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METODOLOGIA
CIENTÍFICA
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O QUE É
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Metodologia Científica, como disciplina:
• Confere os caminhos necessários para o auto-aprendizado
através da qual o aluno é sujeito do processo, deve aprender a
pesquisar e a sistematizar o conhecimento obtido.
• Examina e avalia as várias técnicas de pesquisa, bem como a
geração ou verificação de novos métodos que conduzem à
captação e processamento de informações, com vistas à
resolução de problemas de investigação.
• Indica a melhor maneira de abordar determinados problemas,
no estado atual de nossos conhecimentos. Tem interesse para
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estudo, descrição e
esclarecimentos sobre
análise dos métodos e lança
seus objetivos, utilidades e
conseqüências, ajudando a compreender o próprio processo da
pesquisa científica.
RELAÇÃO COM A CIÊNCIA
CIÊNCIA => METODOLOGIA => METODOS (processos e
técnicas) => Conhecer, agir e intervir na realidade.
CIÊNCIA
Forma especial de conhecimento da realidade empírica. É o
conhecimento racional, metódico e sistemático, capaz de ser
submetido à verificação.
A busca do conhecimento sistemático do universo não é um
produto de um processo meramente técnico, mas do espírito
humano.
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METODOLOGIA
Estuda, descreve, explica, interpreta, compreende e avalia (os
métodos).
MÉTODO
Forma ordenada de proceder ao longo de um caminho.
Conjunto de processos ou fases empregadas na investigação,
na busca do conhecimento.
PROCESSO
Ação obtida através da aplicação de normas e técnicas na busca
de um determinado fim. Corresponde à dinamização do
caminho do método. Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos
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TÉCNICAS
Táticas necessárias para a operacionalização /
instrumentalização. Representam a maneira de atingir um
propósito bem-definido, a partir de uma orientação básica dada
pelo método.
IMPORTÂNCIA DA METODOLOGIA
Está baseada na apresentação e exame de diretrizes aptas a
instrumentalizar o universitário no que tange ao estudo e ao
aprendizado.
ESTUDAR
É o ato
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pesquisado.
metódico, sistemático e objetivo de perscrutar a
através da investigação e reflexão, conseguindo
realidade,
conhecer o que o objeto insinua. Há, então, uma relação
interdependente entre o aluno-pesquisador e o objeto
APRENDER
E obter o resultado desejado na atitude do estudo.
• PODE-SE ESTUDAR E NÃO APRENDER (esforço ineficiente)
• PODE-SE APRENDER SEM ESTUDAR (esforço
desnecessário)
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É concentrar todos os recursos pessoais na captação e
assimilação dos dados, relações e técnicas que conduzem ao
domínio de um problema.
BUSCA DE CONHECIMENTO = ATO DE ESTUDAR
Estuda-se para compreender e entender as coisas que nos
cercam. À medida em que são adquiridos bons hábitos de
estudo, gasta-se menos tempo para investigar, pesquisar e
conhecer.
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=> PROFISSIONAL => INVESTIGAÇÃO =
ESTUDANTE
PESQUISADOR
UTILIDADES DA METODOLOGIA
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• Análise das características essenciais que permitem distinguir
ciências de outras formas de conhecer, enfatizando o método
científico e não o resultado.
• Análise das condições em que o
cientificamente construído, abordando
conhecimento é
o significado de
postulados e atitudes da ciência, hoje.
• Capacitação do alunado para uma leitura crítica da realidade e
que produza conhecimentos, dando-lhe oportunidades
especiais para comportar-se cientificamente, levantando e
formulando problemas, coletando dados para responder aos
questionamentos, analisando e interpretando-os e comunicando
resultados.
• Vetor de informações e referências para a montagem formal e
substantiva de trabalhos científicos: resenhas, monografias,
artigos científicos etc.
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• Fornecimento de processos facilitadores à adaptação do
aluno, integrando-o à universalidade, minimizando suas
dificuldades e apreensões quanto às formas de estudar e,
conseqüentemente, de encontrar os meios de extrair o maior
proveito do estudo.
Cumprindo tais objetivos ou colocando em prática as utilidades
da metodologia científica, o universitário estará estimulando o
romper do círculo vicioso atualmente existente no sistema
educacional, estabelecendo seu projeto de estudos,
sistematizando as atividades educacionais, pesquisas e leituras
e fugindo das limitações que, às vezes, um processo didático e
determinadas estruturas institucionais podem condicionar.
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MÉTODOS
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DEDUTIVO = Extração discursiva do conhecimento, originária de
premissas; hipóteses concretas: parte do geral para o particular.
INDUTIVO = Extração discursiva do conhecimento, originária de
evidências: parte do particular para o geral.
INTUITIVO = Apreensão direta e a discursiva da essência da
coisa conhecida por contato sensível ou espiritual: retira
evidências indemonstráveis da coisa conhecida.
DIALÉTICO = Apreensão discursiva do conhecimento a partir de
análises dos opostos e da interpretação de elementos diferentes:
procedimento crítico, considerando os opostos, até chegar à
síntese.
REDAÇÃO DA MONOGRAFIA
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NARRATIVA = Relato de algum fato ou fenômeno ocorrido, não
obstante o seu caráter real ou fictício em um determinado tempo
e espaço.
DESCRITIVA = O autor evidenciará pormenores de uma ação,
cuja finalidade é aguçar a atenção e a curiosidade do
receptor/leitor da mensagem.
DISSERTATIVA = Redação na qual o autor emite uma opinião,
um julgamento, um juízo de valor. Nessa espécie de redação o
centro é a abstração do pensamento.
ESTRUTURA TEXTUAL
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EXÓRDIO/INTRODUÇÃO = Parte inicial do texto, que propõe a
idéia geral; Situa o assunto no contexto; Motiva o leitor,
apresentando a problemática, hipóteses de pesquisa ou questões
norteadoras, justificativa da investigação e objetivos; Se o
trabalho for ancorado em pesquisa bibliográfica e documental,
expõe-se, também, a metodologia e a organização capitular do
estudo.
DESENVOLVIMENTO = Comumente dividido em duas partes:
explanação das idéias e provas de sua veracidade. É a fase da
reflexão. Essa fase compõe-se de capítulos, subcapítulos,
seções, subseções, ou simplesmente o autor pode denominá-la
de marco referencial teórico/fundamentação, teórica ou revisão
de literatura. Em pesquisa de natureza teórico-empírica, o autor
abre um capítulo a parte, para explanar sobre a análise e
interpretação dos resultados.
PERORAÇÃO/CONCLUSÃO = Fecho do trabalho demonstração
das provas. Comprovação das hipóteses e dos objetivos
traçados. É o clímax da inferência/juízo de valor/posicionamento
crítico.
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USO DO VOCÁBULO
EVITAR: Modismos; Gírias; Palavras de uso incerto; Idiotismos;
Jargões; Polissemia; Estrangeirismos; Pleonasmos.
EM LUGAR DE
Através de
Minha posição
Minha postura
Fazer uma colocação
Irei fazer
Vou ta pesquisando
Perfil do entrevistado
Primeiro que tudo
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USE
Por intermédio; por meio de
Minha opinião/decisão
Minha atitude
Fazer uma observação
Farei
Pesquisarei
Característica do entrevistado
Primeiramente
TIPOS DE CONHECIMENTO
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EMPÍRICO = Adquirido pela observação sensível e causal da
realidade cotidiana e circunstancial. Sem método (ametódico e
assistemático). É de nível intelectual inferior, mas de enorme
utilidade prática como base do conhecimento.
FILOSÓFICO = Procura interpretar a realidade tendo como tema
central o homem e suas relações com o universo. Seu raciocínio
ultrapassa os limites da ciência, uma vez que não há totalidade. A
concepção filosófica é especulativa e não oferece soluções
definitivas para as várias questões formuladas pela mente
humana.
TEOLÓGICO/RELIGIOSO = Conhecimento místico. Baseado
exclusivamente na fé humana e desprovido de método. É
adquirido por meio da crença na existência divina. Pressupõe
uma autoridade divina.
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CIENTÍFICO = Nasce da desconfiança, cria problemas, vê
obstáculos. Pretende a explicação, a comprovação. É adquirido
pela observação e investigação de fatos e fenômenos. São leis,
axiomas, princípios, parâmetros.
TIPOS DE PESQUISA QUANTO À NATUREZA
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EXPLORATÓRIA = Estabelece critérios, métodos e técnicas para
a elaboração de uma investigação. Objetiva oferecer informações
sobre o objeto de pesquisa e orientar a formulação de hipóteses.
DESCRITIVA = Estudo, análise, registro e interpretação dos fatos
do mundo físico sem a interferência do pesquisador.
EXPLICATIVA = Pesquisa que registra fatos, analisa-os,
interpreta-os e identifica causas.
ESTUDO DE CASO = Estuda, analisa e interpreta determinado
fato sob uma perspectiva intervencionista.
TIPOLOGIA DA PESQUISA QUANTO À ABORDAGEM
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TEÓRICA = Lastreada em análise, a partir de pesquisa
bibliográfica e documental.
TEÓRICO-EMPÍRICA = Ancorada em análise, a partir de
pesquisas: bibliográfica, documental e de campo.
TEÓRICO-PRÁTICA = Vale-se das Pesquisas Bibliográfica e
Documental, porém contextualiza o seu objeto em um caso
prático.
TIPOS DE PESQUISA QUANTO À
OPERACIONALIZAÇÃO
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BIBLIOGRÁFICA = Tem como âncora a literatura existente na
área: livros; Enciclopédias; Coletâneas; Coleções; Artigos de
revistas; Artigos de jornais; Artigos de periódicos em geral;
Publicações por meio eletrônico.
DOCUMENTAL = Matérias que ainda não foram
analisadas/tratadas. São as chamadas informações primárias.
Encontram-se à disposição nos arquivos públicos e privados.
CAMPO = Exige controles adequados e objetivos pré-
estabelecidos. O pesquisador busca as informações por meio de
entrevistas, questionários, formulários, observações etc.
REQUISITOS PARA A PESQUISA
CIENTÍFICA
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 Coerência
 Concisão
 Consistência
 Originalidade
 Objetivação
 Impessoalidade
 Uso da linguagem culta
HIERARQUIZAÇÃO DE UM
CAPÍTULO
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3 TEORIA DA PENA DE MORTE
1. Conceito de Pena
2. Teorias da Pena
1. Teorias da Retribuição (absolutas)
2. Teorias da Prevenção (relativas)
3. Teorias Ecléticas (mistas)
3. Conceito de Pena de Morte

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apresentacao de metodologia cientifica pa

  • 1. METODOLOGIA CIENTÍFICA Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br
  • 2. O QUE É Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br Metodologia Científica, como disciplina: • Confere os caminhos necessários para o auto-aprendizado através da qual o aluno é sujeito do processo, deve aprender a pesquisar e a sistematizar o conhecimento obtido. • Examina e avalia as várias técnicas de pesquisa, bem como a geração ou verificação de novos métodos que conduzem à captação e processamento de informações, com vistas à resolução de problemas de investigação.
  • 3. • Indica a melhor maneira de abordar determinados problemas, no estado atual de nossos conhecimentos. Tem interesse para Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br estudo, descrição e esclarecimentos sobre análise dos métodos e lança seus objetivos, utilidades e conseqüências, ajudando a compreender o próprio processo da pesquisa científica.
  • 4. RELAÇÃO COM A CIÊNCIA CIÊNCIA => METODOLOGIA => METODOS (processos e técnicas) => Conhecer, agir e intervir na realidade. CIÊNCIA Forma especial de conhecimento da realidade empírica. É o conhecimento racional, metódico e sistemático, capaz de ser submetido à verificação. A busca do conhecimento sistemático do universo não é um produto de um processo meramente técnico, mas do espírito humano. Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br
  • 5. METODOLOGIA Estuda, descreve, explica, interpreta, compreende e avalia (os métodos). MÉTODO Forma ordenada de proceder ao longo de um caminho. Conjunto de processos ou fases empregadas na investigação, na busca do conhecimento. PROCESSO Ação obtida através da aplicação de normas e técnicas na busca de um determinado fim. Corresponde à dinamização do caminho do método. Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br
  • 6. TÉCNICAS Táticas necessárias para a operacionalização / instrumentalização. Representam a maneira de atingir um propósito bem-definido, a partir de uma orientação básica dada pelo método. IMPORTÂNCIA DA METODOLOGIA Está baseada na apresentação e exame de diretrizes aptas a instrumentalizar o universitário no que tange ao estudo e ao aprendizado. ESTUDAR É o ato Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br pesquisado. metódico, sistemático e objetivo de perscrutar a através da investigação e reflexão, conseguindo realidade, conhecer o que o objeto insinua. Há, então, uma relação interdependente entre o aluno-pesquisador e o objeto
  • 7. APRENDER E obter o resultado desejado na atitude do estudo. • PODE-SE ESTUDAR E NÃO APRENDER (esforço ineficiente) • PODE-SE APRENDER SEM ESTUDAR (esforço desnecessário) Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br É concentrar todos os recursos pessoais na captação e assimilação dos dados, relações e técnicas que conduzem ao domínio de um problema.
  • 8. BUSCA DE CONHECIMENTO = ATO DE ESTUDAR Estuda-se para compreender e entender as coisas que nos cercam. À medida em que são adquiridos bons hábitos de estudo, gasta-se menos tempo para investigar, pesquisar e conhecer. Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br => PROFISSIONAL => INVESTIGAÇÃO = ESTUDANTE PESQUISADOR
  • 9. UTILIDADES DA METODOLOGIA Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br • Análise das características essenciais que permitem distinguir ciências de outras formas de conhecer, enfatizando o método científico e não o resultado. • Análise das condições em que o cientificamente construído, abordando conhecimento é o significado de postulados e atitudes da ciência, hoje. • Capacitação do alunado para uma leitura crítica da realidade e que produza conhecimentos, dando-lhe oportunidades especiais para comportar-se cientificamente, levantando e formulando problemas, coletando dados para responder aos questionamentos, analisando e interpretando-os e comunicando resultados.
  • 10. • Vetor de informações e referências para a montagem formal e substantiva de trabalhos científicos: resenhas, monografias, artigos científicos etc. Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br • Fornecimento de processos facilitadores à adaptação do aluno, integrando-o à universalidade, minimizando suas dificuldades e apreensões quanto às formas de estudar e, conseqüentemente, de encontrar os meios de extrair o maior proveito do estudo.
  • 11. Cumprindo tais objetivos ou colocando em prática as utilidades da metodologia científica, o universitário estará estimulando o romper do círculo vicioso atualmente existente no sistema educacional, estabelecendo seu projeto de estudos, sistematizando as atividades educacionais, pesquisas e leituras e fugindo das limitações que, às vezes, um processo didático e determinadas estruturas institucionais podem condicionar. Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br
  • 12. MÉTODOS Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br DEDUTIVO = Extração discursiva do conhecimento, originária de premissas; hipóteses concretas: parte do geral para o particular. INDUTIVO = Extração discursiva do conhecimento, originária de evidências: parte do particular para o geral. INTUITIVO = Apreensão direta e a discursiva da essência da coisa conhecida por contato sensível ou espiritual: retira evidências indemonstráveis da coisa conhecida. DIALÉTICO = Apreensão discursiva do conhecimento a partir de análises dos opostos e da interpretação de elementos diferentes: procedimento crítico, considerando os opostos, até chegar à síntese.
  • 13. REDAÇÃO DA MONOGRAFIA Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br NARRATIVA = Relato de algum fato ou fenômeno ocorrido, não obstante o seu caráter real ou fictício em um determinado tempo e espaço. DESCRITIVA = O autor evidenciará pormenores de uma ação, cuja finalidade é aguçar a atenção e a curiosidade do receptor/leitor da mensagem. DISSERTATIVA = Redação na qual o autor emite uma opinião, um julgamento, um juízo de valor. Nessa espécie de redação o centro é a abstração do pensamento.
  • 14. ESTRUTURA TEXTUAL Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br EXÓRDIO/INTRODUÇÃO = Parte inicial do texto, que propõe a idéia geral; Situa o assunto no contexto; Motiva o leitor, apresentando a problemática, hipóteses de pesquisa ou questões norteadoras, justificativa da investigação e objetivos; Se o trabalho for ancorado em pesquisa bibliográfica e documental, expõe-se, também, a metodologia e a organização capitular do estudo.
  • 15. DESENVOLVIMENTO = Comumente dividido em duas partes: explanação das idéias e provas de sua veracidade. É a fase da reflexão. Essa fase compõe-se de capítulos, subcapítulos, seções, subseções, ou simplesmente o autor pode denominá-la de marco referencial teórico/fundamentação, teórica ou revisão de literatura. Em pesquisa de natureza teórico-empírica, o autor abre um capítulo a parte, para explanar sobre a análise e interpretação dos resultados. PERORAÇÃO/CONCLUSÃO = Fecho do trabalho demonstração das provas. Comprovação das hipóteses e dos objetivos traçados. É o clímax da inferência/juízo de valor/posicionamento crítico. Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br
  • 16. USO DO VOCÁBULO EVITAR: Modismos; Gírias; Palavras de uso incerto; Idiotismos; Jargões; Polissemia; Estrangeirismos; Pleonasmos. EM LUGAR DE Através de Minha posição Minha postura Fazer uma colocação Irei fazer Vou ta pesquisando Perfil do entrevistado Primeiro que tudo Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br USE Por intermédio; por meio de Minha opinião/decisão Minha atitude Fazer uma observação Farei Pesquisarei Característica do entrevistado Primeiramente
  • 17. TIPOS DE CONHECIMENTO Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br EMPÍRICO = Adquirido pela observação sensível e causal da realidade cotidiana e circunstancial. Sem método (ametódico e assistemático). É de nível intelectual inferior, mas de enorme utilidade prática como base do conhecimento. FILOSÓFICO = Procura interpretar a realidade tendo como tema central o homem e suas relações com o universo. Seu raciocínio ultrapassa os limites da ciência, uma vez que não há totalidade. A concepção filosófica é especulativa e não oferece soluções definitivas para as várias questões formuladas pela mente humana.
  • 18. TEOLÓGICO/RELIGIOSO = Conhecimento místico. Baseado exclusivamente na fé humana e desprovido de método. É adquirido por meio da crença na existência divina. Pressupõe uma autoridade divina. Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br CIENTÍFICO = Nasce da desconfiança, cria problemas, vê obstáculos. Pretende a explicação, a comprovação. É adquirido pela observação e investigação de fatos e fenômenos. São leis, axiomas, princípios, parâmetros.
  • 19. TIPOS DE PESQUISA QUANTO À NATUREZA Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br EXPLORATÓRIA = Estabelece critérios, métodos e técnicas para a elaboração de uma investigação. Objetiva oferecer informações sobre o objeto de pesquisa e orientar a formulação de hipóteses. DESCRITIVA = Estudo, análise, registro e interpretação dos fatos do mundo físico sem a interferência do pesquisador. EXPLICATIVA = Pesquisa que registra fatos, analisa-os, interpreta-os e identifica causas. ESTUDO DE CASO = Estuda, analisa e interpreta determinado fato sob uma perspectiva intervencionista.
  • 20. TIPOLOGIA DA PESQUISA QUANTO À ABORDAGEM Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br TEÓRICA = Lastreada em análise, a partir de pesquisa bibliográfica e documental. TEÓRICO-EMPÍRICA = Ancorada em análise, a partir de pesquisas: bibliográfica, documental e de campo. TEÓRICO-PRÁTICA = Vale-se das Pesquisas Bibliográfica e Documental, porém contextualiza o seu objeto em um caso prático.
  • 21. TIPOS DE PESQUISA QUANTO À OPERACIONALIZAÇÃO Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br BIBLIOGRÁFICA = Tem como âncora a literatura existente na área: livros; Enciclopédias; Coletâneas; Coleções; Artigos de revistas; Artigos de jornais; Artigos de periódicos em geral; Publicações por meio eletrônico. DOCUMENTAL = Matérias que ainda não foram analisadas/tratadas. São as chamadas informações primárias. Encontram-se à disposição nos arquivos públicos e privados. CAMPO = Exige controles adequados e objetivos pré- estabelecidos. O pesquisador busca as informações por meio de entrevistas, questionários, formulários, observações etc.
  • 22. REQUISITOS PARA A PESQUISA CIENTÍFICA Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br  Coerência  Concisão  Consistência  Originalidade  Objetivação  Impessoalidade  Uso da linguagem culta
  • 23. HIERARQUIZAÇÃO DE UM CAPÍTULO Prof. Dr. Luiz Carlos dos Santos www.lcsantos.pro.br 3 TEORIA DA PENA DE MORTE 1. Conceito de Pena 2. Teorias da Pena 1. Teorias da Retribuição (absolutas) 2. Teorias da Prevenção (relativas) 3. Teorias Ecléticas (mistas) 3. Conceito de Pena de Morte