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L A GESTION DE
PATRIMOINE
CULTURELLE
L E C A S D E L A V E I L L E V I L L E D E
C O N S TA N T I N E
• PLAN DE TRAVAIL
I. Introduction
II. Définitions
• Le patrimoine
• Le patrimoine matériel
• Le patrimoine immatériel
III. La médina de Fès
• Etapes de la sauvegarde L’habitat à la médina de Fès
 La dé densification
 La réhabilitation
• Le plan d’aménagement de la médina de Fès
• La formation
IV. La veille ville de Constantine
• Plan de sauvegarde de la vielle ville de Constantine
(PPSMVSS)
• Les projets ponctuels au sein du rocher et ses alentours
• Le projet « Master Plan »
• Le Projet « Réhabilitation de la rue Mellah Slimane et de la
place El Batha 2005
• Le renouvellement du Quartier Tatache Belkacem
• « Programme de restauration, réhabilitation et mise en
valeur 2015 »
VI. Conclusion
INTRODUCTION
La conservation du patrimoine est devenue une ressource essentielle pour
les stratégies du développement durable des villes. En effet, après les
problèmes de transformations urbaines, sociales et économiques dans le
monde.
D É F I N I T I O N S
DÉFINITION DE PATRIMOINE:
L E T E R M E « PAT R I M O I N E » , S E L O N L E P E T I T R O B E R T,
A P PA R A Î T S O U S S A F O R M E L AT I N E A U X I I E S I È C L E , I L
S I G N I F I E D ’A B O R D « H É R I TA G E D U P È R E » .
« L E PAT R I M O I N E , A U S E N S O Ù D A N S L’ U S A G E
C O M M U N , E S T U N E N O T I O N T O U T E R É C E N T E , Q U I
C O U V R E D E FA Ç O N N É C E S S A I R E M E N T VA G U E T O U S
L E S B I E N S , T O U S L E S ’’ T R É S O R S ’’ D U PA S S É »
PATRIMOINE
MATÉRIEL
Désigne « toutes les traces
d’existence humaine présentant
un caractère culturel,
historique ou archéologique et
qui sont partiellement ou
totalement sous l’eau,
périodiquement ou de façon
continue, depuis au moins 100
ans, par exemple : a) les sites,
structures, bâtiments, objets ou
restes humains.
PATRIMOINE IMMATÉRIEL
Désigne les pratiques, représentations, expressions,
connaissances et savoir-faire ainsi que les instruments,
objets, artefacts et espaces culturels qui leur sont
associés – que les communautés, groupes, et dans
certains cas individus, reconnaissent comme faisant
partie de leur patrimoine culturel. Ces éléments se
manifestent dans les domaines suivants :
• les traditions et expressions orales, y compris la
langue comme vecteur du patrimoine culturel
immatériel ;
• les arts de la scène ;
• les pratiques sociales, rituels et évènements festifs ;
• les connaissances et pratiques concernant la nature
et l’univers
• l’artisanat traditionnel
LA
MÉDINA
DE FÈS
Fès est la capitale spirituelle,
intellectuelle et culturelle du Maroc.
Elle est sans doute l’une des villes
les plus authentiques d'Afrique du
Nord.
Selon la légende, Fès ou Fas,
"pioche" en arabe, doit son nom à
un outil trouvé sur le site au
moment de sa construction.
Riche de ces multiples patrimoines
religieux, culturels et architecturaux,
Fès devient rapidement le centre
spirituel et culturel du Maroc.
E T A P E S D E L A S A U V E G A R D E L ’ H A B I T A T
À L A M É D I N A D E F È S
L A D É D E N S I F I C AT I O N :
I L FA L L A I T " D É D E N S I F I E R " L A M É D I N A , C A R E L L E
S ' E S T D É V E L O P P É E R É C E M M E N T A U D É T R I M E N T D E S
E S PA C E S V E R T S . I L E N E S T R É S U LT É U N
S U R P E U P L E M E N T E T L E D É V E L O P P E M E N T D ' A C T I V I T É S
M A L A D A P T É E S Q U I M E T T E N T E N D A N G E R L A Q U A L I T É
D E L’A N C I E N . A I N S I , A D E R - F È S A L A C H A R G E D E "
C O N S T R U I R E D E S C I T É S O Ù P O U R R A V I V R E E T
T R AVA I L L E R U N E PA R T I E D E S H A B I TA N T S A C T U E L S D E
L A M É D I N A " . P O U R C E L A , E L L E A C Q U I E R T D E S
T E R R A I N S , L E S L O T I S , R É H A B I L I T E D E S I M M E U B L E S E T
O R G A N I S E L E T R A N S F E R T E T L E R E L O G E M E N T D E S
P E R S O N N E S O U D E S A C T I V I T É S C O N C E R N É E S .
L A R É H AB IL I TAT I ON :
Cette tâche est indissociable
des objectifs culturels,
notamment la restauration des
chefs d’œuvres architecturaux.
un important travail d'étude et
de recherche sur la réalité
architecturale, urbanistique et
humaine de la Médina, des
activités d'information et de
sensibilisation des publics
marocains et internationaux.
Réhabilitation d’une maison vétusté
LA NATURE DES INTERVENTIONS
 Opérations directes comme la restauration des monuments ou celle des réseaux
hydrauliques traditionnels
 Opération pour le compte de tiers comme les interventions d'urgence sur les bâtisses
menaçant ruine.
 Opérations en maîtrise d'"ouvrage déléguée comme la création du quartier artisanal Aîn
Nokbi.
Des outils scientifiques de haut niveau sont indispensables à la compréhension de
ce corps vivant et complexe qu'est la Médina. Ils répondent au besoin de
connaissance préalable à une action cohérente. Ils accompagnent chaque
intervention et permettent une planification rigoureuse.
LES OUTILS D'ADER FÈS
Le système d'information géographique
L'observatoire socio-économique et
urbain
L E P L A N D ’ A M É N A G E M E N T D E L A M É D I N A
D E F È S
A L ' E X C E P T I O N D E S T E X T E S D E C L A S S E M E N T E T D E S
R È G L E M E N T S D E P R O T E C T I O N , L E S C E N T R E S
H I S T O R I Q U E S N ' O N T PA S É T É D O T É S , À L A M A N I È R E
D E S V I L L E S N O U V E L L E S , D E D O C U M E N T S D ' U R B A N I S M E
V I S A N T L E U R D É V E L O P P E M E N T. L ' E S P R I T Q U I A N I M E L A
S A U V E G A R D E D E F È S A FA I T É M E R G E R U N E
A P P L I C AT I O N N O VAT R I C E D U C O N C E P T D E P L A N
D ' A M É N A G E M E N T.
E L A B O R É D A N S U N E L O G I Q U E D E D É V E L O P P E M E N T D E
L A M É D I N A , I L A N É C E S S I T É U N E É T U D E D É TA I L L É E
D ' U N E A G G L O M É R AT I O N D E 1 0 5 7 2 B ÂT I S S E S
H I S T O R I Q U E S . D O C U M E N T D ' U R B A N I S M E P U B L I É E N
1 9 9 2 , I L P E R M E T L E C O N T R Ô L E E T L A G E S T I O N D E S
I N T E R V E N T I O N S A R C H I T E C T U R A L E S .
S'appuyant sur les analyses de l'observatoire socio-économique et les données du
système d'information géographique, il définit les grandes options d'aménagement:
• intervenir en tenant compte de la nature du tissu urbain,
• aménager les accès et la voirie d'urgence,
• restaurer les réseaux souterrains,
• insérer des équipements socio-éducatifs sanitaires et culturels,
• restaurer les monuments inscrits ou classés,
• réorganiser les activités économiques en déplaçant celle qui provoquent des
nuisances,
• aménager les cimetières ,les sites archéologiques et des espaces verts.
L A FORMATION
Pour réussir la
sauvegarde du
patrimoine de Fès, il était
indispensable de
restaurer et de réhabiliter
avec les savoir-faire ,
d'innover et de créer des
lieux et des programmes
de transmission des
connaissances.
Une pédagogie mariant tradition et modernité :
La mise en place des outils de formation s'est
appuyée sur une pédagogie intégrant tradition
et modernité et s'est enrichie de disciplines
modernes :
 étude des sols ou des matériaux
 analyse des ensembles urbains des pratiques
sociales ou de la typologie architecturale
 compréhension du contexte juridique ou
financier.
 la création d'outils de formation qui
s'appuient sur la tradition historique
 la compétence locale et l'échange
international.
AYA N T P L U S D E 2 5 0 0 A N S D ’ E X I S T E N C E , L A V E I L L E V I L L E
D E C O N S TA N T I N E , S I T U É E À L’ E S T D E L’A L G É R I E E S T
C O N S I D É R É E C O M M E L’ U N E D E S P L U S V I E I L L E S V I L L E S A U
M O N D E .
E N 1 9 7 5 , L A V I L L E A É T É C L A S S É E C O M M E ‘ U N E Z O N E À
R É N O V E R ’ PA R L E P L A N D ’ U R B A N I S M E D I R E C T E U R ( P U D ) ,
D U R A N T 1 9 7 8 - 1 9 7 9 L E C N E R U ( C E N T R E N AT I O N A L
D ' E T U D E S & D E R E C H E R C H E S A P P L I Q U É E S E N
U R B A N I S M E ) A R E C O M M A N D É Q U E L Q U E S R É V I S I O N S A U
N I V E A U D U P U D C O N C E R N A N T L A D É D E N S I F I C AT I O N D U
R O C H E R , M A I S A U C U N E P R O P O S I T I O N C O N C R È T E N ’A
É T É F O R M U L É E .
E N 1 9 8 4 , L E B U R E A U D ’ U R B A N I S M E U R B A C O A É T É
C H A R G É PA R L’A P C D E P R O P O S E R D E S O P É R AT I O N S D E
R E S T R U C T U R AT I O N E T D E R É N O V AT I O N A U N I V E A U D U
R O C H E R .
La veille ville de Constantine
L’étude de l’URBACO avec ces deux variantes est l’une des études les plus détaillées
et approfondies faites sur le Rocher. Mais sa réalisation a été arrêtée suite aux
conditions exigées par le ministère de l’Urbanisme de la Construction et de l’habitat
à savoir l’étude de faisabilité.
En 1988, le Wali a relancé le projet de la ‘Médina', et a déclaré que cent milliards de
dinars seraient alloués pour financer cette intervention. Ces propositions ont été
basées sur l’étude de l’URBACO, mais malheureusement le projet est resté sans suite.
En 2003, la création d’une cellule chargée de la mise en œuvre des opérations de
sauvegarde, de réhabilitation et de gestion urbaine de la vieille ville de Constantine
est formée des représentants des différentes directions concernées.
Cette cellule a pour objectif :
 Préparer le dossier de classification du rocher comme patrimoine national et
international ;
 Orienter les bureaux d’études dans leurs travaux au sein de la vieille ville ;
 Recenser la population ;
 Spécifier la nature des constructions dans les zones évacuées ;
 Evacuer la population résidante dans les zones jugées dangereuses ;
 Suivre des travaux en cours dans la vieille ville.
PLAN DE SAUVEGARDE DE LA VIELLE VILLE DE CONSTANTINE
(PPSMVSS)
• Le décret exécutif n° 05-208 porte création et délimitation du secteur sauvegardé de la
vieille ville de Constantine. La problématique posée dans le cadre du plan permanent
de sauvegarde et de mise en valeur des secteurs sauvegardes (PPSMVSS) se base sur
certains points à savoir, le problème de la dégradation de la vieille ville qui a atteint
son paroxysme, (démolitions, abandons, transformations capillaires, assainissement
défectueux, …..),
• la réflexion engagée à travers le PPSMVSS fixe comme finalité d’apporter des solutions
à un centre historique qui vit une situation particulière par sa polarité administrative
encombrante, par son réseau de desserte en mauvais état, par le délabrement
inquiétant de son cadre bâti et par la détérioration de son site naturel (le ravin et les
gorges du Rhumel),
LES PROJETS PONCTUELS AU SEIN DU ROCHER ET SES
ALENTOURS
• la ville a bénéficié d’intenses programmes de réhabilitation qui visent à améliorer le
cadre de vie des habitants. Des actions sont lancées en matière de réhabilitation,
d’assainissement et d’embellissement à travers tous les quartiers de la ville. la ville
devient un chantier de grand controverses d’une rare ampleur des dites dispositions
notamment avec les grands aménagements qui y sont projetés dans le centre ville
particulièrement la réalisation d’un tramway, projet de réhabilitation (master plan),
d’hôtels au niveau de la brèche, de viaducs, de ponts, d’un téléphérique. Toutefois,
certains de ces projets ont déclenchés un grand débat et controverses en particulier le
projet du tramway et la démolition du siège de la gendarmerie et de la prison, la
construction des hôtels dans la place de la brèche, ainsi que le master plan. Ce débat
est animé par deux groupes ; ceux qui lutent pour la conservation à l’identique, et ceux
qui favorisent les avantages de la modernité.
L E P R O J E T « M A S T E R P L A N »
P L U S I E U R S P R O P O S I T I O N S O N T É T É S U G G É R É E S D A N S L E
M A S T E R P L A N E N P R E N A N T E N C O N S I D É R AT I O N L E S
P R O P O S I T I O N S D U P R O J E T D ’ U R B A C O E T L E S
O R I E N TAT I O N S D E S R E P R É S E N TA N T S D E S A U T O R I T É S E T
D E L A S O C I É T É C I V I L E . PA R M I C E S P R O P O S I T I O N S FA I T E S
D A N S L E C A D R E D I R E C T I F P O U R L E Q U A R T I E R D E L A
B A S S E S O U I K A :
• La création d’une nouvelle
passerelle piétonnière reliant
la rue Mellah Slimane et la
rue Zaamouche Ali et
traversant les gorges du
Rhummel
• La création de plusieurs parkings au niveau de la ville (la rue Tatache
Belkacem, l’amorce du pont Sidi Rached et l’endroit dit « Remblais »), afin de
résoudre le problème de stationnement.
• L’exécution des zones piétonnes.
• L’exécution d’un théâtre en plein air au niveau du quartier Souika.
• La création de jardins, d’infrastructures touristiques, des nouvelles places au
Souika.
Le Master Plan a été
jugé non opérationnel
après la finalisation de
son étude en raison
que la vieille ville a été
désignée comme «
Secteur Sauvegardé »,
L E R E N O U V E L L E M E N T
D U Q U A RT I E R
TATA C H E B E L K A C E M
En 2005, dans le cadre du Plan
de Modernisation de la
métropole de Constantine
(PMMC), la vieille ville a
bénéficié d’un projet de
renouvèlement du quartier
Tatache Belkacem par la
réalisation d’un téléphérique qui
relie les deux rives de
Constantine.
Lors de la réalisation du
téléphérique, la place a subi des
travaux d’étaiement et de
réhabilitation du VRD. Le projet
a été achevé en 2008.
Le Projet « Réhabilitation de la rue Mellah
Slimane et de la place El Batha 2005
Le projet Mellah Slimane est le premier projet réalisé
sur terrain. En effet, en 2002 une commande
d’amélioration urbaine a été déposée au niveau du
ministère de l’Habitat et de l’Urbanisme par la
Direction de l’Urbanisme et de la Construction (DUC).
A C E J O U R , L E P R O J E T E S T E N C O U R S D E R É A L I S AT I O N E T
S E U L E M E N T Q U AT R E M A I S O N S T É M O I N O N T É T É A C H E V É E S
En 2003, le projet a été validé par le ministère mais il n’a pas été commencé en
raison que l’étude du Master Plan était en cours. Son étude a été initiée par la
Willaya de Constantine en 2005 et a été confiée au laboratoire « Ville et Santé »
de la faculté d’architecture. A cet égard, une convention a été signée entre ce
laboratoire et la DUC
« P R O G R A M M E D E R E S T A U R A T I O N ,
R E H A B I L I T A T I O N E T M I S E E N
V A L E U R D E 2 0 1 5 »
L E P R O G R A M M E D E R E S TA U R AT I O N , R É H A B I L I TAT I O N E T
M I S E E N VA L E U R D E L A V I E I L L E V I L L E D E C O N S TA N T I N E
D A N S L E C A D R E D E L A C A P I TA L E D E L A C U L T U R E A R A B E
2 0 1 5 A É T É U N E O P P O R T U N I T É I N E S P É R É E P O U R S A U V E R
C E Q U I R E S T E D E C E T T E V I E I L L E V I L L E .
C E T T E D E R N I È R E A D I V I S É L E S I T E S E L O N L E C H O I X D E S
É D I F I C E S :
 N E U F G R A N D E S Z O N E S À L’ I N T É R I E U R D U
P É R I M È T R E D U S E C T E U R S A U V E G A R D É
 T R O I S P R O J E T S P O N C T U E L S E X T R A - M U R O S
E N G L O B A N T 1 8 O P É R AT I O N S .
:
-La réhabilitation des rues,
places, mosquées, zaouias,
derbs, bâtiments singuliers ;
-La reconstruction de la façade
de la basse Souika avec ses
jardins ;
-La réhabilitation de la casbah ;
-Des opérations de fouilles
archéologiques pour les zones
concernées.
Ces opérations concernent
:
Ce programme est considéré comme la plus grande opération réalisée sur le site contenant plus de 74 projets.
Mais lors de sa réalisation, plusieurs problèmes ont été rencontrés, ce qui a conduit à un arrêt des travaux et la
livraison de deux projets seulement depuis cinq ans alors que le budget alloué à ces projets a été consommé.
Avantage Faiblesse
 La disponibilité des outils
techniques pour la réalisation
des différentes tâches ;
 L’implication des experts pour
vérifier les tâches du terrain.
 L’ambigüité des objectifs ;
 L’absence d’une stratégie de financement ;
 La négligence de l’étape de la planification des
tâches ;
 La négligence de l’implication des habitants à la
phase de connaissance ;
 L’incompétence de l’équipe chargée de la gestion
du programme ;
 La carence des entreprises qualifiées en matière
du patrimoine ;
 L’absence d’un système de contrôle des travaux ;
 L’absence de l’implication des différents
intervenants à la phase préliminaire :
 La limitation de la communication entre les
décideurs à la phase de connaissance ;
 L’absence d’une gestion des imprévus.
Le tableau ci-dessous présente les diagnostics interne et externe des projets des opérations de
conservation du patrimoine de la vielle ville de Constantine.
Opportunités Menaces
 L’utilisation des TIC (technologie de
l’information et de la communication)
pour enrichir les connaissances de la
société concernant le patrimoine ;
 L’utilisation des nouvelles méthodes
pour respecter l’écologie.
 L’instabilité de l’environnement
politique ;
 L’instabilité de l’environnement
économique ;
 L’indifférence de la société envers la
réhabilitation de la ville ;
 Le chevauchement des rôles des
acteurs ;
 Le non-respect des lois du patrimoine
;
 L’absence d’une culture du patrimoine
qui devrait être enseignée dès le
jeune âge.
C O N C L U S I O N
D E T O U T T E M P S , C O N S TA N T I N E A É T É U N E V I L L E
H I S T O R I Q U E Q U I C O M M A N D A I T T O U T E L A R É G I O N D E
L’ E S T D U PAY S E T Q U I E S T C A R A C T É R I S É E PA R S O N
PA S S É R I C H E E T G L O R I E U X . P R O M O U V O I R L A
S A U V E G A R D E D E S O N V I E U X C E N T R E P O U R
R E N F O R C E R S O N I D E N T I T É , M I E U X L A V E N D R E .
P O U R C E L A , « Q U E L L E S T R AT É G I E M A N A G É R I A L E
D E V O N S - N O U S A D O P T E R P O U R R É U S S I R L A
C O N S E R VAT I O N D U PAT R I M O I N E D E L A V I E I L L E V I L L E
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  • 1. L A GESTION DE PATRIMOINE CULTURELLE L E C A S D E L A V E I L L E V I L L E D E C O N S TA N T I N E
  • 2. • PLAN DE TRAVAIL I. Introduction II. Définitions • Le patrimoine • Le patrimoine matériel • Le patrimoine immatériel III. La médina de Fès • Etapes de la sauvegarde L’habitat à la médina de Fès  La dé densification  La réhabilitation • Le plan d’aménagement de la médina de Fès • La formation IV. La veille ville de Constantine • Plan de sauvegarde de la vielle ville de Constantine (PPSMVSS) • Les projets ponctuels au sein du rocher et ses alentours • Le projet « Master Plan » • Le Projet « Réhabilitation de la rue Mellah Slimane et de la place El Batha 2005 • Le renouvellement du Quartier Tatache Belkacem • « Programme de restauration, réhabilitation et mise en valeur 2015 » VI. Conclusion
  • 3. INTRODUCTION La conservation du patrimoine est devenue une ressource essentielle pour les stratégies du développement durable des villes. En effet, après les problèmes de transformations urbaines, sociales et économiques dans le monde.
  • 4. D É F I N I T I O N S DÉFINITION DE PATRIMOINE: L E T E R M E « PAT R I M O I N E » , S E L O N L E P E T I T R O B E R T, A P PA R A Î T S O U S S A F O R M E L AT I N E A U X I I E S I È C L E , I L S I G N I F I E D ’A B O R D « H É R I TA G E D U P È R E » . « L E PAT R I M O I N E , A U S E N S O Ù D A N S L’ U S A G E C O M M U N , E S T U N E N O T I O N T O U T E R É C E N T E , Q U I C O U V R E D E FA Ç O N N É C E S S A I R E M E N T VA G U E T O U S L E S B I E N S , T O U S L E S ’’ T R É S O R S ’’ D U PA S S É »
  • 5. PATRIMOINE MATÉRIEL Désigne « toutes les traces d’existence humaine présentant un caractère culturel, historique ou archéologique et qui sont partiellement ou totalement sous l’eau, périodiquement ou de façon continue, depuis au moins 100 ans, par exemple : a) les sites, structures, bâtiments, objets ou restes humains. PATRIMOINE IMMATÉRIEL Désigne les pratiques, représentations, expressions, connaissances et savoir-faire ainsi que les instruments, objets, artefacts et espaces culturels qui leur sont associés – que les communautés, groupes, et dans certains cas individus, reconnaissent comme faisant partie de leur patrimoine culturel. Ces éléments se manifestent dans les domaines suivants : • les traditions et expressions orales, y compris la langue comme vecteur du patrimoine culturel immatériel ; • les arts de la scène ; • les pratiques sociales, rituels et évènements festifs ; • les connaissances et pratiques concernant la nature et l’univers • l’artisanat traditionnel
  • 6. LA MÉDINA DE FÈS Fès est la capitale spirituelle, intellectuelle et culturelle du Maroc. Elle est sans doute l’une des villes les plus authentiques d'Afrique du Nord. Selon la légende, Fès ou Fas, "pioche" en arabe, doit son nom à un outil trouvé sur le site au moment de sa construction. Riche de ces multiples patrimoines religieux, culturels et architecturaux, Fès devient rapidement le centre spirituel et culturel du Maroc.
  • 7. E T A P E S D E L A S A U V E G A R D E L ’ H A B I T A T À L A M É D I N A D E F È S L A D É D E N S I F I C AT I O N : I L FA L L A I T " D É D E N S I F I E R " L A M É D I N A , C A R E L L E S ' E S T D É V E L O P P É E R É C E M M E N T A U D É T R I M E N T D E S E S PA C E S V E R T S . I L E N E S T R É S U LT É U N S U R P E U P L E M E N T E T L E D É V E L O P P E M E N T D ' A C T I V I T É S M A L A D A P T É E S Q U I M E T T E N T E N D A N G E R L A Q U A L I T É D E L’A N C I E N . A I N S I , A D E R - F È S A L A C H A R G E D E " C O N S T R U I R E D E S C I T É S O Ù P O U R R A V I V R E E T T R AVA I L L E R U N E PA R T I E D E S H A B I TA N T S A C T U E L S D E L A M É D I N A " . P O U R C E L A , E L L E A C Q U I E R T D E S T E R R A I N S , L E S L O T I S , R É H A B I L I T E D E S I M M E U B L E S E T O R G A N I S E L E T R A N S F E R T E T L E R E L O G E M E N T D E S P E R S O N N E S O U D E S A C T I V I T É S C O N C E R N É E S .
  • 8. L A R É H AB IL I TAT I ON : Cette tâche est indissociable des objectifs culturels, notamment la restauration des chefs d’œuvres architecturaux. un important travail d'étude et de recherche sur la réalité architecturale, urbanistique et humaine de la Médina, des activités d'information et de sensibilisation des publics marocains et internationaux. Réhabilitation d’une maison vétusté
  • 9. LA NATURE DES INTERVENTIONS  Opérations directes comme la restauration des monuments ou celle des réseaux hydrauliques traditionnels  Opération pour le compte de tiers comme les interventions d'urgence sur les bâtisses menaçant ruine.  Opérations en maîtrise d'"ouvrage déléguée comme la création du quartier artisanal Aîn Nokbi. Des outils scientifiques de haut niveau sont indispensables à la compréhension de ce corps vivant et complexe qu'est la Médina. Ils répondent au besoin de connaissance préalable à une action cohérente. Ils accompagnent chaque intervention et permettent une planification rigoureuse. LES OUTILS D'ADER FÈS Le système d'information géographique L'observatoire socio-économique et urbain
  • 10. L E P L A N D ’ A M É N A G E M E N T D E L A M É D I N A D E F È S A L ' E X C E P T I O N D E S T E X T E S D E C L A S S E M E N T E T D E S R È G L E M E N T S D E P R O T E C T I O N , L E S C E N T R E S H I S T O R I Q U E S N ' O N T PA S É T É D O T É S , À L A M A N I È R E D E S V I L L E S N O U V E L L E S , D E D O C U M E N T S D ' U R B A N I S M E V I S A N T L E U R D É V E L O P P E M E N T. L ' E S P R I T Q U I A N I M E L A S A U V E G A R D E D E F È S A FA I T É M E R G E R U N E A P P L I C AT I O N N O VAT R I C E D U C O N C E P T D E P L A N D ' A M É N A G E M E N T. E L A B O R É D A N S U N E L O G I Q U E D E D É V E L O P P E M E N T D E L A M É D I N A , I L A N É C E S S I T É U N E É T U D E D É TA I L L É E D ' U N E A G G L O M É R AT I O N D E 1 0 5 7 2 B ÂT I S S E S H I S T O R I Q U E S . D O C U M E N T D ' U R B A N I S M E P U B L I É E N 1 9 9 2 , I L P E R M E T L E C O N T R Ô L E E T L A G E S T I O N D E S I N T E R V E N T I O N S A R C H I T E C T U R A L E S .
  • 11. S'appuyant sur les analyses de l'observatoire socio-économique et les données du système d'information géographique, il définit les grandes options d'aménagement: • intervenir en tenant compte de la nature du tissu urbain, • aménager les accès et la voirie d'urgence, • restaurer les réseaux souterrains, • insérer des équipements socio-éducatifs sanitaires et culturels, • restaurer les monuments inscrits ou classés, • réorganiser les activités économiques en déplaçant celle qui provoquent des nuisances, • aménager les cimetières ,les sites archéologiques et des espaces verts.
  • 12. L A FORMATION Pour réussir la sauvegarde du patrimoine de Fès, il était indispensable de restaurer et de réhabiliter avec les savoir-faire , d'innover et de créer des lieux et des programmes de transmission des connaissances. Une pédagogie mariant tradition et modernité : La mise en place des outils de formation s'est appuyée sur une pédagogie intégrant tradition et modernité et s'est enrichie de disciplines modernes :  étude des sols ou des matériaux  analyse des ensembles urbains des pratiques sociales ou de la typologie architecturale  compréhension du contexte juridique ou financier.  la création d'outils de formation qui s'appuient sur la tradition historique  la compétence locale et l'échange international.
  • 13. AYA N T P L U S D E 2 5 0 0 A N S D ’ E X I S T E N C E , L A V E I L L E V I L L E D E C O N S TA N T I N E , S I T U É E À L’ E S T D E L’A L G É R I E E S T C O N S I D É R É E C O M M E L’ U N E D E S P L U S V I E I L L E S V I L L E S A U M O N D E . E N 1 9 7 5 , L A V I L L E A É T É C L A S S É E C O M M E ‘ U N E Z O N E À R É N O V E R ’ PA R L E P L A N D ’ U R B A N I S M E D I R E C T E U R ( P U D ) , D U R A N T 1 9 7 8 - 1 9 7 9 L E C N E R U ( C E N T R E N AT I O N A L D ' E T U D E S & D E R E C H E R C H E S A P P L I Q U É E S E N U R B A N I S M E ) A R E C O M M A N D É Q U E L Q U E S R É V I S I O N S A U N I V E A U D U P U D C O N C E R N A N T L A D É D E N S I F I C AT I O N D U R O C H E R , M A I S A U C U N E P R O P O S I T I O N C O N C R È T E N ’A É T É F O R M U L É E . E N 1 9 8 4 , L E B U R E A U D ’ U R B A N I S M E U R B A C O A É T É C H A R G É PA R L’A P C D E P R O P O S E R D E S O P É R AT I O N S D E R E S T R U C T U R AT I O N E T D E R É N O V AT I O N A U N I V E A U D U R O C H E R . La veille ville de Constantine
  • 14. L’étude de l’URBACO avec ces deux variantes est l’une des études les plus détaillées et approfondies faites sur le Rocher. Mais sa réalisation a été arrêtée suite aux conditions exigées par le ministère de l’Urbanisme de la Construction et de l’habitat à savoir l’étude de faisabilité. En 1988, le Wali a relancé le projet de la ‘Médina', et a déclaré que cent milliards de dinars seraient alloués pour financer cette intervention. Ces propositions ont été basées sur l’étude de l’URBACO, mais malheureusement le projet est resté sans suite. En 2003, la création d’une cellule chargée de la mise en œuvre des opérations de sauvegarde, de réhabilitation et de gestion urbaine de la vieille ville de Constantine est formée des représentants des différentes directions concernées. Cette cellule a pour objectif :  Préparer le dossier de classification du rocher comme patrimoine national et international ;  Orienter les bureaux d’études dans leurs travaux au sein de la vieille ville ;  Recenser la population ;  Spécifier la nature des constructions dans les zones évacuées ;  Evacuer la population résidante dans les zones jugées dangereuses ;  Suivre des travaux en cours dans la vieille ville.
  • 15. PLAN DE SAUVEGARDE DE LA VIELLE VILLE DE CONSTANTINE (PPSMVSS) • Le décret exécutif n° 05-208 porte création et délimitation du secteur sauvegardé de la vieille ville de Constantine. La problématique posée dans le cadre du plan permanent de sauvegarde et de mise en valeur des secteurs sauvegardes (PPSMVSS) se base sur certains points à savoir, le problème de la dégradation de la vieille ville qui a atteint son paroxysme, (démolitions, abandons, transformations capillaires, assainissement défectueux, …..), • la réflexion engagée à travers le PPSMVSS fixe comme finalité d’apporter des solutions à un centre historique qui vit une situation particulière par sa polarité administrative encombrante, par son réseau de desserte en mauvais état, par le délabrement inquiétant de son cadre bâti et par la détérioration de son site naturel (le ravin et les gorges du Rhumel),
  • 16. LES PROJETS PONCTUELS AU SEIN DU ROCHER ET SES ALENTOURS • la ville a bénéficié d’intenses programmes de réhabilitation qui visent à améliorer le cadre de vie des habitants. Des actions sont lancées en matière de réhabilitation, d’assainissement et d’embellissement à travers tous les quartiers de la ville. la ville devient un chantier de grand controverses d’une rare ampleur des dites dispositions notamment avec les grands aménagements qui y sont projetés dans le centre ville particulièrement la réalisation d’un tramway, projet de réhabilitation (master plan), d’hôtels au niveau de la brèche, de viaducs, de ponts, d’un téléphérique. Toutefois, certains de ces projets ont déclenchés un grand débat et controverses en particulier le projet du tramway et la démolition du siège de la gendarmerie et de la prison, la construction des hôtels dans la place de la brèche, ainsi que le master plan. Ce débat est animé par deux groupes ; ceux qui lutent pour la conservation à l’identique, et ceux qui favorisent les avantages de la modernité.
  • 17. L E P R O J E T « M A S T E R P L A N » P L U S I E U R S P R O P O S I T I O N S O N T É T É S U G G É R É E S D A N S L E M A S T E R P L A N E N P R E N A N T E N C O N S I D É R AT I O N L E S P R O P O S I T I O N S D U P R O J E T D ’ U R B A C O E T L E S O R I E N TAT I O N S D E S R E P R É S E N TA N T S D E S A U T O R I T É S E T D E L A S O C I É T É C I V I L E . PA R M I C E S P R O P O S I T I O N S FA I T E S D A N S L E C A D R E D I R E C T I F P O U R L E Q U A R T I E R D E L A B A S S E S O U I K A : • La création d’une nouvelle passerelle piétonnière reliant la rue Mellah Slimane et la rue Zaamouche Ali et traversant les gorges du Rhummel
  • 18. • La création de plusieurs parkings au niveau de la ville (la rue Tatache Belkacem, l’amorce du pont Sidi Rached et l’endroit dit « Remblais »), afin de résoudre le problème de stationnement. • L’exécution des zones piétonnes. • L’exécution d’un théâtre en plein air au niveau du quartier Souika. • La création de jardins, d’infrastructures touristiques, des nouvelles places au Souika. Le Master Plan a été jugé non opérationnel après la finalisation de son étude en raison que la vieille ville a été désignée comme « Secteur Sauvegardé »,
  • 19. L E R E N O U V E L L E M E N T D U Q U A RT I E R TATA C H E B E L K A C E M En 2005, dans le cadre du Plan de Modernisation de la métropole de Constantine (PMMC), la vieille ville a bénéficié d’un projet de renouvèlement du quartier Tatache Belkacem par la réalisation d’un téléphérique qui relie les deux rives de Constantine. Lors de la réalisation du téléphérique, la place a subi des travaux d’étaiement et de réhabilitation du VRD. Le projet a été achevé en 2008. Le Projet « Réhabilitation de la rue Mellah Slimane et de la place El Batha 2005 Le projet Mellah Slimane est le premier projet réalisé sur terrain. En effet, en 2002 une commande d’amélioration urbaine a été déposée au niveau du ministère de l’Habitat et de l’Urbanisme par la Direction de l’Urbanisme et de la Construction (DUC).
  • 20. A C E J O U R , L E P R O J E T E S T E N C O U R S D E R É A L I S AT I O N E T S E U L E M E N T Q U AT R E M A I S O N S T É M O I N O N T É T É A C H E V É E S En 2003, le projet a été validé par le ministère mais il n’a pas été commencé en raison que l’étude du Master Plan était en cours. Son étude a été initiée par la Willaya de Constantine en 2005 et a été confiée au laboratoire « Ville et Santé » de la faculté d’architecture. A cet égard, une convention a été signée entre ce laboratoire et la DUC
  • 21. « P R O G R A M M E D E R E S T A U R A T I O N , R E H A B I L I T A T I O N E T M I S E E N V A L E U R D E 2 0 1 5 » L E P R O G R A M M E D E R E S TA U R AT I O N , R É H A B I L I TAT I O N E T M I S E E N VA L E U R D E L A V I E I L L E V I L L E D E C O N S TA N T I N E D A N S L E C A D R E D E L A C A P I TA L E D E L A C U L T U R E A R A B E 2 0 1 5 A É T É U N E O P P O R T U N I T É I N E S P É R É E P O U R S A U V E R C E Q U I R E S T E D E C E T T E V I E I L L E V I L L E . C E T T E D E R N I È R E A D I V I S É L E S I T E S E L O N L E C H O I X D E S É D I F I C E S :  N E U F G R A N D E S Z O N E S À L’ I N T É R I E U R D U P É R I M È T R E D U S E C T E U R S A U V E G A R D É  T R O I S P R O J E T S P O N C T U E L S E X T R A - M U R O S E N G L O B A N T 1 8 O P É R AT I O N S .
  • 22. : -La réhabilitation des rues, places, mosquées, zaouias, derbs, bâtiments singuliers ; -La reconstruction de la façade de la basse Souika avec ses jardins ; -La réhabilitation de la casbah ; -Des opérations de fouilles archéologiques pour les zones concernées. Ces opérations concernent : Ce programme est considéré comme la plus grande opération réalisée sur le site contenant plus de 74 projets. Mais lors de sa réalisation, plusieurs problèmes ont été rencontrés, ce qui a conduit à un arrêt des travaux et la livraison de deux projets seulement depuis cinq ans alors que le budget alloué à ces projets a été consommé.
  • 23. Avantage Faiblesse  La disponibilité des outils techniques pour la réalisation des différentes tâches ;  L’implication des experts pour vérifier les tâches du terrain.  L’ambigüité des objectifs ;  L’absence d’une stratégie de financement ;  La négligence de l’étape de la planification des tâches ;  La négligence de l’implication des habitants à la phase de connaissance ;  L’incompétence de l’équipe chargée de la gestion du programme ;  La carence des entreprises qualifiées en matière du patrimoine ;  L’absence d’un système de contrôle des travaux ;  L’absence de l’implication des différents intervenants à la phase préliminaire :  La limitation de la communication entre les décideurs à la phase de connaissance ;  L’absence d’une gestion des imprévus. Le tableau ci-dessous présente les diagnostics interne et externe des projets des opérations de conservation du patrimoine de la vielle ville de Constantine.
  • 24. Opportunités Menaces  L’utilisation des TIC (technologie de l’information et de la communication) pour enrichir les connaissances de la société concernant le patrimoine ;  L’utilisation des nouvelles méthodes pour respecter l’écologie.  L’instabilité de l’environnement politique ;  L’instabilité de l’environnement économique ;  L’indifférence de la société envers la réhabilitation de la ville ;  Le chevauchement des rôles des acteurs ;  Le non-respect des lois du patrimoine ;  L’absence d’une culture du patrimoine qui devrait être enseignée dès le jeune âge.
  • 25. C O N C L U S I O N D E T O U T T E M P S , C O N S TA N T I N E A É T É U N E V I L L E H I S T O R I Q U E Q U I C O M M A N D A I T T O U T E L A R É G I O N D E L’ E S T D U PAY S E T Q U I E S T C A R A C T É R I S É E PA R S O N PA S S É R I C H E E T G L O R I E U X . P R O M O U V O I R L A S A U V E G A R D E D E S O N V I E U X C E N T R E P O U R R E N F O R C E R S O N I D E N T I T É , M I E U X L A V E N D R E . P O U R C E L A , « Q U E L L E S T R AT É G I E M A N A G É R I A L E D E V O N S - N O U S A D O P T E R P O U R R É U S S I R L A C O N S E R VAT I O N D U PAT R I M O I N E D E L A V I E I L L E V I L L E D E C O N S TA N T I N E ? »
  • 26. MERCI P O U R V O T R E AT T E N T I O N