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Cluster Technology of...
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PROGRAMME
2
• INTRODU...
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PRÉSENTATION DE LA FI...
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 La F.I.H., c’est:
...
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5
 Contexte:
 Utili...
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PRÉSENTATION DU
CLUST...
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Qui sommes-nous ?
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...
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Que faisons-nous ?
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...
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Que faisons-nous ?
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Economies d'énergie d...
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Nos membres
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Les me...
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Nos membres
12
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Rechercher par critèr...
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Cluster Technology of...
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SECTEUR SOLAIRE
Carto...
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Cartographie
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Un si...
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17
Training &
Company...
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Etude &
Consultance &...
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Distribution
&
Instal...
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Control &
Monitoring
...
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Formation &
Labellisa...
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Cartographie des a...
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www.solarpvwall...
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www.solarpvwall...
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www.solarpvwall...
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www.solarpvwall...
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Autre techno ?
Visite...
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www.REWallonia.be
Now...
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www.greenheatwallonia...
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Besoin d’aide ?
Conta...
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SUCCESS STORIES
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• ...
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Besoin d’aide ?
32
• ...
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Egalement à votre
dis...
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Cluster Technology of...
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AIDES ET SUBSIDES « E...
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Table des matières
1....
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Facilitateur tertiair...
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Table des matières
1....
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Aides et subsides « é...
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Aides et subsides « é...
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Aides et subsides « é...
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Aides et subsides « é...
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Aides et subsides « é...
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Aides et subsides « é...
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Aides et subsides « é...
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Table des matières
1....
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Données de consommati...
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Données de consommati...
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Données de consommati...
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Données de consommati...
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Données de consommati...
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Données de consommati...
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Données de consommati...
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Données de consommati...
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Outils, sites interne...
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PA R T I E I
AUDIT, M...
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RÉALISATION D’UN AUDI...
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OBJECTIF D’UN AUDIT
E...
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CONDITIONS DE REUSSIT...
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NATURE DU PLAN D’ACTI...
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L’INTERÊT DU SUIVI DU...
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L’OBJECTIF DU SUIVI
1...
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LA NATURE DU SUIVI
La...
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Support de l’auditeur...
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Enregistrement et ana...
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GESTION DES RISQUES
T...
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Nature des risques
Le...
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Schéma de gestion
EVA...
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REGLES DE SUCCES D’UN...
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Besoin d’aide ?
70
Mi...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
PRODUCTION &
CERTIFIC...
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Missions de l’Organis...
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Certificats Verts
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74
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Réception RGIE
...
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Etude de faisabilité ...
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Réservation des CV
• ...
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Montage de l’installa...
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Gestion de l’énergie ...
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Paramétrage des relai...
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Réceptions RGIE et GA...
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Placement du compteur...
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Certificat de Garanti...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
Contrôle périodique p...
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Contrôle suite à modi...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
Notre valeur ajoutée ...
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Quelques cas vécus
• ...
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Besoin d’aide ?
 Per...
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PA U S E
Reprise dans...
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PA R T I E I I
POSTES...
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PRÈS DE 100 BÂTIMENTS...
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Notre modèle d’accomp...
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Country
Energy saving...
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Vue globale Platef...
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Architecture de compt...
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Secteur Géographique
...
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• Complexité:
o Obten...
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REGARD D'UN GESTIONNA...
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9898
COFELY Services
...
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LES VECTEURS D’AMELIO...
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100
Acteurs et
intérê...
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Préparation ICEDD
101...
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Préparation102
Gestio...
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Mesures organisat...
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Mesures organisat...
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Mesures organisat...
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Préparation ICEDD 106...
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Préparation ICEDD...
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Comptabilité éner...
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GALI_gaz
0
10...
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110
Mesures comportem...
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111
Mesures technique...
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112
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
113
Tronc de guidance...
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PA R T I E I I I
SUCC...
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CHU DE MONT-GODINNE :...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
3j-Consult – GENERAL
...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
3j-Consult – GENERAL
...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
Cogénération MONT-GOD...
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CONTEXTE
• Chaleur
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CONTEXTE (suite)
• El...
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EXIGENCES de base CHU...
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CONTRAINTES D’INTÉGRA...
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EXIGENCES de base CHU...
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CONSÉQUENCES
• Taille...
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CARACTÉRISTIQUES
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MONT GODINNE GREEN EN...
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TECHNOLOGIE- MISSION-...
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The global concep...
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1. PYROLYSIS
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Syngas characteristic...
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Flexible and modular
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REFERENCES PROJECTS
S...
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Tournai – Swimming-po...
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Glass bottle plan...
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VERALLIA project over...
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Mont-Godinne – Fi...
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ORIGINE ET MONTAGE DU...
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Origine du projet
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Structuration du proj...
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Validation des hy...
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Validation des hy...
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143
Validation des hy...
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144
Monotone de conso...
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Montage du projet
145...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
LE PROJET MONT GODINN...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
147
Implantation du p...
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148
Travaux de génie ...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
149
Visuel aux termes...
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150
Equipements exist...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
Synthèse du projet
15...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
Contact
152
• Frédéri...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
I N S TA L L AT I O N...
R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5
M E R C I P O U R V O...
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Energie durable dans les institutions de soins - 11/09/15

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Energie durable dans les institutions de soins - 11/09/15

  1. 1. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Cluster Technology of Wallonia Energy, Environment and sustainable Development 1 RENCONTRE AVEC LES INSTITUTIONS DE SOINS 11 septembre 2015
  2. 2. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 PROGRAMME 2 • INTRODUCTION • 09h30 Présentation de la FIH et des besoins du secteur, FIH • 09h45 Présentation du Cluster TWEED, TWEED • 10h00 Aides de la Région wallonne, ICEDD • PARTIE I : AUDIT, MANAGEMENT & FINANCEMENT • 10h15 Réalisation d’un audit, gestion du risque & suivi du plan d’actions, Ellipse • 10h30 Production & certification, Vinçotte • 10h45 Pause • PARTIE II : POSTES-CLÉS DE CONSOMMATION • 11h00 Près de 100 bâtiments hospitaliers monitorés à distance et de l'énergie achetée pour plus de 5000 lits, retour d'expérience, Dapesco • 11h15 Regard d'un gestionnaire d'installation technique, Cofely Fabricom • PARTIE III : SUCCESS STORIES • 11h35 Mont-Godinne : cogénération & gazéification biomasse, 3J-Consult & Xylowatt • 12h05 Questions-réponses & débat sur l'installation de cogénération de l'hôpital de Mont- Godinne • 12h30 Lunch
  3. 3. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 PRÉSENTATION DE LA FIH ET DES BESOINS DU SECTEUR Fédération des Institutions Hospitalières 3 Energie rare et chère. Moyens financiers en baisse. La solution? Faire ceinture?
  4. 4. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5  La F.I.H., c’est:  3 secteurs  250 structures  30.000 ETP, soit 40.000 travailleurs  3 milliards de chiffre d’affaires.  Missions:  Accessibilité aux soins pour tous  Dynamique de qualité et d’innovation  Viabilité économique à long terme  Développement équilibré dans un climat de confiance et un esprit de complémentarité. 4
  5. 5. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 5  Contexte:  Utilisation rationnelle de l’Energie  PEB  Sécurité d’approvisionnement et risques black-out  Hausse du prix de l’électricité, TVA, certificats verts  Nouvelles technologies, aides publiques orientées énergie  Modifications profondes du secteurs des soins de santé  Enjeux énergétiques  Demande de confort croissante du patient  Réduction des gaz à effet de serre (enjeux climatiques)  Bâtiments à énergie positive, alternatives  Durabilité, équité, aspect social
  6. 6. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 PRÉSENTATION DU CLUSTER TWEED TWEED 6
  7. 7. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Qui sommes-nous ? 7  Créé en 2008, le Cluster TWEED est une organisation wallonne rassemblant plus d’une centaine d’acteurs du secteur de l'énergie durable. Sources d’énergie renouvelable Efficacité énergétique & impact climatique en industrie & tertiaire Produits et services « verts »  T W E E D =  Technologies  Wallonnes  Energie  Environnement  Développement durable
  8. 8. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Que faisons-nous ? 8 • Mise en réseau • Organisation de groupe- projets • Veille technologique • Soutien technique au montage de projets • Etudes de marché • Promotion locale et internationale • Projets européens
  9. 9. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Que faisons-nous ? 9 • Notre objectif prioritaire est de favoriser les investissements en production et en exploitation de l'énergie durable en mobilisant les entreprises et intervenants actifs de ce secteur autour de projets de qualité et de taille industrielle.
  10. 10. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Economies d'énergie dans les bâtiments publics et tertiaires Au travers d'une visite d'un bâtiment régulé énergétiquement, de présentations de la société Syreg, du facilitateur URE et de la société Green-Invest, les membres ont découvert les opportunités d'économie d'énergie dans les bâtiments tertiaires. Visite de la Learning Factory | Luxembourg Fondée dans le but d'améliorer la performance énergétique et la productivité des entreprises, cette usine d'apprentissage est basée sur l'apprentissage par la pratique ou 'learning by doing' en anglais. Rencontre "solutions en énergie durable dans les salles de sport & piscines » Cet événement, consacré aux solutions en énergie durable dans les salles de sports et les piscines fut un vif succès. L'après-midi de conférences (Collignon, Derbigum, Solar City Wallonie, Opinum,…) fut suivie d'une visite du complexe d'Embourg par Collignon Eng. Exemples d’événements passés - Secteur efficacité énergétique
  11. 11. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Nos membres 11 Les membres de TWEED sont des organisations ayant leur siège en Wallonie ou à Bruxelles, et sont actives dans le secteur de l’énergie durable. Type d’organisations : • des assembleurs d’équipements • des fabricants de composants • des producteurs d’énergie • des entreprises de services • des sociétés d’investissement • des centres de recherches et des services universitaires • des centres de formation • des partenaires publics • ...
  12. 12. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Nos membres 12
  13. 13. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Rechercher par critère sur www.clustertweed.be 13
  14. 14. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Cluster Technology of Wallonia Energy, Environment and sustainable Development 14 Exemple Secteur solaire PV
  15. 15. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 SECTEUR SOLAIRE Cartographie des acteurs www.solarpvwallonia.be 15
  16. 16. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Cartographie 16 Un simple répertoire ? Non ! Un processus : 1) Identifier les acteurs ayant des compétences intégrables dans les chaînes de valeur de la filière ; 2) Positionner le savoir-faire wallon (et bruxellois) par rapport aux besoins du secteur et aux défis en matière d'innovation technologique ; 3) Promouvoir ces compétences lors d’évènements nationaux et internationaux ; 4) Stimuler la mise en place de projets d'investissement et de R&D.
  17. 17. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 17 Training & Company certification R&D & Services System components Studies & Consultancy & Funding … Technologies Distribution & Installation Control & Monitoring Quality control & Maintenance Recycling Supply of raw materials Implementa tion raw materials Cell Module Integration Others H O R I Z O N T A L V A L U E C H A I N V E R T I C A L C H A I N Adhesives – Backsheet – Cable – Encapsulant - Frame BIPV materials - Distribution network - Lens / mirror - Light management - Module integration - Storage Tracker Optical elements - Substrate - Textile & Flexible Wafer Cables - Fastening - Follow-up / Assessment – Inverter - Lightning protection - Management system - Monitoring Material transformation instruments - Simulation software Aluminium - Gas - Glass - Polymers - Semiconductor devices - Steel SOLAR INDUSTRY MAPPING
  18. 18. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Etude & Consultance & Financement Technologies Distribution & Installation Source photos: Decube, Issol. Cartographie des acteurs 18
  19. 19. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Distribution & Installation Gestion & Monitoring Recyclage Source photos: Derbigum, Greenwatch, Energreen. Cartographie des acteurs 19
  20. 20. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Control & Monitoring Recyclage Cartographie des acteurs 20 Source photos: FreeMind, Meterbuy.
  21. 21. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Formation & Labellisation entreprises R&D & Services Composants système Etude & Consultance & Financement Technologies Distribution & Installation Gestion & Monitoring Recyclage Cartographie des acteurs 21
  22. 22. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 22 Cartographie des acteurs Format papier Format interactif 22
  23. 23. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 23 23 www.solarpvwallonia.be
  24. 24. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 24 24 www.solarpvwallonia.be
  25. 25. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 25 25 www.solarpvwallonia.be
  26. 26. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 26 26 www.solarpvwallonia.be
  27. 27. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Autre techno ? Visitez notre portail ! 27
  28. 28. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 www.REWallonia.be Now online!
  29. 29. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 www.greenheatwallonia.be 29 Try the interactive view !
  30. 30. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Besoin d’aide ? Contactez-nous ! 30
  31. 31. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 SUCCESS STORIES 31 • Hôpital de Namur: comptage & télésurveillance o TRI < 6 mois o Economie : 13% facture énergétique o Opérations : ~tarification, anomalies, réglage, … • Hôpital de Mont-Godinne: cogénération biomasse o 70% énergie thermique o 50% énergie électrique • Hôpital Soignies: centrale solaire o 423 kWc o 1.500 panneaux o 600 M€
  32. 32. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Besoin d’aide ? 32 • Facilitateur: o ICEDD.be • Documentation (PDF) : o IFMA Belgium Chapter : Facility Management & Economies d’énergies, mars 2014 o La maîtrise de l’énergie dans les établissements de santé, IEPF, décembre 2006 o Maîtrise de l’énergie dans les établissements de santé des pays en développement, Groupe Energies Renouvelables et Environnement (GERES), janvier 2003 • Portail REWallonia.be : les acteurs du renouvelable
  33. 33. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Egalement à votre disposition aujourd’hui !
  34. 34. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Cluster Technology of Wallonia Energy, Environment and sustainable Development TWEED Asbl Rue Natalis 2 – 4020 Liège – Belgium Bricout Paul Project engineer pbricout@clustertweed.be Olivier Ulrici Project engineer oulrici@clustertweed.be Cédric Brüll Director cbrull@clustertweed.be www.clustertweed.be
  35. 35. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 AIDES ET SUBSIDES « ENERGIE » EN WALLONIE DONNÉES DE CONSOMMATION DES HÔPITAUX ICEDD 35
  36. 36. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Table des matières 1. Présentation du facilitateur tertiaire 2. Aides et subsides « énergie » en Wallonie 3. Données de consommation des hôpitaux 36
  37. 37. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Facilitateur tertiaire o Assistance au montage de projets (réponse à des questions ponctuelles, relecture de CSC,…); o Informations sur les primes et les mécanismes de soutien disponibles ; o Mission d’information (rédactionnels, séminaires,…); o Mission de formation (audits-live,…); o Présence sur le terrain (mini-audits ou « pré-checks ») o Lien à double sens entre le terrain et la direction générale de l’énergie ; o Ils ne sont pas une étape obligée ; o Leur rôle n’est pas de se substituer au travail du bureau d’étude. Des services… gratuits! 37
  38. 38. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Table des matières 1. Présentation du facilitateur tertiaire 2. Aides et subsides « énergie » en Wallonie 3. Données de consommation des hôpitaux 38
  39. 39. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Aides et subsides « énergie » •UREBA •Soltherm •AMURE •Déductions fiscales pour investissements URE •Primes « Energie » Faire son choix… 39
  40. 40. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Aides et subsides « énergie » o Bénéficiaires  aux communes, provinces, CPAS et zones de police  aux écoles, hôpitaux et piscines  aux autres organismes non commerciaux : ASBL, services à la collectivité, etc... actifs dans – un but : philanthropique, scientifique, technique OU pédagogique – ET un domaine : énergie, protection de l'environnement OU lutte contre l'exclusion sociale o Activités soutenues  Audit énergétique  Etude de pré-faisabilité (étude technico-économique préalable à un investissement URE)  Mise en place d’une comptabilité énergétique  Investissements économiseurs d’énergie et SRE o Montant de l’aide  50 % pour audits, études et comptabilité énergétique  30 % (ou 35 %) pour investissements (voir ci-après) UREBA (agw 28/3/2013) 40
  41. 41. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Aides et subsides « énergie » o Travaux éligibles  installation de systèmes (pompe à chaleur, chauffage de l'eau par panneaux solaires, chaudière biomasse) exploitant des sources d'énergies renouvelables  installation ou extension d'un réseau de chaleur  installation d'une unité de cogénération de qualité  isolation thermique des parois du bâtiment (vitrages, portes, murs, toitures, planchers).  remplacement et amélioration du système de chauffage (chaudière à condensation, partition du système, vannes thermostatiques, régulation)  remplacement et amélioration des installations d'éclairage  installation d'un équipement électrique rotatif (pompe, ventilateur, compresseur) dont le moteur est équipé d'une régulation à vitesse variable  installation d'un équipement dans le domaine de la ventilation, du refroidissement et de la protection contre la surchauffe  installation de tout autre équipement ou système particulièrement performant qui a trait à l'amélioration de la performance énergétique d'un bâtiment, à l'exclusion des systèmes exploitant des sources d'énergies renouvelables non repris ci-avant. UREBA (agw 28/3/2013) 41
  42. 42. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Aides et subsides « énergie » o Bénéficiaires  Toute personne physique ou morale (sauf si éligible UREBA) o Activités soutenues  Installation de panneaux solaires thermiques (ECS et chauffage) o Montant de l’aide  Hôpitaux privés : 2500 € pour max 4m² + 200 € par m² supplémentaire ; Plafond à 6000 € et 50% facture hors TVA  Maisons de repos et résidences services (occupants domiciliés) : 1500 € par unité de logement (pour une installation collective) Soltherm (agw 24/04/2014) 42
  43. 43. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Aides et subsides « énergie » o Bénéficiaires  Entreprises situées en Wallonie (secteur privé) o Activités soutenues  Audit énergétique  Etude de (pré-)faisabilité,  Comptabilité énergétique (uniquement pour industrie/process) o Montant de l’aide  50% des frais d’expertise et de location éventuelle d’équipements de mesure  75% si accord de branche (sauf comptabilité énergétique) AMURE (agw 27/02/2014) 43
  44. 44. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Aides et subsides « énergie » o Bénéficiaires  Entreprises o Activités soutenues  limitation des déperditions d'énergie dans les bâtiments existants;  limitation des pertes d'énergie par l'isolation d'appareils, conduites, vannes;  limitation des pertes par ventilation dans les bâtiments existants;  récupération de chaleur résiduelle;  appareils de production combinée de force et de chaleur;  appareils de combustion, de chauffage, de climatisation et d’éclairage;  production et utilisation d'énergie par conversion chimique, thermochimique ou biochimique de la biomasse et des déchets;  production d'énergie à partir des sources d'énergie renouvelables; o Montant de l’aide  Les investissements qui répondent aux conditions légales donnent droit à une déduction de 13,5% de la valeur de l’investissement (MB 26/03/2014 : investissements faits en 2014, exercice d'imposition 2015) Déduction fiscale pour investissement URE 44
  45. 45. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Aides et subsides « énergie » Ces primes ne sont plus d’application Primes Energie 45
  46. 46. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Table des matières 1. Présentation du facilitateur tertiaire 2. Aides et subsides « énergie » en Wallonie 3. Données de consommation des hôpitaux 46
  47. 47. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Données de consommation Consommation finale totale en Wallonie Source : bilan énergétique de la Wallonie 2012, icedd Tertiaire : 6% en 1990 11% en 2012 +60% !
  48. 48. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Données de consommation Evolutions dans le secteur tertiaire Source : bilan énergétique de la Wallonie 2012, icedd48
  49. 49. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Données de consommation Evolutions dans le secteur tertiaire Source : bilan énergétique de la Wallonie 2012, icedd49
  50. 50. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Données de consommation Répartition des consommations énergétiques dans le secteur tertiaire Source : bilan énergétique de la Wallonie 2012, icedd
  51. 51. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Données de consommation Répartition de la consommation électrique Source : bilan énergétique de la Wallonie 2012, icedd
  52. 52. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Données de consommation Hôpitaux : consommation spécifique par lit Source : bilan énergétique de la Wallonie 2012, icedd U : hôpital universitaire P : hôpital psychiatrique 52
  53. 53. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Données de consommation Hôpitaux : consommation spécifique par lit Source : bilan énergétique de la Wallonie 2012, icedd 1 MWh = 1000 kWh ≈ 100 litres de mazout ≈ 100 m³ de gaz 53
  54. 54. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Données de consommation Hôpitaux : consommation spécifique par m² Source : bilan énergétique de la Wallonie 2012, icedd
  55. 55. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Outils, sites internet, etc… intéressants : Pierre DEMESMAECKER Responsable de projets Facilitateur URE Bâtiment ICEDD asbl - Institut de Conseil et d'Etudes en Développement Durable asbl Boulevard Frère Orban, 4 - 5000 Namur  : 081.250.480 E-mail : pdm@icedd.be • http://www.energieplus-lesite.be • http://energie.wallonie.be Merci pour votre attention! 55
  56. 56. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 PA R T I E I AUDIT, MANAGEMENT & FINANCEMENT 56
  57. 57. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 RÉALISATION D’UN AUDIT, GESTION DU RISQUE & SUIVI DU PLAN D’ACTION ELLIPSE 57
  58. 58. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 OBJECTIF D’UN AUDIT ENERGETIQUE Définir un plan d’action permettant de réduire - ou au minimum de maîtriser - les coûts énergétiques, la consommation d’énergie et les émissions de gaz à effet de serre.
  59. 59. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 CONDITIONS DE REUSSITE D’UN AUDIT • Choix optimal de la méthodologie • Choix du périmètre • Evaluation correcte du niveau de performance • Rédaction des conclusions sous la forme d’un plan d’action • Adhésion de tous les acteurs internes au plan d’action • Suivi du plan d’action
  60. 60. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 NATURE DU PLAN D’ACTION Un bon plan d’action: • comporte trois types d’actions (comportementales, organisationnelles et physiques) • rassemble des actions dont la rentabilité est élevée (TRS < 2 ans) Résultats: • = 13,7 % réduction consommation • = 51 % des actions proposées ont un TRS < 2 ans
  61. 61. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 L’INTERÊT DU SUIVI DU PLAN D’ACTION
  62. 62. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 L’OBJECTIF DU SUIVI 1er objectif: obtenir 100 % des gains prévus par l’audit 2ème objectif: passer de l’audit énergétique au management énergétique But du management énergétique: Réduire - ou au minimum maîtriser - les coûts énergétiques, la consommation d’énergie et les émissions de gaz à effet de serre, en s’inscrivant dans une dynamique continue d’amélioration
  63. 63. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 LA NATURE DU SUIVI La nature du suivi et les outils à utiliser doivent être définis en fonction des exigences et du niveau de contrôle actuel Types de suivi: • Support de l’auditeur • Comité énergie • Enregistrement et analyse des données de consommation • Système de management de l’énergie Le suivi est une action d’optimisation, il doit aussi être rentable GAIN COUT
  64. 64. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Support de l’auditeur Aide à la mise en place des actions (consultation fournisseurs, engineering, ...) Comité énergie Suivi périodique des indicateurs de performance (globaux et spécifiques) et de l’avancement du plan d’action
  65. 65. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Enregistrement et analyse des données de consommation Suivi des consommations et analyse des dérives Système de management de l’énergie Mise en place d’une stratégie d’énergie durable englobant tous les aspects (techniques, législatifs et humains – actuels et futurs) en conformité avec l’ISO 50001
  66. 66. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 GESTION DES RISQUES Toute action d’amélioration énergétique, quel que soit son niveau d’analyse préliminaire, peut être influencée par un événement plus ou moins imprévisible. Le risque associé = écart entre le résultat réel obtenu et le résultat escompté L’objectif n’est pas d’annuler tous les risques mais de les évaluer et de les traiter.
  67. 67. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Nature des risques Les événements possibles liés à une action d’optimisation énergétique sont très variables: • étude / engineering o dimensionnement incorrect o données de base fausses • finance o coût d’investissement différent de l’estimation initiale o évolution du prix des énergies et de la tonne de CO2 • législation o nouvelle imposition • exploitation o changement des conditions d’exploitation du site • humain o niveau de maîtrise des opérateurs
  68. 68. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Schéma de gestion EVALUER IDENTIFIER Niveau acceptable REDUIRE PARTAGER NON OUI Plan d'action ANALYSER TRAITER
  69. 69. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 REGLES DE SUCCES D’UN AUDIT • Choisir le périmètre audité et la méthodologie d’audit • Définir un plan d’action ambitieux mais réaliste • Communiquer sur le plan d’action • Supprimer toutes les barrières dès leur apparition • Passer rapidement du stade « audit » au mode « management de l’énergie » • Choisir l’outil de suivi en fonction de son niveau de maîtrise actuel et de ses objectifs • Etre constant dans l’effort • Actualiser le plan d’action si les améliorations sont consolidées • Obtenir des résultats et les communiquer
  70. 70. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Besoin d’aide ? 70 Michel HIRAUX +32 496 58 12 04 michel.hiraux@ellipse-ise.eu ELLIPSE - ISE sprl rue de la Justice 47 7190 MARCHE-LEZ-ECAUSSINNES www.ellipse-ise.eu
  71. 71. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 PRODUCTION & CERTIFICATION MISSIONS DE L’ORGANISME AGRÉÉ VINÇOTTE 71
  72. 72. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Missions de l’Organisme Agréé A. Conformité du raccordement électrique B. Conformité du raccordement gaz C. Certificat de Garantie d’Origine – CGO D. Contrôles annuels  Assistance dans le cadre de l’obtention du permis d’environnement
  73. 73. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Certificats Verts 73
  74. 74. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 74 74 Réception RGIE Réception GAZ Paramétrage relais découplage Dossier de réservation des CV Etude de faisabilité GRD Placement du compteur double sens + AMS CGO Contrôle périodique 1 2 5 6 7 Montage de l’installation 3 4 Fil conducteur d’un projet de production d’électricité renouvelable > 10 kW
  75. 75. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Etude de faisabilité ou d’orientation • Avis préalable (réunion informelle non contraignante) • Commander au GRD une étude de faisabilité ou d’orientation o Réservation de puissance o Préciser le moyen de production o Estimation de l’énergie autoconsommée o Possibilité d’injection o … => offre de raccordement contrat de raccordement GRD fourniture code EAN injectionInformations via le GRD Gestionnaire du Réseau de Distribution
  76. 76. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Réservation des CV • Introduire un dossier (technico-financier) de réservation des CV auprès du SPW (cfr. Informations) o Coût de production o Date estimative de la mise en service (très important) o Etude de faisabilité du GRD o Estimation du nombre de CV espérés o Démonstration de la viabilité du projet o … Informations: http://energie.wallonie.be/fr/la-reservation.html?IDC=8805  reservationcv@spw.wallonie.be
  77. 77. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Montage de l’installation • L’installation doit être conforme au dossier de réservation • Compteurs (électricité, gaz, etc.) Faire attention à : o Emplacement o Gamme de mesure o Classe de précision o Etalonnage - calibration o Plombage • Note : Possibilité de valider par nos soins le matériel de comptage et l’emplacement de celui-ci avant son achat
  78. 78. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Gestion de l’énergie produite • Choix d’un fournisseur en vue d’établir un contrat de rachat de l’énergie produite injectée sur le réseau • Choix d’un acheteur de certificats verts (contrat de rachat) Informations: Liste des fournisseurs sur le site www.cwape.be
  79. 79. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Paramétrage des relais de découplage • Selon les infos fournies par le GRD • Fournir pour le contrôle: le relais, les connecteurs et les données du GRD • Replacer le relais sur site après le paramétrage • Rapport de paramétrage du relais de découplage à envoyer au GRD
  80. 80. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Réceptions RGIE et GAZ • Examen de conformité du raccordement aux installations électriques (entreprise – réseau) Base : RGIE – Règlement Général sur les Installations Electriques • Examen de conformité de l’installation de distribution de gaz Base : normes • Transmettre les rapports de conformité (positifs) au GRD
  81. 81. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Placement du compteur bidirectionnel • Le GRD vient placer le compteur 4 quadrans • Test du relais de découplage in situ • Le GRD formalise l’accord de mise en service si: o Reçu rapport RGIE conforme o Reçu rapport du test de relais conforme o Reçu contrat de raccordement signé par les 2 parties Informations via le GRD Gestionnaire du Réseau de Distribution
  82. 82. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Certificat de Garantie d’Origine (CGO) par l’OA Objectif : démontrer le caractère vert de l’énergie produite Indispensable pour l’obtention des CV • Carte d’identité de l’installation o Validation du placement des compteurs o Plombage des compteurs o Relevé des compteurs (initialisation) o Elaboration des algorithmes de valorisation des CV o Validation des infos demandées par la CWaPE • Accord de mise en service indispensable • Courrier d’acceptation du dossier de réservation indispensable
  83. 83. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Contrôle périodique par l’OA Objectif : maintien de la “vertitude” de l’énergie produite Indispensable pour conserver le droit à l’obtention des CV • Périodicités : - quinquennal (10 kW > P < 20 kW) - annuel (> 20 kW) • Vérification des index transmis à la CWaPE • Vérification des plombages • Vérification de l’abscence de modification de l’installation
  84. 84. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Contrôle suite à modification par l’OA • Validation de données perdues suite à des pannes de compteurs • Information de la CWaPE suite à o des remplacements de moteurs, de pompes, d’équipements fonctionnels o une augmentation de puissance, etc. o …
  85. 85. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Notre valeur ajoutée en tant qu’OA • Une assistance auprès du producteur pour introduire un dossier complet à la CWaPE, dans l’espoir d’obtenir un juste octroi de CV • Un soutien technique en cas de problèmes liés au comptage ou à l’octroi des CV • Une information sur les éventuelles évolutions et/ou modifications de la législation en la matière
  86. 86. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Quelques cas vécus • Comptage non conforme: NC bloquante • Comptage absent : NC alors que l’octroi des CV aurait dû débuter il y a plusieurs mois. ->La parade: Implication de l’OA en phase projet. • Contrôle annuel non effectué: blocage octroi CV • Projet arrêté au RGIE: pas droit aux CV
  87. 87. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Besoin d’aide ?  Permis d’environnement:  environment@vincotte.be  Réception électrique, gaz, etc:  wallonie@vincotte.be  Relais de découplage:  ontkoppelinksrelais@vincotte.be • Certificats verts : CGO et contrôles périodiques  dbequet@vincotte.be Denis Bequet : 0486/63.40.92
  88. 88. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 PA U S E Reprise dans 15 minutes.
  89. 89. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 PA R T I E I I POSTES-CLÉS DE CONSOMMATION
  90. 90. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 PRÈS DE 100 BÂTIMENTS HOSPITALIERS MONITORÉS À DISTANCE ET DE L'ÉNERGIE ACHETÉE POUR PLUS DE 5000 LITS, RETOUR D'EXPÉRIENCE DAPESCO 90
  91. 91. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Notre modèle d’accompagnement - Intervention par prestataire/Client Analyse à distance par Dapesco Contrôle & Reporting > <
  92. 92. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Country Energy saving Number of sites Measuring points Type of project DAPESCO’s role In progress  Long term sustainable development policy started in 2011  Global Energy Consumption > 120 000 MWh / year  The CHU Grenoble was looking for a intuitive, easy to use Energy Monitoring system to follow up electricity, gas, water and heat consumption and expenses.  Setup of EMIS³ to follow up more than 90 buildings  Measure, compare, analyse and assess the energy performance per room, people, organisation etc. 2 0 95 5
  93. 93. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 93 Vue globale Plateforme de suivi
  94. 94. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Architecture de comptage GTB Application serverAlerts & Reports LAN or GPRS - Web services (weather, …) - xml, txt, csv, xls, … - SAP, ERP, other IS, ... USERS WATER ELEC GAS / FUEL, … PC SERVER or DATA LOGGER Data Base INDEX&BILLS SUPPLIERS INDEX CLIENT FTPFTPFTP Backup An introduction to Dapesco solutions 94
  95. 95. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Secteur Géographique Economie d’Energie Nombre de Sites Nombre de points de mesure NATURE DU PROJET RÔLE DE DAPESCO  Inventaire de la liste des points de fourniture  Optimisation des profiles pour la création des lots  Définition des clauses techniques avec MercurHosp, entre autre, le type de formule de prix avec option de fixation  Rédactions des cahiers de charges  Rapport d’attribution  Budgets prévisionnels  Définition de la stratégie de fixation de prix  Suivi des marchés  Signaux clairs pour les opportunités de fixation 4 7 13  MercurHosp, centrale d’achat pour Institutions hospitalières  Groupement de plusieurs Institutions pour mutualiser les volumes de consommations afin de réaliser un appel d’offre auprès des différents fournisseurs d’énergie Objectif réduction des coûts de 5 à 8% 1 Nombre d’Institutions Economie financière Nombre d’EAN Maîtrise du budget énergie  Planifier le suivi  Définir et traduire la stratégie  Optimiser l’achat
  96. 96. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 • Complexité: o Obtenir et maintenir une information à jour o Maîtriser le cadastre des compteurs, points de fourniture,… Assurer une collecte d’informations pertinentes • Objectifs: o Réduire la facture de plus de 10% Partie liée à l’achat d’énergie Partie liée à la consommation o En option, refacturation par services 96
  97. 97. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 REGARD D'UN GESTIONNAIRE D'INSTALLATION TECHNIQUE COFELY 97
  98. 98. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 9898 COFELY Services Nos engagements dans la durée Nos engagements dans la durée Qualité et disponibilité des biens & des personnes Pérennité & performances des installations Délais d’intervention & de rétablissement Conditions d’ambiance Qualité des services Maitrise du milieu hospitalier Enquêtes de satisfaction Optimisation des consommations d’énergie et des fluides Plan d’économie dans la durée Economie d’échelle au travers de solution multi site pour les TIC Réduction de l’impact environnemental Contrôle & traçabilité de nos engagements
  99. 99. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 LES VECTEURS D’AMELIORATION URE AMONT SYSTEME AVAL BATIMENT PROCESS TECHNIQUES BESOINS Thermiques Electriques … Energie utile Energie primaire non renouvelable … Energie secondaire Energie renouvelable + COGEN Comptage Diminuer l’énergie primaire Augmenter l’efficacité énergétique Diminuer les besoins LE PARCOURS DE L’ENERGIE
  100. 100. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 100 Acteurs et intérêts différents • Le Propriétaire • Le Gestionnaire • Les Occupants • Le Service de Maintenance • Les Fournisseurs de Matériel • Les Fournisseurs d’ Energie • Conduite énergétique • Maintenance énergétique • Audits énergétique • Projets énergies • Gestion énergétique • Gestion Energétique Globale Méthode de mise en oeuvre
  101. 101. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Préparation ICEDD 101 BATIMENTS : Deux vecteurs Bâtiment et équipements: Maintenance: • Enveloppe du bâtiment Matériels et équipements • Apporte une plus-value au bâtiment • CERTIFICATION : PEB: performance énergétique • Spécialistes: AUDITS • Bilan énergétique • Vision à long terme • Immatériels : Maintenance, Conduite, Analyses • Concerne les gérants et occupants • Economies énergétiques indirectes Société éco-dynamique • LABEL : Maintenance énergétique • Tous les techniciens • Signature énergétique • Vision à moyen terme
  102. 102. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Préparation102 Gestion Energétique Globale • Mesures organisationnelles • Mesures comportementales • Mesures techniques La Gestion Energétique Globale et ses vecteurs Tronc de guidance
  103. 103. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 103 Mesures organisationnelles Objectifs • Mise en place d’une structure pour améliorer de manière continue, l’efficacité énergétique du bâtiment et des équipements de production • Etablir le rôle et les moyens, de chacune des parties intéressées o Propriétaire – gestionnaire, occupants, service de maintenance o Fournisseurs d’équipements et d’énergie De manière non exhaustive:
  104. 104. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 104 Mesures organisationnelles Exemples d’éléments • Préalables et Conditions de réussite • Traçabilité des informations qui concernent l’énergie • Transposition de recommandations qui concernent l’ Utilisation Rationnelle de l’Energie • Comptabilité énergétique • Engagements énergétiques - KPI
  105. 105. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 105 Mesures organisationnelles Préalables et Conditions de réussite • Partenariat • Définition et respect des conditions d’ambiance: T° amb en hiver de 21°C au lieu de 22°C = gain de 8% chaud Hr amb en hiver de 40% au lieu de 50% = gain de 10 % sur le chaud T° amb en été de 25°C au lieu de 24°C = gain de 15% sur le froid • Exploitant: définir les outils, les équipements de mesures nécessaires Client: mise à disposition d’outils performants (capteurs) • Client: fournir tous les renseignements: documentations techniques, factures combustibles, gestion de plaintes • Seul l’Exploitant peut effectuer des modifications de réglage * Exploitant = Service de maintenance = Responsable énergie De manière non exhaustive:
  106. 106. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Préparation ICEDD 106 OT standard avec EMR (Energie Maintenance Related) 1 M ******Registres********** Registres : controle S M controle fonctionnement registres OK / nOK graissage système entrainement : controle servomoteur : 2 0 M EMR! controle étanchéité registres : OK / nOK état des joinst OK / nOK etat lamelles: OK / nOK 3 M ******** Filtres*********** Filtres : controle S T 8.1.3 état filtre (visuel): remplacement O / N 4 0 T 8.1.3 EMR! état filtre : Pa étanchéité cadres filtres (bypass) OK / nOK controle étanchéité porte/trappe d'acces (joints): OK / nOK 5 A ****** Batteries*********** EMR! batteries:nettoyage + peignage A A 8.1.1 EMR! batterie chaude nétoyage O / N moyen de nétoyage : eau / air comprimé peignage O / N EMR! batterie froide nétoyage O / N moyen de nétoyage : eau / air comprimé peignage O / N 6 A ******* Batteries*********** batteries: condensats S 0 vérif.écoulement condensats 7 A ******* Batteries*********** batteries: condensats A 0 nettoyage bac condensats 8 S ********ventilateur ********** EMR! Moteur: roulements T S 9.1.1 vérification auditive des roulements graissage éventuel 9 A ********ventilateur ********** EMR! moteur:vérif.borniers et intensité S 0 EMR! mesure intensité moteur (normal : Amp) R: Amp / S: Amp / T: Amp 10 S ********ventilateur ********** moteur A A vérif.supports et fixations Exemple
  107. 107. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 107 Préparation ICEDD 107 Exemple
  108. 108. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 108 Comptabilité énergétique Objectifs • Suivi financier et bilans • Suivi énergétique o Bilan énergétique o Suivi énergétique Signature énergétique Modélisation énergétique
  109. 109. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 109 109 GALI_gaz 0 10.000 20.000 30.000 40.000 50.000 60.000 70.000 80.000 90.000 100.000 4/02/2005 4/04/2005 4/06/2005 4/08/2005 4/10/2005 4/12/2005 4/02/2006 4/04/2006 4/06/2006 4/08/2006 4/10/2006 4/12/2006 4/02/2007 4/04/2007 4/06/2007 4/08/2007 4/10/2007 4/12/2007 4/02/2008 4/04/2008 4/06/2008 m³ 0,00% 50,00% 100,00% 150,00% 200,00% 250,00% 300,00% QUOTA CONS K_C K_C_C
  110. 110. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 110 Mesures comportementales • Objectifs: sensibilisation, motivation des occupants et utilisateurs à l’utilisation rationnelle de l’énergie • Construction de la stratégie: o Définir les objectifs o Trouver les moyens les plus appropriés o Sélectionner le public cible o Choisir la source de communication • Rôle du team énergie: o Formation des techniciens et responsables o Accompagnement pour implémenter les mesures comportementales o Essais et mesures de résultats sur des groupes limités o Explications du fonctionnement aux utilisateurs o Rendre les économies visibles
  111. 111. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 111 Mesures techniques • Efficacité et Mesures symboliques o Rénovation de chaufferie Grand impact mais peu visible o Détecteurs de présence dans les toilettes Impact minime mais voyant • Etape importante: quantifier les flux énergétiques o % de pertes par l’enveloppe o % de pertes par la ventilation o Consommation de l’éclairage, bureautique, … o Consommation de nuit ?
  112. 112. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 112
  113. 113. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 113 Tronc de guidance des mesures Evaluation des Résultats & définition de nouveaux objectifs Analyse - Audit – Planification – cahier des charges … Exécution & mesures de consommations … Kick-off: • Team Energy • Objectifs • Quick Wins
  114. 114. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 PA R T I E I I I SUCCESS STORIES
  115. 115. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 CHU DE MONT-GODINNE : COGÉNÉRATION & GAZÉIFICATION BIOMASSE 3J-CONSULT 115
  116. 116. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 3j-Consult – GENERAL Bureau d’ingénieurs conseils spécialisés Plus de 35 ans d'expérience dans le domaine de l'énergie et de la thermique Notre mission : aider nos clients à améliorer les performances énergétiques, thermiques et environnementales de leurs installations www.3j-consult.com
  117. 117. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 3j-Consult – GENERAL Notre expertise : o Efficacité énergétique  Audit énergétique, analyse et suivi des consommations  Assistance dans l’implémentation des investissements identifiés o Thermique (à l’attention de l’industrie et du tertiaire)  Optimisation du pilotage de fours, de sécheurs, …  Modélisation de phénomènes thermiques  Combustion et émissions  Mesures sur site o Cogénération, énergies renouvelables et projets dans le domaine de l’énergie  Etude de pertinence et de faisabilité  Etudes de réalisation  Gestion de projet
  118. 118. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Cogénération MONT-GODINNE • Contexte • Exigences de bases CHU • Contraintes d’intégration • Conséquences • Caractéristiques de la cogénération
  119. 119. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 CONTEXTE • Chaleur o Besoins Besoins annuel réseau principal de l’ordre de 9 GWh/an (avant extension) Puissance thermique absorbée comprise entre 600 kW et 2.900 kW o Infrastructures 2 réseaux de consommateurs (différents bâtiments), chacun avec leur chaufferie propre production de chaleur via 8 chaudières réparties dans 2 chaufferies pour une puissance totale installée de 6,7 MW Chaufferies mises en communication via une boucle à débit constant et bouteilles de découplage hydraulique
  120. 120. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 CONTEXTE (suite) • Electricité o Besoins Besoins annuels de l’ordre de l’ordre de 13 GWh/an Puissance absorbée sur le réseau entre 1 et 2 MW o Infrastructures Réseau HT constitué de 4 cabines Puissance des transformateurs entre 630 et 1.000 kVA
  121. 121. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 EXIGENCES de base CHU • Tenir compte de besoins énergétiques en évolution, suite notamment à l’extension de l’hôpital • Dimensionner l’installation en vue de maximiser la VAN  puissance élevée et taille de ballons importante pour limiter les démarrages • Prévoir dès le début une installation pouvant fonctionner en bicombustible: gaz naturel / gaz de bois
  122. 122. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 CONTRAINTES D’INTÉGRATION • Garantir une température de retour cogénération < 70°C dans un réseau initialement conçu avec des boucles de production de chaleur à débit constant  nécessité d’adapter le réseau et la régulation pour pouvoir travailler en débit variable. • Alimenter les 2 réseaux de consommateurs en simultané : nécessité de scinder la boucle de production de chaleur et d’alimenter les 2 réseaux en // et à débit variable.
  123. 123. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 EXIGENCES de base CHU (suite)
  124. 124. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 CONSÉQUENCES • Taille importante des ballons tampons : placement, tenue en pression, volume d’expansion important. • Reprise du volume d’expansion de l’ensemble du réseau : volume important, différence de hauteur importante  incidence sur la tenue en pression des ballons tampons.
  125. 125. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 CARACTÉRISTIQUES • Puissance électrique : 1000 kW (~700 kW au gaz de bois) • Puissance thermique: 1300 kW (~900 kW au gaz de bois) • Régime de température : 90/70°C • Rendement global : 87 % • Volume ballons tampons : 2 x 90 m³ • Etude : de 01/2010 à 09/2010 • Soumission : de 09/2010 à 05/2011 • Réalisation : de 05/2011 à 10/2011 • Mise en service : octobre 2011 • Temps de fonctionnement en 2012 : 5700 h, max 2 dém/j • Temps de fonctionnement en 2013 : 5120 h, max 2 dém/j • Temps de fonctionnement en 2014 : 4170 h, max 2 dém/j • Investissement : 1,3 M€
  126. 126. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 MONT GODINNE GREEN ENERGY (MGGE) CHU MONT GODINNE XYLOWATT 126
  127. 127. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 TECHNOLOGIE- MISSION- VISION TARGET MARKETS Section 1 127
  128. 128. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 128 The global concept & key players  Engineering  EPC  Industrial gases  On site operations
  129. 129. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 1. PYROLYSIS Heat is used to break down the fresh biomass into charcoal (fixed carbon – C) and into pyrolysis gas (a mixture of CO, H2 and hydrocarbonated chains - CnHm) between 200- 700°C. ChyOx > CnHmO + CHp 2. COMBUSTION Following a controlled intake of air, the pyrolysis gas is oxidized at a very high temperature (1,200°C) in order to crack the hydrocarbonated compounds produced in the pyrolysis zone. In addition to breaking down the products of the pyrolysis process, the oxygen allows CO2 and H2O to be produced. CHp + O2 > CO2 + H2O CnHmO + O2 > CO2 + H2O 3. REDUCTION The CO2 and H2O are reacting with the activated charcoal to produce a syngas principally composed of H2 and CO. CO2 + C > 2CO (reaction Boudouard) CO+ H2O > CO2 + H2 (shift) C + H2O > CO + H2 (water to gas) 129 Technology : 3-step full process control
  130. 130. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 130 We turn waste biomass into opportunities Waste biomass • Forest residues • TTCR • Waste wood • recycled • Railway tiles • CCA • Agro residues • Rice husks • Cotton stalks • Sewage Sludge |Cost+ Renewable energy needs 1. CHP 2. Industry To
  131. 131. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Syngas characteristics during production CO2 CH4 LHV H2 CO 6h operation chart, on syngas components 131
  132. 132. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Flexible and modular Aero and Oxy gasification units 02 NOTAR950 Cogeneration 320 kWe and 575 kWth NOTAR2000 Cogeneration 730 kWe and 1300 kWth OXY-NOTAR Syngas industrial Cogeneration 4000 kW gaz 1400 kWe et 2200 kWth Under development 2015-2016 kWe = Nominal power ouput CHP kWth = Total heat available (CHP + GCU) 132
  133. 133. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 REFERENCES PROJECTS Section 2 133
  134. 134. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Tournai – Swimming-pool heated by wood energy Project Key Data Location Tournai (Belgium) Industry Public community Application Combined Heat & Power (CHP) for swimming-pool heat/light CHP Engine MTU-G 12V 183T Xylowatt equipment NOTAR®1000 gasifier Feedstock Wood chips (city council landscaping + willow coppice) Owner City of Tournai Remarks Commissioned 2009 134
  135. 135. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 135 Glass bottle plant in France – Clean syngas out of vineyards residues, feeding an industrial kiln . Project Key Data Location Epernay (France) Industry Glass manufacturing Application Direct use of syngas for substitution in industrial process Xylowatt equipment NOTAR®1000 gasifier Feedstock Wood chips (vineyards pruning residues) Owner Worldwide glass industry player Remarks Commissioned Q1-2015 after 1 year test in Paris for glass kiln simulations
  136. 136. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 VERALLIA project overview NOTAR Gasifier + GCU O2 tank Biomass dryer syngas buffer tank before injection in kiln Biomass storage Gas vent & gas burner Biochar & condensates 136
  137. 137. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 137 Mont-Godinne – First Belgian Hospital with 70% renewable energy (2016) Project Key Data Location Mont Godinne (Belgium) Industry Medical (hospital) Application Combined Heat & Power (CHP) for hospital energy consumption CHP Engine Jenbacher GE320 GS Xylowatt equipment NOTAR®2000 Feedstock Recycled wood chips (grade B biomass) Owner Special Purpose Vehicle Remarks Under construction 2015. Commissioning 2016
  138. 138. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 ORIGINE ET MONTAGE DU PROJET Section 3 138
  139. 139. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Origine du projet 139  Rencontre entre XYLOWATT et service technique de l’hôpital en 2009  Volonté de l’hôpital de développer les Energies Renouvelables,  Intégration du projet de cogénération par gazéification de biomasse dans le projet de cogénération développé par 3J Consult .  Décision des Cliniques Mont-Godinne d’intégrer les spécifications du syngas pour l’appel d’offre du groupe de cogénération  Moteur doit être bicombustible (100% GN, 100% syngas, mixte GN/syngas),  Marché de fourniture du groupe de cogénération confié à Cofely Services par les Cliniques  Signature des contrats entre xW et les Cliniques Mont-Godinne fin 2010  Implication des Cliniques limitée à l’achat du syngas  Contrat de vente du syngas  Prix du GN – incentive pour les Cliniques,  Les Certificats Verts liés au fonctionnement GN restent aux Cliniques,  Les Certificats Verts générés par le fonctionnement au syngas vont vers xW
  140. 140. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Structuration du projet 140  Contraintes réglementaires liées à la production d’électricité: impossibilité/difficulté pour une société dédicacée de vendre de l’électricité en direct (notion de producteur d’électricité et des lignes directes)  Souhaits et exigences des Cliniques: volonté de ne pas être impliquée dans l’unité de production du syngas,  Obligation de créer une SPV (Special Purpose vehicle) pour financer et exploiter la production de syngas  Nécessité de découpler la production de syngas et l’unité de cogénération C l i n i q u e S P V
  141. 141. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 141 Validation des hypothèses 3J Consult (1)  Fonctionnement de la Cogen au GN en hivers
  142. 142. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 142 Validation des hypothèses 3J Consult (2)  Fonctionnement de la Cogen au GN en intersaison
  143. 143. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 143 Validation des hypothèses 3J Consult (3)  Fonctionnement de la Cogen au GN en été
  144. 144. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 144 Monotone de consommation thermique des cliniques liée à la cogénération
  145. 145. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Montage du projet 145  Aspects règlementaires – autorisation d’exploiter o  Rubrique RW non adaptée à la production de syngas  Rubrique 40.20.01 – production et distribution de produit gazeux (obligation d’étude d’incidence + rubrique ancienne liée à la production du gaz de ville),  Rubrique 90.24.01 – incinération déchets non dangereux (absence d’étude d’incidence et en phase avec positionnement de xW (Waste to Clean Gas),  Choix de la rubrique 90.24.01  Demande initiale de permis sur bois naturel,  Volonté de faire évoluer le permis après mise en service vers utilisation bois B.  Montage financier o  difficulté de trouver les financements pour technologies émergentes  Montant à financer est de 3,8 M€,  Constitution d’une SPV filiale à 100% de xW au capital de 1 M€ (volonté à terme d’ouvrir le capital)  Recours aux aides à l’investissement classiques de la RW,  Financement bancaire pour le solde
  146. 146. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 LE PROJET MONT GODINNE GREEN ENERGY (MGGE) AUJOURD’HUI Section 4 146
  147. 147. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 147 Implantation du projet sur le site des cliniques
  148. 148. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 148 Travaux de génie civil en cours
  149. 149. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 149 Visuel aux termes des travaux
  150. 150. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 150 Equipements existants
  151. 151. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Synthèse du projet 151  Travaux de génie civil  en cours  Design et construction du module de gazéification  en cours (partenariat CMI / xW),  Couplage module de gazéification / groupe de cogénération  aspects pratiques en cours avec les Cliniques / Cofely / xW,  Difficultés liées à une première réalisation dans secteur hospitalier  Financement   Permis d’exploiter   Montage société dédicacée   Objectif de mise en service  2ème semestre de 2016  Optimalisation possible  1/ production combinée de chaleur de froid, 2/ utilisation partielle d’une partie des déchets hospitaliers comme source d’énergie primaire  Secteur hospitalier  bien en phase avec intérêt projet cogénération par gazéification biomasse
  152. 152. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 Contact 152 • Frédéric Dalimier • Mobile: +32 477 99 87 90 • dalimier@xylowatt.com
  153. 153. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 I N S TA L L AT I O N D E C O G É N É R AT I O N D E L ' H Ô P I TA L D E M O N T - G O D I N N E Questions-réponses & débat 153
  154. 154. R e n c o n t r e a v e c l e s i n s t i t u t i o n s d e s o i n s – 11 s e p t e m b r e 2 0 1 5 M E R C I P O U R V O T R E AT T E N T I O N ! Un lunch est a votre disposition. 154 Avec le soutien de

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