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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
ESCOLA DE ENFERMAGEM DE MANAUS
ENFERMAGEM NA ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DO ADÚLTO
Técnicas ...
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
ESCOLA DE ENFERMAGEM DE MANAUS
ENFERMAGEM NA ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DO ADÚLTO
Declaraçã...
ANATOMIA & FISIOLOGIA DA PELE
PELE
•É constituída
de 3 camadas:
• Epiderme
• Derme
• Tecido celular
subcutâneo.
Enf° Josei...
EPIDERME
• É a camada mais externa das duas principais
camadas da pele.
• A epiderme é dividida em 5 camadas distintas:
• ...
EPIDERME
• Estrato granuloso (camada granular da
epiderme): Tem uma a cinco células de
espessura e se caracteriza por célu...
EPIDERME
• Estrato córneo
• Estrato granuloso
• Estrato espinhoso
• Estrato basal
PELE
Enf° Joseir Saturnino Cristino
DERME
• Camada mais espessa e profunda da
pele.
• É composta por fibras de colágeno e de
elastina e por uma matriz extrace...
Tecido Celular Subcutâneo
• É uma camada abaixo da pele contém
grandes vasos sanguineos, vasos linfáticos
e nervos.
• O te...
FUNÇÕES
•Proteção das estruturas
internas;
•Percepção sensorial;
•Termorregulação;
•Excreção;
•Metabolismo;
•Absorção.
PEL...
CONCEITO
O que é uma Ferida ?
É qualquer lesão que interrompa a
continuidade da pele. Pode atingir a
epiderme a derme, tec...
Enf° Joseir Saturnino Cristino
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO AO GRAU DE ABERTURA:
ABERTAS - Tem as bordas da pele afastad...
PRINCIPAIS TIPOS
DE FERIDAS
ABERTAS
FERIDAS
Enf° Joseir Saturnino Cristino
FERIDAS
LESÃO POR PRESSÃO
FERIDAS
LPP: área localizada de necrose celular - compressão
do tecido mole entre uma proeminência óssea...
Enf° Joseir Saturnino Cristino
LESÃO POR PRESSÃO
FERIDAS
ETIOPATOGENIA: Proeminências ósseas mais
frequentes para o desenvolvimento de úlcera por
pressão...
LESÃO POR PRESSÃO
FERIDAS
FATORES DE RISCO
• ↓ Mobilidade
• ↓ Atividade
• ↓ Percepção sensorial
Fatores Extrínsecos
• ↑ 𝐴𝑡...
FERIDAS
Enf° Joseir Saturnino Cristino
LESÃO POR PRESSÃO
FERIDAS
PREVENÇÃO
LESÃO POR PRESSÃO
FERIDAS
PREVENÇÃO
Mudança de decúbito de pelo menos 2/2h
Enf° Joseir Saturnino Cristino
LESÃO POR PRESSÃO
FERIDAS
PREVENÇÃO
Uso de colchão apropriado
Enf° Joseir Saturnino Cristino
LESÃO POR PRESSÃO
FERIDAS
PREVENÇÃO
Uso de apoio em proeminências ósseas
Enf° Joseir Saturnino Cristino
Figura - Decúbito lateral de 30º o qual alivia
pontos de pressão.
FERIDAS
Enf° Joseir Saturnino Cristino
FERIDAS
Enf° Joseir Saturnino Cristino
ÚLCERAS VENOSAS
FERIDAS
É causada pela insuficiência crônica que
corresponde a uma anormalidade do
funcionamento do sistem...
ÚLCERAS ARTERIAL:
FERIDAS
É o resultado da inadequada perfusão
tecidual nos pés ou nas pernas, devido ao
bloqueio completo...
ÚLCERAS ANÊMICA:
FERIDAS
São Feridas de etiologia crônicas, que podem
acometer os membros inferiores, sendo
provocadas por...
ÚLCERA NEUROPÁTICA OU DIABÉTICA
FERIDAS
Seu surgimento pode ocorrer por dois
mecanismos: Perda da sensibilidade e doença
v...
ÚLCERA NEOPLÁSICA
FERIDAS
São formadas pela infiltração das células
malignas do tumor nas estruturas da pele.
FERIDA
FERIDAS
Ferida causada por toxinas e
veneno de animais.
Enf° Joseir Saturnino Cristino
FERIDA
FERIDAS
Ferida originária de amputação.
FERIDA
FERIDAS
Ferida provocada por Erisipela
Bolhosa.
FERIDA OPERATÓRIA COMPLICADA
FERIDAS
Ocorre devido a uma infecção na
ferida cirúrgica.
QUEIMADURAS
FERIDAS
Lesão causada por agentes térmicos, químicos,
elétricos ou radioativos que agem no tecido de
revestime...
QUEIMADURAS
FERIDAS
• As queimaduras são classificadas em três graus:
• 1) Queimadura de primeiro grau:
• Somente a epider...
QUEIMADURAS
FERIDAS
• 2) Queimadura de segundo grau:
• Ocorre destruição da epiderme e parte da derme.
Apresenta eritema, ...
QUEIMADURAS
FERIDAS
• 3) Queimadura de Terceiro Grau:
• A queimadura de 3º grau é indolor. Ocorre a
destruição total da pe...
QUEIMADURAS
FERIDAS
• TERAPIA CONVENCIONAL:
SULFADIAZINA DE PRATA 1%
ADAPTICR, GAZE
• CURATIVOS INTERATIVOS: (TROCAS)
OMID...
QUEIMADURAS
FERIDAS
ADAPTIC OMIDERM
Enf° Joseir Saturnino Cristino
QUEIMADURAS
FERIDAS
Cálculo de custo de curativos
CT = D x T + P x N
D = DIÁRIA DE INTERNAÇÃO;
T = TEMPO MÉDIO DE CICATRIZ...
QUEIMADURAS
FERIDAS
Tipo de curativo relacionado ao seu custo, tempo médio de cicatrização
e número de trocas requerido pa...
QUEIMADURAS
FERIDAS
CURATIVO NO ENXERTO
CURATIVO DE BROWN
 É UM CURATIVO COMPRESSIVO FEITO NO
ENXERTO. EM EXTREMIDADES FE...
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO AO TEMPO DE DURAÇÃO:
FERIDAS AGUDAS - São as feridas recente...
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO A CAUSA:
FERIDA CIRÚRGICA - são provocadas intencionalmente ...
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO A CAUSA:
FERIDA TRAUMÁTICA - são aquelas provocadas acidenta...
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO A CAUSA:
FERIDA ULCERATIVAS - são lesões escavadas, circunsc...
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO AO CONTEÚDO MICROBIANO:
• Limpa - condições assépticas sem m...
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO AO TIPO DE CICATRIZAÇÃO:
• Ferida de cicatrização de primeir...
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO AO AGENTE CAUSAL:
• Feridas Incisas ou cortantes - são provo...
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO AO AGENTE CAUSAL:
• Feridas Cortocontusa - causadas por mach...
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO AO AGENTE CAUSAL:
• Perfurante - são ocasionadas por agentes...
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO AO AGENTE CAUSAL:
• Perfuro-contusas - são também ocasionada...
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO AO AGENTE CAUSAL:
• Lácero-contusas – Os mecanismos mais fre...
As feridas podem ser classificadas de diversas formas:
QUANTO AO AGENTE CAUSAL:
• Escoriações – A lesão surge tangencialme...
CICATRIZAÇÃO
DAS
FERIDAS
FERIDAS
Enf° Joseir Saturnino Cristino
CONCEITO
• Cicatrização: conjunto de processos complexos,
interdependentes, cuja finalidade é restaurar os tecidos lesados...
FASE INFLAMATORIA:
– reação local não específica a danos teciduais ou invasões por
microrganismos. Seu início é imediato e...
FASE DE EXSUDAÇÃO:
– ou fase de limpeza inicia-se imediatamente após o aparecimento da
ferida. Em termos clínicos estamos ...
FASE DE REVASCULARIZAÇÃO (GRANULAÇÃO OU
PROLIFERAÇÃO):
– são geradas novas células e forma-se o tecido de granulação (uma
...
FASE DE REPARAÇÃO - EPITELIZAÇÃO:
– fase de cobertura da ferida pelas células epiteliais. A diferença entre
os tecidos tor...
FASE DE MATURAÇÃO:
– leva um ano nas feridas fechadas e mais nas feridas abertas. Nessa
fase diminui a vascularização, o c...
Tipos de Cicatrização:
– 1) Cicatrização por 1º intenção – ocorre sem complicações e com a
formação de discreto tecido cic...
Tipos de Cicatrização:
– 2) Cicatrização por 2º intenção – Denominada fechamento secundário.
Ocorre quando há muita perda ...
Tipos de Cicatrização:
– 3) Cicatrização por 3º intenção – Fechamento adiado devido a presença
de infecção. Após a infecçã...
FATORES QUE AFETAM A CICATRIZAÇÃO:
• Idade
• Uso de substâncias impróprias para limpeza da ferida
• Uso de substâncias imp...
A avaliação das feridas direciona o planejamento
dos cuidados de enfermagem, implementa a terapia tópica
além de proporcio...
Extensão e
profundidade
Pele
perilesional
Fundo
da lesão
Tipo de ferida
Tipo de cicatrização
Dor
Edema
Odor Pulsos
Infecçã...
Princípios Básicos para Avaliação de Feridas
FERIDAS
• Tamanho: use a régua para medir, em centímetro, o maior
comprimento...
CURATIVOS
Pulso
Enf° Joseir Saturnino Cristino
CURATIVOS
Área
Enf° Joseir Saturnino Cristino
CURATIVOS
Profundidade
• Profundidade: escolha a profundidade e a espessura mais
apropriada para a ferida usando essas des...
CURATIVOS
Profundidade
Enf° Joseir Saturnino Cristino
CURATIVOS
Determinar o tipo de bordas presentes na ferida:
• Indistinta, difusa: Não há possibilidade de distinguir claram...
CURATIVOS
Descolamento:
• (undermine) para avaliar insira um aplicador com a ponta de
algodão sob a borda da ferida, intro...
CURATIVOS
BORDAS
Enf° Joseir Saturnino Cristino
CURATIVOS
Cor da pele ao redor da ferida:
• A partir da borda avalie quatro cm de pele ao redor da
ferida. As pessoas de p...
CURATIVOS
Edema de tecido Periférico:
• A partir da borda avalie 04 cm de tecidos ao redor da ferida. A pele
edemaciada se...
CURATIVOS
Endurecimento do Tecido Periférico:
• A partir da borda avalie 04 cm de tecidos ao redor da
ferida. O endurecime...
CURATIVOS
Margens ou Pele peri-ulceral
Enf° Joseir Saturnino Cristino
Tipos de Tecidos
CURATIVOS
Granulação
Enf° Joseir Saturnino Cristino
CURATIVOS
• Tecido Necrosado: escolha o tipo de tecido necrosado
predominantemente na ferida de acordo com a cor, a
consis...
CURATIVOS
• Tecido Necrosado: escolha o tipo de tecido necrosado
predominantemente na ferida de acordo com a cor, a
consis...
CURATIVOS
Tipos de Tecidos
Necrose de Tecido Preta
Enf° Joseir Saturnino Cristino
Tipos de Tecidos
CURATIVOS
Esfacelo amarelo
Tipos de Tecidos
CURATIVOS
Fibrina
CURATIVOS
Tipos de Tecidos
Epitelização
CURATIVOS
Algumas coberturas interagem com a drenagem da ferida
produzindo um gel ou um liquido que pode confundir a
avali...
CURATIVOS
Exsudato
Seroso:
Fino, aquodo e claro
Hemorrágico/Sanguinolento:
Vermelho intenso, fino
Serossanguinolento:
Verm...
CURATIVOS
• Ausente: cobertura permanece seca em 24h;
• Pouco: necessário apenas uma troca da cobertura
secundária em 24h;...
CURATIVOS
Determinar o percentual da cobertura envolvida com o
exsudato. Use o seguinte roteiro:
• Nenhum: Tecidos da feri...
CURATIVOS
O paciente informa o escore de dor, segundo avaliação
própria, após ser esclarecido da correspondência de cada
v...
CURATIVOS
Escalas de Avaliação de Dor
Enf° Joseir Saturnino Cristino
CURATIVOS
TESTE DE SENSIBILIDADE
- Exame da sensibilidade deve ser realizado em um ambiente
calmo e relaxante;
- Aplique o...
CURATIVOS
TESTE DE SENSIBILIDADE
Diabétes:
O teste de sensibilidade deverá ser realizado através do monofilamento
de 10 g ...
CURATIVOS
TESTE DE SENSIBILIDADE
Hanseníase:
Pontos de Aplicação:
Enf° Joseir Saturnino Cristino
CURATIVOS
Grau de Contaminação
Enf° Joseir Saturnino Cristino
CURATIVOS
• Regra mnemônica utilizando o seguinte acrônimo:
• TIME/DIME (Tissue/Debridement, Infection, Moisture,
Edge).
•...
PRINCÍPIOS
BÁSICOS PARA
REALIZAÇÃO DE
CURATIVOS
FERIDAS
Enf° Joseir Saturnino Cristino
CONCEITO
É um meio terapêutico que consiste
na limpeza e aplicação de uma
cobertura estéril em uma ferida,
quando necessár...
CONCEITO
O meio úmido tem algumas vantagens em relação
aos curativos secos. Estimula a epitelização, a
formaçãodo tecido d...
CONCEITO
Deve ser aquecido próximo a temperatura de
37° C quando utilizado em tecido de granulação
e epitelização,em tempe...
CONCEITO
Técnica utilizada para higienização do tecido de
granulação. Nesta técnica pode-se utilizar o
próprio frasco de s...
CONCEITO
· Começar a limpeza do local de incisão, com
movimentos de dentro para fora;
· Nunca passar o lado sujo da gaze d...
CONCEITO
· As primeiras 24 horas são especialmente
importantes, porque o edema é maior neste período.
· O edema depende do...
CONCEITO
· Deve-se iniciar a limpeza de fora para dentro
da lesão, ou seja, das bordas para o centro, para
não espalhar in...
CONCEITO
O tratamento compressivo melhora a função da bomba muscular da panturrilha e reduz o
edema,
melhorando assim o re...
CONCEITO
· Objetivo do tratamento é reduzir a hiperpressão
sobre a ferida;
· Repouso;
· Imobilização com tala gessada;
· P...
CONCEITO
Cobertura é todo material˛ substância ou
produto que se aplica sobre a ferida˛
como finalização do curativo que f...
Exemplos de coberturas
COBERTURAS
Enf° Joseir Saturnino Cristino
Exemplos de coberturas
COBERTURAS
Critérios de Avaliação para Indicação de Coberturas
Enf° Joseir Saturnino Cristino
Exemplos de coberturas
COBERTURAS
Critérios de Avaliação para Indicação de Coberturas
Enf° Joseir Saturnino Cristino
Exemplos de coberturas
COBERTURAS
Critérios de Avaliação para Indicação de Coberturas
OBSERVAÇÕES:
- ODOR: usar carvão ati...
-Limpar a ferida.
-Proteger a ferida de traumatismo mecânico.
-Manter meio úmido.
-Controlar ou eliminar os fatores causai...
-Promover o conforto físico e psicológico do paciente,
como eliminar odor desagradável.
-Realizar o desbridamento da ferid...
Objetivo da limpeza
Remover debris
Tecido desvitalizado
Matéria estranha
Excesso de exsudato
Resíduos de agentes
tópicos
m...
Curativos primários
Colocado diretamente
sobre a ferida
Curativos secundários
Colocado sobre
o curativo
primário
FERIDAS
C...
FERIDAS
Categorias
Curativo semi-oclusivo
Este tipo de curativo é absorvente, e comumente utilizado em
feridas cirúrgicas,...
FERIDAS
Categorias
Curativo Oclusivo ou
Fechados
Não permite a entrada de ar ou fluídos, atua como barreira mecânica,
impe...
FERIDAS
Categorias
Curativo Compressivo
Utilizado para reduzir o fluxo sanguíneo, promover a estase e ajudar
na aproximaçã...
FERIDAS
Categorias
Curativo Abertos
São realizados em ferimentos que não há necessidade de serem
ocluídos. Feridas cirúrgi...
FERIDAS
Classificação do Curativo de acordo com
o tamanho da ferida
Curativo Pequeno
- Curativo realizado em ferida pequen...
FERIDAS
Classificação do Curativo de acordo com
o tamanho da ferida
Curativo Médio
- Curativo realizado em ferida média, v...
FERIDAS
Classificação do Curativo de acordo com
o tamanho da ferida
Curativo Grande
- Curativo realizado em ferida Grande,...
FERIDAS
Técnica de Curativo
A melhor técnica de curativo começa com uma boa preparação do carro de
curativos, o qual deve ...
FERIDAS
Técnica de Curativo
3. conduzir o carro de curativo até o quarto do paciente
4. explicar ao paciente o que vai faz...
FERIDAS
Técnica de Curativo
As soluções anti-sépticas degermantes são contra-
indicadas em lesões abertas, pois os tensoat...
TÉCNICA DE
CURATIVOS
FERIDAS
Enf° Joseir Saturnino Cristino
 *Lavar as mãos antes e após a realização do curativo;
 *Obedecer o princípios de assepsia;
 *Remover assepticamente te...
•Estéril: curativo realizado na unidade de
saúde, com material estéril (pinças ou luvas),
solução fisiológica 0,9% e cober...
Remoção do Curativo
Anterior
FERIDAS
FASES DO CURATIVO
Limpeza das Bordas
Distantes
Limpeza da Ferida
Tratamento da Ferida...
REMOÇÃO DO
CURATIVO ANTERIOR
CURATIVO
•Usar a pinça dente de rato do pacote de curativo para
auxiliá-lo nesse procedimento...
Enf° Joseir Saturnino Cristino
•A maioria dos anti-sépticos é contra indicada para
feridas crônicas.
•Finalidade: remoção total de resíduos da cobertura
...
•Solução Fisiológica
•Irrigação contínua (8 psi)
•Reduz tecido desvitalizado
•Reduz microorganismo
•Preserva tecido viável...
Minimizar traumas:
•não esfregar ferida granulada
•não usar sabão ou anti-séptico para limpar a ferida
•limpar através de ...
Aquecero SF 0˛9%:
•Temperatura ideal para as reações químicas: 36˛4° C a
37˛2° C.
•Se a temperatura variar˛ o processo cel...
Previne o
ressecamento
Evita a formação de
crosta
Aumenta a re-
epitelização
Aumenta o reparo
tecidual
Diminui a
inflamaçã...
Excesso de exsudato:
•Maceração da pele perilesional.
•Utilizar coberturas primárias altamente absorventes,
além da cobert...
•Purulência
•Infecção local e sistêmica
•Presença de corpos estranhos
•Escara e Esfacelo
•Grande área de necrose
Desbridam...
COMPETÊNCIA: Médico ou enfermeiro
DESBRIDAMENTO
CURATIVOS
Métodos
Autolítico
Mecânico
Instrumental
Conservador/Cirúrgico
E...
Enf° Joseir Saturnino Cristino
Enf° Joseir Saturnino Cristino
Escarificação
Enf° Joseir Saturnino Cristino
TÉCNICAS DE LIMPEZA
FERIDAS
ASSÉPTICAS
FERIDAS
SÉPTICAS
A ferida é limpa de
FORA Para DENTRO
A ferida é limpa de
DENTRO Pa...
Enf° Joseir Saturnino Cristino
Padronização dos
tipos de curativos
FERIDAS
Enf° Joseir Saturnino Cristino
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
O curativo deve ser realizado com soro fisi...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
O curativo do dreno deve ser realizado sepa...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Curativos de Sistemas de Drenos Abertos
• F...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Antes de iniciar o curativo, inspecionar o ...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Curativos de Sistemas de Drenos Fechados
• ...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Podem apresentar perda ou não de substância...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Curativos de Feridas Abertas sem Infecção
•...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Apresenta secreção purulento, tecido necros...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Curativos de Feridas Abertas Contaminadas
•...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Quando ocorre uma fistula ou deiscência de ...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Curativos de Feridas com Fistula ou Deiscên...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
O desbridamento envolve a remoção de tecido...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
Nã...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
Os...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
En...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
A ...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
A ...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
Mo...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
Re...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
AU...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
QU...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
EN...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
ME...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
CI...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Técnica de Desbridamento
• Desbridamento
BI...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Produtos Padronizados Para Curativos:
Produ...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Produtos Padronizados Para Curativos:
Produ...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Produtos Contra Indicados para Curativos
Pr...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Produtos Contra Indicados para Curativos
Pr...
Classificação do Curativo de Acordo com as
Características da Ferida
CURATIVOS
Produtos Contra Indicados para Curativos
Pr...
■Respeitar a privacidade do paciente
■ Não expor a ferida antes do tempo
recomendado
■ Lavar as mãos antes e após realizar...
➢Não remover a escara não infectada do
calcâneo ou nas úlceras isquêmicas.
➢Manter a bolsa coletora abaixo do nível da
bex...
Curativos e
Coberturas Especiais
FERIDAS
Enf° Joseir Saturnino Cristino
■São curativos desenvolvidos com propostas
bem definidas. A seguir, citaremos algumas
das substâncias mais utilizadas em c...
Para que se faça a escolha da cobertura adequada é
essencial uma avaliação criteriosa. Essa análise deve
incluir: condiçõe...
Composição:
 Enzimas proteolíticas e
peroxidases (papaína e
quimiopapaína A e B)
do látex do mamoeiro
(Carica Papaya)
CUR...
INDICAÇÃO:
 Feridas com necrose ou fibrose,
particularmente naquelas com
crosta.
 Infectadas ou não.
 Com pouco a moder...
MODO DE USAR:
 Irrigar com solução salina estéril.
 Irrigar com solução de papaína conforme o
aspecto da ferida:
 Prepa...
Composição:
 Óleo vegetal composto
por ácido linoleico,
ácido caprílico, ácido
cáprico, vitamina A, E e
leticina de soja....
Mecanismo de ação:
 Promove quimiotaxia (atração de leucócitos) e
angiogênese (formação de novos vasos
sanguíneos), manté...
INDICAÇÃO:
Prevenção de úlceras de pressão –
tratamento de feridas abertas.
TIPOS DE FERIDAS:
Lesões abertas com ou sem in...
MODO DE USAR:
 Após remoção de todo tecido
desvitalizado
limpar a lesão com irrigação de
solução salina estéril
 Aplicar...
COMPOSIÇÃO:
 Fibras agrupadas de carboximetilcelulose
sódica sem integrantes ativos.
MECANISMO DE AÇÃO:
 tem ação hidrof...
INDICAÇÕES:
Feridalesões crônicas (úlceras de
pressão e MMII)
Agudas (laceração, incisões, área
doadora)
Queimadura de ...
MODO DE USAR:
 Remover curativo anterior, umedecendo bem a
cobertura com S.F. 0,9 % até se soltar, cuidado para
não promo...
COMPOSIÇÃO:
 Camada externa de espuma de poliuretano
e outra interna composta de gelatina pectina
e carboximetilcelulose ...
INDICAÇÕES:
 Feridas limpas com pouca à moderada exsudação:
 Úlceras por pressão (UP) grau I-II;
 Úlceras de perna;
 Á...
MODO DE USAR:
 Fazer limpeza e anti-sepsia com solução salina
estéril.
 Colocar o hidrocolóide sobre a lesão com diâmetr...
COMPOSIÇÃO:
 Gel transparente, incolor, composto por: Água (77,7%),
carboximetilcelulose (CMC-2,3%) e propilenoglicol (PP...
INDICAÇÕES:
 Feridas com pouco a moderada exsudação.
 Revitalização dos tecidos necrosados.
 Feridas superficiais moder...
MODO DE USAR:
 Irrigar a ferida com solução salina
estéril.
 Aplicar o gel ou a placa sobre a ferida de
forma asséptica ...
DEFINIÇÃO:
 Creme hidrofílico composto de sulfadiazina
de prata micronizada a 1% e sulfato de cério
hexahidratado a 2,2%....
INDICAÇÃO:
 Queimaduras
 Tecido desvitalizado: Fibrinoso, Fibrose, Necrose, tem
poder bactericida.
CONTRA -INDICAÇÃO:
 ...
INDICAÇÃO:
 O Sistema Compressivo Multicamadas é
indicado para tratamento auxiliar em úlceras
de etiologia venosa e condi...
MODO DE USO:
 1 – Confirmar a ausência de diabetes ou desordens
vasculares arteriais.
 2 – Confirmar se a circunferência...
MODO DE USO:
 Para auxiliar no envolvimento da atadura é
recomendado que o padrão retangular seja
esticado até o padrão q...
DEFINIÇÃO:
 Película adesiva composta por poliuretano
transparente, permeável a gases e vapores
úmidos e impermeável a lí...
INDICAÇÂO:
 Embalagem Estéril - Fixação e
proteção de cateteres no local de
inserção de cateteres centrais em
adultos e c...
DEFINIÇÃO:
 Protetor cutâneo em solução spray
composta por solução polimérica não
alcoólica, contendo hexametil
disiloxan...
INDICAÇÂO:
 Pele com hiperemia decorrente de
incontinência urinária, fecal, vazamentos de
estomas ou fístulas etc. Proteç...
MODO DE USO:
 A pele deve estar limpa e seca. Evite o uso
de cremes antes de usar o produto.
 Borrife a pele a uma distâ...
DEFINIÇÃO:
 Cobertura composta por uma camada de
espuma absorvente de poliuretano, que absorve
o exsudato da ferida, e um...
INDICAÇÕES:
 É indicada para o tratamento de feridas infectadas, feridas
com moderado a alto exsudato e feridas estagnada...
MODO DE USO:
 Remover curativo anterior, umedecendo bem
a cobertura com S.F. 0,9 % até se soltar,
cuidado para não promov...
COMPOSIÇÃO:
 tecido carbonizado e impregnado com nitrato
de prata a 0,15%, envolto por camada de
tecido sem carvão ativad...
INDICAÇÕES:
 Feridas infectadas e exsudativas de qualquer etiologia;
 Feridas ulcerativas;
 Feridas traumáticas;
 Feri...
MODO DE USAR:
 Remover primeiro tecido necrótico por
desbridamento cirúrgico, enzimático ou autolítico.
 Limpar a ferida...
COMPOSIÇÃO:
 Colagenase clostridropeptidase A e enzimas
proteolíticas.
DEFINIÇÂO:
 Pomada que atua seletivamente degrada...
INDICAÇÃO:
 Desbridamento enzimático do tecido
desvitalizado: Necrose, Fibrose.
Contra-indicação:
 Sensibilidade às enzi...
Vantagens:
 Disponibilidade do produto
Desvantagem:
 Pouco efeito em desbridamentos
intensos
 Não é seletiva, usar com ...
Modo de Uso:
 Remover curativo anterior, umedecendo bem a
cobertura com S.F. 0,9 % até soltar as
compressas de gaze, cuid...
DEFINIÇÃO:
 Pasta com fórmula exclusiva contendo
óxido de zinco, colágeno e uréia, que após
a aplicação sobre as ataduras...
INDICAÇÃO:
 Eczema
 Úlcera venosa sem comprometimento arterial
 Redução de edema linfático
 Tromboflebite.
CONTRA-INDI...
MODO DE USO:
 Para a aplicação do mesmo deve-se deixar os
membros inferiores elevados por no mínimo 30
minutos, realizar ...
MODO DE USO:
Técnica correta de aplicação:
 Colocar o paciente em repouso com MMII elevados
por 30 minutos.
 Verificação...
COMPOSIÇÃO:
 hidrocolóides naturais, pectina e
carboximetilcelulose.
MECANISMO DE AÇÃO:
 Até o preenchimento total do es...
INDICAÇÃO:
 Preenchimento de cavidades em lesões
sem infecção ou exsudato, necrose,
lesões secas ou fibrina.
CONTRA-INDIC...
MODO DE USAR
 Remover curativo anterior, umedecendo bem a cobertura
com S.F. 0,9 % até se soltar, cuidado para não promov...
COMPOSIÇÃO:
 almofada de espuma composta de
camadas sobrepostas de não tecido e
hidropolímero e revestida por poliuretano...
INDICAÇÃO:
 Tratamento de feridas abertas não infectadas com
baixo a moderado exsudato;
 Úlcera de perna;
 Úlcera por p...
MODO DE USAR
 Limpar a ferida com irrigação de solução salina
estéril.
 Posicione o curativo sobre o local da ferida de
...
COMPOSIÇÃO:
 esponja, tubos conectores,
película adesiva, reservatório
para secreções e bomba de
pressão negativa.
MECANI...
INDICAÇÃO:
 Feridas agudas e crônicas, extensas
e/ou de difícil resolução.
 Sobre enxertos cutâneos.
CONTRA-INDICAÇÃO:
...
MODO DE USAR:
Posicionar a esponja
sobre a ferida e aplicar
a película oclusiva.
Conectá-la ao
reservatório e este ao
sis...
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Tudo que um enfermeiro precisa saber sobre curativos / Técnicas de Curativos / Princípios Básicos / Curativos e coberturas especiais / padronizações

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Tudo sobre curativo (Avaliação/Princípios/Técnicas de Realização)

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS ESCOLA DE ENFERMAGEM DE MANAUS ENFERMAGEM NA ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DO ADÚLTO Técnicas de Curativo Enf° Joseir Saturnino Cristino RESIDÊNCIA: REVISÃO DE TÉCNICAS DE ENFERMAGEM
  2. 2. UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS ESCOLA DE ENFERMAGEM DE MANAUS ENFERMAGEM NA ATENÇÃO INTEGRAL A SAÚDE DO ADÚLTO Declaração de Conflito de Interesses Nada a Declarar. Esta apresentação eletrônica não pode (e não deve) ser avaliada, interpretada ou julgada fora do seu contexto de sua explanação oral, que a acompanha Enf° Joseir Saturnino Cristino RESIDÊNCIA: REVISÃO DE TÉCNICAS DE ENFERMAGEM
  3. 3. ANATOMIA & FISIOLOGIA DA PELE PELE •É constituída de 3 camadas: • Epiderme • Derme • Tecido celular subcutâneo. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  4. 4. EPIDERME • É a camada mais externa das duas principais camadas da pele. • A epiderme é dividida em 5 camadas distintas: • Estrato córneo ( camada córnea da epiderme): Essa camada tem um manto ácido que ajuda a proteger o corpo contra alguns fungos e bactérias. • Estrato lúcido (camada clara da epiderme): É uma área de intensa atividade enzimática que prepara as células para o estrato córneo. PELE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  5. 5. EPIDERME • Estrato granuloso (camada granular da epiderme): Tem uma a cinco células de espessura e se caracteriza por células achatadas com núcleos ativos. • Estrato espinhoso: é a área na qual as células começam a se achatar a medida que migram em direção a superficie da pele. • Estrato basal: sustenta a epiderme e facilita a troca de liquidos e células entre as camadas da pele. PELE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  6. 6. EPIDERME • Estrato córneo • Estrato granuloso • Estrato espinhoso • Estrato basal PELE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  7. 7. DERME • Camada mais espessa e profunda da pele. • É composta por fibras de colágeno e de elastina e por uma matriz extracelular, que contribui para a força e elasticidade da pele. • A derme é composta de duas camadas de tecido conjuntivo: • A derme papilar: Ajuda no processo de cicatrização das lesões. • A derme reticular: sustentam o tecido subcutâneo e as estruturas de sustentação subjacente, como fáscias, músculos e osso. PELE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  8. 8. Tecido Celular Subcutâneo • É uma camada abaixo da pele contém grandes vasos sanguineos, vasos linfáticos e nervos. • O tecido conjuntivo subcutâneo contém: • Células gordurosas e pequena quantidade de vasos sanguineos; • Constitue 15% a 20% do peso do homem; 20 a 25% do peso da mulher; 2 m² de extensão. • Isola o corpo; • Absorve choques para o sistema esquelético; • Ajuda a pele a se mover facilmente sobre as estruturas subjacentes. PELE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  9. 9. FUNÇÕES •Proteção das estruturas internas; •Percepção sensorial; •Termorregulação; •Excreção; •Metabolismo; •Absorção. PELE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  10. 10. CONCEITO O que é uma Ferida ? É qualquer lesão que interrompa a continuidade da pele. Pode atingir a epiderme a derme, tecido subcutâneo, fásciamuscular, chegando a expor estruturas profundas. FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  11. 11. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  12. 12. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO AO GRAU DE ABERTURA: ABERTAS - Tem as bordas da pele afastadas e a se da por cicatrização por segunda ou terceira intenção. FECHADAS - T e m a s b o r d a s j u s t a p o s t a s e a s e d á g e r a l m e n t e p o r cicatrização por primeira intenção. CLASSIFICAÇÃO FERIDAS
  13. 13. PRINCIPAIS TIPOS DE FERIDAS ABERTAS FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  14. 14. FERIDAS
  15. 15. LESÃO POR PRESSÃO FERIDAS LPP: área localizada de necrose celular - compressão do tecido mole entre uma proeminência óssea e uma superfície dura por um período prolongado de tempo FricçãoCisalhamento Enf° Joseir Saturnino Cristino
  16. 16. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  17. 17. LESÃO POR PRESSÃO FERIDAS ETIOPATOGENIA: Proeminências ósseas mais frequentes para o desenvolvimento de úlcera por pressão. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  18. 18. LESÃO POR PRESSÃO FERIDAS FATORES DE RISCO • ↓ Mobilidade • ↓ Atividade • ↓ Percepção sensorial Fatores Extrínsecos • ↑ 𝐴𝑡𝑖𝑣𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 • ↑ Fricção • ↑ Cisalhamento Fatores Intrínsecos • ↑ Idade • ↓ Nutrição • ↓ Pressão Arterial Enf° Joseir Saturnino Cristino
  19. 19. FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  20. 20. LESÃO POR PRESSÃO FERIDAS PREVENÇÃO
  21. 21. LESÃO POR PRESSÃO FERIDAS PREVENÇÃO Mudança de decúbito de pelo menos 2/2h Enf° Joseir Saturnino Cristino
  22. 22. LESÃO POR PRESSÃO FERIDAS PREVENÇÃO Uso de colchão apropriado Enf° Joseir Saturnino Cristino
  23. 23. LESÃO POR PRESSÃO FERIDAS PREVENÇÃO Uso de apoio em proeminências ósseas Enf° Joseir Saturnino Cristino
  24. 24. Figura - Decúbito lateral de 30º o qual alivia pontos de pressão. FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  25. 25. FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  26. 26. ÚLCERAS VENOSAS FERIDAS É causada pela insuficiência crônica que corresponde a uma anormalidade do funcionamento do sistema venoso causado por uma incompetência valvular, associado ou não a obstrução do fluxo venoso. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  27. 27. ÚLCERAS ARTERIAL: FERIDAS É o resultado da inadequada perfusão tecidual nos pés ou nas pernas, devido ao bloqueio completo ou parcial do suprimento arterial para os membros inferiores.
  28. 28. ÚLCERAS ANÊMICA: FERIDAS São Feridas de etiologia crônicas, que podem acometer os membros inferiores, sendo provocadas por anemias hemolíticas, associadas as anemias falciformes.
  29. 29. ÚLCERA NEUROPÁTICA OU DIABÉTICA FERIDAS Seu surgimento pode ocorrer por dois mecanismos: Perda da sensibilidade e doença vascular. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  30. 30. ÚLCERA NEOPLÁSICA FERIDAS São formadas pela infiltração das células malignas do tumor nas estruturas da pele.
  31. 31. FERIDA FERIDAS Ferida causada por toxinas e veneno de animais. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  32. 32. FERIDA FERIDAS Ferida originária de amputação.
  33. 33. FERIDA FERIDAS Ferida provocada por Erisipela Bolhosa.
  34. 34. FERIDA OPERATÓRIA COMPLICADA FERIDAS Ocorre devido a uma infecção na ferida cirúrgica.
  35. 35. QUEIMADURAS FERIDAS Lesão causada por agentes térmicos, químicos, elétricos ou radioativos que agem no tecido de revestimento do corpo humano. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  36. 36. QUEIMADURAS FERIDAS • As queimaduras são classificadas em três graus: • 1) Queimadura de primeiro grau: • Somente a epiderme é atingida. Observa-se a presença de eritema, edema e dor, e não há formação de bolhas, poucos dias a pele se refaz novamente. A queimadura solar é um exemplo. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  37. 37. QUEIMADURAS FERIDAS • 2) Queimadura de segundo grau: • Ocorre destruição da epiderme e parte da derme. Apresenta eritema, edema, bolhas, erosões ou ulcerações. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  38. 38. QUEIMADURAS FERIDAS • 3) Queimadura de Terceiro Grau: • A queimadura de 3º grau é indolor. Ocorre a destruição total da pele e anexos, e dependendo da intensidade os órgãos anexos também podem ser atingidos. Podendo chegar até aos ossos e gerar sérias deformidades. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  39. 39. QUEIMADURAS FERIDAS • TERAPIA CONVENCIONAL: SULFADIAZINA DE PRATA 1% ADAPTICR, GAZE • CURATIVOS INTERATIVOS: (TROCAS) OMIDERMR ➤ POLIURETANO+ACRILAMIDA • CURATIVOS AVANÇADOS: BIOATIVOS➤ ALGINATOS + QUITOSANA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  40. 40. QUEIMADURAS FERIDAS ADAPTIC OMIDERM Enf° Joseir Saturnino Cristino
  41. 41. QUEIMADURAS FERIDAS Cálculo de custo de curativos CT = D x T + P x N D = DIÁRIA DE INTERNAÇÃO; T = TEMPO MÉDIO DE CICATRIZAÇÃO; P = PREÇO DO CURATIVO; N = N° CURATIVOS UTILIZADOS. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  42. 42. QUEIMADURAS FERIDAS Tipo de curativo relacionado ao seu custo, tempo médio de cicatrização e número de trocas requerido para queimaduras superficiais e profundas. CURATIVOS: PROTOCOLOS DE ENXERTOS EM PACIENTES QUEIMADOS - UNIMED Enf° Joseir Saturnino Cristino
  43. 43. QUEIMADURAS FERIDAS CURATIVO NO ENXERTO CURATIVO DE BROWN  É UM CURATIVO COMPRESSIVO FEITO NO ENXERTO. EM EXTREMIDADES FEITO COM FAIXA CREPE EM OUTRAS ÁREAS A GAZE É SUTURADA SOBRE O ENXERTO.  RETIRADO SOMENTE DEPOIS DO QUINTO DIA, QUANDO JÁ SE DEU A INTEGRAÇÃO. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  44. 44. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO AO TEMPO DE DURAÇÃO: FERIDAS AGUDAS - São as feridas recentes; FERIDAS CRÔNICAS - tem um tempo de cicatrização maior que o esperado devido a sua etiologia. Por exemplo, os pontos epiteliais de uma ferida cirúrgica podem ser retirados com 7 a 10 dias após o procedimento, pois nesse período espera-se ter ocorrido o reparo da lesão, que aguarda apenas a fase de maturação. No caso da ferida não apresentar a fase de regeneração na época esperada, havendo um retardo, a ferida é encarada como crônica; CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  45. 45. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO A CAUSA: FERIDA CIRÚRGICA - são provocadas intencionalmente e se dividem em: • Incisa: onde não há perda de tecido e as bordas são geralmente fechadas por sutura; • Por excisão: onde há remoção de uma área de pele, ex: área doadora de enxerto. • Por Cirurgia e procedimentos terapêutico-diagnósticos (cateterismo cardíaco, punção de subclávia, biópsia, etc.) CLASSIFICAÇÃO FERIDAS
  46. 46. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO A CAUSA: FERIDA TRAUMÁTICA - são aquelas provocadas acidentalmente por agentes: • Mecânico (contenção, perfuração, corte); • Químico (por iodo, cosméticos, ácido sulfúrico, etc.); • Físico (frio, calor, radiação). CLASSIFICAÇÃO FERIDAS
  47. 47. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO A CAUSA: FERIDA ULCERATIVAS - são lesões escavadas, circunscritas na pele, formadas pela morte e expulsão do tecido, resultantes de traumatismo ou doenças relacionadas com o impedimento do suprimento sanguíneo. O Termo úlcera de pele representa uma categoria de ferimento que inclui úlceras de decúbito, assim como de estase venosa , arteriais e ulceras diabéticas. CLASSIFICAÇÃO FERIDAS
  48. 48. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO AO CONTEÚDO MICROBIANO: • Limpa - condições assépticas sem microorganismo; • Limpas – contaminadas - Lesão inferior a 6 horas entre o trauma e o atendimento sem contaminação significativa; • Contaminada - Lesão ocorrida com o tempo maior que 6 horas (trauma e atendimento) sem sinal de infecção; • Infectada - Presença de agente infeccioso no local e lesão com evidência de intensa reação inflamatória e destruição de tecidos podendo haver pus. CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  49. 49. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO AO TIPO DE CICATRIZAÇÃO: • Ferida de cicatrização de primeira intenção - não há perda de tecidos, as bordas da pele ficam justapostas. Este é o objetivo das feridas fechadas cirurgicamente com requisitos de assepsia e sutura das bordas.; • Ferida de cicatrização de segunda intensão - houve perda de tecidos e as bordas da pele ficam distantes. A cicatrização é mais lenta do que primeira intenção.; • Ferida de cicatrização de terceira intensão - é corrigida cirurgicamente após a formação de tecido de granulação, a fim de que apresente melhores resultados funcionais e estéticos. CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  50. 50. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO AO AGENTE CAUSAL: • Feridas Incisas ou cortantes - são provocadas por agentes cortantes, como faca, bisturi, lâminas, etc.; CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  51. 51. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO AO AGENTE CAUSAL: • Feridas Cortocontusa - causadas por machado, foice, facão, enxada etc. O agente não tem corte tão acentuado e o ferimento é causado pela força.; CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  52. 52. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO AO AGENTE CAUSAL: • Perfurante - são ocasionadas por agentes longos e pontiagudos como prego, alfinete, arma de fogo e arma branca. Os projéteis provocam feridas características, sendo que superficialmente seu aspecto não corresponde ao dano causado internamente no organismo.; CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  53. 53. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO AO AGENTE CAUSAL: • Perfuro-contusas - são também ocasionadas por arma de fogo e arma branca, sendo que a equimose ou hematoma está presente na área atingida, podendo haver furo de entrada e saída..; • Perfuro-incisas - provocadas por instrumentos pérfuro-cortantes que possuem gume e ponta, por exemplo um punhal..; CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  54. 54. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO AO AGENTE CAUSAL: • Lácero-contusas – Os mecanismos mais frequentes são a compressão ou rasgo por arrancamento tecidual os exemplos mais comuns são as mordidas de cães.; CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  55. 55. As feridas podem ser classificadas de diversas formas: QUANTO AO AGENTE CAUSAL: • Escoriações – A lesão surge tangencialmente a superfície cutânea com arrancamento da pele.; CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  56. 56. CICATRIZAÇÃO DAS FERIDAS FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  57. 57. CONCEITO • Cicatrização: conjunto de processos complexos, interdependentes, cuja finalidade é restaurar os tecidos lesados. A cicatrização da ferida é otimizada em ambiente úmido, isto porque a síntese do colágeno e a formação do tecido de granulação são melhoradas, ocorrendo com maior rapidez a recomposição epitelial e, além disso, não há formação de crostas e escaras. A re-epitelização em feridas expostas ocorre em 6 a7 dias, enquanto em feridas úmidas ela é mais rápida, totalizando 04 dias. Uma vez que a migração celular acontece em meio úmido as células epidérmicas no primeiro caso, necessitam tuneilizar a crosta formada, secretando colagenase, para atingir a umidade. FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  58. 58. FASE INFLAMATORIA: – reação local não específica a danos teciduais ou invasões por microrganismos. Seu início é imediato e a duração é 3 a 5 dias. (edema, calor, dor e rubor); • 3 Etapas: Trombocítica (Trombos, agregação plaque- tária); Granulocítica (Defesa contra infecções – Leucócitos, granulócitos); Macrogágica (macrófagos – cicatrização); CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  59. 59. FASE DE EXSUDAÇÃO: – ou fase de limpeza inicia-se imediatamente após o aparecimento da ferida. Em termos clínicos estamos diante de um local com inflamação que conduz a um pronunciado exsudato. Nesta fase o organismo inicia a coagulação, limpa a ferida e protege-a da infecção; os tecidos danificados e os germes são removidos (fagocitose). CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  60. 60. FASE DE REVASCULARIZAÇÃO (GRANULAÇÃO OU PROLIFERAÇÃO): – são geradas novas células e forma-se o tecido de granulação (uma espécie de tecido temporário para o preenchimento da ferida). Fibrosblastos penetram na ferida em grandes quantidades, inicia-se a síntese do colágeno e os capilares movem-se para o centro da ferida. CLASSIFICAÇÃO FERIDAS
  61. 61. FASE DE REPARAÇÃO - EPITELIZAÇÃO: – fase de cobertura da ferida pelas células epiteliais. A diferença entre os tecidos torna-se cada vez mais evidente. As bordas da ferida deslocam-se para o centro e a ferida fica gradualmente coberta de tecido epitelial. À medida que a ferida se contrai o tecido vai se formando, o processo de cicatrização fica concluído. CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  62. 62. FASE DE MATURAÇÃO: – leva um ano nas feridas fechadas e mais nas feridas abertas. Nessa fase diminui a vascularização, o colágeno se reorganiza, o tecido de cicatrização se remodela e fica igual ao normal. A cicatriz assume a forma de uma linha fina e branca. Aumenta a força de distensão local. CLASSIFICAÇÃO FERIDAS
  63. 63. Tipos de Cicatrização: – 1) Cicatrização por 1º intenção – ocorre sem complicações e com a formação de discreto tecido cicatricial. CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  64. 64. Tipos de Cicatrização: – 2) Cicatrização por 2º intenção – Denominada fechamento secundário. Ocorre quando há muita perda tecidual – lesões extensas – de difícil aproximação das bordas. Maior tempo de cicatrização. CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  65. 65. Tipos de Cicatrização: – 3) Cicatrização por 3º intenção – Fechamento adiado devido a presença de infecção. Após a infecção ser tratada as bordas das feridas são reaproximadas por suturas. CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  66. 66. FATORES QUE AFETAM A CICATRIZAÇÃO: • Idade • Uso de substâncias impróprias para limpeza da ferida • Uso de substâncias impróprias para anti-sepsia • Compressão exagerada na oclusão ou limpeza mecânica da lesão • Constituição/ Peso em relação á altura • Estado nutricional • Diabete • Uso de Drogas • Tabagismo • Infecção • Tensão na ferida CLASSIFICAÇÃO FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  67. 67. A avaliação das feridas direciona o planejamento dos cuidados de enfermagem, implementa a terapia tópica além de proporcionar dados para monitorar a trajetória da cicatrização das feridas. Devemos observar: • Localização anatômica • Tamanho: cm³ / diâmetro • Profundidade: cm • Tipo/ quantidade de tecido: Granulação, epitelização, desvitalizado e necrose • Bordas: Aderida, perfundida, macerada, descolada, fibrótica, hiperqueratose • Pele peri-ucerada: edema, coloração, temperatura, endurecimento, flutuação, creptação, descamação • Exsudato: Quantidade, aspecto, odor Princípios Básicos para Avaliação de Feridas FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  68. 68. Extensão e profundidade Pele perilesional Fundo da lesão Tipo de ferida Tipo de cicatrização Dor Edema Odor Pulsos Infecção Exsudato Princípios Básicos para Avaliação de Feridas FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  69. 69. Princípios Básicos para Avaliação de Feridas FERIDAS • Tamanho: use a régua para medir, em centímetro, o maior comprimento e a maior largura da superfície da ferida, multipliquem comprimento x largura, para obter a área em cm2; Enf° Joseir Saturnino Cristino
  70. 70. CURATIVOS Pulso Enf° Joseir Saturnino Cristino
  71. 71. CURATIVOS Área Enf° Joseir Saturnino Cristino
  72. 72. CURATIVOS Profundidade • Profundidade: escolha a profundidade e a espessura mais apropriada para a ferida usando essas descrições adicionais: • Dano tecidual sem solução de continuidade na superfície da ferida; • Superficial, abrasão, bolha ou cratera rasa. Plana/nivelada com a superfície da pele, e / ou elevado acima da mesma (ex. hiperplasia); • Cratera profunda com ou sem descolamento de tecidos adjacentes; • Sem possibilidade de visualização das camadas de tecidos devido à presença de necrose; • Comprometimento de estruturas de suporte tais como tendão, cápsula de articulação Enf° Joseir Saturnino Cristino
  73. 73. CURATIVOS Profundidade Enf° Joseir Saturnino Cristino
  74. 74. CURATIVOS Determinar o tipo de bordas presentes na ferida: • Indistinta, difusa: Não há possibilidade de distinguir claramente o contorno da ferida; • Aderida: Plana / nivelada com o leito da ferida, sem presença de paredes; • Não-aderida: Presença de paredes; o leito da ferida é mais profundo que as bordas; • Enrolada para baixo, espessada / grossa: De macia para firme e flexível ao toque; • Hiperqueratose: Formação de tecido caloso ao redor da ferida e até as bordas; • Fibrótica, com cicatriz: Dura, rígida ao toque. Bordas: Use este roteiro Enf° Joseir Saturnino Cristino
  75. 75. CURATIVOS Descolamento: • (undermine) para avaliar insira um aplicador com a ponta de algodão sob a borda da ferida, introduza-o tão longe quanto possível sem forçar; • Levante a ponta do aplicador de forma que possa ver visualizada ou sentida na superfície da pele ao redor da ferida; marque a superfície com uma caneta; • Meça a distância entre a marca na pele e a borda da ferida. Continue o processo ao redor de toda a ferida. Determinar aproximadamente a porcentagem da ferida envolvida. Bordas: Use este roteiro Enf° Joseir Saturnino Cristino
  76. 76. CURATIVOS BORDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  77. 77. CURATIVOS Cor da pele ao redor da ferida: • A partir da borda avalie quatro cm de pele ao redor da ferida. As pessoas de pele escura apresentam colorações “vermelho brilhante” e “vermelho escuro” como um escurecimento normal da pele ou roxo, e conforme a cicatrização vai ocorrendo o novo epitélio apresenta coloração róseo e poderá nunca vir a escurecer. Pele peri-ulceral Enf° Joseir Saturnino Cristino
  78. 78. CURATIVOS Edema de tecido Periférico: • A partir da borda avalie 04 cm de tecidos ao redor da ferida. A pele edemaciada sem formação de sulco apresenta-se brilhante e esticada. Para identificar o edema com formação de sulco/depressão/escavação comprima firmemente o local com um dedo durante cindo segundos; ao ser aliviada a pressão exercida os tecidos não retornam a posição prévia e aparece um sulco/escavação. Crepitação é o acumulo de ar ou gás nos tecidos. Determinar a distancia do edema além da ferida. • Avalia-se a profundidade do cacifo formado a partir da pressão do dedo sobre os tecidos contra a estrutura óssea. Quanto mais profundo o cacifo (depressão), maior o número de cruzes, conforme • escala abaixo: • - 0/4+: sem edema • - 1+/4+: leve cacifo • - 2+/4+: cacifo < 5mm, mas com pé e perna com contornos definidos. • - 3+/4+: cacifo entre 5 e 10 mm, acompanhado por pé e perna edemaciados. • - 4+/4+: cacifo > 1 cm acompanhado por edema severo da perna e pé. • Esta avaliação não se aplica em caso de edema duro (linfedema). Pele peri-ulceral Enf° Joseir Saturnino Cristino
  79. 79. CURATIVOS Endurecimento do Tecido Periférico: • A partir da borda avalie 04 cm de tecidos ao redor da ferida. O endurecimento é reconhecido pela firmeza anormal dos tecidos periféricos. Avalie beliscando cuidadosamente os tecidos. O endurecimento resulta em uma inabilidade de se pinçar os tecidos. Determinar a porcentagem de área envolvida. Pele peri-ulceral Enf° Joseir Saturnino Cristino
  80. 80. CURATIVOS Margens ou Pele peri-ulceral Enf° Joseir Saturnino Cristino
  81. 81. Tipos de Tecidos CURATIVOS Granulação Enf° Joseir Saturnino Cristino
  82. 82. CURATIVOS • Tecido Necrosado: escolha o tipo de tecido necrosado predominantemente na ferida de acordo com a cor, a consistência e a aderência, usando o seguinte roteiro: • Necrose branca/cinza: Pode aparecer antes da ferida abrir, a superfície da pele está branca ou cinza; • Esfacelo amarelo, não aderido: Fino, substância mucinosa, espalhado por todo o leito da ferida; facilmente separado do tecido da ferida; • Esfacelo amarelo, frouxamente aderido: Espesso, viscoso, pedaços de fragmentos, aderido ao leito da ferida; • Tecido preto, macio e aderido: Tecido saturado de umidade; firmemente aderido ao leito da ferida; • Tecido preto / duro, firmemente aderido: Tecido firme e duro, fortemente aderido ao leito e às bordas da ferida (como uma crosta dura / casca de ferida). Obs: Quantidade de Tecido Necrosado: Determinar o percentual de ferida envolvida. Tipos de Tecidos Enf° Joseir Saturnino Cristino
  83. 83. CURATIVOS • Tecido Necrosado: escolha o tipo de tecido necrosado predominantemente na ferida de acordo com a cor, a consistência e a aderência, usando o seguinte roteiro: Tipos de Tecidos Tecido de Granulação Tecido Esfacelo Tecido de Necrose Tecido de EpitelizaçãoEnf° Joseir Saturnino Cristino
  84. 84. CURATIVOS Tipos de Tecidos Necrose de Tecido Preta Enf° Joseir Saturnino Cristino
  85. 85. Tipos de Tecidos CURATIVOS Esfacelo amarelo
  86. 86. Tipos de Tecidos CURATIVOS Fibrina
  87. 87. CURATIVOS Tipos de Tecidos Epitelização
  88. 88. CURATIVOS Algumas coberturas interagem com a drenagem da ferida produzindo um gel ou um liquido que pode confundir a avaliação. Antes de fazer a avaliação do tipo de exsudato, limpe cuidadosamente a ferida com soro fisiológico ou água. Escolha o tipo de exsudato predominante na ferida de acordo com a cor e a consistência, usando o seguinte roteiro: Tipo de Exsudato: • Sanguinolento: Fino, vermelho brilhante; • Serosanguinolento: Fino, aguado, de vermelho pálido para róseo; • Seroso: Fino, aguado, claro; • Purulento: Fino ou espesso, de marrom opaco para amarelo; Exsudato Enf° Joseir Saturnino Cristino
  89. 89. CURATIVOS Exsudato Seroso: Fino, aquodo e claro Hemorrágico/Sanguinolento: Vermelho intenso, fino Serossanguinolento: Vermelho-pálido, rósea Purulento: Acastanhado, amarelado. Obs: Avaliar quantidade, odor e temperatura. O odor é proveniente de produtos aromáticos produzidos pelas bactérias e tecidos em decomposição pode ser inodoro ou fétido. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  90. 90. CURATIVOS • Ausente: cobertura permanece seca em 24h; • Pouco: necessário apenas uma troca da cobertura secundária em 24h; • Moderado: necessário 2 trocas da cobertura secundária em 24h; • Grande: necessário 3 trocas da cobertura secundária em 24h; • Abundante: necessário mais de 3 trocas da cobertura secundária em 24h. Volume do Exsudato Enf° Joseir Saturnino Cristino
  91. 91. CURATIVOS Determinar o percentual da cobertura envolvida com o exsudato. Use o seguinte roteiro: • Nenhum: Tecidos da ferida secos; • Escasso: Tecidos da ferida úmidos, exsudato não mensurável; • Pequena: Tecidos da ferida molhados; umidade distribuída uniformemente na ferida; drenagem envolve £ 25% da cobertura; • Moderada: Tecidos da ferida saturados; a drenagem pode ou não estar distribuída uniformemente na ferida; a drenagem envolve > 25% para < 75% da cobertura; • Grande: Tecidos da ferida banhados em fluídos; drenagem abundante; pode ou não estar distribuída uniformemente na ferida; a drenagem envolve > 75% da cobertura. Quantidade de Exsudato Enf° Joseir Saturnino Cristino
  92. 92. CURATIVOS O paciente informa o escore de dor, segundo avaliação própria, após ser esclarecido da correspondência de cada valor. • 0 – ausência de dor; • 1 – leve: dor sem demanda de analgésico; • 2 – moderada: dor com demanda de analgésico relativa; • 3 – intensa: dor com demanda de analgésico em horários específicos. Escalas de Avaliação de Dor Enf° Joseir Saturnino Cristino
  93. 93. CURATIVOS Escalas de Avaliação de Dor Enf° Joseir Saturnino Cristino
  94. 94. CURATIVOS TESTE DE SENSIBILIDADE - Exame da sensibilidade deve ser realizado em um ambiente calmo e relaxante; - Aplique o monofilamento na mão ou no cotovelo ou na fronte do paciente de modo que ele saiba o que será testado; - Paciente não deve ver quando o examinador aplica o filamento; - Aplique o monofilamento perpendicularmente à superfície da pele; - Aplique apenas com força suficiente para encurvar o filamento; - A duração total do procedimento, do contato com a pele não deve exceder 2 seg.; Enf° Joseir Saturnino Cristino
  95. 95. CURATIVOS TESTE DE SENSIBILIDADE Diabétes: O teste de sensibilidade deverá ser realizado através do monofilamento de 10 g em ambas regiões plantares em 03 locais: hálux, 3º e 5º pododactilos e 1º, 3º e 5º metatarsos. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  96. 96. CURATIVOS TESTE DE SENSIBILIDADE Hanseníase: Pontos de Aplicação: Enf° Joseir Saturnino Cristino
  97. 97. CURATIVOS Grau de Contaminação Enf° Joseir Saturnino Cristino
  98. 98. CURATIVOS • Regra mnemônica utilizando o seguinte acrônimo: • TIME/DIME (Tissue/Debridement, Infection, Moisture, Edge). • T: Tecido não viável (retirar e preparar o leito); • I: Infecção/inflamação (diminuir carga bacteriana); • M: Umidade da ferida (controle de umidade); • E: Bordas da ferida não avançam (proteger e desbridar). Avaliação: Enf° Joseir Saturnino Cristino
  99. 99. PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA REALIZAÇÃO DE CURATIVOS FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  100. 100. CONCEITO É um meio terapêutico que consiste na limpeza e aplicação de uma cobertura estéril em uma ferida, quando necessário, com a finalidade de promover a rápida cicatrização e prevenir a contaminação ou infecção. CURATIVOS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  101. 101. CONCEITO O meio úmido tem algumas vantagens em relação aos curativos secos. Estimula a epitelização, a formaçãodo tecido de granulação e maior vascularização. Facilita à remoção do tecido necrótico e impede a formação de espessamento de fibrina. Promove a diminuição da cor, evitando traumas na troca do curativo, além de manter a temperatura corpórea. CURATIVOS VANTAGENS DO MEIO ÚMIDO Enf° Joseir Saturnino Cristino
  102. 102. CONCEITO Deve ser aquecido próximo a temperatura de 37° C quando utilizado em tecido de granulação e epitelização,em temperatura inferior a essa ocorrerá um choque térmico, e a pele levará de 3 a 4 horas para voltar à temperatura normal; CURATIVOS SORO FISIOLÓGICO 0,9% OU ÁGUA DESTILADA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  103. 103. CONCEITO Técnica utilizada para higienização do tecido de granulação. Nesta técnica pode-se utilizar o próprio frasco de soro ou uma seringa de 20 ml, e agulha 40x12 mm, para exercer a devida pressão (4 a 15 pps); Além do tecido de granulação essa técnica é utilizada para limpeza de cavidades, áreas de difícil acesso apenas com gaze úmida. CURATIVOS TÉCNICA DO JATO DE SORO Enf° Joseir Saturnino Cristino
  104. 104. CONCEITO · Começar a limpeza do local de incisão, com movimentos de dentro para fora; · Nunca passar o lado sujo da gaze duas vezes sobre a lesão; · O centro da ferida asséptica é sempre mais limpo que as borda, pois está mais protegido de contaminação. CURATIVOS CURATIVOS DAS FERIDAS LIMPAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  105. 105. CONCEITO · As primeiras 24 horas são especialmente importantes, porque o edema é maior neste período. · O edema depende do tipo da ferida, podendo permanecer de 72 horas, e nesse tempo o curativo deverá permanecer fechado. · Os curativos proporcionam proteção física para a lesão, estabiliza o fechamento da ferida, absorvem a frenagem serosa e protegem contra infecção. CURATIVOS FERIDAS CIRÚRGICA E TRAUMÁTICAS: Enf° Joseir Saturnino Cristino
  106. 106. CONCEITO · Deve-se iniciar a limpeza de fora para dentro da lesão, ou seja, das bordas para o centro, para não espalhar infecção nos tecidos ao redor da ferida. CURATIVOS CURATIVOS DAS FERIDAS CONTAMINADAS OU INFECTADAS: ÚLCERAS DE ESTASE VENOSA: · Objetivo principal é reduzir a hipertensão venosa devido à incompetência vascular. Melhorar o retorno venoso, diminuído as áreas pobres em nutrientes e oxigênio. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  107. 107. CONCEITO O tratamento compressivo melhora a função da bomba muscular da panturrilha e reduz o edema, melhorando assim o retorno venoso. Os materiais são: · Meias elásticas; · Ataduras elásticas de alta compressão; · Bota de ulna; IMPORTANTE! Antes de iniciar o tratamento compressivo deve ser bem investigado se o paciente não é portador de úlceras arteriais: · Verificar pulso pedioso, caso fraco ou ausente, há necessidade de avaliação especializada; · Sinais de necrose nos dedos ou dorso do pé; · Cianose de extremidades; · Aumento na dor com elevação do membro. CURATIVOS TRATAMENTO COMPRESSIVO PARA ÚLCERAS VENOSAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  108. 108. CONCEITO · Objetivo do tratamento é reduzir a hiperpressão sobre a ferida; · Repouso; · Imobilização com tala gessada; · Palmilhas. CURATIVOS CURATIVO DE ÚLCERA PLANTAR: ANTISSEPSIA: É um processo de desinfecção das camadas superficiais ou profundas da pele, inativando, destruindo ou removendo os microrganismos, mediante a aplicação de antissépticos. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  109. 109. CONCEITO Cobertura é todo material˛ substância ou produto que se aplica sobre a ferida˛ como finalização do curativo que forma uma barreira física capaz de˛ pelo menos˛ cobrir e proteger o seu leito. COBERTURA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  110. 110. Exemplos de coberturas COBERTURAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  111. 111. Exemplos de coberturas COBERTURAS Critérios de Avaliação para Indicação de Coberturas Enf° Joseir Saturnino Cristino
  112. 112. Exemplos de coberturas COBERTURAS Critérios de Avaliação para Indicação de Coberturas Enf° Joseir Saturnino Cristino
  113. 113. Exemplos de coberturas COBERTURAS Critérios de Avaliação para Indicação de Coberturas OBSERVAÇÕES: - ODOR: usar carvão ativado com prata. Em caso de baixa exsudação, associar com hidrogel. - SANGRAMENTO: usar fibra de carboximetilcelulose ou alginato de cálcio para promover hemostasia. Não utilizar carvão ativado com prata. - EXPOSIÇÃO ÓSSEA OU TENDINOSA: utilizar fibra de carboximetilcelulose ou alginato de cálcio. Não usar carvão ativado com prata. - INFECÇÕES: verificar sinais de infecção (dor, calor, rubor, edema e aumento da exsudação). - Exsudação baixa a moderada com presença de infecção: usar fibra de carboximetilcelulose com ou sem prata, alginato de cálcio, espuma de poliuretano com prata ou carvão ativado com prata. - Se houver aderência das coberturas associar ao hidrogel. - CAVIDADE: toda cavidade deverá ser parcialmente preenchida, lembrando que os produtos saturam e se expandem. Opções de coberturas: hidrogel, fibra de carboximetilcelulose com ou sem prata, carvão ativado com prata, alginato de cálcio. O hidrogel poderá ser associado às outras coberturas conforme o volume de exsudato. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  114. 114. -Limpar a ferida. -Proteger a ferida de traumatismo mecânico. -Manter meio úmido. -Controlar ou eliminar os fatores causais -Prevenir contaminação exógena. -Absorver secreções. - Imobilizar o membro afetado. - Diminuir a dor - Manter o leito da ferida em condições fisiológicas. CURATIVO IDEAL FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  115. 115. -Promover o conforto físico e psicológico do paciente, como eliminar odor desagradável. -Realizar o desbridamento da ferida. -Promover o isolamento térmico. -Facilitar a cicatrização trabalhando a favor da natureza. -Permitir a troca gasosa. -Permitir sua remoção sem causar traumas na ferida e pele ao redor. CURATIVO IDEAL FERIDAS
  116. 116. Objetivo da limpeza Remover debris Tecido desvitalizado Matéria estranha Excesso de exsudato Resíduos de agentes tópicos microorganismos Objetivo do desbridamento Remover tecido necrótico Reduzir risco de infecção Manter tecido viável Ser seletivo Função da cobertura Ser interativa Manter meio úmido Isolamento térmico Promover cicatrização FERIDAS TERAPIA TÓPICA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  117. 117. Curativos primários Colocado diretamente sobre a ferida Curativos secundários Colocado sobre o curativo primário FERIDAS Categorias Tipos de Curativos O Tipo de curativo a ser realizado varia de acordo com a natureza, a localização e o tamanho da ferida. Em alguns casos é necessária uma compressão, em outros lavagem exaustiva com solução fisiológica e outros exigem imobilização com ataduras. Nos curativos em orifícios de drenagem de fístulas entéricas a proteção da pele sã em torno da lesão é o objetivo principal. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  118. 118. FERIDAS Categorias Curativo semi-oclusivo Este tipo de curativo é absorvente, e comumente utilizado em feridas cirúrgicas, drenos, feridas exsudativas, absorvendo o exsudato e isolando-o da pele adjacente saudável.
  119. 119. FERIDAS Categorias Curativo Oclusivo ou Fechados Não permite a entrada de ar ou fluídos, atua como barreira mecânica, impede a perda de fluídos, promove isolamento térmico, veda a ferida, a fim de impedir efízema,e formação de crosta.
  120. 120. FERIDAS Categorias Curativo Compressivo Utilizado para reduzir o fluxo sanguíneo, promover a estase e ajudar na aproximação das extremidades da lesão.
  121. 121. FERIDAS Categorias Curativo Abertos São realizados em ferimentos que não há necessidade de serem ocluídos. Feridas cirúrgicas limpas após 24 horas, cortes pequenos, suturas, escoriações, etc são exemplos deste tipo de curativo.
  122. 122. FERIDAS Classificação do Curativo de acordo com o tamanho da ferida Curativo Pequeno - Curativo realizado em ferida pequena: Aproximadamente 16cm². (ex: cateteres venosos e arteriais, cicatrização de coto umbilical, fístulas anais, flebotomias e/ou subclávia/jugular, hemorroidectomia, pequenas incisões, traqueostomia.
  123. 123. FERIDAS Classificação do Curativo de acordo com o tamanho da ferida Curativo Médio - Curativo realizado em ferida média, variando de 16,5 a 36 cm²: Ex: Cesáreas infectadas, incisões de dreno, lesões cutâneas, abscessos drenados, escaras infectadas, outros.
  124. 124. FERIDAS Classificação do Curativo de acordo com o tamanho da ferida Curativo Grande - Curativo realizado em ferida Grande, variando de 36,5 a 80 cm²: Ex: Incisões contaminadas, grandes cirurgias – Incisões extensas (Cirurgia torácica, cardíaca), queimaduras (área e grau), toracotomia com drenagem, úlceras infectadas, outros especificar).
  125. 125. FERIDAS Técnica de Curativo A melhor técnica de curativo começa com uma boa preparação do carro de curativos, o qual deve ser completamente limpo. 1. Limpar o carro de curativo. 2. colocar somente o material necessário: a. solução fisiológica b. gaze c. esparadrapo hipoalergênico d. fita adesiva e. conjunto com 3 pinças f. cobertura previamente escolhida g. luvas de procedimento h. bisturi descartável i. recipiente para descarte de material perfuro cortante j. recipiente para material contaminado k. cesto de lixo CURATIVO IDEAL
  126. 126. FERIDAS Técnica de Curativo 3. conduzir o carro de curativo até o quarto do paciente 4. explicar ao paciente o que vai fazer 5. remover o curativo existente 6. proceder à limpeza com S.F 0,9%, sobre a lesão 7. não provocar atrito desnecessário 8. remover todo tecido desvitalizado (necrose, fibrina ou queratose) 9. aplicar novamente o jato de S.F. a 0,9% 10. secar toda a pele ao redor da lesão 11. aplicar cobertura indicada 12. ao terminar o curativo a. deixar o carro de curativos, e a unidade do paciente em ordem b. retirar as luvas c. lavar as mãos 13. anotar no prontuário o aspecto da lesão a. tipo de secreção b. quantidade c. característica do tecido CURATIVO IDEAL
  127. 127. FERIDAS Técnica de Curativo As soluções anti-sépticas degermantes são contra- indicadas em lesões abertas, pois os tensoativos afetam a permeabilidade das membranas celulares, produzem hemólise e são absorvidos pelas proteínas, interferindo prejudicialmente no processo cicatricial, interrompendo a síntese do colágeno. "... todo curativo deverá ser realizado do limpo, para o contaminado...". CURATIVO IDEAL Enf° Joseir Saturnino Cristino
  128. 128. TÉCNICA DE CURATIVOS FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  129. 129.  *Lavar as mãos antes e após a realização do curativo;  *Obedecer o princípios de assepsia;  *Remover assepticamente tecidos desvitalizados ou necrosados;  *Obedecer o princípio de realização do procedimento do menos contaminado para o mais contaminado;  *Utilizar luvas não estéreis na possibilidade de contato com sangue ou demais fluídos corporais;  *Utilizar luvas estéreis em substituição ao material de curativo estéril ou em procedimentos cirúrgicos (p.e. desbridamento);  *Curativos Removidos para inspeção da lesão devem ser trocados imediatamente, portanto deve ser evitado a abertura da cobertura fora do dia da troca para evitar desperdício de material. Normas Básicas de Assepsia para Curativos: CURATIVOS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  130. 130. •Estéril: curativo realizado na unidade de saúde, com material estéril (pinças ou luvas), solução fisiológica 0,9% e cobertura estéril. •Limpa: curativo realizado no domicílio, pelo usuário e/ou familiar. Realizado com material limpo, água corrente ou soro fisiológico 0,9% e cobertura estéril Técnicas de Curativo CURATIVOS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  131. 131. Remoção do Curativo Anterior FERIDAS FASES DO CURATIVO Limpeza das Bordas Distantes Limpeza da Ferida Tratamento da FeridaConfecção do curativo de proteção ou cobertura Aplicação de antissépticos indicados, pomadas e outros Iniciando da área menos contaminada para mais contaminada 1° 2° 3° 4°5° Enf° Joseir Saturnino Cristino
  132. 132. REMOÇÃO DO CURATIVO ANTERIOR CURATIVO •Usar a pinça dente de rato do pacote de curativo para auxiliá-lo nesse procedimento, ou utilizar a luva de procedimentos que após, será desprezada. •Remover cuidadosamente as fitas adesivas evitando o uso de solventes. •Verificar se não houve aderência aos tecidos recém- formados na ferida; caso isso tenha ocorrido, umedeça-os com SF 0,9 % até que se desprenda Enf° Joseir Saturnino Cristino
  133. 133. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  134. 134. •A maioria dos anti-sépticos é contra indicada para feridas crônicas. •Finalidade: remoção total de resíduos da cobertura anterior, bactérias, exsudato, tecidos desvitalizados soltos, corpos estranhos, e deve ser feita sem produzir traumatismos no tecido. •Limpeza eficaz: •Agulha 40X12 e seringa 20ml; •Frascos de soro furados com •agulha 40X12 Limpeza da Ferida CURATIVOS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  135. 135. •Solução Fisiológica •Irrigação contínua (8 psi) •Reduz tecido desvitalizado •Reduz microorganismo •Preserva tecido viável Limpeza da Ferida Enf° Joseir Saturnino Cristino
  136. 136. Minimizar traumas: •não esfregar ferida granulada •não usar sabão ou anti-séptico para limpar a ferida •limpar através de irrigação: qual a força? • força hidráulica adequada - 8 psi •acima de 15 psi - danifica o tecido •abaixo de 8psi - limpeza prejudicada com que irrigar para obter a força certa? •seringa de 20 ml e agulha 12 (18G) •SF 0˛9% em frascos de 125 e 250 ml - empírico LIMPEZA DA FERIDA CURATIVOS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  137. 137. Aquecero SF 0˛9%: •Temperatura ideal para as reações químicas: 36˛4° C a 37˛2° C. •Se a temperatura variar˛ o processo celular pode ser prejudicado ou até interrompido. Anti-sépticos: •Contra indicados para feridas crônicas (tóxicos ao tecido de granulação e retardam o processo cicatricial) •Uso: anti-sepsia da pele íntegra ao redor da área de implante de drenos, catéteres, fixadores, entre outros LIMPEZA DA FERIDA CURATIVOS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  138. 138. Previne o ressecamento Evita a formação de crosta Aumenta a re- epitelização Aumenta o reparo tecidual Diminui a inflamação Promove desbritamento autolítico Diminui a dor Barreira contra bactéria Benefícios psicológicos – conforto e aparência Fácil uso Custo Vantagens do Meio Úmido Coberturas Enf° Joseir Saturnino Cristino
  139. 139. Excesso de exsudato: •Maceração da pele perilesional. •Utilizar coberturas primárias altamente absorventes, além da cobertura secundária. Isentar-se departículas: •Fragmentos de gazes, fios de cabelos, prolongam a fase inflamatória. CURATIVOS LIMPEZA DA FERIDA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  140. 140. •Purulência •Infecção local e sistêmica •Presença de corpos estranhos •Escara e Esfacelo •Grande área de necrose Desbridamento Indicações Enf° Joseir Saturnino Cristino
  141. 141. COMPETÊNCIA: Médico ou enfermeiro DESBRIDAMENTO CURATIVOS Métodos Autolítico Mecânico Instrumental Conservador/Cirúrgico Enzimático Enf° Joseir Saturnino Cristino
  142. 142. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  143. 143. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  144. 144. Escarificação Enf° Joseir Saturnino Cristino
  145. 145. TÉCNICAS DE LIMPEZA FERIDAS ASSÉPTICAS FERIDAS SÉPTICAS A ferida é limpa de FORA Para DENTRO A ferida é limpa de DENTRO Para FORA RAZÃO Evitar contaminação do tecido sadio ao redor da ferida Evitar contaminação da FERIDA!!! Enf° Joseir Saturnino Cristino
  146. 146. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  147. 147. Padronização dos tipos de curativos FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  148. 148. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS O curativo deve ser realizado com soro fisiológico e mantido fechado nas primeiras 24 horas após a cirurgia , passado este período a incisão deve ser exposta e lavada com água e sabão. Se houver secreção (sangue ou seroma) manter curativo semi-oclusivo na seguinte técnica; Curativos de Feridas Cirúrgicas • Ferida limpa e fechada Enf° Joseir Saturnino Cristino
  149. 149. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS O curativo do dreno deve ser realizado separado da incisão, e o primeiro a ser realizado será sempre o do local menos contaminado. O curativo deve ser mantido limpo e seco, isto significa que o número de trocas deve estar diretamente relacionado com quantidade de drenagem. Feridas com drenagem superior a 50ml quando possível deve-se aplicar uma bolsa para coletar o excesso de drenagem. Colocar bolsas em torno de feridas permite medir com exatidão a quantidade de drenagem, restringe a disseminação de contaminação e aumenta o conforto do paciente. Alfinetes não são indicados como meio de evitar mobilização dos drenos de pen rose pois enferrujam facilmente e pro porcionam a colonização do local. Curativos de Sistemas de Drenos Abertos • Feridas com drenos abertos Enf° Joseir Saturnino Cristino
  150. 150. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Curativos de Sistemas de Drenos Abertos • Feridas com drenos abertos Enf° Joseir Saturnino Cristino
  151. 151. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Antes de iniciar o curativo, inspecionar o local de inserção do dreno por meio de palpação. Realizar troca de curativo a cada 24 horas ou sempre que o mesmo se tornar úmido, solto ou sujo. Observação: os curativos em cateter venoso central (intracath) e cateter de duplo lúmen deverão se realizados pelo enfermeiro do setor. Curativos de Sistemas de Drenos Fechados • Feridas com sistema de drenos Fechados (Toráxico, Hemovácuo), cateter venoso central (Intracath, Duplo Lúmen) Enf° Joseir Saturnino Cristino
  152. 152. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Curativos de Sistemas de Drenos Fechados • Feridas com sistema de drenos Fechados (Toráxico, Hemovácuo), cateter venoso central (Intracath, Duplo Lúmen) Enf° Joseir Saturnino Cristino
  153. 153. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Podem apresentar perda ou não de substâncias, por estarem abertas estas lesões são altamente susceptíveis as contaminações exógenas. O curativo deve ser oclusivo e mantido limpo. O número de trocas está diretamente relacionado a quantidade de drenagem, no entanto o excesso de trocas deve ser evitado afim de não interferir no processo de cicatrização. Curativos de Feridas Abertas sem Infecção • Feridas abertas sem infecção Enf° Joseir Saturnino Cristino
  154. 154. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Curativos de Feridas Abertas sem Infecção • Feridas abertas sem infecção Enf° Joseir Saturnino Cristino
  155. 155. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Apresenta secreção purulento, tecido necrosado ou desvitalizado. O curativo deve ser mantido limpo e oclusivo, o número de trocas está diretamente relacionado a quantidade de drenagem, devendo ser trocado sempre que houver excesso de exsudato para evitar colonização e maceração das bordas. É necessária uma limpeza meticulosa pois o processo de cicatrização só será iniciado quando o agente agressor for eliminado , e o exsudato e tecido desvitalizado retirado. Lembre-se: Para curativos contaminados com muita secreção, especialmente tratando-se de membros inferiores ou superiores, colocar uma bacia sob a área a ser tratada, lavando-a com SF 0,9%. Curativos de Feridas Abertas Contaminadas • Feridas Abertas Contaminadas Enf° Joseir Saturnino Cristino
  156. 156. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Curativos de Feridas Abertas Contaminadas • Feridas Abertas Contaminadas Enf° Joseir Saturnino Cristino
  157. 157. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Quando ocorre uma fistula ou deiscência de parede ou túnel torna-se difícil a realização de limpeza no interior da ferida proporcionando um ambiente ideal para a colonização de patógenos. O ideal é realizar a limpeza da ferida em todo o seu interior com jatos de solução fisiológica. Curativos de Feridas com Fistula ou Deiscência de Parede • Feridas com Fístula ou Deiscência de Paredes Enf° Joseir Saturnino Cristino
  158. 158. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Curativos de Feridas com Fistula ou Deiscência de Parede • Feridas com Fístula ou Deiscência de Paredes Enf° Joseir Saturnino Cristino
  159. 159. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS O desbridamento envolve a remoção de tecido necrótico para permitir a regeneração do tecido saudável subjacente. Na ferida infectada deve ser realizado um desbridamento seletivo de tecido necrótico minimizando danos ao tecido de granulação mais saudável. As feridas podem ser debridadas mecanicamente, quimicamente ou por uma combinação das duas técnicas dependendo do tipo de lesão. Técnica de Desbridamento • Desbridamento Enf° Joseir Saturnino Cristino
  160. 160. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento Não recomendamos a coleta de material superficial das feridas, pois como orienta o Manual de Coleta de Microbiológicas da Santa Casa * , o swab de úlceras ou feridas não é amostra mais adequada para recuperar o agente responsável pela infecção. Os agentes responsáveis pelo processo infeccioso não estão nas secreções superficiais que podem conter microrganismos que apenas colonizam as feridas. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  161. 161. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento Os microrganismos de importância para o processo infeccioso estão nos tecido hiperemiados e edemaciados, porém não desvitalizados. Portanto, antes da coleta as lesões devem ser limpas com soro fisiológico e o material preferencialmente obtido por punção ou biópsia. Os resultados obtidos por meio de cultura de líquidos, através da aspiração de secreção da área mais profunda da lesão ou biopsia (retirada de um pequeno pedaço de tecido), são considerados como mais fidedignas, uma vez que culturas de Swab proporcionam resultados com crescimento apenas da flora superficial que pode não ser a fonte infectante. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  162. 162. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento Enf° Joseir Saturnino Cristino
  163. 163. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento A indicação da coleta de material para cultura deve obedecer alguns critérios: • Ferida Operatória: com presença de sinais inflamatórios como edema, hiperemia e calor local ou secreção com ou sem sinais sistêmicos (febre). • Úlceras: Não recomendamos a coleta de rotina de material para cultura exceto em pacientes com febre e sem outro foco aparente de infecção, ou com presença evidente de secreção sem resposta ao tratamento local (curativo). Enf° Joseir Saturnino Cristino
  164. 164. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento A coleta de material para cultura também poderá ser recomendada pelo SCIH para fins de vigilância de patógenos resistentes, em rotinas a serem estabelecidas. A coleta inadequada do material além de dificultar a interpretação, gera custos desnecessários para processamento dos exames e induz o uso desnecessário de antimicrobianos. * O Manual de Coleta Microbiológica foi elaborado por profissionais do Laboratório de Análises Clínicas e Aprovado pela CCIH em 2004. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  165. 165. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento Motivos para Desbridar: • O tecido necrosado é uma barreira para migração celular, prolonga a inflamação e constitui um meio favorável à proliferação bacteriana. • Necrosado/ Placa de Necrose • Desvitalizado/ Amarelado Presença de tecido necrosado Desbridamento Cicatrização Enf° Joseir Saturnino Cristino
  166. 166. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento Restrições/ Precauções: Tipos de Desbridamento: • Isquemia Membros • Pé Diabético • Necrose de Calcâneo • Autolítico • Químico • Enzimático • Mecânico • Cirúrgico • Biológico Enf° Joseir Saturnino Cristino
  167. 167. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento AUTOLÍTICO: Pro Argumentos • Favorecem ambiente húmido • Infecção não é contra- indicado • Não inibem a angiogênese e a proliferação • Podem diminuir a dor Contra Argumentos • Mais lento que outros tipos de desbridamento em feridas específicas Enf° Joseir Saturnino Cristino
  168. 168. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento QUÍMICO: Pro Argumentos • Desbridante relativamente eficaz )Dakin) • As alternativas apresentam melhor custo-benefício Contra Argumentos • Inativados com fluidos orgânicos • Não seletivo • Destroem tecido viável • Citotóxico • Provocam dor Enf° Joseir Saturnino Cristino
  169. 169. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento ENZIMÁTICO: Pro Argumentos • Seletivo, as enzimas destroem o tecido necrosado e preservam o viável • Raros casos de intolerância • Eficaz em vários tipos de tecido • Compatível com outro materiais Contra Argumentos • Maceração e irritação da pele circundante se não for devidamente protegida • Restrições em feridas infectadas ou exsudativas • Em casos de necrose seca, cortar a superfície de escara com bisturi facilita a penetração da pomada aumentando a eficácia Enf° Joseir Saturnino Cristino
  170. 170. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento MECÂNICO: Pro Argumentos • Seletivo, soltando-se o material necrosado • Pode ser usado em feridas infectadas • Alguns casos (úlceras de perna p. ex.) é muito agradável • Ativa a circulação Contra Argumentos • Pode dispensar bactérias • O método wet-to-dry* é doloroso, pouco eficaz e não seletivo. • *Gaze 100% algodão umedecida com SF- Após secar é arrancada do leito. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  171. 171. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento CIRÚRGICO: Pro Argumentos • Seletivo • Eficaz • * A hidrocirurgia é conseguida através de um dispositivo que excisa tecido através de um jato de solução salina e aspiração simultaneamente. Contra Argumentos • Restrições em pessoas com problemas de coagulação • Pode ser doloroso • Requer treino • Em grandes superfícies requer BO Enf° Joseir Saturnino Cristino
  172. 172. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Técnica de Desbridamento • Desbridamento BIOLÓGICO: Pro Argumentos • Seletivo (as larvas alimentam-se só de tecido necrosado) • Eficaz Contra Argumentos • Não pode ser usado em feridas fistularizadas • Dificuldade em obter larvas • *Utilização de larvas estéreis de mosca Crysomya megacephal Enf° Joseir Saturnino Cristino
  173. 173. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Produtos Padronizados Para Curativos: Produto Soro Fisiológico 0,9% Álcool a 70% TCM (dersani) Tipo de Ferida Todos os tipos de feridas Sistema de drenos fechados, cateter venoso central e coto umbilical Ferida em fase de granulação sem infecção Indicação Limpeza da ferida, mantém a umidade. Promover antissepsia da ferida, remover a flora bacteriana local, diminuindo assim colonização por bactérias. Protege, hidrata o leito da ferida, restaura a pele na formação de tecido de granulação. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  174. 174. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Produtos Padronizados Para Curativos: Produto Pomada Desbridante, colagenase - mono Alginato de Cálcio Carvão Ativado Tipo de Ferida Feridas com crostas, tecido necrosado, fibrina, pouco axsudato Feridas moderadamente exsudativas Feridas com grande quantidade de exsudato e odor fétido Indicação Promove a retirada do tecido necrótico superficial por ação enzimática sem afetar o colágeno de tecido sadio ou de granulação. Absorve o excesso de axsudato, estimula a agregação plaquetária, promove desbridamento, mantém a umidade e tem ação bacteriostática podendo ser trocado a cada dois dias. Tem ação de absorção bactericida e desodorizante pode permanecer até 07 dias. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  175. 175. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Produtos Contra Indicados para Curativos Produto Açúcar Permaganato de potássio (Kmno4) Povidine (PVPI) Efeito na Ferida É esfoliante lesando o produto de granulação Resseca os tecidos Citotóxico para feridas destrói os fibroblastos Contra Indicação É considerada fonte de infecção, atrai pragas (formigas e insetos), exige várias trocas. Impossibilita que o leito da ferida se torne úmido. Pode causar dermatites. - Existem relatos de absorção pela mucosa e lesões, podendo levar tardiamente a uma tireoidite a até mesmo insuficiência renal se usado por tempo prolongado. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  176. 176. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Produtos Contra Indicados para Curativos Produto Antibiótico tópico Corticóides Éter/benzina Efeito na Ferida Seleção de flora bacteriana no local da lesão, prejudicando a cicatrização. Desfavorece o processo inflamatório por ação anti-inflamatória retardando o crescimento tecidual. Ação irritante, resfria o tecido perilesão, desidrata o mesmo Contra Indicação Predispões a hipersensibilidade ao antibiótico e dermatites. Retarda o processo de cicatrização. Retarda o processo de cicatrização e promove ressecamento do tecido perilesão. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  177. 177. Classificação do Curativo de Acordo com as Características da Ferida CURATIVOS Produtos Contra Indicados para Curativos Produto Violeta gencina Lidocaína Gel Vaselina Efeito na Ferida É citotoxico para os fibroblastos e dificulta a granulação normal Não promove efeito anestésico comprovado Causa impermeabilização da pele Contra Indicação Promove ressecamento da lesão, pode provocar manchas na pele. Inibe a ação de outros produtos que serão usados nas feridas ex: pomada desbridante. Dificulta a ação de outros produtos, não tem como garantir qualidade de esterilização o que pode promover colonização por microorganismos. Enf° Joseir Saturnino Cristino
  178. 178. ■Respeitar a privacidade do paciente ■ Não expor a ferida antes do tempo recomendado ■ Lavar as mãos antes e após realizar o curativo ■Desprezar o lixo no local adequado, não no lixo do paciente CURATIVOS Cuidados Enf° Joseir Saturnino Cristino
  179. 179. ➢Não remover a escara não infectada do calcâneo ou nas úlceras isquêmicas. ➢Manter a bolsa coletora abaixo do nível da bexiga sem encostá-la no chão. ➢Cuidado ao se realizar remoção de tecido desvitalizado por esfregaço – tecido de granulação é frágil. CURATIVOS Cuidados Enf° Joseir Saturnino Cristino
  180. 180. Curativos e Coberturas Especiais FERIDAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  181. 181. ■São curativos desenvolvidos com propostas bem definidas. A seguir, citaremos algumas das substâncias mais utilizadas em curativos de feridas abertas e infectadas, principalmente no tocante de indicação, mecanismo de ação e maneira de utilização. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: O que são ? Enf° Joseir Saturnino Cristino
  182. 182. Para que se faça a escolha da cobertura adequada é essencial uma avaliação criteriosa. Essa análise deve incluir: condições físicas, nutricionais, idade do paciente e os medicamentos utilizados pelo mesmo, localização anatômica da ferida e suas características: forma, tamanho, profundidade, bordas, presença de tecido de granulação, quantidade de tecido necrótico e presença de drenagem na ferida. Após essa avaliação é feita a escolha da cobertura ideal. Dentre as coberturas avaliadas discutiremos cada uma delas, avaliando em qual situação deverão ser utilizadas. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: Tipos de Coberturas Utilizadas no Curativo Enf° Joseir Saturnino Cristino
  183. 183. Composição:  Enzimas proteolíticas e peroxidases (papaína e quimiopapaína A e B) do látex do mamoeiro (Carica Papaya) CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: PAPAÍNA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  184. 184. INDICAÇÃO:  Feridas com necrose ou fibrose, particularmente naquelas com crosta.  Infectadas ou não.  Com pouco a moderado exsudato. Ex. Úlceras por pressão, deiscências cirúrgicas CONTRA-INDICAÇÃO:  Contato com metais ( oxidação ). CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: PAPAÍNA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  185. 185. MODO DE USAR:  Irrigar com solução salina estéril.  Irrigar com solução de papaína conforme o aspecto da ferida:  Preparar a solução em fraco de vidro e deixar gaze embebida na solução. Obs: A diluição é feita de acordo com a ferida:  10% : Em tecido necrosado.  04 a 06%: feridas com secreção purulenta.  02%: feridas com pouco exsudato e em granulação. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: PAPAÍNA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  186. 186. Composição:  Óleo vegetal composto por ácido linoleico, ácido caprílico, ácido cáprico, vitamina A, E e leticina de soja. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS (AGE) & TRIGLICERÍDES DE CADEIA MÉDIA (TCM) Enf° Joseir Saturnino Cristino
  187. 187. Mecanismo de ação:  Promove quimiotaxia (atração de leucócitos) e angiogênese (formação de novos vasos sanguíneos), mantém o meio úmido e acelera o processo de granulação tecidual.  Revitaliza e mantém o equilíbrio hídrico da pele, melhorando sua elasticidade. O Ácido Linoléico, que auxilia na prevenção da formação de UP  A aplicação tópica em pele íntegra tem grande absorção, forma uma película protetora na pele, previne escoriações devido a alta capacidade de hidratação e proporciona nutrição celular local. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS (AGE) & TRIGLICERÍDES DE CADEIA MÉDIA (TCM) Enf° Joseir Saturnino Cristino
  188. 188. INDICAÇÃO: Prevenção de úlceras de pressão – tratamento de feridas abertas. TIPOS DE FERIDAS: Lesões abertas com ou sem infecção. CONTRA-INDICAÇÃO: Não encontrada. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS (AGE) & TRIGLICERÍDES DE CADEIA MÉDIA (TCM) Enf° Joseir Saturnino Cristino
  189. 189. MODO DE USAR:  Após remoção de todo tecido desvitalizado limpar a lesão com irrigação de solução salina estéril  Aplicar o A.G.E sobre a lesão.  Cobrir a lesão com gaze estéril.  Pode causar maceração em feridas muito exsudativas. FREQUÊNCIA DE TROCA:  Em média de 12 horas. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS (AGE) & TRIGLICERÍDES DE CADEIA MÉDIA (TCM) Enf° Joseir Saturnino Cristino
  190. 190. COMPOSIÇÃO:  Fibras agrupadas de carboximetilcelulose sódica sem integrantes ativos. MECANISMO DE AÇÃO:  tem ação hidrofílica que retêm o fluido através da formação de um gel fraco ao redor das fibras, no entanto absorve o fluido diretamente na estrutura da fibra, aumentando significativamente o volume de fluido que pode ser absorvido e retido, por unidade de peso do material do curativo, esta absorção é por drenagem vertical, permitindo uma rápida absorção do líquido nas fibras, quando o curativo se torna uma faixa de gel macia, coesa e transparente mantendo o leito da ferida mormo e úmido ideal para uma boa cicatrização. PERIODICIDADE DE TROCA:  Até 7 Dias CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CARBOXIMETILCELULOSE (AQUACEL®)
  191. 191. INDICAÇÕES: Feridalesões crônicas (úlceras de pressão e MMII) Agudas (laceração, incisões, área doadora) Queimadura de 1º e 2º graus e para controle de pequeno sangramento. CONTRA-INDICAÇÃO:  Sensibilidade ao Produto. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CARBOXIMETILCELULOSE (AQUACEL®) Enf° Joseir Saturnino Cristino
  192. 192. MODO DE USAR:  Remover curativo anterior, umedecendo bem a cobertura com S.F. 0,9 % até se soltar, cuidado para não promover trauma.  Remover tecidos desvitalizados resíduos de curativo anterior.  Realizar a limpeza com S.F. 0,9%  Colocar cobertura de Carboximetilcelulose na lesão deixando uma pequena borda de aproximadamente 1,5cm  Colocar compressas de gaze.  Realizar o enfeixamento do local quando houver necessidade, ou fixar a cobertura com esparadrapo hipoalérgico. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CARBOXIMETILCELULOSE (AQUACEL®) Enf° Joseir Saturnino Cristino
  193. 193. COMPOSIÇÃO:  Camada externa de espuma de poliuretano e outra interna composta de gelatina pectina e carboximetilcelulose sódica. DEFINIÇÃO:  Curativo aderente composto de: partículas derivadas da celulose, gelatina e pectinas englobada numa substância elástica e auto adesiva, coberta por uma película de poliuretano de permeabilidade seletiva. MECANISMO DE AÇÃO:  Estimula a angiogênese e o desbridamento autolítico. Acelera o processo de granulação tecidual. PERIODICIDADE DE TROCA:  O Curativo de hidrocolóide deverá ser trocado quando o gel se tornar transparente e antes que atinja as bordas de fixação, para que não haja vazamento. Esse caso de vazamento, a cobertura deverá ser trocada imediatamente.  O hidrocolóide é à prova de odores. É comum que um odor característico surja no interior do curativo, sendo o mesmo deverá desaparecer quando a ferida for lavada. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CURATIVO DE HIDROCOLOIDE
  194. 194. INDICAÇÕES:  Feridas limpas com pouca à moderada exsudação:  Úlceras por pressão (UP) grau I-II;  Úlceras de perna;  Áreas doadoras de pele;  Abrasões;  Prevenção ou tratamento de UP. CONTRA-INDICAÇÃO:  Não se recomenda em feridas infectadas, feridas necróticas e feridas altamente exsudativas e queimaduras de 3° Grau. VANTAGENS:  É a prova dágua e lavável, retém odores, tem boa aparência e formas variadas que possibilitam adequação à área cruenta, podendo inclusive ser empregado em lesões da articulação. DESVANTAGENS:  A pele poderá ficar macerada se a exsudação se tornar abundante. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CURATIVO DE HIDROCOLOIDE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  195. 195. MODO DE USAR:  Fazer limpeza e anti-sepsia com solução salina estéril.  Colocar o hidrocolóide sobre a lesão com diâmetro que ultrapasse a borda da ferida pelo menos 3 cm.  O curativo deve ser trocado quando a cor estiver branca leitosa ou sempre que extravasar ou no máximo a cada 07 dias.  A interação do exsudato com o hidrocolóide produz um gel amarelo e nas trocas poderá ocorrer um odor desagradável devido a remoção de tecido desvitalizados. EXEMPLO COMERCIAL:  Comfeel®; Duode Duoderm ®; Hydrocoll ®; Tegasorb ®. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CURATIVO DE HIDROCOLOIDE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  196. 196. COMPOSIÇÃO:  Gel transparente, incolor, composto por: Água (77,7%), carboximetilcelulose (CMC-2,3%) e propilenoglicol (PPG- 20%). DEFINIÇÃO:  São fabricados a partir de polímeros hidrófilos e contém água. Apresentam-se em uma estrutura fixa ou em um gel móbil amorfo que absorve os fluídos e edema. MECANISMO DE AÇÃO:  Amolece e remove tecido desvitalizado através de desbridamento autolítico. A agua mantém o meio úmido, o CMC facilita a re-hidratação celular e o desbridamento. O PPG estimula a liberação de exsudato. PERIODICIDADE DA TROCA:  Em feridas infectadas, no máximo a cada 24 horas e em feridas com necrose seca, no máximo a cada 72 horas.  Em necrose tipo esfacelo de 1 a 3 dias, dependendo do nível de exsudato, e em lesão descamante a troca deve ser realizada de 1 a 3 dias. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CURATIVO DE HIDROGEL Enf° Joseir Saturnino Cristino
  197. 197. INDICAÇÕES:  Feridas com pouco a moderada exsudação.  Revitalização dos tecidos necrosados.  Feridas superficiais moderada ou baixa exsudação.  Remover as crostas, fibrinas, tecidos desvitalizados ou necrosados.  Queimaduras de 1° e 2° Grau  Dermoabrasões  Hidratações de feridas secundárias  Úlceras extremamente dolorosas  Úlceras venosas CONTRA-INDICAÇÃO:  Não se recomenda em feridas muito exsudativas.  Pele integra.  Incisões cirúrgicas fechadas.  Sensibilidade ao gel e seus componentes VANTAGENS:  Sensação de alívio na ferida e promove o desbridamento autolítico. DESVANTAGENS:  Desidrata rapidamente e é relativamente caro. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CURATIVO DE HIDROGEL Enf° Joseir Saturnino Cristino
  198. 198. MODO DE USAR:  Irrigar a ferida com solução salina estéril.  Aplicar o gel ou a placa sobre a ferida de forma asséptica e ocluir com curativo secundário estéril.  Trocar o curativo quando houver perda do exsudato pelo curativo secundário ou até 72 horas. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CURATIVO DE HIDROGEL Enf° Joseir Saturnino Cristino
  199. 199. DEFINIÇÃO:  Creme hidrofílico composto de sulfadiazina de prata micronizada a 1% e sulfato de cério hexahidratado a 2,2%. MECANISMO DE AÇÃO:  O cério facilita a eficácia clínica, parecendo ser mais ativo contra bactérias gram- negativas. Tem espectro de ação antibacteriana e fungicida.  O cério aumenta a ação antimicrobiana, melhorando a resposta imunológica do paciente e inibindo a produção de enzimas do complexo lipoprotéico, produzido pela pele queimada. PERIODICIDADE DE TROCA:  Quando o curativo estiver saturado ou conforme volume do exsudato.  Refazer curativo a cada 2 dias CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: SULFADIAZINA DE PRATA 1% + CÉRIO 2,2% Enf° Joseir Saturnino Cristino
  200. 200. INDICAÇÃO:  Queimaduras  Tecido desvitalizado: Fibrinoso, Fibrose, Necrose, tem poder bactericida. CONTRA -INDICAÇÃO:  A sua toxicidade é semelhante à da sulfadiazina de prata pura e em situações como gravidez a termo, crianças prematuras ou RN no primeiro mês de vida não deve ser  utilizada quando a área corporal a ser tratada for superior a 25%. MODO DE USO:  Limpar a queimadura com soro fisiológico ou com sabão antisséptico. Secar a queimadura em tateando levemente a ferida.  Em seguida, aplicar uma fina camada do agente protetor e cicatrizante sobre a queimadura, tal como creme à base de sulfadiazina argêntica ou de clorocresol e recubra com um curativo estéril (gaze) que não grude na ferida.  Em caso de dor provocada pela queimadura, é possível administrar um antálgico.  Pode-se possar uma solução de AGE ara proteger o tecido perilesionado.  Neste tipo de cobertura deverá ser usado compressa de gaze ou bandagem para finalizar. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: SULFADIAZINA DE PRATA 1% + CÉRIO 2,2% Enf° Joseir Saturnino Cristino
  201. 201. INDICAÇÃO:  O Sistema Compressivo Multicamadas é indicado para tratamento auxiliar em úlceras de etiologia venosa e condições relacionadas. Pode ser usado em pacientes com tornozelo de circunferência de 18 cm ou mais. Este sistema proporciona compressão sustentada por até sete dias no tornozelo e na região da panturrilha e é composto por 1 atadura de algodão, 1 atadura de compressão e 1 atadura aderente de compressão. CONTRA -INDICAÇÃO:  Não deve ser utilizado em pacientes diabéticos com desordens vasculares arteriais, em pacientes com linfedema resultante de câncer e em pacientes com índice tornozelo braquial (ITB) menor que 0,8. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: SISTEMA COMPRESSIVO MULTICAMADAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  202. 202. MODO DE USO:  1 – Confirmar a ausência de diabetes ou desordens vasculares arteriais.  2 – Confirmar se a circunferência do tornozelo é maior que 18 cm. (a circunferência pode mudar com a redução do edema).  3 – Aplicar o curativo tópico sobre a lesão conforme condições clínicas da mesma.  4- Atadura de algodão: camada de absorção: segure e envolva o lado macio desta atadura de algodão na pele. Use uma técnica em espiral a 50% de sobreposição desde a base do pé até a panturrilha. Estique esta camada ao redor da proeminência do osso e no calcanhar, aumentado assim o conforto. Corte os extremos a fim de evitar sobreposição ao joelho. Prenda-a com uma fita adesiva apropriada.  5 – Atadura de compressão: envolva esta atadura desde a base do dedo do pé até o tornozelo, usando a técnica em espiral. Em seguida utilize a técnica em 8 com 50% de extensão do tornozelo até a panturrilha. Corte os excessos, evitando assim sobreposição ao joelho. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: SISTEMA COMPRESSIVO MULTICAMADAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  203. 203. MODO DE USO:  Para auxiliar no envolvimento da atadura é recomendado que o padrão retangular seja esticado até o padrão quadrangular. Prenda esta camada com uma fita adesiva apropriada.  6 – Atadura aderente e de compressão: envolva esta atadura desde a base do pé até a panturrilha usando uma técnica em espiral a 50% de extensão e de 50% de sobreposição. Corte os excessos para evitar sobreposição ao joelho.  7 – Remoção: o sistema de compressão deve ser removido completamente e descartado junto com a cobertura primária, conforme saturação da ferida. Após sua remoção, limpe e avalie a ferida, verificando o progresso, adaptando ou continuando o mesmo tratamento. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: SISTEMA COMPRESSIVO MULTICAMADAS Enf° Joseir Saturnino Cristino
  204. 204. DEFINIÇÃO:  Película adesiva composta por poliuretano transparente, permeável a gases e vapores úmidos e impermeável a líquidos e bactérias. Apresentação estéril em embalagem individual e não estéril em rolo. MECANISMO DE AÇÃO:  Forma um filme permeável ao oxigênio e ao vapor e impermeável a água quando aplicado na pele, mantendo a movimentação corporal sem perda da proteção. PERIODICIDADE DE USO:  Os curativos com Tegaderm podem permanecer até 07 dias.  Quando o curativo primário estiver saturado ou conforme volume do exsudato. Quando ocorrer descolamento do filme e quando for trocar o curativo primário. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: FILME TRANSPARENTE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  205. 205. INDICAÇÂO:  Embalagem Estéril - Fixação e proteção de cateteres no local de inserção de cateteres centrais em adultos e crianças, cateter para punção central periférica (PIC) como intracath, duplo lúmem para hemodiálise. Prevenção da pele contra cisalhamento, prevenção de úlceras por pressão em proeminências ósseas e outros. Embalagem não estéril em rolo - Prevenção úlceras por pressão em proeminências ósseas. Fixação de curativos secundários.. CONTRA-INDICAÇÂO:  Lesões exsudativas e sangrantes CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: FILME TRANSPARENTE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  206. 206. DEFINIÇÃO:  Protetor cutâneo em solução spray composta por solução polimérica não alcoólica, contendo hexametil disiloxane, co-polímero acrílico, polifenil-metil-ziloxane. MECANISMO DE AÇÃO:  Forma um filme permeável ao oxigênio e ao vapor e impermeável a água quando aplicado na pele, mantendo a movimentação corporal sem perda da proteção. PERIODICIDADE DE USO:  Uma vez ao Dia quando a pele á tem alguma vermelhidão. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: PELÍCULA PROTETORA EM SPRAY SEM ÁLCOOL Enf° Joseir Saturnino Cristino
  207. 207. INDICAÇÂO:  Pele com hiperemia decorrente de incontinência urinária, fecal, vazamentos de estomas ou fístulas etc. Proteção de pele contra cisalhamento, agressões por fitas adesivas como esparadrapo, micropore etc.  Região periferida por hipersensibilidade a ataduras, gazes, dermatites de contato etc. CONTRA-INDICAÇÂO:  Crianças com idade inferior a 1 mês de vida, lesões abertas e infectadas, áreas infectadas da pele (Ex: Pústulas etc.) Observação:  Não deve ser associado a cremes ou loções, pois estes podem reduzir a efetividade do produto.  Descontinuar o uso em caso de vermelhidão ou irritação da pele CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: PELÍCULA PROTETORA EM SPRAY SEM ÁLCOOL Enf° Joseir Saturnino Cristino
  208. 208. MODO DE USO:  A pele deve estar limpa e seca. Evite o uso de cremes antes de usar o produto.  Borrife a pele a uma distância de mais ou menos 15cm.  Não é necessário borrifar várias vezes no mesmo local, apenas uma camada é suficiente. Se achar que precisa melhorar a cobertura ou esqueceu de alguma parte, aguarde secar (por até 30 segundos) e reaplique.  Ao aplicar entre as dobras da pele, como por exemplo, entre as nádegas, segure as partes separadas até secar completamente.  Permita que o produto seque completamente antes de colocar a fralda. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: PELÍCULA PROTETORA EM SPRAY SEM ÁLCOOL Outras Apresentações: Enf° Joseir Saturnino Cristino
  209. 209. DEFINIÇÃO:  Cobertura composta por uma camada de espuma absorvente de poliuretano, que absorve o exsudato da ferida, e uma matriz de alginato de prata iônico, que possui uma ampla eficácia antimicrobiana e previne a contaminação por bactérias exógenas. MECANISMO DE AÇÃO:  Proporciona um ambiente úmido e estimula o desbridamento autolítico. Durante a absorção do excesso de exsudato libera os íons de prata na lesão.  Expande-se delicadamente à medida que absorve a secreção ,preenchendo as cavidades existentes. PERIODICIDADE DE TROCA:  Quando o curativo estiver saturado ou conforme volume do exsudato.  3 a 7 dias, sendo necessário a troca quando ocorrer extravasamento do gel. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: ESPUMA DE POLIURETANO COM PRATA HIDROCOLÓIDE COM PRATA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  210. 210. INDICAÇÕES:  É indicada para o tratamento de feridas infectadas, feridas com moderado a alto exsudato e feridas estagnadas.  Queimaduras de 1° e 2° Grau; CONTRA-INDICAÇÕES:  Queimaduras de 3º grau, lesões com pouco exsudato. Não deve ser utilizado em portadores de hipersensibilidade a alginato ou à prata. PRECAUÇÕES:  Em caso de infecção com repercussão sistêmica, a aplicação tópica de prata não substitui a necessidade de terapia sistêmica antimicrobiana ou outro tratamento indicado para infecção. INFORMAÇÕES ESPECIAIS:  Na fase inicial de utilização da espuma com prata no tratamento de feridas, tais lesões podem parecer aumentar seu tamanho. Este fenômeno é normal e acorre regularmente devido ao processo de fagocitose das bactérias e debris da ferida que começam a ser naturalmente removidos o que favorece o normal processo de cicatrização da mesma. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: ESPUMA DE POLIURETANO COM PRATA HIDROCOLÓIDE COM PRATA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  211. 211. MODO DE USO:  Remover curativo anterior, umedecendo bem a cobertura com S.F. 0,9 % até se soltar, cuidado para não promover trauma.  Remover tecidos desvitalizados.  Realizar a limpeza com S.E 0,9%.  Colocar cobertura Hidrocolóide com Prata deixando uma borda de 2 a 2,5 cm em toda borda da lesão, em caso de lesão mais profunda fazer o preenchimento de 50 % da cavidade com gel ou pasta para antes de colocar a placa.  Fazer manobras compressivas para a adesão da cobertura no  leito da ferida e no tecido perilesional.  Neste tipo de cobertura não deverá ser usado compressas de gaze, chumaço ou bandagem para finalizar. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: ESPUMA DE POLIURETANO COM PRATA HIDROCOLÓIDE COM PRATA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  212. 212. COMPOSIÇÃO:  tecido carbonizado e impregnado com nitrato de prata a 0,15%, envolto por camada de tecido sem carvão ativado. DEFINIÇÃO:  É um curativo composto de tecido de carvão ativado impregnado com íons de prata envolto por uma camada de não tecido. MECANISMO DE AÇÃO:  o carvão ativado absorve o exsudato e filtra o odor. A prata exerce ação bactericida. PERIODICIDADE DE TROCA:  A cada 1-4 dias, dependendo da quantidade de exsudação.  Se houver infecção intensa associada a grande quantidade de exsudato, a troca poderá ser a cada 24 horas até o controle do processo infeccioso. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CARVÃO ATIVADO COM PRATA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  213. 213. INDICAÇÕES:  Feridas infectadas e exsudativas de qualquer etiologia;  Feridas ulcerativas;  Feridas traumáticas;  Feridas cirúrgicas;  Gangrenas;  Feridas Fétidas e exsudativas. CONTRA-INDICAÇÕES:  Presença de ossos e tendões  Feridas com pouca exsudação  Feridas limpas  Lesões de queimaduras VANTAGENS:  Método eficaz para controle do mau odor e é fácil aplicação. DESVANTAGENS:  Não pode ser cortado, pois ocorre liberação do carvão e da prata. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CARVÃO ATIVADO COM PRATA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  214. 214. MODO DE USAR:  Remover primeiro tecido necrótico por desbridamento cirúrgico, enzimático ou autolítico.  Limpar a ferida com irrigação de S.F. 0,9%.  Colocar o curativo de carvão ativado direto na ferida.  Dever ser trocado a cada 48 horas.  Usar um curativo secundário estéril.  Pode ser introduzido em ferimentos profundos.  Não é aconselhado cortar o curativo, pois nessa situação poderá ocorrer a intoxicação por prata do paciente. EXEMPLO COMERCIAL:  Carboflex®; Vliwaktiv ® CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CARVÃO ATIVADO COM PRATA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  215. 215. COMPOSIÇÃO:  Colagenase clostridropeptidase A e enzimas proteolíticas. DEFINIÇÂO:  Pomada que atua seletivamente degradando o colágeno nativo MECANISMO DE AÇÃO:  Acelerar processos catabólicos da degradação e digestão enzimática, atuar como desbridantes químicos da rede de fibrina, e anabólicos de proliferação e regeneração. Quando necessário o desbridamento mecânico poderá ser associado para remoção de tecidos necróticos, tecidos infectados e corpos estranhos. Há controvérsias quanto à eficácia na estimulação da granulação e epitelização, já que o aumento das proteinases provoca a degradação dos fatores de crescimento e dos receptores de membrana celular, que são fundamentais no processo de cicatrização. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: POMADA ENZIMÁTICA – COLAGENASE & FIBRINOLISINA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  216. 216. INDICAÇÃO:  Desbridamento enzimático do tecido desvitalizado: Necrose, Fibrose. Contra-indicação:  Sensibilidade às enzimas CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: COLAGENASE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  217. 217. Vantagens:  Disponibilidade do produto Desvantagem:  Pouco efeito em desbridamentos intensos  Não é seletiva, usar com cautela, necessita de proteção da pele ao redor Frequência da troca:  A cada 24 hs, potencializando o efeito de 12/12 horas Nomes comerciais: Iruxol com cloranfernicol, Iruxol Mono. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: COLAGENASE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  218. 218. Modo de Uso:  Remover curativo anterior, umedecendo bem a cobertura com S.F. 0,9 % até soltar as compressas de gaze, cuidado para não promover trauma.  Remover tecidos desvitalizados e resíduos da pomada.  Realizar a limpeza com S.F. 0,9% .  Passar uma fina camada de Colagenase sobre a lesão.  Neste tipo de cobertura deverá ser usado compressas de gaze, chumaço ou bandagem para finalizar: CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: COLAGENASE Enf° Joseir Saturnino Cristino
  219. 219. DEFINIÇÃO:  Pasta com fórmula exclusiva contendo óxido de zinco, colágeno e uréia, que após a aplicação sobre as ataduras, seca e adere às suas fibras, realizando a compressão inelástica, favorecendo a circulação venosa e reduzindo o edema dos membros inferiores. MECANISMO DE AÇÃO:  Atua facilitando o retorno venoso e consequentemente auxiliando na cicatrização de úlceras. Evita o edema dos membros inferiores. PERIODICIDADE DA TROCA:  Conforme a quantidade de exsudato, saturação do curativo primário e aspecto da lesão.  A cada 7 dias desde que não apresente secreção ou suidade. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: BOTA DE UNNA (Flexi Derss®; Varicex ®) Enf° Joseir Saturnino Cristino
  220. 220. INDICAÇÃO:  Eczema  Úlcera venosa sem comprometimento arterial  Redução de edema linfático  Tromboflebite. CONTRA-INDICAÇÃO:  É contra indicado para úlceras arteriais, úlceras arteriovenosas, presença de infecção ou miíase (invasão de larvas). VANTAGENS:  Ao contrário das Botas de Unna encontradas normalmente no mercado que precisam ser aquecidas, de difícil manuseio e gerando o risco de queimaduras no paciente, a Bota de Unna da só curativos não precisa ser aquecida, trata-se de uma pasta que é diretamente aplicada e espalhada sobre as ataduras. Outra vantagem é o valor, o que permite a continuidade do tratamento sem onerar demasiadamente o seu custo. DESVANTAGENS:  Seu conteúdo, dependendo do paciente, é suficiente só para até 4 aplicações.  Custo CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: BOTA DE UNNA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  221. 221. MODO DE USO:  Para a aplicação do mesmo deve-se deixar os membros inferiores elevados por no mínimo 30 minutos, realizar o curativo da lesão com a cobertura indicada e em seguida o enfaixamento com atadura na planta dos pés na técnica circular e na técnica em “oito”, do tornozelo ao joelho. Em seguida aplicar a pasta sobre toda a atadura, espalhando-a bem, de forma que a pasta impregne a atadura. Após este procedimento, enfaixar novamente com atadura de crepom sobre a bota de unna aplicada, seguindo a mesma técnica anterior. A pasta secará completamente dentro de 3 a 4 horas e manterá a compressão das ataduras realizada através do enfaixamento. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: BOTA DE UNNA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  222. 222. MODO DE USO: Técnica correta de aplicação:  Colocar o paciente em repouso com MMII elevados por 30 minutos.  Verificação dos pulsos pedioso e tibial  IPB (índice de perna e braço — pressão arteria sistólica do MI dividida pela pressão arterial sistólica do MS)  Iniciar a bandagem pela epífise distal dos metarsianos  Manter o calcanhar em ângulo reto (90º)  Envolver o membro sem deixar aberturas, enrugamento ou muita pressão.  Aplicar a bandagem até 2 dedos abaixo do joelho CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: BOTA DE UNNA Enf° Joseir Saturnino Cristino
  223. 223. COMPOSIÇÃO:  hidrocolóides naturais, pectina e carboximetilcelulose. MECANISMO DE AÇÃO:  Até o preenchimento total do espaço da lesão cavitária, são usados associados aos hidrocolóides em placa, a pasta expande interagindo com exsudato, mantendo um meio úmido. PERIODICIDADE DA TROCA:  Até 3 dias para lesões necrosadas e 7 dias para preenchimento de lesões limpas com tecido de granulação. Em lesões cavitárias é necessário curativo secundário, com hidrocolóide placa e nada mais. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: PASTA OU GEL DE PREENCHIMENTO (Duoderm gel®; Confeel pasta ®; Purilon ®) Enf° Joseir Saturnino Cristino
  224. 224. INDICAÇÃO:  Preenchimento de cavidades em lesões sem infecção ou exsudato, necrose, lesões secas ou fibrina. CONTRA-INDICAÇÃO:  Lesões com infecção e/ou secreção VANTAGENS:  É fácil de aplicar e absorve o exsudato presente. DESVANTAGENS:  Custo. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: PASTA OU GEL DE PREENCHIMENTO (Duoderm gel®; Confeel pasta ®; Purilon ®) Enf° Joseir Saturnino Cristino
  225. 225. MODO DE USAR  Remover curativo anterior, umedecendo bem a cobertura com S.F. 0,9 % até se soltar, cuidado para não promover trauma.  Remover tecidos desvitalizados e resíduos da pasta  Realizar a limpeza com S.F. 0,9%.  Em caso de lesão mais profunda fazer o preenchimento de 50 % da cavidade com gel ou pasta antes de colocar a placa, esta cobertura poderá ser usada como se fosse uma pomada em uma fina camada sobre a lesão.  Neste tipo de cobertura não deverá ser usado compressas de gaze, chumaço ou bandagem para finalizar. Obs. No centro da lesão irá iniciar um abaulamento da placa, dando a impressão de uma bolha; este gel é de coloração castanha e não deverá ser removido só em caso de extravasamento a cobertura deverá ser substituída. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: Enf° Joseir Saturnino Cristino
  226. 226. COMPOSIÇÃO:  almofada de espuma composta de camadas sobrepostas de não tecido e hidropolímero e revestida por poliuretano. DEFINIÇÃO:  Estrutura em várias camadas:  1º de poliuretano: não aderente  2º central de espuma: absorvente  3º uma externa: impermeável MECANISMO DE AÇÃO:  proporciona um ambiente úmido e estimula o desbridamento autolítico. Absorve o exsudato e expande-se à medida que a absorção se faz. PERIODICIDADE DA TROCA:  trocar o curativo sempre que houver presença de fluído nas bordas da almofada de espuma ou, no máximo, a cada 7 dias. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: HIDROPOLIMERO Enf° Joseir Saturnino Cristino
  227. 227. INDICAÇÃO:  Tratamento de feridas abertas não infectadas com baixo a moderado exsudato;  Úlcera de perna;  Úlcera por pressão;  Feridas traumáticas. CONTRA-INDICAÇÃO:  Queimaduras de 3º grau  Lesão com vasculite ativa  Feridas infectadas  Tecidos necrosados VANTAGENS:  É fácil de aplicar e absorve o exsudato presente. DESVANTAGENS:  Pode aderir quando a exsudação diminuir. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: HIDROPOLIMERO Enf° Joseir Saturnino Cristino
  228. 228. MODO DE USAR  Limpar a ferida com irrigação de solução salina estéril.  Posicione o curativo sobre o local da ferida de maneira que a almofada de espuma cubra a ferida e a parte central lisa fique sobre ela.  Retirar o revestimento lateral puxando uma aba de cada vez ao mesmo tempo que alisa a borda adesiva para fixa-la à pele intacta.  Trocar o curativo sempre que houver presença de exsudação nas bordas da almofada de espuma.  Pode ficar no máximo 07 dias. EXEMPLO COMERCIAL:  Elasto-gel®; Hydrafoam ®; Oprasorb ®; Tielle ®. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: HIDROPOLIMERO Enf° Joseir Saturnino Cristino
  229. 229. COMPOSIÇÃO:  esponja, tubos conectores, película adesiva, reservatório para secreções e bomba de pressão negativa. MECANISMO DE AÇÃO:  pressão negativa, contínua ou intermitente, que estimula vascularização, granulação e retração da ferida. PERIODICIDADE DAS TROCAS:  dois a cinco dias ou quando saturar a esponja. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CURATIVO À VÁCUO Enf° Joseir Saturnino Cristino
  230. 230. INDICAÇÃO:  Feridas agudas e crônicas, extensas e/ou de difícil resolução.  Sobre enxertos cutâneos. CONTRA-INDICAÇÃO:  Tecidos necrosados, osteomielite ou malignidade na ferida. VANTAGENS:  Maior facilidade, velocidade e boa eficiência no manuseio de feridas profundas, extensas ou complexas. DESVANTAGENS:  Custo elevado e necessidade de se manter conectado à bomba de vácuo. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CURATIVO À VÁCUO Enf° Joseir Saturnino Cristino
  231. 231. MODO DE USAR: Posicionar a esponja sobre a ferida e aplicar a película oclusiva. Conectá-la ao reservatório e este ao sistema a vácuo. Ligar o aparelho. EXEMPLO COMERCIAL: V.A.C.®. CURATIVOS Curativos e Coberturas Especiais: CURATIVO À VÁCUO Enf° Joseir Saturnino Cristino

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