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Ecologia de Populações               Prof. Dr. Harold Gordon Fowle                   popecologia@hotmail.com    Dinamica d...
Lebre e linceO trabalho seminal de Charles Elton (1924), “Periodicfluctuations in the numbers of animals: their causes and...
Dados do Lebre e Lince (Canadá)
Dinâmica Inter-tróficaDemonstrando o efeito da predação NÃO é fácil                    Hokkaido                           ...
DinâmicaOs processos exógenos causam mudanças nossistemas populacionais, mas não são afeitadospor essas mudanças. Por exem...
DinâmicaAs funções inversas de umvariável a outro sãorepresentadas como flechascom signo negativo, e afunção limitada pelo...
DinâmicaAs forças endógenas induzem mudanças nosistema e são afeitadas por essas mudanças;Por isso, são internas e interde...
DinâmicaEssa premissa é razoável porque quanto maispresas existe, mais provável haverá maispresa no futuro. Se existe uma ...
DinâmicaOs círculos de retro-alimentação podem tambémenvolver outros variáveis; por exemplo, pode haveruma flecha com um s...
DinâmicaO circulo de retro-alimentação passa pelaspopulações de predador e da presa e as liganum processo causal mútua. Qu...
DinâmicaQuando um aro de retro-alimentação contemmais do que uma função, o signo geral do aroé obtido pela multiplicação d...
EquilíbrioO modelo é construído com estrutura deinteração (incluindo flechas quebradas), quechega dinamicamente ao equilíb...
Modelos de Exploração: Predação,Herbivoria, Parasitismo, e Doença
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Dinâmica de predadores e presas

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Dinâmica de predadores e presas

  1. 1. Ecologia de Populações Prof. Dr. Harold Gordon Fowle popecologia@hotmail.com Dinamica de predador e presa
  2. 2. Lebre e linceO trabalho seminal de Charles Elton (1924), “Periodicfluctuations in the numbers of animals: their causes andeffects”, British Journal of Experimental Biology, foi oprimeiro, de vários, trabalhos para analisar esse conjuntode dadosEsses ciclos são regulares com periodicidade constante?O que causa esses ciclos? – Interação entre predador e presa? – Interação de lebre e recurso? (lebres se alimentam das folhas de coníferas e outras espécies) – Ciclos de atividade solar? – O Homem (como caçador) interage com o predador e a presa?
  3. 3. Dados do Lebre e Lince (Canadá)
  4. 4. Dinâmica Inter-tróficaDemonstrando o efeito da predação NÃO é fácil Hokkaido Inverno comprido DD intensa Ciclos multi-anuais fluctuações sazonais Inverno curto DD fraca
  5. 5. DinâmicaOs processos exógenos causam mudanças nossistemas populacionais, mas não são afeitadospor essas mudanças. Por exemplo, a populaçãode predadores pode ter um impacto negativosobre a população de presas porque quanto maispredadores há, mais presas serão consumidas .A densidade ou abundancia da presa em umponto temporal é inversamente relacionado adensidade ou abundancia num ponto anterior detempo, ou a densidade de presas é uma funçãoinversa da densidade do predador
  6. 6. DinâmicaAs funções inversas de umvariável a outro sãorepresentadas como flechascom signo negativo, e afunção limitada pelo tempo..A população de presas nosuperior da figura não temefeito sobre a população de Porque as forçaspredadores (nenhuma flecha exógenas sãoda presa ao predador), assim externas ea predação é um processo independente doexógeno. sistema, representam inputs ao sistema.
  7. 7. DinâmicaAs forças endógenas induzem mudanças nosistema e são afeitadas por essas mudanças;Por isso, são internas e interdependentes dosistema. Assim, são consideradas a formarparte da estrutura do sistema. Por exemplo, ,existe uma relação positiva da população depresa com a população de presa, o quesignifica que o número o densidade da presanum ponto de tempo é relacionadodiretamente ao número ou densidade emalgum ponto anterior de tempo. A densidadede presa é uma função positiva da densidadepassada da presa.
  8. 8. DinâmicaEssa premissa é razoável porque quanto maispresas existe, mais provável haverá maispresa no futuro. Se existe uma relação de umvariável é a ela mesma, essa relação é aretro-alimentação positiva. Adicionalmente,uma retro-alimentação dessa forma nãoenvolve outros variáveis e por isso tem umadimensão de uma porque envolve somente umvariável. É um círculo de retro-alimentação daprimeira ordem.
  9. 9. DinâmicaOs círculos de retro-alimentação podem tambémenvolver outros variáveis; por exemplo, pode haveruma flecha com um signo positivo da presa apopulação do predador. Essa flecha é positiva parademonstrar que o número de predadores (oudensidade) é uma função direta do número (oudensidade) de presas. Quanto mais predadoresexistem resulta em mais predadores no futuro(mais alimento resulta em mais reprodução dopredador). Essa flecha adicional resulta em outraretro-alimentação da população da presa a elamesma, e por suposto, da população de predador apopulação do predador.
  10. 10. DinâmicaO circulo de retro-alimentação passa pelaspopulações de predador e da presa e as liganum processo causal mútua. Quando doisvariáveis são envolvidos num círculo de retro-alimentação causal mútua ambos os vaiáveissão considerados como parte de um círculo deretro-alimentação de segunda ordem e osistema tem duas dimensões. Porém, épossível terem círculos de retro-alimentaçãode ordens maiores envolvendo muitosvariáveis. Nesses casos, a dimensão dosistema é determinada pelo número devariáveis no circulo de retro-alimentaçãomaior.
  11. 11. DinâmicaQuando um aro de retro-alimentação contemmais do que uma função, o signo geral do aroé obtido pela multiplicação dos signos detodas as funções. Multiplicamos uma funçãopositiva e uma negativa [como, (+) × (-) = (-)]para obter um aro de retro-alimentaçãonegativa da segunda ordem (retroalimentação-). Assim, a estrutura de retro-alimentação secompõe de um processo de retro-alimentação+ da primeira ordem e um processo de retro-alimentação – da segunda ordem.
  12. 12. EquilíbrioO modelo é construído com estrutura deinteração (incluindo flechas quebradas), quechega dinamicamente ao equilíbrio. Quando osistema aproxima equilíbrio, as flechasquebradas efetivamente chegam à zero.
  13. 13. Modelos de Exploração: Predação,Herbivoria, Parasitismo, e Doença

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