvares (?), Igreja dos
Grilos, Porto

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100
Juan de Herrera, Igreja de S. Vicente de Fora, 1583

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

101
O maneirismo permaneceu por muito tempo (Séculos XVI, XVII e
XVIII), também chamado de Estilo Chão;
Exterior sóbrio e inte...
Filipe Hodarte, Apóstolos, 1534

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

103
João de Ruão, deposição de Cristo no Túmulo, Coimbra

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104
Nicolau de Chanterenne, relevos, Mosteiro de Santa Cruz,
Coimbra

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

105
Nicolau de Chanterenne,
retábulo da Pena, Sintra,
1532

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

106
Nicolau de Chanterenne, túmulo de D. Álvaro da Costa

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107
Nicolau de Chanterenne, retábulo da Igreja de S. Marcos,
Coimbra

Módulo 5, Curso de Turismo, HCA

108
Escultura ligada à tradição gótica;
Fundamentalmente ligada à arquitetura;
Relevos, retábulos e decoração do interior das ...
Principais escultores:
Nicolau de Chanterenne (?-1551);
João de Ruão (?-1580);

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05 maneirismo

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Maneirismo, arte maneirista

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05 maneirismo

  1. 1. O(s) Maneirismo(s), da regra à transgressão http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
  2. 2. O(s) Maneirismo(s) Ao Renascimento sucedeu uma conjuntura mais instável; Guerras, lutas religiosas e perseguições; Contra-Reforma (Inquisição e Índex) Reis fortalecem o seu poder; Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 2
  3. 3. Depressão e crises económicas e demográficas; Surge a censura e o controlo ideológico; A Arte procura os caminhos do perfeccionismo técnico, do individualismo, dos sentimentos, da sensualidade. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 3
  4. 4. Da regra à transgressão Maneirismo vem do italiano maniera que significa elegância, no entanto também tem um significado pejorativo de uma arte artificial e amaneirada Desenvolveu-se entre 1525 e 1600 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 4
  5. 5. Libertação das regras rígidas fixadas no Renascimento; Afirmação de individualismo; Situa-se num período de transição entre o Renascimento e o Barroco; Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 5
  6. 6. Maneirismo foi para alguns “elegância conforme a moda”, para outros uma “estranha transformação da realidade em sonho ou pesadelo” e para outros “a exploração da alma humana e das suas relações com o meio, as suas paixões, o bem e o mal, o mundo, a carne, Deus e o Diabo” Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 6
  7. 7. “Fare piacere, fare stupore” (deleitar, espantar) – foi o principal objetivo do Maneirismo. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 7
  8. 8. Maneirismo deriva das conceções artísticas de Rafael e Miguel Ângelo (última fase); Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 8
  9. 9. Rafael, A Transfiguração, c. 1518, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 9
  10. 10. Miguel Ângelo, A Crucificação de S. Pedro, 1545-50, fresco Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 10
  11. 11. Rosso Fiorentino, Moisés e as Filhas de Jetro, c. 1523, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 11
  12. 12. Agnolo Bronzino, Uma Alegoria com Vénus e Cupido, 1534-40, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 12
  13. 13. Rosso Fiorentino, Descimento da Cruz, 1521, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 13
  14. 14. Pontormo, Deposição c. 1525-28, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 14
  15. 15. Parmigianino, Nossa Senhora do Pescoço Longo, c. 1534-40, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 15
  16. 16. Andrea del Sartro, Retrato de um escultor, 1517, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 16
  17. 17. Correggio, A Virgem com S. Jerónimo, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 17
  18. 18. Paolo Veroneso, Ceia em Case de Levi, 1573 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 18
  19. 19. Tintoretto, Minerva afasta Marte, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 19
  20. 20. Tintoretto, a Última Ceia, 1592-94, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 20
  21. 21. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 21
  22. 22. Características: Movimento de revolta contra o equilíbrio e serenidade renascentistas; Composições complexas, fluidas, sinuosas e movimentadas; Fortes contrastes cromáticos; Escorços violentos; Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 22
  23. 23. Expressões fisionómicas e corporais exageradas; Forte carga emocional; Na pintura mural utiliza-se o “trompe-l’oeil”. Esta pintura iniciou-se em Florença com Rosso Fiorentino e Pontormo. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 23
  24. 24. Procura de uma beleza “artificial”; Desenvolve-se um gosto sofisticado com o apoio de mecenas aristocráticos; Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 24
  25. 25. Principais pintores do maneirismo: Rosso Fiorentino (1494-1540); Pontormo (1494-1556); Agnolo Bronzino (1503-1572); Parmigianino (1503-1540) Em Veneza: Tintoretto (1518-94); Veronese (1528-88). Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 25
  26. 26. Na Arquitetura, o Maneirismo também traduz uma atitude de rutura em relação aos cânones clássicos Peruzzi, Palácios de Massimi, 1555 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 26
  27. 27. Júlio Romano, Palácio de Té, Mântua Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 27
  28. 28. Miguel Ângelo, Biblioteca Laurenciana, 1525-42 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 28
  29. 29. Vignola, Igreja de Gesú, 1568, Roma Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 29
  30. 30. Andrea Palladio, Igreja de S. Giorgio Maggione, 1565-80, Veneza Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 30
  31. 31. Andrea Palladio, Teatro Olímpico, Vicenza, 1580 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 31
  32. 32. Nas estruturas clássicas dos edifícios foram introduzidas irregularidades; Era necessário romper e perturbar a forma bela através de um refinado intelectualismo e virtuosismo. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 32
  33. 33. Destruição do equilíbrio (fim da simetria); Procura de efeitos surpresa e de contraste; Fachadas com saliências e reentrâncias; Decoração exagerada; Procura de efeitos teatrais. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 33
  34. 34. As igrejas eram de uma nave ou igrejas-salão, o púlpito devia ser visível (necessidades da Contra-Reforma); Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 34
  35. 35. • • • • • • Principais arquitectos: Miguel Ângelo; Júlio Romano (c. 1499-1546); Peruzzi (1481-1536); Vignola (1507-1573); Andrea Palladio (1508-80). Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 35
  36. 36. A escultura nunca conseguiu igualar a qualidade da pintura e arquitetura Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 36
  37. 37. Miguel Ângelo, O Génio da Vitória, 4 ângulos distintos Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 37
  38. 38. Abandono da regra da estatuária do Renascimento que defendia a unifacialidade da obra (um único ângulo de visão); Surge a perspetiva estereométrica e multivisual que permite a visão omnilateral da obra. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 38
  39. 39. Bartolomeo Ammannati, Carro de Neptuno, c. 1570, Florença Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 39
  40. 40. Benvenuto Cellini, Perseu com a Cabeça de Medusa, c. 1554, bronze, Florença Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 40
  41. 41. Benvenuto Cellini, Saleiro de Francisco I, 1540-43, ouro Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 41
  42. 42. Giovanni di Bologna, Apolo, 1573, bronze Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 42
  43. 43. Giovanni di Bologna, O Rapto das Sabinas, 1582, mármore, Florença Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 43
  44. 44. Pierino da Vinci, Sansão matando o Filisteu, c. 1549, mármore, Florença Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 44
  45. 45. Características: Perde-se o rigor da representação clássica; Grande virtuosismo técnico; Privilegiar dos sentimentos, subjetividade e sensualidade. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 45
  46. 46. Figuras contorcionadas, linhas sinuosas; Escorços e contrappostos difíceis (posições de desequilíbrio); Intensificam-se as expressões faciais e corporais; Acentuam-se os jogos de volumes e de luz e sombra. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 46
  47. 47. Mais movimento; Surgem grupos escultóricos de grandes dimensões para serem colocados em lugares públicos; Utilização de vários materiais criando contrastes; Temas mais profanos que religiosos. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 47
  48. 48. Surgiu uma estatuária de pequenas dimensões, de sentido mais decorativo, destinada ao consumo privado; Cofre em ouro Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 48
  49. 49. Principais escultores: Bartolomeo Ammannati (1511-92); Giovanni di Bologna (1529-1608); Benvenuto Cellini (1500-71). Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 49
  50. 50. A Europa entre o Renascimento e o Maneirismo
  51. 51. Renascimento e Maneirismo foram movimentos essencialmente italianos; Atingiu outras regiões europeias (França, Inglaterra, Países Baixos, Alemanha, Espanha, Portugal, etc.); Nesses países aliou-se à arte local e associou-se ao gótico criando novas formas de expressão, sobretudo na pintura. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 51
  52. 52. França Jean Fouquet, Virgem do Díptico de Melun, 1450, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 52
  53. 53. François Clouet, Dama do Banho, c. 1570, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 53
  54. 54. Jean Clouet, Retrato de Francisco I, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 54
  55. 55. A pintura francesa combina as influências italianas e da pintura flamenga; No século XVI surgiu a escola de Fontainebleau, patrocinada por Francisco I; Principais pintores: Jean Fouquet (c. 1420-81) François e Jean Clouet (c.1485-1540/41) Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 55
  56. 56. Palácio Chambord Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 56
  57. 57. Louvre, fachada ocidental Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 57
  58. 58. A arquitetura foi essencialmente palaciana; Combinou as estruturas góticas com a decoração renascentista. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 58
  59. 59. Jean Goujon, Fonte dos Inocentes (pormenor) Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 59
  60. 60. A escultura revela influências clássicas (sobriedade); Principais escultores: Jean Goujon (1510-68); François Clouet. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 60
  61. 61. Países anglo-saxónicos: Alemanha, Flandres e Inglaterra Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 61
  62. 62. Albrecht Dürer, O caranguejo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 62
  63. 63. Albrecht Dürer, Os quatro Apóstolos, c.1523, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 63
  64. 64. Lucas Cranach, Virgem das Uvas, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 64
  65. 65. Hans Holbein, Os Embaixadores, 1533, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 65
  66. 66. No século XV, o maior pintor alemão foi Albrecht Dürer (14711528); Realizou gravuras; Representa a realidade com pormenor; Lucas Cranach (1472-1553); Hans Holbein (c. 1489-1543) Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 66
  67. 67. Pieter Brueghel, O Velho, Os caçadores, Parábolas dos cegos, Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 67
  68. 68. Na Flandres desenvolveu-se a pintura de paisagens e de género; Pintura de género – pintura da vida quotidiana Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 68
  69. 69. Pieter Brueghel, O Velho (c. 1528-69) foi o principal pintor; Combina cena religiosas com temas campestres e paisagens; Utiliza como modelos pessoas da vida real. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 69
  70. 70. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 70
  71. 71. Hampton Court, c. 1515 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 71
  72. 72. Arsenal de Dantzig Na arquitetura perdura a verticalidade gótica com uma decoração maneirista Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 72
  73. 73. Hubert Gerhard, S. Miguel vencendo o Anjo do Mal, Munique Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 73
  74. 74. Peter Vischer, estátuas do túmulo do Imperador Maximiliano, bronze, Innsbruck Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 74
  75. 75. Principais escultores; Peter Vischer (1460-1529); Hubert Gerhard (c. 1550-1623). Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 75
  76. 76. Espanha El Greco, O enterro do Conde de Orgaz, c. 1588, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 76
  77. 77. O pintor mais importante foi El Greco (1541-1614), grego radicado em Espanha; Realizou uma pintura maneirista, de composições complexas e movimentadas de fortes contrastes cromáticos Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 77
  78. 78. Pedro Machuca, Pátio do Palácio de Carlos V, Granada, 1527 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 78
  79. 79. Palácio do Escorial Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 79
  80. 80. Na arquitetura mantém-se a tradição gótica e mudéjar, combinado com a decoração Plateresca; A construção do Palácio de Carlos V inicia a rutura com a tradição. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 80
  81. 81. Bartolomé Ordóñez, coro da Catedral de Barcelona, relevo em madeira Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 81
  82. 82. Gaspar Becerra, Piedade, c. 1560, madeira policromada Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 82
  83. 83. Juan de Juni, Enterro de Jesus, madeira policromada Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 83
  84. 84. Na escultura espanhola combinaram-se as influências flamengas, góticas e italianas com o plateresco e mudéjar; Principais escultores: Bartolomé Ordóñez (c. 1490-1520); Alonso Berruguete (c. 1486-1561); Juan de Juni (c. 1507-77); Gaspar Becerra (c. 1520-70). Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 84
  85. 85. Portugal Vasco Fernandes, Jesus em Casa de Marta e maria, c. 1542 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 85
  86. 86. Vasco Fernandes, S. Pedro Patriarca, c.1529, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 86
  87. 87. Gaspar Vaz, Adoração dos Magos, óleo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 87
  88. 88. Garcia Fernandes, Natividade, retábulo Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 88
  89. 89. A pintura renascentista portuguesa foi de curta duração; Temática fundamentalmente religiosa; Influências da Flandres, Alemanha e Itália; Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 89
  90. 90. Principais pintores: Vasco Fernandes (c. 1475-1542); Gaspar Vaz (c. 1490-1568); Garcia Fernandes (?-1565) Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 90
  91. 91. Francisco de Holanda, Nossa senhora de Belém Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 91
  92. 92. Gregório Lopes, Martírio de S. Sebastião, c. 1538 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 92
  93. 93. A pintura maneirista portuguesa foi influenciada pela italiana; Temática fundamentalmente religiosa e histórica; Principais pintores: Francisco de Holanda (1517-84); Gregório Lopes (c. 1490-1550) Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 93
  94. 94. Diogo e Miguel Arruda, Igreja da Graça, Évora Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 94
  95. 95. João de Castilho, Claustro do Convento de Cristo, Tomar Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 95
  96. 96. Francisco Arruda, Palácio da Bacalhoa, 1540, Azeitão Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 96
  97. 97. Igreja de S. Paulo, Diu, Índia Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 97
  98. 98. A arquitetura renascentista portuguesa refletiu o espírito da Contra-Reforma; Igrejas-salão; Decoração influenciada pelo plateresco; Influências do ultramar, sobretudo da Índia; Foi de curta duração. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 98
  99. 99. Principais arquitetos: Diogo Arruda (?-1530): Miguel Arruda (?-1563); João Castilho (1490-1553); Diogo Castilho (1493-1574). Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 99
  100. 100. Bastasar Alvares (?), Igreja dos Grilos, Porto Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 100
  101. 101. Juan de Herrera, Igreja de S. Vicente de Fora, 1583 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 101
  102. 102. O maneirismo permaneceu por muito tempo (Séculos XVI, XVII e XVIII), também chamado de Estilo Chão; Exterior sóbrio e interior exuberantemente decorado; As principais construções são igrejas. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 102
  103. 103. Filipe Hodarte, Apóstolos, 1534 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 103
  104. 104. João de Ruão, deposição de Cristo no Túmulo, Coimbra Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 104
  105. 105. Nicolau de Chanterenne, relevos, Mosteiro de Santa Cruz, Coimbra Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 105
  106. 106. Nicolau de Chanterenne, retábulo da Pena, Sintra, 1532 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 106
  107. 107. Nicolau de Chanterenne, túmulo de D. Álvaro da Costa Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 107
  108. 108. Nicolau de Chanterenne, retábulo da Igreja de S. Marcos, Coimbra Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 108
  109. 109. Escultura ligada à tradição gótica; Fundamentalmente ligada à arquitetura; Relevos, retábulos e decoração do interior das igrejas; As influências italianas só chegaram no século XVI. Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 109
  110. 110. Principais escultores: Nicolau de Chanterenne (?-1551); João de Ruão (?-1580); Esta a apresentação foi construída tendo por base o manual, História da Cultura e das Artes,, Ana Lídia Pinto e outros, Porto Editora, 2011 Módulo 5, Curso de Turismo, HCA 110

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