SlideShare une entreprise Scribd logo
La situation du bénévolat
en France en 2010

Etude menée par France Bénévolat
àp ri du ee q êed lF P
  at ’n n u t e ’ O ,
    r              I
grâce au partenariat du Crédit Mutuel




                                        1
I- Pourquoi cette étude
France Bénévolat a pour mission, depuis sa création en 2003, le développement du bénévolat associatif. La
n tr mê d c t mi i p r l n c si d n a a s f ed lv l i d b n v l e Fa c , t
 aue me e et s o ot a é e sé ’ e n l e i e ’ o t n u é é o t n rn e e
                   e sn          e           t u         y n          é uo              a
d n l me ued p sied n c mp ri nde d n é sf n a e a e c lsd ursp y. o n îe
 a s a s r u o s l ’ e o aa o
                       b u               s       s o n e r ç i s v c ee ’ t
                                                            a s             l a e a s C n at           r
l p ya e d b n v l a j r’ i l tu d n a e n e Fa c ,a s q e p s pé i me tl
e a s g u é é o t u ud u e a x ’ g g me t n rn e i i u l rc é n e
                      a     o h,                e                         n         u       s           s
d n é s c n en n ln a e n d frn i d s j n s d s a t o d s rt i s s n a tn
 o n e o c ra t ’ g g me t i e c
                      e               fé     é e e e , e cf u e er t
                                                       u               is            a é o t ua t
dnomai s t s ln e l d s c u a s c t
 ’fr t n ui à ’ s mb u e t r so i i
 i       o     le    e        e       e          af .

E o t e s r ntu a t p n d n l s u i ep u o me ue d n l d rel a t e a t n d
 n ur t u u o t ur l , a s e o c d o v i s rr a s a ué ’ c d s co s e
       e                    e a                       r                i
                                                                       mp       i
po t nd b n v l e t pi sp r’ s c t na n e un t n lie t aue q eFa c B n v l
 rmoi u é é o t nr r e a lso i i u i a ai a l s n trl u rn e é é o t
       o              a      e s        a    ao      v      o ,                     a
souhaite réaliser une étude régulière deln a e n b n v l C t n c si ad i uséérp e ep r
                                        ’ g g me t é é o . et é e sé ’l r t a p l a
                                        e               e    e     t  ale        é
l C mi d v l t nd Fa c B n v l d n s nrp ot n u l 0 9
e o t ’ a ai e rn e é é o t a s o a p ra n e 2 0 .
        é E u o                         a

O ,l ’ iep s p r i us d n u tsrg lrss rets a s c t d ma i eg n rl e s re
 r in x t a , a al r, ’ q êe é uèe u l i u so i i e n r é éa , t u l
      es               l e     e             i        s      af      è        e
b n v l e p rc lr L sd n é sa tee n a c sie s r e q e t n rsotn d n u tse
 é é o t n atue. e o n e c lme t ce s l u c s u so s e s r t ’ q êe t
      a         i i                   ul             bs          i       e    e
d td s o c ee :
 ’ u e p n t ls
 é          ul
   - L td d eIS E2 0 , u p u a j r’ i o n ri àd se t t n ras e p r orco s
       ’ u e i N E 0 2 q i e t u ud u d n e lu e smai s é lé s a c r t n
       é       t                         o h          e       i o      i         ei
      annuelles en fonction des rai s ’ s c t n
                               cé t n d so i i s
                                   o     a     ao
   - Les travaux réalisés par le laboratoire d c n mi d l S ro n s u l d e t n d Vv n
                                              ’ o o e e a ob n e o s a i co e ia e
                                              é                         r i       i
      Tchernonog.


Du ema i eg n rl c s td s t
 ’n   n r é éa , e éu e e travaux ne permettent :
       è       e

    -   n d n l e d s v l i s e oee c n en n ln a ement bénévole
         i ’ a s r e é o t n tmp rls o c ra te g g
           a y          uo        l          ’

    -   ni de faire des comparaisons internationales fiables.

Pu p rc lrme t i e ti o s l a rg r d s d n é s d p n l ,d n l e d fç n f e
 ls atuèe n, l s mp sie u e ad e o n e i o ie
       i i                  b                   s b s ’ a sr e ao i
                                                         a y            n
d v nu ln u e u c mp r me t :
 ’ e te o v a x o ot ns
 é     s              e

    -   La crise a-t-elle pour impact une évolution de ln a e n a s c t e Fa c ,
                                                       ’ g g me t so i i n rn e
                                                       e             af

    -   Q e s n l c mp r me t d se n s natned mp i
         u l o t s o ot ns e j e e t t ’ l,
           s    e       e         u      e   e o

    -   Quels sont les comportements des « papy boomers » à leur entrée en retraite,

    -   L rc l elg d l rt i a r-t-i e c n é u n e s r’ g g me t e retraités,
         e e u d ’ e e a er t ua l s o s q e c s u ln a e n d s
                 â        ae       d                 e

    -   Quels sont les effets des politiques de « Responsabilité Sociale »s r’ g g me t e s l i ….
                                                                           u ln a e n d s a r s
                                                                             e              aé

Fa c B n v l d p s d p i p s usa n e d n l e s c l i e q atte gâ eàd séu e ,
 rn e é é o t i o e e u l i r n é s ’ a s s o io q s u l i s rc
           a s         s ue           a y       ogu       i v
                                                           a        e td s
menées :

soit par ses observations de terrain,

s i ut v r d s e x n u ts ’ io c n u e d fç nrc r nep r e h rh s t od ré :
 o a r es e d u e q êe d p i o d i s e a o é ur t a R c ec e e S lai s
  t   a                   onn       t            e                  i t

        -   « ORA » : « Opinion des Responsables Associatifs » ;




Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés             2
1
           -   « BOB »: « B rmèr d l p i d B n v l
                           ao t e ’ io e é é o s
                               e   O nn          e

Néanmoins, cette démarche est exclusiv me t u l te e n p ot p sd rp n ea b s i d d n é s
                                         e n q at i , t ’ p r a e é o s u e o e o n e
                                                i v
                                                a       a    e               n
quantitatives globales évoqué plus haut.

U el g d mac e mo i a t en mbe xa tusp bc e i t t n e a tu d npo t ’ q êe
  n a e é rh , bi n d o ru c r u ls tn i i n l uo r ’ rj d n u t
     r                     ls                       e         i       st o s
                                                                       u     u e e
INSEE, est en cours, qui portera sur le tissu associatif dans son ensemble.

France Bénévolat a souhaité, de manière indépendante et complémentaire, prendre une initiative propre
p r n s é i u me t t xl i me t u l b n v l . f d p r telts t nl p sp rn ned s
 ot t p ci e n e e c s e n s re é é o tAi e emet ’ i ai a l et e t e
   a       fq              uv                    a     n         r ul o i          u       i
résu as c t e q êed vaêr rn u e eàu rtmeb n a àlu ed sp y d rfrn ec mmel
    l t et n u t e r t e o v l
    t , e                     e        é     ny h     i n l ’ n e a s e éée c o
                                                       e , a                                        e
C n d e l S i e q io t c t g r d ts ’ t p r r ns
  a a a t u s , u s n à e é ad oé d ui ef ma t
         a s                                o l s    o      .


Ce t rc àu d u l p r n r td C é iMuu l t elF P q eFa c B
 ’s gâ e n o be at ai , u rdt te e d ’ O , u rn e énévolat a pu mener
                              e a                            I
cette étude sur la situation du bénévolat en France en 2010.

N u lsrmeco st sc ae ru e n p u lu i l aind n c t éu editrt é éa, qui
 o s e e rin r h lue s me t o re rmpi t
                       è                         c o a s et td ’ éê g n rl
                                                                  e         n
sera mise à disposition de l’n e l d s ce r s o it et de ses parties prenantes.
                            e s mbe u e tu a s caif




1
    Voir les publications régulières annuelles, depuis 2004, dites « La France Bénévole »

Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés          3
II- La méthode utilisée

        1. Un cahier des charges et une mise en concurrence :
En amont, France Bénévolat a e pi c i me te o j t v é p r’ q êeet les précautions qui lui
                              xr mé lr n l b cf i s a ln u t
                                       ae        s ei s  s       e
paraissaient indispensables.
Q ar e t pi s ’ q êe d p i o t t c n u é s t c o f a aééefc ée fv u d l O
 u t nr r e d n u ts ’ io n éé o s l e e l h i i l t f t n a e r e ’ P
      e    e s       e        onn                t      e     xn   eu            IF

     2. La méthode de q êe:
                    ’n u t
V in t tc n u d l O c
 o oe e h i e e ’ P i
  r        q      IF   -dessous :




Enquête sur le bénévolat réalisée pour France Bénévolat

Note technique



    Méthodologie : Cette étude a été menée dans le cadre de l
                                                             ’OMC WIln u t mu i
                                                                 A ,’ q êe l
                                                                    e        t-clients de
     l
     ’IFOP, réalisée chaque semaine en ligne et auto-a mis é a pè d n é h ni n n t n l
                                                      d n t e u rs ’
                                                           ir        u c a to ai a
                                                                            ll       o
     rpé e tt dn id s g s e1 a s t l .
     e rs nai ’d i â é d 5 n e p s
                f i vu                      u

    L c a to aéés u tr s l l méthode des quotas (sexe, âge, profession du chef de ménage
      ’ h ni n t t c é e n a
       é      ll  r u     o
     et région).



    Echantillon : L si omai so t t rc elsa pè d né h ni nd 2107 individus âgés de
                    e n r t n n éé e u ie u rs ’ c a to e
                       f   o            l
                                        i       u      l
                                                       l
     15ans et plus.



    Dates de terrain : Les interviews se sont déroulées du mardi 15 au jeudi 17 juin 2010 et du mardi
     22 au jeudi 24 juin 2010.



       3. Le questionnaire de q êe:
                            ’n u t

Le questionnaire présenté en annexe aééé b r p r rn eB n v l , v clp u d R c ec e e
                                         t l oé a Fa c é é o ta e ’ p i e e h rh s t
                                             a                       a        a
Solidarités, lv tc n u d l O
             ’ i e h i e e ’ Pet la participation du Crédit Mutuel. Les lecteurs remarqueront que le
             as       q      I
                             F
terme « bénévolat »ne ta i uis , a o n nc mpi, ou sujet à interprétation. Seuls des mots
                      ’s jmas tié c r u o o r
                                  l                     s
courants, précis et compréhensibles ont été utilisés.


Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés           4
4. L méh d de t p lt n
           a to e ’xr oai
                      a    o

Il faut préciser ici q el c i e pé e ts o t rs l t ’ ee t p l i d s o n e d ln u t (o
                      u e h f s rs né s n l é u a d n x a o t n e d n é s e ’ q êe V i
                         s f    r                   e       t u          r ao                         e   r
méthode ci-dessus) à partir des 2107 réponses obtenues. Par ailleurs, on parlera fréquemment de « taux
d n a e n » : cette notion utilisée couramment par France Bénévolat est le pourcentage de personnes
  ’ g g me t
   e
e g g e p ra p ràl ttl d l p p l i c n en e P u ltd , e tu o t t c l l àp rr
  n a é s a rp ot a oat e a o u t n o c ré . o r’ u e c s a x n éé a u s at
                                  ié             ao                       é                           cé  i
d srp n a t lc a to d 2 0 p ro n séa t o s éé c mmerpé e tt N u n v n p
  e é o d ns ’ h ni n e 1 7 es n e tn c n i r o
                   ,é      ll                                      d               e rs nai o s ’ o s as
                                                                                              f.        a
poussé les tris croisés très loin pour éviter des échantillons insuffisants sur certaines catégories.

Les chiffres globaux sont rapportés aux Français de 15 ans et plus (chiffres arrondis aux 100 000
supérieurs).
Parfois, les données et analyses portent u ln e l d sfr sd b n v l ; sur certains paramètres,
                                        s r’ s mb e ome e é é o t
                                             e       e                   a
nous nous sommes focalisés sur le seul bénévolat associatif




Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés               5
III- Les principaux résultats et commentaires
L b cf i p r rn eB n v l a t v r d c t éu ee t ed n e d s éléments sur les grandes
 ’ j t v é a Fa c é é o t u r es e et td s d o n r e
  oei s                          a       a           e
tendances de la situation quantitative du bénévolat. Aussi avons-nous choisi de donner ici des résultats
g b u , nl tn l pé e tt nd n l e co é s
 l a x e i a t rs nai ’ a s s ri e .
  o        mi a               o a y            s

Certaines organisations ou institutions peuvent néanmoins souhaiter des analyses plus fines, en fonction de
l r c nrsdnéê.l o se t o s l àl d ma d , efi d sa a s sco é srp n a t c
e s et
 u        e ’trtIn u s p sie a e n e d a e e n l e ri e é o d n à e
                i                        b,                         r       y        s
besoin, sous réserve que les échantillons concernés soient suffisants.

Comme on le constatera, les résultats sont de trois ordres :
C r i v n e t o fme d stn a c sd j c n u s ma éa lsp r e d n é sa c n e q ’
 et n i n n c ni r e e d n e é o n e , i tbe a d s o n e n i n s ul
    as e                r                       à              s      i            e   is
actualisent
C r i maq e t e é o t n d tn a c , urmetn e c u ed si e rç e q i s ucn v i t
 et n
    a s ru n d s v l i s e e d n e o e t t n a s e d s e u s u j q ’i ’ a n
                           uo                             e                é     u i a e
pas été étayées par des données précises
Certains constituent des connaissances véritablement nouvelles sur le bénévolat.




       1. Combien de bénévoles ?

                                   Total        Dans une      Dans une       Donnent du       En % de la
                                                association   autre          temps à autrui   population
                                                              organisation   directement      de15 ans et
                                                                                              plus


       Engagés actuellement        18 300 000   11 300 000    4 500 000      7 400 000        36%


       Ont donné auparavant mais   10 000 000   5 500 000     2 800 000      3 600 000        20%
       plus maintenant


       Ne donnent pas de temps     21 800 000                                                 44%


       Total français plus de 15   50 100 000                                                 100%
       ans


       (Attention :l rp n a t p u e ta o p s us fr s d n a e n ; il ne faut donc pas additionner les 3 formes
                   e é o d ns e v n v i l i r ome ’ g g me t
                    s                   r ue          e
       d n a e n p u o tn l ttl d s é é o s S r eti s u so s i a a d n p sil d rp n e mu
        ’ g g me t o r be i a oat e b n v l . u c r n q e t n , y v i o c o s ié e é o s s ltiples)
         e                 r     ié         e      ae      i   l      t          bit



                Commentaires :

On peut noter que les données qui portent sur la quantification des bénévoles par grand type
de g g me t e a s cain d n da t stp sdog ns t n o b n v lt epo i t)s n
 ’n a e n (n s o it , a s ’ur y e ’ra iai s u é é oa d rxmi , o t
                         o            e                    o                         é
véritablement nouvelles.

Quelques prc i ss rad f i nrtn ep u l b n v l d n d ursog n ai se l b n v l d
            é io u l éit ee u o re é é o t a s ’ t
              sn       nio                  a      a e ra i t n te é é o t e
                                                           s o            a
proximité :


Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés                        6
-   P u l b n v l d n d urst e d ra i t n q el a s c t n :le ru eln a e n
         o re é é o t a s ’ t y s ’ g n ai s u e so i i s i go p ’ g g me t
                         a          a e p         o     s o           s        ao     r        e
        syndical, politique ainsi que le bénévolat dans des organisations religieuses
    -   Pour le bénévolat de proximité : il est aussi appelé bénévolat direct ou informel ; il comprend le
        bénévolat réalisé dans le cadre des voisins, du quartier, des amis, mais exclut néanmoins le
        bénévolat réalisé dans le cadre familial

A notre connaissance (voir www.francebenevolat.org/documents rubrique « Le bénévolat ailleurs »), seuls la
Suisse et le Canada disposent régulièrement de données aussi complètes.


Quelques commentaires sur les chiffres eux-mêmes :
   - le chiffre global des bénévoles associatifs ici établi, soit 11 300 000, serait légèrement inférieur aux
      chiffres des études précédentes :
           o d lrr d 1 mio s e n«Insee 2002 »,
                e ’ de e 2 l n s l
                   o            li      o
           o 14.8 millions selonltd C R / ts .
                                 ’ u e N SMai e
                                 é                 s

        L tu mo e d n a e n b n v l d sFa ç i d p sd 1 a sd n l a s c t n s ri
          e a x y n ’ g g me t é é o e rn a e l e 5 n a s e so i i s ea
                          e                    e            s      u                   s         ao         t
        ainsi de 22,6% ;
    -   le bénévolat non associatif est du même ordre de grandeur que le bénévolat associatif ; les 2/3 de ce
        bénévolat non ass c t s x re d n l b n v l d po i t. ’ ded ga d u d b n v l
                           o i i ’ ec nt a s e é é o t e rx é L rr e rn e r u é é o t
                              af e                         a          mi o                                 a
        non associatif, et plus particulièrement de proximité, est ainsi beaucoup plus important que ne le
        s p o a n l e t t n fi su q ’i
          u p s i t s smai s a e j uc
                  e e      i o         t s i.
    -   pour chaque forme de bénévolat, se retrouve un même ordre de grandeur des personnes disant avoir
        eu un engagement mais avoir arrêté :
            o 48% pour le bénévolat associatif
            o 6 % p u l b n v l d n d urs ra i t n
                  2 o re é é o t a s ’ t og n ai s
                                     a        a e         s o
            o 48% dans le bénévolat de proximité
    -   Nous analyserons plus loin le ri n d c t r t i i u l c n i n d nn u e e g g me t
                                      s a o s e e ar a sq e e o d i s ’ o v l n a e n.
                                          s            ê n            s     to    u



        2. Les bénévoles associatifs, rythmes et temps passés :

        Donnent du temps…                                 En nombre        En pourcentage


        A u ep r d pé i d ln é o àlca i
           n éi e rc e e ’ n e u ’ c s n 2 300 000
                o      s     a        o  o                                 20%
        d n é è e n,q e u s h ue o quelques
         ’
         u v n me t u l e e rs u
                          q
        j r p r n e p s o t ul gd ln é
        o s a a , t a tu a o e ‘ n e
         u                    n   a


        T u a l gd ln é
         o t uo e’ n e
               n   a                                      9 000 000        80%

        D n…
         ot

               …quelques heures chaque mois, tout au           2 800 000         25%
               l gd ln é , nfn t nd lcvéd
               on e ‘ n e e o c o e ’ ti e
                      a             i     a it
               lso i i
               ’ sc tn
               a     ao


               quelques heures chaque semaine tout au          4 200 000         37%
               l gd ln é , nfn t nd lcvéd
               on e ‘ n e e o c o e ’ ti e
                       a             i     a it
               lso i i
               ’ sc tn
                a     ao


               un jour ou plus par semaine tout au long        2 000 000         18 %
               d ln é ,e fn t n d lcvé d
                e ‘ n e n o co e ’ ti e
                    a               i        a it
               lso i i
               ’ sc tn
                a     ao


Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés                  7
       Commentaires:
Sur 11 300 000 bénévoles associatifs, 9 000 000 soit 80% se disent engagés de manière régulière. Ce chiffre
est important et relance le débat sur « bénévoles réguliers » et « bénévoles occasionnels » ainsi que sur le
n e ud n a e n.
 i a ’ g g me t
 v      e

Le débat au sein du monde associatif autour de la définition de « bénévole régulier » et « bénévole
occasionnel »e t ema e t L d f i n q i v iéé a o te p rln u t «Insee 2002 » considérait
               s p r n n. a éit      n i u a a t d pé a ’ q êe
                                       o           t                    e
comme « réguliers » les bénévoles exerçant leur bénévolat pendant plus de 2 heures par semaine.

France Bénévolat propose une définition moins restrictive sur la durée hebdomadaire, considérant que
certains bénévolat sont réguliers, chaque semaine, sans néanmoins occuper deux heures ; un exemple peut
e êr l b n v l d s éu i t d l F V: chaque étudiant accompagne un enfant sur un rythme
 n t e é é o t e td ns e ’ E
       e            a            a         A
hebdomadaire, mais moins de deux heures par semaine.

Al v re c r i b n v l d T l h np u e t t e t me n i e t, nn mbed e rs s r n
   ’ es , et n é é o s u é to e v n êr x ê me tn ss e o r ’ ue , u u e
    i
    n            as  e    é             e r        v i          h
très courte période.

Ce t e n c srpé e tt n q ’ e t o rmme t v n é q ’ ya ri5000 000 de bénévoles dits
  ’ s l e e rs nai s ul s c ua
    s     o                   o      i                 n a a c ul ua
                                                                i   t
« réguliers » et 7 000 000 de bénévoles dits « occasionnels ».

Le q êeIO idq eq el ga d maoi d sb n v lsa s cai , ot 0 se t e g g e
 ’n u t F P n iu u a rn e jré e é é oe s o its s i8 %, ’si
                            t                  f            me n a é
de façon régulière.

Remarques complémentaires :
 Is rib né i mme tnée s n d v ides données sur le temps moyen passé dans le bénévolat
    l ea i v e
         t e        d     n i rsa t ’ o
                              t            a r
   pour estimer globalement une idée du « volume temps » engagé par les 11 300 000 bénévoles
   associatifs. Nous avons néanmoins renoncé à cette question, u s v riincompatible avec la méthode
                                                                  q i ’ éa
                                                                       a     t
   d n u t. En effet, la méthode de déclaratif spontané utilisée entraîne une sous-évaluation régulière du
     ’ q êe
     e
   temps passé. Aussi, pour avoir une réponse fiable à ce type de question, il aurait fallu prévoir une
   enquête avec des interviews individuelles, en aidant le cas échéant les bénévoles à faire une estimation.
 on peut estimer que le « noyau dur » du fonctionnement associatif, ’ t  cse -à-dire les bénévoles investis
   pendant un jour ou plus par s ma e tu a l g d ln é ,repose sur environ 2 000 000 de
                                    e i ot u o
                                         n               n e ‘ nea
   personnes. Il faut néanmoins nuancer en notant que ce noyau dur ne peut donner sa pleine efficacité que
   p r’ p rd p s e9000 000 de bénévoles réguliers ou occasionnels.
     a lp ot e l d
       a            u



       3. Les bénévoles associatifs, mono ou pluri engagement :

         E ggs
          n a é…                         En nombre                         En pourcentage


         …d une seule association
           ans                           6 650 000                         59%


         …d plusieurs associations
           ans                           4 650 000                         41 %



              Commentaires :

Un pourcentage important de bénévoles est engagé dans plusieurs associations (non compris le fait que
certains sont également engagés dans une organisation non associative ou font du bénévolat direct). Ces


Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés                 8
résultats recoupent les enquêtes précédentes et confirment que beaucoup de bénévoles sont « multi
cartes ».

       4. Les bénévoe ,’n a e n s lnl s x
                    ls l g g me t eo e e e:
                        e


       Personnes engagées                 En valeur                       T u de g g me t
                                                                           a x ’n a e n


       total                              18 300 000                      36%


       Femmes                             9 900 050                       38%


       Hommes                             8 400 050                       35 %



                  Commentaires :

Les femmes sont légèrement plus engagées que les hommes, essentiellement par une différence plus
marquée dans le bénévolat de proximité. On peut noter que pour le seul bénévolat associatif, le taux
d n a e n e t u s n l mê p u l fmme e p u l h mme (2 p u l fmme e 2 %
 ’ g g me t s q a i te me o re e
 e                  me                   s       s t o re os        s 2 % o re e s         s t3
pour les hommes).

En observant plus particulièe n l tn a c s ’ g g me t o
                            rme t s e d n e d n a e n h mme / mme p r e tus so i i, n
                                    e             e                 sef      s a sc r asc t o
                                                                                        e          af s
rt u emo sd s roy e q ’ tn u A t ed x mp , o r ns c u s c lai t q ’ i g e
 er v
   o         i e t é t s u t d . i ’ e l p u u e t r o i/ rai u n ma i
             n       é      p      ae         t e
                                               r        e                e        ac t f o               n
majoritairement féminin, on trouve 54% de bénévoles hommes, alors que le secteur sportif est animé par 41%
d fmme , l s meq ’ i g ea u et s ot ma réd o
 ee        s a r mê
              o           u n ma i ri n r fr
                            o       n t       è     e j i ’ mme .
                                                        ot h           s

N a mo s e rs l t s n àpe dea e pé a t n e ri nd l l t d lc a to a a s .
 é n i c s é u as o t rn r v c rc ui , n a o e a i e e ’ h ni n n l é
      n       t                       o     s      mi    é     l
                                                               l    y

       5. Les bénévoles, letu de g g me t ar tranches dâges :
                           a x ’n a e n p              ’


       Personnes engagées                 En valeur                       T u de g g me t
                                                                           a x ’n a e n


       total                              18 300 000                      36%


       Moins de 35 ans                    4 300 000                       27%


       35 ans et plus                     13 900 000                      41 %




Analyse plus fine par tranche de dix ans e p romede g g me t
                                          t a fr  ’n a e n :


       Ta c e dâ e
        rn h s ’g s                 T u de g g
                                     a x ’n a ement global (3    Bénévolat associatif   Bénévolat de
                                    formes confondues)                                  proximité


       Moyenne générale             36%                          23%                    15%


       15/24 ans                    29%                          16%                    11%




Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés                   9
25/34 ans                    25%                           15%                   11%


       35/49 ans                    30%                           17%                   13%


       50/64 ans                    45%                           26%                   13%


       Plus de 65 ans               51%                           38%                   16%



Ces données, établissant d s df rn e s n ils d tu de g g me tselon les différentes
                              e iée c s e sbe e a x ’n a e n
                                     f
t n h sdâ e , ru n u eé ouins n il p r a p ra xrs l t dIS E2 02.
r c e ’g s maq e t n v lt
 a                                      o e sbe a rp ot u é ut s ’ E 0       a      N
 l mo sd 2 a spé e tn u tu d n a e n l èe n i éi rà l mo e n n t n l
    e s i e 5 n rs ne t n a x ’ g g me té rme tn r u
           n                                     e              g            fe         a y n e ai a .  o e
    N a mo s rp e n q e ln a e n d mar à 1 a se n n à 1 a s la tranche des 15-18
     é n i , a p l s u ’ g g me t é r
             n         o          e                    e    5 n to              8 n;
    pé e t va e l l n u tu d n a e n i éi r l t n h d s 8 ans.
     rs ne ri mb b me t n a x ’ g g me t fr u à a r c e e 1 -24
                s      ae                 e             n e           a
 C tu d n a e n b i ee c r l èe n s rat n h s i ne d s2
     e a x ’ g g me t a s n oe é rme t u l r c e u a t, e 5-34 ans. Cette baisse
              e               s             g                  a         v
    e t neft rb b d l s ro poe s n eee d d b t el v fmi l
     s u f po a l e ’ et n rfsi n l t u é u d a i a l e
             e         e     i i
                             n               o l                         e       i .
                                                                                 a
 Iyae s i u ea g nai d tu d n a e n p u l a t d mi ud l p rmi (5
    l      n u e n u me tt n u a x ’ g g me t o re cf u l
               t                  o            e                    s i   s         i e a ya d 3 -49
                                                                                     e               e
    a s. O p u i g e q ’ rs l fr mo i
     n ) n e t ma i r u pè a ot
                          n        a             e     bisation personnelle autour du début de la vie
                                                         l
    professionnelle et de la naissance des enfants, les individus se rendent davantage disponibles à un
    engagement de solidarité.
 L tu d n a e n a g net ss n ie n (1 p i s s rat n h d g s ivante (50-64
     e a x ’ g g me t u me t r e s l
              e                         è        b me t + 5 o t u l r c e ’ e u
                                                                  n)             a       â
    ans) et prend encore 5 points au-d su d 6 a s (1 .L e c r,o p u e t rq ’ e
                                           e s s e 5 n 5 %) à n oe n e t sme u n                i         u
    augmentation de la disponibilité personnelle entraîne une plus forte participation. Néanmoins, la tranche
    d g d s 5 /5a sméi ridêr a ay ée plus finement, car on sait que la sortie réelle du
     ’ e e 06 n
      â                       reat ’t n ls
                               t           e
    marché du travail, notamment par les préretraites, se situe autour de 58 ans actuellement.

Ce résultat pour les plus de 50 ans en général, et les plus de 65 ans en particulier, amène une information
tout à fait nouvelle,p i ul ti c n i r j q ’i u l tu d n a e n d s s n r n ti p s
                        u q ’ éa o s éé u uc q e e a x ’ g g me t e e i s ’ a a
                         s i       t      d      s i                  e                     o     é t
s n ie n p smp r n q el tu d n a e n d s urs rn h s ’ e
 es l b me t l i ot t u e a x ’ g g me t e a t t c e d g .
                 u       a                e                   e a          â
Cette enquête quantitative, bien évidemment, ne nous permet pas de trancher sur les raisons de cette
évolution :
-disponibilité ?
-effet de génération, avec les premières vagues de papy boomers ?
-eft ’ e?
  f dg
    e â
-eft ’ u ai
  f d d c t n?
    e é          o

Ce t des points qui devra être suivi de près par des enquêtes futures, pour examiner en particulier les
 ’ un
  s
c n é u n e d nrt i l tri elmp iu ln a e n b n v l
 o s q e c s ’ er t u ad d ’ l s r’ g g me t é é o .
             u    aps          f e o            e                   e

Si on regarde respectivement le bénévolat associatif et le bénévolat direct, on peut conclure sur les points
suivants :
            le bénévolat direct est quasi constant selonl t n h s ’ e ,
                                                           e r ce d g s
                                                            sa           â
            p r o t , ’s s reb n v lt s o it q elsdf rn e de g g me t eo ls
                 a c nr ce t u l é é oa a s cai u e iée c s ’n a e n s ln e
                        e                                   f            f
               t n h sdâ esont les plus accentuées.
                r c e ’g
                 a

Isa il du ec n lso importante pour le secteur associatif, qui devra savoir intégrer et utiliser
 l ’gtà ’n o cu in
cette information par rapport à la gestion de ses ressources humaines bénévoles.




Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés                 10
6. L sb n v lsa s cai ,’n a e n p r e tus:
            e é é oe s o its l g g me t a s ce r
                            f e


       Secteurs associatifs                      Nombre de bénévoles engagés   En % du nb de bénévoles
                                                                               associatifs


       Social, caritatif                         3 500 000                     31%


       sportif                                   2 500 000                     22%


       loisirs                                   2 400 000                     21%


       culture                                   2 100 000                     19%


       Jeunesse éducation populaire              1 500 000                     13%


       Formation,          emploi,   insertion   850 000                       8%
       économique


       Associations de défense (des droits,      750 000                       7%
       des causes)


       environnement                             700 000                       6%


       autres                                    1 900 000                     17%


          NB : p sil d n a e nsmu ie , ’ u ttl u éi r un mbed c r d b n v l
                o s ié ’ g g me t
                   bi e
                     t            l l d ù n oa s p r u a o r é l é e é é o s
                                  t s o
                                   p                e          a          e
associatifs.


                 Commentaire :
Il serait intéressant, pour les secteurs les plus intégrés, de voir si ces chiffres se recoupent avec les données
dont ils disposent en interne.

Rappelons également ici :
            Que cette enquête repose sur des données déclaratives
            que la distinction sectorielle est parfois délicate. Exemple : la distinction entre loisirs et culture
              est parfois difficile à établir.



        7. L’n a e n s lnl staing o rp iu
            e g g me t eo a i t
                             u o é ga hq e:

Engagement des 18 300 0 0b n v l e fn t nd l ré i d a i t n
                       0 é é o s n o co e e rg n ’ b ai
                               e      i     u   o h to


         région                                                   Nombre de bénévoles engagés


         France entière                                           36%


         Ile de France                                            35%


         Nord Est                                                 32%


Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés                        11
Nord Ouest                                      36%


         Sud Ouest                                       45%


         Sud Est                                         39%




S o rg rel tu d n a e n e fn t nd s aé oi d c mmu e d a i t n:
 i n e ad e a x ’ g g me t n o co e c tg r s e o
                e               i         e      n s ’ b ai
                                                     h to


         Taille de la commune                            Nombre de bénévoles engagés


         France entière                                  36%


         Communes < 100 000 habitants                    39%


         Communes > 100 000 habitants                    34%




               Commentaires :
N u n d p s n d u u e d n é n u p r t n d met d s h p tè e s rl ri n d s
  o s e i o o s ’ c n o n e o s emet t ’ te e y oh s s u e a o s e
             s           a             a é  r                  s s
différences entre les grandes régions.

Il serait en tout état de cause utile, ultérieurement, de croiser ces résultats avec les travaux de Recherches &
Solidarités sur les taux de création associatives par régions et les estimations sur la densité du tissu
associatif.

S r na t rg t ,al èec r l i , é ai , nr tu d n a e n e d n i d p p l i n
 u u ur e ir l é r or a o n g te e t a x ’ g g me t t e sé e o u t n e
          e      se        g         é tn           v      e        e                 t         ao
nous semble pas surprenante, et peut être liée à la conjonction de deux facteurs :
  Moindre disponibilité due aux temps de transport dans les communes de plus de 100 000 habitants
  Solidarité de proximité plus traditionnelle dans les communes de moins de 100 000 habitants

        8. Le g g me t
            ’n a e n selon le niveau de formation :

Q e t np s eàl
 u so o é ’
    i        ensemble des 18 300 000 bénévoles


         Niveau de formation                             Nombre de bénévoles engagés


         Tous niveaux confondus                          36%


         Sans diplôme ou inférieur au bac                30%


         Niveau bac                                      39%


         Dp med ln e n me t u éi r
          iô
           l   e’ s i e n s p r u
                e g            e                         39%




                  Commentaires :

Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés                     12
Il y aurait une légère c r l i e t l n e ud fr t ne l tu d n a e n, mais les différences
                        or a o nr e i a e omai te a x ’ g g me t
                          é tn      e   v           o           e
sont assez limitées. N a mo s o p u n tr u us i d l c tg r d s«sans diplôme ou diplôme
                         é n i , n e t oe q ’ e e a aé oi e
                               n                a    n           e
inférieur au bac », les personnes q i ’ t u u d l
                                   u n n a c n iô s n p rc lrme ta l n engagées, ce qui
                                      o         p me o t atuèe n fie
                                                           i i           b me t
fic ue ln e l d l c tg r . e a t représe tnsd c t c tg r , u s n t lrsd n
 a h tr’ s mb e a aé oi L s ur
   t          e       e             e        es      na t e et aé oi q i o ti a e ’
                                                                e        e            t i
                                                                                       u        u
dliô d nn e ui éi r ub c o temê tu d n
   p me ’ i a n r u a a , n l
            u v         f e                   me a x ’ gagement que les autres catégories, à savoir
                                                     e
39%.

Is mb d n q elb e c d d l
 l e l o c u ’ s n e e iô p u a o u i a t é ais rln a e n, peut-être par la
       e             a              p me e t v i n mp c n g t u ’ g g me t
                                                     r                  f      e
combinaison de plusieurs facteurs, de la posture personnelle à une possible sélection par les associations.

       9. Le g g me t eo l c tg r s co rfs in el ( S ):
           ’n a e n s ln a aé oi o ipoe so n l C P
                                 e             e

Q e t np s eàl
 u so o é ’
    i        ensemble des 18 300 000 bénévoles


        CSP                                               Nombre de bénévoles engagés


        Toutes CSP confondues                             36%


        actifs                                            30%


        Retraités et préretraités                         51%


        D ma d us ’ l
         e n e r d mp i
                  e o                                     27%


        ….
         Dont chômeurs ayant déjà travaillé               22%


        ….
         Dont primo-d ma d us ’ l
                     e n e r d mp i
                              e o                         45%


        Collégiens, lycéens, étudiants                    32%


        Hommes ou femmes au foyer, inactifs volontaires   35%



                Commentaires :

    An i u n u lv n v p sh u,etu d n a e n d srt i se pré-rt i ss tbt
       i q e o s ’ o s u l a tl a x ’ g g me t e er t t
        s              a            u                e                     aé            er t ’ a l à
                                                                                            aé é i
     51%, soit une proportion sensiblement plus importante que les données précédemment disponibles.
    In aq ’ fieé at nr l tu d n a e n d sa t (0 e c l d si cf v l ti s
      l ’ u n a l c re t e a x ’ g g me t e cf 3 %) t e i e n t o na e
        y      u     b              e         e                   i s             u       ai  s o r
     (35%) ; on peut en conclur q el s u fc u d d p n ién s p sl fc u e pc t d mi n
                                e u e e la t r e i o il ’ t a e a t r x lai o n t
                                                 e       s bi e   t                 e        i f       a
     s retu d n a e n
      u l a x ’ g g me t
                  e
    O n t u a s zfiee g g me t e D (u éa d j éa lp r’ q êeIS E 2 0 )a e
       n oe n se a l n a e n d s E q i ti é tb a ln u t N E 0 2, v c
                          b                                 t à         i     e
     n a mo su tu d n a e n p rc lrme tmp r
      é n i n a x ’ g g me t atuèe n i otant des jeunes primo-demandeurs. Ceci
              n             e                 i i
     confirme les travaux qualitatifs de France Bénévolat sur le rôle important joué par le bénévolat dans
     lce s na pe e emploi.
      ’ c si u rmi
      a      o             r



       10.L’n a e n s lnl staind fmie:
           e g g me t eo a i t
                            u o ea ll

Q e t np s eàl
 u so o é ’
    i        ensemble des 18 300 000 bénévoles

Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés                13
CSP                                                      Nombre de bénévoles engagés


        Tous types de foyers confondus                           36%


        F y r ’ ep ro n
         o e d n es n e
              u                                                  41%


        Foyer de deux personnes                                  40%


        Foyer de 3 personnes et plus                             31%


        Pé e c d na t
         rs n e ’ fns
                e                                                32%


        A s n ed na t
         b e c ’ fns
                e                                                38%


        Pé e c d na t d mo s e8ans
         rs n e ’ fns e i d
                e         n                                      28%


        Pé e c d na t d 8à1 a s
         rs n e ’ fns e
                e          4n                                    36%




               Commentaires :

L fid v r s u o e c u l n p sdnl n esu l tu d n a e n ; par contre, la présence
 e a e i e e l u n o p ’ a ’f e c
    t   v             e a     iu      re a x ’ g g me t
                                             e
de fnsl t c t n a e n, utu q a di s n ju e .
 ’na t i e e e g g me ts r t u n l o te n s
       mi                 o      s

       11.Les freins ou incitain àl n a e n :
                              t s ’ g g me t
                               o   e

C mmei i éd n l t d co , e d n é s o tn d e , ti e d n e n me t s rac n a s n e
  o      nqd u a s’ r u t n c s o n e s n i i s e r h s ’ s i e ns u l o n i a c
                      io i
                       n                                ét         c       e g                         s
des leviers du bénévolat.
Nous avons choisi de restituer des résultats globaux, sans effectuer a priori de tris croisés en fn t nd lg
                                                                                                 o co e ’ e
                                                                                                    i    â
o d l C P C sa a s ss é i u sp uri t t ras e , l d ma d d c usa s c t , o s
 u e a S . e n l e p ci e o r e êr é lé s à a e n e ’ t r so i i s u
                         y          fq          an e          i                         ae           afs
réserve que les échantillons soient suffisants.


         a) Ceux qui ont donné du temps et qui actuellement ne sont plus bénévoles

Cette catégorie représente 20% des Français de 15 ans et plus, soit 10 000 000 de personnes par
extrapolation

Quelles sont les raisons de l’r t bénévolat ?
                             ar du
                               ê


        R io () el r t ub n v lt
         as ns d ’ r d é é oa
                  aê                                             % de répondants


        Manque de temps                                          47%


        Changement de situation personnelle ou professionnelle   38%


        D c pi p ra p ràlra i t nd lso i i
         é e t n a rp ot ’ g n ai e ’ s c t n
              o          o    s o   a    ao                      22%



Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés               14
Problèmes de santé                                     20%


        Souhait de penser un peu plus à soi                    19%


        Déception face à des résultats jugés insuffisants      7%


        Pe s nd lno rg
         rsi e ’ tua e
            o   e                                              3%


        Autres raisons                                         8%


         NB : choix multiples possibles, moyenne 1,66 citation

             Commentaires :
L ri ni o u e d ma q ed tmp , rp n éa t, ’ t a u es rr ee rc u el g me te
 a a o n q é u n u e e s pé o d rne n s p s n upi te o p a e n l
     s     v                                        e               s               r            s
rs l t d ln u t Baromètre des Responsables Associatifs (BOB) de Recherches et Solidarités (voir la
 é u as e ’ q êe
    t       e
France bénévole 2010).

D u rio s d n tr e d g n , o c re t i ce n l g u en n ed l s o it n o s s
 e x as n , e aue n o è e c n en n dr tme t a o v ra c e ’ s cai
                                                     e                                 a         o u e
activités. e rmp r n ee t i rne(2 p u lra i t n s u me t % c n en n d srs l t
          L u i ot c s d f e t 2 % o r’ g n ai , e l n 7 o c ra t e é u as
                     a          fé                   o     s o         e                                 t
décevants). Néanmoins, ces deux éléments sont extrêmement importants à prendre en compte, car
contrairement aux motifs touchant la vie du bénévole, les associations ont un levier direct sur ceux-ci. Par
al r,lx éi c tr i d Fa c B n v l mo t que la déception des bénévoles (quant à
 i us ’ p r n e er n e rn e é é o t nre
 le       e     e        a                       a
lra i t no a xrs l t d lso i i d n l u l i s s n e g g s atn a c àe t îe u e
’ g n ai u u é u as e ’ s c t n a s a ee l e o t n a é ) e d n e nr n r n
 o      s o               t      a      ao          q l s                                         a
i g n g ted s so i i s ng n rl ’ l n t nd rs o s bi c lcv d s so i i mise
ma e é ai e a s c t n e é éa Do a oi e e p n a ié oe te e a s c t ns,
             v            ao              . ù         o                lt l i                   ao
en avant par France Bénévolat.

C q i o r ic n ur àn u e uàl n a e n
 e u p ur t o d i
         a       e o va    ’ g g me t
                            e


        Ce qui pourrait conduire à nouveau au bénévolat        % de répondants


        U eo p r n éd t ui d n u ea sociation dont
         n p ot i ’ r t a s n s
                u t êe l    e                                  20%
        v u o lnd vos proches êtes adhérent
        o s u’ e
              u


        Le souhait d t ui p u l a t s
                    ’ r t o re ur
                    êe l e     s e                             20%


        L d ma d d n a s c t n
         a e n e ’ e so i i
                  u       ao                                   16%


        De graves difficultés dans un domaine ou vous pensez   12%
        être efficace


        L n o rg me t ev s mi d v t e tua e
         ’ c ua e n d o a s e or no rg
         e                   ,     e                           7%


         NB : 82% des répondants donnent au moins une réponse




               Commentaires :


Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés                15
En dehors du temps disponible qui arrive en tête pour 44% (et qui recoupe l ri n d lr t o t u e
                                                                               e a os e ’r ) n r v
                                                                                s s           a ê,      o
toute une série de raisons positives, qui tendent à prouver que la motivation est bien présente et qu’fu ri
                                                                                                     i a da
                                                                                                     l     t
peu de choses pour provoquer un retour au bénévolat.

On retrouve ici des valeurs ou des concepts bien identifiés dans de précédentes enquêtes qualitatives, ou les
observations de terrain menées par le réseau France Bénévolat, comme :
                 - Le b s i d tt
                         e o ’ ié
                             n ul  i
                 - Le besoin d f a i ,
                                ’ f cé
                                ei t
                                   c
                 - Lmp r n ed l proximité,
                      ’ ot c e a
                      i     a
                 - La n c si d t u p us l i
                         é e sé ’ r n e oit
                               t êe              l épar une association
                                                   c


         b) C u q i ’n jmasd n éd tmp
             e x u no ta i o n e e s

Ils représentent 44% des répondants, soit près de 22 000 0 0dn id s
                                                          0 ’d i
                                                             i vu

Les raisons du non engagement :


         Les raisons du non engagement                       % de répondants


         Le manque de temps                                  55%


         P req elca i d n s s j ipé e te
          ac u ’ c s n e e ’ t ma rs né
                o   o      e a s                             36%


         Pour vous consacrer un peu plus aux vôtres          20%


         Parce que vous ne pensez pas avoir les qualités     12%
         requises


         Parce que vous ne vous sentez pas concerné          9%


         Parce que vous pensez que le bénévolat peut faire   7%
         concurrence à des emplois rémunérés


         P req el mo ed ra i t nd sa s c t n n 6%
          ac u e d ’ g n ai e so i i s e
                           o s o        ao
         vous convient pas




                Commentaires :

En dehors de la contrainte du temps disponible, il y a peu de raisons négatives.

Deux publics nous semblent particulièrement importants à prendre en compte pour les associations :
        P req elca i d n s s j ipé e te
          ac u ’ c s n e e ’ t ma rs né
                    o    o            e a s                   36% soit 7 920 000 personnes
        Parce que vous ne pensez pas avoir les qualités requises 12% soit 2 640 000 personnes

Alv e c , e p bc p u e t t s n ie a xme s g se a xs l i t n d sa t n , t ema i e
  ’ i n e c s u ls e v n êr e s l u
   éd                i             e      bs      sa e t u oit i s e co s e d
                                                            l ao
                                                            c         i       nr
                                                                               è
générale à des actions de promotion du bénévolat.



Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés                  16
Ce qui pourrait inciter au bénévolat

A noter : 85% de répondants


         Ce qui pourrait inciter au bénévolat                      % de répondants


         Plus grande disponibilité de temps                        46%


         Un événement majeur ou de graves difficultés              29% soit 6 200 000 personnes
         (catastrophe naturelle, crise économique, crise
         sna e
          a i i …)
             tr


         Une difficulté un sujet qui vous touche personnellement   24% soit 5 200 000 personnes


         U ed ma d e pe s d l p rd n a s c t n
          n e n e x rse e a at ’ e so i i
                                  u       ao                       17% soit 3 800 000 personnes


         Ln i t nd v t e tua e
          ’cai e or no rg
          i to        e                                            17% soit 3 800 000 personnes


         Si on vous aide à acquérir la compétence                  9% soit 1 900 000 personnes




           Commentaires :
Comme précédemment, en dehors de la contrainte du temps, on trouve des facteurs très positifs pour un
ga dn mbed p ro n sq i o n n l rsi q ’ fu rip ud c o e p u q ’ v n e t u
 rn o r e es n e u d n e t’ e s n ula da e e h s s o r ul i n n a
                                      i
                                      mp      o     i        t                        i e
                                                                                      s
bénévolat.




Conclusion générale :

Comme indiqué en introduction à la présentation de ces résultats, nous avons fait le choix, à ce stade, de ne
tirer que les conclusions qui nous ont paru majeures, e p rc lrme t i e d n e
                                                         t atuèe n r h s ’ s i
                                                              i i           c         e gnement pour les
acteurs du bénévolat en associations.

Certains de ces résultats pourront entrainer des échanges au sein du secteur associatif, des
questionnements, v i d s d b t e p u-être également d s e v s d f e ln o lur d s
                 o e e é as
                   r            … t et                   e ni ’f r ’ e u ’ t e
                                                                 e ai     n      u  a e
analyses…S tl s l c s Fa c B n v l e ses partenaires auront atteint leur objectif !
           i e t a , rn e é é o t t
            e     e                  a




Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés                  17
Annexe

QUESTIONNAIRE D’NQUETE AUPRES DES FRANÇAIS
               E
SUR LE BENEVOLAT ASSOCIATIF



Question 1 : Vous arrive-t-il de donner du temps gratuitement pour les autres ou pour contribuer à une
c u e e d h r d l iea p r ea s i d v t fmie(s e d ns e fns p tse fns ?
 a s , n e os e ’ d p ot u en e or a l a c n a t, na t, ei na t…)
                         a         é                 e     l                            t
(un seul choix possible)

       a) Oui
       b) Pu ma tn n, ijna d n éa p rv n
           ls i e a tma ’ i o n u aa a t
               n          se
       c) Non     Aller en Q8

Question 2 : Vous donnez ou vous avez donné du temps (plusieurs choix possibles)
       a) Dans une association
                        Si a) en Q1 continuer en Q3
                        Si b) en Q1 aller en Q6
       b) A s i d n a t og n ai p lq e rli s , y d a , n i l
             u e ’ e ur ra i t n ot u ,eg u e sn i l mu ip e
                  n u        e      s o       ii     ie        ce        ca…
                        (Si pas de réponse a) par ailleurs à la Q2) Aller aux questions
                       sociodémographiques
       c) A pè d n o p s usp ro n s e d h r d c defmi lc mmep re e l d n
             u rs ’ e u l i r es n e , n e os u a r a l , o
                      u        ue                                      ia        a x mp a s
                                                                                       e
           votre voisinage
                        (Si pas de réponse a) par ailleurs à la Q2) Aller aux questions
                       sociodémographiques

Question 3 : A quelle fréquence donnez-v u d tmp a s i du e a s cain? (un seul choix
                                          o s u e s u en ’n s o it        o
possible)
   a) Au ep r d pé i d ln é o àlca i d né è e n, u l e h ue o q e u sj r
           n éi e rc e e ’ n e u ’ c s n ’ v n me tq e u s e rs u u l e o s
                 o       s    a             o     o u              q            q   u
        p r n e p s o t ul gd ln é
          a a , t a tu a o  n e‘ n e
                                  a
   b) Quelques heures chaque mois, tout au long de ln é , nfn t nd lcvéd lso i i
                                                   ‘ n e e o co e ’ ti e ’ s c t n
                                                   a          i     a it   a   ao
   c) Q e u s e rs h q es ma etu a l gd ln é , nfn t nd lcvéd lso i i
          u l e h ue c a u e i o t u o
            q                      n            n e ‘ n e e o co e ’ ti e ’ s c t n
                                                     a           i    a it   a   ao
   d) U j r up s a s ma etu a l gd ln é , nfn t nd lcvéd lso i i
          no o l p r e i o t uo
             u     u         n            n e ‘ n e e o co e ’ ti e ’ s c t n
                                                 a          i     a it   a   ao

Question 4 : Et donnez-vous du temps ? (un seul choix possible)
     a) Dans une seule association
     b) Dans plusieurs associations
Question 5 : D n q e()s ce r()da t i d n e -v u d tmp a s i du ed pu ius
                as ul        s e tuss ’ci t o n z o s u e s u en ’n /e lse r
                                                   vé
[afficher en fonction de la réponse à Q4] associains… ? (Plusieurs choix possibles)
                                                      t ()
                                                       o
        a) Sport
        b) Loisirs
        c) Formation, emploi, insertion économique
        d) Jeunesse, éducation populaire
        e) Santé, recherche médicale, aide aux malades
        f) Environnement
        g) Culture
        h) Social, caritatif
        i) Solidarité internationale (actions solidaires hors de France)
        j) Association de défense (des droits et des causes)
        k) Autre


Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés           18
 (Pour toutes les personnes ayant répondu à Q5) Aller aux questions
                      sociodémographiques

Q e t n6: eq i o sac n ut n pu d n e d tmp gautme tce t v n tu : Plusieurs
  u si o      C uvu          o d ià e ls o n r u e s rti               e n, ’s a a to t
choix possibles
        a) La déception face à des résultats jugés insuffisants
        b) L d c pi p ra p ràlra i t nd lso i i
             a é e t n a rp ot ’ g n ai e ’ s c t n
                     o                o       s o        a      ao
        c) La pression de votre entourage
        d) Le souhait de penser un peu plus à vous et aux vôtres
        e) Un changement dans votre situation personnelle ou professionnelle
        f) Le manque de temps
        g) Des problèmes de santé
        h) Une autre raison

Question 7 : Ce qui pourrait vous conduire à donner de nouveau du temps gratuitement, serait avant
tout : Plusieurs choix possibles
         a) V t s u a poo dd t u pour les autres
              or o h i rfn ’ r tile
                 e        t         êe
         b) L d ma d d n a s c t n
              a e n e ’ e so i i
                            u         ao
         c) De graves difficultés dans un domaine où vous pensez pouvoir être efficace
         d) Un peu plus de temps libre
         e) U eo p r n éd t ui a s i d n a s c t nd n l u l v u o lnd v spo h s
               n p ot i ’ r t u e ’ e so i i a s a ee o s ù ’ e o rc e
                        u t êe l       e      n u           ao          q l            u
             êtes adhérent
         f) L n o rg me t ev s mi d v t e tua e
              ’ c ua e n d o a s e or no rg
               e                          ,      e
         g) Une autre raison
         h) (o s ’ v a e va n p s ed n e àn u e ud tmp gau e n)
              V u n n i g z ri t l d o n r o v a u e s rti me t
                     e s           me u                                           t
                          (Pour toutes les personnes ayant répondu à Q7) Aller aux questions
                         sociodémographiques

Question 8 : Si v u n d n e p sd tmp gautme tce t v n tu : Plusieurs choix possibles
                 o s e o n z a u e s rti             e n, ’s a a to t
       a) Pour vous consacrer un peu plus aux vôtres
       b) Parce que vous ne vous sentez pas concerné
       c) P req elca i n s s p s rs né
             ac u ’ c s n e ’ t a pé e te
                     o      o     e
       d) Parce que vous pensez ne pas avoir les qualités requises
       e) Par manque de temps
       f) Parce que vous pensez que le bénévolat peut faire concurrence à des emplois rémunérés
       g) P req el mo ed ra i t nd s so i i s ev u c n i t a
             ac u e d ’ g n ai e a s c t n n o s o v n p s
                               o   s o               ao                  e
       h) Pour une autre raison

Question 9 : Ce qui pourrait vous conduire à donner un jour du temps gratuitement a une association,
ce serait avant tout : Plusieurs choix possibles
       a) U ed ma d e pe s d l p rd n a s c t n
             n e n e x rse e a at ’ e so i i     u         ao
       b) U ed fu é u s j q io s o c ep ro n lme t ulnd v s rc e
             n ic l , n u t u v u tu h es n ee n o ’ e o po h s
                  f t
                   i             e                          l      u
       c) Un évènement majeur ou de graves difficultés (catastrophe naturelle, crise économique, crise
            sna e
             a i i …)
                tr
       d) Une plus grande disponibilité dans votre emploi du temps
       e) Ln i t nd v t e tua eo sq e u nv u e c ua ee v u a c mp g e
             ’cai e or no rg u i u l ’ o s n o rg t o s co a n
             i to             e                      qu
       f) Q elnv u a eàa
             u ’ os i
                  o          d     cquérir la compétence pour cela
       g) Vous ne savez pas vraiment




Questions sociodémographiques :
Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés           19
-   Femme/homme

-   15-17 ans, 18-24 ans, 25-34 ans, 35-49 ans, 50-64 ans, 65 et +

-   Education
    Quel est le dernier diplôme que vous ayez obtenu ?
    1 Vous n'avez pas de diplôme
    2 Vous avez un certificat d'études primaires, ou diplôme étranger du même niveau
    3 Vous avez un ancien brevet, un BEPC, Brevet des collège ou diplôme étranger du même niveau
    4 Vous avez un certificat d'aptitude professionnelle : CAP, ou un brevet d'enseignement professionnel :
       BEP, ou diplôme de ce niveau
    5 Vous avez un bac d'enseignement général séries A,B,C,D,E,ES,L,S, brevet supérieur, capacité en
       droit, DAEU, ou diplôme étranger du même niveau
    6 Vous avez un bac d'enseignement technique ou professionnel, ou diplôme étranger du même niveau
    7 Vous avez un bac + 2 ans ou un niveau bac + 2 ans : DUT, BTS, DEUG
    8 Vous avez un diplôme supérieur : 2ème, 3ème cycle, grande école

    Statut professionnel
    Actuellement, quelle est votre situation ?
    1 Vous exercez une activité professionnelle (actifs, apprentis, stagiaires)
    2 Vous êtes chômeur ayant déjà travaillé
    3 Vous êtes à la retraite ou en préretraite
    4 Vous êtes à la recherche d'un premier emploi
    5 Vous êtes collégien, lycéen ou étudiant
    6 Vous êtes homme ou femme au foyer
    7 Vous êtes dans une autre situation (invalide, militaire du contingent, sans activité professionnelle...)

    Activité professionnelle
    Agriculteurs: PPIA=1
    Ata s c mmeç ns c es ’ t pi : PA 2O P I= O P I=
      rs n , o
       i              ra t h f d nr r e P I= R PA 3 R PA 4
                            ,       e e s
    Cadres, profession libérale: PPIA=5 OR PPIA=6 OR PPIA=7
    Intermédiaires: PPIA=8 OR PPIA=9 OR PPIA=10 OR PPIA=11
    Employés: PPIA=12 OR PPIA=13 OR PPIA=14 OR PPIA=15
    Ouvriers: PPIA=16 OR PPIA=17 OR PPIA=18
    Retraites: SITI=3
    Autres Inactifs: SITI=4 OR SITI=5 OR SITI=6 OR SITI=7 OR PPIA=19

C tg r d g l rt n:
 aé oi ’ g méai
      e a o           o
CC1 –Agglo. de moins de 2 000 habitants
CC2 –Agglo. de 2 000 à moins de 20 000 habitants
CC3 –Agglo. de 20 000 habitants à moins de 100 000 habitants
CC4 –Agglo. de 100 000 habitants ou plus hors agglo.parisienne
CC5 –Agglo. parisienne

Grandes régions.
       UDA1 (REGION PARISIENNE): DPT=75 OR DPT=77 OR DPT=78 OR DPT=91 OR DPT=92 OR
       DPT=93 OR DPT=94 OR DPT=95
        UDA2 (NORD) : DPT=59 OR DPT=62
        UDA3 (EST): DPT=54 OR DPT=55 OR DPT=57 OR DPT=88 OR DPT=67 OR DPT=68 OR DPT=25
        OR DPT=39 OR DPT=70 OR DPT=90
        UDA4 (BASSIN PARISIEN EST) : DPT=8 OR DPT=10 OR DPT=51 OR DPT=52 OR DPT=2 OR
        DPT=60 OR DPT=80 OR DPT=20 OR DPT=58 OR DPT=71 OR DPT=89
        UDA5 (BASSIN PARISIEN OUEST) : DPT=27 OR DPT=76 OR DPT=18 OR DPT=28 OR DPT=36
        OR DPT=37 OR DPT=41 OR DPT=45 OR DPT=14 OR DPT=50 OR DPT=61


Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés                      20
UDA6 (OUEST) : DPT=44 OR DPT=49 OR DPT=53 OR DPT=72 OR DPT=85 OR DPT=22 OR
       DPT=29 OR DPT=35 OR DPT=56 OR DPT=16 OR DPT=17 OR DPT=79 OR DPT=86
       UDA7 (SUD-OUEST) : DPT=24 OR DPT=33 OR DPT=40 OR DPT=47 OR DPT=64 OR DPT=9 OR
       DPT=12 OR DPT=31 OR DPT=32 OR DPT=46 OR DPT=65 OR DPT=81 OR DPT=82 OR DPT=19
       OR DPT=23 OR DPT=87
       UDA8 (SUD-EST) : DPT=1 OR DPT=7 OR DPT=26 OR DPT=38 OR DPT=42 OR DPT=73 OR
       DPT=69 OR DPT=74 OR DPT=3 OR DPT=15 OR DPT=43 OR DPT=63
       UDA9 (MEDITERRANEE) : DPT=11 OR DPT=30 OR DPT=34 OR DPT=48 OR DPT=66 OR DPT=4
       OR DPT=5 OR DPT=6 OR DPT=13 OR DPT=83 OR DPT=84 OR DPT=21




Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés   21

Contenu connexe

En vedette

Atelier CSS positionnement (Paris web 2007)
Atelier CSS positionnement (Paris web 2007)Atelier CSS positionnement (Paris web 2007)
Atelier CSS positionnement (Paris web 2007)
Raphaël Goetter
 
XXL-Dokumentation im Anlagenbau - Lauer/Grossmann
XXL-Dokumentation im Anlagenbau - Lauer/GrossmannXXL-Dokumentation im Anlagenbau - Lauer/Grossmann
XXL-Dokumentation im Anlagenbau - Lauer/Grossmann
tecom
 
Best of mensuel bowers & wilkins - novembre
Best of mensuel   bowers & wilkins - novembreBest of mensuel   bowers & wilkins - novembre
Best of mensuel bowers & wilkins - novembre
B&W Group France
 
Ensayo de la impuesto
Ensayo de la impuestoEnsayo de la impuesto
Ensayo de la impuesto
ZEIDALI
 
HONOR DISCIPLINA Y LEALTAD
HONOR DISCIPLINA Y LEALTADHONOR DISCIPLINA Y LEALTAD
HONOR DISCIPLINA Y LEALTAD
Andres Paez
 
Seguridad Informática
Seguridad InformáticaSeguridad Informática
Seguridad Informática
Lucy Gómez
 
Business Event App CONFACT in Sonderausgabe 1|15 konferenz + tagung | BlachRe...
Business Event App CONFACT in Sonderausgabe 1|15 konferenz + tagung | BlachRe...Business Event App CONFACT in Sonderausgabe 1|15 konferenz + tagung | BlachRe...
Business Event App CONFACT in Sonderausgabe 1|15 konferenz + tagung | BlachRe...
Marcus Schlueter
 
Atelier 5 Intervention de P Edouard CRT Limousin - Marques territoriales, les...
Atelier 5 Intervention de P Edouard CRT Limousin - Marques territoriales, les...Atelier 5 Intervention de P Edouard CRT Limousin - Marques territoriales, les...
Atelier 5 Intervention de P Edouard CRT Limousin - Marques territoriales, les...
R-Evolutions Touristiques de Brive
 
Applications pedagogique.i pad
Applications pedagogique.i pad Applications pedagogique.i pad
Applications pedagogique.i pad
Marta Montoro
 
Plénière sur la Vidéo au service de la promotion touristique - Intervention d...
Plénière sur la Vidéo au service de la promotion touristique - Intervention d...Plénière sur la Vidéo au service de la promotion touristique - Intervention d...
Plénière sur la Vidéo au service de la promotion touristique - Intervention d...
R-Evolutions Touristiques de Brive
 
Lettre neurosciences autisme
Lettre neurosciences autismeLettre neurosciences autisme
Lettre neurosciences autisme
Marta Montoro
 
Curation web fidji marechal dorion
Curation web fidji marechal dorionCuration web fidji marechal dorion
Curation web fidji marechal dorion
Fidji Dorion
 
Geld ist für die Menschen da - Markenführung in einer Social Bank
Geld ist für die Menschen da - Markenführung in einer Social BankGeld ist für die Menschen da - Markenführung in einer Social Bank
Geld ist für die Menschen da - Markenführung in einer Social Bank
Johannes Korten
 
Rapport triennal de l'Oservatoire national sur la formation, la recherche et ...
Rapport triennal de l'Oservatoire national sur la formation, la recherche et ...Rapport triennal de l'Oservatoire national sur la formation, la recherche et ...
Rapport triennal de l'Oservatoire national sur la formation, la recherche et ...
Christophe Lemesre
 
Plénière sur la vidéo touristique - Intervention de Gérald Stein
Plénière sur la vidéo touristique - Intervention de Gérald SteinPlénière sur la vidéo touristique - Intervention de Gérald Stein
Plénière sur la vidéo touristique - Intervention de Gérald Stein
R-Evolutions Touristiques de Brive
 
Publications of External PhD Students
Publications of External PhD StudentsPublications of External PhD Students
Publications of External PhD Students
Miss. Antónia FICOVÁ, Engineer. (Not yet Dr.)
 

En vedette (20)

Test 1
Test 1Test 1
Test 1
 
Atelier CSS positionnement (Paris web 2007)
Atelier CSS positionnement (Paris web 2007)Atelier CSS positionnement (Paris web 2007)
Atelier CSS positionnement (Paris web 2007)
 
XXL-Dokumentation im Anlagenbau - Lauer/Grossmann
XXL-Dokumentation im Anlagenbau - Lauer/GrossmannXXL-Dokumentation im Anlagenbau - Lauer/Grossmann
XXL-Dokumentation im Anlagenbau - Lauer/Grossmann
 
Best of mensuel bowers & wilkins - novembre
Best of mensuel   bowers & wilkins - novembreBest of mensuel   bowers & wilkins - novembre
Best of mensuel bowers & wilkins - novembre
 
Ensayo de la impuesto
Ensayo de la impuestoEnsayo de la impuesto
Ensayo de la impuesto
 
HONOR DISCIPLINA Y LEALTAD
HONOR DISCIPLINA Y LEALTADHONOR DISCIPLINA Y LEALTAD
HONOR DISCIPLINA Y LEALTAD
 
Seguridad Informática
Seguridad InformáticaSeguridad Informática
Seguridad Informática
 
Business Event App CONFACT in Sonderausgabe 1|15 konferenz + tagung | BlachRe...
Business Event App CONFACT in Sonderausgabe 1|15 konferenz + tagung | BlachRe...Business Event App CONFACT in Sonderausgabe 1|15 konferenz + tagung | BlachRe...
Business Event App CONFACT in Sonderausgabe 1|15 konferenz + tagung | BlachRe...
 
Atelier 5 Intervention de P Edouard CRT Limousin - Marques territoriales, les...
Atelier 5 Intervention de P Edouard CRT Limousin - Marques territoriales, les...Atelier 5 Intervention de P Edouard CRT Limousin - Marques territoriales, les...
Atelier 5 Intervention de P Edouard CRT Limousin - Marques territoriales, les...
 
Applications pedagogique.i pad
Applications pedagogique.i pad Applications pedagogique.i pad
Applications pedagogique.i pad
 
Plénière sur la Vidéo au service de la promotion touristique - Intervention d...
Plénière sur la Vidéo au service de la promotion touristique - Intervention d...Plénière sur la Vidéo au service de la promotion touristique - Intervention d...
Plénière sur la Vidéo au service de la promotion touristique - Intervention d...
 
Lettre neurosciences autisme
Lettre neurosciences autismeLettre neurosciences autisme
Lettre neurosciences autisme
 
Curation web fidji marechal dorion
Curation web fidji marechal dorionCuration web fidji marechal dorion
Curation web fidji marechal dorion
 
Mi ple
Mi pleMi ple
Mi ple
 
Geld ist für die Menschen da - Markenführung in einer Social Bank
Geld ist für die Menschen da - Markenführung in einer Social BankGeld ist für die Menschen da - Markenführung in einer Social Bank
Geld ist für die Menschen da - Markenführung in einer Social Bank
 
533 pm1 technical paper
533 pm1 technical paper 533 pm1 technical paper
533 pm1 technical paper
 
Rapport triennal de l'Oservatoire national sur la formation, la recherche et ...
Rapport triennal de l'Oservatoire national sur la formation, la recherche et ...Rapport triennal de l'Oservatoire national sur la formation, la recherche et ...
Rapport triennal de l'Oservatoire national sur la formation, la recherche et ...
 
Plénière sur la vidéo touristique - Intervention de Gérald Stein
Plénière sur la vidéo touristique - Intervention de Gérald SteinPlénière sur la vidéo touristique - Intervention de Gérald Stein
Plénière sur la vidéo touristique - Intervention de Gérald Stein
 
Elvis ppt
Elvis pptElvis ppt
Elvis ppt
 
Publications of External PhD Students
Publications of External PhD StudentsPublications of External PhD Students
Publications of External PhD Students
 

Similaire à Situation du benevolat en france 2010

E-logick.com
E-logick.comE-logick.com
E-logick.com
elogick
 
E-logick.com - Emploi Ingénieurs 2.0
E-logick.com - Emploi Ingénieurs 2.0E-logick.com - Emploi Ingénieurs 2.0
E-logick.com - Emploi Ingénieurs 2.0
elogick
 
Plaquette Partenaire Henri Patou
Plaquette Partenaire Henri PatouPlaquette Partenaire Henri Patou
Plaquette Partenaire Henri Patou
henripatou
 
Parcours local d'accompagnement en Finistère - 2015
Parcours local d'accompagnement en Finistère - 2015Parcours local d'accompagnement en Finistère - 2015
Parcours local d'accompagnement en Finistère - 2015
ADESS29
 
Jde FabLab
Jde FabLabJde FabLab
Jde FabLab
Pascal Flamand
 
La viande a-t-elle sa place dans l'alimentation durable ?
La viande a-t-elle sa place dans l'alimentation durable ?La viande a-t-elle sa place dans l'alimentation durable ?
La viande a-t-elle sa place dans l'alimentation durable ?
Equipe12SkemaParis
 
Appi c2 p expérience client - vf
Appi   c2 p expérience client - vfAppi   c2 p expérience client - vf
Appi c2 p expérience client - vf
Cedric Coiquaud
 
Lanalyse des données (Boruche J.-M., Saporta G.) (z-lib.org).pdf
Lanalyse des données (Boruche J.-M., Saporta G.) (z-lib.org).pdfLanalyse des données (Boruche J.-M., Saporta G.) (z-lib.org).pdf
Lanalyse des données (Boruche J.-M., Saporta G.) (z-lib.org).pdf
Ombotimbe Salifou
 
Experts de tout, Experts de rien - V2
Experts de tout, Experts de rien - V2Experts de tout, Experts de rien - V2
Experts de tout, Experts de rien - V2
Yasser Monkachi
 
Experts de tout, Experts de rien
Experts de tout, Experts de rien Experts de tout, Experts de rien
Experts de tout, Experts de rien
Yasser Monkachi
 
Initiation entrepreneuriat
Initiation entrepreneuriatInitiation entrepreneuriat
Initiation entrepreneuriat
Mohamed EL FILALI
 
Prez studios clés lors de la conférence HEC Alumni
Prez studios clés lors de la conférence HEC AlumniPrez studios clés lors de la conférence HEC Alumni
Prez studios clés lors de la conférence HEC Alumni
QualiQuanti et Brand Content Institute
 
M&CSAATCHI.GAD Snack Planning Vol.11
M&CSAATCHI.GAD Snack Planning Vol.11M&CSAATCHI.GAD Snack Planning Vol.11
M&CSAATCHI.GAD Snack Planning Vol.11
Benoît Pellevoizin
 
La plaquette missions de Lumière de Studio
La plaquette missions de Lumière de StudioLa plaquette missions de Lumière de Studio
La plaquette missions de Lumière de Studio
Aude Guirao
 
Book Photography heber 2014
Book Photography heber 2014Book Photography heber 2014
Book Photography heber 2014
Heber Argus
 
Présentation pour le salon des usages numériques et des ressources pour l'édu...
Présentation pour le salon des usages numériques et des ressources pour l'édu...Présentation pour le salon des usages numériques et des ressources pour l'édu...
Présentation pour le salon des usages numériques et des ressources pour l'édu...
nvolpato
 

Similaire à Situation du benevolat en france 2010 (20)

E-logick.com
E-logick.comE-logick.com
E-logick.com
 
E-logick.com - Emploi Ingénieurs 2.0
E-logick.com - Emploi Ingénieurs 2.0E-logick.com - Emploi Ingénieurs 2.0
E-logick.com - Emploi Ingénieurs 2.0
 
Plaquette Partenaire Henri Patou
Plaquette Partenaire Henri PatouPlaquette Partenaire Henri Patou
Plaquette Partenaire Henri Patou
 
Parcours local d'accompagnement en Finistère - 2015
Parcours local d'accompagnement en Finistère - 2015Parcours local d'accompagnement en Finistère - 2015
Parcours local d'accompagnement en Finistère - 2015
 
Jde FabLab
Jde FabLabJde FabLab
Jde FabLab
 
Guide de recherche en droit 2011-2012
Guide de recherche en droit 2011-2012Guide de recherche en droit 2011-2012
Guide de recherche en droit 2011-2012
 
La viande a-t-elle sa place dans l'alimentation durable ?
La viande a-t-elle sa place dans l'alimentation durable ?La viande a-t-elle sa place dans l'alimentation durable ?
La viande a-t-elle sa place dans l'alimentation durable ?
 
Appi c2 p expérience client - vf
Appi   c2 p expérience client - vfAppi   c2 p expérience client - vf
Appi c2 p expérience client - vf
 
Congo
CongoCongo
Congo
 
Congo
CongoCongo
Congo
 
Lanalyse des données (Boruche J.-M., Saporta G.) (z-lib.org).pdf
Lanalyse des données (Boruche J.-M., Saporta G.) (z-lib.org).pdfLanalyse des données (Boruche J.-M., Saporta G.) (z-lib.org).pdf
Lanalyse des données (Boruche J.-M., Saporta G.) (z-lib.org).pdf
 
Experts de tout, Experts de rien - V2
Experts de tout, Experts de rien - V2Experts de tout, Experts de rien - V2
Experts de tout, Experts de rien - V2
 
Experts de tout, Experts de rien
Experts de tout, Experts de rien Experts de tout, Experts de rien
Experts de tout, Experts de rien
 
Initiation entrepreneuriat
Initiation entrepreneuriatInitiation entrepreneuriat
Initiation entrepreneuriat
 
Prez studios clés lors de la conférence HEC Alumni
Prez studios clés lors de la conférence HEC AlumniPrez studios clés lors de la conférence HEC Alumni
Prez studios clés lors de la conférence HEC Alumni
 
M&CSAATCHI.GAD Snack Planning Vol.11
M&CSAATCHI.GAD Snack Planning Vol.11M&CSAATCHI.GAD Snack Planning Vol.11
M&CSAATCHI.GAD Snack Planning Vol.11
 
La plaquette missions de Lumière de Studio
La plaquette missions de Lumière de StudioLa plaquette missions de Lumière de Studio
La plaquette missions de Lumière de Studio
 
Book Photography heber 2014
Book Photography heber 2014Book Photography heber 2014
Book Photography heber 2014
 
Presentation power point
Presentation power pointPresentation power point
Presentation power point
 
Présentation pour le salon des usages numériques et des ressources pour l'édu...
Présentation pour le salon des usages numériques et des ressources pour l'édu...Présentation pour le salon des usages numériques et des ressources pour l'édu...
Présentation pour le salon des usages numériques et des ressources pour l'édu...
 

Plus de Christophe Lemesre

éDition 2012 du baromètre des réseaux sociaux, l’ifop montre que 82% des inte...
éDition 2012 du baromètre des réseaux sociaux, l’ifop montre que 82% des inte...éDition 2012 du baromètre des réseaux sociaux, l’ifop montre que 82% des inte...
éDition 2012 du baromètre des réseaux sociaux, l’ifop montre que 82% des inte...
Christophe Lemesre
 
Et si on's parlait du handicap ?
Et si on's parlait du handicap ?Et si on's parlait du handicap ?
Et si on's parlait du handicap ?
Christophe Lemesre
 
Création d'un groupe de travail dédié au vieillissement des personnes handica...
Création d'un groupe de travail dédié au vieillissement des personnes handica...Création d'un groupe de travail dédié au vieillissement des personnes handica...
Création d'un groupe de travail dédié au vieillissement des personnes handica...
Christophe Lemesre
 
Rupture Conventionnelle du contrat de travail: Etude du RC et Analyses sur c...
 Rupture Conventionnelle du contrat de travail: Etude du RC et Analyses sur c... Rupture Conventionnelle du contrat de travail: Etude du RC et Analyses sur c...
Rupture Conventionnelle du contrat de travail: Etude du RC et Analyses sur c...
Christophe Lemesre
 
Victoires accessibilite2012 presentationasso
Victoires accessibilite2012 presentationassoVictoires accessibilite2012 presentationasso
Victoires accessibilite2012 presentationasso
Christophe Lemesre
 
Rapport orientation unapei-2012-2013
Rapport orientation unapei-2012-2013Rapport orientation unapei-2012-2013
Rapport orientation unapei-2012-2013
Christophe Lemesre
 
Evaluation de l’impact du Plan Autisme 2008-201
 Evaluation de l’impact du Plan  Autisme 2008-201 Evaluation de l’impact du Plan  Autisme 2008-201
Evaluation de l’impact du Plan Autisme 2008-201
Christophe Lemesre
 
schéma régional d’organisation médico-socialenovembre 2011
schéma régional d’organisation médico-socialenovembre 2011schéma régional d’organisation médico-socialenovembre 2011
schéma régional d’organisation médico-socialenovembre 2011
Christophe Lemesre
 
Vulnerabilite et handicap mental quand les parents ne seront plus la. samedi...
Vulnerabilite et handicap mental  quand les parents ne seront plus la. samedi...Vulnerabilite et handicap mental  quand les parents ne seront plus la. samedi...
Vulnerabilite et handicap mental quand les parents ne seront plus la. samedi...
Christophe Lemesre
 
Le lourd prix du handicap
Le lourd prix du handicapLe lourd prix du handicap
Le lourd prix du handicap
Christophe Lemesre
 
Circulaire relative à la campagne budgétaire des ESAT pour l’exercice 2011
Circulaire relative à la campagne budgétaire des ESAT pour l’exercice 2011Circulaire relative à la campagne budgétaire des ESAT pour l’exercice 2011
Circulaire relative à la campagne budgétaire des ESAT pour l’exercice 2011
Christophe Lemesre
 
Guide: travail des personnes handicapees mentales
Guide: travail des personnes handicapees mentalesGuide: travail des personnes handicapees mentales
Guide: travail des personnes handicapees mentales
Christophe Lemesre
 
La participation associative au regard des temps sociaux
La participation associative au regard des temps sociauxLa participation associative au regard des temps sociaux
La participation associative au regard des temps sociaux
Christophe Lemesre
 
Guide pratique de l accessibilite edition unapei
Guide pratique de l accessibilite edition unapeiGuide pratique de l accessibilite edition unapei
Guide pratique de l accessibilite edition unapei
Christophe Lemesre
 
Communiquer sans la parole
Communiquer sans la paroleCommuniquer sans la parole
Communiquer sans la parole
Christophe Lemesre
 
Les personnes handicapées et l'emploi : le bilan 2010 de l'Agefiph
Les personnes handicapées et l'emploi  : le bilan 2010 de l'AgefiphLes personnes handicapées et l'emploi  : le bilan 2010 de l'Agefiph
Les personnes handicapées et l'emploi : le bilan 2010 de l'Agefiph
Christophe Lemesre
 
personnes handicapées et l'emploi : le bilan 2010 de l'Agefiph
personnes handicapées et l'emploi  : le bilan 2010 de l'Agefiphpersonnes handicapées et l'emploi  : le bilan 2010 de l'Agefiph
personnes handicapées et l'emploi : le bilan 2010 de l'Agefiph
Christophe Lemesre
 
Unapei statuts
Unapei statutsUnapei statuts
Unapei statuts
Christophe Lemesre
 

Plus de Christophe Lemesre (19)

éDition 2012 du baromètre des réseaux sociaux, l’ifop montre que 82% des inte...
éDition 2012 du baromètre des réseaux sociaux, l’ifop montre que 82% des inte...éDition 2012 du baromètre des réseaux sociaux, l’ifop montre que 82% des inte...
éDition 2012 du baromètre des réseaux sociaux, l’ifop montre que 82% des inte...
 
Et si on's parlait du handicap ?
Et si on's parlait du handicap ?Et si on's parlait du handicap ?
Et si on's parlait du handicap ?
 
Création d'un groupe de travail dédié au vieillissement des personnes handica...
Création d'un groupe de travail dédié au vieillissement des personnes handica...Création d'un groupe de travail dédié au vieillissement des personnes handica...
Création d'un groupe de travail dédié au vieillissement des personnes handica...
 
Rupture Conventionnelle du contrat de travail: Etude du RC et Analyses sur c...
 Rupture Conventionnelle du contrat de travail: Etude du RC et Analyses sur c... Rupture Conventionnelle du contrat de travail: Etude du RC et Analyses sur c...
Rupture Conventionnelle du contrat de travail: Etude du RC et Analyses sur c...
 
Victoires accessibilite2012 presentationasso
Victoires accessibilite2012 presentationassoVictoires accessibilite2012 presentationasso
Victoires accessibilite2012 presentationasso
 
Rapport orientation unapei-2012-2013
Rapport orientation unapei-2012-2013Rapport orientation unapei-2012-2013
Rapport orientation unapei-2012-2013
 
Evaluation de l’impact du Plan Autisme 2008-201
 Evaluation de l’impact du Plan  Autisme 2008-201 Evaluation de l’impact du Plan  Autisme 2008-201
Evaluation de l’impact du Plan Autisme 2008-201
 
schéma régional d’organisation médico-socialenovembre 2011
schéma régional d’organisation médico-socialenovembre 2011schéma régional d’organisation médico-socialenovembre 2011
schéma régional d’organisation médico-socialenovembre 2011
 
Vulnerabilite et handicap mental quand les parents ne seront plus la. samedi...
Vulnerabilite et handicap mental  quand les parents ne seront plus la. samedi...Vulnerabilite et handicap mental  quand les parents ne seront plus la. samedi...
Vulnerabilite et handicap mental quand les parents ne seront plus la. samedi...
 
Le lourd prix du handicap
Le lourd prix du handicapLe lourd prix du handicap
Le lourd prix du handicap
 
Circulaire relative à la campagne budgétaire des ESAT pour l’exercice 2011
Circulaire relative à la campagne budgétaire des ESAT pour l’exercice 2011Circulaire relative à la campagne budgétaire des ESAT pour l’exercice 2011
Circulaire relative à la campagne budgétaire des ESAT pour l’exercice 2011
 
Guide: travail des personnes handicapees mentales
Guide: travail des personnes handicapees mentalesGuide: travail des personnes handicapees mentales
Guide: travail des personnes handicapees mentales
 
La participation associative au regard des temps sociaux
La participation associative au regard des temps sociauxLa participation associative au regard des temps sociaux
La participation associative au regard des temps sociaux
 
Guide pratique de l accessibilite edition unapei
Guide pratique de l accessibilite edition unapeiGuide pratique de l accessibilite edition unapei
Guide pratique de l accessibilite edition unapei
 
Communiquer sans la parole
Communiquer sans la paroleCommuniquer sans la parole
Communiquer sans la parole
 
Les personnes handicapées et l'emploi : le bilan 2010 de l'Agefiph
Les personnes handicapées et l'emploi  : le bilan 2010 de l'AgefiphLes personnes handicapées et l'emploi  : le bilan 2010 de l'Agefiph
Les personnes handicapées et l'emploi : le bilan 2010 de l'Agefiph
 
personnes handicapées et l'emploi : le bilan 2010 de l'Agefiph
personnes handicapées et l'emploi  : le bilan 2010 de l'Agefiphpersonnes handicapées et l'emploi  : le bilan 2010 de l'Agefiph
personnes handicapées et l'emploi : le bilan 2010 de l'Agefiph
 
Unapei statuts
Unapei statutsUnapei statuts
Unapei statuts
 
Decryptages n2 0706
Decryptages n2 0706Decryptages n2 0706
Decryptages n2 0706
 

Situation du benevolat en france 2010

  • 1. La situation du bénévolat en France en 2010 Etude menée par France Bénévolat àp ri du ee q êed lF P at ’n n u t e ’ O , r I grâce au partenariat du Crédit Mutuel 1
  • 2. I- Pourquoi cette étude France Bénévolat a pour mission, depuis sa création en 2003, le développement du bénévolat associatif. La n tr mê d c t mi i p r l n c si d n a a s f ed lv l i d b n v l e Fa c , t aue me e et s o ot a é e sé ’ e n l e i e ’ o t n u é é o t n rn e e e sn e t u y n é uo a d n l me ued p sied n c mp ri nde d n é sf n a e a e c lsd ursp y. o n îe a s a s r u o s l ’ e o aa o b u s s o n e r ç i s v c ee ’ t a s l a e a s C n at r l p ya e d b n v l a j r’ i l tu d n a e n e Fa c ,a s q e p s pé i me tl e a s g u é é o t u ud u e a x ’ g g me t n rn e i i u l rc é n e a o h, e n u s s d n é s c n en n ln a e n d frn i d s j n s d s a t o d s rt i s s n a tn o n e o c ra t ’ g g me t i e c e fé é e e e , e cf u e er t u is a é o t ua t dnomai s t s ln e l d s c u a s c t ’fr t n ui à ’ s mb u e t r so i i i o le e e e af . E o t e s r ntu a t p n d n l s u i ep u o me ue d n l d rel a t e a t n d n ur t u u o t ur l , a s e o c d o v i s rr a s a ué ’ c d s co s e e e a r i mp i po t nd b n v l e t pi sp r’ s c t na n e un t n lie t aue q eFa c B n v l rmoi u é é o t nr r e a lso i i u i a ai a l s n trl u rn e é é o t o a e s a ao v o , a souhaite réaliser une étude régulière deln a e n b n v l C t n c si ad i uséérp e ep r ’ g g me t é é o . et é e sé ’l r t a p l a e e e t ale é l C mi d v l t nd Fa c B n v l d n s nrp ot n u l 0 9 e o t ’ a ai e rn e é é o t a s o a p ra n e 2 0 . é E u o a O ,l ’ iep s p r i us d n u tsrg lrss rets a s c t d ma i eg n rl e s re r in x t a , a al r, ’ q êe é uèe u l i u so i i e n r é éa , t u l es l e e i s af è e b n v l e p rc lr L sd n é sa tee n a c sie s r e q e t n rsotn d n u tse é é o t n atue. e o n e c lme t ce s l u c s u so s e s r t ’ q êe t a i i ul bs i e e d td s o c ee : ’ u e p n t ls é ul - L td d eIS E2 0 , u p u a j r’ i o n ri àd se t t n ras e p r orco s ’ u e i N E 0 2 q i e t u ud u d n e lu e smai s é lé s a c r t n é t o h e i o i ei annuelles en fonction des rai s ’ s c t n cé t n d so i i s o a ao - Les travaux réalisés par le laboratoire d c n mi d l S ro n s u l d e t n d Vv n ’ o o e e a ob n e o s a i co e ia e é r i i Tchernonog. Du ema i eg n rl c s td s t ’n n r é éa , e éu e e travaux ne permettent : è e - n d n l e d s v l i s e oee c n en n ln a ement bénévole i ’ a s r e é o t n tmp rls o c ra te g g a y uo l ’ - ni de faire des comparaisons internationales fiables. Pu p rc lrme t i e ti o s l a rg r d s d n é s d p n l ,d n l e d fç n f e ls atuèe n, l s mp sie u e ad e o n e i o ie i i b s b s ’ a sr e ao i a y n d v nu ln u e u c mp r me t : ’ e te o v a x o ot ns é s e - La crise a-t-elle pour impact une évolution de ln a e n a s c t e Fa c , ’ g g me t so i i n rn e e af - Q e s n l c mp r me t d se n s natned mp i u l o t s o ot ns e j e e t t ’ l, s e e u e e o - Quels sont les comportements des « papy boomers » à leur entrée en retraite, - L rc l elg d l rt i a r-t-i e c n é u n e s r’ g g me t e retraités, e e u d ’ e e a er t ua l s o s q e c s u ln a e n d s â ae d e - Quels sont les effets des politiques de « Responsabilité Sociale »s r’ g g me t e s l i …. u ln a e n d s a r s e aé Fa c B n v l d p s d p i p s usa n e d n l e s c l i e q atte gâ eàd séu e , rn e é é o t i o e e u l i r n é s ’ a s s o io q s u l i s rc a s s ue a y ogu i v a e td s menées : soit par ses observations de terrain, s i ut v r d s e x n u ts ’ io c n u e d fç nrc r nep r e h rh s t od ré : o a r es e d u e q êe d p i o d i s e a o é ur t a R c ec e e S lai s t a onn t e i t - « ORA » : « Opinion des Responsables Associatifs » ; Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 2
  • 3. 1 - « BOB »: « B rmèr d l p i d B n v l ao t e ’ io e é é o s e O nn e Néanmoins, cette démarche est exclusiv me t u l te e n p ot p sd rp n ea b s i d d n é s e n q at i , t ’ p r a e é o s u e o e o n e i v a a e n quantitatives globales évoqué plus haut. U el g d mac e mo i a t en mbe xa tusp bc e i t t n e a tu d npo t ’ q êe n a e é rh , bi n d o ru c r u ls tn i i n l uo r ’ rj d n u t r ls e i st o s u u e e INSEE, est en cours, qui portera sur le tissu associatif dans son ensemble. France Bénévolat a souhaité, de manière indépendante et complémentaire, prendre une initiative propre p r n s é i u me t t xl i me t u l b n v l . f d p r telts t nl p sp rn ned s ot t p ci e n e e c s e n s re é é o tAi e emet ’ i ai a l et e t e a fq uv a n r ul o i u i résu as c t e q êed vaêr rn u e eàu rtmeb n a àlu ed sp y d rfrn ec mmel l t et n u t e r t e o v l t , e e é ny h i n l ’ n e a s e éée c o e , a e C n d e l S i e q io t c t g r d ts ’ t p r r ns a a a t u s , u s n à e é ad oé d ui ef ma t a s o l s o . Ce t rc àu d u l p r n r td C é iMuu l t elF P q eFa c B ’s gâ e n o be at ai , u rdt te e d ’ O , u rn e énévolat a pu mener e a I cette étude sur la situation du bénévolat en France en 2010. N u lsrmeco st sc ae ru e n p u lu i l aind n c t éu editrt é éa, qui o s e e rin r h lue s me t o re rmpi t è c o a s et td ’ éê g n rl e n sera mise à disposition de l’n e l d s ce r s o it et de ses parties prenantes. e s mbe u e tu a s caif 1 Voir les publications régulières annuelles, depuis 2004, dites « La France Bénévole » Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 3
  • 4. II- La méthode utilisée 1. Un cahier des charges et une mise en concurrence : En amont, France Bénévolat a e pi c i me te o j t v é p r’ q êeet les précautions qui lui xr mé lr n l b cf i s a ln u t ae s ei s s e paraissaient indispensables. Q ar e t pi s ’ q êe d p i o t t c n u é s t c o f a aééefc ée fv u d l O u t nr r e d n u ts ’ io n éé o s l e e l h i i l t f t n a e r e ’ P e e s e onn t e xn eu IF 2. La méthode de q êe: ’n u t V in t tc n u d l O c o oe e h i e e ’ P i r q IF -dessous : Enquête sur le bénévolat réalisée pour France Bénévolat Note technique  Méthodologie : Cette étude a été menée dans le cadre de l ’OMC WIln u t mu i A ,’ q êe l e t-clients de l ’IFOP, réalisée chaque semaine en ligne et auto-a mis é a pè d n é h ni n n t n l d n t e u rs ’ ir u c a to ai a ll o rpé e tt dn id s g s e1 a s t l . e rs nai ’d i â é d 5 n e p s f i vu u  L c a to aéés u tr s l l méthode des quotas (sexe, âge, profession du chef de ménage ’ h ni n t t c é e n a é ll r u o et région).  Echantillon : L si omai so t t rc elsa pè d né h ni nd 2107 individus âgés de e n r t n n éé e u ie u rs ’ c a to e f o l i u l l 15ans et plus.  Dates de terrain : Les interviews se sont déroulées du mardi 15 au jeudi 17 juin 2010 et du mardi 22 au jeudi 24 juin 2010. 3. Le questionnaire de q êe: ’n u t Le questionnaire présenté en annexe aééé b r p r rn eB n v l , v clp u d R c ec e e t l oé a Fa c é é o ta e ’ p i e e h rh s t a a a Solidarités, lv tc n u d l O ’ i e h i e e ’ Pet la participation du Crédit Mutuel. Les lecteurs remarqueront que le as q I F terme « bénévolat »ne ta i uis , a o n nc mpi, ou sujet à interprétation. Seuls des mots ’s jmas tié c r u o o r l s courants, précis et compréhensibles ont été utilisés. Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 4
  • 5. 4. L méh d de t p lt n a to e ’xr oai a o Il faut préciser ici q el c i e pé e ts o t rs l t ’ ee t p l i d s o n e d ln u t (o u e h f s rs né s n l é u a d n x a o t n e d n é s e ’ q êe V i s f r e t u r ao e r méthode ci-dessus) à partir des 2107 réponses obtenues. Par ailleurs, on parlera fréquemment de « taux d n a e n » : cette notion utilisée couramment par France Bénévolat est le pourcentage de personnes ’ g g me t e e g g e p ra p ràl ttl d l p p l i c n en e P u ltd , e tu o t t c l l àp rr n a é s a rp ot a oat e a o u t n o c ré . o r’ u e c s a x n éé a u s at ié ao é cé i d srp n a t lc a to d 2 0 p ro n séa t o s éé c mmerpé e tt N u n v n p e é o d ns ’ h ni n e 1 7 es n e tn c n i r o ,é ll d e rs nai o s ’ o s as f. a poussé les tris croisés très loin pour éviter des échantillons insuffisants sur certaines catégories. Les chiffres globaux sont rapportés aux Français de 15 ans et plus (chiffres arrondis aux 100 000 supérieurs). Parfois, les données et analyses portent u ln e l d sfr sd b n v l ; sur certains paramètres, s r’ s mb e ome e é é o t e e a nous nous sommes focalisés sur le seul bénévolat associatif Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 5
  • 6. III- Les principaux résultats et commentaires L b cf i p r rn eB n v l a t v r d c t éu ee t ed n e d s éléments sur les grandes ’ j t v é a Fa c é é o t u r es e et td s d o n r e oei s a a e tendances de la situation quantitative du bénévolat. Aussi avons-nous choisi de donner ici des résultats g b u , nl tn l pé e tt nd n l e co é s l a x e i a t rs nai ’ a s s ri e . o mi a o a y s Certaines organisations ou institutions peuvent néanmoins souhaiter des analyses plus fines, en fonction de l r c nrsdnéê.l o se t o s l àl d ma d , efi d sa a s sco é srp n a t c e s et u e ’trtIn u s p sie a e n e d a e e n l e ri e é o d n à e i b, r y s besoin, sous réserve que les échantillons concernés soient suffisants. Comme on le constatera, les résultats sont de trois ordres : C r i v n e t o fme d stn a c sd j c n u s ma éa lsp r e d n é sa c n e q ’ et n i n n c ni r e e d n e é o n e , i tbe a d s o n e n i n s ul as e r à s i e is actualisent C r i maq e t e é o t n d tn a c , urmetn e c u ed si e rç e q i s ucn v i t et n a s ru n d s v l i s e e d n e o e t t n a s e d s e u s u j q ’i ’ a n uo e é u i a e pas été étayées par des données précises Certains constituent des connaissances véritablement nouvelles sur le bénévolat. 1. Combien de bénévoles ? Total Dans une Dans une Donnent du En % de la association autre temps à autrui population organisation directement de15 ans et plus Engagés actuellement 18 300 000 11 300 000 4 500 000 7 400 000 36% Ont donné auparavant mais 10 000 000 5 500 000 2 800 000 3 600 000 20% plus maintenant Ne donnent pas de temps 21 800 000 44% Total français plus de 15 50 100 000 100% ans (Attention :l rp n a t p u e ta o p s us fr s d n a e n ; il ne faut donc pas additionner les 3 formes e é o d ns e v n v i l i r ome ’ g g me t s r ue e d n a e n p u o tn l ttl d s é é o s S r eti s u so s i a a d n p sil d rp n e mu ’ g g me t o r be i a oat e b n v l . u c r n q e t n , y v i o c o s ié e é o s s ltiples) e r ié e ae i l t bit  Commentaires : On peut noter que les données qui portent sur la quantification des bénévoles par grand type de g g me t e a s cain d n da t stp sdog ns t n o b n v lt epo i t)s n ’n a e n (n s o it , a s ’ur y e ’ra iai s u é é oa d rxmi , o t o e o é véritablement nouvelles. Quelques prc i ss rad f i nrtn ep u l b n v l d n d ursog n ai se l b n v l d é io u l éit ee u o re é é o t a s ’ t sn nio a a e ra i t n te é é o t e s o a proximité : Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 6
  • 7. - P u l b n v l d n d urst e d ra i t n q el a s c t n :le ru eln a e n o re é é o t a s ’ t y s ’ g n ai s u e so i i s i go p ’ g g me t a a e p o s o s ao r e syndical, politique ainsi que le bénévolat dans des organisations religieuses - Pour le bénévolat de proximité : il est aussi appelé bénévolat direct ou informel ; il comprend le bénévolat réalisé dans le cadre des voisins, du quartier, des amis, mais exclut néanmoins le bénévolat réalisé dans le cadre familial A notre connaissance (voir www.francebenevolat.org/documents rubrique « Le bénévolat ailleurs »), seuls la Suisse et le Canada disposent régulièrement de données aussi complètes. Quelques commentaires sur les chiffres eux-mêmes : - le chiffre global des bénévoles associatifs ici établi, soit 11 300 000, serait légèrement inférieur aux chiffres des études précédentes : o d lrr d 1 mio s e n«Insee 2002 », e ’ de e 2 l n s l o li o o 14.8 millions selonltd C R / ts . ’ u e N SMai e é s L tu mo e d n a e n b n v l d sFa ç i d p sd 1 a sd n l a s c t n s ri e a x y n ’ g g me t é é o e rn a e l e 5 n a s e so i i s ea e e s u s ao t ainsi de 22,6% ; - le bénévolat non associatif est du même ordre de grandeur que le bénévolat associatif ; les 2/3 de ce bénévolat non ass c t s x re d n l b n v l d po i t. ’ ded ga d u d b n v l o i i ’ ec nt a s e é é o t e rx é L rr e rn e r u é é o t af e a mi o a non associatif, et plus particulièrement de proximité, est ainsi beaucoup plus important que ne le s p o a n l e t t n fi su q ’i u p s i t s smai s a e j uc e e i o t s i. - pour chaque forme de bénévolat, se retrouve un même ordre de grandeur des personnes disant avoir eu un engagement mais avoir arrêté : o 48% pour le bénévolat associatif o 6 % p u l b n v l d n d urs ra i t n 2 o re é é o t a s ’ t og n ai s a a e s o o 48% dans le bénévolat de proximité - Nous analyserons plus loin le ri n d c t r t i i u l c n i n d nn u e e g g me t s a o s e e ar a sq e e o d i s ’ o v l n a e n. s ê n s to u 2. Les bénévoles associatifs, rythmes et temps passés : Donnent du temps… En nombre En pourcentage A u ep r d pé i d ln é o àlca i n éi e rc e e ’ n e u ’ c s n 2 300 000 o s a o o 20% d n é è e n,q e u s h ue o quelques ’ u v n me t u l e e rs u q j r p r n e p s o t ul gd ln é o s a a , t a tu a o e ‘ n e u n a T u a l gd ln é o t uo e’ n e n a 9 000 000 80% D n… ot …quelques heures chaque mois, tout au 2 800 000 25% l gd ln é , nfn t nd lcvéd on e ‘ n e e o c o e ’ ti e a i a it lso i i ’ sc tn a ao quelques heures chaque semaine tout au 4 200 000 37% l gd ln é , nfn t nd lcvéd on e ‘ n e e o c o e ’ ti e a i a it lso i i ’ sc tn a ao un jour ou plus par semaine tout au long 2 000 000 18 % d ln é ,e fn t n d lcvé d e ‘ n e n o co e ’ ti e a i a it lso i i ’ sc tn a ao Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 7
  • 8. Commentaires: Sur 11 300 000 bénévoles associatifs, 9 000 000 soit 80% se disent engagés de manière régulière. Ce chiffre est important et relance le débat sur « bénévoles réguliers » et « bénévoles occasionnels » ainsi que sur le n e ud n a e n. i a ’ g g me t v e Le débat au sein du monde associatif autour de la définition de « bénévole régulier » et « bénévole occasionnel »e t ema e t L d f i n q i v iéé a o te p rln u t «Insee 2002 » considérait s p r n n. a éit n i u a a t d pé a ’ q êe o t e comme « réguliers » les bénévoles exerçant leur bénévolat pendant plus de 2 heures par semaine. France Bénévolat propose une définition moins restrictive sur la durée hebdomadaire, considérant que certains bénévolat sont réguliers, chaque semaine, sans néanmoins occuper deux heures ; un exemple peut e êr l b n v l d s éu i t d l F V: chaque étudiant accompagne un enfant sur un rythme n t e é é o t e td ns e ’ E e a a A hebdomadaire, mais moins de deux heures par semaine. Al v re c r i b n v l d T l h np u e t t e t me n i e t, nn mbed e rs s r n ’ es , et n é é o s u é to e v n êr x ê me tn ss e o r ’ ue , u u e i n as e é e r v i h très courte période. Ce t e n c srpé e tt n q ’ e t o rmme t v n é q ’ ya ri5000 000 de bénévoles dits ’ s l e e rs nai s ul s c ua s o o i n a a c ul ua i t « réguliers » et 7 000 000 de bénévoles dits « occasionnels ». Le q êeIO idq eq el ga d maoi d sb n v lsa s cai , ot 0 se t e g g e ’n u t F P n iu u a rn e jré e é é oe s o its s i8 %, ’si t f me n a é de façon régulière. Remarques complémentaires :  Is rib né i mme tnée s n d v ides données sur le temps moyen passé dans le bénévolat l ea i v e t e d n i rsa t ’ o t a r pour estimer globalement une idée du « volume temps » engagé par les 11 300 000 bénévoles associatifs. Nous avons néanmoins renoncé à cette question, u s v riincompatible avec la méthode q i ’ éa a t d n u t. En effet, la méthode de déclaratif spontané utilisée entraîne une sous-évaluation régulière du ’ q êe e temps passé. Aussi, pour avoir une réponse fiable à ce type de question, il aurait fallu prévoir une enquête avec des interviews individuelles, en aidant le cas échéant les bénévoles à faire une estimation.  on peut estimer que le « noyau dur » du fonctionnement associatif, ’ t cse -à-dire les bénévoles investis pendant un jour ou plus par s ma e tu a l g d ln é ,repose sur environ 2 000 000 de e i ot u o n n e ‘ nea personnes. Il faut néanmoins nuancer en notant que ce noyau dur ne peut donner sa pleine efficacité que p r’ p rd p s e9000 000 de bénévoles réguliers ou occasionnels. a lp ot e l d a u 3. Les bénévoles associatifs, mono ou pluri engagement : E ggs n a é… En nombre En pourcentage …d une seule association ans 6 650 000 59% …d plusieurs associations ans 4 650 000 41 %  Commentaires : Un pourcentage important de bénévoles est engagé dans plusieurs associations (non compris le fait que certains sont également engagés dans une organisation non associative ou font du bénévolat direct). Ces Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 8
  • 9. résultats recoupent les enquêtes précédentes et confirment que beaucoup de bénévoles sont « multi cartes ». 4. Les bénévoe ,’n a e n s lnl s x ls l g g me t eo e e e: e Personnes engagées En valeur T u de g g me t a x ’n a e n total 18 300 000 36% Femmes 9 900 050 38% Hommes 8 400 050 35 %  Commentaires : Les femmes sont légèrement plus engagées que les hommes, essentiellement par une différence plus marquée dans le bénévolat de proximité. On peut noter que pour le seul bénévolat associatif, le taux d n a e n e t u s n l mê p u l fmme e p u l h mme (2 p u l fmme e 2 % ’ g g me t s q a i te me o re e e me s s t o re os s 2 % o re e s s t3 pour les hommes). En observant plus particulièe n l tn a c s ’ g g me t o rme t s e d n e d n a e n h mme / mme p r e tus so i i, n e e sef s a sc r asc t o e af s rt u emo sd s roy e q ’ tn u A t ed x mp , o r ns c u s c lai t q ’ i g e er v o i e t é t s u t d . i ’ e l p u u e t r o i/ rai u n ma i n é p ae t e r e e ac t f o n majoritairement féminin, on trouve 54% de bénévoles hommes, alors que le secteur sportif est animé par 41% d fmme , l s meq ’ i g ea u et s ot ma réd o ee s a r mê o u n ma i ri n r fr o n t è e j i ’ mme . ot h s N a mo s e rs l t s n àpe dea e pé a t n e ri nd l l t d lc a to a a s . é n i c s é u as o t rn r v c rc ui , n a o e a i e e ’ h ni n n l é n t o s mi é l l y 5. Les bénévoles, letu de g g me t ar tranches dâges : a x ’n a e n p ’ Personnes engagées En valeur T u de g g me t a x ’n a e n total 18 300 000 36% Moins de 35 ans 4 300 000 27% 35 ans et plus 13 900 000 41 % Analyse plus fine par tranche de dix ans e p romede g g me t t a fr ’n a e n : Ta c e dâ e rn h s ’g s T u de g g a x ’n a ement global (3 Bénévolat associatif Bénévolat de formes confondues) proximité Moyenne générale 36% 23% 15% 15/24 ans 29% 16% 11% Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 9
  • 10. 25/34 ans 25% 15% 11% 35/49 ans 30% 17% 13% 50/64 ans 45% 26% 13% Plus de 65 ans 51% 38% 16% Ces données, établissant d s df rn e s n ils d tu de g g me tselon les différentes e iée c s e sbe e a x ’n a e n f t n h sdâ e , ru n u eé ouins n il p r a p ra xrs l t dIS E2 02. r c e ’g s maq e t n v lt a o e sbe a rp ot u é ut s ’ E 0 a N  l mo sd 2 a spé e tn u tu d n a e n l èe n i éi rà l mo e n n t n l e s i e 5 n rs ne t n a x ’ g g me té rme tn r u n e g fe a y n e ai a . o e N a mo s rp e n q e ln a e n d mar à 1 a se n n à 1 a s la tranche des 15-18 é n i , a p l s u ’ g g me t é r n o e e 5 n to 8 n; pé e t va e l l n u tu d n a e n i éi r l t n h d s 8 ans. rs ne ri mb b me t n a x ’ g g me t fr u à a r c e e 1 -24 s ae e n e a  C tu d n a e n b i ee c r l èe n s rat n h s i ne d s2 e a x ’ g g me t a s n oe é rme t u l r c e u a t, e 5-34 ans. Cette baisse e s g a v e t neft rb b d l s ro poe s n eee d d b t el v fmi l s u f po a l e ’ et n rfsi n l t u é u d a i a l e e e i i n o l e i . a  Iyae s i u ea g nai d tu d n a e n p u l a t d mi ud l p rmi (5 l n u e n u me tt n u a x ’ g g me t o re cf u l t o e s i s i e a ya d 3 -49 e e a s. O p u i g e q ’ rs l fr mo i n ) n e t ma i r u pè a ot n a e bisation personnelle autour du début de la vie l professionnelle et de la naissance des enfants, les individus se rendent davantage disponibles à un engagement de solidarité.  L tu d n a e n a g net ss n ie n (1 p i s s rat n h d g s ivante (50-64 e a x ’ g g me t u me t r e s l e è b me t + 5 o t u l r c e ’ e u n) a â ans) et prend encore 5 points au-d su d 6 a s (1 .L e c r,o p u e t rq ’ e e s s e 5 n 5 %) à n oe n e t sme u n i u augmentation de la disponibilité personnelle entraîne une plus forte participation. Néanmoins, la tranche d g d s 5 /5a sméi ridêr a ay ée plus finement, car on sait que la sortie réelle du ’ e e 06 n â reat ’t n ls t e marché du travail, notamment par les préretraites, se situe autour de 58 ans actuellement. Ce résultat pour les plus de 50 ans en général, et les plus de 65 ans en particulier, amène une information tout à fait nouvelle,p i ul ti c n i r j q ’i u l tu d n a e n d s s n r n ti p s u q ’ éa o s éé u uc q e e a x ’ g g me t e e i s ’ a a s i t d s i e o é t s n ie n p smp r n q el tu d n a e n d s urs rn h s ’ e es l b me t l i ot t u e a x ’ g g me t e a t t c e d g . u a e e a â Cette enquête quantitative, bien évidemment, ne nous permet pas de trancher sur les raisons de cette évolution : -disponibilité ? -effet de génération, avec les premières vagues de papy boomers ? -eft ’ e? f dg e â -eft ’ u ai f d d c t n? e é o Ce t des points qui devra être suivi de près par des enquêtes futures, pour examiner en particulier les ’ un s c n é u n e d nrt i l tri elmp iu ln a e n b n v l o s q e c s ’ er t u ad d ’ l s r’ g g me t é é o . u aps f e o e e Si on regarde respectivement le bénévolat associatif et le bénévolat direct, on peut conclure sur les points suivants :  le bénévolat direct est quasi constant selonl t n h s ’ e , e r ce d g s sa â  p r o t , ’s s reb n v lt s o it q elsdf rn e de g g me t eo ls a c nr ce t u l é é oa a s cai u e iée c s ’n a e n s ln e e f f t n h sdâ esont les plus accentuées. r c e ’g a Isa il du ec n lso importante pour le secteur associatif, qui devra savoir intégrer et utiliser l ’gtà ’n o cu in cette information par rapport à la gestion de ses ressources humaines bénévoles. Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 10
  • 11. 6. L sb n v lsa s cai ,’n a e n p r e tus: e é é oe s o its l g g me t a s ce r f e Secteurs associatifs Nombre de bénévoles engagés En % du nb de bénévoles associatifs Social, caritatif 3 500 000 31% sportif 2 500 000 22% loisirs 2 400 000 21% culture 2 100 000 19% Jeunesse éducation populaire 1 500 000 13% Formation, emploi, insertion 850 000 8% économique Associations de défense (des droits, 750 000 7% des causes) environnement 700 000 6% autres 1 900 000 17% NB : p sil d n a e nsmu ie , ’ u ttl u éi r un mbed c r d b n v l o s ié ’ g g me t bi e t l l d ù n oa s p r u a o r é l é e é é o s t s o p e a e associatifs.  Commentaire : Il serait intéressant, pour les secteurs les plus intégrés, de voir si ces chiffres se recoupent avec les données dont ils disposent en interne. Rappelons également ici :  Que cette enquête repose sur des données déclaratives  que la distinction sectorielle est parfois délicate. Exemple : la distinction entre loisirs et culture est parfois difficile à établir. 7. L’n a e n s lnl staing o rp iu e g g me t eo a i t u o é ga hq e: Engagement des 18 300 0 0b n v l e fn t nd l ré i d a i t n 0 é é o s n o co e e rg n ’ b ai e i u o h to région Nombre de bénévoles engagés France entière 36% Ile de France 35% Nord Est 32% Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 11
  • 12. Nord Ouest 36% Sud Ouest 45% Sud Est 39% S o rg rel tu d n a e n e fn t nd s aé oi d c mmu e d a i t n: i n e ad e a x ’ g g me t n o co e c tg r s e o e i e n s ’ b ai h to Taille de la commune Nombre de bénévoles engagés France entière 36% Communes < 100 000 habitants 39% Communes > 100 000 habitants 34%  Commentaires : N u n d p s n d u u e d n é n u p r t n d met d s h p tè e s rl ri n d s o s e i o o s ’ c n o n e o s emet t ’ te e y oh s s u e a o s e s a a é r s s différences entre les grandes régions. Il serait en tout état de cause utile, ultérieurement, de croiser ces résultats avec les travaux de Recherches & Solidarités sur les taux de création associatives par régions et les estimations sur la densité du tissu associatif. S r na t rg t ,al èec r l i , é ai , nr tu d n a e n e d n i d p p l i n u u ur e ir l é r or a o n g te e t a x ’ g g me t t e sé e o u t n e e se g é tn v e e t ao nous semble pas surprenante, et peut être liée à la conjonction de deux facteurs :  Moindre disponibilité due aux temps de transport dans les communes de plus de 100 000 habitants  Solidarité de proximité plus traditionnelle dans les communes de moins de 100 000 habitants 8. Le g g me t ’n a e n selon le niveau de formation : Q e t np s eàl u so o é ’ i ensemble des 18 300 000 bénévoles Niveau de formation Nombre de bénévoles engagés Tous niveaux confondus 36% Sans diplôme ou inférieur au bac 30% Niveau bac 39% Dp med ln e n me t u éi r iô l e’ s i e n s p r u e g e 39%  Commentaires : Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 12
  • 13. Il y aurait une légère c r l i e t l n e ud fr t ne l tu d n a e n, mais les différences or a o nr e i a e omai te a x ’ g g me t é tn e v o e sont assez limitées. N a mo s o p u n tr u us i d l c tg r d s«sans diplôme ou diplôme é n i , n e t oe q ’ e e a aé oi e n a n e inférieur au bac », les personnes q i ’ t u u d l u n n a c n iô s n p rc lrme ta l n engagées, ce qui o p me o t atuèe n fie i i b me t fic ue ln e l d l c tg r . e a t représe tnsd c t c tg r , u s n t lrsd n a h tr’ s mb e a aé oi L s ur t e e e es na t e et aé oi q i o ti a e ’ e e t i u u dliô d nn e ui éi r ub c o temê tu d n p me ’ i a n r u a a , n l u v f e me a x ’ gagement que les autres catégories, à savoir e 39%. Is mb d n q elb e c d d l l e l o c u ’ s n e e iô p u a o u i a t é ais rln a e n, peut-être par la e a p me e t v i n mp c n g t u ’ g g me t r f e combinaison de plusieurs facteurs, de la posture personnelle à une possible sélection par les associations. 9. Le g g me t eo l c tg r s co rfs in el ( S ): ’n a e n s ln a aé oi o ipoe so n l C P e e Q e t np s eàl u so o é ’ i ensemble des 18 300 000 bénévoles CSP Nombre de bénévoles engagés Toutes CSP confondues 36% actifs 30% Retraités et préretraités 51% D ma d us ’ l e n e r d mp i e o 27% …. Dont chômeurs ayant déjà travaillé 22% …. Dont primo-d ma d us ’ l e n e r d mp i e o 45% Collégiens, lycéens, étudiants 32% Hommes ou femmes au foyer, inactifs volontaires 35%  Commentaires :  An i u n u lv n v p sh u,etu d n a e n d srt i se pré-rt i ss tbt i q e o s ’ o s u l a tl a x ’ g g me t e er t t s a u e aé er t ’ a l à aé é i 51%, soit une proportion sensiblement plus importante que les données précédemment disponibles.  In aq ’ fieé at nr l tu d n a e n d sa t (0 e c l d si cf v l ti s l ’ u n a l c re t e a x ’ g g me t e cf 3 %) t e i e n t o na e y u b e e i s u ai s o r (35%) ; on peut en conclur q el s u fc u d d p n ién s p sl fc u e pc t d mi n e u e e la t r e i o il ’ t a e a t r x lai o n t e s bi e t e i f a s retu d n a e n u l a x ’ g g me t e  O n t u a s zfiee g g me t e D (u éa d j éa lp r’ q êeIS E 2 0 )a e n oe n se a l n a e n d s E q i ti é tb a ln u t N E 0 2, v c b t à i e n a mo su tu d n a e n p rc lrme tmp r é n i n a x ’ g g me t atuèe n i otant des jeunes primo-demandeurs. Ceci n e i i confirme les travaux qualitatifs de France Bénévolat sur le rôle important joué par le bénévolat dans lce s na pe e emploi. ’ c si u rmi a o r 10.L’n a e n s lnl staind fmie: e g g me t eo a i t u o ea ll Q e t np s eàl u so o é ’ i ensemble des 18 300 000 bénévoles Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 13
  • 14. CSP Nombre de bénévoles engagés Tous types de foyers confondus 36% F y r ’ ep ro n o e d n es n e u 41% Foyer de deux personnes 40% Foyer de 3 personnes et plus 31% Pé e c d na t rs n e ’ fns e 32% A s n ed na t b e c ’ fns e 38% Pé e c d na t d mo s e8ans rs n e ’ fns e i d e n 28% Pé e c d na t d 8à1 a s rs n e ’ fns e e 4n 36%  Commentaires : L fid v r s u o e c u l n p sdnl n esu l tu d n a e n ; par contre, la présence e a e i e e l u n o p ’ a ’f e c t v e a iu re a x ’ g g me t e de fnsl t c t n a e n, utu q a di s n ju e . ’na t i e e e g g me ts r t u n l o te n s mi o s 11.Les freins ou incitain àl n a e n : t s ’ g g me t o e C mmei i éd n l t d co , e d n é s o tn d e , ti e d n e n me t s rac n a s n e o nqd u a s’ r u t n c s o n e s n i i s e r h s ’ s i e ns u l o n i a c io i n ét c e g s des leviers du bénévolat. Nous avons choisi de restituer des résultats globaux, sans effectuer a priori de tris croisés en fn t nd lg o co e ’ e i â o d l C P C sa a s ss é i u sp uri t t ras e , l d ma d d c usa s c t , o s u e a S . e n l e p ci e o r e êr é lé s à a e n e ’ t r so i i s u y fq an e i ae afs réserve que les échantillons soient suffisants. a) Ceux qui ont donné du temps et qui actuellement ne sont plus bénévoles Cette catégorie représente 20% des Français de 15 ans et plus, soit 10 000 000 de personnes par extrapolation Quelles sont les raisons de l’r t bénévolat ? ar du ê R io () el r t ub n v lt as ns d ’ r d é é oa aê % de répondants Manque de temps 47% Changement de situation personnelle ou professionnelle 38% D c pi p ra p ràlra i t nd lso i i é e t n a rp ot ’ g n ai e ’ s c t n o o s o a ao 22% Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 14
  • 15. Problèmes de santé 20% Souhait de penser un peu plus à soi 19% Déception face à des résultats jugés insuffisants 7% Pe s nd lno rg rsi e ’ tua e o e 3% Autres raisons 8% NB : choix multiples possibles, moyenne 1,66 citation  Commentaires : L ri ni o u e d ma q ed tmp , rp n éa t, ’ t a u es rr ee rc u el g me te a a o n q é u n u e e s pé o d rne n s p s n upi te o p a e n l s v e s r s rs l t d ln u t Baromètre des Responsables Associatifs (BOB) de Recherches et Solidarités (voir la é u as e ’ q êe t e France bénévole 2010). D u rio s d n tr e d g n , o c re t i ce n l g u en n ed l s o it n o s s e x as n , e aue n o è e c n en n dr tme t a o v ra c e ’ s cai e a o u e activités. e rmp r n ee t i rne(2 p u lra i t n s u me t % c n en n d srs l t L u i ot c s d f e t 2 % o r’ g n ai , e l n 7 o c ra t e é u as a fé o s o e t décevants). Néanmoins, ces deux éléments sont extrêmement importants à prendre en compte, car contrairement aux motifs touchant la vie du bénévole, les associations ont un levier direct sur ceux-ci. Par al r,lx éi c tr i d Fa c B n v l mo t que la déception des bénévoles (quant à i us ’ p r n e er n e rn e é é o t nre le e e a a lra i t no a xrs l t d lso i i d n l u l i s s n e g g s atn a c àe t îe u e ’ g n ai u u é u as e ’ s c t n a s a ee l e o t n a é ) e d n e nr n r n o s o t a ao q l s a i g n g ted s so i i s ng n rl ’ l n t nd rs o s bi c lcv d s so i i mise ma e é ai e a s c t n e é éa Do a oi e e p n a ié oe te e a s c t ns, v ao . ù o lt l i ao en avant par France Bénévolat. C q i o r ic n ur àn u e uàl n a e n e u p ur t o d i a e o va ’ g g me t e Ce qui pourrait conduire à nouveau au bénévolat % de répondants U eo p r n éd t ui d n u ea sociation dont n p ot i ’ r t a s n s u t êe l e 20% v u o lnd vos proches êtes adhérent o s u’ e u Le souhait d t ui p u l a t s ’ r t o re ur êe l e s e 20% L d ma d d n a s c t n a e n e ’ e so i i u ao 16% De graves difficultés dans un domaine ou vous pensez 12% être efficace L n o rg me t ev s mi d v t e tua e ’ c ua e n d o a s e or no rg e , e 7% NB : 82% des répondants donnent au moins une réponse  Commentaires : Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 15
  • 16. En dehors du temps disponible qui arrive en tête pour 44% (et qui recoupe l ri n d lr t o t u e e a os e ’r ) n r v s s a ê, o toute une série de raisons positives, qui tendent à prouver que la motivation est bien présente et qu’fu ri i a da l t peu de choses pour provoquer un retour au bénévolat. On retrouve ici des valeurs ou des concepts bien identifiés dans de précédentes enquêtes qualitatives, ou les observations de terrain menées par le réseau France Bénévolat, comme : - Le b s i d tt e o ’ ié n ul i - Le besoin d f a i , ’ f cé ei t c - Lmp r n ed l proximité, ’ ot c e a i a - La n c si d t u p us l i é e sé ’ r n e oit t êe l épar une association c b) C u q i ’n jmasd n éd tmp e x u no ta i o n e e s Ils représentent 44% des répondants, soit près de 22 000 0 0dn id s 0 ’d i i vu Les raisons du non engagement : Les raisons du non engagement % de répondants Le manque de temps 55% P req elca i d n s s j ipé e te ac u ’ c s n e e ’ t ma rs né o o e a s 36% Pour vous consacrer un peu plus aux vôtres 20% Parce que vous ne pensez pas avoir les qualités 12% requises Parce que vous ne vous sentez pas concerné 9% Parce que vous pensez que le bénévolat peut faire 7% concurrence à des emplois rémunérés P req el mo ed ra i t nd sa s c t n n 6% ac u e d ’ g n ai e so i i s e o s o ao vous convient pas  Commentaires : En dehors de la contrainte du temps disponible, il y a peu de raisons négatives. Deux publics nous semblent particulièrement importants à prendre en compte pour les associations : P req elca i d n s s j ipé e te ac u ’ c s n e e ’ t ma rs né o o e a s 36% soit 7 920 000 personnes Parce que vous ne pensez pas avoir les qualités requises 12% soit 2 640 000 personnes Alv e c , e p bc p u e t t s n ie a xme s g se a xs l i t n d sa t n , t ema i e ’ i n e c s u ls e v n êr e s l u éd i e bs sa e t u oit i s e co s e d l ao c i nr è générale à des actions de promotion du bénévolat. Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 16
  • 17. Ce qui pourrait inciter au bénévolat A noter : 85% de répondants Ce qui pourrait inciter au bénévolat % de répondants Plus grande disponibilité de temps 46% Un événement majeur ou de graves difficultés 29% soit 6 200 000 personnes (catastrophe naturelle, crise économique, crise sna e a i i …) tr Une difficulté un sujet qui vous touche personnellement 24% soit 5 200 000 personnes U ed ma d e pe s d l p rd n a s c t n n e n e x rse e a at ’ e so i i u ao 17% soit 3 800 000 personnes Ln i t nd v t e tua e ’cai e or no rg i to e 17% soit 3 800 000 personnes Si on vous aide à acquérir la compétence 9% soit 1 900 000 personnes  Commentaires : Comme précédemment, en dehors de la contrainte du temps, on trouve des facteurs très positifs pour un ga dn mbed p ro n sq i o n n l rsi q ’ fu rip ud c o e p u q ’ v n e t u rn o r e es n e u d n e t’ e s n ula da e e h s s o r ul i n n a i mp o i t i e s bénévolat. Conclusion générale : Comme indiqué en introduction à la présentation de ces résultats, nous avons fait le choix, à ce stade, de ne tirer que les conclusions qui nous ont paru majeures, e p rc lrme t i e d n e t atuèe n r h s ’ s i i i c e gnement pour les acteurs du bénévolat en associations. Certains de ces résultats pourront entrainer des échanges au sein du secteur associatif, des questionnements, v i d s d b t e p u-être également d s e v s d f e ln o lur d s o e e é as r … t et e ni ’f r ’ e u ’ t e e ai n u a e analyses…S tl s l c s Fa c B n v l e ses partenaires auront atteint leur objectif ! i e t a , rn e é é o t t e e a Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 17
  • 18. Annexe QUESTIONNAIRE D’NQUETE AUPRES DES FRANÇAIS E SUR LE BENEVOLAT ASSOCIATIF Question 1 : Vous arrive-t-il de donner du temps gratuitement pour les autres ou pour contribuer à une c u e e d h r d l iea p r ea s i d v t fmie(s e d ns e fns p tse fns ? a s , n e os e ’ d p ot u en e or a l a c n a t, na t, ei na t…) a é e l t (un seul choix possible) a) Oui b) Pu ma tn n, ijna d n éa p rv n ls i e a tma ’ i o n u aa a t n se c) Non  Aller en Q8 Question 2 : Vous donnez ou vous avez donné du temps (plusieurs choix possibles) a) Dans une association  Si a) en Q1 continuer en Q3  Si b) en Q1 aller en Q6 b) A s i d n a t og n ai p lq e rli s , y d a , n i l u e ’ e ur ra i t n ot u ,eg u e sn i l mu ip e n u e s o ii ie ce ca…  (Si pas de réponse a) par ailleurs à la Q2) Aller aux questions sociodémographiques c) A pè d n o p s usp ro n s e d h r d c defmi lc mmep re e l d n u rs ’ e u l i r es n e , n e os u a r a l , o u ue ia a x mp a s e votre voisinage  (Si pas de réponse a) par ailleurs à la Q2) Aller aux questions sociodémographiques Question 3 : A quelle fréquence donnez-v u d tmp a s i du e a s cain? (un seul choix o s u e s u en ’n s o it o possible) a) Au ep r d pé i d ln é o àlca i d né è e n, u l e h ue o q e u sj r n éi e rc e e ’ n e u ’ c s n ’ v n me tq e u s e rs u u l e o s o s a o o u q q u p r n e p s o t ul gd ln é a a , t a tu a o n e‘ n e a b) Quelques heures chaque mois, tout au long de ln é , nfn t nd lcvéd lso i i ‘ n e e o co e ’ ti e ’ s c t n a i a it a ao c) Q e u s e rs h q es ma etu a l gd ln é , nfn t nd lcvéd lso i i u l e h ue c a u e i o t u o q n n e ‘ n e e o co e ’ ti e ’ s c t n a i a it a ao d) U j r up s a s ma etu a l gd ln é , nfn t nd lcvéd lso i i no o l p r e i o t uo u u n n e ‘ n e e o co e ’ ti e ’ s c t n a i a it a ao Question 4 : Et donnez-vous du temps ? (un seul choix possible) a) Dans une seule association b) Dans plusieurs associations Question 5 : D n q e()s ce r()da t i d n e -v u d tmp a s i du ed pu ius as ul s e tuss ’ci t o n z o s u e s u en ’n /e lse r vé [afficher en fonction de la réponse à Q4] associains… ? (Plusieurs choix possibles) t () o a) Sport b) Loisirs c) Formation, emploi, insertion économique d) Jeunesse, éducation populaire e) Santé, recherche médicale, aide aux malades f) Environnement g) Culture h) Social, caritatif i) Solidarité internationale (actions solidaires hors de France) j) Association de défense (des droits et des causes) k) Autre Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 18
  • 19.  (Pour toutes les personnes ayant répondu à Q5) Aller aux questions sociodémographiques Q e t n6: eq i o sac n ut n pu d n e d tmp gautme tce t v n tu : Plusieurs u si o C uvu o d ià e ls o n r u e s rti e n, ’s a a to t choix possibles a) La déception face à des résultats jugés insuffisants b) L d c pi p ra p ràlra i t nd lso i i a é e t n a rp ot ’ g n ai e ’ s c t n o o s o a ao c) La pression de votre entourage d) Le souhait de penser un peu plus à vous et aux vôtres e) Un changement dans votre situation personnelle ou professionnelle f) Le manque de temps g) Des problèmes de santé h) Une autre raison Question 7 : Ce qui pourrait vous conduire à donner de nouveau du temps gratuitement, serait avant tout : Plusieurs choix possibles a) V t s u a poo dd t u pour les autres or o h i rfn ’ r tile e t êe b) L d ma d d n a s c t n a e n e ’ e so i i u ao c) De graves difficultés dans un domaine où vous pensez pouvoir être efficace d) Un peu plus de temps libre e) U eo p r n éd t ui a s i d n a s c t nd n l u l v u o lnd v spo h s n p ot i ’ r t u e ’ e so i i a s a ee o s ù ’ e o rc e u t êe l e n u ao q l u êtes adhérent f) L n o rg me t ev s mi d v t e tua e ’ c ua e n d o a s e or no rg e , e g) Une autre raison h) (o s ’ v a e va n p s ed n e àn u e ud tmp gau e n) V u n n i g z ri t l d o n r o v a u e s rti me t e s me u t  (Pour toutes les personnes ayant répondu à Q7) Aller aux questions sociodémographiques Question 8 : Si v u n d n e p sd tmp gautme tce t v n tu : Plusieurs choix possibles o s e o n z a u e s rti e n, ’s a a to t a) Pour vous consacrer un peu plus aux vôtres b) Parce que vous ne vous sentez pas concerné c) P req elca i n s s p s rs né ac u ’ c s n e ’ t a pé e te o o e d) Parce que vous pensez ne pas avoir les qualités requises e) Par manque de temps f) Parce que vous pensez que le bénévolat peut faire concurrence à des emplois rémunérés g) P req el mo ed ra i t nd s so i i s ev u c n i t a ac u e d ’ g n ai e a s c t n n o s o v n p s o s o ao e h) Pour une autre raison Question 9 : Ce qui pourrait vous conduire à donner un jour du temps gratuitement a une association, ce serait avant tout : Plusieurs choix possibles a) U ed ma d e pe s d l p rd n a s c t n n e n e x rse e a at ’ e so i i u ao b) U ed fu é u s j q io s o c ep ro n lme t ulnd v s rc e n ic l , n u t u v u tu h es n ee n o ’ e o po h s f t i e l u c) Un évènement majeur ou de graves difficultés (catastrophe naturelle, crise économique, crise sna e a i i …) tr d) Une plus grande disponibilité dans votre emploi du temps e) Ln i t nd v t e tua eo sq e u nv u e c ua ee v u a c mp g e ’cai e or no rg u i u l ’ o s n o rg t o s co a n i to e qu f) Q elnv u a eàa u ’ os i o d cquérir la compétence pour cela g) Vous ne savez pas vraiment Questions sociodémographiques : Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 19
  • 20. - Femme/homme - 15-17 ans, 18-24 ans, 25-34 ans, 35-49 ans, 50-64 ans, 65 et + - Education Quel est le dernier diplôme que vous ayez obtenu ? 1 Vous n'avez pas de diplôme 2 Vous avez un certificat d'études primaires, ou diplôme étranger du même niveau 3 Vous avez un ancien brevet, un BEPC, Brevet des collège ou diplôme étranger du même niveau 4 Vous avez un certificat d'aptitude professionnelle : CAP, ou un brevet d'enseignement professionnel : BEP, ou diplôme de ce niveau 5 Vous avez un bac d'enseignement général séries A,B,C,D,E,ES,L,S, brevet supérieur, capacité en droit, DAEU, ou diplôme étranger du même niveau 6 Vous avez un bac d'enseignement technique ou professionnel, ou diplôme étranger du même niveau 7 Vous avez un bac + 2 ans ou un niveau bac + 2 ans : DUT, BTS, DEUG 8 Vous avez un diplôme supérieur : 2ème, 3ème cycle, grande école Statut professionnel Actuellement, quelle est votre situation ? 1 Vous exercez une activité professionnelle (actifs, apprentis, stagiaires) 2 Vous êtes chômeur ayant déjà travaillé 3 Vous êtes à la retraite ou en préretraite 4 Vous êtes à la recherche d'un premier emploi 5 Vous êtes collégien, lycéen ou étudiant 6 Vous êtes homme ou femme au foyer 7 Vous êtes dans une autre situation (invalide, militaire du contingent, sans activité professionnelle...) Activité professionnelle Agriculteurs: PPIA=1 Ata s c mmeç ns c es ’ t pi : PA 2O P I= O P I= rs n , o i ra t h f d nr r e P I= R PA 3 R PA 4 , e e s Cadres, profession libérale: PPIA=5 OR PPIA=6 OR PPIA=7 Intermédiaires: PPIA=8 OR PPIA=9 OR PPIA=10 OR PPIA=11 Employés: PPIA=12 OR PPIA=13 OR PPIA=14 OR PPIA=15 Ouvriers: PPIA=16 OR PPIA=17 OR PPIA=18 Retraites: SITI=3 Autres Inactifs: SITI=4 OR SITI=5 OR SITI=6 OR SITI=7 OR PPIA=19 C tg r d g l rt n: aé oi ’ g méai e a o o CC1 –Agglo. de moins de 2 000 habitants CC2 –Agglo. de 2 000 à moins de 20 000 habitants CC3 –Agglo. de 20 000 habitants à moins de 100 000 habitants CC4 –Agglo. de 100 000 habitants ou plus hors agglo.parisienne CC5 –Agglo. parisienne Grandes régions. UDA1 (REGION PARISIENNE): DPT=75 OR DPT=77 OR DPT=78 OR DPT=91 OR DPT=92 OR DPT=93 OR DPT=94 OR DPT=95 UDA2 (NORD) : DPT=59 OR DPT=62 UDA3 (EST): DPT=54 OR DPT=55 OR DPT=57 OR DPT=88 OR DPT=67 OR DPT=68 OR DPT=25 OR DPT=39 OR DPT=70 OR DPT=90 UDA4 (BASSIN PARISIEN EST) : DPT=8 OR DPT=10 OR DPT=51 OR DPT=52 OR DPT=2 OR DPT=60 OR DPT=80 OR DPT=20 OR DPT=58 OR DPT=71 OR DPT=89 UDA5 (BASSIN PARISIEN OUEST) : DPT=27 OR DPT=76 OR DPT=18 OR DPT=28 OR DPT=36 OR DPT=37 OR DPT=41 OR DPT=45 OR DPT=14 OR DPT=50 OR DPT=61 Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 20
  • 21. UDA6 (OUEST) : DPT=44 OR DPT=49 OR DPT=53 OR DPT=72 OR DPT=85 OR DPT=22 OR DPT=29 OR DPT=35 OR DPT=56 OR DPT=16 OR DPT=17 OR DPT=79 OR DPT=86 UDA7 (SUD-OUEST) : DPT=24 OR DPT=33 OR DPT=40 OR DPT=47 OR DPT=64 OR DPT=9 OR DPT=12 OR DPT=31 OR DPT=32 OR DPT=46 OR DPT=65 OR DPT=81 OR DPT=82 OR DPT=19 OR DPT=23 OR DPT=87 UDA8 (SUD-EST) : DPT=1 OR DPT=7 OR DPT=26 OR DPT=38 OR DPT=42 OR DPT=73 OR DPT=69 OR DPT=74 OR DPT=3 OR DPT=15 OR DPT=43 OR DPT=63 UDA9 (MEDITERRANEE) : DPT=11 OR DPT=30 OR DPT=34 OR DPT=48 OR DPT=66 OR DPT=4 OR DPT=5 OR DPT=6 OR DPT=13 OR DPT=83 OR DPT=84 OR DPT=21 Enquête France Bénévolat –IFOP –Crédit Mutuel - septembre 2010 –tous droits réservés 21