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Entrepalavras8 marco2016

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Jornal do Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova

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Entrepalavras8 marco2016

  1. 1. entrepalavrasAGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ SILVESTRE RIBEIRO, Idanha-a-Nova www.agrupamentoidanha.com Jornal escolar, com trabalhos realizados pelos alunos e professores, estando aberto à participação de toda a comunidade edu- cativa. Visa registar os momentos mais significativos da vida da escola, bem como fazer eco das ideias, preocupações e ansei- os dos que nela estudam e trabalham. Editor: Biblioteca Escolar do Agrupamento de Esco- las José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova www.crejsr.blogspot.com Contactos Telefone-277200260 Fax—277202400 gestaoidanha@hotmail.com agr.idanha.sec@gmail.com crejsr@gmail.com Rua Dr. Aprígio Meireles 6060-101 Idanha-a-Nova Conceção e montagem gráfica Equipa da Biblioteca Escolar JSR
  2. 2. VAMOS CANTAR AS JANEIRAS Vamos cantar as janeiras Vamos cantar as janeiras Por esses quintais adentro vamos...
  3. 3. EDUCAÇÃO FÍSICA CORTA MATO 15/1/2016
  4. 4. DESFILE DE CARNAVAL
  5. 5. Clube de Bombos do Agrupamento “Os Bombombos” Todas a quar- tas feiras, pe- las 14h30, eco- am pela escola os sons graves e constantes, com ritmo, que nos levam a bater o pé... São os Bom- bombos, com o professor António Pedro a impor o rit- mo!
  6. 6. A missão em Idanha-a-Nova é organizada, pelo terceiro ano con- secutivo, pela Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Idanha- a-Nova e de outras entidades locais. Os jovens disponibilizaram-se para, durante a pausa letiva entre semes- tres, passar uma semana a desenvolver ações de voluntariado com esco- las, lares de terceira idade, centros de dia e residentes de Idanha-a-Nova.
  7. 7. CONCURSO NACIONAL DE LEITURA CANDIDATOS SELECIONADOS PARA A 2ªFASE, A DECORRER EM BELMONTE, EM 13 DE ABRIL Candidatos do 3º ciclo Beatriz Almeida, 9º ano (100 pontos) Ana Rita Santos, 9º ano (100 pontos) Mariana Camisão, 7º ano (98 Candidatos do ensino secundá- rio Andreia Gaspar (100 pontos) Inês Josefa (96 pontos) Beatriz Campos ( 96 pontos) No ensino secundário foi lida a obra “A cidade e as serras” de Eça de Queiroz. Participaram 30 dos 97 alunos- taxa de participação 31% Quando li este livro, aprendi que a forma de escrever de Eça de Queiroz é bastante complicada mas tam- bém bastante elaborada, com recursos a um vocabu- lário rico e invulgar. Aprendi também que a vida da cidade é bastante stressante e pode ser complicada. A vida no campo é mais saudável. Uma lição importante é que o excesso de riqueza po- de ser aborrecido e enfadonho. A vida mais pobre po- de ser mais interessante. É um livro bom com uma linguagem incomum. Nuno Pereira, 10ºA Esta magnífica obra, como qualquer outra doi grande Eça de Queiroz, fez-me reflectir após a sua leitura e apreciá-la desce a primeira letra até à última, com a sua escrita, por vezes difícil de compreender, mas que é uma bênção para as mentes sedentas de cultura. O que aprendi desta obra, principalmente, foi o valor da amizade e do companheirismo que me fez reflectir obre o que é a vida e os seus capri- chos. Natanael Santos, 10ºA (…) aprendi que a felicida- de não provem da rique- za, mas sim da amizade. (…) A felicidade não nos procura, nós é que temos que a procurar. Dinis Geraldes, 10ºA Este livro ensina-me que a amizade é das coisas mais importantes da vida. O exemplo dado por Jacinto revela que, por mais rico que um homem seja, sem a amizade, ele nunca vai ser feliz.(…) João Varão, 10ºA
  8. 8. No 3º ciclo foram lidos 3 obras diferentes: 7º ano - O gato que ensonou a gaivota a voar, Luís Sepúlveda 8º ano - 900- História de um rei, Pedro Serome- nho 9º ano - O velho e o mar, Ernest Hemingway Participação de 114 alunos em 153 alunos 75% dos alu- nos do 3º ciclo participaram! Os 3 alunos com melhor classificação do 7º ano: 100 pontos - Mariana Camisão 88 pontos- Bianca Mendes 86 pontos - João Ambrósio e Maria Manuel Parente Os 3 alunos com melhor classificação do 8º ano: 79 pontos - Ricardo Machado 70 pontos - Catarina Couchinho 58 pontos – Maria Costa Martins Os 3 alunos com melhor classificação do 9º ano: 100 pontos- Ana Rita Santos 100 pontos- Beatriz Almeida 97 pontos - Raquel Nunes Questionários—Paulo Antunes, Paula Nabais, Maria Albina Alves, Dores Pinto Aplicações multimédia—Paulo Antunes e Dores Pinto Correção—Dores Pinto
  9. 9. Durante as provas eliminatórias do C.N.L. —1ª fase
  10. 10. Apoio das Juntas de Freguesia de Idanha, Ladoeiro e Zebreira. Nos dias 4 e 5 de fevereiro, Pedro Seromenho esteve nas nossas bi- bliotecas escolares e encantou os alunos. Apresentou os seus livros e contou as suas histórias. Foram 2 dias de dramatização de histórias, de interacção com os alunos e ilustração ao vivo. Reside em Braga e dedica-se inteiramente a escrever e a ilustrar li- vros para várias editoras nacionais e brasileiras.
  11. 11. Ao mesmo tempo que conta a história, Pedro Seromenho ilustra com a ajuda das ideias das cri- Com as professoras que tão bem nos receberam!
  12. 12. Por que é que o dinossauro, a tou- peira, o papagaio e muitos animais não podem condu- zir? Sem regras nem sinais, as estradas são uma selva e os perigos muitos mais.
  13. 13. EB/JI DE LADOEIRO O Presidente da Junta de Freguesia e as queri- das professoras que nos receberam. Foi tão bom!
  14. 14. Como era dia do desfile de carnaval, a magia das palavras do escritor aliava-se às criações que as crianças vestiam. Que ilu- são tão bonita!
  15. 15. EB/JI DE IDANHA-A-NOVA
  16. 16. No final, um lanche com delícias da região que as professoras ofereceram. Tão gostoso! Por nós... Agradecimentos às professoras, ao Pedro Seromenho, ao Pedro Rafael e aos presidentes das Juntas de freguesia! Até à próxima!
  17. 17. A nossa opinião sobre o escritor… Olá! Nós, os alunos da Turma C, 2.º Ano, gostamos muito de ler e escrever. No dia cinco de fevereiro de 2016, tivemos um dia muito especial. Conhecemos o es- critor Pedro Seromenho Rocha. Um escritor de verdade! Ele veio à nossa escola e leu-nos algumas das histórias que já escreveu. As palavras dele ganham vida nos desenhos que cria, ali, naquele momento. Parecia magia. Foi uma tarde mágica! 2º C, EB! De Idanha-a-Nova "A Matemática é o Alfabeto com o qual Deus escreveu o Universo!” Pitágoras A Matemática é um jogo que é preciso desenhar, escrever e calcular. Turma C, 2.º Ano
  18. 18. Adivinhas sobre os Descobrimentos Portugue- ses. Os descobrimentos portugueses foram o conjunto de conquistas/ descobertas realizadas pelos portugueses em viagens e explorações maríti- mas entre 1415 e 1543 que começaram com a conquista de Ceuta em Áfri- ca. Navegador me chamaram Mas eu pouco naveguei Mandei navegar os outros E mundos novos achei. Quem fui eu? 2- Tenho no nome uma flore os ventos a soprar.Tens de me conhecer bemse te queres orientar. Quem sou eu? 3- Graciosa, mui ligeira Sou fácil de manobrar C’o as minhas velas latinas Eu consigo bolinar. Quem sou eu? 4- Nos tempos da ExpansãoCom Espanha dividi o MundoRecebia ouro da Mina Fui El-Rei... 5- Sou grande, forte e segura P'ra resistir ao mar mau, Feita p'rás grandes viagens Aqui vou eu: uma... 6- Quem já me experimen- tou sem mim não pode passar . Vim da África Oriental Para o mundo “conquistar” Em toda a parte me bebem Ou quente ou p’ra refrescar Entro em pudins e gelados Vais conseguir acertar? Sou o... 7- Eu fui o Rei Venturoso E não me posso queixar Tive filhos, poder, riquezas E um Império pra governar Quem fui eu? 8- Cumpri sua ordem À Índia cheguei Com grandes traba- lhos Dois anos levei. De regresso ao reino Com especiaria D. Manuel me rece- beu Com grande alegria. Quem fui eu? Professora: Mª José Faria
  19. 19. Ligue os pontos e descubra o que os portu- gueses usaram para che- gar ao Brasil. Faça a legenda de cada letra do mapa e trace no mesmo as linhas do Tratado de Tordesilhas. A_____________________________ B______________________________ C _________________________________
  20. 20. Descobre o intruso Em cada grupo há um intruso, isto é, um elemento que não faz parte do conjunto 1. A. Fernão Gomes B. Bartolomeu Dias C. Pedro Álvares Cabral D. Vasco da Gama 2. A. D. Afonso V B. D. Manuel I C. D. João II D. Infante D. Henrique 3. A. Serra Leoa B. Açores C. Cabo Verde D. Madeira 4. A. S. Tomé e Príncipe B. Santa Catarina C. Bojador D. Boa Esperança 5. A. Submarino B. Caravela C. Barca D. Nau 6. A. Quadrante B. Bússola C. Astrolábio D. Microscópio Descobre na sopa de letras (horizontal/vertical/ diagonal) as palavras que são indicadas e que estão rela- cionadas com os Descobrimentos. Professora: Mª José Faria
  21. 21. Sinopse—A minha História dos Descobrimentos Quem foi o Infante D. Henrique? O que era o mar tenebroso? Por onde viajou Vasco da Gama? Como era viver a bordo de uma nau? Que riquezas se exploravam no Brasil? A minha História dos Descobrimentos responde-te a estas e muitas outras questões da grande epopeia portuguesa iniciada há 600 anos. Desafiamos- te a conhecer os protagonistas, os ideais que alimentaram esta aventura, os mitos que se enfrentaram, os locais por onde passaram os portugueses, as mudanças que provocaram e as marcas desses encontros de cultura que ainda perduram. Uma forma divertida mas rigorosa de conhecer a Histó- ria dos Descobrimentos feita a pensar nos mais novos! Sinopse—D. Manuel I, "O Venturoso" D. Manuel I foi o 14º rei de Portugal. Dos mais importantes acontecimentos do reinado de D. Manuel destacam-se a descober- ta do caminho marítimo para a Índia com Vasco da Gama, e a chegada ao Brasil com Pedro Álvares Cabral, que definiram o Império Marítimo português. O estilo manuelino deve a este rei o seu nome, e podemos encontrá-lo no Mosteiro dos Jeróni- mos, na janela do Convento de Cristo, e em várias igrejas por todo o país. Sinopse Pêro da Covilhã e a Misteriosa Via- gem No momento de relembrar e pensar os Descobrimentos Portugueses deve assumir lugar de destaque a divulgação da vida, da obra e da terra dos grandes vultos ligados à serra da Estrela e à criação do mun- do moderno. Pêro da Covilhã é sem dúvida um desses expoentes, sendo decisiva a sua ação ao explorar os portos da África Oriental, da Arábia e da Índia, o que lhe permitiu enviar para Portugal a certeza da ligação entre os Oceanos Atlântico e Índico. José Ruy, mestre de invulgar quali- dade, dá-nos, neste álbum um re- trato rigoroso da vida extremamen- te rica deste viajante e explorador nascido na serra da Estrela. Sinopse Os Descobrimentos Portugueses Os Descobrimentos portugueses contribuíram para um melhor co- nhecimento do Mundo, baseado na observação e experiência, que estão na origem da ciência moderna. Os continentes aproximaram-se e desenvolveram-se as trocas comerciais à escala global. Lisboa torna- se uma das cidades mais importantes da época, atraindo mercadores de várias regiões da Europa.
  22. 22. Sinopse—Infante D. Henrique - O Navegador dos Sonhos Foi em pleno século XV que o Infante D. Henrique, homem dis- creto mas de grande ambição, começou a projetar os novos rumos para o reino. Enfrentar o oceano e os seus perigos e se- guir rumo a sul foi o objetivo que traçou para a expansão de Portugal, em busca de novos mundos e de novas rotas comer- ciais. Foi graças à sua visão que tiveram início os Descobrimen- tos portugueses e Portugal se transformou num grande impé- rio. Passados que estão 550 anos sobre a sua morte, José Jorge Letria recorda o Infante e relata-nos o seu excecional percurso de vida, numa história ilustrada por Afonso Cruz. Sinopse—Navegadores Portugueses Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura3º, 4º, 5º e 6º Anos de Escolaridade Apoio a Projetos relacionados com História de Portugal Grandes Navegadores e Grandes Descobertas! Neste livro vai encontrar os nomes dos mais importantes navegadores portugueses, homens inteli- gentes e corajosos, cujos feitos deram a conhecer muitas terras, gentes, culturas e oportunidades de negócio. Detenha-se em cada página e pro- cure viver cada facto como se fosse um Grande Navegador. Sinopse Os Descobrimentos Portugueses “O mundo ficou mais pequeno, porque passaram a existir poucas zonas desconhecidas. Foi uma grande revolução, com avanços extraordinários no conhecimento da geogra- fia. Muito antes da Internet, os Descobrimentos afirmaram -se como um elo de ligação entre o norte e sul, este e oes- te. Com os Portugueses, o mundo tornou-se global.”. Sinopse—Os Oami e o lado sombrio dos des- cobrimentos O povo Oami vivia no seu território desde um tempo imemorial. Regiam-se pela Lei, pela Tra- dição e por um legado intemporal e sagrado advindo dos antepassados e, primordialmente, do Grande Espírito. Esse mundo vai ser amea- çado pela corrida ibérica ao domínio do desig- nado Novo Mundo, mais tarde América. A vida de todos os povos do Novo Mundo vai correr sérios riscos de se alterar, arruinar e desmoro- nar. Será que o povo Oami conseguirá suster a vaga con- quistadora, colonizadora e sobreviver? A outra face dos Descobrimentos. A era da expansão europeia vista pelos que foram «descobertos», con- quistados e colonizados. O lado obscuro, trágico, dra- mático e cruel do começo da Era Moderna, dos sécu- los XV e XVI.
  23. 23. Sinopse—Os Descobrimentos Portugueses. Viagens e Aventuras - I Volume Os Descobrimentos henriquinos e joaninos, das ilhas atlânticas à passagem do Cabo da Boa Esperança. Visita de estudo ao Museu da Eletricidade em Lisboa No dia 25 de fevereiro, as turmas de 9º ano visitaram, no âmbito das disciplinas de Físico-Química e História, o Museu da Eletricidade, com as Professoras Carla Ribeiro, Elisabete Cristóvão e Maria José Faria. A saída da escola foi por volta das 7:30h da manhã em direção a Lisboa. Chegados ao Museu, começámos por observar o exterior do edifício que é imponente, o qual foi em tempos a central termoelétrica (de carvão) que abastecia Lisboa. Trata-se de um edifício único no panorama arquite- tónico de Lisboa, e um dos mais belos exemplos de arquitetura industrial da primeira metade do século XX em Portugal. Após observarmos o exteri- or do edifício, alunos e professores aguardaram que se cumprissem as for- malidades. Quando os guias chegaram fomos divididos em dois grupos para visitarmos o museu. Os guias começaram por explicar o que iríamos ver, fizeram a contex- tualização não esquecendo a localização no tempo e no espaço. De segui- da iniciou-se a visita. Já dentro da antiga central, pudemos admirar os so- berbos equipamentos onde se sucedia o processo de produção de ener- gia, das caldeiras aos gigantescos eletroímanes, passando pelo transporte do carvão à recolha das cinzas; para além disso, tivemos ainda o prazer de “conhecer” algumas das profissões que aí se exerciam. No decorrer da vi- sita deslocámo-nos para uma sala onde o guia aprofundou (e relembrou) alguns conceitos e matérias estudados em Físico-Química, através de ex- periências e de modelos que nos ajudaram a perceber a descoberta da eletricidade e como esta é produzida e aplicada no nosso dia-a-dia. Findá- mos a visita numa sala onde realizámos as mais diversas experiências rela- cionadas com a eletricidade, e onde nos divertimos bastante. No fim de cada grupo ter feito a visita, despedimo-nos agradecendo aos guias a sua prestação mas lamentando a duração da visita (cerca de 1h e 30m), que nos soube a “pouco”. Pelas 13h e 30m, dirigimo-nos aos jardins de Belém, onde se fez uma pausa para o almoço. Após o agradável almoço que o bom tempo e a boa disposição nos permitiram, aproveitámos para visitar a Igreja dos Jeróni- mos; Padrão dos Descobrimento observar ainda a Ponte 25 de abril; Cristo Rei; Torre de Belém; Centro cultural de Belém…, que foram devidamente contextualizados pelas docentes da disciplina de História. E era chegada a hora de partir (15h e 30m) em direção a Idanha-a-Nova onde chegámos por volta das 19h e 30m, cansados, mas decerto mais cul- tos e com valiosos conhecimentos arrecadados! Boneco Chegador ao Museu da Eletrici- Cinzeiros da caldeira de alta pressao nº14 da Central Tejo Ponte 25 de abril e Cristo Rei Padrao dos Descobrimentos Mosteiro dos Jeronimos A Professora: Mª José Faria
  24. 24. Educação literária Os alunos das turmas E e F da E.B.1 de Idanha-a-Nova, no âmbito da Educação Literária e do concurso “Ler dá gozo” estão a ilustrar a história “O Gigante Egoísta”, de Oscar Wil- de. Esta atividade tem como objetivo promover o gosto pela leitura, e criar hábitos de leitura e escrita, veiculados por la- ços afetivos e sociais no prazer de ler e escrever. Uso do computador O computador pode ter benefícios e malefí- cios. Ao estar muito tempo no computador pode ter malefícios, tais como, uma pessoa ao estar a olhar fixamente para o computador pode ter problemas de visão. Isola- se da sociedade, logo cria falta de socialização. Pode criar dependên- cia, isto é, ficar viciado. Ao ficar muito tempo sentado fica sedentário e se ficar mal sentado cria uma má postura. O computador também tem benefícios, co- mo por exemplo, pode dar informação sobre o que se passa no mundo e informar sobre os as- suntos que se quer saber. Através dele faz-se mais facilmente os trabalhos, podemo-nos di- vertir através dos jogos, aprender várias lín- guas, e por vezes, pode-se comunicar com ami- gos e familiares mas nunca com pessoas que não É importante utilizarmos o computador, mas não se deve usar em João Pedro, 4.º Ano – Turma E – E.b.1 de Idanha-a-Nova O Computador O Computador é uma máquina eletrónica que permite processar dados. Esta máquina é muito utilizada nos dias de hoje, por crian- ças, adultos e até idosos. Quem tem computador não consegue passar sem ele e quem não o utiliza nem imagina o que se conse- gue Eu utilizo o computador para jogar, para aprender e tirar dúvidas, mas para eu tirar proveito máximo do computador tem de estar ligado à internet. Os meus pais não me deixam estar muito tempo ao computador, porque apenas temos um para ser utilizado por quatro pessoas. Por isso, temos um horário destinado para cada um. Eu também não consigo estar muito tempo ao computador, por- que me canso.Os benefícios do computador são vários, mas desta- cam-se: a aprendizagem, difusão de conhecimentos, comunicação, fazer novas amizades, lazer e é ferramenta fundamental de traba- lho para determinadas empresas. Mas como quase tudo também tem malefícios quando a sua utili- zação é exagerada, tais como: se estivermos muitas horas ao com- putador podemos sentir cansaço, dores de cabeça, irritação nos olhos e fadiga, lesões musculares e por vezes até ósseas em especi- al nas mãos e na coluna, pode também levar ao isolamento das pessoas fazendo com que não tenham uma vida social considerada normal. Luís Martins, 4.º Ano – Turma E- E.B.1 de Idanha-a-Nova E.B.1 de Idanha-a-Nova, turmas E e F.
  25. 25. Atividades de articulação Os alunos da turma 4.º E, da E.B.1 de Idanha-a-Nova em articulação com a área de Matemática e a área Lúdico- Expressiva das Atividades de Enriquecimento Curricular estão a desenvolver atividades em que vestem a pele de um pintor e elaboram desenhos que incluam conteúdos matemáticos (geometria) utilizando alguns utensílios como régua, esqua- dro e compasso aliados a técnicas de expressão plástica. Estas atividades têm como objetivo principal a apre- ensão dos conteúdos matemáticos no domínio da geometria e medida e, ao mesmo tempo estimula-se o gosto e aprendi- zagem artística. Através da observação de obras de arte de alguns pin- tores, como Wassily Kandinsky, Piet Mondrian e Paul Klee, foram realizados exercícios de localização e orientação no espaço através da imaginação. Os alunos têm demonstrado grande entusiasmo pe- rante estas atividades, onde a brincar trabalham e aprendem conceitos matemáticos como a folha branca recebe traços de cor...criando obras primas.... Professoras Ivone Rente e Paula Varandas Trabalhos dos alunos do 4.º ano, turma E
  26. 26. Os alunos do 3º ano da Turma de Idanha-a-Nova aprenderam o que é uma Biografia e como se faz. Apresentamos duas das biografias feitas pelos alunos. Seleção da professora Laurinda Geraldes
  27. 27. Sei um ninho! Sei um ninho. E o ninho tem um ovo. E o ovo, redondinho, Tem lá dentro um passarinho Novo. Mas escusam de me atentar: Nem o tiro, nem o ensino. Quero ser um bom menino E guardar Este segredo comigo. E ter depois um amigo Que faça o pino A voar... Miguel Torga Do Departamento de Educação Pré-escolar Noticia do projeto desenvolvido pelo departamento de Educação Pré-Escolar no âmbito da candidatura à Fundação Ilídio Pinho. O Departamento de Educação Pré-escolar do agrupamento de Escolas José Silvestre Ri- beiro de Idanha-a-Nova, passou à segunda fase do concurso da XIII edição da Fundação Ilídio Pinho com o grande titulo: “Ciência e Tecnologia para um mundo melhor”. O pro- jeto Goji@.com, pretende a introdução deste super alimento na alimentação, assim co- mo mostrar novas culturas e dar a conhecer um pouco o concelho de Idanha-a-Nova. Neste trabalho de parcerias irão ser elaborados alimentos com a introdução desta baga. Irá também ser elaborado um jogo interativo que reunirá todo o teor deste projeto. A coordenadora, Helena Baptista Soluções: Adivinhas. Sopa de letras Descobre o intruso 1- Infante D. Henrique 2- Rosa-dos-ventos 3- Caravela 4- D. João II 5- Nau 6- Chá 7- Dom Manuel I, 14.º rei de Portu- gal. 8- Vasco da Gama 1- A. Fernão Gomes 2 - D. Infante D. Henrique 3 - A. Serra Leoa 4- A. S. Tomé e Príncipe 5- A. Submarino 6 - D. Microscópio Legende cada letra do mapa e trace no mesmo as linhas do Tratado de Torde- silhas. A – Cabo da Boa Esperança B – Brasil C – Calecute (Índia)
  28. 28. 5º ano – Experimentando a técnica de raspagem de lápis de cera e tinta da china 5º ano – Trabalhando com as texturas
  29. 29. 8º ano – Composição estática vrs Com- posição dinâmica Professora Maria João Rocha
  30. 30. Textos para o jornal, escritos por alunos do 10ªA e do 12ºA acerca de temas de textos estuda- dos :apreciações críticas de livros; -outros textos sobre temas vários. Seleção de textos da professora Maria Luís Belo No teatro vicentino, a sátira ocupa um lugar de destaque, já que muitas das peças são cómicas e têm como objetivo satirizar a sociedade da época. As farsas de Gil Vicente apresentam cenas da vida quotidiana que nos fazem rir, pois apresentam as personagens em forma de caricatura. Na “Farsa de Inês Pereira”, a sátira recai so- bre as personagens Inês e Brás da Mata. No que concerne a figura feminina, o riso surge quando ela se revolta contra os trabalhos domésticos, desejan- do libertar-se deles através do casamento. Inês am- bicionava arranjar um marido que soubesse tocar viola, bem falante e sedutor, não lhe interessando a situação económica. No entanto, a sátira ainda é mais vincada em dois momentos: o primeiro, quan- do Inês é de certa forma castigada pelo comporta- mento do escudeiro depois de casada; o segundo, já no final da peça, quando é levada às costas, pelo segundo marido, para se encontrar com um aman- te. Brás da Mata é ridicularizado por se apresen- tar como um escudeiro pelintra, fanfarrão e pre- tensioso. Para além disso, nos diálogos com o mo- ço, sentimos toda a mentira e engano em que ele vive. Finalmente, até a sua morte é humilhante. Desta forma, podemos afirmar que a “Farsa de Inês Pereira” é uma sátira que realça determina- dos comportamentos sociais ridicularizando-os le- vando o público ao riso. Dinis Geraldes Nº11 10º A Gil Vicente e Fernão Lopes A representação do quotidiano e a "pintura" dos acontecimentos em Gil Vicente e em Fernão Lopes, respetivamente, demonstram a excelência da escrita, tanto do dramaturgo como do cronista. A principal característica, e também a mais apreciada, de Fernão Lopes é " fazer-nos presenci- ar a cena, vê-la como ele próprio a via", ou seja, Fernão Lopes descreve os acontecimentos, que presenciou ou redigiu, baseando-se em documen- tos oficiais, com uma mestria inigualável, fazendo- nos sentir como se realmente presenciássemos esse acontecimento. Fernão Lopes ainda apresenta outra carac- terística, a noção do coletivo, ou seja, Fernão Lo- pes faz do povo o protagonista das suas crónicas, interpelando os seus sentimentos e emoções nas diversas partes da história de Portugal. "É na pin- tura das multidões, na interpelação do sentir cole- tivo e dos diversos modos que reveste a emoção humana". A Crónica de D. João I é uma das obras de Fernão Lopes onde estam evidentes estas caracte- rísticas. A representação do quotidiano, de Gil Vi- cente, é insuperável, não só pela sátira dos vícios quotidianos da sociedade, mas também pelas pe- quenas representações do quotidiano quase invi- síveis, é nestes pequenos detalhes que Gil Vicente nos mostra a sua mestria em representar o quoti- diano da época. A representação do quotidiano, de Gil Vi- cente, mostra-nos os costumes da época, como na "Farsa de Inês Pereira", com a presença da al- coviteira ou até o casamento. Assim, Fernão Lopes e Gil Vicente mostram a sua mestria na "pintura" dos acontecimentos e na representação do quotidiano, respetivamente. Nuno Pereira nº39 10ºA
  31. 31. Este é um livro que narra a primeira aventura de um grupo de amigos. Poderia ser apenas mais um livro de aventuras. Po- rém, a peripécia que António Avelar e Pedro Branco nos descrevem tem algo de especial. Esta situação incrível é, de facto, a definição de uma verdadeira aventura: mo- mentos divertidos, outros de preocupação e suspense e, por fim, o grande final. Tudo isto num livro de 136 páginas, editado pela Editorial Presença, com ilustrações de João Mendonça e 14 capítulos repletos de emo- ção e espectativa. Na leitura deste livro, houve dois epi- sódios que me marcaram: o momento em que o cego maltrata a chimpanzé e aquele em que os Super 4 são encurralados num beco sem saída. No primeiro, fiquei triste e zangado com a ação do cego. Com a refe- rência aos maus tratos aos animais, o narra- dor chama a sociedade à atenção para a gravidade desses crimes. Por outro lado, no segundo episódio que referi, experimentei sensações de preocupação/receio e, no fim, um grande alívio. Todo aquele suspense mantém a curiosidade do leitor ao máximo. Com tudo isto, espero ter cativado a comunidade de leitores à leitura desta obra. Esta é uma excelente escolha para quem quiser passar um bom bocado com um livro. João Varão, nº 21, 10ºA Will e Will O livro de John Green Will e Will podia ser um banal romance, mas a sua colaboração com o autor David Levi- than resulta numa obra explosiva cheia de intriga, fúria, amor e amizade. De facto, este livro editado pela ASA, em 2014, consti- tuído por 304 páginas, repletas de emoções, divididas capítulo a capítulo por cada um dos escritores, leva-nos numa aventura fantástica. O que me encantou neste livro foi, por um lado, a perspetiva da história ser alternada, com dois persona- gens diferentes, narrando na primeira pessoa. Por outro lado, apreciei particularmente a descontração no modo de escrita tanto de Jonh Green como de David Levithan. Falaram abertamente de problemas que atingem o ado- lescentes frequentemente e com os quais me identifico completamente. A homossexualidade é um tema muito falado nesta obra, algo muito importante, pois afeta, com dúvidas e inseguranças, uma parte significativa da população, principalmente na adolescência. Conduz-nos, assim, pela mente de dois adolescentes confusos, revol- tados e desesperados – “tenho a sensação que a minha vida está muito dispersa neste momento. Como se fosse um monte de pedacinhos de papel e alguém tivesse liga- do a ventoinha”. Trata-se, portanto, de um livro obrigatório para quem gosta de romances juvenis cheios de emoção. Mariana Costa 10ºA Nº31 Apreciação crítica de livros
  32. 32. Namoro: o nosso tempo e o tempo de- les Ao longo dos tempos, a procura por um parcei- ro com quem casar tem vind a alterar-se. Com- parando as épocas, encontramos as diferenças. No tempo dos nossos pais/avós, havia grande diferenciação de sexos. o destino de uma rapa- rigo era tratar da lida da casa e ajudar a sua mãe. Já o rapaz ajudava o pai no campo. Assim, as ligações entre rapazes e raparigas quase não existiam, senão numa festa local ou na missa. Quando havia um pretendente para uma me- nina solteira, este deixava-lhe cartas secretas testemunhas da sua paixão e, se fosse corres- pondido, começavam a namorar às escondidas. Quando quisessem tornar o amor oficial, o ra- paz falava com os pais da amada, que decidiri- am se o casamento se daria ou não. Era raro quando uma rapariga não ia virgem para o ca- samento. Após casadas, as suas vidas juntas seguiriam até à morte. O amor era mais senti- do e protegido e dava-se valor incondicional ao casamento. Hoje em dia, tudo isso mudou. Raparigas e rapazes convivem uns com os outros de uma forma inexplicável. Começa-se a namorar de criança, e são namoros de brincadeira e pouca duração. Para um adolescente se declarar a alguém, basta-lhe mandar uma sms a dizer “amo-te” (muitas vezes mal escrito e abrevia- do) e isso chega para arrebatar corações. Quando são correspondidos, namoram de toda a maneira, em todo o lugar, sem problemas com a vizinhança. Quando crescem levam o namoro mais a sério, podendo durar anos até ao casamento, e é rara a noiva que vai virgem para a cerimónia. Alguns casais optam por ape- nas partilharem vida com o seu parceiro viven- do juntos e sem casamento (o que antigamen- te seria considerado um ultraje) Sim, os namoros e a maneira de encarar o amor mudaram, mas a capacidade de amar nunca se alterará. Laura Dias 10ºA Amores: correspondidos ou não? Muitas vezes, deparando-se com os amores não cor- respondidos, os jovens reagem muito mal, principal- mente as raparigas. Ora, não está na nossa natureza receber um não e ficarmo-nos por aí. Choramos, ponta- peamos, gritamos, e, depois, tentamos novamente. Na minha opinião, os adolescentes têm que se lem- brar que ainda são muito novos para sofrer de amores não correspondidos, aliás, é uma parvoíce. Julgamos estar loucamente apaixonados e que o/a tal fulano/a será o nosso amor para a vida, quando, ao virar da es- quina, nos podemos deparar com uma nova alma que nos amará incondicionalmente. Alem disso, todos nós temos, com toda a certeza, uns quantos amores correspondidos e, esses sim, são para a vida. A família. Não há tamanho amor que possa supe- rar o amor que a nossa mãe, por exemplo, nos pode oferecer. Mãe não deixa nenhum filho à mercê de incer- tezas. Mãe ama filho independentemente do que este faça. É um amor puro, aquele que realmente importa. Chego à conclusão de que nós, os adolescentes, deve- ríamos repensar as nossas prioridades amorosas. Laura Dias 10A Adolescentes e o amor O amor adolescente é vivido com intensidade alucinante. Como para tudo, os adolescentes têm tendência para exage- rar, e o amor, esta novidade emocional, não é exceção. As desilusões amorosas e os amores não correspondidos são encarados com desespero, como se fosse o “fim do mun- do”. Muitos pensamentos, como o de nunca mais encontrar o amor, vagueiam pelas cabeças de cada jovem destroçado. Aparece então a baixa autoestima. Porque é que não gosta de mim, tenho algo de errado? Serei feio/a? Perguntas e mais perguntas. Choro e desespero. É necessário que os adolescentes se apercebam de que a vida começa agora, que ainda são muito jovens. Vão cruzar-se com imensas pessoas na vida. Provavelmente, mais do que uma vez, vão voltar a apaixonar-se. Concluo, então, que os adolescentes vão aprendendo com cada desgosto. Aperceber-se-ão, daqui a alguns anos, que aquele amor incondici- onal na adolescência, não era assim tão in- tenso, mas ajudou a crescer. Mariana Costa 10ºA Nº31
  33. 33. “Quando olho para o povo português não gosto de ver um conjunto de pessoas fadadas para este ou aquele destino. Geralmente são os próprios membros de um povo que enten- dem que estão predestinados a liderar grandes acontecimentos. E eu não gosto disso, acho egocêntrico. Mas gosto ainda me- nos do contrário, dos comentários de que somos um país pe- queno. Os portugueses não são piores nem melhores do que outros, e poderão alcançar a harmonia se souberem canalizar a sua energia, a sua vontade. (…) Nós, portugueses, podemos seguir o caminho que quiseremos se nos esforçarmos para tal.” Luis Portela, in Pública, 25/03/2007 Os portugueses acham que somos um país pequeno, mas, na minha opinião, acho que é só em termos de tamanho na Europa e no mundo. Como diz a citação de Luís Portela, «Se sou- berem canalizar a sua energia, a sua vontade (…) podemos se- guir o caminho que quisermos» ou seja, para realizarmos os nos- sos sonhos precisamos de lutar por eles pois, nós temos dentro de nós a força para fazer a mudança. Precisamos é de acreditar em nós mesmos e ter vontade para o fazer. Por exemplo: o Cris- tiano Ronaldo é o melhor jogador de futebol do mundo e ele pa- ra isso teve de trabalhar muito e principalmente acreditar. Mes- mo que ele não seja o melhor do mundo, ele diz para si mesmo que é mesmo que não seja e, acredita nisso e ao ele acreditar no futuro pode ser melhor do que aquilo que foi. Na minha opinião, acho que os portugueses poderiam ser ainda melhores, se os governantes acreditassem neles e os esti- massem melhor. Nós, em termos de país, somos fantásticos. Te- mos bons vinhos boas praias, somos um país calmo e sereno, somos hospedeiros, simpáticos, temos boa comida (…). Nós é que não sabemos utilizar os nossos «trunfos» em prol do país. Basicamente, podemos classificar a nossa situação como um jo- go de sueca, temos os «trunfos», mas não sabemos como jogar. Acho que deveríamos olhar para países grandes como os E.U.A, a Alemanha, o Reino Unido para vermos o quão são grandes e esforçarmo-nos para seguir o exemplo e, chegar ao seu patamar. Magda Santos, 12 A Concordo com a tese de Luís Portela, de que não é por um país ser pequeno que não se consegue alcan- çar o que se pretende. No passado, nós portugueses conseguimos alcançar grandes feitos históricos, descobrimos “meio- mundo”, ainda hoje temos vários he- róis: escritores, atores, cientistas, na- vegadores do passado, conhecidos pelo mundo fora e com grande méri- to. Na minha opinião, quando quere- mos e trabalhamos muito por algo, por mais que estejamos num país pe- queno e pouco conhecido nos dias de hoje, conseguimos e somos recom- pensados/reconhecidos por isso. Todas as pessoas têm perspe- tivas, culturas e linguagens diferen- tes, uns provém de países mais co- nhecidos que outros, mas não é o ta- manho do país que nos afasta dos outros, é o nosso esforço e união. Por exemplo, se eu quiser ser uma grande cientista e ser reconhecida pelo meu trabalho, se trabalhar arduamente para isso, sei que daqui a uns anos terei grande sucesso no meu traba- lho, seja fora do meu país ou não. Ou- tro exemplo, é o do Cristiano Ronal- do, que com grande esforço conse- guiu chegar onde chegou, com grande reconhecimento. Mas para além dele, há muitas mais pessoas portuguesas que têm o seu mérito, como o José Saramago, que com as duas obras é reconhecido pelo mundo. Tanto o Jo- sé Saramago como o Cristiano Ronal- do vieram de um país pequeno, e conseguiram chegas longe. Temos vários exemplos de pessoas que mesmo sendo de países pequenos, tiveram o seu sucesso nas suas vidas, através da luta pelos seus objetivos, e isto só demonstra que quando queremos mesmo, consegui- mos. Já dizia Luís de Camões em Os Lusíadas, que com esforço árduo se- remos recompensados, e o mais im- portante é a nossa alma e os nossos valores no nosso trabalho. Mariana Poejo, 12 A
  34. 34. O Destino Desde pequena que ouço os meus avós fa- larem no destino cada vez que algo de bom ou mau acontecia, ou até mesmo quando estavam duvidosos acerca de algo, de que é este que vai decidir a nossa vida ou que já foi o destino que permitiu que algo aconte- cesse desta maneira e não de outra. Na minha opinião, que densenvolvi mais tarde, é que não existe destino e que de maneira nenhuma a nossa vida já está decidida e marcada. E até mesmo a nossa maneira de morrer já está “escrita”. Acho que nós próprios sentimos-nos livres e te- mos a nossa independência para resolver- mos os problemas que nos “atravessam” pela frente, e para decidirmos o nosso futu- ro. É verdade que, em toda a nossa vi- da, deparamo-nos com situações em que não podiamos ter escolhido que fosse assim e em que não houve nada a fazer da nossa parte, como, por exemplo, quando a al- guém que nos é proximo lhe é diagnostica- do uma doença terminal. Não quisemos que acontecesse desta maneira e não te- mos mais nada a fazer sem ser aproveitar cada momento com essa pessoa. Mas contí- nuo a crer que não isto não é obra do desti- no, pois são situações “normais” no ser hu- mano, não somos imunes a nada, faz parte do homem ter esses “azares” e temos que saber enfrentar estes problemas. E agora, se nos depararmos com uma situação como esta: cresço e decido que já não quero ser católico, que não acre- dito nas religiões. Não é de maneira nenhu- ma o destino que o vai decidir por mim, mas sim eu, que depois de já ter vivido al- guns anos e apercebendo-me de como é a vida e como ela funciona, vou decidir o que vou fazer em relação á minha crença na re- ligião. Para mim, o “destino” não é decisi- vo na minha vida. Acho que nós mesmos podemos decidir e mudar. Mariana Poejo 12º A Será que o nosso presente influencia e cons- trói o nosso futuro? Tudo o que fazemos nos dias de hoje, as nossas atitudes para com os outros, o nosso trabalho vai construir os nossos dias futuros. Assim sendo, acho que o nosso esforço hoje, vai ter consequências no futuro, por exemplo ao nível do trabalho. Se nós, estudantes, trabalharmos e es- tudarmos e dermos o nosso melhor tirando bons re- sultados, mais tarde conseguiremos ter bons resulta- dos nas provas que nos são dadas, e por conseguin- te, daqui a uns anos estaremos a exercer a profissão que sempre desjamos, já que conseguimos entrar para a universidade. Mas o mesmo se aplica a quem não quer entrar na universidade, visto que, mesmo sem um curso, temos que nos aplicar e trabalhar pa- ra atingir os nosso objetivos e para termos sucesso no trabalho. Também, os nossos erros e as conseguintes apre- dizagens dos mesmo, vão de certa forma ajudar-nos a crescer na nossa vida, tanto ao nível emocional co- mo social. Aprendemos as mudar as nossas atitutes para com os outros e para com nós mesmos, e cons- truímos bases que carregamos toda a vida, logo no futuro saberemos como agir em determinadas situa- ções que já vivemos no passado. Por exemplo se um dia formos punidos na nossa profissão, porque tive- mos atitutes erradas, tal como sermos mal educados com os que nos rodeiam no nosso local de emprego, (chefe ou colegas), aprendemos de certeza que nu- ma profissão/trabalhos futuro/s e até no nosso dia-a -dia teremos que mudar alguns desse hábitos que nos prejudicam e começar a respeitar-nos a nós pró- prios e aos outros. No entanto, há quem não concorde e diga que a nossa vida já está planeada e que nada depende de nós, que está tudo destinado e nada vai depender das nossas ações, com o que eu não concordo, uma vez que as nossas ações e comportamentos depen- dem de nós próprios, nós escolhemos e decidimos as nossas ações e caminhos, somos livres, só não “temos mão” nas doenças, acidentes e comporta- mentos de outrém. Concluio assim, com uma citação do escritor fran- çês Albert Camus: “A verdadeira generosidade para com o futuro é dar tudo ao presente”. Mariana Poejo 12ºA
  35. 35. Esforço – Recompensa: Em Os Lusíadas e na atualidade Em Os Lusíadas, no final do canto VI, na reflexão de Luís de Camões, encontra-se um discurso sobre o hero- ísmo, o alcance da fama, da glória e das conquistas fru- to do esforço árduo dos heróis e dos navegadores. Nesta reflexão, Camões sustenta que qualquer ho- mem pode ser herói, pois qualquer um de nós que se esforce e trabalhe arduamente tem uma recompensa: “a fama e a glória”. Camões, ao ver os portugueses a avistarem Calecut, elogia-os, já que conseguiram chegar ao seu objetivo: a chegada a Índia. Mas Camões afirma que esta descoberta deve-se à garra e à força de vontade dos portugueses que, mesmo ultrapassando ventos for- tes, grandes tempestades em mar,lutaram e conseguiram o que pretendiam. As noções de esforço e recompensa da epopeia camoniana estão ainda presentes na atualidade, e vão continuar sempre, pois é uma “lei de vida”, nós temos que lutar pelo que queremos e “saltar todas as pedras que nos põem no nosso caminho”, e, por conseguinte, vamos obter aquilo que desejamos. Por exemplo, se um jovem não consegue arranjar emprego na sua área de trabalho, e tentar arranjar outros empregos, esforçando-se neles, sabendo que não é o seu objetivo que vida, vai ter a sua recompensa: ganhar dinheiro, conseguir sobreviver , crescer e preparar-se para a vida; trabalhe no local que quer ou não, terá a sua recompensa, se se esforçar. Outro exemplo é que, se estudarmos muito, seja na escola ou num curso universitário, é obvio que vamos trabalhar no que queremos e no que sempre desejamos na nossa vida, seremos recompensados e felizes, principalmente, já que sabe bem melhor quando ganha- mos as coisas através do nosso esforço e trabalho. Em suma, tudo o que desejamos alcançar não nos é dado, é trabalhado e conseguido por nós mesmos, e um dos grandes exemplos que todos nós temos é o da chegada de Vasco da Gama á Índia, em Os Lusíadas. Apanhados a jogar xadrez!
  36. 36. NEM PEÇAS - ASSOCIAÇÃO CULTURAL é uma recém-criada entidade artística que visa a criação e produção de obje- tos artísticos e culturais pretendendo conjugá-los com o ensino e apoio a novos talentos nas diversas áreas da nossa cultura. O mais recente projeto desta associa- ção é uma adaptação da obra Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente. SINOPSE: Nesta adaptação da obra completa de Gil Vicente, damos prioridade a um melhor entendimento do texto, numa linguagem acessível a todos e com muito sentido de humor, mantendo, no entanto, todos os elementos e in- formações importantes e necessários para o exame nacional. Neste espetáculo, os alunos poderão consolidar o estudo da obra tornando- o mais lúdico, descontraído e diverti- do. LINK DO VÍDEO PROMOCIONAL: https://m.youtube.com/watch? v=ReVtZseocXQ 4º ano—O Gigante Egoísta 5º ano—A Fada Oriana 6º ano—Ulisses 8ºs e 9ºs anos Centro Cultural Raiano 10º Festival da Primavera
  37. 37. À conversa com Manuela Ribeiro, nos dias 5 e 6. Autora de diversos livros para crianças e adolescentes, Manuela Ribeiro dinamizará várias sessões de promoção da leitura junto de alunos da Edu- cação Pré-Escolar, do 1º e 2º ciclos do Ensino Básico e ainda junto de alu- nos dos 7ºs anos. Alguns dos seus livros têm sido seleccionados para con- cursos de leitura a nível nacional.
  38. 38. Conheci o trabalho de Manuela Ri- beiro através de páginas e blogues de bibliotecas, animados por pro- fessores que partilham experiên- cias. Chegar a ela foi muito fácil, porque é uma mulher simples, deci- dida e disposta a correr riscos. As- sim, venci a distância, ou melhor, a resistência...de um clique , conver- samos e convidei Manuela Ribeiro para estar connosco na festa do Agrupamento de Escolas José Sil- vestre Ribeiro: o 10º Festival da Pri- mavera. A comissão aprovou a pro- posta, o Hotel Estrela de Idanha te- ve a cortesia de a alojar e, vinda de Lisboa, no Expresso, teremos a pos- sibilidade de conhecer os seus livros e ouvir as suas histórias. A Junta de Freguesia de Idanha e Alcafozes já confirmou a sua cola- boração através da aquisição de títulos para a belíssima Biblioteca Escolar da EB1/JI de Idanha-a- Nova. Ah, Manuela Ribeiro trará, como sempre faz, livros , com desconto, na ordem da seis moedas de euro… Não fez quaisquer restrições quan- to ao número de sessões por dia nem quanto ao número de alunos por sessão. Vamos, pois, conversar com a escri- tora! 5 abril 13:30 – 14:00 JI Ladoeiro Penha Garcia Termas 14:00 – 14:30 JI B Idanha 14:30 – 15:00 EB1 A,B) Ladoeiro A,B) P. Garcia A,B,C) Zebreira 15:00 – 15:30 15:30 – 16:00 16:00 – 16:30 5ºA,B,C 6 abril 09:00 – 09:30 09:30 – 10:00 6ºA,B,C 10:00 – 10:30 10:00 – 10:30 JI A Idanha 10:30 – 11:00 JI São Miguel Monsanto Zebreira 11:00 – 11:30 A,B,C,D 11:30 – 12:00 EB1 Idanha 14:00 – 14:30 14:30 – 15:00 7º A,B,C "História do Senhor Sisudo Que Sabia Tudo Tu- do": Público-alvo - 1º ciclo. Trata dos afectos— "O Senhor Sisudo sabia tudo tudo. Por isso era sisudo. Ou então sabia tudo por ser sisudo." Mas, apesar de saber tudo tudo, parece que afinal não sabia mesmo tudo - não sabia sorrir!
  39. 39. A Plantinha dos meus Pais": Público-alvo - 1º ci- clo, pais e educadores. O tema é a adopção. "Castanho & Bran- co": Público-alvo - pré, 1º e 2º anos. O tema é a di- Poemas para as letras do alfabeto. Há uma personagem para cada le- tra e uma pequena história sob a forma de sextilha. Para a letra R, por exemplo, temos: "Um rato muito vivaço / quis viajar no espa- ço / e partiu de foguetão. / Deu duas voltas à Lua, / aterrou na mi- nha rua / e apareceu na televi- são." (público alvo - JI/1º ciclo, mas tem sido trabalhado no 2º ciclo em muitas escolas, com abordagem diferente, claro) Não é uma história com princípio, meio e fim, mas sim um ponto de partida para que pais e educadores debatam com os mais pe- quenos temas tão impor- tantes como a diferença, a cooperação e a amizade. O ladrão da Casa da Música: Integra- dos num programa de intercâmbio com uma escola do Porto, o Miguel, o Ricardo e os gé- meos que os aco- lheram durante aqueles dias vão participando com entusiasmo em todas as atividades até ao momento em que, para ten- tarem apanhar um carteirista, deci- dem começar a agir por conta pró- pria (público alvo -
  40. 40. Esta história passa-se na Alemanha, durante umas férias da Páscoa, e tem por objectivo dar a conhecer um pouco da cultura ale- mã. Ei-la aqui, acom- panhada por bolachas típicas alemãs feitas pela minha ami- ga Susanne Werth, proprietária de A Li- vrariazinha Empolgan- te / Spannendes Buch- lädchen e da Torten- magie. Durante uma estadia em Londres, o Miguel e o Ricardo travam conheci- mento com jovens de diversas nacionalidades, entre os quais se conta um japonês muito espe- cial. Tudo corre às mil maravilhas até ao mo- mento em que este é raptado. É então que, ajudados por dois ir- mãos italianos, o Miguel e o Ricardo decidem intervir para salvar o amigo (público alvo - 3º Quando a mãe e os avós tiveram de se ausentar da quinta durante alguns dias, o Miguel e os amigos ficaram entregues à velha criada da famí- lia, mas esta não pa- recia disposta a dar- lhes grandes liberda- des. Mas, ao contrá- rio do que se poderia imaginar, a aventura estava mais próxima do que supunham (público alvo - 3º e 4º anos/2º ciclo) Lido na Internet: Livros & Leituras  – Como é que a escrita entrou na sua vida e que papel ocupa? Manuela Ribeiro – Princi- piei a escrever muito novinha, talvez com os meus dez ou onze anos. Eram umas histórias muito infantis, um bocado a atirar para o romântico, que eu imaginava que poderiam ser, um dia, transpostas para o cinema. Os cadernos onde as registava desapareceram numa qualquer mudança de casa (e também não se perdeu muito). Seja como for, a escrita faz parte de mim e não me imagino sem um bloco e uma caneta por perto. Tanto na poesia como nas histórias infanto-juvenis estou lá sempre “eu”, estão lá sempre as minhas vivências, ainda que, por vezes, um pouco “encapotadas”. L&L – Enquanto escritor(a), que dificuldades encontra, no que diz respeito à edição e divulgação do seu tra- balho? MR – No que se refere à edição, não tenho sentido grandes dificuldades. A Gato na Lua, do Porto, editou o meu livro infantil “Uma Letra, Mil Palavras” e tem outro que irá sair em breve, um conto intitulado “História Que Há De Ser”. Quanto à coleção “Aventuras de Miguel e Ricardo”, estou a reeditá-la na Textiverso, de Leiria. Relativa- mente à divulgação, costumo dar uma ajuda aos editores e meter eu própria mãos à obra. Criei até, para os meus livros, páginas no Facebook que vou atualizando com todo o carinho… Gosto do cheiro dos livros e de virar as pá- ginas. E gosto de escre- ver as minhas histórias à mão em blocos de papel quadriculado! M.R. Sobre Manuela Ribeiro

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