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DISCENTES: BEINE JOSÉ DA SILVA, CLÉIA NEVES BUENO, GRACIELI DA SILVA HENICKA E MIRTES CAMPOS PEREIRA
CUIABÁ/MT
ABRIL/2012
1
DISCIPLINA: PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO
PROFESSORES: DR. CARLOS RINALDI, DR.ª DEBORA PEDROTTI E
DR.ª EDNA HARDOIM
Uma abordagem psicossocial do
conhecimento que busca uma compreensão
do homem na sua totalidade, ou
seja, enquanto um ser que pensa, age e sente
por meio de uma relação dialética com o meio
circundante.
http://www.inf.ufsc.br/infoedu/alunos/alunos99/trabfinal/RepresentacoesMentais.htm
2
Considerações Históricas
Platão, há quase 2,5 mil
anos, acreditava que o mundo que conhecemos
não é o verdadeiro. Para ele, a realidade não
estava no que podemos
ver, tocar, ouvir, perceber.
Na filosofia de Platão existem dois mundos:
Aquele que podemos perceber ao nosso
redor, com os cinco sentidos.
O mundo das ideias, onde tudo é perfeito e
imutável. Não podemos tocá-lo, ele não é
concreto. Só o pensamento pode nos levar até3
4http://www.youtube.com/watch?v=faCphlZOoG0&feature=fvsr
Descartes também contribuiu para a
construção de uma filosofia da
representação, defendendo que ela
proporciona a transformação da ideia em uma
imagem do real.
Crê que os sentidos não nos deem mais
que uma representação confusa dos
objetos, podendo, assim, induzir-nos aos erro.
O critério da verdade encontra-se na razão
mesma.
5
Kant dizia que a mente não é uma cera
passiva por sobre a qual a experiência e a
sensação escrevem sua vontade caprichosa e
absoluta; nem tampouco é um mero nome
abstrato para a série ou o grupo de estados
mentais; mas, antes, é um órgão ativo que
molda e coordena as sensações em ideias, um
órgão que transforma a multiplicidade caótica
da experiência em uma unidade ordenada de
pensamento.
6
“As várias tensões e inadequações da primeira metade
do século XX contribuíram para produzir um novo movimento
na psicologia cognitiva moderna. E tudo isso aconteceu no
período de cinco anos entre 1955 e 1960.”
George Mandler (1981, p.9)
http://domescobar.blogspot.com.br/2009_11_01_archive.html 7
Cada pessoa forma uma imagem mental interna de
um cenário. Quando o indivíduo internaliza uma cena
esta é expressa nos seus próprios termos, de forma que
mais tarde seja capaz de trazê-la à sua mente com
maior riqueza de detalhes.
A aprendizagem, que está mais focada ao "como" o
educando vai aprender e no modelo que o educando
tem da realidade, e nem sempre se refere à realidade, se
refere a um modelo que o aprendiz elabora da
realidade.
8
Hoje há quase que um consenso que a motivação
para aprender e a construção estruturada do
conhecimento é uma característica muito pessoal.
A aprendizagem para solução de problemas se dá
através da utilização de princípios conhecidos, que
devem ser memorizados e prontamente recuperados
conforme a situação exija.
O grau de domínio da aprendizagem é uma função
direta da capacidade de retenção da informação, e
esta, depende da organização do conteúdo e de suas
significações e suas relações com outros conteúdos
aprendidos.
9
http://sbgc.org.br/sbgceduc/?p=246
10
Para que ocorra uma representação mental é
necessário uma série de fatores que são
subsequentes, sendo assim fundamentais para a
realização dessas representações internas.
11
 A abordagem estrutural é uma escola dentre as diversas
existentes para o estudo do fenômeno das representações sociais.
Trata-se de uma perspectiva que concebe representações sociais
como estruturas de conhecimento sobre temas da vida
social, compartilhadas por grupos e formadas por elementos
cognitivos ligados entre si.
 Moscovici (1976) chega à definição de que a representação
social não é nem o coletivo, nem o inconsciente, mas a ação, o
movimento de interação entre as pessoas. As representações sociais
constituem-se em uma forma de conhecimento individual que só
ocorre na interação com "o outro", no mesmo momento em que esta
interação se dá. Enfim, as representações sociais dizem respeito ao
universo de opiniões construídas, reelaboradas e redimensionadas
pelos indivíduos, em relação a um determinado objeto social, de
acordo com a história de vida de cada um.
12
Representações Sociais
Representações Mentais ou representações
internas, são maneiras de "re-presentar"
internamente o mundo externo. As pessoas
não captam o mundo exterior
diretamente, elas constroem representações
mentais dele.
13
Representações Mentais
Para Johnson-Laird (1983), proposições são
representações de significados, totalmente
abstraídas, que são verbalmente expressáveis.
O critério de expressabilidade verbal
distingue Johnson-Laird de outros psicólogos
cognitivos (Sternberg, 1996, p.181).
14
Representações Proposicionais
15
Serge Moscovici nasceu em
1928 e é um psicólogo social.
Actualmente é director do Laboratoire
Européen de Psychologie Sociale
(Laboratório Europeu da Psicologia
Social), que ele co-fundou em 1975 em
Paris. É também membro do European
Academy of Sciences and Arts , da
Légion d'honneur e do Russian
Academy of Sciences.
INTRODUÇÃO
Teoria das Representações Sociais – Moscovici, 1961
 “Representação Social é uma forma de
conhecimento, socialmente elaborada e partilhada, tendo
um objetivo prático, e que contribui para a construção de
uma realidade comum a um conjunto social”
(Jodelet, 2001, p. 22).
Teoria do Núcleo Central – Abric, 1976
 A TNC propõe que uma representação social está
hierarquizada em torno de um núcleo central, sendo
constituído de um ou mais elementos que dão significado à
representação social. Em torno do núcleo
central, organizam-se os elementos periféricos da
representação.
17
Estudos de Ibáñez (1988), Jodelet (1994), Sá (1993 e 1996), Vala
(2000), assim como os de Anadon e Machado (2001), apontam para uma grande
heterogeneidade de formulações quando da tentativa de se conceituar
“representações sociais”. Essa diversidade de entendimento”, para citar uma
expressão utilizada por Rangel (1997, p. 22), pode ser claramente observada nos
ensaios de aproximação do conceito de representação social elencados a seguir:
 É uma forma de conhecimento socialmente elaborada e partilhada, tendo um
objetivo prático e concorrendo à construção de uma realidade comum a um
conjunto social. (Jodelet, 1994, p. 36)
 É um conteúdo mental estruturado – isto é, cognitivo, avaliativo, afetivo e
simbólico – sobre um fenômeno social relevante, que toma a forma de imagens ou
metáforas, e que é conscientemente compartilhado com outros membros do
grupo social. (Wagner, 1998, p. 3)
 É produto e processo de uma atividade mental pela qual um indivíduo ou um
grupo reconstitui o real ao qual ele é confrontado e lhe atribui uma significação
específica. (Abric, 1994, p. 188)
18
http://www.youtube.com/watch?v=_8p1MrsSI04
Vídeo Representação Social da Escola em Desenhos
19
Para Abric, ao discutir as funções das representações
dentro do enfoque estrutural, reconhece nelas certas funções
básicas:
 Funções de saber: permitem compreender e explicar a
realidade.
 Funções identitárias: definem a identidade do grupo além de
salvaguardar a sua especificidade.
 Funções de orientações: guiam comportamentos e práticas;
funções justificatórias: permitem justificar a posteriori as
tomadas de posição e comportamentos. (1994a, pp. 15-18)
Representações Sociais
As ancoragens são manifestações diretas das
representações sociais já que elas são afirmações
genéricas veiculadas nos depoimentos, que
enunciam, explicitamente, valores, crenças, ideologias.
21
http://www.youtube.com/watch?v=PdDOwWBxxuA
REPRESENTAÇÕES MENTAIS
Segundo GRECA in MOREIRA (2005):
 “ Representacion es cualquier notacion, signo o conjunto de símbolos
que re-presenta (vuelve a presentar) algún aspecto del mundo externo o de
nuestra imaginación, em ausencia de ella”.
 Importante: toda representação – todo mundo representante – perde
informação a respeito do mundo representado.
 Para CUSTÓDIO e CRUZ (2008), as representações mentais funcionam
como uma espécie de mapa interno que permite ao indivíduo antecipar as
respostas dos outros, usando essa informação para guiar o seu
comportamento, não só no contexto familiar, mas também nos diversos
contextos sociais em que participa (McDowell, Parke & Spitzer, 2002; Niec &
Russ, 2002; Solomonica-Levi, Yirmiya, Erel, Samet & Oppenheim, 2001).
22
23
• Imagem visual
• Sentidos (olfato, tato, audição, gustação)
REPRESENTAÇÕES
MENTAIS ANALÓGICAS ou
PICTÓRICAS
• Mentalês
• Entidades individuais e abstratasREPRESENTAÇÕES
MENTAIS PROPOSICIONAIS
ou LINGUÍSTICAS ou
SIMBÓLICAS
REPRESENTAÇÕES MENTAIS
REPRESENTAÇÕES MENTAIS
 As representações analógicas são não-discretas (não-
individuais), concretas (representam entidades específicas
do mundo exterior), organizadas por regras frouxas de
combinação e específicas à modalidade através da qual a
informação foi originalmente encontrada (Eisenck e
Keane, p. 184).
 As representações proposicionais são
discretas/palavras (individuais), abstratas, organizadas
segundo regras rígidas e captam o conteúdo ideacional
da mente independente da modalidade original na qual a
informação foi encontrada, em qualquer língua e através
de qualquer dos sentidos. São entidades individuais e
abstratas formuladas em linguagem própria da mente.
24
A questão IMAGENS X PROPOSIÇÕES é
polêmica na Psicologia Cognitiva.
 Segundo MOREIRA; CABALLERO e RODRÍGUEZ (1997), há
psicólogos cognitivos para os quais a cognição deve ser analisada
exclusivamente em termos de representações proposicionais, ou
seja, não há necessidade de supor que as imagens são um tipo
especial de representação mental. Para eles, os
“proposicionalistas”, as imagens podem ser reduzidas a
representações proposicionais; seriam também processadas no
“mentalês”.
 Mas existem outros, os “imagistas” que não aceitam esta posição
e argumentam que as imagens têm identidade própria, tanto é que
podem ser rotadas, transladadas e esquadrinhadas mentalmente.
 Mas há uma terceira via, uma síntese, uma terceira forma de
construto representacional, chamada modelos mentais, proposta
por Philip Johnson-Laird (1983).
25
REPRESENTAÇÕES MENTAIS SEGUNDO
JOHNSON-LAIRD
 Segundo Johnson-Laird conceitos são representados por modelos
mentais. Todo raciocínio decorre de modelos mentais.
Johnson- Laird (1983) propõe, no geral, três tipos de representações
mentais: representações proposicionais, modelos mentais e imagens
mentais.
 Os modelos mentais são representações mentais que se parecem (são
análogos, semelhantes) aos fenômenos do mundo. Segundo MOREIRA;
CABALLERO e RODRÍGUEZ (1997), modelos mentais são representações
analógicas, um tanto quanto abstraídas, de conceitos, objetos ou eventos
que são espacial e temporalmente análogos a impressões sensoriais, mas
que podem ser vistos de qualquer ângulo ( e aí temos imagens!) e que, em
geral, não retêm aspectos distintivos de uma dada instância de um objeto
ou evento (Sternberg, 1996).
26
REPRESENTAÇÕES MENTAIS SEGUNDO
JOHNSON-LAIRD
 Segundo MOREIRA; CABALLERO e RODRÍGUEZ
(1997), as imagens mentais são representações
bastante específicas que retêm muitos dos aspectos
perceptivos de determinados objetos ou
eventos, vistos de um ângulo particular, com detalhes
de uma certa instância do objeto ou evento.
 E as representações proposicionais são
representações de significados (Sternberg, 1996).
27
REPRESENTAÇÕES MENTAIS SEGUNDO
JOHNSON-LAIRD
 Então, para Johnson-Laird (1983, p. 165)
representações proposicionais são cadeias de
símbolos que correspondem à linguagem
natural, modelos mentais são análogos
estruturais do mundo e imagens são modelos
vistos de um determinado ponto de vista.
28
REPRESENTAÇÕES MENTAIS SEGUNDO
JOHNSON-LAIRD
 Segundo MOREIRA; CABALLERO e RODRÍGUEZ
(1997), os modelos mentais, portanto, podem ser
revisados, reconstruídos (reformulados) para atender
o critério (pessoal) da funcionalidade (permitir ao seu
construtor explicar e fazer previsões sobre o evento
ou objeto analogicamente representado). É nessa
reformulação (reconstrução, revisão) que poderia
estar o significado de aprendizagem na teoria de
Johnson-Laird.
29
30
http://www.youtube.com/watch?v=uCR6T1aGiK4
REPRESENTAÇÕES PROPOSICIONAIS
As representações proposicionais são
representações mentais criadas segundo
regras rígidas de formação, segundo a sintaxe
da sentença (proposição), são totalmente
abstraídas do que está explícito no texto da
situação, são representações de significados e
são verbalmente expressáveis.
31
M. mentais Proposições Imagens
Definição Análogos
estruturais do mundo
Cadeias de símbolos
que correspondem à
linguagem natural
Modelos vistos de
um determinado
ponto de vista
Representações
Conceitos, objeto e
eventos
Analógicas, um tanto
quanto abstraídas
Mentais Vistos de um angu-
lo particular, com
detalhes de uma
certa instância do
objeto ou evento
Representações
De:
Alto nível Baixo nível Alto nível
Interpretações Um estado de coisas
do mundo
Em relação a
modelos mentais
A vistas dos
modelos.
32
33
p/ Jonhson-Laird Construção de modelos mentais que
possam explicar o mundo.
Representações analógicas abstratas de
conceitos, objetos ou eventos que são
espacial e temporalmente análogos a
impressões sensoriais.
Aprendizagem Quando houver a construção mapas
conceituais que são representações
precisas, consistentes e completas de
situações reais do cotidiano.
Ensinar É facilitar a construção e a revisão de
modelo mentais.
Ensino Calcado em situações que levem à
consrução de modelos mentais.
Aluno Deve construir modelos mentais
consistentes apartir dos mapas
conceituais ensinados pelo professor.
Professor Facilitar a construção e revisão de modelos
mentais, ou seja ensina mapas conceituais
e espera que o aluno construa modelos
mentais.
Construtos
Reprentacionais
De qq outro
símbolo
Traduz eventos
externos em M.
internos
M.M
Por
entendimento
Códiigo
próprio
percepção
Análogo estruturais
do mundo
imginação
M. Vistos a partir de
deter. perspec.
imagens
Linguagem
familiares
Por inferência
Cadeias de símbolos
correspondente à
linguagem nat.
Concretasproposições
Expressão em
ling. mental-
”mentales”
Se contradito
é revisado
Mundos
reais e
imaginários
Det.
Descrição V ou F em
relação ao mundo
Indet.
Portanto ao M.M.
do mundo
Rep M. verbalmente
exprimíveis de
obj.,eventos estado
de coisas
Tipos de representações internas
Representação
proposicional
Construtos
representaciona
is
Exemplos
Meiose
 Em grupos, realizar a construção de mapa
conceitual, com a mediação do professor, buscando os
conceitos estudados, fazendo inserções de dados minuciosos
para que os mesmos compreendam o processo e façam seus
próprios modelos mentais.
Reações químicas
 Após aula prática, propor aos alunos uma nova prática
similar, porém com dados e resultados diferentes para verificar
se o aluno conseguiu assimilar o conteúdo formando seus
conceitos pela efetivação do modelo mental.
Força
 Trazer alguns modelos de como a força é aplicada e em
seguida propor o desenvolvimento de alguma
atividade, porém com graus de dificuldade diferentes.
36
37
38
39
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 MOREIRA, M. A. Teorias de aprendizagem. – São Paulo: EPU, 1999.
 JOHNSON-LAIRD, P. Mental models. Cambridge, MA: Harvard University
Press, 1983.
 SOUZA, E. S. R. de e SANTO, A. O. do E. Modelos Matemáticos E Modelos
Mentais: Inferindo Possíveis Relações Durante A Modelagem Matemática
De Fenômenos Físicos. II Seminário de Avaliação de Pesquisa da Pós-
graduação em Educação em Ciências e Matemáticas – II
SAPPECIM/NPADC/UFPA – Dez. 2008.
 GOUVEIA, E. L.; ROAZZI, A.; O’BRIEN, D. P.; MOUTINHO, K.; DIAS, M. da G.
B. B.. Raciocínio dedutivo e lógica mental. Rev. Estudos de Psicologia, PUC-
Campinas, v. 20, n. 3, p. 135-145, setembro/dezembro 2003.
40
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 MOREIRA, M.A.; CABALLERO, M.C. e RODRÍGUEZ, M.L. (orgs.). Aprendizagem
Significativa: Um Conceito Subjacente. (1997). Actas del Encuentro Internacional
sobre el Aprendizaje Significativo. Burgos, España. pp. 19-44.
 BARREIROS, L. Freud e Johnson-Laird: Modelos Mentais no «Caso Dora». Afreudite -
Ano I, 2005 - n.o2. pp. 99 – 117.
 LAGRECA, M. do C. B. e MOREIRA, M. A..Tipos de representações mentais utilizadas
por estudantes de Física Geral na área de Mecânica Clássica e possíveis modelos
mentais nessa área. Dissertação. – Porto Alegre. UFRGS: 1997.
 QUELHAS , A. C. e JOHNSON-LAIRD, P. N. Conhecimentos, modelos, e raciocínio
condicional. Análise Psicológica. (2004), 2 (XXII): 309-317.
 MOREIRA, M.A.. MODELOS MENTAIS. Trabalho apresentado no Encontro sobre
Teoria e Pesquisa em Ensino de Ciência - Linguagem, Cultura e
Cognição, Faculdade de Educação da UFMG, Belo Horizonte, 5 a 7 de março de
1997.
41
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 MOREIRA, M. A. (org.). Representações mentais, modelos
mentais e representações sociais: textos de apoio para
pesquisadores em educação em ciências. – Porto Alegre:
UFRGS, Instituto de Física, 2005.
 MOREIRA, M. A. e GRECA, I. M. Sobre combio
conceptual, obstáculos representacionales, modelos
mentales, esquemas de asimilación y campos conceptuales. –
Porto Alegre: UFRGS, 2004.
 CUSTÓDIO, Susana e CRUZ, Orlanda. As Representações
Mentais das Crianças acerca das Figuras Parentais. Psicologia:
Teoria e Pesquisa. Out-Dez 2008, Vol. 24 n. 4, pp. 393-405
42
“FICA SEMPRE UM POUCO DE PERFUME
NAS MÃOS QUE OFERECEM ROSAS
NAS MÃOS QUE SABEM SER GENEROSAS”
43

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Representações sociais mentais e proposicionais

  • 1. DISCENTES: BEINE JOSÉ DA SILVA, CLÉIA NEVES BUENO, GRACIELI DA SILVA HENICKA E MIRTES CAMPOS PEREIRA CUIABÁ/MT ABRIL/2012 1 DISCIPLINA: PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PROFESSORES: DR. CARLOS RINALDI, DR.ª DEBORA PEDROTTI E DR.ª EDNA HARDOIM
  • 2. Uma abordagem psicossocial do conhecimento que busca uma compreensão do homem na sua totalidade, ou seja, enquanto um ser que pensa, age e sente por meio de uma relação dialética com o meio circundante. http://www.inf.ufsc.br/infoedu/alunos/alunos99/trabfinal/RepresentacoesMentais.htm 2
  • 3. Considerações Históricas Platão, há quase 2,5 mil anos, acreditava que o mundo que conhecemos não é o verdadeiro. Para ele, a realidade não estava no que podemos ver, tocar, ouvir, perceber. Na filosofia de Platão existem dois mundos: Aquele que podemos perceber ao nosso redor, com os cinco sentidos. O mundo das ideias, onde tudo é perfeito e imutável. Não podemos tocá-lo, ele não é concreto. Só o pensamento pode nos levar até3
  • 5. Descartes também contribuiu para a construção de uma filosofia da representação, defendendo que ela proporciona a transformação da ideia em uma imagem do real. Crê que os sentidos não nos deem mais que uma representação confusa dos objetos, podendo, assim, induzir-nos aos erro. O critério da verdade encontra-se na razão mesma. 5
  • 6. Kant dizia que a mente não é uma cera passiva por sobre a qual a experiência e a sensação escrevem sua vontade caprichosa e absoluta; nem tampouco é um mero nome abstrato para a série ou o grupo de estados mentais; mas, antes, é um órgão ativo que molda e coordena as sensações em ideias, um órgão que transforma a multiplicidade caótica da experiência em uma unidade ordenada de pensamento. 6
  • 7. “As várias tensões e inadequações da primeira metade do século XX contribuíram para produzir um novo movimento na psicologia cognitiva moderna. E tudo isso aconteceu no período de cinco anos entre 1955 e 1960.” George Mandler (1981, p.9) http://domescobar.blogspot.com.br/2009_11_01_archive.html 7
  • 8. Cada pessoa forma uma imagem mental interna de um cenário. Quando o indivíduo internaliza uma cena esta é expressa nos seus próprios termos, de forma que mais tarde seja capaz de trazê-la à sua mente com maior riqueza de detalhes. A aprendizagem, que está mais focada ao "como" o educando vai aprender e no modelo que o educando tem da realidade, e nem sempre se refere à realidade, se refere a um modelo que o aprendiz elabora da realidade. 8
  • 9. Hoje há quase que um consenso que a motivação para aprender e a construção estruturada do conhecimento é uma característica muito pessoal. A aprendizagem para solução de problemas se dá através da utilização de princípios conhecidos, que devem ser memorizados e prontamente recuperados conforme a situação exija. O grau de domínio da aprendizagem é uma função direta da capacidade de retenção da informação, e esta, depende da organização do conteúdo e de suas significações e suas relações com outros conteúdos aprendidos. 9
  • 11. Para que ocorra uma representação mental é necessário uma série de fatores que são subsequentes, sendo assim fundamentais para a realização dessas representações internas. 11
  • 12.  A abordagem estrutural é uma escola dentre as diversas existentes para o estudo do fenômeno das representações sociais. Trata-se de uma perspectiva que concebe representações sociais como estruturas de conhecimento sobre temas da vida social, compartilhadas por grupos e formadas por elementos cognitivos ligados entre si.  Moscovici (1976) chega à definição de que a representação social não é nem o coletivo, nem o inconsciente, mas a ação, o movimento de interação entre as pessoas. As representações sociais constituem-se em uma forma de conhecimento individual que só ocorre na interação com "o outro", no mesmo momento em que esta interação se dá. Enfim, as representações sociais dizem respeito ao universo de opiniões construídas, reelaboradas e redimensionadas pelos indivíduos, em relação a um determinado objeto social, de acordo com a história de vida de cada um. 12 Representações Sociais
  • 13. Representações Mentais ou representações internas, são maneiras de "re-presentar" internamente o mundo externo. As pessoas não captam o mundo exterior diretamente, elas constroem representações mentais dele. 13 Representações Mentais
  • 14. Para Johnson-Laird (1983), proposições são representações de significados, totalmente abstraídas, que são verbalmente expressáveis. O critério de expressabilidade verbal distingue Johnson-Laird de outros psicólogos cognitivos (Sternberg, 1996, p.181). 14 Representações Proposicionais
  • 15. 15 Serge Moscovici nasceu em 1928 e é um psicólogo social. Actualmente é director do Laboratoire Européen de Psychologie Sociale (Laboratório Europeu da Psicologia Social), que ele co-fundou em 1975 em Paris. É também membro do European Academy of Sciences and Arts , da Légion d'honneur e do Russian Academy of Sciences.
  • 16. INTRODUÇÃO Teoria das Representações Sociais – Moscovici, 1961  “Representação Social é uma forma de conhecimento, socialmente elaborada e partilhada, tendo um objetivo prático, e que contribui para a construção de uma realidade comum a um conjunto social” (Jodelet, 2001, p. 22). Teoria do Núcleo Central – Abric, 1976  A TNC propõe que uma representação social está hierarquizada em torno de um núcleo central, sendo constituído de um ou mais elementos que dão significado à representação social. Em torno do núcleo central, organizam-se os elementos periféricos da representação.
  • 17. 17 Estudos de Ibáñez (1988), Jodelet (1994), Sá (1993 e 1996), Vala (2000), assim como os de Anadon e Machado (2001), apontam para uma grande heterogeneidade de formulações quando da tentativa de se conceituar “representações sociais”. Essa diversidade de entendimento”, para citar uma expressão utilizada por Rangel (1997, p. 22), pode ser claramente observada nos ensaios de aproximação do conceito de representação social elencados a seguir:  É uma forma de conhecimento socialmente elaborada e partilhada, tendo um objetivo prático e concorrendo à construção de uma realidade comum a um conjunto social. (Jodelet, 1994, p. 36)  É um conteúdo mental estruturado – isto é, cognitivo, avaliativo, afetivo e simbólico – sobre um fenômeno social relevante, que toma a forma de imagens ou metáforas, e que é conscientemente compartilhado com outros membros do grupo social. (Wagner, 1998, p. 3)  É produto e processo de uma atividade mental pela qual um indivíduo ou um grupo reconstitui o real ao qual ele é confrontado e lhe atribui uma significação específica. (Abric, 1994, p. 188)
  • 19. 19 Para Abric, ao discutir as funções das representações dentro do enfoque estrutural, reconhece nelas certas funções básicas:  Funções de saber: permitem compreender e explicar a realidade.  Funções identitárias: definem a identidade do grupo além de salvaguardar a sua especificidade.  Funções de orientações: guiam comportamentos e práticas; funções justificatórias: permitem justificar a posteriori as tomadas de posição e comportamentos. (1994a, pp. 15-18)
  • 20. Representações Sociais As ancoragens são manifestações diretas das representações sociais já que elas são afirmações genéricas veiculadas nos depoimentos, que enunciam, explicitamente, valores, crenças, ideologias.
  • 22. REPRESENTAÇÕES MENTAIS Segundo GRECA in MOREIRA (2005):  “ Representacion es cualquier notacion, signo o conjunto de símbolos que re-presenta (vuelve a presentar) algún aspecto del mundo externo o de nuestra imaginación, em ausencia de ella”.  Importante: toda representação – todo mundo representante – perde informação a respeito do mundo representado.  Para CUSTÓDIO e CRUZ (2008), as representações mentais funcionam como uma espécie de mapa interno que permite ao indivíduo antecipar as respostas dos outros, usando essa informação para guiar o seu comportamento, não só no contexto familiar, mas também nos diversos contextos sociais em que participa (McDowell, Parke & Spitzer, 2002; Niec & Russ, 2002; Solomonica-Levi, Yirmiya, Erel, Samet & Oppenheim, 2001). 22
  • 23. 23 • Imagem visual • Sentidos (olfato, tato, audição, gustação) REPRESENTAÇÕES MENTAIS ANALÓGICAS ou PICTÓRICAS • Mentalês • Entidades individuais e abstratasREPRESENTAÇÕES MENTAIS PROPOSICIONAIS ou LINGUÍSTICAS ou SIMBÓLICAS REPRESENTAÇÕES MENTAIS
  • 24. REPRESENTAÇÕES MENTAIS  As representações analógicas são não-discretas (não- individuais), concretas (representam entidades específicas do mundo exterior), organizadas por regras frouxas de combinação e específicas à modalidade através da qual a informação foi originalmente encontrada (Eisenck e Keane, p. 184).  As representações proposicionais são discretas/palavras (individuais), abstratas, organizadas segundo regras rígidas e captam o conteúdo ideacional da mente independente da modalidade original na qual a informação foi encontrada, em qualquer língua e através de qualquer dos sentidos. São entidades individuais e abstratas formuladas em linguagem própria da mente. 24
  • 25. A questão IMAGENS X PROPOSIÇÕES é polêmica na Psicologia Cognitiva.  Segundo MOREIRA; CABALLERO e RODRÍGUEZ (1997), há psicólogos cognitivos para os quais a cognição deve ser analisada exclusivamente em termos de representações proposicionais, ou seja, não há necessidade de supor que as imagens são um tipo especial de representação mental. Para eles, os “proposicionalistas”, as imagens podem ser reduzidas a representações proposicionais; seriam também processadas no “mentalês”.  Mas existem outros, os “imagistas” que não aceitam esta posição e argumentam que as imagens têm identidade própria, tanto é que podem ser rotadas, transladadas e esquadrinhadas mentalmente.  Mas há uma terceira via, uma síntese, uma terceira forma de construto representacional, chamada modelos mentais, proposta por Philip Johnson-Laird (1983). 25
  • 26. REPRESENTAÇÕES MENTAIS SEGUNDO JOHNSON-LAIRD  Segundo Johnson-Laird conceitos são representados por modelos mentais. Todo raciocínio decorre de modelos mentais. Johnson- Laird (1983) propõe, no geral, três tipos de representações mentais: representações proposicionais, modelos mentais e imagens mentais.  Os modelos mentais são representações mentais que se parecem (são análogos, semelhantes) aos fenômenos do mundo. Segundo MOREIRA; CABALLERO e RODRÍGUEZ (1997), modelos mentais são representações analógicas, um tanto quanto abstraídas, de conceitos, objetos ou eventos que são espacial e temporalmente análogos a impressões sensoriais, mas que podem ser vistos de qualquer ângulo ( e aí temos imagens!) e que, em geral, não retêm aspectos distintivos de uma dada instância de um objeto ou evento (Sternberg, 1996). 26
  • 27. REPRESENTAÇÕES MENTAIS SEGUNDO JOHNSON-LAIRD  Segundo MOREIRA; CABALLERO e RODRÍGUEZ (1997), as imagens mentais são representações bastante específicas que retêm muitos dos aspectos perceptivos de determinados objetos ou eventos, vistos de um ângulo particular, com detalhes de uma certa instância do objeto ou evento.  E as representações proposicionais são representações de significados (Sternberg, 1996). 27
  • 28. REPRESENTAÇÕES MENTAIS SEGUNDO JOHNSON-LAIRD  Então, para Johnson-Laird (1983, p. 165) representações proposicionais são cadeias de símbolos que correspondem à linguagem natural, modelos mentais são análogos estruturais do mundo e imagens são modelos vistos de um determinado ponto de vista. 28
  • 29. REPRESENTAÇÕES MENTAIS SEGUNDO JOHNSON-LAIRD  Segundo MOREIRA; CABALLERO e RODRÍGUEZ (1997), os modelos mentais, portanto, podem ser revisados, reconstruídos (reformulados) para atender o critério (pessoal) da funcionalidade (permitir ao seu construtor explicar e fazer previsões sobre o evento ou objeto analogicamente representado). É nessa reformulação (reconstrução, revisão) que poderia estar o significado de aprendizagem na teoria de Johnson-Laird. 29
  • 31. REPRESENTAÇÕES PROPOSICIONAIS As representações proposicionais são representações mentais criadas segundo regras rígidas de formação, segundo a sintaxe da sentença (proposição), são totalmente abstraídas do que está explícito no texto da situação, são representações de significados e são verbalmente expressáveis. 31
  • 32. M. mentais Proposições Imagens Definição Análogos estruturais do mundo Cadeias de símbolos que correspondem à linguagem natural Modelos vistos de um determinado ponto de vista Representações Conceitos, objeto e eventos Analógicas, um tanto quanto abstraídas Mentais Vistos de um angu- lo particular, com detalhes de uma certa instância do objeto ou evento Representações De: Alto nível Baixo nível Alto nível Interpretações Um estado de coisas do mundo Em relação a modelos mentais A vistas dos modelos. 32
  • 33. 33 p/ Jonhson-Laird Construção de modelos mentais que possam explicar o mundo. Representações analógicas abstratas de conceitos, objetos ou eventos que são espacial e temporalmente análogos a impressões sensoriais. Aprendizagem Quando houver a construção mapas conceituais que são representações precisas, consistentes e completas de situações reais do cotidiano. Ensinar É facilitar a construção e a revisão de modelo mentais. Ensino Calcado em situações que levem à consrução de modelos mentais. Aluno Deve construir modelos mentais consistentes apartir dos mapas conceituais ensinados pelo professor. Professor Facilitar a construção e revisão de modelos mentais, ou seja ensina mapas conceituais e espera que o aluno construa modelos mentais.
  • 34. Construtos Reprentacionais De qq outro símbolo Traduz eventos externos em M. internos M.M Por entendimento Códiigo próprio percepção Análogo estruturais do mundo imginação M. Vistos a partir de deter. perspec. imagens Linguagem familiares Por inferência Cadeias de símbolos correspondente à linguagem nat. Concretasproposições Expressão em ling. mental- ”mentales” Se contradito é revisado Mundos reais e imaginários Det. Descrição V ou F em relação ao mundo Indet. Portanto ao M.M. do mundo Rep M. verbalmente exprimíveis de obj.,eventos estado de coisas
  • 35. Tipos de representações internas Representação proposicional Construtos representaciona is
  • 36. Exemplos Meiose  Em grupos, realizar a construção de mapa conceitual, com a mediação do professor, buscando os conceitos estudados, fazendo inserções de dados minuciosos para que os mesmos compreendam o processo e façam seus próprios modelos mentais. Reações químicas  Após aula prática, propor aos alunos uma nova prática similar, porém com dados e resultados diferentes para verificar se o aluno conseguiu assimilar o conteúdo formando seus conceitos pela efetivação do modelo mental. Força  Trazer alguns modelos de como a força é aplicada e em seguida propor o desenvolvimento de alguma atividade, porém com graus de dificuldade diferentes. 36
  • 37. 37
  • 38. 38
  • 39. 39
  • 40. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  MOREIRA, M. A. Teorias de aprendizagem. – São Paulo: EPU, 1999.  JOHNSON-LAIRD, P. Mental models. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1983.  SOUZA, E. S. R. de e SANTO, A. O. do E. Modelos Matemáticos E Modelos Mentais: Inferindo Possíveis Relações Durante A Modelagem Matemática De Fenômenos Físicos. II Seminário de Avaliação de Pesquisa da Pós- graduação em Educação em Ciências e Matemáticas – II SAPPECIM/NPADC/UFPA – Dez. 2008.  GOUVEIA, E. L.; ROAZZI, A.; O’BRIEN, D. P.; MOUTINHO, K.; DIAS, M. da G. B. B.. Raciocínio dedutivo e lógica mental. Rev. Estudos de Psicologia, PUC- Campinas, v. 20, n. 3, p. 135-145, setembro/dezembro 2003. 40
  • 41. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  MOREIRA, M.A.; CABALLERO, M.C. e RODRÍGUEZ, M.L. (orgs.). Aprendizagem Significativa: Um Conceito Subjacente. (1997). Actas del Encuentro Internacional sobre el Aprendizaje Significativo. Burgos, España. pp. 19-44.  BARREIROS, L. Freud e Johnson-Laird: Modelos Mentais no «Caso Dora». Afreudite - Ano I, 2005 - n.o2. pp. 99 – 117.  LAGRECA, M. do C. B. e MOREIRA, M. A..Tipos de representações mentais utilizadas por estudantes de Física Geral na área de Mecânica Clássica e possíveis modelos mentais nessa área. Dissertação. – Porto Alegre. UFRGS: 1997.  QUELHAS , A. C. e JOHNSON-LAIRD, P. N. Conhecimentos, modelos, e raciocínio condicional. Análise Psicológica. (2004), 2 (XXII): 309-317.  MOREIRA, M.A.. MODELOS MENTAIS. Trabalho apresentado no Encontro sobre Teoria e Pesquisa em Ensino de Ciência - Linguagem, Cultura e Cognição, Faculdade de Educação da UFMG, Belo Horizonte, 5 a 7 de março de 1997. 41
  • 42. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  MOREIRA, M. A. (org.). Representações mentais, modelos mentais e representações sociais: textos de apoio para pesquisadores em educação em ciências. – Porto Alegre: UFRGS, Instituto de Física, 2005.  MOREIRA, M. A. e GRECA, I. M. Sobre combio conceptual, obstáculos representacionales, modelos mentales, esquemas de asimilación y campos conceptuales. – Porto Alegre: UFRGS, 2004.  CUSTÓDIO, Susana e CRUZ, Orlanda. As Representações Mentais das Crianças acerca das Figuras Parentais. Psicologia: Teoria e Pesquisa. Out-Dez 2008, Vol. 24 n. 4, pp. 393-405 42
  • 43. “FICA SEMPRE UM POUCO DE PERFUME NAS MÃOS QUE OFERECEM ROSAS NAS MÃOS QUE SABEM SER GENEROSAS” 43