Ce diaporama a bien été signalé.
Nous utilisons votre profil LinkedIn et vos données d’activité pour vous proposer des publicités personnalisées et pertinentes. Vous pouvez changer vos préférences de publicités à tout moment.
1
Colaboraçãode
Chamada para Apresentaçao de
Experiencias
I. Antecedentes:
Nas últimas décadas vêm sucedendo mudanças impo...
2
Colaboraçãode
II. A Terceira Conferência das Nações Unidas em Moradia e Desenvolvimento UrbanoSustentável -
Habitat III ...
3
Colaboraçãode
O conceito de moradia adequada engloba as condições de posse da terra, serviços, infraestrutura,
preços e ...
4
Colaboraçãode
 Como estão fazendo as cidades para planificar e administrar um desenvolvimento urbano que
responda aos d...
5
Colaboraçãode
acesso aos bens e serviços próprios de uma cidade. Existem iniciativas tanto coletivas,
comunitárias, priv...
6
Colaboraçãode
v. Investimento Social ePúblico parao desenvolvimento deresiliência
Perguntasorientadoras:
Quais são os fa...
7
Colaboraçãode
i. Que exemplos existem de iniciativas ou modelos alternativos que forneçam soluções eficientes e
sustentá...
8
Colaboraçãode
convivência ao interior dos bairros e comunidades que somente podem construir-se de maneira
persistente e ...
9
Colaboraçãode
8. Como incubar empresas sociais que ajudem a fechar as brechas e introduzam
produtos e serviços inovadore...
10
Colaboraçãode
Impacto e potencial de escala: uma boa prática de moradia adequada deve mostrar mudanças
tangíveis no ace...
11
Colaboraçãode
Passagem de avião:US$ 500 - $1500
Alimentação calculadapor dia: $50
Para aqueles que necessitem administr...
12
Colaboraçãode
X. Fichade Apresentação
Enviar esta ficha preenchida a: experienciasforova@gmail.com
Data limite: 28 de F...
13
Colaboraçãode
Título do projeto ou
iniciativa
Data deInício
População Meta
(máximo 50 palavras)
Descrição
(incluirresul...
14
Colaboraçãode
iniciativa e como foram abordados?
Quais são as principais lições aprendidas do
processo?
Descreva os ele...
Prochain SlideShare
Chargement dans…5
×

Portugués: Convocação - 2º Fórum de acomodação adequada América Latina e Caribe - 6 al 08 de maio de 2015 - Monterrey, Nuevo Leon, México

Chamada para Apresentação de Experiências
I. Antecedentes:
Nas últimas décadas vêm sucedendo mudanças importantes nas dinâmicas territoriais, demográficas, climáticas, sociais, econômicas, tecnológicas, e culturais, que vêm acelerando os processos de urbanização em todo mundo. A insuficiência das políticas, e de modelos adequados de intervenção e desenvolvimento do hábitat fez com que estas mudanças tenham sido acompanhadas de níveis de exclusão, desigualdade, iniquidade, vulnerabilidade de direitos, bem como de um aumento do custo do solo com respeito à renda, precariedade no hábitat, e aumento da pobreza urbana. Estas mudanças, seus efeitos e as diferentes tentativas por abordá-los, são o centro do debate das agendas de desenvolvimento.
Por primeira vez na história, mais da metade da população mundial vive em cidades e mais de 90 por cento do crescimento urbano está ocorrendo nos países em desenvolvimento.
No mundo, aproximadamente mil milhões de habitantes, vivem em bairros marginais. Não têm acesso aos serviços básicos e sofrem de condições inadequadas de moradia, posse de terra insegura, deterioração ambiental, vulnerabilidade, e uma variedade de problemas sociais como o desemprego, a violência e o crime. A América Latina e o Caribe (ALC) são as regiões mais urbanizada do mundo em desenvolvimento, com mais de 75 por cento de suas moradias nas zonas urbanas. É necessário que trabalhemos juntos para buscar soluções que contribuam para uma melhora das condições de moradia de mais de 120 milhões de latino-americanos.
O Primeiro Fórum Latino-americano e do Caribe “Soluções compartilhadas para cidades inclusivas” foi levado a cabo em Bogotá, Colômbia no ano de 2012 e teve como objetivo construir alianças e soluções que aumentem o acesso a uma moradia segura e adequada.
II. A Terceira Conferência das Nações Unidas em Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável - Habitat III - a ser realizada em 2016, definirá uma nova Agenda Urbana e estará focada em políticas e estratégias que possam criar espaços urbanos mais sustentáveis e equitativos. Esta nova Agenda Urbana influenciará nas decisões e prioridades nos próximos 20 anos nos países da região e a nível internacional. Por isso, o Segundo Fórum Latino-americano e do Caribe de Moradia Adequada “Moradia para a Vida” convocará atores de diferentes setores (privado, governo, organizações da sociedade civil e a academia) que desempenham um papel na agenda urbana da região para debater ideias, experiências, e propostas, para transformar soluções e modelos, em sistemas efetivos, acordos múltiplos atores, e rotas para sua institucionalização que garantam mudanças para o futuro urbano que visionamos.

  • Soyez le premier à commenter

  • Soyez le premier à aimer ceci

Portugués: Convocação - 2º Fórum de acomodação adequada América Latina e Caribe - 6 al 08 de maio de 2015 - Monterrey, Nuevo Leon, México

  1. 1. 1 Colaboraçãode Chamada para Apresentaçao de Experiencias I. Antecedentes: Nas últimas décadas vêm sucedendo mudanças importantes nas dinâmicas territoriais, demográficas, climáticas, sociais, econômicas, tecnológicas, e culturais, que vêm acelerando os processos de urbanização em todo mundo. A insuficiência das políticas, e de modelos adequados de intervenção e desenvolvimento do hábitat fez com que estas mudanças tenham sido acompanhadas de níveis de exclusão, desigualdade, iniquidade, vulnerabilidade de direitos, bem como de um aumento do custo do solo com respeito à renda, precariedade no hábitat, e aumento da pobreza urbana. Estas mudanças, seus efeitos e as diferentes tentativas por abordá-los, são o centro do debate das agendas de desenvolvimento. Por primeira vez na história, mais da metade da população mundial vive em cidades e mais de 90 por cento do crescimento urbano está ocorrendonos países em desenvolvimento. No mundo, aproximadamente mil milhões de habitantes, vivem em bairros marginais. Não têm acesso aos serviços básicos e sofrem de condições inadequadas de moradia, posse de terra insegura, deterioração ambiental, vulnerabilidade, e uma variedade de problemas sociais como o desemprego, a violência e o crime. A América Latina e o Caribe (ALC) são as regiões mais urbanizada do mundo em desenvolvimento, com mais de 75 por cento de suas moradias nas zonas urbanas. É necessário que trabalhemos juntos para buscar soluções que contribuam para uma melhora das condiçõesde moradia de mais de 120 milhões de latino-americanos. O Primeiro Fórum Latino-americano e do Caribe “Soluções compartilhadas para cidades inclusivas” foi levado a cabo em Bogotá, Colômbia no ano de 2012 e teve como objetivo construir alianças e soluções que aumentem o acesso a uma moradia segura e adequada.
  2. 2. 2 Colaboraçãode II. A Terceira Conferência das Nações Unidas em Moradia e Desenvolvimento UrbanoSustentável - Habitat III - a ser realizada em 2016, definirá uma nova Agenda Urbana e estará focada em políticas e estratégias que possam criar espaços urbanos mais sustentáveis e equitativos. Esta nova Agenda Urbana influenciará nas decisões e prioridades nos próximos 20 anos nos países da região e a nível internacional. Porisso, o Segundo Fórum Latino-americano e do Caribe de Moradia Adequada “Moradia para a Vida” convocaráatores de diferentes setores (privado, governo, organizações da sociedade civil e a academia) que desempenham um papel na agenda urbana da região para debater ideias, experiências, e propostas, para transformar soluções e modelos, em sistemas efetivos,acordos múltiplos atores, e rotas para sua institucionalização que garantam mudanças para o futurourbano que visionamos. III. IV. Objetivos do Fórum No âmbito das discussões sobre a nova Agenda Urbana, e os eventos preparatórios para a Terceira Conferência das Nações Unidas em Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável - Hábitat III., bem como as conferências globais sobre sustentabilidade e desenvolvimento este Fórum regional de Moradia Adequada: Moradia para a Vida busca: 1. Identificar (princípios orientadores, princípios de ação, lineamentos) para o desenvolvimento de boas práticas de moradia adequada e assentamentos humanos. 2. Visibilizar as diferentes soluções e experiências inovadoras, em matéria de moradia adequada e assentamentos humanos com potencial de impacto e escalabilidade. 3. Fomentar/fortalecer alianças entre diversos atores (Públicos, Privados, Sociais) para promover soluções inovadoras, modelos de investimento sustentáveis para a moradia adequada e assentamentos humanos equitativos, inclusivos e sustentáveis. V. Temas A. Temática Central: Às vésperas da Terceira Cúpula Mundial sobre Moradia e Assentamentos Humanos em 2016, Hábitat III, é tempo de pensar em modalidade urbana. Por esta razão a temática principal de este Fórum “Moradias para a Vida” estará centralizada na contribuição da Moradia Adequada à construção de cidades inclusivos, sustentáveis e prósperas, como suportes para a Vida, a superação dapobrezaeo desenvolvimento nacional econômico esocial.
  3. 3. 3 Colaboraçãode O conceito de moradia adequada engloba as condições de posse da terra, serviços, infraestrutura, preços e financiamento acessíveis e para todos, e habitabilidade incluindo a resiliência frente aos riscos e a sustentabilidade ambiental. A construção da cidade faz referência a eixos básicos como o exercício pleno da cidadania; a função social da cidade, a terra e a propriedade; gestão democrática do território; planejamento e produção democrática da cidade, tanto de espaços públicos como privados; manejo sustentável e responsável dos recursos naturais e energéticos da cidade e seu entorno; e o desfrute democrático e equitativo da cidade. Eixos temáticos As Organizações da Sociedade Civil e os movimentos sociais durante o Fórum Urbano Mundial - FUM 7 manifestam que o Acesso ao Solo e à Posse de Terra Segura são fundamentais para o "Direito à Cidade". A Declaração de Medellín FUM 7 conclui na importância de "Promover o desenvolvimento urbano sustentável, baseado na planificação urbana com a participação dos jovens, a igualdade de gênero, o desenvolvimento territorial equilibrado; a resiliência fortalecida para enfrentar a mudança climática e os desastres naturais; a melhora e prevenção dos bairros marginais; a provisão de moradia, serviços básicos e segurança na posse de terra; o acesso a um transporte seguro, acessível e sustentável; e o acesso a espaços públicos seguros e com serviços para todos". Estes posicionamentos são muito relevantes na América Latina e no Caribe ao ser a região com a maior desigualdade de renda do mundo, com cidades que são espaços de modernização e crescimento econômico; mas também, espaços de precariedade em o hábitat urbano, iniquidade, exclusão, e pobreza. A população mais afetada pela pobreza e marginalização sócio espacial são os povoados indígenas, as mulheres e os jovens. O processo de urbanização na região impõe uma demanda de solo, moradia, serviços, emprego diante dos sistemas de governança do solo e do território muito débeis. As experiências a selecionar e apresentar no Fórum deverão estar relacionadas com pelo menosum ouváriosdosseguinteseixosesubtemas: 1. Solo,MoradiaeTerritório O bloque temático foca no solo para moradia, em cidades e territórios que se caracterizam pela desigualdade econômica, a segregação sócio espacial e a partir do enfoque de direito à moradia adequada e à cidade, se reflete sobre experiências concretas que deem elementos que contribuam à mudança de paradigmas, as políticas e as práticas dos diversos setores para ter cidades e territórios mais equitativos, participativos, seguros, sustentáveis e resilientes. Subtemas: i. Planificação,gestão euso do solo para moradia Buscam-se experiências que possam responder às seguintes perguntas provocadoras:
  4. 4. 4 Colaboraçãode  Como estão fazendo as cidades para planificar e administrar um desenvolvimento urbano que responda aos desafios da urbanização na América Latina de maneira sustentável, integrada, inclusiva e humana?  Como está sendo garantida uma planificaçãoe gestão participativas do território, que realize o direito equitativode todos e todas nas cidades, e mais especialmente dos mais vulneráveis, à moradia adequada, e em geral ao desfrute dos bens comuns e coletivosque oferece a cidade (serviçospúblicos, espaços verdes, equipamentos coletivos,patrimônio natural e cultural, etc.)? ii. Regulando osmercadosdo solo paraainclusão,equidade,acessibilidadeeainformação Para ser cada vez mais inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis, as cidades devem regular o desenvolvimento urbano mediante políticas e instrumentos legais que permitam garantir a função social da propriedade pública e privada, dando prioridade ao bem comum e aos interesses sociais, culturais e ambientais coletivos, sobre os individuais. Alguns avanços referem-se a capturar as valorizações do solo e reinvesti-las socialmente; incentivar a reutilização e reabilitação de estruturas e espaços urbanos para uma finalidade mais social; incentivar a densificação imobiliária com desenho urbano e propósito social, etc.  Que instrumentos ou experiências estão sendo desenvolvidos pelos governos e as cidades, as comunidades o o setor privado para induzir uma maior oferta e preços mais acessíveis do solo urbano e da moradia na cidade, em especial para os grupos vulneráveis e de baixa renda?  Que experiências estão sendo desenvolvidas pelas comunidades ou pelo setor privado para aproveitar os novos mecanismos de políticas e de regulação que facilitam o acesso à propriedade e à moradia? iii. Sistemas inclusivos, participativos, sustentáveis e equitativos de regularização da posse de terra do solo emelhoramento deassentamentos As cidades devem reconhecer e compensar a os grupos sociais tradicionalmente excluídos que construíram boa parte das mesmas, mediante ações corretivas que facilitem e fortaleçam os processos de produção social, ou mediante novas ações de desenvolvimento de moradia, garantindo em todas: as condições de posse de terra e da infraestrutura necessária para a moradia adequada e o acesso aos bens e serviços coletivosda cidade.  Como estão fazendo as comunidades para reivindicar de forma prática este direito à posse de terra segura, ao melhoramento de moradias e de bairros e a participar dos bens da cidade?  Como estão fazendo as cidades para realizar o direito dos grupos sociais excluídos à posse de terra segura, a moradia e os assentamentos adequados e à participação plena nos benefícios da cidade? iv. Modelosalternativosdepossedeterrae acesso ao solo eà moradia O modelo predominante de propriedade privada e unifamiliar, fortemente associada à especulação, aos grandes fluxos de investimento imobiliário privada, e a expansão das cidades, não tem melhorado a acessibilidade dos mais pobres à moradia formal; ou o fez às custas de negar-lhes o
  5. 5. 5 Colaboraçãode acesso aos bens e serviços próprios de uma cidade. Existem iniciativas tanto coletivas, comunitárias, privadas e públicas que mostram outras formas diferentes, acessíveis, seguras e equitativas de aceder a uma moradia adequada integrada aos benefícios da cidade (resgate do solo urbano e reutilização do espaço patrimonial com fins vários: moradia em aluguel ou moradia coletiva, moradia cooperativa, moradia multifamiliar, reciclagem de estruturas para moradia, espaços comuns entre outros).  Que exemplos existem de acesso a solo para moradia que permitem alternativas mais equitativas e inclusivas na cidade para os mais pobres?  Que iniciativas existem, a partir de investimentos imobiliárias com rentabilidade social que promovam estas novas formas de acesso ao solo e a moradia?  Como as cidades estão favorecendoou promovendo estas alternativas? 2. Moradias e Comunidades Resilientes A redução do risco diante de desastres oferece o marco para que as autoridades e funcionários públicos, líderes políticos, organizações da sociedade civil e o setor privado assuma um papel ativo diante do problema da moradia inadequada na busca de um hábitat sustentável conseguindo, de maneira coletiva, trabalhar na concretização de cidades e comunidades resilientes com entornos de vida mais seguros. As dinâmicas próprias das cidades, o crescimento dos bairros marginais, os vazios na planificação urbana, os efeitos da mudança climática bem como o aumento na frequência e impacto dos desastres, entre outros fatores, sugerem enormes desafios e ao mesmo tempo diversas oportunidades. Subtemas: Redução da vulnerabilidade e o manejo do risco e resposta a desastre através do voluntariado Perguntasorientadoras: Que desafios nos representam a incorporação de voluntariado nos programas de construção de resiliência local e de resposta diante de desastres em contextosurbanos? Que novas oportunidades podem ser alavancadas com a participação do voluntariado no manejo do risco urbano? Mecanismosfinanceirosedemercado paraa construção deresiliênciaanível delares Perguntasorientadoras: É real que os mais vulneráveis podem assumir o custo de compartilhar o risco dos seus ativos diante de desastres? Que fatores de êxito são chaves para escalar um modelo de micro financiamento ou micro seguro para moradias, a nível urbano para que seja sustentável e ao mesmo tempo orientado às famílias mais vulneráveis?
  6. 6. 6 Colaboraçãode v. Investimento Social ePúblico parao desenvolvimento deresiliência Perguntasorientadoras: Quais são os fatores de êxito para incorporar o tema de resiliência e redução de risco nos planos dos governos locais? Como apoiar a comunidades e aos governos para que promovam leis e uma participação inclusiva a fim de promover uma maior resiliência comunitária? Quais enfoques e metodologias contribuem para criar resiliência sustentável a nível das comunidades? vi. Mecanismos, ferramentas e produtos (tecnologias) inovadores para a construção de resiliênciaparaamoradiaadequada Perguntaorientadora: Quais foram as iniciativas e os benefícios das novas tecnologias e inovação na melhora da moradia adequada? 3. Moradia e Assentamentos Humanos Saudáveis, Inclusivos e Sustentáveis Buscam-se experiências que tenham incorporado modelos, tecnologias, metodologias ou processos apropriados e apropriáveis que promovam a moradia adequada especialmente com características de salubridade, mobilidade, acessibilidade, segurança e sustentabilidade ao alcance dos mais pobres. Estas soluções são inovadoras, acessíveis, ecológicas, culturalmente aceitáveis, sustentáveis e inclusivas, favorecendo a saúde e o fortalecimento dos meios de vida das populações. Embora o enfoque de estas experiências seja tecnológico, espera-se que sejam parte de um processo integral de gestão social, inserção no mercado local, educação e socialização, que tornem possível sua apropriação social. Subtemas: 1. SoluçõesparaaMoradiaeosAssentamentosSaludáveis: O acesso aos serviços básicos como água, saneamento e energia, como também as condições internas das moradias e o uso que se dá ao serviço ao interior do lar, determinam a saúde das pessoas e a salubridade do ambiente. Existem iniciativas tanto públicas como privadas – com tecnologias intermédias, de caráter domiciliar ou coletivo, que facilita o acesso das famílias e comunidades a um serviço adequado, fomentam o uso sustentável e responsável do recurso, e em ocasiões criam condições para a auto provisão para consumo ou para a geração de meios de vida. Adicionalmente, se completam com outros melhoramentos habitacionais (ex.: pavimentação de pisos, ventilação e iluminação natural, materiais adequados) e nos hábitos das famílias e comunidades que asseguram a criaçãode um entorno em geral favorávelà saúde e à vida. PerguntasOrientadoras
  7. 7. 7 Colaboraçãode i. Que exemplos existem de iniciativas ou modelos alternativos que forneçam soluções eficientes e sustentáveis de serviços de energia, água e/ou saneamento (resíduos sólidos e águas servidas) nos assentamentos, e ao alcance das próprias comunidades? 4. Que outros exemplos existem de experiências de intervenções coletivas ou individuais para melhorar as condições de salubridade das moradias e nos hábitos das famílias? 5. Como estão favorecendo as cidades e/ou as empresas de serviços públicos este tipo de iniciativas? 6. SoluçõesparaaMoradiaeosAssentamentos “Verdes” A nível das unidades habitacionais estas soluções são regidas por princípios de construção sustentável, melhor habitabilidade, promoção e tecnologias para a conservação de recursos do solo e dos recursos naturais, mitigação de riscos, eficiência energética, reciclagem, etc. A nível de assentamentos incluem também os conceitos de reciclagem urbano, de aproveitamento intensivo do solo, unido à criação de espaços verdes e espaços de lazer para o desfrute e aproveitamento a escala humana, incluídos por exemplo: parques em altura o hortas urbanas. ii. Que experiências existem nas cidades de processos de moradias e assentamentos desenvolvimentos incorporando estes conceitosde sustentabilidade a escala? 7. Que experiências de renovação, remodelação ou reabilitação urbana de moradias e bairros consolidados nos mostram como incorporar os princípios de sustentabilidade na moradia e nos assentamentos humanos? 8. Como estão as cidades contribuindo para promover este tipo de intervenções urbanas mediante incentivos fiscais, financeiros, etc.? 9. Soluçõesparaamobilidadeeaacessibilidadedaspessoasnosassentamentos: Uma das barreiras comuns de acesso ao direito à cidade é a própria acessibilidade física dos assentamentos pelas barreiras geográficas como canos e ladeiras que põem em risco as pessoas, ou pela inexistência o deficiência nas vias dos transeuntes ou nos serviços de transporte público, ou simplesmente pelas longas distancias a percorrer na cidade. Estas barreiras são ainda mais graves e discriminatórias para as pessoas com incapacidades físicas. Outro tipo de barreiras é o alto nível de gastos que devem ter as pessoas no transporte público, e que é proporcionalmente mais alto nas famílias de baixa renda. iii. Que iniciativas estão promovendo as cidades para proporcionar melhores condições de acessibilidade física e mobilidade às pessoas nos assentamentos e nas cidades? 10. Que novas modalidades de transporte público ou compartilhado existem que permitem melhorar o acesso ao transporte e a mobilidade a custos mais acessíveis? 11. Soluçõesparaasegurançaea convivêncianosassentamentos A insegurança é um dos principais problemas que enfrentam as cidades, e que afeta de maneira especial as mulheres e os mais vulneráveis. Parte da causa está associada às condições físicas nos assentamentos e nas moradias que favorecem as agressões e o delito, como por ex.: a falta de iluminação pública, a ausência de espaços públicos adequados ou a superpopulação nas moradias. Mas outra parte também se relaciona com os níveis de confianças, de solidariedade e de
  8. 8. 8 Colaboraçãode convivência ao interior dos bairros e comunidades que somente podem construir-se de maneira persistente e voluntária iv. Que iniciativas estão promovendo o setor público, as comunidades ou o setor privado para melhorar as condições de segurança e convivêncianas comunidades. 4. ModelosdeFinanciamento eDesenvolvimentodeMercados Uma das principais barreiras para que as populações mais vulneráveis possam ter acesso a moradia adequada é a pouca oferta de financiamento apropriado e a necessidade de fortalecer a sinergia entre os atores chave do mercado da moradia para o desenho e oferta de produtos e serviços alinhados a suas necessidades, preferências e capacidades, que ao mesmo tempo promova e facilite sua participação ativa no mercado da moradia. Portanto, o objetivo de este tema é facilitar um espaço de interação onde se compartilham perspectivas e experiências, à luz de quatro subtemas, que poderiam dar resposta ou despertar o interesse ao redor de algumas perguntas críticas. Subtemas: 1. Sistemasinovadoresdefinanciamento paramoradia i. Que modelos de financiamento existem na região que possa ser uma boa referência para facilitar o acesso à moradia, preferivelmente à BdP? Poupança, crédito, arrendamento com opção de compra, que outros? ii. Instrumentosde financiamento comserviçoscomplementários iii. Que instrumentos públicos poderiam incentivar a participação do setor financeiro em facilitar acesso à moradia para a BdP? 5. Que serviços não financeiros são complemento natural ao financiamento para moradia? 6. Modelos de Políticas e instrumentos públicos para o financiamento à moradia iv. Que fatores e atores poderiam alavancar os programas de subsídios para potencializar sua escala e impacto? 7. Que desafios necessitam ser administrados na articulação entre atores do mercado,no marco deum programasubsídio/ crédito /poupança? v. Mercados inclusivos, alianças múltis setoriais para o desenvolvimento do mercado de moradia vi. Quais poderiam ser alguns modelos de mercado escaláveis, replicáveis e sustentáveis para os atores do mercado da moradia, e acessíveis para a base da BdP? Quais os incentivos para cada um dos atores?
  9. 9. 9 Colaboraçãode 8. Como incubar empresas sociais que ajudem a fechar as brechas e introduzam produtos e serviços inovadores que facilitem o acesso à moradia adequada para famílias da base da pirâmide? 9. Participantes A chamada está aberta a experiências desde os diversos setores: organizações sociais, empresa privada, entidades públicas, academia e organizações de cooperação internacional, que estiverem interessados em compartilhar iniciativas e soluções concretas aos problemas da moradia inadequada na América Latina e no Caribe. VI. Formato do Fórum O Fórum estará estruturado em diálogos de alto nível, palestras com expertos e sessões de intercâmbio e discussão facilitadas, com modalidades interativas para compartilhar, centralizando- se em experiências e lições aprendidas. Os e as participantes conhecerão soluções inovadoras que promovam a colaboração eficaz e a formação de redes. Todas as experiências apresentadas (mesmo as não selecionadas) terão a oportunidade de participar na Exibição de Melhores Práticas e Experiências. As experiências selecionadas contarão com o apoio para a preparação e produção de sua Exibição. VII. Idioma As experiências poderão ser apresentadas em espanhol, inglês, português ou francês. VIII. Processo de seleção As experiências apresentadas serão revisadas por um Comitê Técnico, que as avaliará à luz dos critérios de seleção, bem como no tocante a sua adequação aos objetivos e temáticas do Fórum. O Comitê Técnico estável uma pré-seleção que envia ao Comitê Estratégico do Fórum, compostos por representantes das entidades Coorganizadores do Fórum. O Comitê Estratégico realiza a seleção final das 40 experiências que serão apresentadas no Fórum. IX. Critériosdeseleção Inclusão: uma boa prática tem que incluir a participação da comunidade, pessoas e grupos mais vulneráveis, tradicionalmente excluídos. Múltiplos atores: Com a participação de pelo menos 2 atores de diferente âmbito: social, privado, publico, e/ou academia. Inovação: uma boa prática contribui novos conhecimentos e metodologias que permitem uma abordagem criativoda problemática da moradia.
  10. 10. 10 Colaboraçãode Impacto e potencial de escala: uma boa prática de moradia adequada deve mostrar mudanças tangíveis no acesso às oportunidades que melhoram a qualidade de vida de um número crescente de pessoas e comunidades. Sustentabilidade: uma boa prática implica modelos de transformação capazes de continuar no tempo mais além do impulso inicial, e com capacidade de adaptabilidade a novas condições. A. Potencialde replicabilidade: uma boa prática implica enfoques e metodologias que são replicáveis mais além da própria experiência, por exemplo, em outros setores, contextos ou populações. B. C. Cronograma Atividade Datas Abertura e envio de Convocatória Nov 26,2014 Recepção de experiências 1 a 28 de fevereiro,2015 Pre-seleção de experiências 2 – 6 de Março, 2015 Seleção definitiva por parte do Comitê Estratégico 9 - 13 Março, 2015 Notificaçãoàs experiências selecionadas e envio de Termos de Referência para a Exibição 16 – 17 de Março, 2015 Recepção preliminar de documentos para a Exibição 23 – 27 de Março, 2015 Recepção de documentos finais e materiais para a exibição 13 -17 de Abril, 2015 Produçãoda Exibição 17 de Abril, 2015 Realização do Fórum 5-8 de Maio, 2015 D. Custos de participação e patrocínios: A organização do evento outorgará espaços de participação gratuitos para os representantes das experiências selecionadas e correrá com os custos de produção da Exibição das experiências selecionadas. Cada experiência selecionada deverá cobrir seus custos de traslado, alojamento e alimentação. Os custos estimados para um participante serão: Noite em hotéis do evento:$ 60 – $100 diários
  11. 11. 11 Colaboraçãode Passagem de avião:US$ 500 - $1500 Alimentação calculadapor dia: $50 Para aqueles que necessitem administrar patrocínios ou as bolsas nacionais sugerimos entrar em contato com os representantes nacionais dos coorganizadores para obter seu apoio e coordenar o processo de participação. Organizadores: Hábitat para a Humanidade Internacional - É uma organização não governamental ecumênica, sem fins de lucro, que trabalha para eliminar a moradia inadequada oferecendo soluções acessíveis em associação comfamílias, e comunidades mais pobres, bem comooutros aliados. Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e a Meia-lua Vermelha - É uma organização humanitária centralizada na promoção dos valores humanitários, intervenção em casosde desastre,preparação paradesastres,saúdee assistêncianascomunidades. Cities Alliance associação mundial para a redução da pobreza urbana e a promoção do papel das cidades no desenvolvimento sustentável. Seus membros incluem a governos nacionais, autoridades locais, organizações não governamentais, organizações multilaterais, e outros membros associados. Habitat International Coalition reúne a mais de uma centena de organizações de 19 países da região construindo coalizões fortes, fortalecendo atores, iniciativas, processos populares e incidindo em políticas públicas. Banco Interamericano de Desenvolvimento Apoia os esforços da América Latina e o Caribe para reduzir a pobreza e a desigualdade com o objetivo de conquistar o desenvolvimento de maneira sustentável. Coma colaboração de: ONU – HÁBITAT – Organização do sistema das Nações Unidades que promove povos e cidades social e ambientalmente sustentáveis com o objetivo de proporcionar uma moradia adequada para todos.
  12. 12. 12 Colaboraçãode X. Fichade Apresentação Enviar esta ficha preenchida a: experienciasforova@gmail.com Data limite: 28 de Fevereiro de 2015 Seção 1: Informação decontato do intermediário oupatrocinador Nome Telefonedecontato: Código de país: Número Tel: Correio eletrônico Organização Seção 2: Informação decontato da experiência Nome Correio eletrônico Telefonedecontato Código de país: Número Tel: Organização Cargo/posição País Páginawebda organização Seção 2: Sinopsesdeapresentação Escreva um parágrafo curto que descreva em que consiste a experiência, dando ênfase nos aspectos inovadores do projeto ou da iniciativa. Por favor inclua os objetivos da iniciativa, a população participante, o alcance territorial e os atores envolvidos. (máximo 100 palavras)
  13. 13. 13 Colaboraçãode Título do projeto ou iniciativa Data deInício População Meta (máximo 50 palavras) Descrição (incluirresultados alcançados) (máximo 500 palavras) XI. O Problema  Data e Como começa  Os sócios/atores, e sua contribuição  O modelo de solução  As conquistas e os resultados  Perspectivas de impacto esperado a médio prazo Eixo do Fórumno qual está centralizadaaexperiência (selecione una) ( 1 ) Solo, Moradia e Território ( 2 ) Moradias e Comunidades Resilientes ( 3 ) Moradia e Assentamentos Saudáveis, Inclusivose Sustentáveis ( 4 ) Modelos de Financiamento e Desenvolvimento de Mercados Imagensda Experiência: Favor anexar pelo menos 2 fotografias que mostrem a situação prévia à intervençãoe uma fotografiaque possa também mostrar a situação posterior. (Todaimagemdeveterpelo menos 300ppipara suacorreta impressão) Seção 3: Reflexão (máxima100 palavras cada um) Quais foram os principais desafios que enfrentou a
  14. 14. 14 Colaboraçãode iniciativa e como foram abordados? Quais são as principais lições aprendidas do processo? Descreva os elementos de políticasemarco regulador quefavoreceramo desenvolvimento da iniciativa. Descreva os elementos que permitam qualificar esta experiência comoinovadora(tecnologias, metodologias, modelos, etc.) Descreva os elementos de arquiteturae urbanismo quepermitem qualificá-lacomo uma experiência inclusiva, sustentável e/ou resiliente. (incorporaçãotangível da comunidade nos processos tanto prévios como durante a intervenção urbana; introdução de desenhos arquitetônicos ou urbanísticos inovadores, acessíveis e sustentáveis; recuperação de conhecimentos, identidade e cultura no desenho ou na construção Descreva a estratégiade financiamento da experiência e seus elementos mais novos. É sustentável este modelo definanciamento?

    Soyez le premier à commenter

    Identifiez-vous pour voir les commentaires

Chamada para Apresentação de Experiências I. Antecedentes: Nas últimas décadas vêm sucedendo mudanças importantes nas dinâmicas territoriais, demográficas, climáticas, sociais, econômicas, tecnológicas, e culturais, que vêm acelerando os processos de urbanização em todo mundo. A insuficiência das políticas, e de modelos adequados de intervenção e desenvolvimento do hábitat fez com que estas mudanças tenham sido acompanhadas de níveis de exclusão, desigualdade, iniquidade, vulnerabilidade de direitos, bem como de um aumento do custo do solo com respeito à renda, precariedade no hábitat, e aumento da pobreza urbana. Estas mudanças, seus efeitos e as diferentes tentativas por abordá-los, são o centro do debate das agendas de desenvolvimento. Por primeira vez na história, mais da metade da população mundial vive em cidades e mais de 90 por cento do crescimento urbano está ocorrendo nos países em desenvolvimento. No mundo, aproximadamente mil milhões de habitantes, vivem em bairros marginais. Não têm acesso aos serviços básicos e sofrem de condições inadequadas de moradia, posse de terra insegura, deterioração ambiental, vulnerabilidade, e uma variedade de problemas sociais como o desemprego, a violência e o crime. A América Latina e o Caribe (ALC) são as regiões mais urbanizada do mundo em desenvolvimento, com mais de 75 por cento de suas moradias nas zonas urbanas. É necessário que trabalhemos juntos para buscar soluções que contribuam para uma melhora das condições de moradia de mais de 120 milhões de latino-americanos. O Primeiro Fórum Latino-americano e do Caribe “Soluções compartilhadas para cidades inclusivas” foi levado a cabo em Bogotá, Colômbia no ano de 2012 e teve como objetivo construir alianças e soluções que aumentem o acesso a uma moradia segura e adequada. II. A Terceira Conferência das Nações Unidas em Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável - Habitat III - a ser realizada em 2016, definirá uma nova Agenda Urbana e estará focada em políticas e estratégias que possam criar espaços urbanos mais sustentáveis e equitativos. Esta nova Agenda Urbana influenciará nas decisões e prioridades nos próximos 20 anos nos países da região e a nível internacional. Por isso, o Segundo Fórum Latino-americano e do Caribe de Moradia Adequada “Moradia para a Vida” convocará atores de diferentes setores (privado, governo, organizações da sociedade civil e a academia) que desempenham um papel na agenda urbana da região para debater ideias, experiências, e propostas, para transformar soluções e modelos, em sistemas efetivos, acordos múltiplos atores, e rotas para sua institucionalização que garantam mudanças para o futuro urbano que visionamos.

Vues

Nombre de vues

412

Sur Slideshare

0

À partir des intégrations

0

Nombre d'intégrations

2

Actions

Téléchargements

1

Partages

0

Commentaires

0

Mentions J'aime

0

×