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Desenho
                             Universal e
                            Acessibilidade



  Psicóloga Eliane Lemos Dr. Scott Rains
psico.eliane@uol.com.br srains@oco.net
Quem sou?
 Contribuir com a mudança de comportamento diante da
  dificuldade que o PcD possui com a comunicação;
 Compartilhar informações e auxiliar como mediadora na
  compreensão das informações;
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                  DESINFORMAÇÃO     PRECONCEITO




                         EXCLUSÃO SOCIAL
Onde deveriam   Por que não      Como mudar
Acesso?   ir e não vão?   chegam até lá?   a realidade?




                                           NBR 9050/2004
Desenho Universal
Traços que criam acessos para toda a diversidade humana.
1.   Igualitário
2.   Adaptável
3.   Óbvio
4.   Conhecido
5.   Seguro
6.   Sem esforço
7.   Abrangente




                   7 Princípios
Equiparação nas possibilidades de uso
Uso equiparável (para pessoas com diferentes
capacidades);
O design é útil e comercializável às pessoas com
habilidades diferenciadas.
Emprego à vista!
Computador com teclado e
                                             Tesoura que se adapta a
          mouse ou com programa
                                             destros e canhotos.
          do tipo “Dosvox”




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Simples e intuitivo (fácil de entender);
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Captação da informação
Informação perceptível (comunica eficazmente a informação necessária)
O design comunica eficazmente ao usuário as informações necessárias,
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Tolerância ao erro
Diminuir riscos de ações involuntárias);
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Torneiras com sensor ou do tipo                Maçanetas tipo alavanca – fácil
   alavanca – minimizam o esforço e               utilização – podem ser acionados
   torção das mãos                                com o cotovelo.



Mínimo esforço físico
Com pouca exigência de esforço físico;
O design pode ser utilizado com um mínimo de esforço, de forma eficiente

e confortável.
Dimensão e espaço para uso e interação
Tamanho e espaço para o acesso e o uso.
O design oferece espaços e dimensões apropriados para interação,
alcance, manipulação e uso, independentemente de tamanho, postura
ou mobilidade do usuário.
Você tem medo do quê?
 Os PcDs permitem que o medo os impeça de propor, pedir ou comunicar
  o que precisam;
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  conforto, que de conforto não tem nada...
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             Comunicar sua necessidade é diferente de reclamar.
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  parte integrante do problema.
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                                  ou outras capacidades de
                                  delinearem os limites e
                                  dificuldades para que os
                                  desenhistas possam trabalhar.




Prioridade não apenas nas filas
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                       Ninguém é igual, vai restar um
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                                                       03 de dezembro de 2.012
Psicóloga Eliane Lemos
psico.eliane@uol.com.br




                           Dr. Scott Rains
                          srains@oco.net

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Acessibilidade com Desenho Universal

  • 1. Desenho Universal e Acessibilidade Psicóloga Eliane Lemos Dr. Scott Rains psico.eliane@uol.com.br srains@oco.net
  • 2. Quem sou?  Contribuir com a mudança de comportamento diante da dificuldade que o PcD possui com a comunicação;  Compartilhar informações e auxiliar como mediadora na compreensão das informações;  Ser cidadã brasileira.
  • 3. Somos diferentes?  Quem sou eu?  Quem é você?  Quem é a pessoa com deficiência? As semelhanças nos atraem, as diferenças nos fortalecem.
  • 4. Resposta Depende do que temos em nosso repertório.
  • 5. ESTIGMA Círculo vicioso DESINFORMAÇÃO PRECONCEITO EXCLUSÃO SOCIAL
  • 6.
  • 7. Onde deveriam Por que não Como mudar Acesso? ir e não vão? chegam até lá? a realidade? NBR 9050/2004
  • 8. Desenho Universal Traços que criam acessos para toda a diversidade humana.
  • 9. 1. Igualitário 2. Adaptável 3. Óbvio 4. Conhecido 5. Seguro 6. Sem esforço 7. Abrangente 7 Princípios
  • 10. Equiparação nas possibilidades de uso Uso equiparável (para pessoas com diferentes capacidades); O design é útil e comercializável às pessoas com habilidades diferenciadas.
  • 12. Computador com teclado e Tesoura que se adapta a mouse ou com programa destros e canhotos. do tipo “Dosvox” Uso flexível (com leque amplo de preferências e habilidades) O design atende a uma ampla gama de indivíduos, preferências e habilidades.
  • 13.
  • 14. Uso Simples e intuitivo Simples e intuitivo (fácil de entender); O uso do design é de fácil compreensão, independentemente de experiência, nível de formação, conhecimento do idioma ou da capacidade de concentração do usuário.
  • 15. O que é isto?
  • 16. Captação da informação Informação perceptível (comunica eficazmente a informação necessária) O design comunica eficazmente ao usuário as informações necessárias, independentemente de sua capacidade sensorial ou de condições ambientais
  • 17.
  • 18. Tolerância ao erro Diminuir riscos de ações involuntárias); O design minimiza o risco e as consequências adversas de ações involuntárias ou imprevistas.
  • 19.
  • 20. Torneiras com sensor ou do tipo Maçanetas tipo alavanca – fácil alavanca – minimizam o esforço e utilização – podem ser acionados torção das mãos com o cotovelo. Mínimo esforço físico Com pouca exigência de esforço físico; O design pode ser utilizado com um mínimo de esforço, de forma eficiente e confortável.
  • 21.
  • 22. Dimensão e espaço para uso e interação Tamanho e espaço para o acesso e o uso. O design oferece espaços e dimensões apropriados para interação, alcance, manipulação e uso, independentemente de tamanho, postura ou mobilidade do usuário.
  • 23.
  • 24. Você tem medo do quê?  Os PcDs permitem que o medo os impeça de propor, pedir ou comunicar o que precisam;  O medo desencadeia a resiliência, superação e a criação de uma zona de conforto, que de conforto não tem nada...  .... ter medo de perder o pouco que possuem. Comunicar sua necessidade é diferente de reclamar.
  • 25. Nada sobre nós, sem nós!  O usuário precisa se manifestar  Ser parte ativa do processo por meio da solução e não como parte integrante do problema.  Propor ideias, sugestões que tragam a devida mudança
  • 26. Definir o objetivo e os corpos, ou outras capacidades de delinearem os limites e dificuldades para que os desenhistas possam trabalhar. Prioridade não apenas nas filas
  • 27. ... na estrutura e não no corpo da PcD.
  • 28. Não existe Solução perfeita   Várias são as razões Ninguém é igual, vai restar um grupo que precisará de mais modificações ou mudanças em outra parte pode ser uma contribuição alternativa
  • 29. Custo benefício  Os materiais e processos de fabricação podem melhorar;  Os preços podem baixar para soluções que anteriormente foram consideradas especiais.  Criação das leis.
  • 30.  A qualidade de vida da PcD vai melhorar pela implantação de soluções apropriadas;  Lei pode ser restrição diante do que seria o mais adequado.
  • 31.
  • 32. Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz. Platão (428 - 347 a. C.)
  • 33.
  • 34. Nem todas as palavras poderiam explicar o amor e respeito que tenho por todos vocês. Que hoje seja um dia de celebrações pelas conquistas. Um dia tudo foi muito pior. . 03 de dezembro de 2.012
  • 35. Psicóloga Eliane Lemos psico.eliane@uol.com.br Dr. Scott Rains srains@oco.net

Notes de l'éditeur

  1. io