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Congonhas • Diogo de Vasconcelos
• Itabirito • Mariana
• Ouro Branco • Ouro Preto
8 dias / 7 noites
7° dia – Mariana
	 Após café da manhã, Visita Guiada aos principais monumentos civis e
religiosos, como a Igreja de São Pedro, a do Carmo e a de São Francisco de Assis
e o Museu de Arte Sacra e da Música.
	Almoço em restaurante local.
	Tarde livre para atividades opcionais:
• Visita a ateliês do Projeto Mariana com Arte;
• Piques e Repiques: a Linguagem dos Sinos de Mariana;
• Oficina de bonecos Toca do Zé Pereira da Chácara;
• Oficina de Violino da Tia Elza;
• Visita à Mina da Passagem;
• Atividades de Aventura e Ecoturismo, no Minas Radical, em Passagem de Mariana.
	 Jantar e noite livre (informe-se sobre a programação cultural da cidade).
8° dia – Mariana / Congonhas
	Em Mariana, manhã livre para compras.
	Ao final da manhã, em único horário, às sextas-feiras e domingos, o imperdível
Concerto de Órgão na Igreja da Sé de música barroca, ao som do órgão Arp Schnitger
(construído na primeira década do século XIII), na Catedral da Sé.
	Após almoço, saída em direção à cidade de Congonhas para Visita Guiada aos
Profetas de Aleijadinho no Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, obra do escultor
mineiro Aleijadinho e tida como o maior conjunto barroco a céu aberto da América Latina.
Em seguida encontro com as artes no Momento Artístico; visita ao espaço do escultor
Luciomar, onde o visitante terá informações sobre a história da escultura, e Visita ao Ateliê
Artes de Euclides, com possibilidade de Oficina de Pedra-sabão ou Madeira, no próprio
ateliê do artista.
	Ao final do dia, será oferecido um Chá com Arte, degustação do chá da
congonha, planta que originou o nome da cidade, acompanhado das quitandas
tradicionais mineiras e performance temática.
	Retorno à cidade de origem.
CidadesHistóricas
deMinas
REGI ã O D AS ARTESREGI ã O D AS ARTES
3° dia – Ouro Preto
	 Visita Guiada em Ouro Preto aos principais monumentos, como à Igreja São
Francisco de Assis, Matriz Nossa Senhora do Pilar, Museus da Inconfidência, Museu do
Oratório e Casa dos Contos.
	Almoço em restaurante escolhido. À tarde visita ao Museu Guignard, com o
Projeto Cartões no Museu Guignard. Uma parada para alimentar a alma e o coração.
É assim que a oficina de cartões faz o convite ao visitante. Guignard, até hoje, inspira o
coração, promovendo um novo olhar sobre cores e paisagens.
	 À noite, passeio noturno.
4° dia – Ouro Preto
	 Visita ao Parque Estadual do Itacolomi, situado entre os municípios de Ouro
Preto e Mariana, conhecendo a parte histórica e as trilhas do parque, que foi marco
para os bandeirantes, com atividades místico-terapêuticas, ecológicas e de aventura,
podendo optar por:
• Oficina de Meditação e Yoga;
• Oficina “Dança Sagrada”;
• Caminhadas em trilhas interpretativas;
• Tirolesa.
	Após o almoço no Parque, tarde livre para compras e visitas às galerias de arte,
apreciando as obras de artistas renomados.
	 A sugestão para a noite é a Visita Musical, um concerto de música colonial da
organista Elisa Freixo, em sua casa.
5° dia – Ouro Preto / Ouro Branco / Ouro Preto
	Após o café da manhã, saída com destino a Ouro Branco para visita à Casa do
Artesão e Oficina da Cerâmica Saramenha, uma arte que nos remete à história.
	Almoço em restaurante escolhido.
	 À tarde, atividades opcionais no distrito de Itatiaia:
• Oficina de Maria’$;
• Oficina de Quitandas.
	Ao final da tarde sugerimos Concerto “Dando Cordas”, com a Orquestra de
Crianças de Ouro Branco, mediante calendário ou sob consulta.
	Retorno a Ouro Preto.
	 Jantar em um dos diversos restaurantes da cidade.
6° dia – Ouro Preto / Diogo de Vasconcelos / Mariana
	Após o café da manhã, passeio pelos distritos de Ouro Preto ou ida a Diogo
de Vasconcelos, de acordo com o interesse do visitante, optando por:
• Visita ao Alambique da Cachaçaria Gota de Minas;
• Visita à Fábrica de Cerâmica Saramenha;
• Visita e Oficina na Fábrica de Pedra-sabão;
• Visita ao Museu das Reduções;
• Do Cafezal ao Cafezinho.
	No distrito de Lavras Novas, a opção é a Cavalgada.
	 Para os interessados em vivenciar um momento rural, sugerimos a Cavalgada
de Diogo de Vasconcelos, um passeio a cavalo ou de charrete, com duração de uma hora
e meia, em torno da fazenda Mata Cães, com degustação de queijo e almoço (comida
mineira). Durante o passeio, é possível apreciar a bela paisagem rural pelas plantações,
com visita a uma cascata.
	 À tarde, saída para Mariana.
	 Chegada a Mariana, check-in em hotel escolhido. Ao final do dia, Visita ao
Ateliê e Espetáculo de Marionetes Musicircus, do artista Catin Nardi.
	 Jantar e noite livre.
Estes produtos turísticos fazem parte de uma roteirização criada pela
Associação das Cidades Históricas de Minas. Algumas das atividades indicadas
só podem ser realizadas com consulta e reserva prévias.
Formada por Ouro Preto, Mariana, Ouro Branco, Itabirito, Congonhas
e Diogo de Vasconcelos, esta região tem vocação incontestavelmente artística.
Ouro Preto e o Conjunto do Santuário de Senhor Bom Jesus de Matosinhos, em
Congonhas, além de marcos do barroco mineiro, são destaques da arquitetura.
Não é à toa que ostentam o título de Patrimônio Cultural da Humanidade.
	 Uma região que se revela na fé, nos mistérios da inconfidência, nos segre-
dos da culinária e no eterno espetáculo das artes. O artesanato em cantaria,
pedra-sabão e cerâmica. A literatura de Gonzaga, Alphonsus de Guimaraens e
Bernardo Guimarães, entre outros. As pinturas que retratam paisagens e escultu-
ras que modelam anjos. A musicalidade e suas manifestações populares, como as
serestas, as bandas e os congados.
	 Viajar por esta região é apreciar mais do que museus, igrejas, grutas e
montanhas, com seus segredos e histórias, mas, também, mostras e espetáculos
de dança, teatro, literatura, artes plásticas e visuais.
Congonhas
	 A obra escultural dos doze profetas de pedra-sabão, de Antônio Francisco
Lisboa – o Aleijadinho –, no adro da Basílica do Bom Jesus de Matosinhos, é o principal
cartão postal de Congonhas. As seis capelas com imagens que contam a Via Sacra de
Jesus Cristo, uma obra de arte que representa os passos da Paixão de Cristo, completam
a paisagem.
	Outro destaque a ser visitado é a Romaria, uma edificação que conta um pouco
da história da cidade e abriga o museu, o centro cultural e a loja de artesanato local. Sua
história remete a uma outra história: a dos romeiros que chegam à cidade para uma das
festas religiosas mais importantes de Minas, a do Bom Jesus.
	O nome da cidade vem de uma planta típica da região, a planta de congonha,
muito usada pela comunidade para fazer chá. Além das propriedades digestivas e
diuréticas, o chá também é estimulante e anti-reumático.
	 Visitar Congonhas e seus profetas inconfidentes é obrigatório para quem quer
conhecer Minas Gerais.
DiogodeVasconcelos
	Localizado a 40km de Mariana, Diogo de Vasconcelos é um pequeno município
com paisagens rurais de grande beleza, que estimula o desenvolvimento turístico para
atividades de natureza.
	A Igreja Matriz de São Domingos foi erguida em 1917 com a participação
da comunidade, que colaborou com os materiais de construção, transportados no
lombo dos cavalos.
	Uma comunidade de fé, costumes tradicionais e fazeres rurais, que convida
à contemplação e ao contato com a simplicidade local.
Itabirito
	Itabirito, do tupi, quer dizer “pedra que risca vermelho”. A cidade ganhou este
nome por causa de um minério de ferro abundante na região. Apesar de misturar o antigo
com o moderno, possui uma vocação rural como nenhuma outra nos arredores e seu
povo é ligado à cultura e às tradições.
	A cidade também ficou conhecida por seu famoso pastel de angu, uma iguaria
tradicional das quitandeiras locais. A arte de Itabirito vem sendo divulgada pelos grupos
de teatro e música durante os festivais culturais promovidos pela cidade.
	Seu entorno convida às trilhas, cachoeiras e fazendas, preparadas para receber
o turismo rural. Sem falar no povo acolhedor, que conta histórias e sabe proteger seu
patrimônio cultural.
Mariana
	 Fundada em 1745, Mariana foi a primeira capital do estado e a primeira sede
do bispado de Minas Gerais. De arquitetura colonial, sofre grande influência da música e
das artes plásticas.
	O importante acervo histórico, representado por suas igrejas e museus, convive
harmonicamente com o comércio frenético.
	A Praça do Coreto é o ponto de encontro da comunidade e dos visitantes. Os
ateliês dos artistas, sempre abertos à visitação, proporcionam um encontro com a
paisagem e os fazeres locais. A música está presente nos concertos da Catedral da Sé,
nas manifestações populares e religiosas, nos corais, bandas e orquestras, que se
apresentam nos eventos do vasto calendário de festas do município.
	 Conhecer Mariana é estar mais perto da religiosidade e dos costumes de Minas.
OuroBranco
	Logo na entrada da cidade, a Serra de Ouro Branco se destaca, fazendo um
convite à natureza.
	O povoado de Santo Antônio de Ouro Branco foi fundado no final do século
XVII, provavelmente no ano de 1664. Ao subir o Rio das Velhas à procura de ouro, os
bandeirantes acabavam se instalando ao pé da Serra do Ouro Branco.
	Ouro Branco também é a cidade do Mestre Bitinho. Conhecido na região como
o Mestre da Cerâmica, o ceramista cultivou a fabricação da Cerâmica Saramenha, uma
técnica utilizada desde o séc. XIX. Saberes e fazeres que passou de pai para filho, desde
seu bisavô, como um “segredo de família”.
	 Visite Ouro Branco e aprecie sua música e artesanato.
OuroPreto
	Há séculos, Ouro Preto conserva sua história. Nos seus casarios, nas igrejas,
nas ruas, nos becos, no cotidiano. Não é à toa que hoje a cidade é Patrimônio
Cultural da Humanidade.
	Obra de arte a céu aberto, a cidade é uma exposição permanente que integra
a arquitetura à sua paisagem natural. O barroco e seu movimento, a Inconfidência
Mineira e seus poetas, o mestre Aleijadinho e suas cantarias, suas minas e grutas.
	 É também cenário de grandes acontecimentos culturais. Os festivais de arte, as
festas populares e religiosas, os artistas contemporâneos, os museus e galerias, as
instituições de ensino, a comunidade. Tudo isso faz de Ouro Preto uma cidade contem-
porânea. Nas idéias, na cultura e, por que não, na história.
	 Caminhar por essa cidade do século XVIII, precisamente de 1711, sempre nos
transporta ao nosso interior. É preciso aguçar todos os sentidos e vivenciar com um novo
olhar a sua arquitetura, tocar o artesanato, provar a gastronomia, escutar o som das ruas
e sentir o cheiro dos caminhos. Muitos são os segredos que poderão ser descobertos
durante sua estada na cidade.
1° dia – Itabirito
	 Chegada a Itabirito e check-in em hotel escolhido. Logo após os visitantes
se encantarão com a Visita Guiada ao Centro Histórico de Itabirito, conhecendo o
patrimônio histórico edificado.
	Almoço na pousada Cata Branca, com atividades culturais na parte da tarde,
quando os visitantes vivenciarão a Oficina de Ceramismo e Pintura de Bonecas Maria
Conga e Philó. Após a oficina, a artesã oferecerá lanche com um dos quitutes mais
populares da cidade: o “pastel de angu”. Para os interessados em culinária, essa
atividade cultural poderá ser complementada com a Oficina de Pastel de Angu.
	Noite livre para vivenciar a vida cultural da cidade.
	 Como atividade opcional, Caminhada Ecológica pelos trechos da Estrada Real
em Acuruí, Córrego Seco e outros povoados, conhecendo a fauna e a flora da região, como
também pontos da Estrada Real.
2° dia – São Gonçalo do Bação (Itabirito) / Ouro Preto
	 Visita Guiada em São Gonçalo do Bação, distrito de Itabirito, com performance
teatral abordando temas relacionados à história, patrimônio material e imaterial,
personagens marcantes, curiosidades e fatos interessantes sobre a localidade, utilizando
textos próprios e de outros autores.
	Almoço em Itabirito e saída para Ouro Preto.
	 Chegada a Ouro Preto, check-in em hotel escolhido. Conhecer Ouro Preto
em sua totalidade é possível através do Ouro Preto sobre Rodas, passeio pelos principais
atrativos da cidade, em carro apropriado, com gravação de informações em três línguas:
português, inglês e francês.
	 Para o final desta tarde, o charmoso Quitutes e Quitandas, uma tradição de
família, na casa em que viveu o poeta Alphonsus de Guimaraens. A conversa sem fim,
receitas e causos, tudo isso acompanhado de um café colonial mineiro, servido aos
visitantes que queiram degustar as quitandas típicas da região, vivenciando um
pouco o dia-a-dia de uma família mineira, ou um maravilhoso Café Mineiro, também
em casa de família.
	Noite livre.

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  • 1. m a i s i n f o r m a ç õ e s : www.CidadesHistoricasdeMinas.com.br Congonhas • Diogo de Vasconcelos • Itabirito • Mariana • Ouro Branco • Ouro Preto 8 dias / 7 noites 7° dia – Mariana Após café da manhã, Visita Guiada aos principais monumentos civis e religiosos, como a Igreja de São Pedro, a do Carmo e a de São Francisco de Assis e o Museu de Arte Sacra e da Música. Almoço em restaurante local. Tarde livre para atividades opcionais: • Visita a ateliês do Projeto Mariana com Arte; • Piques e Repiques: a Linguagem dos Sinos de Mariana; • Oficina de bonecos Toca do Zé Pereira da Chácara; • Oficina de Violino da Tia Elza; • Visita à Mina da Passagem; • Atividades de Aventura e Ecoturismo, no Minas Radical, em Passagem de Mariana. Jantar e noite livre (informe-se sobre a programação cultural da cidade). 8° dia – Mariana / Congonhas Em Mariana, manhã livre para compras. Ao final da manhã, em único horário, às sextas-feiras e domingos, o imperdível Concerto de Órgão na Igreja da Sé de música barroca, ao som do órgão Arp Schnitger (construído na primeira década do século XIII), na Catedral da Sé. Após almoço, saída em direção à cidade de Congonhas para Visita Guiada aos Profetas de Aleijadinho no Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, obra do escultor mineiro Aleijadinho e tida como o maior conjunto barroco a céu aberto da América Latina. Em seguida encontro com as artes no Momento Artístico; visita ao espaço do escultor Luciomar, onde o visitante terá informações sobre a história da escultura, e Visita ao Ateliê Artes de Euclides, com possibilidade de Oficina de Pedra-sabão ou Madeira, no próprio ateliê do artista. Ao final do dia, será oferecido um Chá com Arte, degustação do chá da congonha, planta que originou o nome da cidade, acompanhado das quitandas tradicionais mineiras e performance temática. Retorno à cidade de origem. CidadesHistóricas deMinas REGI ã O D AS ARTESREGI ã O D AS ARTES 3° dia – Ouro Preto Visita Guiada em Ouro Preto aos principais monumentos, como à Igreja São Francisco de Assis, Matriz Nossa Senhora do Pilar, Museus da Inconfidência, Museu do Oratório e Casa dos Contos. Almoço em restaurante escolhido. À tarde visita ao Museu Guignard, com o Projeto Cartões no Museu Guignard. Uma parada para alimentar a alma e o coração. É assim que a oficina de cartões faz o convite ao visitante. Guignard, até hoje, inspira o coração, promovendo um novo olhar sobre cores e paisagens. À noite, passeio noturno. 4° dia – Ouro Preto Visita ao Parque Estadual do Itacolomi, situado entre os municípios de Ouro Preto e Mariana, conhecendo a parte histórica e as trilhas do parque, que foi marco para os bandeirantes, com atividades místico-terapêuticas, ecológicas e de aventura, podendo optar por: • Oficina de Meditação e Yoga; • Oficina “Dança Sagrada”; • Caminhadas em trilhas interpretativas; • Tirolesa. Após o almoço no Parque, tarde livre para compras e visitas às galerias de arte, apreciando as obras de artistas renomados. A sugestão para a noite é a Visita Musical, um concerto de música colonial da organista Elisa Freixo, em sua casa. 5° dia – Ouro Preto / Ouro Branco / Ouro Preto Após o café da manhã, saída com destino a Ouro Branco para visita à Casa do Artesão e Oficina da Cerâmica Saramenha, uma arte que nos remete à história. Almoço em restaurante escolhido. À tarde, atividades opcionais no distrito de Itatiaia: • Oficina de Maria’$; • Oficina de Quitandas. Ao final da tarde sugerimos Concerto “Dando Cordas”, com a Orquestra de Crianças de Ouro Branco, mediante calendário ou sob consulta. Retorno a Ouro Preto. Jantar em um dos diversos restaurantes da cidade. 6° dia – Ouro Preto / Diogo de Vasconcelos / Mariana Após o café da manhã, passeio pelos distritos de Ouro Preto ou ida a Diogo de Vasconcelos, de acordo com o interesse do visitante, optando por: • Visita ao Alambique da Cachaçaria Gota de Minas; • Visita à Fábrica de Cerâmica Saramenha; • Visita e Oficina na Fábrica de Pedra-sabão; • Visita ao Museu das Reduções; • Do Cafezal ao Cafezinho. No distrito de Lavras Novas, a opção é a Cavalgada. Para os interessados em vivenciar um momento rural, sugerimos a Cavalgada de Diogo de Vasconcelos, um passeio a cavalo ou de charrete, com duração de uma hora e meia, em torno da fazenda Mata Cães, com degustação de queijo e almoço (comida mineira). Durante o passeio, é possível apreciar a bela paisagem rural pelas plantações, com visita a uma cascata. À tarde, saída para Mariana. Chegada a Mariana, check-in em hotel escolhido. Ao final do dia, Visita ao Ateliê e Espetáculo de Marionetes Musicircus, do artista Catin Nardi. Jantar e noite livre. Estes produtos turísticos fazem parte de uma roteirização criada pela Associação das Cidades Históricas de Minas. Algumas das atividades indicadas só podem ser realizadas com consulta e reserva prévias.
  • 2. Formada por Ouro Preto, Mariana, Ouro Branco, Itabirito, Congonhas e Diogo de Vasconcelos, esta região tem vocação incontestavelmente artística. Ouro Preto e o Conjunto do Santuário de Senhor Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, além de marcos do barroco mineiro, são destaques da arquitetura. Não é à toa que ostentam o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. Uma região que se revela na fé, nos mistérios da inconfidência, nos segre- dos da culinária e no eterno espetáculo das artes. O artesanato em cantaria, pedra-sabão e cerâmica. A literatura de Gonzaga, Alphonsus de Guimaraens e Bernardo Guimarães, entre outros. As pinturas que retratam paisagens e escultu- ras que modelam anjos. A musicalidade e suas manifestações populares, como as serestas, as bandas e os congados. Viajar por esta região é apreciar mais do que museus, igrejas, grutas e montanhas, com seus segredos e histórias, mas, também, mostras e espetáculos de dança, teatro, literatura, artes plásticas e visuais. Congonhas A obra escultural dos doze profetas de pedra-sabão, de Antônio Francisco Lisboa – o Aleijadinho –, no adro da Basílica do Bom Jesus de Matosinhos, é o principal cartão postal de Congonhas. As seis capelas com imagens que contam a Via Sacra de Jesus Cristo, uma obra de arte que representa os passos da Paixão de Cristo, completam a paisagem. Outro destaque a ser visitado é a Romaria, uma edificação que conta um pouco da história da cidade e abriga o museu, o centro cultural e a loja de artesanato local. Sua história remete a uma outra história: a dos romeiros que chegam à cidade para uma das festas religiosas mais importantes de Minas, a do Bom Jesus. O nome da cidade vem de uma planta típica da região, a planta de congonha, muito usada pela comunidade para fazer chá. Além das propriedades digestivas e diuréticas, o chá também é estimulante e anti-reumático. Visitar Congonhas e seus profetas inconfidentes é obrigatório para quem quer conhecer Minas Gerais. DiogodeVasconcelos Localizado a 40km de Mariana, Diogo de Vasconcelos é um pequeno município com paisagens rurais de grande beleza, que estimula o desenvolvimento turístico para atividades de natureza. A Igreja Matriz de São Domingos foi erguida em 1917 com a participação da comunidade, que colaborou com os materiais de construção, transportados no lombo dos cavalos. Uma comunidade de fé, costumes tradicionais e fazeres rurais, que convida à contemplação e ao contato com a simplicidade local. Itabirito Itabirito, do tupi, quer dizer “pedra que risca vermelho”. A cidade ganhou este nome por causa de um minério de ferro abundante na região. Apesar de misturar o antigo com o moderno, possui uma vocação rural como nenhuma outra nos arredores e seu povo é ligado à cultura e às tradições. A cidade também ficou conhecida por seu famoso pastel de angu, uma iguaria tradicional das quitandeiras locais. A arte de Itabirito vem sendo divulgada pelos grupos de teatro e música durante os festivais culturais promovidos pela cidade. Seu entorno convida às trilhas, cachoeiras e fazendas, preparadas para receber o turismo rural. Sem falar no povo acolhedor, que conta histórias e sabe proteger seu patrimônio cultural. Mariana Fundada em 1745, Mariana foi a primeira capital do estado e a primeira sede do bispado de Minas Gerais. De arquitetura colonial, sofre grande influência da música e das artes plásticas. O importante acervo histórico, representado por suas igrejas e museus, convive harmonicamente com o comércio frenético. A Praça do Coreto é o ponto de encontro da comunidade e dos visitantes. Os ateliês dos artistas, sempre abertos à visitação, proporcionam um encontro com a paisagem e os fazeres locais. A música está presente nos concertos da Catedral da Sé, nas manifestações populares e religiosas, nos corais, bandas e orquestras, que se apresentam nos eventos do vasto calendário de festas do município. Conhecer Mariana é estar mais perto da religiosidade e dos costumes de Minas. OuroBranco Logo na entrada da cidade, a Serra de Ouro Branco se destaca, fazendo um convite à natureza. O povoado de Santo Antônio de Ouro Branco foi fundado no final do século XVII, provavelmente no ano de 1664. Ao subir o Rio das Velhas à procura de ouro, os bandeirantes acabavam se instalando ao pé da Serra do Ouro Branco. Ouro Branco também é a cidade do Mestre Bitinho. Conhecido na região como o Mestre da Cerâmica, o ceramista cultivou a fabricação da Cerâmica Saramenha, uma técnica utilizada desde o séc. XIX. Saberes e fazeres que passou de pai para filho, desde seu bisavô, como um “segredo de família”. Visite Ouro Branco e aprecie sua música e artesanato. OuroPreto Há séculos, Ouro Preto conserva sua história. Nos seus casarios, nas igrejas, nas ruas, nos becos, no cotidiano. Não é à toa que hoje a cidade é Patrimônio Cultural da Humanidade. Obra de arte a céu aberto, a cidade é uma exposição permanente que integra a arquitetura à sua paisagem natural. O barroco e seu movimento, a Inconfidência Mineira e seus poetas, o mestre Aleijadinho e suas cantarias, suas minas e grutas. É também cenário de grandes acontecimentos culturais. Os festivais de arte, as festas populares e religiosas, os artistas contemporâneos, os museus e galerias, as instituições de ensino, a comunidade. Tudo isso faz de Ouro Preto uma cidade contem- porânea. Nas idéias, na cultura e, por que não, na história. Caminhar por essa cidade do século XVIII, precisamente de 1711, sempre nos transporta ao nosso interior. É preciso aguçar todos os sentidos e vivenciar com um novo olhar a sua arquitetura, tocar o artesanato, provar a gastronomia, escutar o som das ruas e sentir o cheiro dos caminhos. Muitos são os segredos que poderão ser descobertos durante sua estada na cidade. 1° dia – Itabirito Chegada a Itabirito e check-in em hotel escolhido. Logo após os visitantes se encantarão com a Visita Guiada ao Centro Histórico de Itabirito, conhecendo o patrimônio histórico edificado. Almoço na pousada Cata Branca, com atividades culturais na parte da tarde, quando os visitantes vivenciarão a Oficina de Ceramismo e Pintura de Bonecas Maria Conga e Philó. Após a oficina, a artesã oferecerá lanche com um dos quitutes mais populares da cidade: o “pastel de angu”. Para os interessados em culinária, essa atividade cultural poderá ser complementada com a Oficina de Pastel de Angu. Noite livre para vivenciar a vida cultural da cidade. Como atividade opcional, Caminhada Ecológica pelos trechos da Estrada Real em Acuruí, Córrego Seco e outros povoados, conhecendo a fauna e a flora da região, como também pontos da Estrada Real. 2° dia – São Gonçalo do Bação (Itabirito) / Ouro Preto Visita Guiada em São Gonçalo do Bação, distrito de Itabirito, com performance teatral abordando temas relacionados à história, patrimônio material e imaterial, personagens marcantes, curiosidades e fatos interessantes sobre a localidade, utilizando textos próprios e de outros autores. Almoço em Itabirito e saída para Ouro Preto. Chegada a Ouro Preto, check-in em hotel escolhido. Conhecer Ouro Preto em sua totalidade é possível através do Ouro Preto sobre Rodas, passeio pelos principais atrativos da cidade, em carro apropriado, com gravação de informações em três línguas: português, inglês e francês. Para o final desta tarde, o charmoso Quitutes e Quitandas, uma tradição de família, na casa em que viveu o poeta Alphonsus de Guimaraens. A conversa sem fim, receitas e causos, tudo isso acompanhado de um café colonial mineiro, servido aos visitantes que queiram degustar as quitandas típicas da região, vivenciando um pouco o dia-a-dia de uma família mineira, ou um maravilhoso Café Mineiro, também em casa de família. Noite livre.