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Revisional de teoria da literatura no ENEM

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Revisional de teoria da literatura no ENEM

  1. 1. Manoel Neves revisional feat questões dos anos anteriores Teoria da Literatura no ENEM
  2. 2. TEORIA DA LITERATURA NO ENEM revisional de teoria da literatura feat questões anteriores 01. intertextualidades
  3. 3. MICHELANGELO. Pietá.
  4. 4. VICENTE DO REGO MONTEIRO. Pietá.
  5. 5. QUESTÃO 01 revisional de teoria da literatura feat questões anteriores Vicente do Rego Monteiro foi um dos pintores cujas telas foram expostas durante a Semana de Arte Moderna. Tal como Michelângelo, ele se inspirou em temas bíblicos, porém com um esJlo peculiar. Considerando-se as obras apresentadas, o arJsta brasileiro. a) estava preocupado em retratar detalhes da cena. b) demonstrou irreverência ao retratar a cena bíblica. c) optou por fazer uma escultura minimalista, diferentemente de Michelângelo. dj) deu aos personagens traços cubistas, em vez dos traços europeus, Qpicos de Michelângelo. e) reproduziu o esJlo da famosa obra de Michelângelo, uma vez que retratou a mesma cena bíblica.
  6. 6. SOLUÇÃO COMENTADA revisional de teoria da literatura feat questões anteriores A pintura do arJsta brasileiro apresenta muitas formas geométricas – linhas, círculos, retas e ângulos. Além disso, é conveniente destacar a ausência de preocupação com a proporção [comparem-se os braços e as pernas do Cristo]. Os traços apontados anteriormente são, sabidamente, cubistas. Marque-se, pois, a letra “d”.
  7. 7. Na busca constante pela sua evolução, o ser humano vem alternando a sua maneira de pensar, de senJr e de criar. Nas úlJmas décadas do século XVIII e no início do século XIX, os arJstas criaram obras em que predominam o equilíbrio e a simetria de formas e cores, imprimindo um esJlo caracterizado pela imagem da respeitabilidade, da sobriedade, do concreto e do civismo. Esses arJstas misturaram o passado ao presente, retratando os personagens da nobreza e da burguesia, além de cenas míJcas e histórias cheias de vigor. RAZOUK, J. J. (Org.). Histórias reais e belas nas telas. Posigraf: 2003.
  8. 8. Atualmente, os arJstas apropriam-se de desenhos, charges, grafismo e até de ilustrações de livros para compor obras em que se misturam personagens de diferentes épocas, como na seguinte imagem: QUESTÃO 02 revisional de teoria da literatura feat questões anteriores
  9. 9. Romero Brito. Gisele e Tom
  10. 10. Andy Wahrol. Michael Jackson
  11. 11. Funny Filez. Mona Bean
  12. 12. Andy Wahrol. Marilyn Monroe
  13. 13. Pablo Picasso. Retrato de Jaqueline Roque com as mãos cruzadas
  14. 14. SOLUÇÃO COMENTADA revisional de teoria da literatura feat questões anteriores O quadro em que há personagens de diferentes épocas é Mona Bean, em que se fundem as imagens da Mona Lisa, do renascenJsta Leonardo Da Vinci com a do comediante Rowan Atkinson no papel da personagem Mister Bean. Assinale-se, pois, a alternaJva “c”.
  15. 15. Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. Nosso céu tem mais estrelas, Nossas várzeas têm mais flores, Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida mais amores. [...] Minha terra tem primores, Que tais não encontro eu cá; Em cismar — sozinho, à noite — Mais prazer eu encontro lá; Minha terra tem palmeiras Onde canta o Sabiá. Não permita Deus que eu morra, Sem que eu volte para lá; Sem que desfrute os primores Que não encontro por cá; Sem qu’inda aviste as palmeiras Onde canta o Sabiá. DIAS, G. Canção do exílio. In.: Melhores poemas de Gonçalves Dias. São Paulo: Global, 2001.
  16. 16. Minha terra tem palmares Onde gorjeia o mar Os passarinhos daqui Não cantam como os de lá Minha terra tem mais rosas E quase tem mais amores Minha terra tem mais ouro Minha terra tem mais terra Ouro terra amor e rosas Eu quero tudo de lá Não permita Deus que eu morra Sem que volte para lá Não permita Deus que eu morra Sem que volte pra São Paulo Sem que eu veja a rua 15 E o progresso de São Paulo ANDRADE, O. Canto de regresso à pátria. In.: Pau-Brasil. São Paulo: Globo, 2001.
  17. 17. Os textos 1 e 2, escritos em contextos históricos e culturais diversos, enfocam o mesmo moJvo poéJco: a paisagem brasileira entrevista a distância. Analisando- os, conclui-se que a) o ufanismo, aJtude de quem se orgulha excessivamente do país em que nasceu, é o tom de que se revestem os dois textos. b) a exaltação da natureza é a principal caracterísJca do texto 2, que valoriza a paisagem tropical realçada no texto 1. c) o texto 2 aborda o tema da nação, como o texto 1, mas sem perder a visão críJca da realidade brasileira. d) o texto 1, em oposição ao texto 2, revela distanciamento geográfico do poeta em relação à pátria. e) ambos os textos apresentam ironicamente a paisagem brasileira. QUESTÃO 03 revisional de teoria da literatura feat questões anteriores
  18. 18. O diálogo entre os textos é uma relação de intertextualidade. O texto 1, do poeta român=co Gonçalves Dias, fala da nação numa perspec=va nacionalista, ufanista, exaltando a pátria a par=r de sua natureza exuberante, figura=vizada pelas palmeiras e os sabiás. O texto 2, do poeta modernista Oswald de Andrade, inscreve-se numa outra esté=ca, tendo uma perspec=va mais crí=ca do que o primeiro: a troca de “palmeiras” por “palmares” confere ao texto um tom de denúncia. Em vez de tratar com inocência e ingenuidade de uma nação idílica, mostra que o país no passado escravizou os negros, e que estes se organizaram, resis=ram, lutaram (o Quilombo dos Palmares, por exemplo, foi um importante núcleo de resistência dos negros). Assinale-se, pois, a alternaJva “c”. SOLUÇÃO COMENTADA revisional de teoria da literatura feat questões anteriores
  19. 19. TEORIA DA LITERATURA NO ENEM revisional de teoria da literatura feat questões anteriores 02. figuras de linguagem
  20. 20. O fragmento poéJco da obra Cantares, de Hilda Hilst, publicada em 2004, em que pode ser encontrada o paradoxo é: a) “Dos dois contemplo/ rigor e fixidez./ Passado e senJmento/ me contemplam” b) “De sol e lua/ De fogo e vento/ Te enlaço” c) “Areia, vou sorvendo/ A água do teu rio” d) “Ritualiza a matança/ de quem só te deu vida./ E me deixa viver/ nessa que morre” e) “O bisturi e o verso./ Dois instrumentos/ entre as minhas mãos” QUESTÃO 04 revisional de teoria da literatura feat questões anteriores
  21. 21. Assinale-se a alternaJva “d”, pois o locutor afirma que vive e morre ao mesmo tempo. SOLUÇÃO COMENTADA revisional de teoria da literatura feat questões anteriores
  22. 22. Um rei leão que não era rei. um pato que não fazia quá-quá. Um cão que não laJa. Um peixe que não nadava. Um pássaro que não voava. Um Jgre que não comia. Um gato que não miava. Um homem que não pensava... E, enfim, era uma natureza sem nada. Acabada. Depredada. Pelo homem que não pensava. CUNHA, L. A. In.: KOCH, I.; ELIAS, V. M. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo Contexto, 2011.
  23. 23. São as relações entre os elementos e as partes do texto que promovem o desenvolvimento das ideias. No poema, a estratégia linguísJca que contribui para esse desenvolvimento, estabelecendo a conJnuidade do texto, é a a) escolha de palavras de diferentes campos semânJcos. b) negação contundente das ações praJcadas pelo homem. c) intertextualidade com o gênero textual fábula infanJl. d) repeJção de estrutura sintáJca com novas informações. e) uJlização de ponto final entre termos de uma mesma oração. QUESTÃO 05 revisional de teoria da literatura feat questões anteriores
  24. 24. O principal recurso linguísJco presente no poema é o paralelismo sintáJco: todos os versos apresentam a mesma estrutura gramaJcal [arJgo, substanJvo, pronome relaJvo, advérbio, verbo]. Marque-se, pois, a letra “d”. SOLUÇÃO COMENTADA revisional de teoria da literatura feat questões anteriores
  25. 25. Meu coração de mil novecentos e setenta e dois já não palpita fagueiro sabe que há morcegos de pesadas olheiras que há cabras malignas que há cardumes de hienas infiltradas no vão da unha na alma um porco belicoso de radar e que sangra e ri e que sangra e ri a vida anoitece provisória centuriões senJnelas do Oiapoque ao Chuí. CACASO. Logia e mitologia. In.: Lero-lero. Rio de Janeiro: 7Letras; São Paulo: Cosac & Naify, 2002.
  26. 26. O Qtulo do poema explora a expressividade de termos que representam o conflito do momento histórico vivido pelo poeta na década de 1970. Nesse contexto, é correto afirmar que a) o poeta uJliza uma série de metáforas zoológicas com significado impreciso. b) “morcegos”, “cabras”, “hienas” metaforizam as víJmas do regime militar. c) o “porco”, animal di|cil de domesJcar, representa os movimentos de resistência. d) o poeta caracteriza o movimento de opressão através de alegorias de forte poder de impacto. e) “centuriões” e “senJnelas” simbolizam os agentes que garantem a paz social experimentada. QUESTÃO 06 revisional de teoria da literatura feat questões anteriores
  27. 27. No poema, existem várias metáforas que fazem referência aos militares e às forças de repressão que perpetravam tortura e assassinatos durante o período da Ditadura Militar. Curiosamente, o locutor associa os agentes da repressão a animais cujas aJtudes são aproximadas das dos seres humanos [morcegos de pesados olheiras, cabras malignas, hienas infiltradas, porco belicoso]. Como se trata de quatro metáforas, pode-se afirmar que o discurso do locutor é alegórico, indireto. Assinale-se, pois, a alternaJva “d”. Em tempo: Cacaso [Antônio Carlos de Brito] é dos maiores expoentes da vertente engajada da poesia marginal dos anos 1970. SOLUÇÃO COMENTADA revisional de teoria da literatura feat questões anteriores
  28. 28. TEORIA DA LITERATURA NO ENEM revisional de teoria da literatura feat questões anteriores 03. funções da linguagem
  29. 29. O telefone tocou. — Alô? Quem fala? — Como? Com quem deseja falar? — Quero falar com o sr. Samuel Cardoso. — É ele mesmo. Quem fala, por obséquio? — Não se lembra mais da minha voz, seu Samuel? Faça um esforço. — Lamento muito, minha senhora, mas não me lembro. Pode dizer-me de quem se trata? ANDRADE, C. D. Contos de aprendiz. Rio de Janeiro: José Olympio, 1958. Fragmento.
  30. 30. QUESTÃO 07 revisional de teoria da literatura feat questões anteriores Pela insistência em manter o contato entre o emissor e o receptor, predomina no texto a função a) metalinguísJca b) fáJca c) referencial d) emoJva e) conaJva
  31. 31. SOLUÇÃO COMENTADA revisional de teoria da literatura feat questões anteriores A função da linguagem cuja intencionalidade é estabelecer contato com o leitor é a fáJca. Deve-se, pois, assinalar a alternaJva “b”.
  32. 32. 14 COISAS QUE NÃO SE DEVE JOGAR NA PRIVADA Nem no ralo. Elas poluem rios, lagos e mares, o que contamina o ambiente e os animais. Também deixa mais di|cil obter a água que nós mesmos usaremos. Alguns produtos que podem causar entupimentos: . cotonete e fio dental; . medicamento e preservaJvo; . óleo de cozinha; . ponta de cigarro; . poeira de varrição de casa; . fio de cabelo e pelo de animais; . Jnta que não seja à base de água; . querosene, gasolina, solvente, Jner; Jogue esses produtos no lixo comum. Alguns deles, como o óleo de cozinha, medicamento e Jnta, podem ser levados a pontos de coleta oficiais, que darão a desJnação final adequada. MORGADO, M.; EMASA. Manual de eJqueta. Planeta sustentável. jul.-ago, 2013. Adaptado.
  33. 33. QUESTÃO 08 revisional de teoria da literatura feat questões anteriores O texto tem objeJvo educaJvo. Nesse senJdo, além do foco no interlocutor, que caracteriza a função conaJva da linguagem, predomina também nele a função referencial, que busca a) despertar no leitor senJmentos de amor pela natureza, induzindo-o a ter aJtudes responsáveis que beneficiarão a sustentabilidade. b) informar o leitor sobre as consequências da desJnação inadequada do lixo, orientando-o sobre como fazer o correto descarte de alguns objetos. c) transmiJr uma mensagem de caráter subjeJvo, mostrando exemplos de aJtudes sustentáveis do autor do texto em relação ao planeta. d) estabelecer uma comunicação com o leitor, procurando cerJficar-se de que a mensagem sobre ações de sustentabilidade está sendo compreendida. e) explorar o uso da linguagem, conceituando detalhadamente os termos uJlizados de forma a proporcionar melhor compreensão do texto.
  34. 34. SOLUÇÃO COMENTADA revisional de teoria da literatura feat questões anteriores A presença da função referencial ou denotaJva, no texto em análise, ocorre porque, além de elencar o que não se deve jogar no lixo, o enunciador apresenta os efeitos [consequências] do descarte inadequado dos elementos elencados no texto: poluição [rio, lago, mar], contaminação [animais e meio ambiente] e dificuldade na obtenção de água. Deve-se, portanto, assinalar a alternaJva “b”.
  35. 35. ANFÍBIO COM FORMATO DE COBRA É DESCOBERTO NO RIO MADEIRA Animal raro foi encontrado por biólogos em canteiro de obras de usina. Exemplares estão no Museu Emilio O trabalho de um grupo de biólogos no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira, em Porto Velho, resultou na descoberta de um an|bio de formato parecido com uma cobra. Atretochoana eisel= é o nome cienQfico do animal raro descoberto em Rondônia. Até então, só havia registro do an|bio no Museu de História Natural de Viena e na Universidade de Brasília. Nenhum deles tem a descrição exata de localidade, apenas “América do Sul”. A descoberta ocorreu em dezembro do ano passado, mas apenas agora foi divulgada. XIMENES, M. Disponível em: h•p://g1.globo.com. Acesso em: 1 ago. 2012.
  36. 36. QUESTÃO 09 revisional de teoria da literatura feat questões anteriores A noQcia é um gênero textual em que predomina a função referencial da linguagem. No texto, essa predominância evidencia-se pelo(a) a) recorrência de verbos no presente para convencer o leitor. b) uso da impessoalidade para assegurar a objeJvidade da informação. c) quesJonamento do código linguísJco na construção da noQcia. d) uJlização de expressões úteis que mantêm aberto o canal de comunicação com o leitor. e) emprego dos sinais de pontuação para expressar as emoções do autor.
  37. 37. SOLUÇÃO COMENTADA revisional de teoria da literatura feat questões anteriores No texto em análise, a impessoalidade e o destaque dado à informação são os principais traços da função referencial ou denotaJva. Assinale-se, portanto, a alternaJva “b”.
  38. 38. Há o hipotrélico. O termo é novo, de impensada origem e ainda sem definição que lhe apanhe em todas as pétalas o significado. Sabe-se, só, que vem do bom português. Para a práJca, tome-se hipotrélico querendo dizer: anJpodáJco, sengrançante imprizido; ou talvez, vice-dito: indivíduo pedante, importuno agudo, falta de respeito para com a opinião alheia. Sob mais que, tratando-se de palavra inventada, e, como adiante se verá, embirrando o hipotrélico em não tolerar neologismos, começa ele por se negar nominalmente a própria existência. ROSA, G. Tutameia: terceiras histórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. Fragmento.
  39. 39. QUESTÃO 10 revisional de teoria da literatura feat questões anteriores Nesse trecho de uma obra de Guimarães Rosa, depreende-se a predominância de uma das funções da linguagem, idenJficada como a) metalinguísJca, pois o trecho tem como propósito essencial usar a língua portuguesa para explicar a própria língua, por isso a uJlização de vários sinônimos e definições. b) referencial, pois o trecho tem como principal objeJvo discorrer sobre um fato que não diz respeito ao escritor ou ao leitor, por isso o predomínio da terceira pessoa. c) fáJca, pois o trecho apresenta clara tentaJva de estabelecimento de conexão com o leitor, por isso o emprego dos termos “sabe-se lá” e “tome-se hipotrélico”. d) poéJca, pois o trecho trata da criação de palavras novas, necessária para textos em prosa, por isso o emprego de hipotrélico. e) expressiva, pois o trecho tem como meta mostrar a subjeJvidade do autor, por isso o uso do advérbio de dúvida “talvez”.
  40. 40. SOLUÇÃO COMENTADA revisional de teoria da literatura feat questões anteriores O fragmento do conto de Guimarães Rosa trata especificamente da significação do neologismo “hipotrélico”. Sendo assim, é correto afirmar que nele predomina a função metalinguísJca, posto que são usadas palavras para explicar o senJdo de uma palavra.
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