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Um Novo “ABC” das TICs: (A)nalytics +
(B)ig Data + (C)loud Computing
Prof. José Carlos Cavalcanti
Depto. de Economia da UFPE
http://www.creativante.com.br
http://twitter.com/jccavalcanti
http://jccavalcanti.wordpress.com
http://www.facebook.com/jccavalcanti
http://jccavalcanti.tumblr.com
E-mail: cavalcanti.jc@gmail.com
CICTEC/Porto Digital - Recife, 22/05/2013
AGENDA
0- Brevíssima história
1- A posição do Brasil na indústria de TICs
2- Conceitos do novo “ABC” das TICs
3- Porque o novo “ABC” das TICs importa
4- Evolução
5- Aplicações
6- Principais Players
7- Exemplos
8- Desafios futuros
(Arquivo => http://www.creativante.com.br/download/cictec.pdf)
1 Billion gigabytes = 1 exabyte
2004 = 48B
2006 = 192B
2003+2004=72B
2005 = 96B
1 Billion gigabytes = 1 exabyte
2004 = 48B
2006 = 192B
2003+2004=72B
2005 = 96B
Fonte: http://www.economist.com/specialreports/PrinterFriendly.cfm?story_id=15557443. 27th february, 2010.
Dilúvio de Informações
= 40 Zettabytes
(1 zettabyte =
1 trillion
gigabytes)
Dilúvio de Dados/Informações => BIG DATA
Crescimento 4V:
em Volume,
Velocidade ,
Variedade e
Veracidade.
(billions gigabytes)
Fonte: http://bit.ly/13QKLgj
AGENDA
0- Brevíssima história
1- A posição do Brasil na indústria de TICs
2- Conceitos do novo “ABC”
3- Porque o novo “ABC” das TICs importa
4- Evolução
5- Aplicações
6- Principais Players
7- Exemplos
8- Desafios futuros
(Rankings do Índice de
Preparo em Rede - IPR)
“Quando o GITR e o Networked Readiness Index – NRI
(Índice de Preparo em Rede - IPR) foram criados, há 12
(doze) anos, a atenção dos tomadores de decisão e
investidores era sobre a adoção de negócios e estratégias
financeiras que os permitissem desenvolver no contexto
de uma rápida, porém nascente economia da Internet.
Passada mais de uma década, o IPR tem proporcionado
aos líderes de decisões um arcabouço útil para avaliar o
impacto das TICs ao nível global, e para fazer um
benchmark do preparo e uso das TICs em suas economias.
O IPR tem sido considerado um verdadeiro termômetro do
preparo das nações com relação ao seu estágio de
adequação e uso das TICs em suas economias”.
Princípios do IPR
1- Medir os impactos econômico e social das TICs é
crucial;
2- Um ambiente proporcionador determina a capacidade
de uma economia e sociedade beneficiar do uso de TICs;
3- O preparo e o uso das TICs permanecem como
impulsionadores chaves e pré-condições para obtenção
de qualquer impacto;
4- Todos os fatores interagem e co-evolvem no interior
de uma ecossistema;
5- O arcabouço deve prover orientações claras de
políticas e identificar oportunidades de colaboração
público-privada.
A Estrutura do IPR
Rank País/Economia Score Rank de 2012 (dentre 142
países)
1 Finlândia 5.98 3
2 Cingapura 5.96 2
3 Suécia 5.91 1
4 Holanda 5.81 6
5 Noruega 5.66 7
6 Suíça 5.66 5
7 Reino Unido 5.64 10
8 Dinamarca 5.58 4
9 Estados Unidos 5.57 8
10 Taiwan, China 5.57 8
60 Brasil 3.97 64
Tabela 1: O Índice de Preparo em Rede – IPR 2013
Fonte: World Economic Forum (2013). “The Global Information Technology Report – GITR”.
A Estrutura do IPR (Brasil dentre 142 países)
Rank: 107
Rank: 74
Rank: 44
Rank: 50
AGENDA
0- Brevíssima história
1- A posição do Brasil na indústria de TICs
2- Conceitos do novo “ABC” das TICs
3- Porque o novo “ABC” das TICs importa
4- Evolução
5- Aplicações
6- Principais Players
7- Exemplos
8- Desafios futuros
Big Data não implica dizer que os dados
pré-existentes são “pequenos” (o que
não são) ou que seu único desafio é o
seu tamanho (tamanho é apenas um
deles). O termo Big Data se aplica à
informação que não pode ser processada
ou analisada usando processos ou
ferramentas tradicionais.
Big Data é importante devido a alguns
princípios chave:
■ Soluções de Big Data são ideais para analisar
não somente dados brutos estruturados, mas
também dados semiestruturados e dados não
estruturados a partir de uma ampla variedade
de fontes;
■ Soluções de Big Data são ideais para análises
interativas e exploratórias quando medidas de
negócios com dados não são pré-determinadas;
■ Big Data é uma tecnologia adequada para
resolver desafios de informação que não podem
ser tratados pelos enfoques tradicionais de
bancos de dados relacionais usuais no mercado.
Três características definem Big
Data: volume, variedade, e
velocidade (os conhecidos 3 V´s).
Juntas, estas características
definem o que a empresa IBM se
refere à Big Data. Alguns autores
têm acrescentado outra
caraterística (outro V): a da
veracidade.
O fenômeno do Big Data é impulsionado
pela massiva redução em custo na gestão
de dados, combinada com o aumento
exponencial da capacidade de
processamento computacional que
vemos nos dias atuais. Novas tecnologias
têm permitido a manipulação de novas
dimensões de quantidades de dados
rapidamente e de forma
economicamente eficiente (volume e
velocidade).
Enfoques de Big Data requerem novas
ferramentas tais como Analítica (a
descoberta e a comunicação de padrões
– com significado – em dados), que
permitem analisar novas quantidades de
diferentes fontes de informação, como
por exemplo, de redes sociais, engenhos
de busca, transações de pagamentos, ou
todas as categorias de e-Commerce
(variedade).
O sucesso de Big Data é
inevitavelmente relacionado com uma
gestão inteligente de seleção e uso de
dados, bem como esforços conjuntos
em direção a regras claras com
respeito à qualidade dos dados. Uma
clara governança de dados e uma clara
política de dados são inevitáveis para
capacitar um uso de significado dos
dados (veracidade).
As ferramentas de Analítica
(tecnologia “da descoberta e a
comunicação de padrões - com
significado - em dados) podem
ajudar as empresas a sintetizar estes
dados em insights (discernimentos)
que podem aumentar tanto receitas
dos negócios quanto eficiências das
organizações.
Perception of the significance
and nature of events after they
have occurred.
Capacity to discern the nature
of a situation.
Perception of the significance
and nature of events before
they have occurred.
Source: Edjlali, Roxane (2011). “Information 20/20: Focus, Connect and
lead with Information”. Gartner.
Fonte: “Analytics at Work”. Newsletter da Creativante. 28/03/2010.
Livro de Tom Davenport
Cloud Computing é o uso de recursos
computacionais (hardware e software) que
são prestados como um serviço sobre uma
rede (tipicamente a Internet). De acordo com
o Gartner Group cloud computing é um
fenômeno disruptivo com o potencial de
tornar as organizações de TICs mais
responsivas do que nunca. Cloud computing
promete vantagens econômicas, velocidade,
flexibilidade, elasticidade infinita e inovação.
AGENDA
0- Brevíssima história
1- A posição do Brasil na indústria de TICs
2- Conceitos do novo “ABC” das TICs
3- Porque o novo “ABC” das TICs importa
4- Evolução
5- Aplicações
6- Principais Players
7- Exemplos
8- Desafios futuros
- Nesta pesquisa, para entender melhor as empresas
que estão conformando (e estão sendo conformadas)
pela revolução em analítica, foram entrevistados mais
de 2.500 profissionais em duas dúzias de indústrias;
- 67% dos respondentes reportaram que suas empresas
estão ganhando uma vantagem competitiva no uso de
analítica;
- Neste grupo foi identificado um conjunto de empresas
que estão se valendo de analítica tanto para
conquistar vantagem competitiva quanto para inovar.
Estes Inovadores Analíticos constituem os líderes da
revolução analítica.
“Em termos de tendências
de mercado, o Gartner
Group estima que os gastos
totais com cloud services
vão aumentar de US$ 100
bilhões em 2012 para US$
210 bilhões em 2016”.
AGENDA
0- Brevíssima história
1- A posição do Brasil na indústria de TICs
2- Conceitos do novo “ABC” das TICs
3- Porque o novo “ABC” das TICs importa
4- Evolução
5- Aplicações
6- Principais Players
7- Exemplos
8- Desafios futuros
Source: Chen, Hsinchun, Chiang, Roger H. L., and Storey, Veda C. (2012). “Business Intelligence and
Analytics: From Big Data to Big Impact.” MIS Quarterly, Vol. 36, No. 4, 1165-1188, December.
Source: Chen, Hsinchun, Chiang, Roger H. L., and Storey, Veda C. (2012). “Business Intelligence and
Analytics: From Big Data to Big Impact.” MIS Quarterly, Vol. 36, No. 4, 1165-1188, December.
AGENDA
0- Brevíssima história
1- A posição do Brasil na indústria de TICs
2- Conceitos do novo “ABC” das TICs
3- Porque o novo “ABC” das TICs importa
4- Evolução
5- Aplicações
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7- Exemplos
8- Desafios futuros
AGENDA
0- Brevíssima história
1- A posição do Brasil na indústria de TICs
2- Conceitos do novo “ABC” das TICs
3- Porque o novo “ABC” das TICs importa
4- Evolução
5- Aplicações
6- Principais Players
7- Exemplos
8- Desafios futuros
Source: Gartner (2013). Magic Quadrant for Business Intelligence and Analytics Platforms.
AGENDA
0- Brevíssima história
1- A posição do Brasil na indústria de TICs
2- Conceitos do novo “ABC” das TICs
3- Porque o novo “ABC” das TICs importa
4- Evolução
5- Aplicações
6- Principais Players
7- Exemplos
8- Desafios futuros
Example 1: Car Sales
Model
Obs: O coeficiente na variável Google Trends (xt ) implica que um aumento de 1% em volume de busca está associado com
aproximadamente 5% de aumento em vendas.
Example 2: Retail Sales
Example 3: Car Sales
Example 4: Home Sales
Example
5:
Visitors to
Hong
Kong
AGENDA
0- Brevíssima história
1- A posição do Brasil na indústria de TICs
2- Conceitos do novo “ABC” das TICs
3- Porque o novo “ABC” das TICs importa
4- Evolução
5- Aplicações
6- Principais Players
7- Exemplos
8- Desafios futuros
Mayes County, Oklahoma, US
Figura: Demanda de talento analítico nos EUA
pode ser 50 a 60% maior que sua oferta projetada para 2018
Fonte: Mckinsey (2011)
1º Seminário CICTEC - Um Novo ABC das TICs - José Carlos Cavalcanti 22 05 13

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1º Seminário CICTEC - Um Novo ABC das TICs - José Carlos Cavalcanti 22 05 13

  • 1. Um Novo “ABC” das TICs: (A)nalytics + (B)ig Data + (C)loud Computing Prof. José Carlos Cavalcanti Depto. de Economia da UFPE http://www.creativante.com.br http://twitter.com/jccavalcanti http://jccavalcanti.wordpress.com http://www.facebook.com/jccavalcanti http://jccavalcanti.tumblr.com E-mail: cavalcanti.jc@gmail.com CICTEC/Porto Digital - Recife, 22/05/2013
  • 2. AGENDA 0- Brevíssima história 1- A posição do Brasil na indústria de TICs 2- Conceitos do novo “ABC” das TICs 3- Porque o novo “ABC” das TICs importa 4- Evolução 5- Aplicações 6- Principais Players 7- Exemplos 8- Desafios futuros (Arquivo => http://www.creativante.com.br/download/cictec.pdf)
  • 3.
  • 4. 1 Billion gigabytes = 1 exabyte 2004 = 48B 2006 = 192B 2003+2004=72B 2005 = 96B
  • 5.
  • 6.
  • 7. 1 Billion gigabytes = 1 exabyte 2004 = 48B 2006 = 192B 2003+2004=72B 2005 = 96B
  • 8.
  • 9.
  • 11. = 40 Zettabytes (1 zettabyte = 1 trillion gigabytes) Dilúvio de Dados/Informações => BIG DATA Crescimento 4V: em Volume, Velocidade , Variedade e Veracidade. (billions gigabytes) Fonte: http://bit.ly/13QKLgj
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15. AGENDA 0- Brevíssima história 1- A posição do Brasil na indústria de TICs 2- Conceitos do novo “ABC” 3- Porque o novo “ABC” das TICs importa 4- Evolução 5- Aplicações 6- Principais Players 7- Exemplos 8- Desafios futuros
  • 16.
  • 17. (Rankings do Índice de Preparo em Rede - IPR)
  • 18. “Quando o GITR e o Networked Readiness Index – NRI (Índice de Preparo em Rede - IPR) foram criados, há 12 (doze) anos, a atenção dos tomadores de decisão e investidores era sobre a adoção de negócios e estratégias financeiras que os permitissem desenvolver no contexto de uma rápida, porém nascente economia da Internet. Passada mais de uma década, o IPR tem proporcionado aos líderes de decisões um arcabouço útil para avaliar o impacto das TICs ao nível global, e para fazer um benchmark do preparo e uso das TICs em suas economias. O IPR tem sido considerado um verdadeiro termômetro do preparo das nações com relação ao seu estágio de adequação e uso das TICs em suas economias”.
  • 19. Princípios do IPR 1- Medir os impactos econômico e social das TICs é crucial; 2- Um ambiente proporcionador determina a capacidade de uma economia e sociedade beneficiar do uso de TICs; 3- O preparo e o uso das TICs permanecem como impulsionadores chaves e pré-condições para obtenção de qualquer impacto; 4- Todos os fatores interagem e co-evolvem no interior de uma ecossistema; 5- O arcabouço deve prover orientações claras de políticas e identificar oportunidades de colaboração público-privada.
  • 21. Rank País/Economia Score Rank de 2012 (dentre 142 países) 1 Finlândia 5.98 3 2 Cingapura 5.96 2 3 Suécia 5.91 1 4 Holanda 5.81 6 5 Noruega 5.66 7 6 Suíça 5.66 5 7 Reino Unido 5.64 10 8 Dinamarca 5.58 4 9 Estados Unidos 5.57 8 10 Taiwan, China 5.57 8 60 Brasil 3.97 64 Tabela 1: O Índice de Preparo em Rede – IPR 2013 Fonte: World Economic Forum (2013). “The Global Information Technology Report – GITR”.
  • 22. A Estrutura do IPR (Brasil dentre 142 países) Rank: 107 Rank: 74 Rank: 44 Rank: 50
  • 23. AGENDA 0- Brevíssima história 1- A posição do Brasil na indústria de TICs 2- Conceitos do novo “ABC” das TICs 3- Porque o novo “ABC” das TICs importa 4- Evolução 5- Aplicações 6- Principais Players 7- Exemplos 8- Desafios futuros
  • 24.
  • 25. Big Data não implica dizer que os dados pré-existentes são “pequenos” (o que não são) ou que seu único desafio é o seu tamanho (tamanho é apenas um deles). O termo Big Data se aplica à informação que não pode ser processada ou analisada usando processos ou ferramentas tradicionais. Big Data é importante devido a alguns princípios chave:
  • 26. ■ Soluções de Big Data são ideais para analisar não somente dados brutos estruturados, mas também dados semiestruturados e dados não estruturados a partir de uma ampla variedade de fontes; ■ Soluções de Big Data são ideais para análises interativas e exploratórias quando medidas de negócios com dados não são pré-determinadas; ■ Big Data é uma tecnologia adequada para resolver desafios de informação que não podem ser tratados pelos enfoques tradicionais de bancos de dados relacionais usuais no mercado.
  • 27. Três características definem Big Data: volume, variedade, e velocidade (os conhecidos 3 V´s). Juntas, estas características definem o que a empresa IBM se refere à Big Data. Alguns autores têm acrescentado outra caraterística (outro V): a da veracidade.
  • 28. O fenômeno do Big Data é impulsionado pela massiva redução em custo na gestão de dados, combinada com o aumento exponencial da capacidade de processamento computacional que vemos nos dias atuais. Novas tecnologias têm permitido a manipulação de novas dimensões de quantidades de dados rapidamente e de forma economicamente eficiente (volume e velocidade).
  • 29. Enfoques de Big Data requerem novas ferramentas tais como Analítica (a descoberta e a comunicação de padrões – com significado – em dados), que permitem analisar novas quantidades de diferentes fontes de informação, como por exemplo, de redes sociais, engenhos de busca, transações de pagamentos, ou todas as categorias de e-Commerce (variedade).
  • 30. O sucesso de Big Data é inevitavelmente relacionado com uma gestão inteligente de seleção e uso de dados, bem como esforços conjuntos em direção a regras claras com respeito à qualidade dos dados. Uma clara governança de dados e uma clara política de dados são inevitáveis para capacitar um uso de significado dos dados (veracidade).
  • 31.
  • 32. As ferramentas de Analítica (tecnologia “da descoberta e a comunicação de padrões - com significado - em dados) podem ajudar as empresas a sintetizar estes dados em insights (discernimentos) que podem aumentar tanto receitas dos negócios quanto eficiências das organizações.
  • 33. Perception of the significance and nature of events after they have occurred. Capacity to discern the nature of a situation. Perception of the significance and nature of events before they have occurred. Source: Edjlali, Roxane (2011). “Information 20/20: Focus, Connect and lead with Information”. Gartner.
  • 34. Fonte: “Analytics at Work”. Newsletter da Creativante. 28/03/2010. Livro de Tom Davenport
  • 35.
  • 36. Cloud Computing é o uso de recursos computacionais (hardware e software) que são prestados como um serviço sobre uma rede (tipicamente a Internet). De acordo com o Gartner Group cloud computing é um fenômeno disruptivo com o potencial de tornar as organizações de TICs mais responsivas do que nunca. Cloud computing promete vantagens econômicas, velocidade, flexibilidade, elasticidade infinita e inovação.
  • 37.
  • 38. AGENDA 0- Brevíssima história 1- A posição do Brasil na indústria de TICs 2- Conceitos do novo “ABC” das TICs 3- Porque o novo “ABC” das TICs importa 4- Evolução 5- Aplicações 6- Principais Players 7- Exemplos 8- Desafios futuros
  • 39.
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43. - Nesta pesquisa, para entender melhor as empresas que estão conformando (e estão sendo conformadas) pela revolução em analítica, foram entrevistados mais de 2.500 profissionais em duas dúzias de indústrias; - 67% dos respondentes reportaram que suas empresas estão ganhando uma vantagem competitiva no uso de analítica; - Neste grupo foi identificado um conjunto de empresas que estão se valendo de analítica tanto para conquistar vantagem competitiva quanto para inovar. Estes Inovadores Analíticos constituem os líderes da revolução analítica.
  • 44.
  • 45. “Em termos de tendências de mercado, o Gartner Group estima que os gastos totais com cloud services vão aumentar de US$ 100 bilhões em 2012 para US$ 210 bilhões em 2016”.
  • 46. AGENDA 0- Brevíssima história 1- A posição do Brasil na indústria de TICs 2- Conceitos do novo “ABC” das TICs 3- Porque o novo “ABC” das TICs importa 4- Evolução 5- Aplicações 6- Principais Players 7- Exemplos 8- Desafios futuros
  • 47. Source: Chen, Hsinchun, Chiang, Roger H. L., and Storey, Veda C. (2012). “Business Intelligence and Analytics: From Big Data to Big Impact.” MIS Quarterly, Vol. 36, No. 4, 1165-1188, December.
  • 48. Source: Chen, Hsinchun, Chiang, Roger H. L., and Storey, Veda C. (2012). “Business Intelligence and Analytics: From Big Data to Big Impact.” MIS Quarterly, Vol. 36, No. 4, 1165-1188, December.
  • 49. AGENDA 0- Brevíssima história 1- A posição do Brasil na indústria de TICs 2- Conceitos do novo “ABC” das TICs 3- Porque o novo “ABC” das TICs importa 4- Evolução 5- Aplicações 6- Principais Players 7- Exemplos 8- Desafios futuros
  • 50.
  • 51.
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  • 64.
  • 65. AGENDA 0- Brevíssima história 1- A posição do Brasil na indústria de TICs 2- Conceitos do novo “ABC” das TICs 3- Porque o novo “ABC” das TICs importa 4- Evolução 5- Aplicações 6- Principais Players 7- Exemplos 8- Desafios futuros
  • 66. Source: Gartner (2013). Magic Quadrant for Business Intelligence and Analytics Platforms.
  • 67.
  • 68.
  • 69.
  • 70.
  • 71.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
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  • 76.
  • 77.
  • 78. AGENDA 0- Brevíssima história 1- A posição do Brasil na indústria de TICs 2- Conceitos do novo “ABC” das TICs 3- Porque o novo “ABC” das TICs importa 4- Evolução 5- Aplicações 6- Principais Players 7- Exemplos 8- Desafios futuros
  • 79.
  • 80.
  • 81.
  • 82.
  • 83.
  • 84. Example 1: Car Sales Model Obs: O coeficiente na variável Google Trends (xt ) implica que um aumento de 1% em volume de busca está associado com aproximadamente 5% de aumento em vendas.
  • 86.
  • 87. Example 3: Car Sales
  • 90.
  • 91.
  • 92.
  • 93.
  • 94.
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  • 99.
  • 100.
  • 101.
  • 102.
  • 103.
  • 104.
  • 105. AGENDA 0- Brevíssima história 1- A posição do Brasil na indústria de TICs 2- Conceitos do novo “ABC” das TICs 3- Porque o novo “ABC” das TICs importa 4- Evolução 5- Aplicações 6- Principais Players 7- Exemplos 8- Desafios futuros
  • 107.
  • 108.
  • 109.
  • 110.
  • 111.
  • 112.
  • 113.
  • 114.
  • 115.
  • 116.
  • 117.
  • 118.
  • 119. Figura: Demanda de talento analítico nos EUA pode ser 50 a 60% maior que sua oferta projetada para 2018 Fonte: Mckinsey (2011)