L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 1Juin 2013
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L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 24Les objectifs principaux qui sont développés par luti...
L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 25En cours: jutilise Twitter en cours selon les consign...
L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 26Réflexions sur les évolutions de pratiques des réseau...
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L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 31Site pour héberger des présentations PowerPoint etOpe...
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L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 34J’utilise Google Drive depuis la rentrée 2012 avec me...
L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 35: L’élève rédige souvent sur Gdrive : au lieu de me ...
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L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 37Via les navigateurs internet sur ordinateur, smartpho...
L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 38Pour installer votre vidéo, il suffit de coller l’URL...
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L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 43Service de curation de contenusS’inscrire, Choisir, E...
L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 44 Réaliser des tâches variées en recourant aux ressou...
L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 45Cela implique donc que l’apprenant en aexploitées/app...
L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 46http://reptic-crla.collanaud.qc.ca/carrefour/IMG/pdf/...
L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 47http://bibliolab.fr/cms/content/comment-fonctionne-di...
L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 48http://cursus.edu/article/19306/scoop-les-ressources-...
L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 49https://evernote.com/intl/fr/http://blog.digitives.co...
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LES OUTILS COLLABORATIFS, COMMUNAUTÉS ET RÉSEAUX SOCIAUX NUMÉRIQUES EN 2013

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LES OUTILS COLLABORATIFS, COMMUNAUTÉS ET RÉSEAUX SOCIAUX NUMÉRIQUES EN 2013

  1. 1. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 1Juin 2013
  2. 2. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 2La vidéo de 2 FACTORY dévoile quelquesdonnées intéressantes, parmi lesquelles onapprend notamment que :La France compte 41,2 millionsd’internautes4 millions de vidéos sont visionnéeschaque jour sur le web100 millions d’internautes utilisentInstagramTwitter possède aujourd’hui 500 millionsde membres qui postent 175 millions detweets chaque jour.http://www.cndp.fr/savoirscdi/cdi-outil-pedagogique/reflexion/les-reseaux-sociaux-au-cdi/typologie-des-reseaux-sociaux.html
  3. 3. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 3
  4. 4. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 4Pour faire un petit résumé des chiffres sur les réseauxsociaux 2013, commençons par un petit cours dedémographie : à ce jour mercredi 22 Mai 2013 à 11h11 noussommes environ 7 132 342 339 personnes sur la terre etnous assistons à environ 402 000 naissances par jour dans lemonde.Partant de ces chiffres, nous comprendrons mieuxlimportance que prend aujourdhui linternet dans le monde.Il y a 2.3 Milliards d’internautes et 1.5 Milliards dutilisateursdes réseaux sociaux.http://blog.amenothes.com/article-chiffres-des-reseaux-sociaux-en-2013,17.html
  5. 5. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 5Un chiffre qui révèle la popularité des réseaux sociaux : 78%des internautes Français les utilisent, parmi les quelques41,2 millions d’internautes en France. Une pratique quiséduit les 25-45 ans, qui représentent la moitié de cesamateurs de réseaux sociaux. Ils sont 66% à se connecter aumoins une fois par jour.
  6. 6. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 6http://www.informationisbeautiful.net/visualizations/chicks-rule/
  7. 7. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 7Types de réseauxSociauxDescription Exemples PrincipalesCaractéristiquesRéseaux depersonnesconnectés pardes systèmesd’amis, de fans.Facebook,Myspace,Linkedin,FriendsterFousquareRéseau de personnesPartage de contenuDivertissement,exploration(Social News)Sites de contenusdont la une et lescontenusimportants sontchoisis par lacommunautéDigg,RedditScoopeo,Fuzz,Wikio,TapeMoiActualités percutanteset divertissantes quifont la UneOffrent des systèmesde réseaux d’amis(Social bookmark)Sites quistockent,organisent,identifient, gèrentet cherchent lesmarque-pages(bookmarks)Delicious,Diigo,Stumbleupon,PearltreesDonnent de lasignification auxmarque-pages par lestags et lescommentairesSites quipermettent lapublication decontenus générés(vidéos, photos,etc) par lesutilisateursYoutube,Dailymotion: FlickrSlideshareWikipediaRéagissent à l’actualitéen temps réelCanaux aussi importantque la TVTypologie des réseaux sociaux (PDF – 245 ko)Typologie de l’utilisation pédagogique des réseaux sociaux (PDF – 224.6 ko)
  8. 8. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 8Ce bouleversement a modifié la typologie classique de linformationdocumentaire. Les notions dinformation, de document ou deconnaissance ont de plus en plus tendance à se rejoindre mais ilconvient de ne pas les confondre. Ce chapitre présente des définitionsde ces différents concepts, et tente de donner une typologie cohérentede linformation documentaire professionnelle, selon la nature dudocument, son support ou son contenu. Le chapitre suivant dressera unpanorama des acteurs et des modes daccès : Distinctions classiques (informations primaires/secondaires,sources formelles/informelles, information blanche/grise/noire,information structurée/non structurée). Quelques typologies de linformation documentaire.
  9. 9. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 9Linformation est omniprésente dans notre vie quotidienne, au point quelon ne sattarde plus guère à définir le sens de ce terme polysémique.Ce même mot désigne en effet tout à la fois le contenu de linformation,son mode dacquisition et ses moyens de circulation. des données textuelles ou multimédias contenues sur différentstypes de support (papier, magnétique, optique, numérique, etc.) ; des messages transmis dun émetteur à un récepteur capable dencomprendre le sens ; linformation est dans ce sens proche de lacommunication ; des savoirs et de la connaissance, construits, structurés et validés.Selon létymologie latine (in-formare), linformation est ce qui donne uneforme, qui met en forme une idée. Pour autant, la forme duneinformation peut être très variable et les médias en sont nombreux.Linformation est également rarement neutre : elle est conditionnée par lecontexte culturel, moral et idéologique de son émetteur comme de sonrécepteur. Linformation nest pas figée dans lespace ni dans le temps,elle est soumise à divers paramètres qui peuvent modifier sa réceptionou linterprétation quon en effectue.Le terme « document » provient également du latin : lemot documentum est dérivé du verbe docere qui signifie enseigner,transmettre, et dans lequel on retrouve lidée de médiation.Par document on entend, selon la définition de lOrganisationinternationale de normalisation (ISO) : « lensemble formé par un supportet une information généralement enregistrée de façon permanente, et telquil puisse être lu par lhomme ou la machine ». Document etinformation constituent ainsi un ensemble inséparable.http://www.canege.org/demos/FQ_Novantic/apports_novantic/txt/typo_info.pdf
  10. 10. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 10 Rôles et outils pour l’intégration technopédagogique de l’ordinateur portable par lesétudiants et les enseignants (PDF – 119.1 ko) Résumé en une page (PDF – 194.8 ko) Sources : http://reptic-crla.collanaud.qc.ca/carrefour/spip.php?article50
  11. 11. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 11Usages Exemples d’acitivitéd’apprentissageOutilsRéseautage  Communautéd’apprentissage Communuauté depratiques Réseaux sociauxPartage de contenu  Récitd’expériences Métacognition Défis littéraires etici Blogue, Wiki MicrobloguesConstruction desens Veille Structuration etorganisation decontenu Site de partage designetsProductionCollaborative Projetsmultimédias Résolution deproblème Site de partage decontenu Base deconnaissanceCollaborativeInteraction  « Backchannel » Communicationavec les experts Vote Microblogues Visioconférence Télévoteurs
  12. 12. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 12https://twitter.com/version_prof/status/296021891473371138yonyonyon
  13. 13. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 13
  14. 14. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 1448% des enfants de 8-17 ans sont connectésà un réseau social (Facebook).18% des moins de 13 ans sont déjà connectés,et leurs parents sont au courant à 97%.Le déclic a lieu au collège : 57% des élèves du collège sont connectés /11% des élèves du primaire.Les jeunes se connectent souvent seuls : depuis leur ordinateurpersonnel (50%) et leur mobile (23%).Seule la moitié (55%) des 8-17 ans discutent avec leurs parents desréseaux sociaux, principalement du temps d’utilisation plus que desusages…Une moitié (49%) d’entre eux sont « amis » avec leurs parents.La moitié des enfants (55%) se disent surveillés dans leur utilisation deFacebook ; la vigilance des parents est plus marquée pour les plusjeunes (77%) et les filles (63%).Pour les enfants et les adolescents, la relation sur le réseau n’est pasvirtuelle. Ils sont dans la vraie vie ; 92% utilisent leur vraie identité etlivrent beaucoup d’informations personnelles.Leurs activités sont notamment les commentaires et la publication dephotos (surtout pour les filles à 88%).http://www.netpublic.fr/2011/07/usage-des-reseaux-sociaux-chez-les-8-17-ans-etude-cnil-et-9-conseils-aux-parents/
  15. 15. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 15http://ozil-conseil.com/le-digital-en-france-chiffres-reseaux-sociaux-smartphones-et-internet-en-2013-etude-comscore/
  16. 16. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 165% des Français détiennentun compte Twitter et l’utilisentactuellement.Sur l’ensemble de lapopulation française âgée de15 ans et plus, près de 9Français sur 10 ont déjàentendu parler de Twitter(89%).Parmi eux, 11% possèdentou ont déjà possédé uncompte Twitter. Dans ledétail, 5% déclarent qu’ilsdétiennent un compte Twitteret qu’ils l’utilisentactuellement tandis que 6%indiquent en avoir déjà eu unmais ne plus l’utiliser.La très grande majorité desFrançais n’a donc jamais eude compte Twitter (89%)http://www.ipsos.fr/ipsos-public-affairs/actualites/2013-04-25-usages-et-pratiques-twitter-en-france
  17. 17. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 17
  18. 18. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 18
  19. 19. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 19http://www.cndp.fr/savoirscdi/cdi-outil-pedagogique/reflexion/twitter-un-outil-au-service-de-la-pedagogie-comme-les-autres/utiliser-twitter-en-classe.html
  20. 20. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 20
  21. 21. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 21Pour ma part, et systématiquement, un tweet est d’abord rédigéà l’écrit (sur brouillon ou sur un cahier d’écrivain). L’enfant memontre sa production ; si celle-ci est phonétiquement valide, jecorrige l’orthographe afin que le tweet puisse être tapé.Afin d’éviter les erreurs de manipulation, les tweets sont tapéssur un Google Doc (chaque enfant a un compte, accessibledepuis n’importe quel ordinateur), puis copiés-collés aprèsvérification sur Twitter. Cela permet aussi de garder une tracedu travail réalisé par chaque enfant au fil des mois.
  22. 22. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 22
  23. 23. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 23195 utilisations passées ou en cours à cette rentrée 2012 mais ce nest que monpropre recensement, jessaye dêtre le plus juste possible mais il y en existecertainement dautres... Une dizaine de classes sont par exemple absentes du sitefaute de renseignements suffisants sur lâge des élèves ou la localisation. Disons «environ » 200 utilisations principalement localisées en France et au Québec.De la maternelle à luniversité, avec effectivement un peu plus de classes de primairepuis à peu près autant au collège ou au lycée. Les professeurs documentalistesutilisent aussi loutil Twitter pour communiquer avec lensemble des élèves. Àluniversité, jai recensé une dizaine dutilisations, mais comme on dit, peut-être enexiste-t-il dautres.
  24. 24. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 24Les objectifs principaux qui sont développés par lutilisation de Twitter en classeconcernent le français et/ou léducation aux médias. Il ny a cependant pasdobjectifs-type, chaque enseignant développe des objectifs propres à sa classe(mathématiques, histoire, géographie, histoire des arts, etc.), sans pour autant mettreobligatoirement en place un projet particulier : au cycle 2 par exemple, Twitter peutêtre principalement utilisé comme un outil décriture des rituels ou de constructionssyntaxiques particulières. Dans tous les cas, le fait décrire pour être lu reste unegrande source de motivation des élèves : ces écrits sont envoyés par la classe etreçoivent très souvent des réponses.
  25. 25. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 25En cours: jutilise Twitter en cours selon les consignes énoncées par lenseignant1. Au lycée: je peux utiliser Twitter sur un poste libre (vie scolaire, CDI ou cours dunenseignant non tweeteur) si jen ai fait la demande à ladulte responsable et si lusageest pédagogique.2. Sur le temps personnel hors lycée, jutilise Twitter pour: diffuser ou échanger des savoirs, des compétences dordre pédagogique poser des questions et répondre à des questions dordre pédagogique ou surdes sujets relatifs à la classe et au lycée diffuser des informations de culture générale3. Si je veux utiliser Twitter à des fins personnelles, je me crée un compte Twitterspécifique et indépendant de tout usage pédagogique.4. Une fois mon cursus scolaire achevé, lusage de mon compte Twitter est totalementlibre.5. je lis tous les tweets de mes abonnements pour ne pas être répétitif et ne pasmanquer une information importante6. Si je veux communiquer de façon personnelle avec un tweeteur, jutilise le servicedes Direct messages7. Lorsque jaborde un sujet de culture générale, jinsère un lien qui renvoie à un site:mon tweet sen trouve enrichi8. Lorsque jai une information, un savoir ou une compétence, je les mutualise en lestweetant ou retweetant9. je ne donne aucune information personnelle comme mon numéro de portable, monadresse10. je peux diffuser des photos dautres personnes (élèves, enseignants, tuteurs..) à laseule condition quil ait été averti de cette diffusion et ait autorisé sa diffusion11. Je ne fais pas de diffamation : aucun propos injurieux, discriminant (sur des élèves,les enseignants, les tuteurs de stage par exemple)12. je respecte les codes de communication de Twitter (@.., RT..)13. je proscris le langage SMS mais jai droit aux abréviations classiques (Exemple :pdt =pendant)14. jécris avec un niveau de langue courant15. je fais attention à ma syntaxe, grammaire et orthographe: http://frompennylane.blogspace.fr/2111462/Charte-d-utilisation-de-Twitter-avec-une-classe/http://maonziemeannee.wordpress.com/2010/09/14/charte-dutilisation-de-twitter-en-classe/
  26. 26. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 26Réflexions sur les évolutions de pratiques des réseaux sociaux
  27. 27. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 27
  28. 28. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 28
  29. 29. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 29
  30. 30. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 30ClicClic
  31. 31. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 31Site pour héberger des présentations PowerPoint etOpenOffice, ainsi que dautres types de fichiers. Inscriptionobligatoire avant lupload.Formats de fichiers supportés :PowerPoint : ppt, pps, pot, pptx, potx, ppsx;OpenOffice : odp, pdfApple Keynote : key, zip or pdfMicrosoft Office : doc, docx, rtf, xlsOpenOffice : odt, ods, pdfiWork PagesVisiter slideshare.net
  32. 32. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 32
  33. 33. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 33
  34. 34. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 34J’utilise Google Drive depuis la rentrée 2012 avec mes élèves. J’avais déjà introduitcet outil avec une autre classe mais cette année, il fait partie active et quotidienne demes cours et de ma pédagogie.En début d’année, j’ai fait créer à chacun de mes élèves une adresse Gmail qu’ilssont tenus d’utiliser dans tous les échanges élève-enseignant-tuteur de stage. Ca faitpartie du référentiel de leur enseignement professionnel et ça m’a permis une 1èreapproche d’éducation à l’identité numérique. Comme cette adresse sert dans uncadre scolaire et préprofessionnel, elle doit être identifiante et valorisante toutcomme l’avatar (s’il souhaite en associer un) et la signature numériqueautomatique. Pour ceux qui possédaient déjà une adresse mail, ils peuvent faire untransfert soit vers cette boite mail, soit vers leur boite « mère » (en suivant cetteprocédure ). Je me suis moi aussi créé une adresse Gmail dédiée aux échangesavec mes élèves.Nous avons dès l’adresse créée à utiliser Google drive. L’outil est intuitif et simpled’usage, ce qui a permis à mes élèves une appropriation très rapide. Il offrebeaucoup de possibilités (fonction dessin, feuille de calcul…) qui comble nosbesoins.: je crée un document et rédige les consignes du travail declasse pour les partager avec les élèves en amont du cours : l’élève peutles découvrir pour préparer le cours. L’usage est toujours inclus dans une séquencepédagogique comme ici
  35. 35. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 35: L’élève rédige souvent sur Gdrive : au lieu de me rendre une copie, il partageavec moi un document. -Les élèves travaillent en collaboratif sur un document : chaque sur leurposte, ils peuvent créer et mutualiser leurs travaux, recherches, écrits. -L’élève mutualise et enrichit le travail de l’autre : construire leur coursensemble permet à chacun de travailler et d’apporter ses savoirs etconnaissances. -L’élève a moins de documents papier puisque tout est partagé sur ledocument Gdrive : nous économisons ainsi beaucoup de papier et évitons lagestion du « cahier oublié » puisque tout est en ligne ! -L’élève est accompagné : La possibilité du multi-couleur (une couleur pourchaque participant) et le partage du document me permet de suivre ensynchrone la progression de leurs écrits. Grâce à la fonction commentaires, jepeux aussi intervenir pour accompagner l’élève dans l’évolution de leur travail.L’élève, lui aussi, peut intervenir et me poser des questions.Maintenir le lien avec les absents :Puisque chaque document est partagé avec la classe, il est accessible aussi auxélèves absents du cours. Pour des raisons diverses, plusieurs de mes élèves ne sontpas présents en cours actuellement. L’usage de Google drive nous permet detravailler pourtant avec eux : soit par le simple partage de documents, soit par untravail à distance. L’élève sait ce que nous faisons en classe, peut réaliser le travailen temps réel, le rendre lui aussi. Le lien pédagogique et social n’est pas rompu :c’est essentiel dans la gestion de ces élèves absents !
  36. 36. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 36
  37. 37. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 37Via les navigateurs internet sur ordinateur, smartphone outablette, le service permet de créer des notes simplescomposées dun titre, de texte ou dune image et de leurattribuer une couleur. Il est également possible de créer deslistes à cocher pour énumérer une succession de tâches àeffectuer comme une liste de courses par exemple. Lensembledes listes créées saffiche les unes sous les autres ou sousforme de grille.
  38. 38. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 38Pour installer votre vidéo, il suffit de coller l’URL de lapage où celle-ci se trouve. Il ne vous reste plus qu’à lavisionner et de prendre des notes ou bon vous semble.Autre point fort de cet utilitaire, vous allez pouvoir oublierle minuteur. VideoNotes va en effet mémoriserl’endroit de la vidéo où vous prenez une note ouécrivez un commentaire. L’application va installer unpoint d’insertion dans votre vidéo qui va ensuite faciliterla navigation dans vos notes. Un clic sur une note vaappeler à l’écran le moment de la vidéo correspondant àla prise de note.VideoNotes se synchronise avec votre Google Drive.Toutes vos notes sont ainsi sauvegardées et peuventêtre partagées avec d’autres utilisateurs et même vosélèves grâce aux fonctions de travail collaboratif duservice de Google.: : http://www.youtube.com/watch?v=LaoPyAvJOMc
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  43. 43. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 43Service de curation de contenusS’inscrire, Choisir, Editorialiser, Personnaliser, Partager
  44. 44. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 44 Réaliser des tâches variées en recourant aux ressourcestechnologiques C’est ici le cœur du schéma. Il présente justementdiverses ressources TIC disponibles pour apprendre (passeulement pour produire, voir à ce sujet le sitehttp://recit.org/metatic/) avec les TIC. Évaluer le potentiel des technologies et des réseauxdisponibles Selon nous, réaliser cette évaluation devient efficientlorsqu’on peut comparer diverses ressources entre elles.
  45. 45. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 45Cela implique donc que l’apprenant en aexploitées/appropriées quelques-unes. Choisir les outils les mieux adaptés à la situation
  46. 46. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 46http://reptic-crla.collanaud.qc.ca/carrefour/IMG/pdf/Typologie_des_usages_pedagogiques_des_televoteurs_v4.pdf
  47. 47. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 47http://bibliolab.fr/cms/content/comment-fonctionne-diigohttp://cursus.edu/article/9750/diigo-mode-emploi-pour-debutants/http://www.cndp.fr/savoirscdi/cdi-outil-pedagogiqu
  48. 48. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 48http://cursus.edu/article/19306/scoop-les-ressources-sur-plateau/http://www.netpublic.fr/2012/03/5-tutoriels-pearltrees-video/
  49. 49. L e C a b i n e t @ D i s F o r m a t i o n s C o n s e i l s Page 49https://evernote.com/intl/fr/http://blog.digitives.com/2012/05/evernote-votre-memoire-en-ligne-et-dans.html
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